Tag: dinastia Warriors

  • Dunleavy é genial ou está no mundo da lua sobre o elenco dos Warriors?

    Dunleavy é genial ou está no mundo da lua sobre o elenco dos Warriors?

    Cara, eu ainda não consigo acreditar no que o Mike Dunleavy falou sobre a temporada dos Warriors. O GM dos guerreiros de San Francisco saiu com uma análise que me deixou aqui pensando: o cara é um estrategista genial ou está completamente desconectado da realidade?

    Depois de uma temporada 37-45 que nem perto dos playoffs chegou, Dunleavy teve a coragem de dizer que o problema não foi o elenco. Segundo ele, foram as lesões e os turnovers que estragaram tudo. Sério mesmo? Olha, eu respeito o cara, mas isso aí me soou meio delirante.

    Warriors vs realidade dos playoffs

    Vamos ser honestos aqui — quem acompanhou os playoffs este ano viu times como Spurs, Knicks e o campeão Thunder jogando em outro nível. E não é só questão de sistema ou química não. É talento bruto, atletismo, envergadura. Coisas que o elenco envelhecido dos Warriors, por mais que o Curry ainda seja um monstro, simplesmente não tem.

    O mais bizarro é que Dunleavy citou os turnovers sete vezes em 21 minutos de entrevista. Sete! Como se resolver isso fosse magicamente transformar os Warriors em candidatos ao título. Claro que turnover prejudica — deve ter custado uns 6-8 jogos pra eles na temporada. Mas cara, o Portland teve mais turnovers que Golden State e ainda assim terminou com 42-40, cinco vitórias a mais.

    Sabe qual é a diferença? Tamanho e atletismo. Duas coisas que os Warriors estão desesperadamente precisando.

    A esperança está na estratégia ou na ilusão?

    Agora vem a parte interessante. Será que Dunleavy realmente acredita nisso ou está jogando um jogo de poker com a imprensa? Porque sinceramente, como fã de basquete, eu prefiro acreditar que ele tá sendo esperto e não quer entregar os planos da franquia.

    Pense bem: você vai chegar na coletiva e falar “nossa, o elenco tá uma droga, precisamos trocar metade do time”? Óbvio que não. Isso desvalorizaria os jogadores na hora de negociar trocas.

    Mas mano, quando ele fala que Jimmy Butler III e Moses Moody vão fazer falta como as peças mais atléticas do time… aí você percebe o tamanho do buraco que os Warriors estão. Se esses são os caras mais atléticos do seu elenco, você já sabe que tá com problema.

    O draft e o futuro incerto

    Os Warriors têm a 11ª escolha do draft chegando em junho, além da 54ª. Dunleavy apostou fichas na “melhoria interna” do elenco atual, mas eu acho que ele sabe que isso não vai ser suficiente.

    A real é que Golden State precisa de uma troca grande. Precisa de uma estrela jovem que possa fazer impacto imediato ao lado do Curry. E isso todo mundo sabe — inclusive o próprio Dunleavy, mesmo que ele não tenha falado isso explicitamente.

    O que vocês acham? Dunleavy tá sendo um gênio disfarçado ou realmente acredita que alguns ajustes menores vão resolver? Porque olhando os playoffs deste ano, a diferença entre os Warriors e os times que estão brigando por título é gritante.

    Vamos ver o que rola nessa offseason. Se vier só ajuste aqui e ali, aí a gente vai saber que o cara tava delirando mesmo. Mas se pintar uma troca grande ou uma contratação espetacular, talvez ele seja mais esperto do que imaginamos.

  • Warriors perdem dois assistentes importantes: mudança no banco?

    Warriors perdem dois assistentes importantes: mudança no banco?

    Olha, eu confesso que não vi essa vindo. Os Warriors conseguiram segurar o Steve Kerr com um novo contrato, mas vão perder dois caras importantes da comissão técnica: Terry Stotts e Jerry Stackhouse.

