Tag: dinastia Warriors

  • Curry fecha com Li-Ning por US$ 400 milhões – que loucura!

    Curry fecha com Li-Ning por US$ 400 milhões – que loucura!

    Gente, vocês viram o que o Steph Curry acabou de aprontar? O cara fechou um contrato de tênis com a Li-Ning que deixa qualquer um de queixo caído: US$ 400 milhões por 10 anos. Isso mesmo, quatrocentos milhões de dólares americanos.

    Olha, eu confesso que não esperava essa. Todo mundo achava que ele ia renovar com alguma marca americana tradicional, mas o Chef decidiu apostar pesado na gigante chinesa. E que aposta, né?

    Um negócio histórico que muda tudo

    Segundo o Shams Charania da ESPN, Curry tinha ofertas similares de outras marcas — algumas até mais generosas financeiramente. Mas mesmo assim escolheu a Li-Ning. Por quê? Simples: visão global.

    “Eu realmente acredito que a parceria com a Li-Ning vai permitir que a Curry Brand prospere”, disse o próprio Stephen. E cara, faz sentido. A Li-Ning é líder de mercado na China no basquete, e China é… bem, China né. Mercado gigantesco.

    O mais interessante é que isso não é só sobre dinheiro (embora 400 milhões ajudem bastante). É sobre expandir a marca dele globalmente de uma forma que talvez não rolasse com Nike ou Adidas.

    Curry pensando além da quadra

    Vocês acham que foi uma jogada inteligente? Na minha visão, foi genial. O cara já provou tudo que tinha que provar na NBA — dois MVPs, quatro títulos, mudou o jogo pra sempre com os arremessos de 3. Agora ele tá jogando o jogo dos negócios.

    A Li-Ning não é brincadeira não. É uma empresa global que entende de esporte e tem recursos absurdos para investir. E com Curry como garoto-propaganda principal, imagina o alcance que a Curry Brand pode ter.

    Sinceramente, acho que daqui a alguns anos vamos olhar pra trás e ver isso como um dos movimentos mais espertos da carreira dele fora de quadra. US$ 40 milhões por ano até 2036… o monstro vai estar ganhando mais com tênis do que muito jogador ganha de salário na NBA!

    E aí, o que vocês acham? Curry fez certo apostando na Li-Ning ou vocês preferiam ver ele com alguma marca mais tradicional?

  • Curry quebra o silêncio sobre parceria histórica com a Li-Ning

    Curry quebra o silêncio sobre parceria histórica com a Li-Ning

    Cara, o Stephen Curry finalmente falou sobre sua mudança bombástica pra Li-Ning, e sinceramente? Eu não esperava que ele fosse tão animado assim com a coisa.

    Alguns meses depois de terminar com a Under Armour (que já tava na hora mesmo), o armador do Warriors fechou um contrato de 10 anos com a gigante chinesa. E olha, não é qualquer contrato não — é uma parceria que vai muito além de só fazer tênis.

    A visão global do Chef Curry

    “No fim das contas, eu realmente acredito que a parceria com a Li-Ning vai permitir que a Curry Brand prospere”, disse o monstro de 38 anos. E cara, dá pra sentir a empolgação dele quando fala sobre levar a marca pro mercado global.

    Pra quem não sabe, a Li-Ning não é brincadeira — eles lideram o mercado de basquete na China. E com Curry na jogada, a ideia é expandir essa pegada mundial que a marca tem. Ele mesmo falou que agora vai ter “uma pista expandida de recursos” pra trazer inovações absurdas pro mundo todo.

    Na minha visão, foi uma jogada genial. O cara saiu da Under Armour (que tava meio perdida ultimamente) e foi direto pro gigante asiático que tá crescendo absurdamente.

    Não é só tênis, é império

    E aqui que fica interessante: o acordo não é só pra linha de basquete não. Curry vai ter uma linha completa de golfe também — porque né, o cara é viciado no esporte e quer expandir mesmo.

    Mas o mais louco? Ele pode assinar outros atletas pra sua marca. Basicamente virou um mini-Jordan da Li-Ning. Imagina só as possibilidades que isso abre.

    Aliás, Curry não tá sozinho nessa. Jimmy Butler já tá com a Li-Ning desde 2020, e tem outros monstros como CJ McCollum, Fred VanVleet e D’Angelo Russell no time também. Tá virando uma família mesmo.

