Tag: Victor Wembanyama

  • Spurs x Thunder deixou os fãs do Suns numa sinuca bizarra

    Spurs x Thunder deixou os fãs do Suns numa sinuca bizarra

    Cara, as últimas duas semanas foram estranhas pra caramba. E olha que eu achei que nunca ia falar isso na vida: eu estava torcendo pros San Antonio Spurs.

    Sim, vocês leram certo. EU, torcendo pros Spurs. Quem me conhece sabe que isso é praticamente heresia. Esses caras destruíram minha juventude como fã dos Suns mais vezes do que eu gosto de lembrar.

    Mas deixa eu explicar essa loucura toda.

    O ódio histórico que nunca vai passar

    Olha, minha relação com os Spurs é tipo aquela ex que você nunca esquece — só que pelos motivos errados. Eles estragaram os melhores anos dos Suns lá nos anos 2000, quando Phoenix estava revolucionando o basquete com aquele ataque maluco do Nash.

    E sempre com aquela sorte absurda deles, né? Tankearam em 96-97 quando o David Robinson se machucou, ganharam o Tim Duncan, e pronto — cinco títulos. Enquanto isso, a gente sofria vendo eles baterem no nosso time sem dó.

    Sinceramente? Ainda dói lembrar da suspensão do Amar’e e do Boris Diaw em 2007. Aquela regra idiota da NBA que suspendia quem saísse do banco durante briga… e claro que só os nossos caras se deram mal.

    Por que diabos eu torci pra eles contra o Thunder?

    Simples: porque o Oklahoma City virou tudo que eu odeio no basquete moderno. Esses caras transformaram a simulação numa arte — e não é arte boa não.

    Assistir o Thunder é exaustivo. Todo contato vira teatro, todo arremesso vira uma novela mexicana de tanta encenação. O Sam Presti montou um timaço, isso é verdade, mas ver eles jogando me dá vergonha alheia.

    E aí que você vê a diferença quando olha pro Wembanyama chorando depois da vitória no jogo 7. ISSO é paixão, gente. Isso é alguém que liga de verdade, que colocou o coração na quadra. Se o Thunder tivesse ganho, ia ter lágrima? Ia ter emoção real? Ou só mais uma entrevista manjada?

    Vocês acham que eu tô sendo muito dramático? Pode ser. Mas prefiro mil vezes ver basquete raiz, mesmo que seja dos meus rivais históricos, do que essa palhaçada que o Thunder anda fazendo.

    No final das contas, os Spurs me lembraram que ainda existe respeito pelo jogo. E isso, meus amigos, vale mais que qualquer rivalidade antiga.

  • Spurs passaram na frente de OKC e o Oeste já pode tremer

    Spurs passaram na frente de OKC e o Oeste já pode tremer

    Gente, vamos falar sério aqui por um segundo? Os Spurs de San Antonio estão ASSUSTANDO todo mundo no Oeste. E não estou falando só de estar jogando bem – estou falando de ter ultrapassado Oklahoma City na classificação e mandado um recado bem claro: “Oi, galera, chegamos antes do previsto”.

    Olha, quando a temporada começou, todo mundo (incluindo eu) achava que os Spurs iam precisar de mais tempo pra engatar. Wembanyama ainda se adaptando à NBA, time jovem, Popovich moldando mais uma geração… Era pra ser uma temporada de crescimento, sabe?

    O monstro francês tá voando

    Mas aí o Victor Wembanyama simplesmente decidiu que não ia esperar. O cara tá fazendo coisas ABSURDAS em quadra – bloqueios que desafiam a física, cestas de três que não fazem sentido pra um pivô, e uma presença defensiva que tá deixando atacantes com pesadelos. Sinceramente, eu não esperava que ele evoluísse TÃO rápido.