    Segundo o Anthony Slater da ESPN, os dois assistentes não vão renovar seus contratos e já estão de saída da baía.

    Terry Stotts quer voltar a ser técnico principal

    O Stotts tá procurando uma nova oportunidade como técnico principal, e sinceramente? Faz todo sentido. O cara tem mais de 30 anos de experiência no basquete profissional e o período mais marcante da carreira dele foi em Portland (2012-2021), quando levou os Blazers aos playoffs consecutivamente e ainda fez aquela campanha monstro até a final do Oeste em 2019.

    Essa já era a segunda passagem dele pelos Warriors – a primeira foi lá em 2004-05. “Eu aproveitei meu tempo com o Steve, a comissão e os jogadores”, disse Stotts pra ESPN. “Meus dois anos lá foram gratificantes. Só tenho boas energias pra desejar.”

    Stackhouse também quer comandar um time

    Já o Jerry Stackhouse chegou junto com o Stotts em 2024, vindo direto do basquete universitário onde comandou Vanderbilt por seis temporadas. O cara até ganhou o prêmio de Técnico do Ano da SEC em 2023, mas foi demitido depois de uma temporada meio apagada.

    Agora ele também tá atrás de uma vaga como técnico principal na NBA. E olha, considerando o currículo tanto como jogador quanto como técnico universitário, não duvido que alguém dê uma chance pra ele.

    A situação fica ainda mais complicada porque os Warriors já perderam Chris DeMarco em janeiro – ele saiu pra ser técnico do New York Liberty. Ou seja, o Kerr vai ter que montar praticamente uma nova comissão técnica.

    Willie Green pode voltar pra casa?

    Uma possibilidade que tá circulando é a volta do Willie Green. Lembram dele? Começou a carreira de técnico justamente nos Warriors em 2016, passou pelo Phoenix Suns e comandou o New Orleans Pelicans de 2021 a 2025.

    Seria interessante ver o Green de volta, principalmente porque ele conhece a casa e já trabalhou com vários caras que ainda estão lá. Tem também aquela especulação sobre o André Iguodala entrar como assistente – imagina que loucura seria ter o Finals MVP de 2015 orientando os mais novos?

    Vocês acham que essas mudanças vão afetar o rendimento dos Warriors na próxima temporada? Porque uma coisa é certa: mexer na comissão técnica sempre gera um período de adaptação, por mais experiente que seja o técnico principal.

  • Steve Kerr virou Swiftie secreto e fez algo genial na NBA

    Steve Kerr virou Swiftie secreto e fez algo genial na NBA

    Gente, vocês não vão acreditar no que eu acabei de descobrir. Steve Kerr, o técnico do Warriors — sim, aquele cara sério das entrevistas — passou uma temporada INTEIRA da NBA citando Taylor Swift nas coletivas de imprensa. E ninguém percebeu.

    Sinceramente? Eu tô rindo até agora. O homem pegou a música “All Too Well” da Taylor e foi encaixando os versos nas respostas dele durante toda a temporada 2022-23. Tipo um jogo secreto só dele.

    O plano mais criativo da história da NBA

    Olha só que absurdo: depois de vencer o Houston Rockets em março de 2023, Kerr chegou no microfone e falou “I walked through the door of the locker room at halftime” (algo como “atravessei a porta do vestiário no intervalo”). Parece normal, né? Mas essa é literalmente a primeira linha de “All Too Well”.

    O cara foi fazendo isso o campeonato todo, cruzando os versos de uma lista conforme conseguia encaixar eles naturalmente nas entrevistas. Monstro demais! O filho dele, Matthew, depois editou tudo num vídeo para o grupo da família no WhatsApp — imaginem a risada que deve ter sido.

    E o mais louco? A própria Taylor Swift viu o vídeo através de um amigo em comum e achou “criativo e engraçado”. Ela até perguntou se podia postar nas redes sociais dela, mas o Kerr pediu pra manter privado.

