Tag: Victor Wembanyama

  • Presti mantém fé em Holmgren após vexame contra Wemby

    Presti mantém fé em Holmgren após vexame contra Wemby

    Cara, eu não sei vocês, mas quando vi o Chet Holmgren praticamente desaparecer contra o Victor Wembanyama nas finais da Conferência Oeste, pensei: “Será que é isso mesmo pro menino?” Quatro pontos no Jogo 7 em casa. Quatro! Mas o Sam Presti, GM do Thunder, tá firme e forte defendendo o pivô.

    “Chet é um dos nossos”, disse Presti numa entrevista bem direta na segunda-feira. E olha, eu entendo a posição dele. O cara não é de fazer loucura, e sinceramente, seria meio burrice desistir do Holmgren depois de uma série ruim.

    A realidade nua e crua dos números

    Vamos aos fatos que doem: Holmgren foi de monstro nos primeiros rounds pra fantasma contra os Spurs. Nas primeiras rodadas, o cara tava voando — 17.3 pontos contra o Suns, 20 pontos contra os Lakers. Aí chega o Wemby e… 10.7 por jogo. É de doer no coração de qualquer torcedor do Thunder.

    O mais absurdo? Durante a temporada regular, o menino teve sua melhor temporada: 17.1 pontos, 8.9 rebotes, quase 2 tocos por jogo. All-Star pela primeira vez, All-NBA Third Team, vice no prêmio de Defensive Player of the Year. Resumindo: foi um monstro o ano todo.

    Mas é isso aí — o playoffs é outro animal, né? E quando você enfrenta alguém como Wembanyama, que claramente tem uma rixa pessoal com você, a coisa complica. Ainda mais com Jalen Williams e Ajay Mitchell machucados na série.

    Por que Presti tá certo em apostar no Chet

    Olha, eu concordo com o Presti nessa. O cara sempre foi questionado — desde o colegial, galera duvidava se ele aguentava a pancadaria da NBA por causa do físico. E olha onde ele chegou: campeão no ano passado, onde foi decisivo nas finais.

    “Ele não precisa de ninguém cutucando ele pra melhorar”, falou Presti. E faz sentido. Depois de ganhar o título ano passado, o cara veio ainda melhor na temporada seguinte. Isso mostra caráter, né?

    A questão é: será que o Thunder tem que se preocupar em enfrentar os Spurs e o Wemby pelos próximos anos? Com certeza. Mas trocar o Holmgren agora seria meio desesperado. O núcleo com Shai Gilgeous-Alexander, Jalen Williams e ele ainda tem muito pano pra manga.

    Eu acho que o Presti tá jogando o jogo longo aqui. Uma série ruim não apaga tudo que o Chet fez. E convenhamos — quando o cara tá no dia dele, é muito difícil parar. O Thunder só precisa encontrar uma forma de neutralizar o efeito Wemby, porque pelo jeito, esses dois vão se encontrar muito nos playoffs.

    E aí, vocês acham que o Thunder tá certo em manter a fé no Holmgren ou deveria pensar em mudanças mais drásticas?

  • KAT dominando as Finais de 2026 – mas e o Wemby ali na cola?

    KAT dominando as Finais de 2026 – mas e o Wemby ali na cola?

    Gente, eu sei que estamos falando de 2026 aqui (sim, essa é uma projeção/simulação), mas olha que dados absurdos chegaram até mim sobre as Finais da NBA! Karl-Anthony Towns está literalmente destruindo tudo com um PER de 24.1 nos dois primeiros jogos. Vinte e quatro vírgula um, meus amigos.

    E sabe quem tá logo ali atrás? Victor Wembanyama com 21.2. Cara, imaginem essa dupla brigando pelo título — o gigante francês que já tá virando lenda contra o KAT que finalmente achou seu momento de brilhar nas Finais.

    O top 3 que ninguém esperava

    Terceiro lugar vai para OG Anunoby com 20.4 de PER. Sinceramente? Anunoby sempre foi aquele cara que faz tudo um pouco — defesa, arremesso de 3, rebote — mas nunca achei que ele ia aparecer no top 3 de eficiência numa Final. Isso mostra como o basquete tá evoluindo, né?

    Mikal Bridges (18.5) e Dylan Harper (18.0) completam o top 5. Harper é rookie nessa simulação de 2026, então imaginem a pressão que esse moleque deve estar sentindo jogando sua primeira Final da NBA.

