Tag: Victor Wembanyama

  • Giannis líder no PER mesmo jogando só 36 jogos – isso é absurdo

    Giannis líder no PER mesmo jogando só 36 jogos – isso é absurdo

    Gente, vocês viram essa estatística do PER da temporada 2025-26? O Giannis Antetokounmpo terminou em PRIMEIRO lugar com 32.1 de PER, mesmo jogando apenas 36 partidas. Trinta e seis! Isso mostra o nível estratosférico do cara quando está saudável.

    Sinceramente, eu fico impressionado com a eficiência desse monstro. Ele praticamente perdeu metade da temporada por conta das lesões que atrapalharam o Milwaukee Bucks, mas quando pisava na quadra, era simplesmente dominação total. Logo atrás dele veio o Nikola Jokic com 31.5 — e olha que o sérvio jogou a temporada toda.

    O top 4 que ninguém esperava

    O que mais me chamou atenção foi ver o Shai Gilgeous-Alexander em terceiro (30.5) e o Wembanyama em quarto (29.5). Cara, o francesinho tá evoluindo numa velocidade absurda. Lembro quando ele chegou na liga e todo mundo ficava naquela de “vai ser bom, mas precisa de tempo”. Tempo nada — o garoto já tá entre os melhores do mundo.

    E o Shai? Esse aí tá provando que o Oklahoma City Thunder não foi sorte não. O cara tá carregando esse time nas costas e fazendo parecer fácil. Vocês acham que ele consegue manter esse nível nos playoffs?

    Surpresas e decepções do ranking

    Olha só algumas coisas que me chamaram atenção nessa lista: o Luka Doncic “só” em quinto com 27.7. Para os padrões dele, isso é quase baixo. E o Kawhi Leonard em sexto — quando joga, o robô ainda mostra que tem lenha para queimar.

    Agora, uma surpresa gigante foi ver o Jalen Duren em sétimo lugar! O pivô do Detroit Pistons com 25.8 de PER. Esse menino tá crescendo e pode ser uma peça fundamental para o futuro da franquia.

    Do lado das decepções, ver o Joel Embiid só em oitavo lugar (24.4) dói um pouco. O homem sempre sofre com lesões, mas quando está bem é facilmente top 3 da liga. E o Stephen Curry em décimo segundo? Aos 37 anos, ainda tá aí no top 15, o que por si só já é impressionante.

    Na minha opinião, esse ranking mostra como a liga tá equilibrada. Tem veteranos ainda mandando bem, jovens subindo rapidamente, e os superstars consolidados brigando lá em cima. Temporada 2025-26 foi uma loucura mesmo.

  • Wemby e Giannis viraram mestres do xadrez — e isso tá mudando o jogo deles

    Wemby e Giannis viraram mestres do xadrez — e isso tá mudando o jogo deles

    Olha, quando eu soube que o Wembanyama jogava xadrez enquanto fazia exercícios físicos, pensei que era loucura. Mas depois que vi o Giannis falando que o xadrez o ajudou naquele roubo histórico no LeBron, tudo fez sentido. O xadrez virou a nova moda nos vestiários da NBA — e não é só papo furado não.

    A coisa toda começou meio que do nada. Vários astros da liga começaram a creditar o jogo de tabuleiro por aguçar seus instintos em quadra. Reconhecimento de padrões, antecipação, pensamento estratégico — é basicamente tudo que você precisa pra dominar no basquete, né?

    Giannis e aquela jogada absurda contra o LeBron

    O Greek Freak aprendeu xadrez aos dez anos numa igreja na Grécia (que origem mais inusitada, cara!). E quando ele roubou a bola do LeBron com dez segundos no cronômetro pra selar uma vitória do Bucks em janeiro, ele não disse que foi sorte. Foi preparação pura.

    “Eu sabia que no final o LeBron ia pegar a bola. Sabia que ele ia querer penetrar e fazer a jogada. Sabia que ia pedir o pick-and-roll”, contou pro ESPN. “Já joguei contra ele várias vezes, então estava pensando à frente. Me posicionei pra ser mais bem-sucedido na jogada.”

    Mano, isso é xadrez na prática! Antecipação de três, quatro jogadas à frente. E funcionou perfeitamente naquela bloqueada épica no Deandre Ayton nas Finais também.

