Tag: dinastia Warriors

  • Gui Santos fez história e eu ainda tô arrepiado!

    Gui Santos fez história e eu ainda tô arrepiado!

    Gente, eu ainda não acredito no que vi no dia 25 de março. Gui Santos simplesmente resolveu entrar pra história da NBA da forma mais linda possível. 31 pontos numa vitória de virada contra o Brooklyn Nets, no Chase Center lotado, numa noite dedicada ao Heritage Latino. Cara, eu tô arrepiado só de lembrar.

    Sabe aquelas performances que a gente vê e pensa “foi sorte, o time adversário tava cansado”? Pois então, essa NÃO foi uma dessas. O Gui foi lá e mostrou um repertório completo que deixou todo mundo de boca aberta.

    O Warriors tava morto, mas o Gui ressuscitou o time

    Olha, vou ser sincero com vocês – o Golden State tava parecendo time de várzea nas primeiras três quartas. 26 turnovers (recorde da temporada), perdendo por 13 pontos, todo mundo morto de cansaço depois de 7 jogos em 11 dias. O Steve Kerr até falou que o time parecia estar “correndo na lama”. Imaginem a situação.

    Aí que entra nosso menino brasileiro. Enquanto todo mundo tava entregando a rapadura, o Gui simplesmente decidiu que aquela noite ia ser dele. 11 de 16 nos arremessos de quadra, 4 de 6 nas bolas de três – números que fazem qualquer um babar.

    No terceiro quarto foi onde a mágica aconteceu de verdade. 15 pontos em um período só! Três bolas de três que entraram limpassss. E o mais louco? O Warriors ainda tava perdendo quando terminou o quarto. Mas o Gui não ligou, continuou trabalhando.

    “Vai, Gui! Faz o que você sabe fazer!”

    Uma das coisas mais legais foi ver o banco do Warriors gritando pro Gui quando ele pegava a bola no garrafão. “Go to work, Gui!” E ele depois falou que isso mudou alguma coisa nele: “Quando você escuta isso, você fala ‘ok, agora eu posso ir’”.

    Mano, que coisa mais linda de se ver. Um brasileiro sendo incentivado pelos companheiros a fazer história. E ele fez mesmo – virou o quarto brasileiro da história a fazer 30+ pontos num jogo da NBA, junto com Leandro Barbosa, Anderson Varejão e Nenê Hilário.

    Depois do jogo, ele ligou pra família. Imaginem a emoção do pessoal no Brasil vendo isso! Vocês acham que ele tinha noção de que tava prestes a entrar nessa lista histórica? Eu duvido muito.

    Por que essa performance é especial demais

    Olha, eu acompanho NBA há anos e posso dizer: não foi só um jogador em uma noite quente. O Gui mostrou um jogo completo. Arremessos de três, jogadas no post, bandejas no trânsito, defesa sólida. 2 roubadas, 1 toco, 3 rebotes – ele tava em todo lugar.

    E aconteceu numa noite em que o significado era ainda maior. Latino Heritage Night, Chase Center lotado, time precisando desesperadamente de uma vitória. Sinceramente, não podia ter sido mais perfeito.

    O que mais me emociona é pensar na trajetória dele. Gui sempre foi visto como “projeto” no Warriors, aquele cara com potencial mas que ainda tava se desenvolvendo. Aí numa noite ele simplesmente explode e mostra que chegou a hora.

    E aí, galera? Vocês acham que essa vai ser a primeira de muitas noites especiais do Gui na NBA? Eu tô apostando que sim! 🇧🇷

  • Warriors passam em branco nas premiações da NBA pela primeira vez

    Warriors passam em branco nas premiações da NBA pela primeira vez

    Olha, eu não acreditei quando vi essa notícia. Os Warriors — sim, o mesmo time que dominou a NBA por anos — não ganharam NENHUM prêmio individual na temporada regular. Nada. Zero. Primeira vez em mais de uma década que isso acontece.

    É surreal pensar nisso, né? Um time que já teve Curry ganhando MVP consecutivos, Draymond levando Defensor do Ano, Klay fazendo parte do All-NBA… agora passou completamente em branco. Nem All-NBA, nem All-Defensive, nem rookie do ano. Nada mesmo.

    O que sobrou do império

    O único que pelo menos recebeu alguns votos foi o Draymond Green — tanto para o time All-Defensive quanto para Defensor do Ano. Mas cara, nem perto de ser competitivo. Foi mais uma participação simbólica do que qualquer coisa.