    Os astros que estão abaixo do esperado

    Agora vem a parte que me chocou: Jalen Brunson aparece apenas em 12º lugar com PER de 10.5. Dez vírgula cinco! Para um cara que carrega o ataque do time nas costas, esse número está bem abaixo do esperado.

    E olha o De’Aaron Fox ali em 14º com 9.5. Fox é velocidade pura, mas parece que nas Finais a intensidade defensiva tá pegando pesado no cara. Miles McBride então… 6.7 de PER. Complicado.

    O mais impressionante é ver Mitchell Robinson (14.4) tendo um rendimento decente considerando que ele sempre foi mais um especialista defensivo. Mas jogaço do cara!

    E aí, vocês acham que KAT consegue manter essa eficiência absurda durante toda a série? Porque uma coisa eu sei — quando ele tá nesse ritmo, é muito difícil parar o monstro.

  • Wemby já tá desenvolvendo o gancho – pode ser imparável

    Wemby já tá desenvolvendo o gancho – pode ser imparável

    Olha, eu sempre achei que o Victor Wembanyama ia dominar a NBA pela defesa primeiro. E realmente, o cara já é o melhor defensor da liga no segundo ano. Mas o que me deixa mais empolgado é ver como ele tá evoluindo no ataque.

    O francesinho já finaliza bem perto da cesta, cria jogadas saindo do drible e acerta uns três pontos com boa porcentagem. Mas vamos ser sinceros — ele ainda trava um pouco pra criar jogadas no ataque posicional. É aí que entra uma arma que pode deixar ele literalmente imparável.

    O gancho que pode mudar tudo

    Desde que o Wemby chegou na NBA, a galera fica falando: “cara, imagina se ele desenvolver o sky hook do Kareem Abdul-Jabbar”. Com 2,24m de altura e aqueles braços infinitos, seria fisicamente impossível de defender. Impossível mesmo.

    E olha só — parece que o garoto já tá nessa. O Michael C. Wright, da ESPN, que acompanha o San Antonio Spurs de pertinho, soltou uma informação que me deixou arrepiado. O Wembanyama já tá treinando um jump hook (uma variação do gancho) nas sessões com ninguém menos que Hakeem Olajuwon.

    “Ele já tem isso no repertório”, escreveu o Wright. “Só não tá confortável o suficiente ainda pra usar nos jogos. O Hakeem me disse que o garoto tem um jump hook que ele tá desenvolvendo.”

    Hakeem como professor é surreal

    Gente, ter o Hakeem “The Dream” Olajuwon como professor particular é algo que eu nem consigo dimensionar. O cara que tinha o footwork mais absurdo da história da NBA ensinando movimentos pra um alien de 2,24m?

    E vocês sabem como é — o Hakeem sempre foi mestre em ensinar movimentos de garrafão. Já treinou o Kobe, o LeBron, o Dwight Howard… Agora imaginem ele passando os segredos do jump hook pro Wembanyama.

    Na minha opinião, quando o Victor dominar esse movimento e ganhar confiança pra usar em jogo, vai ser game over. Literalmente não vai ter como defender. O cara já é um problema defensivo pra qualquer time — agora imagina ele dominando ofensivamente também?

    E aí, vocês acham que o Wemby vai conseguir desenvolver esse gancho a ponto de usar regularmente ainda nesta temporada? Porque sinceramente, eu tô curioso pra ver a cara dos adversários quando ele começar a sacar essa carta da manga.

  • Spurs podem surpreender os Knicks no MSG? Três razões pra acreditar

    Spurs podem surpreender os Knicks no MSG? Três razões pra acreditar

    Olha, eu sei que o cenário não tá nada fácil para os Spurs. Estar perdendo por 2-0 nas Finais da NBA contra os Knicks no Madison Square Garden é de amargar qualquer um. Mas calma aí — se tem uma coisa que essa temporada de 2026 nos ensinou é que esse time de San Antonio não desiste nunca.

    Sinceramente? Eu acho que a galera tá subestimando os Spurs. E vou te contar por quê.

    O jogo sem Wemby que mudou tudo

    Lembra do Jogo 3 contra o Portland na primeira rodada? Victor Wembanyama tinha levado uma concussão no jogo anterior e não podia jogar. Time jovem, perdendo no placar, sem o cara mais importante — receita perfeita pro desastre, né?

    Pois é, não foi bem isso que rolou. Os Spurs estavam perdendo por 15 pontos no terceiro quarto quando Dylan Harper simplesmente resolveu que ia carregar o time nas costas. O garoto fez 27 pontos (a maioria na segunda metade) e San Antonio virou aquele jogo de uma forma absurda.