    Agora os fãs vão revirar tudo

    Cara, imaginem só os Swifties e os fãs do Warriors correndo atrás de todas as coletivas da temporada pra montar o vídeo por conta própria. Vai ser uma caçada épica nas redes.

    Eu tô aqui tentando imaginar como diabos ele conseguiu encaixar “But you keep my old scarf, from that very first week” (“Mas você ficou com meu cachecol velho, daquela primeira semana”) numa entrevista pós-jogo. Tipo, como você fala de cachecol numa coletiva de basquete?

    Olha, eu sempre respeitei o Kerr como técnico — quatro títulos da NBA não mentem. Mas agora? O cara subiu ainda mais no meu conceito. Qualquer pessoa que consegue ser Swiftie nas horas vagas E ganhar campeonato merece todo o reconhecimento.

    Vocês acham que outros técnicos fazem essas pegadinhas secretas também? Imaginem o Pop citando Beyoncé ou o Spoelstra metendo uns versos do Drake. A NBA ficaria ainda mais divertida, não acham?

  • Steve Kerr admite: a dinastia dos Warriors acabou mesmo

    Steve Kerr admite: a dinastia dos Warriors acabou mesmo

    Steve Kerr simplesmente assumiu o que todo mundo já sabia mas ninguém queria falar: a dinastia dos Warriors morreu. E olha, admiro a honestidade do cara.

    Em entrevista pra ESPN, o técnico foi cirúrgico: “O que tínhamos se foi, mas estamos tentando se agarrar nisso. Não sei se alguém realmente sabe se ainda existe.” Caramba, que declaração.

    A realidade bateu na porta

    Curry e Draymond Green ainda estão lá, mas vamos ser sinceros — são versões mais velhas, mais lentas e que se machucam mais fácil. Curry continua sendo um monstro, óbvio, mas até mesmo o maior jogador da história da franquia não consegue parar o tempo.

    Kerr renovou por mais duas temporadas, e sinceramente? Eu acho que ele sabe que vai ser pra acompanhar o fim dessa era. É meio que aquela situação onde você não consegue abandonar o barco, sabe? Ele mesmo admitiu que “não consegue ir embora”.

    A temporada acabou com derrota no play-in — que tristeza pra um time que já foi o terror da liga. Kerr chamou de “dinastia em declínio”, mas insiste que há “beleza na luta” de “tentar lutar até o último suspiro”.

    Marketing não gostou nada

    Uma coisa que me fez rir foi saber que o departamento de marketing pediu pro Kerr parar de falar sobre “morte” da dinastia enquanto eles tentavam vender temporadas. Imagina você tentando convencer o torcedor a renovar e o técnico falando que tudo acabou? (risos)

    Mas olha, eu prefiro essa honestidade brutal do que ficar vendendo ilusão. Kerr tá sendo real — eles não conseguem mais competir com os melhores do Oeste por uma série inteira de playoffs.

    O último suspiro de uma era

    Não é bem “The Last Dance” como foi com o Bulls de 98, mas tem um quê nostálgico nisso tudo. Kerr estava naquele time também, ironicamente. A diferença é que os Bulls tinham um objetivo claro de ganhar mais um título. Os Warriors de hoje? Estão só tentando permanecer competitivos.

    Joe Lacob e Mike Dunleavy ainda acreditam que com Curry podem bater qualquer um — talvez não por quatro séries seguidas, mas numa noite especial, quem sabe? Lembram da vitória contra o Clippers no play-in? Foram momentos assim que mantêm a esperança viva.

    Vocês acham que Curry ainda tem uma última campanha épica no tanque? Ou é melhor aceitar que essa fase dourada realmente acabou? Eu fico dividido entre a nostalgia e o realismo.

    Uma coisa é certa: Kerr decidiu ficar até o fim, mesmo sabendo que vai ser “bagunçado”. Respeito isso. Às vezes é melhor ir junto com o navio do que pular fora na primeira dificuldade.