    Vocês acham que essa parceria vai conseguir brigar de igual pra igual com Nike e Jordan Brand? Eu tô curioso pra ver os primeiros produtos que vão sair dessa união. Com o alcance global da Li-Ning e a genialidade do Curry, pode rolar coisa boa mesmo.

  • Morre Rick Adelman, lenda dos técnicos que passou pelos Warriors

    Morre Rick Adelman, lenda dos técnicos que passou pelos Warriors

    Cara, que notícia triste pra começar a semana. O basquete perdeu uma das suas maiores lendas: Rick Adelman morreu aos 79 anos na segunda-feira. E olha, esse cara foi muito mais que um simples técnico — foi um dos maiores estrategistas que a NBA já viu.

    Vinte e três temporadas como técnico principal. Deixa isso afundar um pouco. O homem dedicou mais de duas décadas comandando times na liga, somando ainda seis anos como assistente. No final das contas, acumulou incríveis 1.042 vitórias contra 749 derrotas. Décimo lugar na lista dos técnicos com mais vitórias de todos os tempos. Monstro.

    Passagem pelos Warriors não foi brilhante, mas fez diferença

    Nos Warriors, Adelman não teve suas melhores temporadas, não vou mentir. Duas temporadas no comando (1995-96 e 1996-97) com campanhas de 36-46 e 30-52, respectivamente. Acabou demitido, mas pera aí — antes dele chegar, o Golden State tinha feito apenas 26-56. Ou seja, o cara melhorou o time, mesmo que os números não impressionem.

    Sinceramente acho que Adelman chegou numa época complicada da franquia. Os Warriors dos anos 90 estavam longe de ser aquele time que conhecemos hoje, né?

    O legado vai muito além dos números

    Mas foi no Portland Trail Blazers que Adelman realmente brilhou. Levou o time duas vezes à final da Conferência Oeste — imagina a pressão que era enfrentar os Bulls do Jordan naquela época? No total, classificou para os playoffs em 16 temporadas diferentes. Absurdo de consistência.

    O mais legal? O cara também jogou na NBA antes de virar técnico. Sete temporadas como armador, passou por cinco franquias diferentes. Começou sendo draftado pelos San Diego Rockets na sétima rodada de 1968, depois de arrasar na Loyola Marymount, onde foi eleito Jogador do Ano da WCC.

    Em 2021, merecidamente entrou pro Hall da Fama. Em 2023, recebeu o Chuck Daly Lifetime Achievement Award. E o legado continua: seu filho David está aí comandando o Denver Nuggets. O basquete é mesmo uma família, né?

    Descanse em paz, Rick. O basquete brasileiro reconhece sua grandeza e tudo que você fez pelo esporte que a gente tanto ama.

  • Curry fecha com gigante chinesa Li-Ning e deixa Under Armour no passado

    Curry fecha com gigante chinesa Li-Ning e deixa Under Armour no passado

    Gente, o que acabou de rolar com o Stephen Curry é absurdo. O cara que praticamente mudou a NBA com seus arremessos de 3 pontos acabou de assinar um contrato de longo prazo com a Li-Ning, uma gigante chinesa do mundo esportivo. E olha, depois de ver ele testando tênis de todo mundo na temporada passada, era questão de tempo até ele achar um novo lar.

    O próprio Curry chamou de “parceria de uma vida”. Não é pra menos — a Li-Ning não é brincadeira. É uma das maiores do mundo quando o assunto é equipamento esportivo, e agora ter o Chef Curry no time deles? Isso vai mudar o jogo completamente.

    O fim de uma era com a Under Armour

    Vocês lembram do drama todo que rolou quando ele deixou a Under Armour em novembro passado, né? Mais de dez anos de parceria foram por água abaixo. E o que o maluco fez? Começou a usar um tênis diferente praticamente toda noite! Tinha uma caixa gigante do lado do vestiário dele no Chase Center, cheio de opções. Sinceramente, achei genial da parte dele.

    Durante essa “agência livre dos tênis”, ele até usou os modelos do Dwyane Wade e do Jimmy Butler na Li-Ning. Era tipo um test drive mesmo. Imagina a pressão das marcas tentando conquistar um dos caras mais influentes da liga?