    Esse foi o momento que eu pensei: “Opa, esse time tem algo especial”. Ganhar na estrada, sem o melhor jogador, virando um jogo que parecia perdido? Isso é coisa de time grande.

    A goleada que calou Minnesota

    Se o jogo contra Portland mostrou garra, o Jogo 6 contra Minnesota foi pura dominação. Os Timberwolves precisavam desesperadamente daquela vitória em casa, mas Stephon Castle tinha outros planos.

    32 pontos do Castle, liderando uma vitória por 30 pontos de diferença. Trinta pontos! Os Spurs ganharam todos os quartos e simplesmente humilharam Minnesota na frente da torcida deles. Anthony Edwards até estava machucado, mas mesmo assim foi constrangedor.

    Aquela performance me fez ter certeza: esses caras não eram mais apenas “o futuro”. Eles eram o presente.

    O Jogo 7 que calou todo mundo

    E aí chegamos no jogo mais importante de todos — Jogo 7 das finais do Oeste contra Oklahoma City Thunder, os campeões vigentes. Na casa deles. Vale-tudo.

    Cara, eu não vou mentir: eu estava nervoso. Mas os Spurs? Eles estavam tranquilos. Começaram bem, responderam a todas as tentativas de reação do Thunder, e no quarto período simplesmente fecharam o caixão.

    Arrancar o título da conferência das mãos dos campeões, na casa deles, em um Jogo 7? Isso não é sorte — é caráter.

    Por que isso importa contra os Knicks?

    Então me diz uma coisa: vocês realmente acham que um time que fez essas três coisas vai se entregar agora? No Madison Square Garden, com toda a pressão do mundo?

    Eu sei que estar perdendo por 2-0 nas Finais é punk. Mas se tem uma coisa que esses Spurs provaram é que eles jogam melhor quando ninguém acredita neles. E sendo brutalmente honesto, depois do que eu vi nessa temporada, eu não duvidaria nada se eles fizessem a virada.

    Os Knicks que se cuidem. Porque se rolar um Jogo 3 como aqueles que eu citei aí em cima, essa série pode virar muito rápido. E aí eu quero ver quem vai ter mais nervos de aço no final.

  • Keldon Johnson precisa acordar nos Finals — e rápido

    Keldon Johnson precisa acordar nos Finals — e rápido

    Cara, vou falar uma coisa que tá me incomodando: o Keldon Johnson simplesmente sumiu quando o Spurs mais precisa dele. Os caras estão 0-2 nas Finais contra o Knicks e uma das razões é que o KJ não tá entregando nada.

    Olha só que absurdo: as casas de apostas estão pagando quase par (-102) pra ele fazer apenas 8,5 pontos e rebotes COMBINADOS no jogo 3. Isso é humilhante pra um cara que ganhou o prêmio de Sexto Homem do Ano e fez média de 13,2 pontos e 5,4 rebotes na temporada regular.

    O problema não é só do Keldon

    Sinceramente, o Spurs se meteu nessa enrascada sozinho. Eles sabiam desde o começo da temporada que não tinham size no garrafão pra enfrentar times grandes — e agora tão pagando o preço.

    Jeremy Sochan, que era pra ser a solução a longo prazo, perdeu completamente a confiança do técnico Mitch Johnson. O arremesso nunca melhorou e o cara foi dispensado antes do trade deadline. Harrison Barnes tava fazendo o papel dele como titular, mas também perdeu o jump shot e os adversários começaram a dar help defense no Wemby.

    A solução foi improvisar o Julian Champagnie — que é ala natural — jogando de ala-pivô. Funcionou nas outras séries porque ele reboteia bem e tem um arremesso mais confiável. Mas contra o Knicks? É outra história completamente.

    Karl-Anthony Towns é o pesadelo do Spurs

    O grande problema tem nome e sobrenome: Karl-Anthony Towns. Quando o Wembanyama marca o KAT, ele sai do garrafão — e vocês viram como o Alien não tá confortável defendendo longe da cesta nesta série.

    É aí que entra a importância do Keldon. Ele pode não ser o mais alto, mas tem força pra marcar alas-pivôs grandes e energia infinita no rebote. Só que nos playoffs ele simplesmente desapareceu. A eficiência despencou, não consegue mais finalizar perto da cesta, e até o rebote — que sempre foi seu forte — não tá rendendo.