    E não é só o Wemby não. O Devin Vassell tá consolidado como um dos melhores alas-armadores da liga, o Jeremy Sochan finalmente achou seu lugar no time, e os caras estão jogando um basquete coletivo que lembra os velhos tempos gloriosos dos Spurs.

    OKC que se cuide

    Passar na frente do Thunder? Cara, isso é STATEMENT. Oklahoma tem Shai Gilgeous-Alexander fazendo uma temporada monstruosa, Chet Holmgren mostrando que é real, e mesmo assim os Spurs conseguiram dar a volta por cima.

    Na minha visão, isso manda um recado claro pro resto do Oeste: os Spurs não vão mais ser aquele time que você marca como vitória fácil no calendário. Eles voltaram pra brigar de verdade, e com Popovich no comando, a gente sabe que experiência em playoffs não falta.

    E aí, vocês acham que os Spurs conseguem manter esse ritmo? Porque se conseguirem, o Oeste ficou ainda mais maluco do que já era. Lakers, Warriors, Nuggets, Suns, e agora os Spurs brigando forte? Vai ser um show à parte nos playoffs.

  • Knicks vs Spurs nas Finais: a revanche que os novaiorquinos esperaram 27 anos

    Knicks vs Spurs nas Finais: a revanche que os novaiorquinos esperaram 27 anos

    Cara, eu não acredito que estou escrevendo isso. Os Knicks estão de volta às Finais da NBA depois de 27 anos, e adivinhem contra quem? Os mesmos Spurs que acabaram com os sonhos deles em 1999. É como se o destino estivesse zoando com a cara dos fãs de Nova York.

    A ironia é absurda: em dezembro, os Knicks bateram justamente San Antonio para levar a NBA Cup em Las Vegas. Mas sabe o que eles fizeram? Recusaram pendurar uma faixa no Madison Square Garden. Por quê? Porque sabiam que queriam algo maior. E agora têm a chance.

    O Fantasma de 1999

    Olha, eu lembro daquela final como se fosse ontem. Os Spurs de Tim Duncan destroçaram os sonhos dos Knicks e começaram uma dinastia que rendeu cinco títulos. Agora é Victor Wembanyama — o cara que ganhou Defensor do Ano — liderando essa nova geração texana.

    Josh Hart falou uma que me fez rir: “Tecnicamente aquele jogo (da NBA Cup) não aconteceu”. É verdade né? Não conta nas estatísticas, não conta na classificação. Mas a real é que os times de agora são completamente diferentes daqueles de dezembro.

    Ritmo é Tudo

    A preocupação dos Knicks não é nem tanto o Wemby (que é um monstro, vamos combinar). O problema é que eles vão jogar apenas o 10º jogo em 35 dias por causa dessa sequência de 11 vitórias seguidas nos playoffs. Isso é pouco demais para se manter em ritmo.

    Karl-Anthony Towns já avisou que aprenderam com o erro da última parada prolongada, quando começaram 4/23 do perímetro contra Cleveland e ficaram 22 pontos atrás. Conseguiram virar aquela, mas contra os Spurs não vai ser fácil.

    A estatística é impressionante: nos últimos 11 jogos, os Knicks venceram por uma diferença combinada de 262 pontos — a maior margem para uma sequência de 11 vitórias na história da NBA. Absurdo.

    O Peso da História

    Sinceramente? Essa final tem tudo para ser épica. Os Spurs estão tentando começar uma nova dinastia com Wembanyama, enquanto os Knicks querem acabar com 51 anos de jejum (o último título foi em 1973, pessoal).

    Mike Brown, técnico dos Knicks, até tem ligação com San Antonio — foi assistente do Popovich numa das conquistas. Mas agora é guerra total.

    Vocês acham que os Knicks conseguem exorcizar esse fantasma de 1999? Ou Wembanyama vai estragar a festa de Nova York mais uma vez? Jogo 1 é quarta-feira em San Antonio, e eu já tô ansioso demais.