    Wemby levou isso pro outro nível

    Mas se o Giannis já impressiona, o Wembanyama é simplesmente maluco. O cara criou um treino onde faz exercícios físicos ENQUANTO joga xadrez. A ideia? Simular o cansaço mental dos momentos decisivos do jogo. Genial ou psicopata? Vocês decidem.

    “É tipo matar dois coelhos com uma cajadada. Às vezes você só precisa se desligar”, explicou o francês. “Você não tem foco pra ler ou estudar algo pesado, então o xadrez é bom nesse sentido.”

    O Rudy Gobert, que joga xadrez com o Wemby “quase toda vez” que os times se enfrentam, entende a parada: “Quando você tá cansado física e mentalmente, fica mais difícil tomar as decisões certas. O xadrez te desafia ainda mais.”

    E olha que loucura: em dezembro passado, o Wembanyama foi pro Washington Square Park em Nova York e desafiou fãs aleatórios pra jogar xadrez. Terminou 2-2 em quatro partidas públicas. Depois disso, pediu um “torneio de xadrez só com jogadores da NBA”. Meses depois, o Derrick Rose entregou exatamente isso com seu evento Chesstival em Las Vegas.

    Derrick Rose: xadrez como estilo de vida

    Pro D-Rose, xadrez não é hobby — é identidade de armador. Ele aprendeu há mais de uma década depois de ler sobre como o jogo pode prevenir Alzheimer e demência. Chegou a carregar um tabuleiro durante as últimas cinco temporadas da carreira!

    “Era mais sobre ser armador mesmo. Ver duas ou três jogadas à frente, ter essa tranquilidade quando você tá apanhando”, contou pro ESPN. Cara fazia do xadrez parte da rotina pré-jogo: Bob Marley no fone, mexendo as peças até pisar em quadra.

    “Aquele movimento, você tem que pensar antes de mover a próxima peça, porque pode ferrar o jogo todo. Mesmo parecendo insignificante na hora, pode destruir sua defesa”, filosofou Rose.

    Até o Rajon Rondo, hoje assistente técnico do Bucks, jogava xadrez com o Ivica Zubac antes de cada partida quando estavam juntos no Clippers. “Me permitia colocar meu boné de pensar um pouco mais cedo”, disse.

    Sinceramente, acho genial como esses caras encontraram uma forma de treinar a mente que vai além dos vídeos de jogadas. E vocês, acham que o xadrez pode realmente fazer diferença em quadra ou é mais uma dessas modas de atleta?

  • Matt Barnes acha que Wemby vai ganhar MVP e DPOY igual Jordan em 88

    Matt Barnes acha que Wemby vai ganhar MVP e DPOY igual Jordan em 88

    Olha, o Matt Barnes soltou uma dessa que vai fazer qualquer fã dos Spurs sonhar acordado. O cara simplesmente falou que o Victor Wembanyama vai fazer igual o Michael Jordan fez em 1988 — ganhar MVP e Melhor Defensor do Ano na mesma temporada.

    E sinceramente? Eu tô começando a acreditar.

    Os números que justificam a loucura

    O francês monstro tá fazendo 25 pontos, 11.5 rebotes e 3.1 tocos por jogo. Cara, TRÊS TOCOS POR JOGO! E ainda por cima acertando 51% dos arremessos. É de outro planeta mesmo.

    Barnes foi direto ao ponto quando falou com o Kevin Garnett: “Vocês podem falar do SGA, podem falar do Luka… mas eles não têm o impacto defensivo. Acho que o Wemby vai ser o próximo cara a fazer o que o Jordan fez — DPOY e MVP”.

    E olha, ele não tá errado não. O Shai Gilgeous-Alexander do Thunder tá voando, o Jokic continua sendo um absurdo no Denver, mas nenhum dos dois chega perto do que o Wembanyama faz na defesa. O garoto literalmente muda o jogo inteiro só de estar na quadra.

    A corrida tá pegando fogo

    Na sexta passada, o Wemby garantiu os 65 jogos mínimos pra concorrer aos prêmios fazendo uma performance de cinema: 40 pontos, 13 rebotes, 5 assistências e 2 tocos na vitória sobre Dallas por 139-120. O cara praticamente falou “tá aqui minha inscrição pro MVP”.