    Dylan Harper até ajudou algumas vezes saindo do banco, mas não dá pra depender só de um rookie nos Finals. O Keldon precisa voltar a ser aquele jogador que faz as coisas acontecerem, que pega rebotes difíceis e marca uns pontos importantes.

    E aí, vocês acham que o Johnson consegue se recuperar ainda nesta série? Porque se ele não acordar logo, essa temporada histórica do Spurs pode acabar de forma bem frustrante. O time do Wemby merecia mais do que isso.

  • Wemby manda recado pros fãs do MSG: ‘Sei como me isolar’

    Wemby manda recado pros fãs do MSG: ‘Sei como me isolar’

    Olha, o Wembanyama tá enfrentando sua primeira Finals da NBA e os caras do MSG já tão querendo intimidar o francês. Mas será que funciona? Pelo que ele falou ontem, parece que não.

    Os Spurs estão com a corda no pescoço depois de perder os dois primeiros jogos em casa — e agora vão pro inferno que é o Madison Square Garden precisando desesperadamente de duas vitórias. MSG lotado, torcida dos Knicks a dois jogos do título… é praticamente um caldeirão.

    O francês não tá nem aí

    Quando perguntaram pro Wemby se a pressão da torcida nova-iorquina ia afetar ele e os Spurs, a resposta foi direto ao ponto: “Não realmente. Pode até tentar, mas me isolar é algo que venho praticando há anos. Sou bom nisso. Não é problema.”

    Cara, eu admiro a frieza desse moleque. Aos 22 anos, estreando nas Finals, e mandando um recado desses pros fãs do MSG? Tem que ter personalidade. Ele ainda comparou com as Olimpíadas — e olha que lá ele também não se intimidou.

    O De’Aaron Fox, que tem um pouco mais de experiência em playoffs, foi mais cauteloso mas realista: “Tentar tirar a torcida do jogo o mais rápido possível. Mais fácil falar do que fazer… você sabe que vai ser barulhento.”

    MSG vai pegar fogo

    E vai mesmo. Madison Square Garden nas Finals é outra coisa — já joguei NBA 2K suficiente pra saber que aquele lugar fica insano. Fox ainda completou dizendo que não quer usar a palavra “hostil”, mas admitiu que vai ser exatamente isso.

    A estratégia dos Spurs parece ser a clássica: começar bem, calar a torcida logo nos primeiros minutos. Funcionou no Jogo 7 contra o Thunder, segundo o Fox. Mas uma coisa é Oklahoma, outra é Nova York nas Finals.

    Sinceramente? Acho que o Wemby tá certo em não se preocupar. O cara já jogou em Paris, nas Olimpíadas, contra o Team USA… MSG pode ser lendário, mas pressão ele já sentiu. E vocês, acham que a torcida consegue desestabilizar o fenômeno francês ou ele realmente é frio assim mesmo?

    Os Spurs têm dois dias pra se preparar pro que pode ser o jogo mais importante da temporada. Se perderem o Jogo 3, praticamente acabou. Se ganharem… aí a coisa fica interessante.

  • Os Spurs seguraram o Brunson… até ele resolver decidir o jogo

    Os Spurs seguraram o Brunson… até ele resolver decidir o jogo

    Cara, que situação bizarra. Os Spurs estão fazendo um trabalho defensivo excelente no Jalen Brunson durante boa parte dos jogos das Finais, mas aí chega nos momentos que importam e o cara simplesmente vira outro jogador. É frustrante demais ver isso acontecendo.

    Olha só os números: na temporada regular, Brunson teve média de 26 pontos com 46.7% de aproveitamento. Contra San Antonio? Apenas 25 pontos por jogo, mas com míseros 33.9% de acerto. O problema é que quando o jogo fica quente, ele esquece essas estatísticas e mete a bola na cesta do jeito que quer.

    Stephon Castle está sendo um monstro

    Sinceramente, o que mais me impressiona é o trabalho do Stephon Castle. O garoto cobriu Brunson por 9:24 nos dois primeiros jogos — mais que qualquer outro dos Spurs — e segurou o cara em apenas 8 pontos com 2/10 nos arremessos. Vinte por cento! É um número absurdo de bom.

    Depois do Jogo 1, Castle falou uma coisa que me chamou atenção: “As cestas dele fizeram barulho porque foram consecutivas”. Cara, isso é tactical basketball de verdade. Ele entende que não é só sobre estatística, é sobre momentum.

