Tag: dinastia Warriors

  • Warriors aproveitaram o Draft pra sondar sobre o Giannis

    Warriors aproveitaram o Draft pra sondar sobre o Giannis

    Olha, quando vi que o Warriors mandou o Larry Harris representar eles no Draft Lottery domingo passado, achei meio estranho. Claro, o cara é de confiança — 18 anos com a franquia, sendo 10 como diretor de pessoal e GM assistente. Mas aí que tá: ele também passou 20 anos com o Milwaukee Bucks, sendo GM de 2003 a 2008.

    Agora faz sentido. Segundo o Jay Williams da ESPN, rolaram “várias conversas sobre o Giannis” no lottery, especificamente entre Bucks, Warriors e Miami Heat. Coincidência? Eu acho que não.

    O sonho dourado de Golden State

    Mano, o interesse do Warriors no Giannis Antetokounmpo não é novidade pra ninguém. Eles já estão de olho no Greek Freak há anos — sondando, conversando, testando as águas. E agora que os Bucks estão “abertos para negócios” com o astro, chegou a hora de partir pro ataque.

    Só que o lottery não ajudou muito. Warriors continuou com a 11ª pick, e o Heat também não subiu. Uma escolha no top 4 teria adoçado qualquer pacote pelo Giannis, ainda mais num draft com consenso claro nos quatro primeiros: AJ Dybantsa, Darryn Peterson, Cameron Boozer e Caleb Wilson.

    Faz sentido mesmo?

    É óbvio por que o Warriors quer o Giannis. A questão é: por que o Giannis iria querer um Warriors que ficou abaixo de 50% de aproveitamento e perdeu os playoffs na temporada passada? Mesmo com toda a admiração que ele tem pelo Steph Curry.

    Por mais que o Larry Harris tenha conexões fortíssimas no front office dos Bucks, ele não vai conseguir transformar um pacote encabeçado por Draymond Green, Brandin Podziemski e a 11ª pick de 2026 numa proposta melhor que vários outros times podem oferecer.

    Mas sinceramente? O Warriors não tem muitas opções melhores se quiser aproveitar o resto da carreira do Steph. E convenhamos — trocar pelo Giannis parece mais provável que convencer o LeBron a aceitar um corte salarial gigante pra se mudar 560 km pro norte.

    Ainda é cedo pra movimentações grandes, mas como dizia o rei do rock: menos conversa, mais ação. E vocês, acham que o Warriors tem munição suficiente pra tirar o Giannis de Milwaukee?

  • Com Kerr ficando, Draymond Green deve mesmo continuar nos Warriors

    Com Kerr ficando, Draymond Green deve mesmo continuar nos Warriors

    Olha, quando o Steve Kerr renovou por mais dois anos com o Golden State Warriors, eu já imaginava que isso ia mexer com outras peças do quebra-cabeça. E não é que tá acontecendo exatamente o que eu pensei? O Draymond Green agora tem muito mais chances de ficar na baía.

    A situação é a seguinte: Green tem uma opção de jogador de US$ 27,7 milhões para a próxima temporada. Até o dia 29 de junho ele precisa decidir se fica com essa grana garantida ou se vira agente livre irrestrito. Mas aqui entre nós — com Kerr confirmado, seria loucura ele sair, né?

    A química Kerr-Green é real demais

    Cara, quem acompanha a NBA sabe que a relação entre esses dois é especial. O próprio Kerr trata o Draymond como um técnico assistente dentro de quadra. É aquele tipo de liderança que você não encontra em qualquer lugar.

    E vamos combinar: Green pode ser chatão às vezes (quem nunca se irritou com as discussões dele com os árbitros?), mas o cara é um defensor de elite. Ainda. Mesmo aos 34 anos, ele continua sendo aquele cara que consegue defender do pivot até o armador, fazer a defesa funcionar e ainda distribuir umas assistências absurdas.

    O jogo do dinheiro

    Agora, a parte interessante é que os Warriors podem tentar convencer o Green a recusar a opção dele e assinar um novo contrato. Imagina só: menos dinheiro por ano, mas mais anos garantidos. Para um cara da idade dele, faz todo sentido, não acham?

