Tag: dinastia Warriors

  • Adam Silver manda indireta pro Steve Kerr sobre calendário da NBA

    Adam Silver manda indireta pro Steve Kerr sobre calendário da NBA

    Cara, o Adam Silver acabou de dar uma cutucada no Steve Kerr que vai fazer o técnico dos Warriors engasgar com o café da manhã. O comissário da NBA basicamente mandou um “vocês que lutem” na discussão sobre o calendário de 82 jogos da temporada.

    Olha só o que o Silver falou: segundo ele, os únicos picos de lesões acontecem depois do All-Star Game, não no final da temporada quando os caras já jogaram mais. E aí vem a parte que vai fazer o Kerr surtir — Silver disse que pode ser justamente porque os jogadores NÃO estão se esforçando o suficiente nos dias que descansam.

    Steve Kerr não vai gostar nem um pouco disso

    Pra quem não lembra, o Kerr passou a temporada passada reclamando do calendário maluco que os Warriors enfrentaram. O time teve uma sequência pesada de jogos, viagens sem fim e praticamente zero descanso no começo da temporada.

    Na cabeça do técnico dos Warriors, o problema é simples: o basquete de hoje é muito mais corrido do que antigamente. Os jogadores cobrem muito mais quadra por causa do “pace and space” — movimento que, ironicamente, foi o próprio Kerr quem ajudou a criar quando os Warriors dominavam tudo nos anos 2010.

    Sinceramente? Eu entendo os dois lados. Kerr vê seus jogadores morrendo em quadra com essa correria toda, enquanto Silver precisa pensar no negócio como um todo.

    Load management virou caso de polícia

    A questão do load management tá virando uma briga feia entre técnicos, jogadores e a liga. De um lado, você tem caras como Kawhi Leonard que praticamente inventaram a arte de descansar jogos “importantes”. Do outro, Silver que quer proteger o produto NBA.

    Mas essa declaração do comissário foi meio estranha, não acham? Falar que os jogadores podem não estar se esforçando o suficiente nos treinos é praticamente chamar os caras de vagabundos.

    E vocês, o que acham? O calendário da NBA tá pesado demais ou os jogadores de hoje são mais “frescos” que os de antigamente? Uma coisa é certa: essa treta entre Silver e Kerr tá longe de acabar.

  • Curry manda vídeo emocionante pra garoto com síndrome de Down que viralizou

    Curry manda vídeo emocionante pra garoto com síndrome de Down que viralizou

    Cara, o Stephen Curry fez de novo. E quando eu falo que fez de novo, é porque esse cara simplesmente não para de ser uma pessoa incrível fora de quadra.

    A história é a seguinte: tem um garoto de 12 anos chamado Wyatt Neus, de Minneapolis, que tem síndrome de Down. O moleque tava jogando num daqueles jogos de professores contra alunos na escola quando resolveu mandar uma bomba de três pontos. Mas não é qualquer três, não — foi lá do Curry range mesmo, sabe? Daqueles que a gente vê o Chef fazer e pensa “como assim?”

    A comemoração que conquistou o mundo

    Só que o melhor ainda tava por vir. Depois de acertar a bomba, o Wyatt saiu correndo pela quadra fazendo a famosa comemoração “Night night” do Curry — aquela de fingir que tá dormindo. Mano, se eu tava emocionado só de ler sobre isso, imagina quem tava lá vendo ao vivo.

    O vídeo viralizou, óbvio. E quando chegou até o próprio Curry… bom, aí que a mágica aconteceu de verdade.

    “Unbelievable shot, unbelievable celebration”

    O Baby Face mandou um vídeo pessoal pro Wyatt que, sinceramente, me deixou com o coração quentinho. “Oi Wyatt, só queria dizer que foi realmente muito especial e inspirador o que você fez, arrasando na frente da escola toda”, disse o Curry. “Arremesso inacreditável, comemoração inacreditável, e a camisa ainda melhor. Parabéns, Wyatt. Te vejo em breve.”

    Te vejo em breve. Isso mesmo que vocês leram. O Warriors vai convidar o garoto pra assistir um jogo quando for enfrentar o Minnesota Timberwolves na próxima temporada.