  • O troféu Larry O’Brien volta às quadras das Finais depois de 17 anos

    O troféu Larry O’Brien volta às quadras das Finais depois de 17 anos

    Gente, que nostalgia! O logo gigante do troféu Larry O’Brien vai estar pintado nas quadras das Finais da NBA pela primeira vez desde 2009. É isso mesmo — 17 anos depois, aquele visual clássico que a gente via quando era mais novo está de volta.

    A liga divulgou o design das quadras no domingo, poucos dias antes dos San Antonio Spurs receberem o New York Knicks no jogo 1 das Finais. O troféu gigante fica atrás do logo de cada time, com aquela escrita clássica “Finals” num dos cantos. Cara, só de imaginar já me arrepia.

    Uma volta ao passado que emociona

    Olha, eu não esperava isso mas confesso que fiquei emocionado com essa decisão. Esse visual me lembra das Finais de 2005 entre Spurs e Pistons — primeira vez que rolou esse design. Ficou por cinco anos direto, até sumir depois da série Lakers x Magic em 2009.

    Desde então? A NBA meio que abandonou essa tradição. Teve umas exceções aqui e ali (os Cavs fizeram algo parecido em 2017, e teve um logo genérico na bolha de 2020), mas nada como esse visual clássico que marcou época.

    Finais históricas merecem visual histórico

    E faz todo sentido trazer de volta justo agora. Os Knicks chegaram às Finais pela primeira vez desde 1999 — eu nem tinha nascido direito! Eles varreram os Cavaliers e estão numa sequência absurda de 11 vitórias consecutivas. O último título deles foi em 1973, imaginem a fome desse time.

    Do outro lado, Victor Wembanyama e os Spurs eliminaram o Thunder no jogo 7 sábado passado. San Antonio não chegava às Finais desde 2014, e agora tem a chance de conquistar mais um anel com esse fenômeno francês.

    As primeiras duas partidas vão ser no Frost Bank Center, quarta e sexta. Depois a série vai pra Nova York. Vocês acham que esse visual clássico vai trazer sorte pra algum dos times? Na minha opinião, só deixa tudo mais especial mesmo.

    Pode não influenciar no jogo, mas que adiciona um charme especial nessas Finais, isso adiciona. E sinceramente? Era hora de resgatar essa tradição que deixava as Finais ainda mais épicas.

  • O toco do Kornet que calou o Oklahoma City e mandou os Spurs pra Final

    O toco do Kornet que calou o Oklahoma City e mandou os Spurs pra Final

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu ontem à noite em Oklahoma City. Luke Kornet — sim, aquele mesmo que todo mundo vinha criticando por causa das dificuldades do banco dos Spurs — fez talvez o toco mais importante da temporada no momento mais decisivo possível.

    Vamos aos fatos: Game 7, Final do Oeste, Spurs na frente por 97 a 91, faltando uns 7 minutos, e o Wemby sai de quadra com a quinta falta. Hartenstein — que foi um pesadelo pros Spurs a série toda — rouba a bola de um passe do Dylan Harper pro Kornet e sai sozinho em direção à cesta. Parecia enterrada cantada, né?

    O momento que mudou tudo

    Aí que vem a magia. Kornet, que parecia estar quilômetros de distância do lance, simplesmente voou por trás do Hartenstein e pregou um toco absurdo na bola grudada no vidro. Cara, o cara literalmente salvou o jogo ali. E o mais louco? Logo na sequência o Stephon Castle acerta um jumper e vira uma virada de quatro pontos que calou aquela arena inteira.

    Sinceramente, eu não esperava isso. O Kornet vinha sendo meio que o bode expiatório dos problemas do banco dos Spurs nesta pós-temporada. Quando o Wemby saía, o time sofria — e o veterano acabava levando a culpa. Mas quem acompanha sabe: o cara foi fundamental na temporada regular, especialmente quando o Wemby perdeu 12 jogos no início da temporada.