    Fontes do time já deixaram claro que não têm nenhum plano de trocar o Draymond ou dar um pé na bunda dele. Sinceramente, eu acho que seria burrice. O cara já ganhou quatro títulos com essa camisa, conhece o sistema como ninguém, e ainda tem lenha para queimar.

    O que vocês acham? Green fica mesmo ou vai tentar a sorte em outro lugar? Na minha visão, com Curry ainda jogando em alto nível e Kerr confirmado, seria maluco ele não querer fazer parte dessa última dança dos Warriors.

  • LeBron compara Thunder atual com Warriors dos anos 2010

    LeBron compara Thunder atual com Warriors dos anos 2010

    Olha, quando o LeBron James fala sobre dinastias da NBA, a gente escuta. O cara já enfrentou praticamente tudo que é bom e ruim nessa liga nos últimos 23 anos — e agora ele tá vendo algo especial nascendo em Oklahoma City.

    Depois do jogo 3 das semifinais do Oeste no sábado, perguntaram pro King se esse Thunder atual lembra os Bulls dos anos 90 ou os Warriors da década de 2010. A resposta dele foi direta:

    “Eles são absurdamente bons de cima a baixo. Não tiram o pé do acelerador”, disse LeBron.

    O peso da opinião de quem já viu de tudo

    Cara, pensa bem: LeBron enfrentou a dinastia dos Spurs nos anos 2000, bateu de frente com os Warriors do Curry na década de 2010 (inclusive levou aquele 3-1 histórico), e agora tá vendo esse Thunder jovem crescer. Quando um cara com essa experiência faz uma comparação dessas, é porque a coisa tá séria mesmo.

    E sinceramente? Faz todo sentido. Esse Oklahoma City tem uma profundidade de elenco que dá medo. Shai Gilgeous-Alexander comandando, mas todo mundo contribui. É aquela coisa de time que não depende só de um cara — lembra muito os Warriors mesmo.

    Lakers tentando sobreviver

    Claro que o LeBron não tá falando isso por acaso. Os Lakers tão 3-0 pra baixo na série, praticamente eliminados. No jogo 3, Los Angeles até conseguiu liderar no intervalo (pelo segundo jogo seguido), mas aí veio o Thunder no segundo tempo e meteu 74 a 49 nos últimos 24 minutos. Monstruoso.

    Rui Hachimura foi o cestinha dos Lakers com 21 pontos, LeBron fez 19 com 8 assistências, mas não adiantou. O Thunder simplesmente não dá sossego — é exatamente isso que o King quis dizer com “não tiram o pé do acelerador”.

    E aí, vocês acham que esse Thunder realmente tem potencial pra ser a próxima dinastia da NBA? Porque pelo jeito que as coisas tão andando, a gente pode tá vendo o início de algo grande em Oklahoma City. O jogo 4 é na segunda-feira, e se os Lakers não conseguirem reagir, vai ser varredura mesmo.

  • Steve Kerr renova com Warriors por mais 2 anos – aposentadoria fica pra depois

    Steve Kerr renova com Warriors por mais 2 anos – aposentadoria fica pra depois

    Olha, eu confesso que achei que o Steve Kerr ia pendurar as chuteiras depois dessa última temporada meio morna dos Warriors. Mas não — o cara acaba de renovar por mais dois anos com Golden State e vai continuar sendo o técnico mais bem pago da NBA.

    Aos 60 anos, Kerr claramente ainda tem fogo no rabo pra continuar comandando a franquia que ele transformou numa dinastia. E sinceramente? Faz todo sentido. Quatro títulos desde 2014-15 não é brincadeira, mesmo que os últimos anos tenham sido meio decepcionantes.

    O contrato que mantém tudo na família

    A renovação por dois anos significa que Kerr vai poder treinar o Steph Curry por pelo menos mais uma temporada completa — já que o Baby Faced Assassin tem contrato até 2026-27. Essa dupla simplesmente não pode se separar ainda, né não?

    O valor exato do novo contrato não foi divulgado, mas a ESPN confirmou que Kerr vai continuar sendo o técnico mais bem pago da liga. Na temporada passada, ele embolsou US$ 17,5 milhões. Monstro, né? Mas convenhamos, com quatro anéis no currículo, o cara merece.

