Tag: dinastia Warriors

  • California Classic volta em julho com os rookies de 2026

    California Classic volta em julho com os rookies de 2026

    Galera, chegou a época mais gostosa do ano para quem é viciado em basquete — a Summer League tá chegando! E o California Classic, aquele torneio que sempre abre a temporada de verão da NBA, confirmou sua oitava edição para julho.

    Olha, eu sempre fico animado com essa competição porque é onde a gente vê os calouros do Draft tentando provar que merecem uma vaga no roster principal. Esse ano não vai ser diferente — os rookies de 2026 vão estar lá suando a camisa junto com jogadores de segundo ano e outros atletas que estão correndo atrás de um lugar ao sol na NBA ou na G-League.

    Duas cidades, um só objetivo

    O formato continua o mesmo que já deu certo: três dias de jogos divididos entre Sacramento e San Francisco, de 3 a 6 de julho. Sinceramente, acho genial essa ideia de usar as duas arenas — Chase Center e Golden 1 Center ficam lotados e o público californiano ama esse negócio.

    Os times confirmados são Warriors, Lakers, Heat, Spurs, Kings, Nets e Bucks. Ou seja, vai ter show garantido. E olha que clássico: no dia 5, Kings e Warriors se enfrentam em Sacramento pelo Troféu Mitch Richmond. Vocês lembram do Mitch? Que jogador era esse cara.

    Programação completa pra não perder nada

    A briga começa no dia 3 com Heat contra Spurs às 17h no Chase Center, seguido de Warriors e Lakers às 19h30. No sábado (4), a ação migra pra Sacramento com Warriors x Bucks ao meio-dia e Kings x Nets às 14h.

    O domingo (5) promete ser insano — quatro jogos no mesmo dia! Destaque para aquele Kings x Warriors às 14h que eu já mencionei. Na segunda (6), mais quatro partidas fecham o torneio, incluindo Spurs x Lakers que pode ser uma prévia interessante da temporada regular.

    Uma coisa que me incomoda um pouco: os jogos do dia 6 no Chase Center só vão passar na TV, sem público na arena. Meio estranho isso, mas enfim.

    Os ingressos já estão à venda nos sites oficiais dos times. Quem tá pensando em ir, corre atrás porque Summer League sempre lota — principalmente quando tem Lakers e Warriors no meio. E vocês, já estão marcando na agenda? Qual rookie de 2026 acham que vai roubar a cena?

  • Warriors no Draft 2026: quem vai ser o próximo garoto de ouro?

    Warriors no Draft 2026: quem vai ser o próximo garoto de ouro?

    Olha só, galera — enquanto todo mundo tá vidrado nos playoffs, eu aqui já tô pensando no futuro dos Warriors. E que futuro complicado, né? Com o Curry fazendo 38 anos e toda essa indefinição sobre o Klay e o Draymond, o Draft 2026 pode ser crucial pra franquia.

    Os Dubs têm a 11ª escolha geral (assumindo que não vão subir na loteria, que tem só 9,4% de chance). Sinceramente, acho que eles precisam acertar em cheio dessa vez — não dá pra desperdiçar mais uma chance dessas.

    Os nomes que estão bombando

    O Jeremy Woo da ESPN tá apostando no Karim Lopez, um ala neozelandês de apenas 19 anos que jogou pelos New Zealand Breakers. O cara fez 11,9 pontos e 6,1 rebotes por jogo, mas o arremesso de 3 tá meio travado (32,6%). A vantagem? É novo e tem experiência internacional — algo que pode encaixar bem no sistema dos Warriors.

    Já o pessoal do The Ringer vê os Warriors pegando o Labaron Philon Jr., armador do Alabama que é pura raça. 22 pontos, 5 assistências por jogo e — olha que absurdo — 39,9% de aproveitamento do perímetro! Esse moleque tem cara de quem não treme na hora do aperto.

    Agora, tem uma escolha mais ousada: Yaxel Lendeborg, do Michigan. O cara já vai fazer 24 anos quando a temporada começar (velho pra um calouro), mas porra, que jogador completo. Campeão nacional, All-American, jogador do ano da Big 10… É daqueles que chega e já pode contribuir de cara.