    Contexto que faz toda diferença

    O que muita gente esquece é que Kornet já tem anel. Ajudou o Celtics a conquistar o título há dois anos atrás saindo do banco atrás do Kristaps Porzingis. Então pressão, ele conhece bem. E olha, numa série onde as estrelas ditaram o ritmo, foi justamente um dos “malquistos” que fez a jogada mais decisiva.

    O próprio Wemby ficou maluco com o lance: “Eu fiquei muito empolgado. Muito orgulhoso dele”, disse o francês após o jogo. “Essa é a definição de uma jogada vencedora.”

    E vocês sabem o que mais me chamou atenção? A comparação que fizeram com aquele toco histórico do Kawhi Leonard no Russell Westbrook em 2014, também em Oklahoma City, também numa decisão do Oeste. Cara, que paralelo absurdo.

    Rumo às Finais com moral renovada

    Agora os Spurs estão nas Finais da NBA, e o Kornet não só silenciou os críticos como virou herói. Aquela jogada pode muito bem entrar pro folclore da franquia — dependendo do que acontecer nas Finais, claro.

    Mas uma coisa eu garanto: quando a galera lembrar dessa caminhada dos Spurs até a Final, o toco do Kornet em cima do Hartenstein vai estar lá, gravado na memória. Às vezes é assim mesmo no basquete — um veterano experiente aparece na hora H e faz história.

    E aí, quem de vocês acreditava que o Kornet ia ser o cara da virada nesse Game 7? Eu admito que não.

  • Thunder já pensa no futuro após eliminação dolorosa no Oeste

    Thunder já pensa no futuro após eliminação dolorosa no Oeste

    Cara, que final de temporada dolorosa para o Thunder. Ser eliminado no Game 7 das finais do Oeste já dói por si só, mas quando você vê o Chet Holmgren tentando apenas dois arremessos no jogo mais importante da temporada… aí complica tudo.

    O embate que todo mundo queria ver era Holmgren vs Wembanyama, mas foi meio unilateral, né? O francês simplesmente dominou a série toda enquanto o Chet praticamente sumiu na hora H. E olha que estamos falando de um cara que fez uma temporada monstruosa — 17.1 pontos e 8.9 rebotes por jogo, primeiro All-Star, primeiro All-NBA, primeiro All-Defensive. Só que no momento que mais precisava aparecer…

    Thunder não abandona o garoto

    Mas aqui está o que mais me impressiona nessa história toda: o Thunder não jogou o Chet debaixo do ônibus. Pelo contrário.

    “Desde que o Chet chegou, somos o primeiro colocado no Oeste”, disse o técnico Mark Daigneault. “E não era assim antes dele estar saudável”. Simples assim. O cara tem razão — antes do Holmgren chegar, eles não eram esse time que vemos hoje.

    E o Shai Gilgeous-Alexander? Monstro de duas MVPs seguidas também assumiu a culpa. Mesmo depois de cravar 35 pontos no Game 7, ele falou que a temporada foi “um fracasso” porque não conseguiram o título. Essa mentalidade é o que separa os grandes dos medianos.

    Rivalidade que promete

    Sinceramente, acho que estamos vendo o início de uma rivalidade épica entre Thunder e Spurs. Holmgren vs Wembanyama vai ser o novo Kobe vs Duncan? Pode ser exagero meu, mas os ingredientes estão todos aí.

    “Eles são únicos no estilo de jogo”, admitiu o próprio Holmgren sobre os Spurs. “Você não pode simplesmente jogar do jeito normal contra eles”. Tradução: o San Antonio com Wemby é diferente de tudo que existe na liga hoje.

    E vocês, acham que o Thunder consegue dar a volta por cima na próxima temporada? Porque olhando esse time jovem e com essa mentalidade de assumir responsabilidade, eu não duvido nada que eles voltem ainda mais fortes. O Chet vai usar essa eliminação como combustível — pelo menos é o que eu espero.