    Entre altos e baixos, ainda é referência

    Não vou mentir — os Warriors perderam um pouco do brilho nos últimos anos. Ficaram fora dos playoffs em duas das últimas três temporadas, coisa que ninguém imaginava acontecer com essa geração dourada. Mas cara, 957 vitórias em 604 derrotas na carreira? Oito aparições nos playoffs em 12 temporadas?

    Esses números não mentem. Kerr construiu algo especial em San Francisco, e mesmo com o time envelhecendo, ainda tem muito a oferecer. O cara estudou na escola do Phil Jackson como jogador e absorveu tudo — sabe como lidar com estrelas e como manter um vestiário unido.

    E aí, vocês acham que Kerr consegue levar os Warriors de volta ao topo? Ou essa renovação é só pra dar uma última chance pro core histórico do time? Uma coisa é certa: com Curry ainda jogando em alto nível e Kerr comandando, nunca dá pra descartar Golden State completamente.

  • Draymond detona narrativa: ‘Jogo 7 do Embiid não foi histórico’

    Draymond detona narrativa: ‘Jogo 7 do Embiid não foi histórico’

    Olha, o Draymond Green simplesmente não engoliu toda essa empolgação em torno da performance do Joel Embiid no Jogo 7 contra os Celtics. E cara, ele não tá errado não.

    O Embiid mandou bem pra caramba — 34 pontos, 12 rebotes e 6 assistências na vitória por 109-100 que levou os Sixers pra segunda rodada dos playoffs. Mas o Draymond foi direto ao ponto: “Galera tá perguntando se esse foi um jogo histórico pro Embiid, e eu falo não, de jeito nenhum”.

    A bronca do veterano faz sentido

    Sinceramente? O Draymond tem razão. Como que um cara do calibre do Embiid — MVP da liga, medalhista olímpico, All-Star perene — vai ter um “jogo histórico” na primeira rodada? Não faz sentido.

    “Joel Embiid é um jogador incrível por todas essas razões que eu mencionei. Mas justamente por isso, um jogo de primeira rodada, não importa se é Jogo 7 ou Jogo 2… continua sendo primeira rodada”, disparou o veterano do Warriors no seu podcast.

    E aí, vocês concordam com essa? Porque na minha visão, o Draymond tocou num ponto crucial: pra um cara do nível do Embiid ter jogos realmente históricos, ele precisa chegar nas finais de conferência e quem sabe nas Finais da NBA.

    O histórico que pesa

    Aqui que a coisa fica complicada pro gigante dos Sixers. Em oito aparições de primeira rodada pela franquia da Filadélfia, o cara tem médias absurdas: 26.4 pontos, 10.7 rebotes e 3.6 assistências. Os Sixers têm um record de 6-2 nessas séries.

    Mas aí vem o problema: 0-5 na segunda rodada. Zero e cinco! Desde que entrou na liga em 2014, o Embiid nunca chegou nas finais de conferência.

    “Eu odeio quando tentam armar cilada pros caras, falando ‘ah, esse é um jogo histórico pro Joel Embiid’, só pra depois tentar derrubar ele nas próximas semanas”, continuou o Draymond. E cara, ele tá certo — essa narrativa é meio cruel mesmo.

    O mais interessante é que essa foi a primeira vez que os Sixers do Embiid conseguiram bater os Celtics nos playoffs depois de perder três vezes antes. Agora eles encaram os Knicks na segunda rodada, e aí sim a coisa fica séria.

    Draymond fechou com chave de ouro: “Se a Filadélfia perder essa série, ninguém vai falar no verão ‘ah, mas o Joel teve um jogo histórico na primeira rodada’. A conversa vai ser ‘Joel Embiid não consegue ganhar de novo, Sixers precisam desmanchar o time’.”

    Duro, mas real. O que vocês acham — o veterão foi muito cruel ou só falou a verdade?

  • Thunder destruiu os Suns e salvou os Warriors de um vexame épico

    Thunder destruiu os Suns e salvou os Warriors de um vexame épico

    Cara, o Thunder acabou de varrer os Suns dos playoffs como quem varre migalha da mesa, e em algum lugar na Califórnia, os torcedores dos Warriors suspiraram aliviados pela primeira vez desde abril.