    Li-Ning quer dominar o mundo

    A parceria não vai ser só sobre tênis, não. Eles querem expandir a marca do Curry no basquete, golfe e lifestyle. Na minha visão, isso faz todo sentido. O cara tem 38 anos, ainda joga em alto nível, mas já tá pensando no que vem depois da aposentadoria.

    E olha que interessante: eles falaram sobre “inspirar a próxima geração de atletas ao redor do mundo”. Com o alcance que a Li-Ning tem na Ásia e a influência global do Curry, essa parceria pode ser monstro mesmo. Imaginem quantos moleques na China vão querer jogar basquete agora?

    O que vocês acham? Será que essa mudança para uma marca chinesa vai dar certo, ou vocês sentirão falta dos tempos de Under Armour? Eu, particularmente, tô curioso pra ver os primeiros produtos dessa parceria. Aposto que vão ser diferentes de tudo que já vimos.

  • Draymond defende SGA das críticas: ‘Vocês tão diminuindo a NBA’

    Draymond defende SGA das críticas: ‘Vocês tão diminuindo a NBA’

    Olha, eu não esperava que o Draymond Green ia sair em defesa do Shai Gilgeous-Alexander dessa forma, mas cara… ele mandou a real no podcast dele e eu tô aqui pra isso.

    O papo todo gira em torno das críticas que o SGA tem recebido por supostamente ‘fingir faltas’ pra conseguir chamadas favoráveis dos árbitros. E sinceramente? Isso virou um circo nas redes sociais. Todo mundo falando que o cara só sabe cavar falta, que não merece ser MVP duas vezes seguidas… enfim, aquela coisa toda.

    Draymond mandou a real

    Mas aí que entra o Green, que nunca foi de papas na língua (vocês sabem como ele é). O cara simplesmente desceu o sarrafo em quem tá criticando o SGA:

    “Você chegou num novo nível de grandeza, mano… Você tem a mídia esportiva saindo por aí falando do que eles não gostam da sua grandeza, como se o SGA estivesse correndo pela quadra com o apito na boca marcando falta pra ele mesmo… Vocês acham que a NBA é tão fácil assim, que o cara só finge uma falta e vai pra linha de lance livre, e vira MVP duas vezes seguidas nessa liga? A gente vai realmente diminuir a NBA a esse nível?”

    E mano, tem que concordar com o Draymond aí. Por mais que o Green seja polêmico (e olha que é), ele entende do jogo. Ninguém vira MVP bicampeão só cavando falta — isso é diminuir demais o que o SGA faz em quadra.

    Os números contam uma história diferente

    Agora vamos aos fatos, porque números não mentem. Nessas finais do Oeste (que aliás, que jogaço tá sendo contra o Spurs), o SGA tá tentando uma média de apenas 9 lances livres por jogo. Nove, gente!

    Tá, ele teve uns picos no Jogo 4 (12 tentativas) e no Jogo 6 (17 tentativas). Mas no Jogo 6 mesmo, quando o Thunder tomou aquela surra de 118-91 dos Spurs, ele só foi 3 vezes na linha e fez apenas 15 pontos. Se o cara fosse só sobre cavar falta, não faria sentido algum.

    E aí, vocês acham que toda essa polêmica é justa com o SGA? Porque olhando de fora, parece mais que ele virou bode expiatório de quem não aceita que um cara ‘novato’ no hall da fama já teja dominando assim.

    O Jogo 7 de sábado vai ser decisivo — não só pra série, mas pra ver se as críticas vão continuar ou se o garoto vai calar a boca de todo mundo de vez. Uma coisa eu sei: não vai ser por falta de talento que ele vai perder essa.

  • Draymond detona críticas a SGA: ‘vocês perderam o rumo!’

    Draymond detona críticas a SGA: ‘vocês perderam o rumo!’

    Cara, o Draymond Green tá pistola. E quando ele fica assim, sai coisa boa.

    No último episódio do podcast dele, o veterano do Warriors foi com tudo em cima dos comentaristas que andam pegando no pé do Shai Gilgeous-Alexander. E olha, ele não mediu palavras não.

    O motivo? Galera tá reclamando que o SGA “cai demais” e “pesca falta demais” nesta final de conferência contra os Spurs. Sendo que o cara acabou de ganhar o segundo MVP consecutivo há duas semanas. Segundo! Só 14 jogadores na história conseguiram isso.

