Tag: Victor Wembanyama

  • Hartenstein deve ficar no Thunder: time aposta tudo no alemão

    Hartenstein deve ficar no Thunder: time aposta tudo no alemão

    Olha, eu sinceramente não esperava que o Thunder fosse investir tanto assim no Isaiah Hartenstein, mas pelos rumores que tão rolando, o alemão vai mesmo ficar em Oklahoma City na próxima temporada. E cara, faz todo sentido quando você para pra pensar.

    O negócio é o seguinte: Hartenstein tem uma opção de equipe de 28.5 milhões de dólares para 2026-27. Seja exercendo essa opção ou reestruturando tudo numa extensão, as fontes da liga tão batendo o martelo — ele fica. O cara assinou um contrato de 3 anos e 87 milhões depois de mostrar serviço no Knicks, e agora virou peça fundamental no Thunder.

    A rivalidade com Wembanyama muda tudo

    Vocês viram aquelas finais de conferência contra o Spurs? Hartenstein foi um dos poucos que conseguiu incomodar o Wembanyama de verdade. Foram várias sequências defensivas onde o alemão mostrou que não tá ali de enfeite. Ok, perderam em 7 jogos, mas aquela série deixou claro que o Thunder vai precisar de todo arsenal possível pra enfrentar o francês nos próximos anos.

    E convenhamos, desmontar o garrafão agora seria um tiro no pé. Com Wemby e os Spurs se consolidando como a principal ameaça no Oeste a longo prazo, você não pode se dar ao luxo de ficar sem opções no posto 5.

    A conta salgada que vai valer a pena

    Não vou mentir — o Thunder vai sangrar financeiramente. A folha salarial tá projetada em 250.5 milhões de dólares só na próxima temporada, bem acima do segundo patamar da luxury tax. SGA, Jalen Williams e Chet Holmgren sozinhos vão receber 123.8 milhões combinados (subindo dos atuais 58.5 milhões). Em 2027-28? Esses três vão custar 150.8 milhões.

    É dinheiro pra caramba, mas quando você tem uma janela real de título, você gasta mesmo. E pelo que o próprio Hartenstein falou depois da eliminação, ele quer ficar. Quando jogador e time tão alinhados assim, geralmente as coisas se resolvem.

    Ah, e tem mais um detalhe: o Thunder draftou o centro Thomas Sorber em junho, mas o garoto perdeu a temporada toda com lesão no ligamento cruzado. Ou seja, apostar só na recuperação dele seria muito arriscado.

    E aí, vocês acham que o Thunder tá certo em investir pesado no Hartenstein? Na minha opinião, com a liga cada vez mais física e times como os Spurs crescendo, ter um pivô que aguenta o tranco é investimento obrigatório.

  • Spurs na final! Game 7 histórico quebra internet com 2 bilhões de views

    Spurs na final! Game 7 histórico quebra internet com 2 bilhões de views

    Gente, eu ainda não acredito no que aconteceu. Os Spurs estão de volta à final da NBA depois de mais de uma década! E que volta, hein?

    Olha só essa loucura: o Game 7 entre Spurs e Thunder quebrou TODOS os recordes de audiência na história da NBA. Estamos falando de 2 bilhões de visualizações somando todas as plataformas sociais. Dois bilhões! Pra vocês terem noção, o Game 1 da série já tinha feito quase isso com 1,9 bilhão. Absurdo demais.

    A virada épica de San Antonio

    Os Spurs estavam 3-2 na série, praticamente com um pé fora. Todo mundo já estava preparando o Thunder pra mais uma final. Mas aí que tá — esses caras simplesmente resolveram fazer história.

    Venceram os dois últimos jogos, incluindo esse Game 7 de tirar o fôlego em Oklahoma City, por 111-103. Victor Wembanyama jogou como o monstro que a gente sabe que ele é: 22 pontos, 7 rebotes. E Julian Champagnie? Cara, que atuação! 20 pontos, 6 rebotes e ainda entrou pra história.

    Champagnie acertou 6 bolas de três no Game 7 — só o terceiro cara na história a fazer isso numa decisão de Conference Finals. Os outros dois? Curry e Klay Thompson. Nível Warriors dos tempos áureos, pessoal.

    Thunder desabou na hora H

    Sinceramente, eu esperava mais do Thunder. Shai Gilgeous-Alexander até que tentou com 35 pontos, mas Chet Holmgren… nossa, que decepção. Quatro pontos em um Game 7? Apenas dois arremessos de quadra? Em um jogo decisivo?