    Fora o Draymond? Silêncio total. Nem o Curry, que sempre aparece em alguma lista, conseguiu emplacar desta vez. As lesões pesaram, claro, mas o buraco é mais embaixo. Esse time simplesmente não é mais aquela máquina que a gente conhecia.

    A realidade é dura

    Sinceramente, acho que essa temporada foi o tapa de realidade que os Warriors precisavam. Eles ainda vivem da glória do passado, mas o presente tá mostrando que precisa de uma reformulação urgente.

    Agora eles têm a 11ª escolha no Draft e uma possível flexibilidade salarial. É a chance de ouro para tentar se reerguer. Mas vamos ser honestos: vai ser difícil voltar ao topo do Oeste com essa concorrência absurda.

    E aí, vocês acham que os Warriors conseguem se reinventar ou a era dourada realmente acabou? Porque olhando essa lista de premiações vazia, fica difícil não pensar que o ciclo chegou ao fim.

    Curiosidade: hoje também marca 10 anos daquela performance histórica do Klay no Jogo 6 contra o Thunder em 2016. 41 pontos, 11 bolas de três. Que saudade daqueles tempos, né?

  • Warriors querem Simons ou Sexton: mudança radical na estratégia?

    Warriors querem Simons ou Sexton: mudança radical na estratégia?

    Olha, os Warriors tão mexendo os pauzinhos atrás de um armador que possa ajudar o Curry. E pelos nomes que tão circulando, a estratégia mudou completamente: Anfernee Simons e Collin Sexton aparecem como alvos principais na agência livre, segundo o pessoal do ClutchPoints.

    Vocês lembram do Jordan Poole? Pois é, parece que Golden State quer alguém que faça exatamente o que ele fazia – especialmente na campanha do título de 2022. Alguém que consegue pontuar quando o Curry sai de quadra e que também encaixa bem jogando ao lado do Baby Face Assassin.

    A mudança de mentalidade dos Dubs

    Sinceramente? Isso aqui é uma guinada e tanto na filosofia dos Warriors. Historicamente, eles sempre evitaram investir pesado em armadores pequenos e focados só no ataque. Mas depois da temporada decepcionante que tiveram, parece que Steve Kerr e companhia entenderam que precisam de mais firepower ofensivo ao redor do Curry.

    E faz sentido, né? Watching os Warriors este ano foi meio doloroso às vezes. Quando o Curry saía, a ofensiva simplesmente morria. Zero criatividade, zero pontuação explosiva.

    Tanto Simons quanto Sexton se encaixam no perfil: são caras que sabem marcar pontos e conseguem arremessar de 3. Simons fechou a temporada com médias de 14.3 pontos, com 38.5% do perímetro. Sexton foi ainda melhor: 15.4 pontos por jogo e absurdos 40.1% de além do arco.

    O problema da defesa (que todo mundo já sabe)

    Mas aí que tá o X da questão – e vocês sabem qual é. Defesa. Os dois são meio… complicados nesse fundamento. Simons e Sexton são daqueles caras que você torce pra não serem explorados nos playoffs (aliás, Sexton nunca nem jogou playoffs ainda, imaginem só).

    Na minha visão, isso mostra o desespero dos Warriors. Eles tão dispostos a abrir mão da filosofia defensiva que sempre tiveram pra conseguir alguém que marque pontos. É arriscado? Demais. Mas considerando que eles mal conseguiram chegar aos playoffs ano passado, talvez seja o risco que precisam correr.

    E olha, usando a mid-level exception completa em qualquer um desses caras seria um statement bem claro: “a gente precisa de pontos, e precisa agora”.

    O que vocês acham? Vale a pena os Warriors arriscarem na defesa pra ter mais poder de fogo no ataque? Ou será que eles deviam manter a identidade defensiva que os levou a tantos títulos?

  • Warriors fora da briga por Giannis? Package não convence Milwaukee

    Warriors fora da briga por Giannis? Package não convence Milwaukee

    Olha, vou ser sincero com vocês: eu achava que os Warriors iam meter a mão no bolso e ir com tudo atrás do Giannis nesta offseason. Mas pelo jeito a coisa não tá bem assim.

    Anthony Slater, da ESPN, foi no programa da 95.7 The Game lá na Bay Area e basicamente jogou um balde de água fria em quem esperava ver o Greek Freak jogando ao lado do Curry na próxima temporada.