  • Warriors aproveitaram o Draft pra sondar sobre o Giannis

    Warriors aproveitaram o Draft pra sondar sobre o Giannis

    Olha, quando vi que o Warriors mandou o Larry Harris representar eles no Draft Lottery domingo passado, achei meio estranho. Claro, o cara é de confiança — 18 anos com a franquia, sendo 10 como diretor de pessoal e GM assistente. Mas aí que tá: ele também passou 20 anos com o Milwaukee Bucks, sendo GM de 2003 a 2008.

    Agora faz sentido. Segundo o Jay Williams da ESPN, rolaram “várias conversas sobre o Giannis” no lottery, especificamente entre Bucks, Warriors e Miami Heat. Coincidência? Eu acho que não.

    O sonho dourado de Golden State

    Mano, o interesse do Warriors no Giannis Antetokounmpo não é novidade pra ninguém. Eles já estão de olho no Greek Freak há anos — sondando, conversando, testando as águas. E agora que os Bucks estão “abertos para negócios” com o astro, chegou a hora de partir pro ataque.

    Só que o lottery não ajudou muito. Warriors continuou com a 11ª pick, e o Heat também não subiu. Uma escolha no top 4 teria adoçado qualquer pacote pelo Giannis, ainda mais num draft com consenso claro nos quatro primeiros: AJ Dybantsa, Darryn Peterson, Cameron Boozer e Caleb Wilson.

    Faz sentido mesmo?

    É óbvio por que o Warriors quer o Giannis. A questão é: por que o Giannis iria querer um Warriors que ficou abaixo de 50% de aproveitamento e perdeu os playoffs na temporada passada? Mesmo com toda a admiração que ele tem pelo Steph Curry.

    Por mais que o Larry Harris tenha conexões fortíssimas no front office dos Bucks, ele não vai conseguir transformar um pacote encabeçado por Draymond Green, Brandin Podziemski e a 11ª pick de 2026 numa proposta melhor que vários outros times podem oferecer.

    Mas sinceramente? O Warriors não tem muitas opções melhores se quiser aproveitar o resto da carreira do Steph. E convenhamos — trocar pelo Giannis parece mais provável que convencer o LeBron a aceitar um corte salarial gigante pra se mudar 560 km pro norte.

    Ainda é cedo pra movimentações grandes, mas como dizia o rei do rock: menos conversa, mais ação. E vocês, acham que o Warriors tem munição suficiente pra tirar o Giannis de Milwaukee?

  • Com Kerr ficando, Draymond Green deve mesmo continuar nos Warriors

    Com Kerr ficando, Draymond Green deve mesmo continuar nos Warriors

    Olha, quando o Steve Kerr renovou por mais dois anos com o Golden State Warriors, eu já imaginava que isso ia mexer com outras peças do quebra-cabeça. E não é que tá acontecendo exatamente o que eu pensei? O Draymond Green agora tem muito mais chances de ficar na baía.

    A situação é a seguinte: Green tem uma opção de jogador de US$ 27,7 milhões para a próxima temporada. Até o dia 29 de junho ele precisa decidir se fica com essa grana garantida ou se vira agente livre irrestrito. Mas aqui entre nós — com Kerr confirmado, seria loucura ele sair, né?

    A química Kerr-Green é real demais

    Cara, quem acompanha a NBA sabe que a relação entre esses dois é especial. O próprio Kerr trata o Draymond como um técnico assistente dentro de quadra. É aquele tipo de liderança que você não encontra em qualquer lugar.

    E vamos combinar: Green pode ser chatão às vezes (quem nunca se irritou com as discussões dele com os árbitros?), mas o cara é um defensor de elite. Ainda. Mesmo aos 34 anos, ele continua sendo aquele cara que consegue defender do pivot até o armador, fazer a defesa funcionar e ainda distribuir umas assistências absurdas.