    E não é só Castle não. De’Aaron Fox segurou Brunson em 0 pontos durante 4:25 de marcação — zero! O cara não conseguiu nem encostar na cesta quando Fox estava grudado nele. Dylan Harper também fez um bom trabalho, permitindo só 2 pontos em quase 6 minutos.

    Wembanyama mostra por que é DPOY

    Victor Wembanyama, o Defensor do Ano, também está dando show. Brunson está fazendo apenas 25% dos arremessos quando o francês está na marcação. A maioria dessas situações vem de trocas no pick and roll, e Brunson simplesmente não consegue resolver o Victor quando ele aparece na frente.

    Mas aí que tá o problema, né? Quando Julian Champagnie, Devin Vassell ou Carter Bryant acabam marcando Brunson, o negócio desanda. Champagnie permitiu 22 pontos em 69.2% de aproveitamento. Sessenta e nove por cento! É como se o Brunson virasse o Curry contra esses caras.

    Os momentos decisivos fazem a diferença

    Vassell foi cirúrgico na análise: “Parece que esses são os momentos pelos quais ele vive, especialmente no quarto período”. E é exatamente isso que tá acontecendo. Os Spurs perderam por 10 no Jogo 1 e por apenas 1 ponto no Jogo 2. Nos momentos que definem a partida, Brunson simplesmente encontra um jeito.

    No Jogo 1, foram 30 pontos. No segundo, ‘apenas’ 20 — mas foram 20 pontos que doeram na alma dos torcedores de San Antonio. É frustrante porque você vê que o sistema defensivo tá funcionando, mas quando chega na reta final, o talento individual do Brunson fala mais alto.

    E aí, galera, vocês acham que os Spurs conseguem manter essa defesa nos momentos cruciais do Jogo 3? Porque no papel, eles estão fazendo tudo certo. Mas basquete não se joga só no papel, né?

  • Wemby despencando no ranking de MVP das Finals — KAT assumindo?

    Wemby despencando no ranking de MVP das Finals — KAT assumindo?

    Cara, que reviravolta nas Finals de 2026! Quem diria que os Knicks iam conseguir abrir 2-0 jogando FORA de casa contra os Spurs? Todo mundo coroando o Wembanyama como o melhor jogador da liga antes mesmo da série começar, mas Nova York veio pra mostrar que não tá de brincadeira.

    Com a série voltando pro Madison Square Garden, o ranking de candidatos ao MVP das Finals mudou completamente. E olha, sinceramente? Acho que nem o próprio Wemby esperava estar nessa situação.

    Dylan Harper fazendo história como calouro

    Monstro, esse menino tá jogando muito! Dylan Harper é só um rookie, mas já tá tendo uma das melhores performances de Finals pra um calouro desde os tempos do Magic Johnson. O filho do Ron Harper foi a 2ª escolha do draft e jogou pouquinho na temporada regular — só 22.6 minutos por jogo. Mas nas Finals? Completamente diferente.

    Os 15.5 pontos por jogo dele são os segundos maiores dos Spurs na série. E o mais impressionante: não tá parecendo nem um pouco com rookie sob essa pressão toda. Ganhar o MVP com o time perdendo por 2-0 é praticamente impossível, mas se os Spurs conseguirem uma virada histórica, pode ser que seja por causa desse garoto.

    OG Anunoby — o candidato surpresa dos Knicks

    O OG não é um cara de fazer barulho, né? Raramente dá entrevista, não fica fazendo jogada pro highlight. Mas, cara, que defensor absurdo! E ofensivamente tem sido uma máquina nos playoffs — 19.3 pontos com 47.8% de aproveitamento de três.

    Nas Finals, manteve o nível: 17 pontos por jogo acertando 45.5% das bolas de três. Se continuar nesse ritmo quente, pode muito bem entrar na briga pelo troféu. Vocês acham que ele tem chances reais ou é só um sonho?

    Wemby caindo ladeira abaixo

    Olha, dói no coração falar isso do fenômeno francês, mas estar perdendo por 2-0 complica muito a vida dele. O cara era o grande favorito, é claramente o melhor defensor da NBA (ganhou o DPOY), lidera a liga em tocos desde que chegou… Tá fazendo 27.5 pontos por jogo na série, que é absurdo!

    Mas teve aquele turnover no Jogo 2 que custou caro pros Spurs. E ainda perdeu a chance de empatar no último segundo. Jerry West é o ÚNICO cara que ganhou MVP das Finals no time perdedor (1969). Será que Wemby consegue repetir o feito?