    Warriors não são prioridade na lista do Giannis

    Segundo o Slater, Golden State nem tá entre os três primeiros na fila quando o assunto é montar um pacote que faça Milwaukee pensar duas vezes. “Eles não estão em primeiro, segundo ou terceiro lugar quando falamos de propostas que mais interessam ao Bucks”, disse o jornalista.

    Cara, isso meio que fez sentido pra mim quando pensei melhor. Os Warriors até demonstraram interesse no Giannis antes do trade deadline — e todo mundo esperava que isso continuasse na offseason. Mas vamos ser realistas: como é que eles vão bater o salário do cara?

    A não ser que Golden State tope trocar alguém como Jimmy Butler (que nem é deles, né) ou construir uma proposta em volta do Draymond Green, fica complicado fazer as contas fecharem. E sinceramente? Eu não sei se Milwaukee toparia um pacote com o Green como peça principal.

    Mudança de estratégia em Golden State

    Mas o que mais me chamou atenção foi o Slater falar que os Warriors não têm mais aquela “mesma sede” de ir atrás de um superstar. Isso é uma baita mudança de postura, considerando que esse time sempre foi de fazer loucuras no mercado.

    A expectativa agora é que eles mirem em jogadores de “meio de carreira” — sabe, aqueles caras que ainda têm lenha pra queimar mas não vão custar o olho da cara. A ideia é evitar um roster cheio de veteranos no fim da linha ou moleques que ainda não tão prontos.

    Faz sentido, né? Com Curry ainda jogando em alto nível, eles precisam de peças que complementem o que já têm, não necessariamente de outro astro que vai custar metade do time.

    E vocês, acham que os Warriors tão certos em não ir com tudo no Giannis? Ou será que tão perdendo a melhor chance de voltar ao topo? Porque uma coisa eu garanto: se o Greek Freak sair de Milwaukee, vai ser pra um time que ofereceu bem mais do que Golden State pode dar no momento.

  • LeBron vai jogar mais um ano – mas onde?

    LeBron vai jogar mais um ano – mas onde?

    Gente, o LeBron ainda não bateu o martelo sobre aposentar ou não, mas pelo que tá rolando, parece que vamos ter mais uma temporada do Rei. E sinceramente? Eu não tô surpreso.

    O Shams Charania soltou a bomba no programa do Rich Eisen essa semana: todas as indicações apontam que o LeBron vai jogar a 24ª temporada dele na NBA. Vinte e quatro temporadas, mano. É absolutamente surreal quando você para pra pensar.

    Lakers ainda é a casa dele?

    A questão agora não é SE ele vai jogar, mas ONDE. E olha, na minha visão, os Lakers ainda são a opção mais provável. O cara já fez a base dele em LA, a família tá lá, e o time deixou claro que quer ele de volta. Faz sentido, né?

    Mas aqui que fica interessante — segundo o Shams, vários times que brigam pelo título já tão de olho. Se o LeBron realmente for testar o mercado, não vai faltar pretendente querendo plugar ele como ala ou ala-pivô e partir pro anel.

    Warriors e Cavs na espreita

    Os nomes que mais aparecem como alternativas são Golden State e Cleveland. Warriors? Cara, imagina o LeBron junto com Curry e companhia… seria absolutamente monstro. Já Cleveland seria aquela volta romântica pra casa, sabe? O cara que trouxe o primeiro título da história da franquia.

    Pessoalmente, acho que seria louco ele sair dos Lakers agora. Bronny acabou de ser draftado, a família tá estabelecida lá… mas vai saber, né? O homem sempre surpreende.

    E aí, pessoal — vocês acham que ele fica em LA mesmo ou vocês veem ele fazendo mais uma mudança maluca na carreira? Aos 39 anos, o que vocês fariam no lugar dele?

  • Warriors já começaram a garimpagem: primeiros testes revelam o plano

    Warriors já começaram a garimpagem: primeiros testes revelam o plano

    E aí, pessoal! Os Warriors já começaram a trabalhar para o Draft 2024 e, cara, a primeira leva de testes já deu umas pistas interessantes sobre o que eles estão procurando. Golden State recebeu seis caras em San Francisco, todos projetados para a segunda rodada — lembrem que eles têm a 11ª pick (loteria) e também a 54ª.

    A lista incluiu Maliq Brown (Duke), Ryan Conwell (Louisville), Ja’Kobi Gillespie (Tennessee), Rob McCray (Florida State), Emanuel Sharp (Houston) e Ernest Udeh (Miami). Só três deles falaram com a imprensa depois, mas já deu pra sacar algumas coisas.