  • Spurs x Knicks nas Finais: Wemby vai buscar seu primeiro anel!

    Spurs x Knicks nas Finais: Wemby vai buscar seu primeiro anel!

    Gente, eu tô maluco! Spurs e Knicks nas Finais da NBA de 2026. Sim, você leu certo — Victor Wembanyama vai disputar seu primeiro anel contra os Knicks no Madison Square Garden. É tipo um filme, não é possível.

    Olha só que loucura: é uma reedição das Finais de 1999, mas agora com uma pegada completamente diferente. De um lado, temos o francesão Wemby tentando conquistar seu primeiro título com apenas 22 anos. Do outro, Jalen Brunson e Karl-Anthony Towns querendo quebrar o jejuão de 53 anos dos Knicks — eles não ganham nada desde 1973, cara!

    Wemby contra a tradição dos Knicks

    Sinceramente? Eu não esperava que fosse ser tão equilibrado assim. As casas de apostas dão uma ligeira vantagem pros Spurs, mas olha os números dos Knicks nos playoffs: eles massacraram todo mundo por quase 20 pontos de diferença por 100 posses. Isso é absurdo, monstro!

    O Brunson tá simplesmente imparável. E o KAT? Finalmente achou sua casa em Nova York depois de anos penando em Minnesota. Mas vamos combinar — enfrentar o Wembanyama nas Finais é outra história completamente. O cara tá defendendo como se fosse um paredão de 2,24m e ainda metendo uns 25 pontos por jogo.

    Os Spurs passaram pelo Thunder, que eram os campeões vigentes. Não é qualquer time que faz isso, né? O trio de armadores deles (não vou nem tentar especular quem são porque o artigo não detalhou) tá jogando dos dois lados da quadra de um jeito que me lembra aqueles times clássicos de San Antonio.

    Quando e onde assistir

    Bom, agora vem a parte prática. O Jogo 1 rola na quarta-feira, 3 de junho, às 21h30 (horário de Brasília) no Frost Bank Center, em San Antonio. Os Spurs têm a vantagem de jogar em casa porque terminaram a temporada regular com 62 vitórias contra 53 dos Knicks — diferença brutal, na verdade.

    A programação tá bem espalhada: dois jogos em San Antonio, depois dois em Nova York, e se precisar de mais jogos, fica nesse vai-e-vem. Todos os jogos passam na ABC, e pro pessoal que tem League Pass, também rola por lá (mas cuidado com os blackouts regionais).

    Minha visão sobre essa Final

    Cara, eu tô dividido nessa. Por um lado, ver o Wemby ganhando seu primeiro anel aos 22 anos seria histórico — imagina só como ele vai estar daqui a uns 5 anos? Por outro, os Knicks quebrar esse jejuão de mais de 50 anos seria épico demais.

    A questão é que os dois times jogam com rotações curtas, então esses dois dias de descanso entre os jogos podem ser cruciais. Quem vai aguentar melhor o desgaste? Vocês acham que a juventude dos Spurs ou a experiência dos veteranos dos Knicks vai fazer a diferença?

    Uma coisa é certa: depois de anos vendo Warriors, Celtics, Lakers dominando, ter essa Final entre Spurs e Knicks é refrescante pra caramba. E ainda mais com essa narrativa do Wemby — o cara que pode revolucionar o basquete pelos próximos 15 anos.

  • Finais NBA 2026: Knicks vs Spurs vai ser pancadaria total

    Finais NBA 2026: Knicks vs Spurs vai ser pancadaria total

    Cara, chegou a hora. Depois de 53 anos de jejum, os Knicks finalmente voltaram às Finais da NBA — e vão enfrentar nada mais, nada menos que Victor Wembanyama e os Spurs. O francês de 2,26m acabou de destronar o bicampeão Oklahoma City em um Game 7 épico (111-103), e agora Nova York tem pela frente o maior desafio possível.

