Cara, eu assisti aquele momento na sexta-feira e senti um arrepio na espinha. Draymond Green, Stephen Curry e Steve Kerr se reunindo ali na quadra depois da eliminação pros Suns… tinha cara de despedida mesmo.
E o próprio Draymond confirmou o que todo mundo tava pensando no podcast dele. “Sinceramente? Acho que não volta”, disse sobre Kerr. “Teve aquela sensação de que era isso mesmo.” Mano, doeu até no Green falar isso.
O momento que pode ter sido histórico
Imaginem a cena: Warriors perdendo de 15 pra Phoenix no Play-In, sonho do título indo pro espaço mais uma vez. Aí o Kerr chama os dois caras que construíram essa dinastia com ele pra um último papo. Draymond disse que nunca ficou tão incerto sobre o futuro desde o começo da carreira.
“Fomos sortudos de ter Steve como técnico por 12 anos”, falou o Green. E olha, ele tá certo. Quatro títulos, uma das maiores dinastias da história da NBA. Mas será que acabou mesmo?
O contrato do Kerr venceu, e ele disse que vai “pensar um pouco” antes de decidir. Translation: o cara tá bem dividido. Por um lado, ainda tem o Curry jogando em alto nível. Por outro, esse elenco dos Warriors tá claramente atrás dos outros candidatos a título no Oeste.
Warriors no crossroads total
A situação é complicada mesmo. Se o Kerr voltar, a diretoria quer que seja pra um contrato longo, não pra ficar fazendo tour de despedida na temporada que vem. Faz sentido, né? Ninguém quer aquele clima estranho o ano todo.
E tem mais: o próprio Draymond tem só mais um ano de contrato (player option), e mesmo ele não sabe se vai continuar. “Espero estar nesse time ano que vem, mas também não sabemos disso”, confessou.
Vocês acham que os Warriors conseguem convencer o Kerr a ficar? Porque sinceramente, depois de ver Jimmy Butler se machucar logo no começo da temporada e o time claramente sem forças pra brigar com Denver, Phoenix, Minnesota… sei não.
A decisão do Kerr deve sair nas próximas semanas. Se ele sair mesmo, pode ser o início de uma reformulação gigante em Golden State. O Curry ainda joga muito (isso ninguém nega), mas aos 38 anos, quanto tempo mais ele aguenta carregar esse time nas costas?
Uma era que começou em 2014 pode estar chegando ao fim. Doze anos, quatro títulos, mudaram pra sempre como o basquete é jogado. Se for despedida mesmo, foi linda a caminhada.

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