    A última vez que alguém ganhou MVP e DPOY no mesmo ano foi o Giannis em 2019-20. Antes dele, só o próprio Jordan em 88. É uma lista bem seleta, né?

    Vocês acham que o Wembanyama consegue mesmo? Porque olhando os números e o impacto que ele tem nos dois lados da quadra, não parece tão impossível assim. O Thunder do SGA tá com o melhor record, o Jokic continua sendo o Jokic… mas nenhum dos dois tem essa combinação absurda de offense e defense que o francês tem.

    Uma coisa é certa: se o Matt Barnes tiver razão, a gente vai testemunhar história sendo feita. E eu, como fã de basquete, já tô preparando a pipoca pra essa corrida maluca pelos prêmios individuais.

  • Wemby dá resposta épica sobre DPOY: ‘Quem são os outros candidatos?’

    Wemby dá resposta épica sobre DPOY: ‘Quem são os outros candidatos?’

    Mano, o Victor Wembanyama simplesmente não tem filtro. E eu amo isso nele.

    Depois do que pode ter sido o último jogo dos Spurs na temporada regular, um repórter foi lá e perguntou pro Wemby se ele ficaria surpreso se NÃO ganhasse o prêmio de Melhor Defensor do Ano de forma unânime. O cara pausou por quatro segundos — quatro! — e depois soltou essa pérola:

    “Sim, eu ficaria. Quem são os outros favoritos?”

    Cara, a confiança desse moleque é absurda. E olha, ele não tá errado não. Quando os jornalistas começaram a citar nomes como Chet Holmgren, Scotty Barnes, Ausar Thompson… até o próprio companheiro de time Stephon Castle foi mencionado. Isso meio que provou o ponto do Wemby, né? Se você tá citando um monte de nome aleatório, é porque não tem um candidato óbvio além dele.

    A temporada que quase não aconteceu

    Mas vamos falar sério aqui — essa temporada do Wembanyama foi uma montanha-russa emocional. O cara perdeu uma dúzia de jogos no final de 2025 e quase não conseguiu os 65 jogos necessários pra ser elegível pros prêmios. Imagina a pressão?

    “Uma quantidade tremenda de trabalho”, foi como ele descreveu. “Muitas conversas com a equipe médica, muito planejamento. Mais do que qualquer ano da minha carreira. Trabalho mental pra conseguir jogar com dor ou desconforto.”

    E olha, considerando que no ano passado ele teve que parar a temporada por causa de coágulos sanguíneos no ombro direito — logo depois do primeiro All-Star Game dele — dá pra entender o alívio que deve ter sido chegar aos 65 jogos.

    Playoffs chegando e o monstro tá pronto

    Agora vem a parte mais gostosa: os playoffs. Primeira vez do Wemby na pós-temporada da NBA, e cara, eu tô mais ansioso que criança esperando presente de Natal.

    “Continuei crescendo como pessoa. Aprendendo coisas na vida, na carreira”, disse ele. “Acho que estamos prontos. Estamos muito animados. Tá ficando cada vez mais real que vamos jogar nos playoffs.”

    Os Spurs terminaram como segundo colocado no Oeste — quem diria, né? — e vão enfrentar o sétimo colocado na primeira rodada. Sinceramente, eu não sei vocês, mas tô com a sensação de que vamos ver algo especial.

    O Wemby já é líder em tocos da liga e ainda por cima é cotado pro MVP. Aos 21 anos (na época da entrevista), o cara tá reescrevendo o que significa ser um jogador completo na NBA. E essa confiança dele sobre o DPOY? Não é arrogância, é só matemática mesmo.

    E aí, vocês acham que ele leva o prêmio de forma unânime ou vai ter algum teimoso votando em outro nome só pra contrariar?

  • Mavs tomam cacete dos Spurs: Flagg brilha mas Wemby foi absurdo

    Mavs tomam cacete dos Spurs: Flagg brilha mas Wemby foi absurdo

    Cara, que massacre foi esse ontem à noite em San Antonio. Os Mavs levaram uma surra de 139-120 dos Spurs, e olha que começou até equilibrado — mas quando Victor Wembanyama resolve jogar basquete, não tem jeito mesmo.