    A revolta do Draymond

    “Shai, parabéns mano, você chegou num novo patamar de grandeza”, disparou o Draymond. “Você sabe que chegou lá quando a mídia esportiva começa a reclamar da sua grandeza. Imagina isso — gente reclamando da sua grandeza!”

    E ele não parou por aí. Soltou que a mídia esportiva “é um lixo” e que ninguém mais entende de basquete porque “tudo tá indo rápido demais” pro pessoal acompanhar.

    Sinceramente? Eu meio que concordo com ele. O SGA tá fazendo uma temporada monstruosa — quatro anos seguidos com mais de 30 pontos por jogo — e a galera fica focada em mimimi sobre árbitro?

    Os números não mentem

    Aqui que fica engraçado: Draymond jogou os dados na mesa. Antes do jogo 6, o Shai tinha tentado apenas CINCO lances livres a mais que o Wembanyama na série inteira. Cinco! E todo mundo reclamando como se ele tivesse tentado 50 a mais.

    “Vamos agir como se o Shai tivesse descendo a quadra com o apito na boca, apitando falta pra ele mesmo”, ironizou o Green. “Ou vamos fingir que a integridade toda da NBA foi pro espaço só pra beneficiar um jogador.”

    O cara tem razão, né? Se fosse esquema, não faria sentido nenhum privilegiar justamente o Thunder contra o garoto-prodígio francês que todo mundo ama.

    Olha, eu entendo que às vezes o estilo do SGA pode incomodar — ele é esperto pra caramba em criar contato e conseguir faltas. Mas mano, isso não é ilegal! É basquete inteligente. O LeBron fez isso a vida toda, o Harden transformou isso em arte…

    E outra: vocês viram os números do cara? Mais de 30 pontos por jogo há quatro temporadas. Dois MVPs seguidos. Liderando um Thunder que ninguém esperava que chegasse tão longe.

    Draymond ainda reclamou que ninguém tá falando do Dylan Harper (calouro jogando pra caramba), da defesa elite do Stephon Castle, ou do show que o Wemby tá dando. Só querem focar no que incomoda.

    E aí, vocês concordam com o Draymond ou acham que o SGA exagera mesmo nas faltas? Porque pra mim, se tá funcionando e é legal, o problema não é dele…

  • Gui Santos fez história e eu ainda tô arrepiado!

    Gui Santos fez história e eu ainda tô arrepiado!

    Gente, eu ainda não acredito no que vi no dia 25 de março. Gui Santos simplesmente resolveu entrar pra história da NBA da forma mais linda possível. 31 pontos numa vitória de virada contra o Brooklyn Nets, no Chase Center lotado, numa noite dedicada ao Heritage Latino. Cara, eu tô arrepiado só de lembrar.

    Sabe aquelas performances que a gente vê e pensa “foi sorte, o time adversário tava cansado”? Pois então, essa NÃO foi uma dessas. O Gui foi lá e mostrou um repertório completo que deixou todo mundo de boca aberta.

    O Warriors tava morto, mas o Gui ressuscitou o time

    Olha, vou ser sincero com vocês – o Golden State tava parecendo time de várzea nas primeiras três quartas. 26 turnovers (recorde da temporada), perdendo por 13 pontos, todo mundo morto de cansaço depois de 7 jogos em 11 dias. O Steve Kerr até falou que o time parecia estar “correndo na lama”. Imaginem a situação.

    Aí que entra nosso menino brasileiro. Enquanto todo mundo tava entregando a rapadura, o Gui simplesmente decidiu que aquela noite ia ser dele. 11 de 16 nos arremessos de quadra, 4 de 6 nas bolas de três – números que fazem qualquer um babar.

    No terceiro quarto foi onde a mágica aconteceu de verdade. 15 pontos em um período só! Três bolas de três que entraram limpassss. E o mais louco? O Warriors ainda tava perdendo quando terminou o quarto. Mas o Gui não ligou, continuou trabalhando.

    “Vai, Gui! Faz o que você sabe fazer!”

    Uma das coisas mais legais foi ver o banco do Warriors gritando pro Gui quando ele pegava a bola no garrafão. “Go to work, Gui!” E ele depois falou que isso mudou alguma coisa nele: “Quando você escuta isso, você fala ‘ok, agora eu posso ir’”.