    A mãe do Wyatt, Brooke, falou uma coisa que me pegou: “É chocante. Nunca pensei que isso se tornaria algo assim. Que o Steph tirasse um tempo do dia dele pra olhar isso é… eu nunca imaginei.”

    Olha, eu não sei vocês, mas essas histórias me lembram por que o basquete é mais que um esporte. É sobre conexão humana, sobre inspirar os outros, sobre usar sua plataforma pra fazer o bem.

    E o Curry? Cara, esse monstro já provou há muito tempo que é gigante dentro e fora de quadra. Mais uma pra coleção de gestos que mostram o tipo de pessoa que ele é.

    Vocês acham que tem algum outro jogador na liga que faz essas coisas com a mesma naturalidade que o Curry? Porque, na minha visão, poucos chegam perto desse nível de classe.

  • RJ entrega: Cavaliers tinham ordem pra ‘bater’ no Curry nas Finais

    RJ entrega: Cavaliers tinham ordem pra ‘bater’ no Curry nas Finais

    Cara, o Richard Jefferson simplesmente entregou o ouro na transmissão da ESPN ontem à noite. O veterano, que enfrentou o Warriors nas Finais de 2016 e 2017 pelo Cavaliers, admitiu abertamente qual era a estratégia de Cleveland contra o Steph Curry: “Nossa missão era bater nele.”

    Peraí, antes que alguém ache que era sacanagem, o próprio RJ fez questão de esclarecer que não era nada sujo. Mas a orientação era clara — se vai fazer falta no Curry, que seja uma falta física mesmo. Nada de tocadinha.

    A estratégia que todo mundo sabia mas ninguém falava

    Sinceramente, isso não é novidade pra quem acompanha NBA há mais tempo. O Curry sempre foi o jogador que mais apanha na liga e menos apita consegue (desculpa, árbitros, mas é real). Enquanto outros astros vão pra linha dos lances livres por qualquer coisinha, o cara precisa ser literalmente massacrado pra conseguir uma falta.

    Olha só essa comparação absurda: em 17 anos de carreira, Curry tem média de apenas 4.3 tentativas de lance livre por jogo. O LeBron? 7.4 em 23 temporadas. É tipo comparar o tratamento que o Neymar recebe com o que um zagueiro cascudo leva — não faz sentido nenhum.

    Jefferson comentou isso quando rolou uma falta dura no Jalen Brunson durante o Jogo 2 das Finais de 2026 (sim, galera, estamos falando do futuro aqui, mas a estratégia continua a mesma). A lembrança veio na hora e ele soltou essa pérola que confirma o que a gente sempre suspeitou.

    Funcionou? Bem… mais ou menos

    Olha, a estratégia do “beat him up” até deu certo em 2016 — os Cavs conseguiram aquela virada histórica de 3-1 e levaram o título. Mas convenhamos, o Warriors deu o troco depois. Dos quatro confrontos consecutivos nas Finais, Golden State ganhou três.

    E mesmo apanhando, o Curry continuou sendo o Curry. Triple de todos os ângulos impossíveis, enterradas no contra-ataque (sim, ele enterra também), e aqueles arremessos do meio da quadra que fazem a gente questionar as leis da física.

    Vocês acham que essa estratégia ainda funciona hoje? Porque pelo que vejo, independente de quantas pancadas o cara leva, ele continua acertando uns arremessos que nem no videogame são possíveis. O monstro é simplesmente imparável — com falta ou sem falta.

    No final das contas, o Jefferson só confirmou o que todo fã de NBA já sabia: defender o Curry é um inferno, então a saída é tentar intimidar fisicamente. Funcionou uma vez… mas só uma.

  • Curry manda recado emocionante pra garoto que viralizou com enterrada

    Curry manda recado emocionante pra garoto que viralizou com enterrada

    Olha, eu já vi muita coisa linda na NBA, mas essa história do Steph Curry com o Wyatt me pegou desprevenido aqui.

    O menino de 12 anos, que tem síndrome de Down, simplesmente destruiu em um jogo estudante-professor na escola dele em Minnesota. E quando eu digo destruiu, é porque o moleque acertou um arremesso de 3 de longe — daqueles que só o próprio Curry faz na NBA — usando a camisa 30 dos Warriors.