    Os caras de Dallas entraram desfalcadíssimos. P.J. Washington, Naji Marshall, Klay Thompson — todo mundo na enfermaria. Temporada já acabou mesmo, né? Com 25 vitórias em 81 jogos, é praticamente impossível piorar. Mas aí que tá: mesmo nessa situação, teve coisa boa pra tirar do jogo.

    Cooper Flagg não tá de brincadeira

    Mano, esse garoto é um monstro. 33 pontos em 52% de aproveitamento, quase o dobro de arremessos do segundo colocado do time (Ryan Nembhard). E o mais importante: não forçou nada. Cinco assistências também, jogando dentro do sistema.

    Sinceramente, se esse moleque não ganhar o ROY vai ser uma injustiça histórica. Tá claro que os Mavs tão dando mais bola pra ele nessas últimas partidas justamente pra empurrar a candidatura. E funciona — porque o cara simplesmente entrega.

    É surreal pensar que ele pode ficar de fora do prêmio. Vocês acham que a campanha ruim do time pode prejudicar ele? Porque pelo que tô vendo, não deveria.

    Wembanyama fez o que quis

    Victor jogou “só” 26 minutos (era pra ser 20, mas né…) e mesmo assim foi decisivo. O francês tava pegando fogo desde o primeiro quarto, ajudou os Spurs a abrirem 11 pontos na primeira parcial e depois simplesmente controlou o jogo quando precisava.

    No terceiro quarto rolou aquela sequência absurda: nove posses seguidas convertidas pelos Spurs. Foi aí que acabou qualquer esperança dos Mavs, que até tinham conseguido encostar no segundo período (39 pontos no segundo quarto — não tava brincadeira).

    O quarto período virou garbage time completo. AJ Johnson, Tyler Smitth e John Poulakidas comandaram os últimos minutos, e pelo menos não foi um vexame total (perderam a parcial só por 31-27).

    Max Christie aprendendo com Klay

    Uma coisa que me chamou atenção foi o Max Christie. O cara tá claramente absorvendo as lições do Klay Thompson — principalmente sobre soltar o arremesso mais rápido. Converteu 4 de 7 tentativas do perímetro, e uma delas foi com o Wemby vindo pra cima dele no corner. Só rede.

    Olha, os Mavs estão no fundo do poço em tudo relacionado a bolas de três. Se o Christie conseguir virar uma opção confiável no perímetro, já é alguma coisa positiva pra próxima temporada. Ter o Klay como professor não é qualquer coisa, né?

    E aí, vocês acham que dá tempo do Flagg conquistar o ROY ainda? Ou o prejuízo da temporada horrível dos Mavs vai pesar demais na votação?

  • Wemby destruiu Dallas e mostrou que está 100% para os playoffs

    Wemby destruiu Dallas e mostrou que está 100% para os playoffs

    Cara, se alguém ainda tinha dúvida se o Victor Wembanyama ia conseguir jogar no nível dele nos playoffs por causa da lesão nas costelas, pode esquecer. O francês simplesmente DESTRUIU o Dallas ontem: 40 pontos, 13 rebotes, 5 assistências e 2 tocos na vitória por 139-120. Absurdo.

    Olha, eu já sabia que o Wemby era monstro, mas ver ele jogando assim depois de uma contusão é de outro mundo. Desde março o cara tá numa sequência de jogos ofensivos insanos. E não é só pontuação não — é a facilidade que ele tem pra dominar os dois lados da quadra.

    Wemby voltou no melhor momento possível

    O que mais me impressionou não foram nem os números (que já são ridículos). Foi a forma como ele se moveu em quadra. Fluido no perímetro, dominando a bola, subindo pra bloquear… O cara não demonstrou nenhum sinal de que tava sentindo dor. Com o Wembanyama assim, o San Antonio tem chances reais de ir longe nos playoffs.

    E tem uma parada engraçada: saiu um clipe dele fazendo cálculo mental de quantos minutos os jogadores precisam jogar pra se qualificar pros prêmios da liga. O francês é inteligente demais, mano.

    De’Aaron Fox assumiu quando precisava

    O Dallas até segurou o jogo por um tempo, mas no terceiro quarto o De’Aaron Fox resolveu o negócio. 14 dos 18 pontos dele vieram nesse período. E ainda distribuiu 10 assistências! Esse tipo de performance ofensiva vai ser crucial nos playoffs.