    Minha opinião? Warriors precisam de impacto imediato

    Vou ser sincero com vocês: acho que os Warriors não têm mais tempo pra desenvolver projeto. O Curry tá no finalzinho da carreira dele, e desperdiçar mais 2-3 anos esperando um moleque crescer não faz sentido.

    Por isso, se fosse eu escolhendo, ia no Lendeborg. Sim, ele é “velho”, mas é exatamente o tipo de jogador versátil que funciona no sistema do Steve Kerr. E convenhamos — o Draymond pode ensinar muito pra esse cara sobre como jogar sem a bola e fazer os outros melhores.

    Claro, o sonho mesmo seria subir na loteria e pegar um dos quatro grandes nomes do Draft. Mas conhecendo a sorte dos Warriors ultimamente… melhor nem sonhar alto demais, né?

    E aí, quem vocês acham que seria a melhor opção pros Warriors? Juventude ou experiência?

  • Kerr em dilema: sair dos Warriors seria fácil se Curry se aposentasse

    Kerr em dilema: sair dos Warriors seria fácil se Curry se aposentasse

    Cara, que situação complicada essa do Steve Kerr nos Warriors. O técnico tá literalmente em cima do muro sobre voltar na próxima temporada, e a razão é simples: Curry e Draymond ainda vão continuar jogando.

    Numa entrevista bem pessoal pro New Yorker, Kerr foi transparente sobre o dilema. E olha, eu entendo completamente o cara. Imagina você sendo técnico de uma dinastia que já deu o que tinha que dar, mas ainda tem dois caras históricos no elenco que não querem parar.

    O peso da lealdade

    “Se o Steph e o Draymond estivessem se aposentando esse ano, seria uma decisão fácil: a gente sairia junto e a organização seguiria seu novo caminho”, disse Kerr. Mas não é tão simples assim. O Curry ainda joga em alto nível quando tá saudável e quer renovar contrato. O Draymond também tem mais um ano.

    E aí fica aquela: como você abandona caras que foram fundamentais pra você ganhar quatro títulos? Kerr deixou claro que não quer “abandonar esses caras”. A lealdade no basquete é rara hoje em dia, então respeito demais essa posição dele.

    Sinceramente, acho que o técnico tá certo em hesitar. Os Warriors ganharam o último título em 2022, mas de lá pra cá foram só duas séries de playoffs vencidas em quatro temporadas. Duas vezes nem chegaram nos playoffs. É duro de engolir.

    Warriors ainda sonham alto

    O mais interessante é que a diretoria continua tentando trades bombásticos – rolaram rumores do Giannis e do Kawhi Leonard. Mas será que vale a pena trocar várias escolhas de primeira rodada pra tentar uma última corrida? Eu tenho minhas dúvidas.

    O próprio Kerr reconhece que “a maioria das passagens de técnicos dura um certo tempo, e depois é melhor pra todo mundo seguir em frente”. A questão é: chegou a hora?

    Na minha opinião, se o Curry realmente quer jogar mais alguns anos e ainda tem gás no tanque, faz sentido o Kerr ficar. Eles construíram algo especial juntos. Mas se for só pra sofrer mais algumas temporadas medianas… aí complica.

    Vocês acham que o Kerr deveria apostar mais alguns anos com essa dupla ou é hora de partir pra outra? As conversas vão rolar nas próximas semanas e, como ele mesmo disse, “vai acabar bem” de qualquer forma. Tomara que sim.

  • Warriors no limbo: rebuild seria o certo, mas é quase impossível

    Warriors no limbo: rebuild seria o certo, mas é quase impossível

    Olha, eu vou ser sincero com vocês: ver os Warriors nessa situação é de partir o coração. Eliminados no Play-In, com Curry machucado na reta final… é difícil aceitar que a dinastia dourada chegou nesse ponto.

    O insider da ESPN Anthony Slater falou uma verdade que dói: se fosse num videogame, todo mundo já tinha apertado o botão do rebuild total faz tempo. Trocar todos os caras bons por picks, começar do zero, contratar um técnico jovem tipo o Jordi Fernandez. Faz sentido no papel, né?