    Na minha visão, a pressão comeu solta ali. O Thunder tinha tudo pra fechar em casa, com a torcida empurrando, mas não conseguiu executar nos momentos cruciais.

    Knicks vs Spurs: nostalgia pura

    E agora vem o mais legal: Spurs e Knicks na final. A última vez que esses dois times se enfrentaram numa decisão foi em 1999, quando San Antonio levou o título. Coincidência ou não, é também a última vez que os Knicks chegaram numa final.

    Vocês acham que os Knicks conseguem quebrar essa sina depois de 27 anos? Ou os Spurs vão repetir a dose de 99?

    A final começa na quarta-feira, e pelo jeito que as coisas andam, pode esperar mais um bilhão de views fácil. O basquete tá pegando fogo mesmo!

  • Spike Lee e Wemby previram Final da NBA em fevereiro — que absurdo!

    Spike Lee e Wemby previram Final da NBA em fevereiro — que absurdo!

    Cara, às vezes o universo conspira de um jeito que parece roteiro de filme. Lembra do All-Star Game em fevereiro? Pois é, teve uma conversa aparentemente inocente entre Spike Lee e Victor Wembanyama que agora parece profecia.

    “Quero ver vocês [Spurs] na final, cara!”, disse o eterno torcedor dos Knicks para o francês gigante. E o Wemby? Devolveu na lata: “Vamos nessa, eu também. Quero ver vocês [Knicks] lá!”

    Na época, todo mundo deve ter pensado: legal, dois caras trocando uma ideia positiva no All-Star. Mas olha só onde estamos agora — Knicks vs Spurs nas Finais da NBA 2026. Coincidência? Eu acho que não.

    O caminho épico dos Spurs

    O que aconteceu no último sábado foi simplesmente cinema. Jogo 7 contra o Thunder, Spurs vencendo por 111 a 103, e Wembanyama chorando ao abraçar os companheiros. 22 pontos, 7 rebotes e 2 tocos na partida mais importante da temporada dele até agora.

    E o que mais me impressiona? A maturidade do garoto. Aos 22 anos, já falando como veterano sobre Gregg Popovich: “Esse cara tem mais experiência como técnico que quase todo mundo e passou por tantas coisas na carreira… Preciso ligar pra ele, preciso vê-lo.”

    Sinceramente, Wemby está se tornando um líder mais rápido do que eu esperava. E olha que minhas expectativas já eram absurdas.

    Knicks descansados e com sede de título

    Do lado dos Knicks, uma semana inteira de descanso depois de varrer os Cavaliers. Luxury total. Mike Brown sabe que não vai ser moleza começar a série fora de casa em San Antonio.

    “Temos que entrar com propósito, não só fisicamente mas mentalmente também, para não ficar atrás no placar porque a torcida vai alimentar isso”, disse o técnico dos Knicks. E ele tá certo — o Frost Bank Center vai estar um caldeirão.

    A última vez que os Knicks chegaram às Finais foi justamente contra os Spurs… e perderam. Será que a história vai se repetir ou finalmente chegou a hora de quebrar esse tabu?

    Jogo 1 rola na terça, 3 de junho, às 21h30. Eu já tô contando os minutos. E vocês, acham que Spike Lee e Wemby realmente têm poderes místicos ou foi só coincidência mesmo?

  • Ex-Knicks Jamal Crawford: “Eles vão festejar 1 ano direto se ganharem”

    Ex-Knicks Jamal Crawford: “Eles vão festejar 1 ano direto se ganharem”

    Cara, quando o Jamal Crawford fala, eu escuto. O cara jogou em praticamente metade da liga, sabe o que é pressão e conhece Nova York como poucos. E agora, como analista da NBC, ele soltou umas verdades sobre os Knicks atuais que me deixaram ainda mais empolgado.

    Primeiro, vamos falar do óbvio: Wemby é um monstro. Crawford não poupou elogios ao francês, chamando ele de “transcendente, geracional”. Na visão dele, Victor Wembanyama é tipo Kevin Durant esticado — pega tudo que o KD faz e adiciona uns 15 centímetros de altura. Absurdo mesmo.

    A conexão mágica entre NYC e os Knicks

    Mas o que mais me chamou atenção foi quando Crawford explicou por que Nova York ama tanto os Knicks. O maluco contou que foi num jogo dos playoffs alguns anos atrás e a galera o recebeu como se ele tivesse feito 30 pontos na noite anterior — sendo que ele não jogava no Madison há quase 20 anos!