    Pensa só no que quase rolou. Os Warriors se arrastaram por uma temporada de 37-45 vitórias cheia de lesões, conseguiram chegar no play-in e perderam pra esses mesmos Suns por 15 pontos. O Jalen Green meteu 36 pontos sem nem suar enquanto o Steph passou a noite toda correndo atrás do arremesso e nunca encontrou. Phoenix foi o carrasco. E o carrasco acabou de ser executado.

    Pelo melhor time da liga.

    SGA mostrou quem manda

    O Thunder não só ganhou dos Suns na primeira rodada — eles humilharam, varreram limpo, e fizeram isso com uma tranquilidade que deixa qualquer outro elenco se sentindo constrangido olhando pro próprio espelho. Oklahoma City ganhou 20 dos últimos 27 jogos de playoff por uma diferença combinada de +261 pontos. Esse é o nível dos Warriors de 2017-2018, dos Lakers do Magic e dos Cavs do LeBron. É nessa conversa que o Shai Gilgeous-Alexander tá agora.

    Na minha visão, essa máquina do Thunder é exatamente onde os Warriors teriam se estatelado de cara.

    E olha, eu sei que milagres acontecem. O “We Believe” foi real, Baron Davis sobre o Dallas foi documentado e ainda vive na memória de qualquer fã da NBA. Oitavas cabeças podem ganhar série da primeira rodada. A arquitetura de uma série de sete jogos sempre deixa espaço pro caos.

    Mas esses Warriors não são aqueles de 2007

    Esse elenco de Golden State em 2026 não é a turma de 2007. Baron Davis tinha juventude, raiva e um adversário que não viu eles chegando. Esta versão dos Warriors tinha um Steph machucado, sem Moses Moody, sem Jimmy Butler, e um monte de jogador ainda tentando descobrir quem é quando a pressão aperta.

    Sinceramente? Enfrentar o OKC na primeira rodada não seria um milagre esperando pra acontecer. Seria caixão fechado.

    A filosofia dessa franquia sempre foi sobre saber quando você tá construído pra competir e quando tá só pra sobreviver. Esta foi uma temporada de sobrevivência. Todas aquelas lesões garantiram que os Warriors sempre estiveram jogando pela offseason, pelas decisões de elenco que viriam, pelo que vem depois.

    Ser eliminado no play-in dói. Mas ser varrido pelo Thunder na primeira rodada, na frente de uma audiência nacional dos playoffs? Isso doeria diferente — o tipo de dor que deixa marca na percepção entrando numa offseason decisiva.

    E aí, vocês acham que os Warriors aguentariam a pressão contra esse Thunder monstro? Dub Nation não precisou descobrir. Os Suns levaram essa pela equipe. Quietinhos. Piedosamente. Em quatro jogos.

    Obrigado, Phoenix — vocês se sacrificaram pelo bem maior!

  • California Classic volta em julho com os rookies de 2026

    California Classic volta em julho com os rookies de 2026

    Galera, chegou a época mais gostosa do ano para quem é viciado em basquete — a Summer League tá chegando! E o California Classic, aquele torneio que sempre abre a temporada de verão da NBA, confirmou sua oitava edição para julho.

    Olha, eu sempre fico animado com essa competição porque é onde a gente vê os calouros do Draft tentando provar que merecem uma vaga no roster principal. Esse ano não vai ser diferente — os rookies de 2026 vão estar lá suando a camisa junto com jogadores de segundo ano e outros atletas que estão correndo atrás de um lugar ao sol na NBA ou na G-League.

    Duas cidades, um só objetivo

    O formato continua o mesmo que já deu certo: três dias de jogos divididos entre Sacramento e San Francisco, de 3 a 6 de julho. Sinceramente, acho genial essa ideia de usar as duas arenas — Chase Center e Golden 1 Center ficam lotados e o público californiano ama esse negócio.

    Os times confirmados são Warriors, Lakers, Heat, Spurs, Kings, Nets e Bucks. Ou seja, vai ter show garantido. E olha que clássico: no dia 5, Kings e Warriors se enfrentam em Sacramento pelo Troféu Mitch Richmond. Vocês lembram do Mitch? Que jogador era esse cara.