    A comemoração que viralizou

    Mas não parou por aí. Depois de enterrar a bola, o Wyatt fez aquela comemoração clássica do Curry, o famoso “night, night” (boa noite), enquanto o ginásio todo gritava. Cara, só de imaginar a cena já me arrepia.

    O vídeo viralizou tanto que chegou até o Raymond Ridder, vice-presidente de comunicações dos Warriors, que obviamente mostrou pro próprio Curry. E aí que vem a parte mais incrível da história.

    Curry retribui o carinho

    Em literalmente 10 minutos — DEZ MINUTOS! — o Steph gravou um vídeo pessoal pro Wyatt. Sinceramente, isso mostra o tipo de pessoa que o Curry é fora das quadras.

    “Oi Wyatt”, começou o astro dos Warriors. “Quero dizer que foi realmente especial e inspirador o que você fez, se apresentando na frente da escola toda. Arremesso inacreditável, comemoração inacreditável, e uma camisa ainda melhor. Parabéns, Wyatt. Te vejo em breve.”

    E não foi só papo não. O Curry convidou o garoto pra assistir Warriors x Timberwolves em Minnesota na próxima temporada. Imagina a emoção do moleque?

    Uma lição de humanidade

    A mãe do Wyatt, Brooke, resumiu bem: “É chocante. Pro Steph tirar um tempo do dia dele pra olhar isso é algo que eu nunca pensei que se tornaria algo assim.”

    O Wyatt, que torce pro Curry desde “bebê” nas palavras dele, vai finalmente conhecer seu ídolo pessoalmente. E olha, quando os Warriors pisarem no Target Center na próxima temporada, vai ter pelo menos duas pessoas no ginásio que conseguem acertar da “distância Curry”.

    Vocês acham que existe coisa mais bonita que essa no esporte? Porque eu tô aqui emocionado mesmo escrevendo sobre isso. Esse é o tipo de momento que faz a gente lembrar por que amamos tanto esse esporte.

  • Curry fecha com Li-Ning por US$ 400 milhões – que loucura!

    Curry fecha com Li-Ning por US$ 400 milhões – que loucura!

    Gente, vocês viram o que o Steph Curry acabou de aprontar? O cara fechou um contrato de tênis com a Li-Ning que deixa qualquer um de queixo caído: US$ 400 milhões por 10 anos. Isso mesmo, quatrocentos milhões de dólares americanos.

    Olha, eu confesso que não esperava essa. Todo mundo achava que ele ia renovar com alguma marca americana tradicional, mas o Chef decidiu apostar pesado na gigante chinesa. E que aposta, né?

    Um negócio histórico que muda tudo

    Segundo o Shams Charania da ESPN, Curry tinha ofertas similares de outras marcas — algumas até mais generosas financeiramente. Mas mesmo assim escolheu a Li-Ning. Por quê? Simples: visão global.

    “Eu realmente acredito que a parceria com a Li-Ning vai permitir que a Curry Brand prospere”, disse o próprio Stephen. E cara, faz sentido. A Li-Ning é líder de mercado na China no basquete, e China é… bem, China né. Mercado gigantesco.

    O mais interessante é que isso não é só sobre dinheiro (embora 400 milhões ajudem bastante). É sobre expandir a marca dele globalmente de uma forma que talvez não rolasse com Nike ou Adidas.

    Curry pensando além da quadra

    Vocês acham que foi uma jogada inteligente? Na minha visão, foi genial. O cara já provou tudo que tinha que provar na NBA — dois MVPs, quatro títulos, mudou o jogo pra sempre com os arremessos de 3. Agora ele tá jogando o jogo dos negócios.

    A Li-Ning não é brincadeira não. É uma empresa global que entende de esporte e tem recursos absurdos para investir. E com Curry como garoto-propaganda principal, imagina o alcance que a Curry Brand pode ter.

    Sinceramente, acho que daqui a alguns anos vamos olhar pra trás e ver isso como um dos movimentos mais espertos da carreira dele fora de quadra. US$ 40 milhões por ano até 2036… o monstro vai estar ganhando mais com tênis do que muito jogador ganha de salário na NBA!

    E aí, o que vocês acham? Curry fez certo apostando na Li-Ning ou vocês preferiam ver ele com alguma marca mais tradicional?