    “Once A Knick, Always A Knick”, como ele disse. E olha, quem conhece a paixão dos nova-iorquinos sabe que isso é real. É tipo aquela torcida que nunca esquece.

    E aí vem a melhor parte: Crawford prevê que se os Knicks ganharem o título, a cidade vai “festejar um ano inteiro como se fosse 1999”. Não o ano 1999 real, mas aquele 1999 que o Prince cantava. Imagina a loucura que não vai ser?

    O que faz esses Knicks diferentes

    Agora, sobre o time atual, Crawford tocou num ponto que eu venho observando: a crença absurda que eles têm. Não importa se estão perdendo, não importa o placar — eles acreditam que vão virar. É aquela mentalidade de “alguém sempre vai aparecer”.

    Tem o Brunson comandando, obviamente. O KAT fazendo chover de três. O OG travando todo mundo na defesa. Mas Crawford destacou algo que eu acho genial: até os caras do banco como o Deuce McBride e o Mitchell Robinson sabem exatamente qual é o papel deles.

    Sobre o Brunson especificamente, Crawford foi cirúrgico: “Ele deixa o jogo vir até ele”. Enquanto outros astros querem ser o cara o tempo todo, Jalen tem esse feeling absurdo de saber quando atacar e quando distribuir. Smart, competitivo, cascudo e vencedor — foi assim que Crawford definiu o armador.

    Coração vs altura: a fórmula dos campeões

    E aqui vem uma provocação interessante: Crawford não compra essa de que jogador baixo não pode ser o líder de um time campeão. “Às vezes coração supera altura”, disse ele. QI de basquete e rapidez de raciocínio podem neutralizar até os gigantes.

    Cara, eu tô cada vez mais convencido de que esse time dos Knicks tem algo especial. Quando um veterano como Crawford — que viu de tudo na NBA — fala dessa “crença de time candidato ao título”, é porque a coisa é séria mesmo.

    E vocês, tão sentindo essa energia também? Acham que Nova York finalmente vai poder comemorar um título depois de tanto tempo?

  • Chet sumiu no Jogo 7 e virou piada no McDonald’s

    Chet sumiu no Jogo 7 e virou piada no McDonald’s

    Gente, eu não acredito no que aconteceu com o Chet Holmgren no Jogo 7. Sinceramente, quando vi aquele 4 pontos e 4 rebotes em 33 minutos contra o Wembanyama, pensei que era brincadeira.

    O Thunder perdeu por 111-103 para o Spurs nas finais da Conferência Oeste, e o cara simplesmente evaporou na quadra. Era pra ser o confronto dos jovens gigantes da liga – Chet vs Wemby – mas virou um show de uma pessoa só. E não foi do nosso menino de Oklahoma, não.

    A trollagem chegou no McDonald’s

    Agora vem a parte que tá me matando de rir (e de pena ao mesmo tempo): os fãs estão indo no McDonald’s e pedindo “o especial Chet Holmgren” – que são 4 nuggets de frango. Quatro. Igual aos pontos que ele fez.

    “Posso pedir um Chet? Existe um especial Chet Holmgren?”, disse um torcedor no drive-thru. “Ah, desculpa. Quero 4 nuggets de frango. Só 4 mesmo. O Chet Holmgren.”

    Cara, isso é cruel demais. Mas também… meio que merecido? O momento era gigante e o cara simplesmente não apareceu.

    Quando a pressão aperta

    O que mais me incomodou foi ver ele desistindo de jogadas no quarto período. Teve uma hora que ele literalmente entregou a bola em vez de partir pra cima do Wemby e tentar tirar ele de quadra por faltas. Isso que é mentalidade de perdedor.

    Olha, eu entendo que jogar contra o Wembanyama não é fácil – o francês é um monstro mesmo. Mas numa final de conferência, no Jogo 7? Você tem que aparecer, cara. Tem que tentar pelo menos.

    E aí, vocês acham que o Chet consegue dar a volta por cima na próxima temporada? Porque sinceramente, depois dessa performance e dessa zoação toda, ele vai precisar de muito caráter pra voltar mais forte. A NBA não perdoa, e os memes do McDonald’s vão durar um tempão.

    O Thunder perdeu uma baita oportunidade, e agora vai ter que conviver com as especulações sobre trocar o Chet. Eu ainda acho cedo demais pra isso, mas essa performance no Jogo 7 vai ficar marcada pra sempre.