    “Eles são um time especial”, disse Miles McBride, e olha, ele não tá exagerando não. Wembanyama é o Defensor do Ano de 2026 e MVP das Finais do Oeste. Mas o que mais me impressiona é como San Antonio conseguiu montar um elenco jovem e ao mesmo tempo experiente ao redor do alienígena francês.

    A receita dos Spurs que assusta todo mundo

    Mike Brown, técnico dos Knicks, foi direto ao ponto: “Vai ser difícil pra caramba”. E não é só pelo Wembanyama — embora um cara de 2,26m que bloqueia tudo seja um problemão por si só. É que os Spurs têm uma mistura absurda: jovens talentos como De’Aaron Fox, Stephon Castle, Dylan Harper e Julian Champagnie, temperados com veteranos que sabem como orientar a garotada.

    Josh Hart resumiu bem: “Eles são jovens, atléticos, físicos — fazem um pouco de tudo”. Sinceramente? Eu não esperava que San Antonio chegasse tão longe tão rápido, mas Greg Popovich sabe o que faz. O cara é um monstro de técnico.

    O que mais me chama atenção é como os Spurs “batem primeiro”, como o Brown falou. Eles jogam com uma agressividade que lembra os times clássicos de San Antonio, só que agora com uma juventude explosiva que pode decidir qualquer jogo.

    Knicks chegam confiantes, mas sabem do desafio

    Por outro lado, os Knicks não chegam de brincadeira. São 11 vitórias consecutivas nos playoffs, incluindo duas varridas — uma confiança que não se via em Nova York há décadas. Mas eles sabem que agora a coisa fica séria de verdade.

    “Não podemos dormir no ponto com caras como Fox ou Castle”, alertou Hart. E ele tá certíssimo. Enquanto todo mundo (com razão) vai ficar obcecado em como parar Wembanyama, esses outros caras podem te matar de morte mansa.

    Na minha visão, essas Finais têm tudo pra ser históricas. De um lado, uma franquia tradicional tentando quebrar um jejum de mais de 50 anos. Do outro, uma nova geração liderada pelo jogador mais único que já vi pisar numa quadra de basquete.

    Vocês acham que os Knicks conseguem encontrar uma fórmula pra neutralizar Wembanyama? Porque se não conseguirem, pode ser mais uma vez “até o ano que vem” pra Nova York.

  • SGA assume fracasso após eliminação: ‘Falhei no meu objetivo’

    SGA assume fracasso após eliminação: ‘Falhei no meu objetivo’

    Olha, tem jogador que quando perde fica procurando desculpa. Não é o caso do Shai Gilgeous-Alexander. Depois da eliminação dolorosa do Thunder no jogo 7 contra os Spurs, o cara foi direto ao ponto: “Eu falhei no meu objetivo”.

    Mano, que maturidade. SGA podia estar falando de arbitragem, de lesões, de mil coisas. Mas não — ele botou a responsabilidade nas costas e assumiu que não chegou onde queria chegar nesta temporada.

    A honestidade que impressiona

    “Eu não consegui o que queria conseguir”, disse o canadense. “Mas é quando falho e não consigo o que quero que mais aprendo sobre mim mesmo e faço os maiores progressos na minha carreira. Não vou enxergar isso de forma diferente.”

    Cara, isso me lembra muito o Kobe falando após eliminações. Aquela mentalidade de transformar a dor em combustível. SGA marcou 35 pontos e deu 9 assistências no jogo 7, mas teve médias menores na série (25.9 pontos com 40.9% de aproveitamento) comparado à temporada regular (31.1 pontos com 55.3%).

    O fator Wembanyama

    E aqui que fica interessante — SGA não tentou diminuir o mérito do adversário. Sobre defender contra Victor Wembanyama, foi sincero: “Tem um cara na defesa deles que é um pouco diferente. Eles canalizam tudo para ele… É uma defesa muito boa.”