    Outro cara que tá evoluindo muito é o Carter Bryant. 12 pontos contra Dallas, com três bolas de 3. Até conseguiu contestar o Cooper Flagg, que não é mole não. O garoto tá ganhando confiança e pode ser peça importante na pós-temporada.

    Flagg é um fenômeno (que podia ser nosso)

    Falando no Flagg… que monstro, bicho. 33 pontos em 25 arremessos. O cara deveria ser o Calouro do Ano fácil. Dá até pra imaginar como seria ter ele e o Wemby no mesmo time, né? Mas fazer o quê, Dallas que levou na primeira escolha.

    Agora vem o último jogo da temporada regular contra o Denver, e pode ser decisivo. Se o Spurs ganhar, derruba os Nuggets pro quarto lugar e pode pegar Lakers ou Timberwolves numa eventual segunda rodada. Vocês acham que o técnico Mitch Johnson vai apostar nos titulares ou poupar pensando nos playoffs?

    Uma coisa é certa: com Wemby 100%, esse San Antonio pode dar muito trabalho pra qualquer um.

  • Wemby meteu 40 pontos em 26 minutos e destruiu os Mavs

    Wemby meteu 40 pontos em 26 minutos e destruiu os Mavs

    Gente, eu ainda tô processando o que o Wembanyama fez ontem contra o Dallas. 40 pontos em apenas 26 minutos de quadra. Quarenta! Em vinte e seis minutos! O cara simplesmente decidiu que ia humilhar os Mavericks no último confronto da temporada regular.

    Olha, eu já vi muito basquete na minha vida, mas essa performance do Wemby foi de outro planeta — literalmente. O francês voltou da contusão nas costelas com sede de sangue e transformou o American Airlines Center no seu quintal particular.

    O show começou cedo

    Logo no primeiro quarto, o alienígena já tinha 16 pontos no placar. Os Spurs abriram 37-26, mas Dallas não ia entregar de bandeja — reagiram no segundo período e empataram o jogo. Aí que o Wemby falou: “Não, não, não. Hoje não”.

    No terceiro quarto foi um massacre. San Antonio fez 40 a 28 e abriu 15 pontos de vantagem. Quando o Wemby chegou nos 30 pontos em 20 minutos (!), Popovich até tirou ele de quadra. Mas aí o cara voltou pra fechar o caixão — mais 6 minutos, mais 10 pontos, e tchau Mavericks.

    Os números são surreais

    Vamos aos números porque eles falam por si só: 40 pontos (14/23 nos arremessos), 13 rebotes, 5 assistências, 2 tocos. Tudo isso em 26 minutos. Sinceramente, acho que se ele tivesse jogado os 48 minutos completos, ia fazer uns 70 pontos fácil.

    E sabe o que é mais louco? Esse foi o 65º jogo dele na temporada, então agora ele tá oficialmente elegível pra todos os prêmios. DPOY, All-NBA First Team, All-Defensive First Team — o cara vai limpar geral. E olha que é só a terceira temporada dele na liga!

    Vocês viram aquela enterrada onde ele decolou de dentro do garrafão? Meu Deus do céu, o homem tem 2,20m e ainda voa assim. Os caras do Dallas não conseguiam nem chegar perto dele.

    De’Aaron Fox também apareceu

    Não posso esquecer do De’Aaron Fox, que fez um duplo-duplo bacana: 18 pontos e 10 assistências. O cara começou devagar (só 4 pontos no primeiro tempo), mas explodiu no terceiro quarto com 14 pontos. Quando o Fox emenda dois arremessos seguidos, já sabe — vai dar show.

    As assistências dele foram um espetáculo à parte. Lob pro Wemby, passe de três pontos, contra-ataque — Fox foi o maestro perfeito pra sinfonia de destruição dos Spurs.

    No final das contas, San Antonio ganhou de 139-120 e mandou um recado claro pros playoffs: esse time tá pronto pra brigar com qualquer um. Com Wemby jogando nesse nível absurdo e Fox distribuindo o jogo, sinceramente não vejo quem segura.