    O problema é que a vida real não é NBA 2K

    Mas aí que tá o X da questão — como diabos você vai explicar pro Curry que precisa reconstruir tudo quando o cara ainda joga pra caramba? É tipo falar pro Pelé em 77 que era hora de aposentar. Não rola.

    Na minha visão, os Warriors tão presos numa sinuca de bico. Por um lado, todo mundo sabe que esse elenco atual não vai longe no Oeste que tá cada vez mais selvagem. Por outro, você tem o maior arremessador da história ainda produzindo. Como você resolve isso?

    E aí que as lesões do Jimmy Butler e do Moody complicaram ainda mais as coisas. Segundo o Slater, vários dirigentes da franquia falaram pra ele que essas contusões “mudaram tudo” — imagino que tenham mostrado como o time é frágil quando não tem profundidade.

    Steve Kerr no olho do furacão

    Agora o Kerr vai se reunir com o Mike Dunleavy e toda a diretoria. Cara, imagina essa conversa. O técnico que ganhou 4 títulos tendo que ouvir que talvez seja hora de uma reformulação completa.

    Sinceramente? Eu acho que os Warriors vão tentar mais uma temporada com ajustes pontuais. Não porque é a decisão certa, mas porque é humanamente impossível começar um rebuild com o Curry ainda no auge. É como ter um Ferrari na garagem e decidir andar de bicicleta.

    Vocês acham que Golden State tem coragem de fazer o rebuild enquanto o Curry ainda pode jogar em alto nível? Eu tenho minhas dúvidas. E talvez essa indecisão seja exatamente o que vai afundar de vez essa franquia histórica.

  • Kerr deve deixar o Warriors: fim de uma era histórica?

    Kerr deve deixar o Warriors: fim de uma era histórica?

    Olha, eu já meio que sabia que esse momento ia chegar, mas mesmo assim dói. Steve Kerr provavelmente vai se despedir do Golden State Warriors depois de 12 anos construindo a dinastia mais insana que a NBA já viu nos últimos tempos.

    A eliminação na sexta-feira contra o Phoenix Suns no play-in parece ter sido realmente o fim da linha. E cara, não é por falta de grana — fontes da liga dizem que nem oferecendo 25 milhões por ano o convenceriam a ficar. Isso mostra que a decisão não é financeira, é emocional mesmo.

    A temporada que ninguém esperava

    Sinceramente, foi de partir o coração ver o que aconteceu com esse time nesta temporada. Jimmy Butler rasgou o ligamento e ficou fora 44 jogos, o Curry (nosso eterno ídolo) perdeu 39 partidas, e o Al Horford mais 37. Imaginem o Kerr tentando fazer mágica com isso?

    O cara usou 43 — QUARENTA E TRÊS — escalações diferentes durante a temporada. É surreal. É como tentar fazer um quebra-cabeça quando metade das peças estão sumindo toda hora.

    E o próprio Kerr foi honesto pra caramba na ESPN: disse que estava 50-50 sobre voltar ou não. Essa sinceridade me impressiona, porque mostra que ele realmente ama a organização mas também reconhece a realidade.

    O legado que fica

    Mano, o que esse homem construiu em Golden State vai ficar pra história. Chegou em 2014 e revolucionou o basquete com aquele “Death Lineup” que todo mundo tentou copiar depois. Quatro títulos da NBA. QUATRO! Transformou o Curry no maior arremessador de 3 de todos os tempos e fez a gente ver basquete de um jeito completamente diferente.

    Agora olha esse elenco atual… é triste comparar com aqueles times absurdos de 2015-2019. Não tem como, né? Os caras estão velhos, machucados, e claramente em transição pra uma reconstrução.

    A expectativa é que a decisão saia nos próximos dias, não semanas. E vocês acham que ele deveria tentar mais uma temporada ou é melhor sair por cima mesmo? Eu tô dividido, porque part de mim quer ver ele tentando construir algo novo, mas outra parte acha que sair agora é o timing perfeito.

    Uma coisa é certa: se realmente for o fim, o Warriors e a NBA como um todo vão sentir muita falta desse cara. Obrigado por tudo, coach.