    Mano, que coisa mais linda de se ver. Um brasileiro sendo incentivado pelos companheiros a fazer história. E ele fez mesmo – virou o quarto brasileiro da história a fazer 30+ pontos num jogo da NBA, junto com Leandro Barbosa, Anderson Varejão e Nenê Hilário.

    Depois do jogo, ele ligou pra família. Imaginem a emoção do pessoal no Brasil vendo isso! Vocês acham que ele tinha noção de que tava prestes a entrar nessa lista histórica? Eu duvido muito.

    Por que essa performance é especial demais

    Olha, eu acompanho NBA há anos e posso dizer: não foi só um jogador em uma noite quente. O Gui mostrou um jogo completo. Arremessos de três, jogadas no post, bandejas no trânsito, defesa sólida. 2 roubadas, 1 toco, 3 rebotes – ele tava em todo lugar.

    E aconteceu numa noite em que o significado era ainda maior. Latino Heritage Night, Chase Center lotado, time precisando desesperadamente de uma vitória. Sinceramente, não podia ter sido mais perfeito.

    O que mais me emociona é pensar na trajetória dele. Gui sempre foi visto como “projeto” no Warriors, aquele cara com potencial mas que ainda tava se desenvolvendo. Aí numa noite ele simplesmente explode e mostra que chegou a hora.

    E aí, galera? Vocês acham que essa vai ser a primeira de muitas noites especiais do Gui na NBA? Eu tô apostando que sim! 🇧🇷

  • Warriors passam em branco nas premiações da NBA pela primeira vez

    Warriors passam em branco nas premiações da NBA pela primeira vez

    Olha, eu não acreditei quando vi essa notícia. Os Warriors — sim, o mesmo time que dominou a NBA por anos — não ganharam NENHUM prêmio individual na temporada regular. Nada. Zero. Primeira vez em mais de uma década que isso acontece.

    É surreal pensar nisso, né? Um time que já teve Curry ganhando MVP consecutivos, Draymond levando Defensor do Ano, Klay fazendo parte do All-NBA… agora passou completamente em branco. Nem All-NBA, nem All-Defensive, nem rookie do ano. Nada mesmo.

    O que sobrou do império

    O único que pelo menos recebeu alguns votos foi o Draymond Green — tanto para o time All-Defensive quanto para Defensor do Ano. Mas cara, nem perto de ser competitivo. Foi mais uma participação simbólica do que qualquer coisa.

    Fora o Draymond? Silêncio total. Nem o Curry, que sempre aparece em alguma lista, conseguiu emplacar desta vez. As lesões pesaram, claro, mas o buraco é mais embaixo. Esse time simplesmente não é mais aquela máquina que a gente conhecia.

    A realidade é dura

    Sinceramente, acho que essa temporada foi o tapa de realidade que os Warriors precisavam. Eles ainda vivem da glória do passado, mas o presente tá mostrando que precisa de uma reformulação urgente.

    Agora eles têm a 11ª escolha no Draft e uma possível flexibilidade salarial. É a chance de ouro para tentar se reerguer. Mas vamos ser honestos: vai ser difícil voltar ao topo do Oeste com essa concorrência absurda.

    E aí, vocês acham que os Warriors conseguem se reinventar ou a era dourada realmente acabou? Porque olhando essa lista de premiações vazia, fica difícil não pensar que o ciclo chegou ao fim.

    Curiosidade: hoje também marca 10 anos daquela performance histórica do Klay no Jogo 6 contra o Thunder em 2016. 41 pontos, 11 bolas de três. Que saudade daqueles tempos, né?

  • Warriors querem Simons ou Sexton: mudança radical na estratégia?

    Warriors querem Simons ou Sexton: mudança radical na estratégia?

    Olha, os Warriors tão mexendo os pauzinhos atrás de um armador que possa ajudar o Curry. E pelos nomes que tão circulando, a estratégia mudou completamente: Anfernee Simons e Collin Sexton aparecem como alvos principais na agência livre, segundo o pessoal do ClutchPoints.

    Vocês lembram do Jordan Poole? Pois é, parece que Golden State quer alguém que faça exatamente o que ele fazia – especialmente na campanha do título de 2022. Alguém que consegue pontuar quando o Curry sai de quadra e que também encaixa bem jogando ao lado do Baby Face Assassin.