    Olha, eu sei que é cedinho demais pra tirar conclusões definitivas, mas conhecendo como os Dubs conseguem achar pérolas na segunda rodada — lembrem do trabalho com Will Richard e LJ Cryer recentemente —, vale a pena prestar atenção nos padrões que eles seguem.

    Warriors continuam apostando na experiência

    Uma coisa que salta aos olhos: todos esses caras têm bagagem universitária sólida. Gillespie, por exemplo, liderou Tennessee até o Elite Eight fazendo 18.4 pontos por jogo. Sharp jogou pelo Houston do técnico Kelvin Sampson — o mesmo que formou o Cryer.

    Steve Kerr já disse que eles valorizam “winners” vindos de programas vitoriosos. Faz sentido total, né? Na segunda rodada você não vai achar um atleta fora da curva ou um cara com teto altíssimo. Você quer um sujeito que entende basquete, que não vai se perder quando entrar em quadra no jogo 32 da temporada regular.

    E sinceramente? Acho que essa estratégia funciona. Richard foi campeão nacional pela Florida antes de chegar aos Warriors. Experiência conta, principalmente quando você precisa de caras prontos pra contribuir imediatamente.

    Portal de transferências criou jogadores “canivete suíço”

    Outro padrão interessante: vários desses prospetos rodaram por diferentes universidades antes de chegar onde estão. Conwell passou por South Florida, Indiana State, Xavier até chegar em Louisville. Gillespie saiu de Belmont, passou por Maryland e fechou em Tennessee.

    Isso não é coincidência. Esses caras aprenderam a se adaptar rapidamente a sistemas diferentes, algo que os Warriors valorizam demais. O basquete do Golden State é complexo — aquele “point-five basketball” deles exige QI alto e capacidade de adaptação rápida.

    Vocês acham que essa experiência de ter que se reinventar em programas diferentes prepara melhor os jogadores para a NBA? Eu tendo a acreditar que sim.

    Claro, ainda tem muita água pra rolar até o Draft em junho. Mas essa primeira leva já mostra que os Warriors continuam fiéis à receita: experiência universitária sólida, caras que sabem vencer e que conseguem se adaptar rápido a sistemas complexos.

    E aí, qual desses nomes vocês acham que pode virar uma steal na segunda rodada? Eu tô de olho no Gillespie — 18 pontos por jogo levando Tennessee longe no March Madness não é brincadeira.

  • Draymond detona vazamento do MVP: ‘Patético e constrangedor’

    Draymond detona vazamento do MVP: ‘Patético e constrangedor’

    Cara, o Draymond Green não poupou palavras quando o assunto foi o vazamento do MVP da NBA. E olha, eu concordo 100% com ele.

    A confusão toda começou quando o Shams Charania, da ESPN, soltou no Twitter às 6h da manhã que o Shai Gilgeous-Alexander tinha ganhado seu segundo MVP consecutivo. Só que tinha um probleminha: a NBA tinha programado o anúncio oficial para acontecer no “NBA on Prime Video” no domingo à noite. Ou seja, 12 horas depois.

    “É constrangedor pra liga”

    No último episódio do “The Draymond Green Show”, o cara não segurou a língua: “A NBA tem que fazer alguma coisa sobre isso. Vocês controlam a mídia. O Shams é um repórter da ESPN, que é parceira da NBA. Tuitar às seis da manhã quem é o MVP é realmente constrangedor”.

    E aí ele foi ainda mais fundo: “Faz nossa liga parecer que não tem organização nenhuma, como se fosse coisa de criança”. Mano, quando o Draymond fala assim, você sabe que tá pistola mesmo.

    Na minha visão, ele tem razão. Imagina você ser a NBA, ter toda uma produção montada para o anúncio oficial, e aí um cara simplesmente estraga a surpresa de manhã cedo? É sacanagem.

    Shams se defende, mas…

    O Shams foi no “Pat McAfee Show” tentar se explicar: “Essa é uma notícia massiva. Quando eu tenho a informação, eu verifico e meu trabalho é reportar. Quando tenho uma grande notícia, vou reportar”.

    Olha, eu entendo o lado dele como jornalista – furo de reportagem é furo de reportagem. Mas poxa, será que não dá pra ter um mínimo de coordenação com a liga? O pessoal da Amazon Prime deve ter ficado uma fera, né não?

    O Draymond foi cirúrgico: “Não tem como isso acontecer. Se tem que ter um anúncio no Amazon Prime, o anúncio tem que acontecer no Amazon Prime. Isso é algo que o comissário Adam Silver tem que resolver”.