  • Curry quebra o silêncio sobre parceria histórica com a Li-Ning

    Curry quebra o silêncio sobre parceria histórica com a Li-Ning

    Cara, o Stephen Curry finalmente falou sobre sua mudança bombástica pra Li-Ning, e sinceramente? Eu não esperava que ele fosse tão animado assim com a coisa.

    Alguns meses depois de terminar com a Under Armour (que já tava na hora mesmo), o armador do Warriors fechou um contrato de 10 anos com a gigante chinesa. E olha, não é qualquer contrato não — é uma parceria que vai muito além de só fazer tênis.

    A visão global do Chef Curry

    “No fim das contas, eu realmente acredito que a parceria com a Li-Ning vai permitir que a Curry Brand prospere”, disse o monstro de 38 anos. E cara, dá pra sentir a empolgação dele quando fala sobre levar a marca pro mercado global.

    Pra quem não sabe, a Li-Ning não é brincadeira — eles lideram o mercado de basquete na China. E com Curry na jogada, a ideia é expandir essa pegada mundial que a marca tem. Ele mesmo falou que agora vai ter “uma pista expandida de recursos” pra trazer inovações absurdas pro mundo todo.

    Na minha visão, foi uma jogada genial. O cara saiu da Under Armour (que tava meio perdida ultimamente) e foi direto pro gigante asiático que tá crescendo absurdamente.

    Não é só tênis, é império

    E aqui que fica interessante: o acordo não é só pra linha de basquete não. Curry vai ter uma linha completa de golfe também — porque né, o cara é viciado no esporte e quer expandir mesmo.

    Mas o mais louco? Ele pode assinar outros atletas pra sua marca. Basicamente virou um mini-Jordan da Li-Ning. Imagina só as possibilidades que isso abre.

    Aliás, Curry não tá sozinho nessa. Jimmy Butler já tá com a Li-Ning desde 2020, e tem outros monstros como CJ McCollum, Fred VanVleet e D’Angelo Russell no time também. Tá virando uma família mesmo.

    Vocês acham que essa parceria vai conseguir brigar de igual pra igual com Nike e Jordan Brand? Eu tô curioso pra ver os primeiros produtos que vão sair dessa união. Com o alcance global da Li-Ning e a genialidade do Curry, pode rolar coisa boa mesmo.

  • Morre Rick Adelman, lenda dos técnicos que passou pelos Warriors

    Morre Rick Adelman, lenda dos técnicos que passou pelos Warriors

    Cara, que notícia triste pra começar a semana. O basquete perdeu uma das suas maiores lendas: Rick Adelman morreu aos 79 anos na segunda-feira. E olha, esse cara foi muito mais que um simples técnico — foi um dos maiores estrategistas que a NBA já viu.

    Vinte e três temporadas como técnico principal. Deixa isso afundar um pouco. O homem dedicou mais de duas décadas comandando times na liga, somando ainda seis anos como assistente. No final das contas, acumulou incríveis 1.042 vitórias contra 749 derrotas. Décimo lugar na lista dos técnicos com mais vitórias de todos os tempos. Monstro.

    Passagem pelos Warriors não foi brilhante, mas fez diferença

    Nos Warriors, Adelman não teve suas melhores temporadas, não vou mentir. Duas temporadas no comando (1995-96 e 1996-97) com campanhas de 36-46 e 30-52, respectivamente. Acabou demitido, mas pera aí — antes dele chegar, o Golden State tinha feito apenas 26-56. Ou seja, o cara melhorou o time, mesmo que os números não impressionem.

    Sinceramente acho que Adelman chegou numa época complicada da franquia. Os Warriors dos anos 90 estavam longe de ser aquele time que conhecemos hoje, né?

    O legado vai muito além dos números

    Mas foi no Portland Trail Blazers que Adelman realmente brilhou. Levou o time duas vezes à final da Conferência Oeste — imagina a pressão que era enfrentar os Bulls do Jordan naquela época? No total, classificou para os playoffs em 16 temporadas diferentes. Absurdo de consistência.

    O mais legal? O cara também jogou na NBA antes de virar técnico. Sete temporadas como armador, passou por cinco franquias diferentes. Começou sendo draftado pelos San Diego Rockets na sétima rodada de 1968, depois de arrasar na Loyola Marymount, onde foi eleito Jogador do Ano da WCC.