    “Diferente” é apelido. Wemby simplesmente mudou o jogo dos Spurs defensivamente. O Thunder teve que reinventar o ataque inteiro por causa de um moleque de 20 anos. Absurdo quando você para pra pensar.

    SGA ainda mandou um recado sobre Chet Holmgren: o Thunder “precisa” dele para seguir em frente. E realmente precisa — imagina como seria essa série com Chet saudável? Provavelmente nem chegava no jogo 7.

    O que mais me impressiona é que SGA já está pensando no futuro. Disse que vai dar “zero” palpite sobre movimentações na offseason, mas você vê que o cara quer voltar mais forte. E olha, depois de uma temporada dessas, com essa maturidade toda, eu apostaria no Thunder no ano que vem. E vocês, acham que essa eliminação vai fazer o SGA dar um salto ainda maior na próxima temporada?

  • Chet sumiu no Jogo 7 e pode até sair do Thunder

    Chet sumiu no Jogo 7 e pode até sair do Thunder

    Cara, eu ainda não acredito no que aconteceu com o Chet Holmgren no Jogo 7 contra os Spurs. Simplesmente desapareceu do mapa quando o Thunder mais precisava dele.

    A situação era clara: sem Jalen Williams e Ajay Mitchell machucados, alguém tinha que aparecer pra ajudar o Shai Gilgeous-Alexander. E quem seria o cara óbvio? O próprio Chet — terceiro time All-NBA, quase ganhou o Defensive Player of the Year, segundo maior pontuador do time na temporada.

    Só que rolou o contrário. Foi um dos piores jogos que eu já vi de um jogador estrela em um Jogo 7.

    O duelo que nunca existiu

    Todo mundo esperava ver aquele confronto épico entre Chet e Victor Wembanyama. Dois pivôs gigantes, modernos, habilidosos. Ia ser o show da noite, né?

    Errado. O Chet praticamente fugiu do confronto. 4 pontos em apenas 2 arremessos. Dois! Em um Jogo 7! E o pior: os dois arremessos saíram nos primeiros minutos, depois ele simplesmente parou de tentar.

    Olha, eu entendo que defesa é importante e ele ainda conseguiu 2 roubos de bola e 2 tocos. Mas quando seu time tá desesperado por pontos e você some ofensivamente… complicado, né?

    Medo do Wemby?

    Na real, deu pra perceber que o Chet ficou intimidado pelo Wembanyama. Sempre que ia pra o garrafão e via o francês esperando, ele desistia da jogada. Teve uma isolada no quarto período, time perdendo por 5, e ele simplesmente entregou a parada.

    Sinceramente, isso me lembrou daqueles jogos em que o cara fica com tanto respeito pelo adversário que esquece de jogar seu próprio jogo. E olha que estamos falando de um monstro de 2,16m que tem contrato de $239 milhões!

    Vocês acham que é justo cobrar tanto dele? Por um lado, ele nunca foi criador de jogadas mesmo. Mas por outro, quando você ganha esse dinheiro todo e é comparado diretamente com o Wemby, tem que aparecer nos momentos decisivos.

    Thunder em crise?

    O mais absurdo é que já começaram os rumores de troca nas redes sociais antes mesmo do jogo acabar. Imagina só: um time que era cotado como favorito ao título agora pensando em trocar um pivô All-NBA de apenas 24 anos.

    Eu acho meio exagero julgar tudo por um jogo só, mas não vou mentir — foi um vexame histórico. E com os Spurs mostrando que podem dominar o Oeste pelos próximos anos, o Thunder precisa decidir se o Chet é realmente a peça que vai levá-los ao topo.

    No fim das contas, futebol americano tem aquela frase: “any given Sunday”. No basquete, qualquer jogo pode mudar tudo. Só que dessa vez, foi o próprio jogador que mudou — pra pior.