  • Draymond já deu o veredito: era do Kerr nos Warriors acabou

    Draymond já deu o veredito: era do Kerr nos Warriors acabou

    Olha, eu não esperava que o Draymond fosse ser tão direto assim, mas o cara simplesmente cravou no podcast dele: a era Steve Kerr nos Warriors chegou ao fim. E sinceramente? Depois de 12 anos juntos, faz todo sentido.

    No último episódio do seu show, o Green foi bem claro sobre o futuro do técnico: “Espero que ele seja nosso treinador no ano que vem, mas se vocês querem minha opinião? Acho que não vai rolar”. E completou dizendo que depois daquela derrota no play-in na sexta-feira, “parecia que era isso”.

    O abraço que disse tudo

    Cara, quem assistiu aquele momento emocional entre Kerr, Draymond e Curry depois da eliminação sentiu a mesma coisa. Aquele abraço no meio da quadra tinha cara de despedida, sabe? Doze anos é muito tempo no basquete moderno – é raro pra caramba ver técnico e jogadores ficarem tanto tempo juntos.

    E olha que o próprio Draymond admitiu que seu futuro também tá no ar. “Espero estar no time na próxima temporada também”, disse ele. Imagina só: pode ser que vejamos o fim de uma era completa em Golden State.

    Os problemas ficaram expostos

    Esta temporada mostrou as limitações da fórmula Warriors como nunca antes. Time dependendo demais dos veteranos, roster mal montado, e o estilo de jogo do Kerr sendo questionado em todo canto. O cara nunca tomou tanto pau quanto esse ano – seja pelo desenvolvimento dos jovens, pelas rotações malucas ou pelos vexames nos jogos decididos.

    Trinta e seven vitórias pagando quase 70 milhões em luxury tax? Monstro, isso dói no bolso de qualquer dono. E quando a coisa aperta financeiramente, geralmente começam cortando pelo técnico bem pago mesmo.

    Vocês acham que o Kerr realmente vai embora? Pra mim, com Moses Moody voltando de lesão séria, Jimmy Butler meio aposentado e o Dunleavy Jr. renovando contrato (que aliás, mantiveram em segredo pra torcida não vaiar o cara), tudo indica que mudança vem por aí.

    A real é que a vibe geral aponta pra isso mesmo. Desde aquele “esse trabalho tem data de validade” que o próprio Kerr soltou até os vazamentos pra ESPN de que a diretoria tá insatisfeita… tudo parece estar caminhando pro fim de uma das parcerias mais vitoriosas da NBA moderna.

  • Warriors quase pegaram Zubac dos Clippers, mas perderam pra Pacers

    Warriors quase pegaram Zubac dos Clippers, mas perderam pra Pacers

    Olha só que loucura: os Warriors estiveram na conversa pra pegar o Ivica Zubac dos Clippers, mas no fim das contas quem levou o pivô croata foi o Indiana Pacers. E que negócio maluco foi esse, hein?

    Os Pacers não economizaram nada pra trazer o Zubac. Mandaram o Bennedict Mathurin (que eu achava que tinha potencial pra ser craque), uma pick protegida de 2026 e ainda uma primeira rodada de 2029 sem proteção nenhuma. Cara, isso é apostar PESADO no presente.

    Golden State perdeu o timing

    A questão é: por que diabos os Warriors não fecharam esse negócio? Sinceramente, eles tão precisando de um pivô de verdade faz tempo. O Zubac tem 2,13m, sabe rebotear e ainda protege o garrafão. Seria perfeito pro sistema do Steve Kerr, principalmente considerando que o Draymond não tá mais jovem.

    O croata tá com contrato garantido até 2027-28 depois daquela extensão de três anos por 58,6 milhões que assinou ano passado. Ou seja: estabilidade total. É exatamente o que Golden State procura pra tentar mais uma janela de título com o Curry.

    Kawhi Leonard também estava na mesa

    E tem mais: os Warriors também conversaram sobre o Kawhi Leonard com os Clippers. Mano, imagina o Leonard jogando ao lado do Curry? Seria absurdo, mas todo mundo sabe que o Kawhi é uma incógnita gigante quando o assunto é saúde.