    Em 2021, merecidamente entrou pro Hall da Fama. Em 2023, recebeu o Chuck Daly Lifetime Achievement Award. E o legado continua: seu filho David está aí comandando o Denver Nuggets. O basquete é mesmo uma família, né?

    Descanse em paz, Rick. O basquete brasileiro reconhece sua grandeza e tudo que você fez pelo esporte que a gente tanto ama.

  • Curry fecha com gigante chinesa Li-Ning e deixa Under Armour no passado

    Curry fecha com gigante chinesa Li-Ning e deixa Under Armour no passado

    Gente, o que acabou de rolar com o Stephen Curry é absurdo. O cara que praticamente mudou a NBA com seus arremessos de 3 pontos acabou de assinar um contrato de longo prazo com a Li-Ning, uma gigante chinesa do mundo esportivo. E olha, depois de ver ele testando tênis de todo mundo na temporada passada, era questão de tempo até ele achar um novo lar.

    O próprio Curry chamou de “parceria de uma vida”. Não é pra menos — a Li-Ning não é brincadeira. É uma das maiores do mundo quando o assunto é equipamento esportivo, e agora ter o Chef Curry no time deles? Isso vai mudar o jogo completamente.

    O fim de uma era com a Under Armour

    Vocês lembram do drama todo que rolou quando ele deixou a Under Armour em novembro passado, né? Mais de dez anos de parceria foram por água abaixo. E o que o maluco fez? Começou a usar um tênis diferente praticamente toda noite! Tinha uma caixa gigante do lado do vestiário dele no Chase Center, cheio de opções. Sinceramente, achei genial da parte dele.

    Durante essa “agência livre dos tênis”, ele até usou os modelos do Dwyane Wade e do Jimmy Butler na Li-Ning. Era tipo um test drive mesmo. Imagina a pressão das marcas tentando conquistar um dos caras mais influentes da liga?

    Li-Ning quer dominar o mundo

    A parceria não vai ser só sobre tênis, não. Eles querem expandir a marca do Curry no basquete, golfe e lifestyle. Na minha visão, isso faz todo sentido. O cara tem 38 anos, ainda joga em alto nível, mas já tá pensando no que vem depois da aposentadoria.

    E olha que interessante: eles falaram sobre “inspirar a próxima geração de atletas ao redor do mundo”. Com o alcance que a Li-Ning tem na Ásia e a influência global do Curry, essa parceria pode ser monstro mesmo. Imaginem quantos moleques na China vão querer jogar basquete agora?

    O que vocês acham? Será que essa mudança para uma marca chinesa vai dar certo, ou vocês sentirão falta dos tempos de Under Armour? Eu, particularmente, tô curioso pra ver os primeiros produtos dessa parceria. Aposto que vão ser diferentes de tudo que já vimos.

  • Draymond defende SGA das críticas: ‘Vocês tão diminuindo a NBA’

    Draymond defende SGA das críticas: ‘Vocês tão diminuindo a NBA’

    Olha, eu não esperava que o Draymond Green ia sair em defesa do Shai Gilgeous-Alexander dessa forma, mas cara… ele mandou a real no podcast dele e eu tô aqui pra isso.

    O papo todo gira em torno das críticas que o SGA tem recebido por supostamente ‘fingir faltas’ pra conseguir chamadas favoráveis dos árbitros. E sinceramente? Isso virou um circo nas redes sociais. Todo mundo falando que o cara só sabe cavar falta, que não merece ser MVP duas vezes seguidas… enfim, aquela coisa toda.

    Draymond mandou a real

    Mas aí que entra o Green, que nunca foi de papas na língua (vocês sabem como ele é). O cara simplesmente desceu o sarrafo em quem tá criticando o SGA:

    “Você chegou num novo nível de grandeza, mano… Você tem a mídia esportiva saindo por aí falando do que eles não gostam da sua grandeza, como se o SGA estivesse correndo pela quadra com o apito na boca marcando falta pra ele mesmo… Vocês acham que a NBA é tão fácil assim, que o cara só finge uma falta e vai pra linha de lance livre, e vira MVP duas vezes seguidas nessa liga? A gente vai realmente diminuir a NBA a esse nível?”