    E aí, será que vocês acham que o Wemby consegue levar o MVP na terceira temporada? Porque depois de uma performance dessas, tá difícil argumentar contra…

  • Wembanyama faz matemática na hora e debate limite de jogos para prêmios

    Wembanyama faz matemática na hora e debate limite de jogos para prêmios

    Cara, o Wemby é um monstro mesmo. E não tô falando só dos 25 pontos, 11.5 rebotes e 3.1 tocos de média — que já são números absurdos pro pivô de 2,24m do San Antonio. Tô falando da capacidade dele de fazer matemática complexa na cabeça durante uma entrevista coletiva, como se fosse a coisa mais natural do mundo.

    Na sexta-feira, depois de uma atuação histórica de 40 pontos e 13 rebotes na vitória dos Spurs sobre o Dallas Mavericks por 139-120, o francês de 22 anos se envolveu numa discussão fascinante sobre a regra dos 65 jogos mínimos para ser elegível aos prêmios da NBA.

    O alien faz as contas na velocidade da luz

    E foi aí que rolou o show. Enquanto debatia com os repórteres sobre qual deveria ser o limite ideal de jogos, Wembanyama começou a fazer cálculos matemáticos complexos de cabeça, na velocidade da luz. Sinceramente, foi de arrepiar.

    “Se um cara joga 50 jogos, 35 minutos por jogo, são 50 vezes 35 — isso dá 1.750 minutos, certo?”, disse o Wemby, processando os números instantaneamente. “Se um cara joga 75 jogos com 20 minutos, são 1.500 minutos. Então é uma boa perspectiva, na minha opinião, não ter limite.”

    Mas ele não parou por aí. Continuou: “Setenta e cinco por cento dos jogos, na minha opinião, seria algo lógico, e isso seria 61,5 jogos, certo? Então, 62 jogos.”

    Os repórteres confirmaram que todos os cálculos estavam corretos. “Claro que o alien acerta tudo”, brincou um jornalista. E o Wemby só riu.

    A ironia por trás da discussão

    O que torna essa história ainda mais interessante é o contexto. Wembanyama quase não conseguiu atingir os 65 jogos necessários depois de uma contusão nas costelas no dia 6 de abril. Ele admitiu que “com certeza não teria jogado” contra os Mavs se já estivesse qualificado para os prêmios.

    E olha só a situação: enquanto ele garantiu sua elegibilidade, caras como Cade Cunningham (Pistons), Anthony Edwards (Timberwolves) e até o Luka Dončić (Lakers) estão fora da disputa por não terem atingido o mínimo. O próprio Wemby reconheceu que isso não reflete o impacto que esses jogadores tiveram na temporada.

    “Se esses três não estão — quero dizer, especialmente Cade e Luka — nos prêmios de fim de temporada, com certeza não vai refletir o impacto deles na temporada”, analisou o pivô francês. “Mas, ao mesmo tempo, na minha opinião, é bom ter um limite. Onde precisamos colocar? Não sei. É uma boa pergunta.”

    Vocês acham que 65 jogos é muito? Ou que deveria ser baseado em minutos totais jogados? Porque o Wemby levantou um ponto interessante: um cara que joga 50 jogos com 35 minutos cada soma mais tempo de quadra que alguém com 75 jogos de 20 minutos.

    O que me impressiona mesmo é como ele consegue manter essa lucidez matemática e analítica depois de uma performance de 40 pontos. Esse moleque não é normal — e isso é um elogio.

  • Wemby volta com 40 pontos em 26 minutos – que monstro!

    Wemby volta com 40 pontos em 26 minutos – que monstro!

    Cara, eu não sei nem por onde começar. O Victor Wembanyama precisava de mais um jogo pra se qualificar pros prêmios de fim de temporada depois de uma lesão na costela. Muita gente falou que ele podia só fazer uns 20 minutos de aquecimento pra cumprir tabela.

    Mas fazer o mínimo não é com o francesão, né não?

    O homem simplesmente EXPLODIU com 40 pontos em apenas 26 minutos na vitória dos Spurs sobre o Dallas por 139-120. Quarenta pontos, galera. Em 26 minutos. Isso é coisa de videogame.

    Uma aula de como ser dominante

    E olha, não foi só a quantidade de pontos. Foi a FORMA como ele fez. O cara tava liso no perímetro, controlando a bola, acertando dois de três (2/7, mas quem tá contando?). Tomava pancada lá dentro e mesmo assim finalizava por cima dos marcadores.