    Programação completa pra não perder nada

    A briga começa no dia 3 com Heat contra Spurs às 17h no Chase Center, seguido de Warriors e Lakers às 19h30. No sábado (4), a ação migra pra Sacramento com Warriors x Bucks ao meio-dia e Kings x Nets às 14h.

    O domingo (5) promete ser insano — quatro jogos no mesmo dia! Destaque para aquele Kings x Warriors às 14h que eu já mencionei. Na segunda (6), mais quatro partidas fecham o torneio, incluindo Spurs x Lakers que pode ser uma prévia interessante da temporada regular.

    Uma coisa que me incomoda um pouco: os jogos do dia 6 no Chase Center só vão passar na TV, sem público na arena. Meio estranho isso, mas enfim.

    Os ingressos já estão à venda nos sites oficiais dos times. Quem tá pensando em ir, corre atrás porque Summer League sempre lota — principalmente quando tem Lakers e Warriors no meio. E vocês, já estão marcando na agenda? Qual rookie de 2026 acham que vai roubar a cena?

  • Warriors no Draft 2026: quem vai ser o próximo garoto de ouro?

    Warriors no Draft 2026: quem vai ser o próximo garoto de ouro?

    Olha só, galera — enquanto todo mundo tá vidrado nos playoffs, eu aqui já tô pensando no futuro dos Warriors. E que futuro complicado, né? Com o Curry fazendo 38 anos e toda essa indefinição sobre o Klay e o Draymond, o Draft 2026 pode ser crucial pra franquia.

    Os Dubs têm a 11ª escolha geral (assumindo que não vão subir na loteria, que tem só 9,4% de chance). Sinceramente, acho que eles precisam acertar em cheio dessa vez — não dá pra desperdiçar mais uma chance dessas.

    Os nomes que estão bombando

    O Jeremy Woo da ESPN tá apostando no Karim Lopez, um ala neozelandês de apenas 19 anos que jogou pelos New Zealand Breakers. O cara fez 11,9 pontos e 6,1 rebotes por jogo, mas o arremesso de 3 tá meio travado (32,6%). A vantagem? É novo e tem experiência internacional — algo que pode encaixar bem no sistema dos Warriors.

    Já o pessoal do The Ringer vê os Warriors pegando o Labaron Philon Jr., armador do Alabama que é pura raça. 22 pontos, 5 assistências por jogo e — olha que absurdo — 39,9% de aproveitamento do perímetro! Esse moleque tem cara de quem não treme na hora do aperto.

    Agora, tem uma escolha mais ousada: Yaxel Lendeborg, do Michigan. O cara já vai fazer 24 anos quando a temporada começar (velho pra um calouro), mas porra, que jogador completo. Campeão nacional, All-American, jogador do ano da Big 10… É daqueles que chega e já pode contribuir de cara.

    Minha opinião? Warriors precisam de impacto imediato

    Vou ser sincero com vocês: acho que os Warriors não têm mais tempo pra desenvolver projeto. O Curry tá no finalzinho da carreira dele, e desperdiçar mais 2-3 anos esperando um moleque crescer não faz sentido.

    Por isso, se fosse eu escolhendo, ia no Lendeborg. Sim, ele é “velho”, mas é exatamente o tipo de jogador versátil que funciona no sistema do Steve Kerr. E convenhamos — o Draymond pode ensinar muito pra esse cara sobre como jogar sem a bola e fazer os outros melhores.

    Claro, o sonho mesmo seria subir na loteria e pegar um dos quatro grandes nomes do Draft. Mas conhecendo a sorte dos Warriors ultimamente… melhor nem sonhar alto demais, né?

    E aí, quem vocês acham que seria a melhor opção pros Warriors? Juventude ou experiência?

  • Kerr em dilema: sair dos Warriors seria fácil se Curry se aposentasse

    Kerr em dilema: sair dos Warriors seria fácil se Curry se aposentasse

    Cara, que situação complicada essa do Steve Kerr nos Warriors. O técnico tá literalmente em cima do muro sobre voltar na próxima temporada, e a razão é simples: Curry e Draymond ainda vão continuar jogando.

    Numa entrevista bem pessoal pro New Yorker, Kerr foi transparente sobre o dilema. E olha, eu entendo completamente o cara. Imagina você sendo técnico de uma dinastia que já deu o que tinha que dar, mas ainda tem dois caras históricos no elenco que não querem parar.