    E o SGA nisso tudo?

    No meio dessa treta toda, quase que a gente esquece do protagonista: Shai Gilgeous-Alexander. Dois MVPs consecutivos aos 28 anos – o cara tá voando mesmo. E olha que ele ainda tá nas finais de conferência enfrentando o Wemby e o Spurs.

    Sinceramente? Acho que tanto a NBA quanto os repórteres precisam sentar e conversar. A liga quer seus momentos especiais de anúncio (e tem todo direito), mas os jornalistas também querem dar o furo. Tem que achar um meio termo aí.

    E vocês, o que acham? O Shams fez certo em reportar na hora que soube, ou deveria ter respeitado o timing da liga?

  • Steve Kerr citava Taylor Swift nas entrevistas e ninguém percebeu

    Steve Kerr citava Taylor Swift nas entrevistas e ninguém percebeu

    Cara, eu achava que já tinha visto de tudo na NBA, mas essa história do Steve Kerr me pegou completamente desprevenido. O técnico do Warriors estava há ANOS citando letras da Taylor Swift nas coletivas pós-jogo e absolutamente ninguém percebeu.

    Pelo que saiu numa matéria do ESPN, o Kerr começou a trabalhar trechos da música “All Too Well” nas suas respostas para a imprensa. E olha, não era coisa de uma ou duas vezes não — o cara riscava da lista cada trecho que já tinha usado! Tipo um bingo musical secreto que só ele sabia que estava jogando.

    O filho que entregou tudo

    A melhor parte? O Matthew, filho do Kerr que trabalha na equipe de roteiristas do “Rooster”, editou todos esses momentos num vídeo só. Ficou parecendo que o técnico estava recitando a música inteira. Monstro demais!

    A própria Taylor Swift viu o vídeo e curtiu a brincadeira, mas o Kerr pediu pra equipe dela não compartilhar. Que classe, né? Em plena era das redes sociais, o cara preferiu manter a zoeira no sigilo. Sinceramente acho que isso torna tudo ainda mais épico.

    Será que o Kerr é swiftie raiz?

    Agora fico pensando: será que o Steve Kerr é fã de verdade da Taylor ou foi só uma brincadeira elaborada? A matéria conta que o primeiro show do outro filho dele, o Nick (que também trabalha no Warriors), foi dos Backstreet Boys. O do próprio Kerr foi do The Police.

    Imagina as possibilidades se ele for swiftie mesmo! As coletivas iam ficar muito mais interessantes. Em vez de falar sempre a mesma coisa sobre o brilhantismo do Curry (que a Taylor diria ser “uma joia que nunca precisa de atenção e sempre adorável”), podíamos ver opinião dele sobre o Travis Kelce namorando a Taylor.

    E vocês conseguem imaginar o Kerr explicando uma derrota citando “We Are Never Getting Back Together” quando perguntado sobre algum jogador que saiu do time? Ou falando sobre desenvolvimento do Kuminga usando trechos de “22”?

    Infelizmente, agora que a história vazou, duvido que ele tente algo assim de novo. Uma pena, porque segundo o texto, ver o Kerr citando “Wood” numa entrevista seria performance digna do Hall da Fama.

    Olha, eu sempre respeitei o Steve Kerr como técnico, mas essa revelação me fez admirar ainda mais a criatividade do cara. Transformar coletiva de imprensa em performance artística secreta? Isso é genialidade pura.

  • Warriors querem ficar com a 11ª pick — e faz todo sentido

    Warriors querem ficar com a 11ª pick — e faz todo sentido

    Olha, eu tô impressionado com a direção que o Golden State tá tomando. Segundo fontes da ESPN, os Warriors devem mesmo ficar com a 11ª escolha geral do próximo draft — e sinceramente, acho que é a jogada mais inteligente que eles podem fazer agora.

    Pensa comigo: o time tem um dos elencos mais velhos da liga. Steph Curry tá com 38 anos, né? O cara ainda joga bola pra caramba, mas precisam urgentemente de sangue novo pra dar fôlego à dinastia de Golden State.

    Mike Dunleavy deixa todas as portas abertas

    O GM Mike Dunleavy falou com os repórteres em San Francisco na sexta e foi bem direto: todas as opções estão na mesa. Trocar a pick pra subir no draft, trocar pra descer, usar ela direto ou incluir num pacote por um jogador já estabelecido.

    E aí que fica interessante — essa 11ª pick pode ser a chave pra ir atrás de caras como Giannis Antetokounmpo (Milwaukee Bucks) ou Kawhi Leonard (Clippers). Qualquer negociação dessas bombásticas ia precisar da pick como moeda de troca central.