    No fim das contas, os Warriors ficaram de mãos abanando enquanto os Pacers fizeram a jogada arriscada. Vocês acham que Indiana acertou pagando esse preço todo pelo Zubac? Eu tô curioso pra ver se vai valer a pena ou se eles se precipitaram.

    Uma coisa é certa: o mercado tá movimentado e Golden State precisa se mexer logo se quiser aproveitar os últimos anos do Curry no auge. Tempo não para pra ninguém, nem pros campeões.

  • Draymond sente que foi o fim da era Warriors com Steve Kerr

    Draymond sente que foi o fim da era Warriors com Steve Kerr

    Cara, eu assisti aquele momento na sexta-feira e senti um arrepio na espinha. Draymond Green, Stephen Curry e Steve Kerr se reunindo ali na quadra depois da eliminação pros Suns… tinha cara de despedida mesmo.

    E o próprio Draymond confirmou o que todo mundo tava pensando no podcast dele. “Sinceramente? Acho que não volta”, disse sobre Kerr. “Teve aquela sensação de que era isso mesmo.” Mano, doeu até no Green falar isso.

    O momento que pode ter sido histórico

    Imaginem a cena: Warriors perdendo de 15 pra Phoenix no Play-In, sonho do título indo pro espaço mais uma vez. Aí o Kerr chama os dois caras que construíram essa dinastia com ele pra um último papo. Draymond disse que nunca ficou tão incerto sobre o futuro desde o começo da carreira.

    “Fomos sortudos de ter Steve como técnico por 12 anos”, falou o Green. E olha, ele tá certo. Quatro títulos, uma das maiores dinastias da história da NBA. Mas será que acabou mesmo?

    O contrato do Kerr venceu, e ele disse que vai “pensar um pouco” antes de decidir. Translation: o cara tá bem dividido. Por um lado, ainda tem o Curry jogando em alto nível. Por outro, esse elenco dos Warriors tá claramente atrás dos outros candidatos a título no Oeste.

    Warriors no crossroads total

    A situação é complicada mesmo. Se o Kerr voltar, a diretoria quer que seja pra um contrato longo, não pra ficar fazendo tour de despedida na temporada que vem. Faz sentido, né? Ninguém quer aquele clima estranho o ano todo.

    E tem mais: o próprio Draymond tem só mais um ano de contrato (player option), e mesmo ele não sabe se vai continuar. “Espero estar nesse time ano que vem, mas também não sabemos disso”, confessou.

    Vocês acham que os Warriors conseguem convencer o Kerr a ficar? Porque sinceramente, depois de ver Jimmy Butler se machucar logo no começo da temporada e o time claramente sem forças pra brigar com Denver, Phoenix, Minnesota… sei não.

    A decisão do Kerr deve sair nas próximas semanas. Se ele sair mesmo, pode ser o início de uma reformulação gigante em Golden State. O Curry ainda joga muito (isso ninguém nega), mas aos 38 anos, quanto tempo mais ele aguenta carregar esse time nas costas?

    Uma era que começou em 2014 pode estar chegando ao fim. Doze anos, quatro títulos, mudaram pra sempre como o basquete é jogado. Se for despedida mesmo, foi linda a caminhada.

  • Podziemski quer ficar nos Warriors: ‘Quero estar aqui a longo prazo’

    Podziemski quer ficar nos Warriors: ‘Quero estar aqui a longo prazo’

    Olha, eu sempre fico feliz quando vejo um jovem talento querendo criar raízes no time que apostou nele. É o caso do Brandin Podziemski, que deixou bem claro na segunda-feira: ele quer continuar vestindo o azul e amarelo dos Warriors por muito tempo.

    “Quero estar aqui a longo prazo”, disparou o armador durante as entrevistas de fim de temporada. “É sempre especial ter o time que te draftou, então espero que possamos acertar algo.”

    Cara, o moleque tem razão. Tem algo mágico em crescer no time que acreditou em você desde o começo. E pelos números que ele apresentou na terceira temporada, os Warriors fizeram uma baita escolha.