    E mano, tem que concordar com o Draymond aí. Por mais que o Green seja polêmico (e olha que é), ele entende do jogo. Ninguém vira MVP bicampeão só cavando falta — isso é diminuir demais o que o SGA faz em quadra.

    Os números contam uma história diferente

    Agora vamos aos fatos, porque números não mentem. Nessas finais do Oeste (que aliás, que jogaço tá sendo contra o Spurs), o SGA tá tentando uma média de apenas 9 lances livres por jogo. Nove, gente!

    Tá, ele teve uns picos no Jogo 4 (12 tentativas) e no Jogo 6 (17 tentativas). Mas no Jogo 6 mesmo, quando o Thunder tomou aquela surra de 118-91 dos Spurs, ele só foi 3 vezes na linha e fez apenas 15 pontos. Se o cara fosse só sobre cavar falta, não faria sentido algum.

    E aí, vocês acham que toda essa polêmica é justa com o SGA? Porque olhando de fora, parece mais que ele virou bode expiatório de quem não aceita que um cara ‘novato’ no hall da fama já teja dominando assim.

    O Jogo 7 de sábado vai ser decisivo — não só pra série, mas pra ver se as críticas vão continuar ou se o garoto vai calar a boca de todo mundo de vez. Uma coisa eu sei: não vai ser por falta de talento que ele vai perder essa.

  • Draymond detona críticas a SGA: ‘vocês perderam o rumo!’

    Draymond detona críticas a SGA: ‘vocês perderam o rumo!’

    Cara, o Draymond Green tá pistola. E quando ele fica assim, sai coisa boa.

    No último episódio do podcast dele, o veterano do Warriors foi com tudo em cima dos comentaristas que andam pegando no pé do Shai Gilgeous-Alexander. E olha, ele não mediu palavras não.

    O motivo? Galera tá reclamando que o SGA “cai demais” e “pesca falta demais” nesta final de conferência contra os Spurs. Sendo que o cara acabou de ganhar o segundo MVP consecutivo há duas semanas. Segundo! Só 14 jogadores na história conseguiram isso.

    A revolta do Draymond

    “Shai, parabéns mano, você chegou num novo patamar de grandeza”, disparou o Draymond. “Você sabe que chegou lá quando a mídia esportiva começa a reclamar da sua grandeza. Imagina isso — gente reclamando da sua grandeza!”

    E ele não parou por aí. Soltou que a mídia esportiva “é um lixo” e que ninguém mais entende de basquete porque “tudo tá indo rápido demais” pro pessoal acompanhar.

    Sinceramente? Eu meio que concordo com ele. O SGA tá fazendo uma temporada monstruosa — quatro anos seguidos com mais de 30 pontos por jogo — e a galera fica focada em mimimi sobre árbitro?

    Os números não mentem

    Aqui que fica engraçado: Draymond jogou os dados na mesa. Antes do jogo 6, o Shai tinha tentado apenas CINCO lances livres a mais que o Wembanyama na série inteira. Cinco! E todo mundo reclamando como se ele tivesse tentado 50 a mais.

    “Vamos agir como se o Shai tivesse descendo a quadra com o apito na boca, apitando falta pra ele mesmo”, ironizou o Green. “Ou vamos fingir que a integridade toda da NBA foi pro espaço só pra beneficiar um jogador.”

    O cara tem razão, né? Se fosse esquema, não faria sentido nenhum privilegiar justamente o Thunder contra o garoto-prodígio francês que todo mundo ama.

    Olha, eu entendo que às vezes o estilo do SGA pode incomodar — ele é esperto pra caramba em criar contato e conseguir faltas. Mas mano, isso não é ilegal! É basquete inteligente. O LeBron fez isso a vida toda, o Harden transformou isso em arte…

    E outra: vocês viram os números do cara? Mais de 30 pontos por jogo há quatro temporadas. Dois MVPs seguidos. Liderando um Thunder que ninguém esperava que chegasse tão longe.

    Draymond ainda reclamou que ninguém tá falando do Dylan Harper (calouro jogando pra caramba), da defesa elite do Stephon Castle, ou do show que o Wemby tá dando. Só querem focar no que incomoda.

    E aí, vocês concordam com o Draymond ou acham que o SGA exagera mesmo nas faltas? Porque pra mim, se tá funcionando e é legal, o problema não é dele…