    A mudança de mentalidade dos Dubs

    Sinceramente? Isso aqui é uma guinada e tanto na filosofia dos Warriors. Historicamente, eles sempre evitaram investir pesado em armadores pequenos e focados só no ataque. Mas depois da temporada decepcionante que tiveram, parece que Steve Kerr e companhia entenderam que precisam de mais firepower ofensivo ao redor do Curry.

    E faz sentido, né? Watching os Warriors este ano foi meio doloroso às vezes. Quando o Curry saía, a ofensiva simplesmente morria. Zero criatividade, zero pontuação explosiva.

    Tanto Simons quanto Sexton se encaixam no perfil: são caras que sabem marcar pontos e conseguem arremessar de 3. Simons fechou a temporada com médias de 14.3 pontos, com 38.5% do perímetro. Sexton foi ainda melhor: 15.4 pontos por jogo e absurdos 40.1% de além do arco.

    O problema da defesa (que todo mundo já sabe)

    Mas aí que tá o X da questão – e vocês sabem qual é. Defesa. Os dois são meio… complicados nesse fundamento. Simons e Sexton são daqueles caras que você torce pra não serem explorados nos playoffs (aliás, Sexton nunca nem jogou playoffs ainda, imaginem só).

    Na minha visão, isso mostra o desespero dos Warriors. Eles tão dispostos a abrir mão da filosofia defensiva que sempre tiveram pra conseguir alguém que marque pontos. É arriscado? Demais. Mas considerando que eles mal conseguiram chegar aos playoffs ano passado, talvez seja o risco que precisam correr.

    E olha, usando a mid-level exception completa em qualquer um desses caras seria um statement bem claro: “a gente precisa de pontos, e precisa agora”.

    O que vocês acham? Vale a pena os Warriors arriscarem na defesa pra ter mais poder de fogo no ataque? Ou será que eles deviam manter a identidade defensiva que os levou a tantos títulos?

  • Warriors fora da briga por Giannis? Package não convence Milwaukee

    Warriors fora da briga por Giannis? Package não convence Milwaukee

    Olha, vou ser sincero com vocês: eu achava que os Warriors iam meter a mão no bolso e ir com tudo atrás do Giannis nesta offseason. Mas pelo jeito a coisa não tá bem assim.

    Anthony Slater, da ESPN, foi no programa da 95.7 The Game lá na Bay Area e basicamente jogou um balde de água fria em quem esperava ver o Greek Freak jogando ao lado do Curry na próxima temporada.

    Warriors não são prioridade na lista do Giannis

    Segundo o Slater, Golden State nem tá entre os três primeiros na fila quando o assunto é montar um pacote que faça Milwaukee pensar duas vezes. “Eles não estão em primeiro, segundo ou terceiro lugar quando falamos de propostas que mais interessam ao Bucks”, disse o jornalista.

    Cara, isso meio que fez sentido pra mim quando pensei melhor. Os Warriors até demonstraram interesse no Giannis antes do trade deadline — e todo mundo esperava que isso continuasse na offseason. Mas vamos ser realistas: como é que eles vão bater o salário do cara?

    A não ser que Golden State tope trocar alguém como Jimmy Butler (que nem é deles, né) ou construir uma proposta em volta do Draymond Green, fica complicado fazer as contas fecharem. E sinceramente? Eu não sei se Milwaukee toparia um pacote com o Green como peça principal.

    Mudança de estratégia em Golden State

    Mas o que mais me chamou atenção foi o Slater falar que os Warriors não têm mais aquela “mesma sede” de ir atrás de um superstar. Isso é uma baita mudança de postura, considerando que esse time sempre foi de fazer loucuras no mercado.

    A expectativa agora é que eles mirem em jogadores de “meio de carreira” — sabe, aqueles caras que ainda têm lenha pra queimar mas não vão custar o olho da cara. A ideia é evitar um roster cheio de veteranos no fim da linha ou moleques que ainda não tão prontos.

    Faz sentido, né? Com Curry ainda jogando em alto nível, eles precisam de peças que complementem o que já têm, não necessariamente de outro astro que vai custar metade do time.

    E vocês, acham que os Warriors tão certos em não ir com tudo no Giannis? Ou será que tão perdendo a melhor chance de voltar ao topo? Porque uma coisa eu garanto: se o Greek Freak sair de Milwaukee, vai ser pra um time que ofereceu bem mais do que Golden State pode dar no momento.