    Os números não mentem

    Podziemski fechou a temporada com médias de 13.8 pontos, 5.1 rebotes e 3.7 assistências. Mas sabe o que mais me impressiona? O cara jogou todos os 82 jogos da temporada regular. Isso mesmo, 82 de 82!

    Apenas 17 jogadores na liga inteira conseguiram essa marca. Em uma era onde todo mundo fala de “load management” e descanso estratégico, ver um jovem com essa dedicação é refrescante. Isso mostra o caráter do garoto e por que os Warriors querem segurá-lo.

    Aprendendo com os veteranos

    O interessante é que Podziemski não está navegando nessas águas sozinho. Ele teve a oportunidade de observar como Moses Moody e Jonathan Kuminga lidaram com suas próprias extensões — e cada um tomou um caminho diferente.

    “Acho que ver tanto ele quanto o Moses fazendo coisas diferentes me ajudou”, explicou Podziemski. “Ver os prós e contras de ambos os lados. Não acho que um seja melhor que o outro, mas observar isso como companheiro de equipe vai me ajudar.”

    Moody fechou uma extensão de três anos por US$ 39 milhões em outubro de 2024 — negociação rápida e sem drama. Já Kuminga deixou rolar até o training camp antes de aceitar dois anos por US$ 48.5 milhões, só para depois ser trocado para o Atlanta Hawks por Kristaps Porzingis em fevereiro.

    Dois exemplos bem diferentes de como essas negociações podem correr, né? O Podziemski está confiante que seu agente Bill Duffy e o front office dos Warriors vão encontrar um meio termo nos próximos meses.

    Sinceramente, eu torço para que dê tudo certo. O garoto tem potencial para ser uma peça importante no futuro dos Warriors, e seria legal vê-lo crescendo ali por muitos anos. Vocês acham que os Warriors vão abrir o cofre para segurar o jovem armador?

  • Dunleavy Jr. renova com Warriors e descarta Bulls

    Dunleavy Jr. renova com Warriors e descarta Bulls

    Olha, tem uma coisa que eu sempre falo: quando você encontra um lugar onde dá certo, fica quieto por lá. E é exatamente isso que Mike Dunleavy Jr. fez com o Golden State Warriors.

    O cara assinou uma extensão de contrato há poucos meses e tem mais algumas temporadas pela frente em Oakland. Dunleavy assumiu o posto de GM depois que Bob Myers vazou em 2023, e sinceramente? Acho que foi uma das melhores decisões que o Warriors fez nos últimos anos.

    A confiança de todo mundo

    O que mais me impressiona é como ele conquistou a confiança de literalmente todo mundo que importa naquela franquia. Joe Lacob (o dono), Steve Kerr, Stephen Curry, Draymond Green… e pasmem, Jimmy Butler também.

    E por falar em Butler – que negócio absurdo foi aquela trade em fevereiro, né? O fato do Dunleavy ter jogado com o Jimmy foi fundamental pra conseguir trazer ele pro Warriors. Às vezes essas conexões pessoais valem mais que qualquer estratégia de front office.

    Bulls tentaram, mas não rolou

    Teve uns rumores aí de que o Chicago Bulls estava de olho nele pra preencher a vaga de GM deles. Faz sentido até – o cara é de lá, tem história com a franquia. Mas Dunleavy tá firme e forte em Golden State.

    A trajetória dele no Warriors é interessante. Chegou em 2018-19 como scout, depois virou assistente do Bob Myers, e quando o Myers decidiu cair fora, assumiu tudo. É aquela história clássica de quem conhece a casa por dentro.

    Vocês acham que ele vai conseguir manter o Warriors competitivo na era pós-dinastia? Com Curry já beirando os 40, Green meio que na mesma, e agora com Butler no mix… vai ser interessante de acompanhar.

    Uma coisa é certa: ele não vai ser mais um GM que pula de franquia em franquia. Tá ali pra ficar, construir algo duradouro. E olha, depois de tudo que o Warriors conquistou na última década, ter essa estabilidade no front office pode ser exatamente o que eles precisam pra não virar mais um time que desmoronou depois do sucesso.