  • Finais NBA: Como Sobreviver à Ansiedade de Ser Fã dos Knicks

    Finais NBA: Como Sobreviver à Ansiedade de Ser Fã dos Knicks

    Cara, ser fã dos Knicks na Final da NBA é tipo esperar um filho nascer – você sabe que vai acontecer, mas não faz ideia de como vai ser a dor. E olha, depois de décadas apanhando, a gente finalmente chegou lá contra o Spurs do Wembanyama.

    A espera entre as Finais de Conferência e as Finais da NBA parece uma eternidade, né? Enquanto os nova-iorquinos contam os minutos até o Jogo 1 em San Antonio, vou dividir umas dicas pra vocês não pirar antes da bola subir.

    Mudança de Humor é Normal (Infelizmente)

    Olha, vocês vão sentir de tudo um pouco: euforia total, ansiedade do caramba, confiança irracional e uma crise existencial básica. É normal, galera. Não tomem decisões importantes agora – tipo, não comprem um cachorro por impulso ou algo assim.

    Dica de ouro: evitem fotos do Wembanyama do lado de jogadores “normais” da NBA. Aquilo ali pode causar uns calafrios desnecessários. O cara é um monstro de 2,24m que joga como se fosse um armador.

    Cuidado com os Podcasts (Sério Mesmo)

    Vi que no podcast do The Athletic os três comentaristas escolheram os Spurs. Cara, é impressionante como os Knicks continuam sendo subestimados, não importa o que façam. Uma campanha histórica nos playoffs? “Ah, foi sorte!”

    Se o New York ganhar o troféu Larry O’Brien, já sabem o que vai acontecer, né? Vão falar que “pegaram o Wemby antes dele virar um destruidor de mundos” ou alguma bobagem assim. É tipo ex-namorada maluca que volta dizendo que tá tomando os remédios – você quer acreditar, mas…

    Sinceramente? Fiquem só com os podcasts dos Knicks mesmo. O resto é balela.

    Sintomas Estranhos Podem Aparecer

    Vocês vão se pegar checando atualizações sobre a lesão do Mitchell Robinson a cada 15 minutos. Ou seguindo caras de camisa dos Spurs na rua de forma meio suspeita. É normal, relaxem.

    A programação tá assim:

    Jogo 1: 3 de junho – Knicks @ Spurs, 21h30
    Jogo 2: 5 de junho – Knicks @ Spurs, 21h30
    Jogo 3: 8 de junho – Spurs @ Knicks, 21h30

    E por aí vai. Expliquem pra família que vocês amam eles, mas esses horários são sagrados. Se não entenderem, a gente aqui entende vocês melhor mesmo.

    E aí, galera, acham que os Knicks conseguem quebrar essa maldição? Depois de tantos anos sofrendo, será que chegou a nossa hora? Eu tô ansioso demais pra descobrir.

  • Spurs mostrou que talento supera experiência na decisão do Game 7

    Spurs mostrou que talento supera experiência na decisão do Game 7

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu nesse Game 7. Os Spurs fecharam a série contra os Thunder e, sinceramente, essa história de “time muito jovem” já era pra ter morrido faz tempo.

    Olha, eu entendo a preocupação com a inexperiência — é natural quando você vê o Castle errando uns passes no final ou o Harper perdendo bola em momento crucial. Mas, mano, esse time tem algo que muitos veteranos não têm: coragem de jogar sem medo.

    A maturidade que ninguém esperava

    O que mais me impressiona é como eles mantiveram a compostura quando tudo poderia ter desmoronado. Thunder encostou no placar várias vezes nos minutos finais, e qualquer time jovem normal teria entrado em pânico. Esses caras? Não. Respiraram fundo e continuaram jogando.

    E tem uma coisa que eu venho pensando: será que a temporada passada não foi justamente o ano de “experiência” que eles precisavam? Mesmo sem os playoffs por causa da trombose do Wembanyama, eles sentiram na pele o gosto amargo de perder. A final da NBA Cup também ensinou muita coisa.

    O Wemby já chegou com bagagem da Europa e das Olimpíadas. O Castle veio de um título universitário em UConn. Esses caras sabem o que é pressão, só que em outros lugares.

    Talento fazendo a diferença quando importa

    Mas vamos ser honestos — eles ainda cometem erros de juventude. Aquela roubada de bola do Dort no Castle no último ataque foi de dar nervoso em qualquer torcedor dos Spurs. E o Harper? Algumas decisões duvidosas ali no finalzinho.