    Na minha visão, se San Antonio virar essa série — o que seria completamente insano — só pode ser ele o MVP. Mas do jeito que tá…

    E aí, pessoal, quem vocês acham que leva? KAT assumindo a liderança pros Knicks ou Wemby ainda consegue dar a volta por cima?

  • Wemby admite: ‘Só vai sobrar força de vontade’ na final da NBA

    Wemby admite: ‘Só vai sobrar força de vontade’ na final da NBA

    Cara, imagina só: estar perdendo de 2-0 nas Finais da NBA jogando em casa. É exatamente isso que está acontecendo com Victor Wembanyama e os Spurs contra os Knicks. E o francês não tá fugindo da real — ele sabe que agora é questão de caráter mesmo.

    “O desafio tem sido principalmente sobre força de vontade, a vontade de fazer acontecer”, disse Wemby após o segundo jogo. “Eu vou dar uma respirada só no final da temporada.” Traduzindo: o monstro não vai desistir enquanto não acabar tudo.

    Olha, eu entendo a frustração dele. Os Knicks estão jogando um basquete físico, grudento, daqueles que te deixa louco. Karl-Anthony Towns está colado nele o tempo todo, e Mitchell Robinson não dá sossego no garrafão. É aquele basquete raiz dos playoffs que a gente ama, mas que deve ser um inferno pra quem tá jogando.

    A pressão tá pesando no gigante francês

    O que mais me impressiona é como o Wemby tá tendo que fazer de tudo nessa série. Não é só atacar e defender — ele tá sendo usado como protetor de aro, ajudando em todas as jogadas defensivas. É muita responsabilidade pra um cara de 20 e poucos anos, mesmo sendo um alienígena do basquete.

    E os números dele estão até bons, mas vocês sabem como é: nas Finais não adianta só números bonitos. Tem que ganhar jogo. Os Knicks vieram pra San Antonio e roubaram dois jogos — coisa que praticamente ninguém consegue fazer.

    Agora é questão de orgulho mesmo

    Sinceramente? Eu admiro a postura do Wemby. Podia estar chorando, arrumando desculpa, mas não. O cara assume que é questão de “will” — força de vontade mesmo. É isso que separa os grandes dos muito bons na NBA.

    A estatística é cruel: nenhum time na história das Finais da NBA conseguiu reverter uma desvantagem de 2-0 jogando em casa. Mas se alguém pode quebrar essa maldição, é esse Spurs com Wembanyama. O francês já mostrou que não é humano várias vezes na carreira — quem sabe não faz mais uma das suas?

    Vocês acham que os Spurs conseguem dar a volta por cima? Porque eu tô começando a acreditar que essa série pode ter reviravolta…

  • Torcida do Knicks já tá zoando o Wemby nas ruas de NY

    Torcida do Knicks já tá zoando o Wemby nas ruas de NY

    Cara, a torcida do Knicks tá completamente insana! E eu entendo perfeitamente o porquê.

    Com o time precisando de apenas duas vitórias para conquistar o primeiro título da franquia desde 1973, os nova-iorquinos simplesmente não conseguem se controlar. E olha, depois de roubar dois jogos em San Antonio pra abrir a série por 2-0, quem conseguiria?

    A zoação começou antes mesmo do jogo

    Os caras nem esperaram o Jogo 3 começar. Ontem, quando o Wembanyama e os Spurs estavam embarcando no ônibus do time, a galera já tava lá pra fazer a festa. Um torcedor soltou uma que me fez rir alto: “Ei Wemby, se prepara pra jogar golfe, mano!”

    Monstro demais! Essa é a essência do basquete americano que a gente ama — torcida que vai até a porta do hotel pra zoar o adversário. No Brasil a gente faria a mesma coisa, né?

    MSG vai pegar fogo segunda-feira

    Sinceramente, eu mal posso esperar pra ver o Madison Square Garden fervendo. Vai ser o primeiro jogo de Finals em casa pros Knicks desde a virada do século. Imagina a energia que vai rolar ali?

    E o mais louco: se o Knicks ganhar o Jogo 3, praticamente já era. Nenhum time na história da NBA conseguiu reverter um 0-3 nos playoffs. NENHUM. O troféu Larry O’Brien já estaria praticamente nas mãos do Jalen Brunson.

    Mas cuidado aí, galera. O Wembanyama não é qualquer um, e os Spurs têm sangue de campeão — foram eles que bateram nos próprios Knicks na última vez que o MSG recebeu uma decisão de Finals, lá em 1999.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem fechar em casa? Ou será que o francesão vai estragar a festa?