    O jogo do dinheiro

    Agora, a parte interessante é que os Warriors podem tentar convencer o Green a recusar a opção dele e assinar um novo contrato. Imagina só: menos dinheiro por ano, mas mais anos garantidos. Para um cara da idade dele, faz todo sentido, não acham?

    Fontes do time já deixaram claro que não têm nenhum plano de trocar o Draymond ou dar um pé na bunda dele. Sinceramente, eu acho que seria burrice. O cara já ganhou quatro títulos com essa camisa, conhece o sistema como ninguém, e ainda tem lenha para queimar.

    O que vocês acham? Green fica mesmo ou vai tentar a sorte em outro lugar? Na minha visão, com Curry ainda jogando em alto nível e Kerr confirmado, seria maluco ele não querer fazer parte dessa última dança dos Warriors.

  • LeBron compara Thunder atual com Warriors dos anos 2010

    LeBron compara Thunder atual com Warriors dos anos 2010

    Olha, quando o LeBron James fala sobre dinastias da NBA, a gente escuta. O cara já enfrentou praticamente tudo que é bom e ruim nessa liga nos últimos 23 anos — e agora ele tá vendo algo especial nascendo em Oklahoma City.

    Depois do jogo 3 das semifinais do Oeste no sábado, perguntaram pro King se esse Thunder atual lembra os Bulls dos anos 90 ou os Warriors da década de 2010. A resposta dele foi direta:

    “Eles são absurdamente bons de cima a baixo. Não tiram o pé do acelerador”, disse LeBron.

    O peso da opinião de quem já viu de tudo

    Cara, pensa bem: LeBron enfrentou a dinastia dos Spurs nos anos 2000, bateu de frente com os Warriors do Curry na década de 2010 (inclusive levou aquele 3-1 histórico), e agora tá vendo esse Thunder jovem crescer. Quando um cara com essa experiência faz uma comparação dessas, é porque a coisa tá séria mesmo.

    E sinceramente? Faz todo sentido. Esse Oklahoma City tem uma profundidade de elenco que dá medo. Shai Gilgeous-Alexander comandando, mas todo mundo contribui. É aquela coisa de time que não depende só de um cara — lembra muito os Warriors mesmo.

    Lakers tentando sobreviver

    Claro que o LeBron não tá falando isso por acaso. Os Lakers tão 3-0 pra baixo na série, praticamente eliminados. No jogo 3, Los Angeles até conseguiu liderar no intervalo (pelo segundo jogo seguido), mas aí veio o Thunder no segundo tempo e meteu 74 a 49 nos últimos 24 minutos. Monstruoso.

    Rui Hachimura foi o cestinha dos Lakers com 21 pontos, LeBron fez 19 com 8 assistências, mas não adiantou. O Thunder simplesmente não dá sossego — é exatamente isso que o King quis dizer com “não tiram o pé do acelerador”.

    E aí, vocês acham que esse Thunder realmente tem potencial pra ser a próxima dinastia da NBA? Porque pelo jeito que as coisas tão andando, a gente pode tá vendo o início de algo grande em Oklahoma City. O jogo 4 é na segunda-feira, e se os Lakers não conseguirem reagir, vai ser varredura mesmo.

  • Steve Kerr renova com Warriors por mais 2 anos – aposentadoria fica pra depois

    Steve Kerr renova com Warriors por mais 2 anos – aposentadoria fica pra depois

    Olha, eu confesso que achei que o Steve Kerr ia pendurar as chuteiras depois dessa última temporada meio morna dos Warriors. Mas não — o cara acaba de renovar por mais dois anos com Golden State e vai continuar sendo o técnico mais bem pago da NBA.

    Aos 60 anos, Kerr claramente ainda tem fogo no rabo pra continuar comandando a franquia que ele transformou numa dinastia. E sinceramente? Faz todo sentido. Quatro títulos desde 2014-15 não é brincadeira, mesmo que os últimos anos tenham sido meio decepcionantes.

