Marcus Camby acredita: Knicks têm chance real de título após 27 anos

Cara, quando o Marcus Camby fala que os Knicks têm “uma chance real” de conquistar o título, eu paro tudo pra ouvir. O cara jogou na última vez que Nova York chegou às Finais, em 1999 — 27 anos atrás! — e agora vê esse time atual com outros olhos.

Em entrevista ao New York Post, o ex-pivô foi direto: “Eles estão jogando o melhor basquete deles agora. Estão pontuando muito, acertando com boa porcentagem, tudo parece estar encaixando.” E olha, vindo de quem viveu aquela correria louca de 1999, isso tem peso.

O desafio Wembanyama preocupa

Mas Camby não tá subestimando ninguém, especialmente o Wemby. “Ele é um monstro da natureza mesmo”, disse sobre Victor Wembanyama. “Um cara de 2,20m com habilidade de armador e alcance do Steph Curry.” Sinceramente? É assustador pensar nisso.

O que mais me chama atenção é como o veterano destaca a presença defensiva do francês: “Quando os caras entram no garrafão, ficam procurando ele constantemente. Ele simplesmente bloqueia tudo.” É aquela coisa — você não precisa nem tocar na bola pra afetar o jogo quando tem 2,20m de altura.

Brunson é a chave de tudo

Sobre Jalen Brunson, Camby foi certeiro: “Para um cara do tamanho dele, consegue fazer tudo.” E é verdade — o armador tem sido absurdo nessa temporada. Camby ainda contou uma história massa sobre Rick Brunson (pai do Jalen), que foi seu companheiro de equipe naquela campanha histórica de 99.

“A princípio não nos curtíamos por causa da rivalidade UMass-Temple na faculdade”, lembrou rindo. “Mas quando viramos companheiros em Nova York, criamos uma irmandade.” Essa conexão familiar explica muito sobre o QI de basquete do Jalen, né?

KAT e o sistema perfeito

Karl-Anthony Towns também recebeu elogios do ex-pivô: “KAT é um dos protótipos de ala-pivô que temos na NBA hoje.” E cara, ver o Towns jogando pelos Knicks tem sido surreal. O cara consegue fazer de tudo — joga dentro do garrafão, acerta de três, faz a distribuição. É um híbrido perfeito pro basquete moderno.

Camby ainda destacou Josh Hart como “o coração e a alma do time” e OG Anunoby como “um dos melhores jogadores de duas pontas da liga”. Sobre o Mitchell Robinson e os lances livres… bom, até o Camby riu: “Não posso fazer nada por ele. Eu mesmo não era grande nos lances livres.”

Olha, quando um cara que viveu a última Final dos Knicks diz que esse time tem chance real, eu acredito. E vocês, acham que Nova York consegue quebrar essa seca de quase três décadas?

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