    O peso da lealdade

    “Se o Steph e o Draymond estivessem se aposentando esse ano, seria uma decisão fácil: a gente sairia junto e a organização seguiria seu novo caminho”, disse Kerr. Mas não é tão simples assim. O Curry ainda joga em alto nível quando tá saudável e quer renovar contrato. O Draymond também tem mais um ano.

    E aí fica aquela: como você abandona caras que foram fundamentais pra você ganhar quatro títulos? Kerr deixou claro que não quer “abandonar esses caras”. A lealdade no basquete é rara hoje em dia, então respeito demais essa posição dele.

    Sinceramente, acho que o técnico tá certo em hesitar. Os Warriors ganharam o último título em 2022, mas de lá pra cá foram só duas séries de playoffs vencidas em quatro temporadas. Duas vezes nem chegaram nos playoffs. É duro de engolir.

    Warriors ainda sonham alto

    O mais interessante é que a diretoria continua tentando trades bombásticos – rolaram rumores do Giannis e do Kawhi Leonard. Mas será que vale a pena trocar várias escolhas de primeira rodada pra tentar uma última corrida? Eu tenho minhas dúvidas.

    O próprio Kerr reconhece que “a maioria das passagens de técnicos dura um certo tempo, e depois é melhor pra todo mundo seguir em frente”. A questão é: chegou a hora?

    Na minha opinião, se o Curry realmente quer jogar mais alguns anos e ainda tem gás no tanque, faz sentido o Kerr ficar. Eles construíram algo especial juntos. Mas se for só pra sofrer mais algumas temporadas medianas… aí complica.

    Vocês acham que o Kerr deveria apostar mais alguns anos com essa dupla ou é hora de partir pra outra? As conversas vão rolar nas próximas semanas e, como ele mesmo disse, “vai acabar bem” de qualquer forma. Tomara que sim.

  • Warriors no limbo: rebuild seria o certo, mas é quase impossível

    Warriors no limbo: rebuild seria o certo, mas é quase impossível

    Olha, eu vou ser sincero com vocês: ver os Warriors nessa situação é de partir o coração. Eliminados no Play-In, com Curry machucado na reta final… é difícil aceitar que a dinastia dourada chegou nesse ponto.

    O insider da ESPN Anthony Slater falou uma verdade que dói: se fosse num videogame, todo mundo já tinha apertado o botão do rebuild total faz tempo. Trocar todos os caras bons por picks, começar do zero, contratar um técnico jovem tipo o Jordi Fernandez. Faz sentido no papel, né?

    O problema é que a vida real não é NBA 2K

    Mas aí que tá o X da questão — como diabos você vai explicar pro Curry que precisa reconstruir tudo quando o cara ainda joga pra caramba? É tipo falar pro Pelé em 77 que era hora de aposentar. Não rola.

    Na minha visão, os Warriors tão presos numa sinuca de bico. Por um lado, todo mundo sabe que esse elenco atual não vai longe no Oeste que tá cada vez mais selvagem. Por outro, você tem o maior arremessador da história ainda produzindo. Como você resolve isso?

    E aí que as lesões do Jimmy Butler e do Moody complicaram ainda mais as coisas. Segundo o Slater, vários dirigentes da franquia falaram pra ele que essas contusões “mudaram tudo” — imagino que tenham mostrado como o time é frágil quando não tem profundidade.

    Steve Kerr no olho do furacão

    Agora o Kerr vai se reunir com o Mike Dunleavy e toda a diretoria. Cara, imagina essa conversa. O técnico que ganhou 4 títulos tendo que ouvir que talvez seja hora de uma reformulação completa.

    Sinceramente? Eu acho que os Warriors vão tentar mais uma temporada com ajustes pontuais. Não porque é a decisão certa, mas porque é humanamente impossível começar um rebuild com o Curry ainda no auge. É como ter um Ferrari na garagem e decidir andar de bicicleta.

    Vocês acham que Golden State tem coragem de fazer o rebuild enquanto o Curry ainda pode jogar em alto nível? Eu tenho minhas dúvidas. E talvez essa indecisão seja exatamente o que vai afundar de vez essa franquia histórica.