    O contrato que mantém tudo na família

    A renovação por dois anos significa que Kerr vai poder treinar o Steph Curry por pelo menos mais uma temporada completa — já que o Baby Faced Assassin tem contrato até 2026-27. Essa dupla simplesmente não pode se separar ainda, né não?

    O valor exato do novo contrato não foi divulgado, mas a ESPN confirmou que Kerr vai continuar sendo o técnico mais bem pago da liga. Na temporada passada, ele embolsou US$ 17,5 milhões. Monstro, né? Mas convenhamos, com quatro anéis no currículo, o cara merece.

    Entre altos e baixos, ainda é referência

    Não vou mentir — os Warriors perderam um pouco do brilho nos últimos anos. Ficaram fora dos playoffs em duas das últimas três temporadas, coisa que ninguém imaginava acontecer com essa geração dourada. Mas cara, 957 vitórias em 604 derrotas na carreira? Oito aparições nos playoffs em 12 temporadas?

    Esses números não mentem. Kerr construiu algo especial em San Francisco, e mesmo com o time envelhecendo, ainda tem muito a oferecer. O cara estudou na escola do Phil Jackson como jogador e absorveu tudo — sabe como lidar com estrelas e como manter um vestiário unido.

    E aí, vocês acham que Kerr consegue levar os Warriors de volta ao topo? Ou essa renovação é só pra dar uma última chance pro core histórico do time? Uma coisa é certa: com Curry ainda jogando em alto nível e Kerr comandando, nunca dá pra descartar Golden State completamente.

  • Draymond detona narrativa: ‘Jogo 7 do Embiid não foi histórico’

    Draymond detona narrativa: ‘Jogo 7 do Embiid não foi histórico’

    Olha, o Draymond Green simplesmente não engoliu toda essa empolgação em torno da performance do Joel Embiid no Jogo 7 contra os Celtics. E cara, ele não tá errado não.

    O Embiid mandou bem pra caramba — 34 pontos, 12 rebotes e 6 assistências na vitória por 109-100 que levou os Sixers pra segunda rodada dos playoffs. Mas o Draymond foi direto ao ponto: “Galera tá perguntando se esse foi um jogo histórico pro Embiid, e eu falo não, de jeito nenhum”.

    A bronca do veterano faz sentido

    Sinceramente? O Draymond tem razão. Como que um cara do calibre do Embiid — MVP da liga, medalhista olímpico, All-Star perene — vai ter um “jogo histórico” na primeira rodada? Não faz sentido.

    “Joel Embiid é um jogador incrível por todas essas razões que eu mencionei. Mas justamente por isso, um jogo de primeira rodada, não importa se é Jogo 7 ou Jogo 2… continua sendo primeira rodada”, disparou o veterano do Warriors no seu podcast.

    E aí, vocês concordam com essa? Porque na minha visão, o Draymond tocou num ponto crucial: pra um cara do nível do Embiid ter jogos realmente históricos, ele precisa chegar nas finais de conferência e quem sabe nas Finais da NBA.

    O histórico que pesa

    Aqui que a coisa fica complicada pro gigante dos Sixers. Em oito aparições de primeira rodada pela franquia da Filadélfia, o cara tem médias absurdas: 26.4 pontos, 10.7 rebotes e 3.6 assistências. Os Sixers têm um record de 6-2 nessas séries.

    Mas aí vem o problema: 0-5 na segunda rodada. Zero e cinco! Desde que entrou na liga em 2014, o Embiid nunca chegou nas finais de conferência.

    “Eu odeio quando tentam armar cilada pros caras, falando ‘ah, esse é um jogo histórico pro Joel Embiid’, só pra depois tentar derrubar ele nas próximas semanas”, continuou o Draymond. E cara, ele tá certo — essa narrativa é meio cruel mesmo.