    13 rebotes, 5 assistências, 2 tocos. Sinceramente, parecia que a lesão na costela nem existiu. Eu tava aqui pensando se ele ia conseguir jogar normalmente, e o maluco vai lá e faz uma das melhores performances da temporada.

    Com 65 jogos na conta, o Wemby já tá garantido pros prêmios principais. A casa de apostas tá pagando -20000 (sim, vinte mil negativo) pra ele levar o Defensivo do Ano. É dinheiro jogado fora apostar contra, né?

    De’Aaron Fox também brilhou

    Mas vamos falar do De’Aaron Fox também, que fez uma partida absurda. 18 pontos e 10 assistências em 28 minutos, mas o mais importante: 14 dos 18 pontos vieram no terceiro período, que foi quando os Spurs dispararam no placar (28-40 no quarto).

    O cara virou maestro com a bola na mão e ainda mandou umas enterradas que eu não via ele fazer há tempo. Sem ele, os Spurs talvez não tivessem conseguido essa vitória tão convincente.

    E os outros?

    Dylan Harper teve seus momentos difíceis defendendo o Cooper Flagg (que jovem promissor esse Flagg, hein?), mas respondeu bem no ataque com 13 pontos e 6 assistências. Gostei da maturidade do rookie.

    Julian Champagnie continua nessa pegada mais agressiva que eu tô adorando – 14 pontos em 5/8 nos arremessos. O cara tá finalizando muito melhor perto da cesta do que na temporada passada.

    E vocês, acham que esse Wemby vai conseguir levar todos os prêmios individuais mesmo? Porque do jeito que ele tá jogando, vai ser difícil alguém competir…

  • Wemby fez história em 26 minutos — mas valeu o risco?

    Wemby fez história em 26 minutos — mas valeu o risco?

    Cara, o que o Victor Wembanyama fez na sexta-feira foi simplesmente absurdo. O cara voltou de uma lesão nas costelas só pra jogar os 20 minutos mínimos necessários pra bater a marca de 65 jogos (exigência pra concorrer aos prêmios individuais). Só que aí ele resolveu partir pra porrada mesmo.

    26 minutos de quadra. 40 pontos, 13 rebotes e 5 assistências.

    E olha só o detalhe mais louco: foi o jogo de 40-10-5 mais rápido da história da NBA. Vinte e seis minutos! Eu ainda tô processando isso.

    O dilema que ninguém quer enfrentar

    Agora vem a pergunta que não quer calar: valeu a pena arriscar? O San Antonio já tava garantido como 2º colocado do Oeste. O Wemby tava machucado. E convenhamos — ele provavelmente não vai ganhar o MVP mesmo (o Shai é favorito absoluto, coisa de -5000 nas casas de aposta).

    Mas eu entendo a decisão dos Spurs, sabe? Primeiro porque o moleque QUER ganhar o MVP. E segundo — aqui que fica interessante — porque aquela vitória sobre o Dallas pode ter mudado completamente o caminho dos playoffs.

    Pensa comigo: se eles ganharem do Denver no domingo E os Lakers ganharem do Utah, o Denver cai pra 4º colocado. Isso significaria que San Antonio só encontraria Denver ou Oklahoma City (os dois maiores favoritos) na final de conferência. Imagina só — fazer esses dois se matarem na segunda rodada?

    A jogada de xadrez que pode valer um título

    É estratégia pura. Se o Wemby não tivesse jogado, eles perderiam pro Dallas e ficariam numa situação bem mais complicada nos playoffs. Às vezes você tem que apostar alto pra ganhar alto, né?

    E sinceramente? Ver o cara fazer história daquele jeito, mesmo voltando de lesão, só mostra o monstro que ele é. Defensive Player of the Year garantido, All-NBA First Team na veia, e agora essa performance histórica.

    Vocês acham que o risco valeu a pena? Porque olhando aqui de casa, parece que os Spurs podem ter feito a jogada perfeita. Claro, se o Wemby tivesse se machucado de novo, a história seria bem diferente…

    Mas não machucou. E agora eles têm uma chance real de chegar na final sem passar pelo caminho mais difícil. Às vezes é isso aí — você arrisca tudo numa jogada e ela simplesmente dá certo.