    A diferença é que esse time tem talento suficiente pra compensar essas falhas. Luke Kornet apareceu com um toco salvador. Os rebotes ofensivos nos momentos certos. E o Fox mostrando experiência ao cometer aquela falta inteligente pra organizar a defesa — jogada que passou batido pra muita gente mas foi genial.

    Vocês viram o discurso do Mitch Johnson no vestiário depois do jogo? Aquilo ali mostra o nível de maturidade emocional desse grupo. É um time que não tem medo de ninguém, nem do momento.

    A experiência veio correndo atrás

    Agora me digam uma coisa: depois de eliminar os atuais campeões, alguém ainda pode falar de inexperiência? Eles já passaram por tanta coisa nessa temporada que vale por várias temporadas regulares de alguns times por aí.

    Lesão do astro principal? Sobreviveram. Time que foi finalista recentemente? Derrubaram. Campeões defendendo o título? Mandaram pra casa. Se isso não é experiência, eu não sei o que é.

    Na minha opinião, a juventude deles agora é mais uma vantagem do que problema. Energia física pra aguentar uma campanha longa nos playoffs, atletismo que deixa qualquer adversário no sufoco, e — mais importante — a coragem de tentar coisas que times veteranos não tentariam por medo de errar.

    Claro, eles ainda vão fazer besteira. Mas qual time não faz? A diferença é que esses caras aprenderam a não ficar remoendo os erros e seguir jogando com confiança. E com esse nível de talento individual, isso é uma receita perigosa pra qualquer adversário.

  • Marcus Camby acredita: Knicks têm chance real de título após 27 anos

    Marcus Camby acredita: Knicks têm chance real de título após 27 anos

    Cara, quando o Marcus Camby fala que os Knicks têm “uma chance real” de conquistar o título, eu paro tudo pra ouvir. O cara jogou na última vez que Nova York chegou às Finais, em 1999 — 27 anos atrás! — e agora vê esse time atual com outros olhos.

    Em entrevista ao New York Post, o ex-pivô foi direto: “Eles estão jogando o melhor basquete deles agora. Estão pontuando muito, acertando com boa porcentagem, tudo parece estar encaixando.” E olha, vindo de quem viveu aquela correria louca de 1999, isso tem peso.

    O desafio Wembanyama preocupa

    Mas Camby não tá subestimando ninguém, especialmente o Wemby. “Ele é um monstro da natureza mesmo”, disse sobre Victor Wembanyama. “Um cara de 2,20m com habilidade de armador e alcance do Steph Curry.” Sinceramente? É assustador pensar nisso.

    O que mais me chama atenção é como o veterano destaca a presença defensiva do francês: “Quando os caras entram no garrafão, ficam procurando ele constantemente. Ele simplesmente bloqueia tudo.” É aquela coisa — você não precisa nem tocar na bola pra afetar o jogo quando tem 2,20m de altura.

    Brunson é a chave de tudo

    Sobre Jalen Brunson, Camby foi certeiro: “Para um cara do tamanho dele, consegue fazer tudo.” E é verdade — o armador tem sido absurdo nessa temporada. Camby ainda contou uma história massa sobre Rick Brunson (pai do Jalen), que foi seu companheiro de equipe naquela campanha histórica de 99.

    “A princípio não nos curtíamos por causa da rivalidade UMass-Temple na faculdade”, lembrou rindo. “Mas quando viramos companheiros em Nova York, criamos uma irmandade.” Essa conexão familiar explica muito sobre o QI de basquete do Jalen, né?

    KAT e o sistema perfeito

    Karl-Anthony Towns também recebeu elogios do ex-pivô: “KAT é um dos protótipos de ala-pivô que temos na NBA hoje.” E cara, ver o Towns jogando pelos Knicks tem sido surreal. O cara consegue fazer de tudo — joga dentro do garrafão, acerta de três, faz a distribuição. É um híbrido perfeito pro basquete moderno.

    Camby ainda destacou Josh Hart como “o coração e a alma do time” e OG Anunoby como “um dos melhores jogadores de duas pontas da liga”. Sobre o Mitchell Robinson e os lances livres… bom, até o Camby riu: “Não posso fazer nada por ele. Eu mesmo não era grande nos lances livres.”

    Olha, quando um cara que viveu a última Final dos Knicks diz que esse time tem chance real, eu acredito. E vocês, acham que Nova York consegue quebrar essa seca de quase três décadas?