    O mais interessante é que essa foi a primeira vez que os Sixers do Embiid conseguiram bater os Celtics nos playoffs depois de perder três vezes antes. Agora eles encaram os Knicks na segunda rodada, e aí sim a coisa fica séria.

    Draymond fechou com chave de ouro: “Se a Filadélfia perder essa série, ninguém vai falar no verão ‘ah, mas o Joel teve um jogo histórico na primeira rodada’. A conversa vai ser ‘Joel Embiid não consegue ganhar de novo, Sixers precisam desmanchar o time’.”

    Duro, mas real. O que vocês acham — o veterão foi muito cruel ou só falou a verdade?

  • Thunder destruiu os Suns e salvou os Warriors de um vexame épico

    Thunder destruiu os Suns e salvou os Warriors de um vexame épico

    Cara, o Thunder acabou de varrer os Suns dos playoffs como quem varre migalha da mesa, e em algum lugar na Califórnia, os torcedores dos Warriors suspiraram aliviados pela primeira vez desde abril.

    Pensa só no que quase rolou. Os Warriors se arrastaram por uma temporada de 37-45 vitórias cheia de lesões, conseguiram chegar no play-in e perderam pra esses mesmos Suns por 15 pontos. O Jalen Green meteu 36 pontos sem nem suar enquanto o Steph passou a noite toda correndo atrás do arremesso e nunca encontrou. Phoenix foi o carrasco. E o carrasco acabou de ser executado.

    Pelo melhor time da liga.

    SGA mostrou quem manda

    O Thunder não só ganhou dos Suns na primeira rodada — eles humilharam, varreram limpo, e fizeram isso com uma tranquilidade que deixa qualquer outro elenco se sentindo constrangido olhando pro próprio espelho. Oklahoma City ganhou 20 dos últimos 27 jogos de playoff por uma diferença combinada de +261 pontos. Esse é o nível dos Warriors de 2017-2018, dos Lakers do Magic e dos Cavs do LeBron. É nessa conversa que o Shai Gilgeous-Alexander tá agora.

    Na minha visão, essa máquina do Thunder é exatamente onde os Warriors teriam se estatelado de cara.

    E olha, eu sei que milagres acontecem. O “We Believe” foi real, Baron Davis sobre o Dallas foi documentado e ainda vive na memória de qualquer fã da NBA. Oitavas cabeças podem ganhar série da primeira rodada. A arquitetura de uma série de sete jogos sempre deixa espaço pro caos.

    Mas esses Warriors não são aqueles de 2007

    Esse elenco de Golden State em 2026 não é a turma de 2007. Baron Davis tinha juventude, raiva e um adversário que não viu eles chegando. Esta versão dos Warriors tinha um Steph machucado, sem Moses Moody, sem Jimmy Butler, e um monte de jogador ainda tentando descobrir quem é quando a pressão aperta.

    Sinceramente? Enfrentar o OKC na primeira rodada não seria um milagre esperando pra acontecer. Seria caixão fechado.

    A filosofia dessa franquia sempre foi sobre saber quando você tá construído pra competir e quando tá só pra sobreviver. Esta foi uma temporada de sobrevivência. Todas aquelas lesões garantiram que os Warriors sempre estiveram jogando pela offseason, pelas decisões de elenco que viriam, pelo que vem depois.

    Ser eliminado no play-in dói. Mas ser varrido pelo Thunder na primeira rodada, na frente de uma audiência nacional dos playoffs? Isso doeria diferente — o tipo de dor que deixa marca na percepção entrando numa offseason decisiva.

    E aí, vocês acham que os Warriors aguentariam a pressão contra esse Thunder monstro? Dub Nation não precisou descobrir. Os Suns levaram essa pela equipe. Quietinhos. Piedosamente. Em quatro jogos.

    Obrigado, Phoenix — vocês se sacrificaram pelo bem maior!