    Mas olha só: mesmo com essas possibilidades no ar, tudo indica que eles querem mesmo é ficar com o garoto que vier. E eu concordo totalmente.

    Steve Kerr tá pronto pra apostar no calouro

    O que me deixa mais animado é a postura do Steve Kerr. Perguntaram se ele tava disposto a dar minutos pra um rookie, e o cara foi categórico: “Totalmente”.

    “Conversei com o Mike. Não conheço o draft todo, mas ele tá muito confiante que vamos pegar um bom jogador. Pode ser um garoto de 19 anos ou alguém mais velho… Esse cara tem que jogar. Tem que conquistar, mas estamos comprometidos com o desenvolvimento dos nossos jovens”, disse Kerr.

    Cara, isso me dá uma esperança absurda. Quantas vezes a gente não viu times veteranos que simplesmente ignoram os calouros? Os Warriors tão falando que vão dar chance real.

    Dunleavy ainda reforçou que considera esse draft bem forte até a loteria. Ou seja, a 11ª pick tem valor real mesmo — não é só uma posição “meia boca” que sobrou.

    Na minha visão, ficar com a escolha é o movimento mais sensato. Os Warriors ainda têm uma janela aberta com Curry jogando em alto nível, mas precisam pensar no futuro também. E vocês, acham que eles deveriam apostar no desenvolvimento ou partir pro tudo ou nada com uma troca bombástica?

  • Warriors com a 11ª pick: Dunleavy vai ‘explorar tudo’ no Draft

    Warriors com a 11ª pick: Dunleavy vai ‘explorar tudo’ no Draft

    Olha, depois de amarrar o Steve Kerr por mais dois anos, agora é que a coisa fica interessante mesmo para o Mike Dunleavy e os Warriors. E o cara tem uma baita decisão pela frente: o que fazer com essa 11ª pick do Draft 2026?

    “É uma pick de loteria, e numa draft forte dessas, a gente pode conseguir um jogador muito bom”, disse o GM. “Mas vamos olhar tudo. Se aparecer oferta pela pick, pra subir, descer, ou trocar por um veterano que pode ajudar, com certeza vamos analisar.”

    A memória do Klay e a pressão do momento

    Dunleavy não tá inventando moda quando fala que já teve sucesso com a 11ª pick antes. Foi exatamente nessa posição que os Warriors pescaram o Klay Thompson em 2011 — e cara, que pescada foi essa, né?

    Mas sinceramente, a situação hoje é bem diferente. O Curry tá chegando nos 37 anos, o Draymond também não é mais um pivete, e Golden State sabe que não pode ficar esperando um rookie desenvolver por 2-3 anos. O negócio é agora ou nunca.

    Por isso que o Yaxel Lendeborg, de Michigan, tá sendo cotado como favorito. Com 24 anos, o cara já vem mais “pronto” que a maioria dos calouros. Faz sentido, né?

    A tentação das mega trocas

    E aí que fica interessante. Segundo informações do Brett Siegel, os Warriors provavelmente vão trocar essa pick mesmo. E quando você junta ela com o resto do capital de draft que eles têm… meu amigo, dá pra sonhar alto.

    Imagina só: Giannis? Kawhi Leonard? Ou apostas menores como Michael Porter Jr. ou Trey Murphy? Dunleavy foi esperto e não entregou nada, mas deixou a porta aberta: “Sempre temos capital de draft pra estar na conversa.”

    Eu, particularmente, acho que eles vão mesmo por uma troca. Não faz sentido desperdiçar os últimos anos do Curry apostando numa loteria de rookie — por melhor que seja o draft.

    O dilema eterno: presente vs futuro

    Se resolverem ficar com a pick mesmo, aí vem outro papo: draftar pra agora ou pra depois? Porque cara, são filosofias completamente diferentes.

    Um Nate Ament do Tennessee pode ter um teto altíssimo, mas vai precisar de tempo. Já o Lendeborg pode contribuir desde o primeiro dia, mas talvez não tenha o mesmo potencial explosivo.

    Como o próprio Kerr falou, eles querem “construir uma fundação mais sólida pra próxima temporada que vai durar por anos”. Traduzindo: não querem só pensar no agora, mas também não podem ignorar a janela do Curry.

    E vocês, acham que os Warriors devem apostar alto numa troca ou ir com calma no Draft mesmo? Eu tô curioso pra ver como essa história vai acabar.