  • Wemby rumo ao GOAT? Spurs estão a 4 vitórias do título histórico

    Wemby rumo ao GOAT? Spurs estão a 4 vitórias do título histórico

    Olha, eu ainda não consigo acreditar no que estou vendo. Victor Wembanyama não só levou os Spurs para a final da NBA — ele está literalmente reescrevendo a história do basquete diante dos nossos olhos.

    Quatro vitórias. É só isso que separa San Antonio do primeiro título da era Wembanyama. Mas calma lá, porque o caminho não vai ser moleza — os Knicks estão voando e prometem dar muito trabalho.

    O jogo 7 que mudou tudo

    Cara, aquele 111-103 contra o Thunder no sábado foi simplesmente absurdo. Wemby não apenas ganhou o jogo — ele deu uma aula de como se comportar nos momentos decisivos. E olha que Oklahoma City não é time qualquer, viu?

    O mais impressionante é que o francês não foi sozinho. De’Aaron Fox também mostrou serviço e pode ter garantido seu futuro em San Antonio com aquela performance. Mas convenhamos: quando você tem um cara de 2,24m fazendo coisas que nem deviam ser possíveis fisicamente, fica mais fácil jogar ao lado, né?

    E aí, vocês acham que Wembanyama já pode ser considerado candidato ao panteão dos maiores de todos os tempos? Na minha opinião, se ele conquistar esse título aos 21 anos, a conversa muda completamente.

    Knicks: o obstáculo final

    Agora vem a parte difícil. New York está jogando um basquete monstruoso e não vai facilitar nada para os texanos. O jogo 1 é quarta-feira, em San Antonio, e promete ser eletrizante.

    O problema é que Mitchell Robinson está machucado — quebrou o dedo mindinho e pode desfalcar os Knicks justamente quando mais precisam dele. Se ele não jogar, Wemby vai ter ainda mais liberdade no garrafão. E sinceramente? Isso me dá calafrios só de imaginar.

    Cinco vitórias seguidas levaram os Spurs até aqui. Será que conseguem mais quatro para fazer história? Eu tô começando a acreditar nesse time, não vou mentir. Tem algo especial acontecendo em San Antonio.

    O que vocês acham? Os Spurs conseguem o título ou os Knicks vão estragar a festa?

  • Spurs vs Knicks na Final: Wemby pode dar o 6º título pra San Antonio?

    Spurs vs Knicks na Final: Wemby pode dar o 6º título pra San Antonio?

    Gente, eu não acredito que estamos aqui de novo. Spurs e Knicks na Final da NBA — exatamente como em 1999. Só que agora é 2026, e quem comanda San Antonio não é o Tim Duncan jovem, mas sim o monstro francês de 2,24m que responde pelo nome de Victor Wembanyama.

    Os especialistas estão quase unânimes: Spurs levam essa. E olha, não é à toa. Wemby botou o time nas costas e carregou até a Final pela primeira vez desde 2014. Na Conferência Oeste, eles eliminaram nada menos que o atual campeão Thunder no jogo 7. Absurdo.

    Knicks chegam voando, mas será que é o suficiente?

    Do outro lado, temos New York fazendo história. Onze vitórias seguidas nos playoffs — eu repito, ONZE — e estão na Final pela primeira vez desde aquele 99 traumático contra… adivinha só, os próprios Spurs.

    A questão é: por mais que os Knicks tenham arrasado contra Hawks, Sixers e Cavs, agora é outro nível. É Wembanyama protegendo o garrafão como se fosse o dono dele. É um elenco profundo de San Antonio que sabe jogar bola de verdade.

    Mitchell Robinson pode dar trabalho físico pro francês, Karl-Anthony Towns consegue puxar ele pra longe da cesta, mas no final das contas… cara, é o Wemby. O cara que hoje é simplesmente o maior game-changer da liga.

    A matemática favorece San Antonio

    Os Spurs têm mando de quadra (começam em casa na quarta), estão com odds de favorito (-205 na FanDuel) e, sinceramente, fazem sentido. Jalen Brunson pode até acertar uns arremessos de 3 quando Wemby recua, mas a real é que New York vive muito do jogo no garrafão — exatamente onde o francês é praticamente intransponível.

    Olha, eu torço pelo drama. Seria lindo ver os Knicks quebrando esse jejum de 27 anos. Mas na minha visão? Spurs em 7 jogos, numa guerra épica que vai definir quem realmente manda na NBA hoje.

    E vocês, acham que os Knicks conseguem parar o Wemby quando importa? Ou San Antonio vai conquistar o sexto título da franquia?