Tag: dinastia Warriors

  • LeBron vai jogar mais um ano – mas onde?

    LeBron vai jogar mais um ano – mas onde?

    Gente, o LeBron ainda não bateu o martelo sobre aposentar ou não, mas pelo que tá rolando, parece que vamos ter mais uma temporada do Rei. E sinceramente? Eu não tô surpreso.

    O Shams Charania soltou a bomba no programa do Rich Eisen essa semana: todas as indicações apontam que o LeBron vai jogar a 24ª temporada dele na NBA. Vinte e quatro temporadas, mano. É absolutamente surreal quando você para pra pensar.

    Lakers ainda é a casa dele?

    A questão agora não é SE ele vai jogar, mas ONDE. E olha, na minha visão, os Lakers ainda são a opção mais provável. O cara já fez a base dele em LA, a família tá lá, e o time deixou claro que quer ele de volta. Faz sentido, né?

    Mas aqui que fica interessante — segundo o Shams, vários times que brigam pelo título já tão de olho. Se o LeBron realmente for testar o mercado, não vai faltar pretendente querendo plugar ele como ala ou ala-pivô e partir pro anel.

    Warriors e Cavs na espreita

    Os nomes que mais aparecem como alternativas são Golden State e Cleveland. Warriors? Cara, imagina o LeBron junto com Curry e companhia… seria absolutamente monstro. Já Cleveland seria aquela volta romântica pra casa, sabe? O cara que trouxe o primeiro título da história da franquia.

    Pessoalmente, acho que seria louco ele sair dos Lakers agora. Bronny acabou de ser draftado, a família tá estabelecida lá… mas vai saber, né? O homem sempre surpreende.

    E aí, pessoal — vocês acham que ele fica em LA mesmo ou vocês veem ele fazendo mais uma mudança maluca na carreira? Aos 39 anos, o que vocês fariam no lugar dele?

  • Warriors já começaram a garimpagem: primeiros testes revelam o plano

    Warriors já começaram a garimpagem: primeiros testes revelam o plano

    E aí, pessoal! Os Warriors já começaram a trabalhar para o Draft 2024 e, cara, a primeira leva de testes já deu umas pistas interessantes sobre o que eles estão procurando. Golden State recebeu seis caras em San Francisco, todos projetados para a segunda rodada — lembrem que eles têm a 11ª pick (loteria) e também a 54ª.

    A lista incluiu Maliq Brown (Duke), Ryan Conwell (Louisville), Ja’Kobi Gillespie (Tennessee), Rob McCray (Florida State), Emanuel Sharp (Houston) e Ernest Udeh (Miami). Só três deles falaram com a imprensa depois, mas já deu pra sacar algumas coisas.

    Olha, eu sei que é cedinho demais pra tirar conclusões definitivas, mas conhecendo como os Dubs conseguem achar pérolas na segunda rodada — lembrem do trabalho com Will Richard e LJ Cryer recentemente —, vale a pena prestar atenção nos padrões que eles seguem.

    Warriors continuam apostando na experiência

    Uma coisa que salta aos olhos: todos esses caras têm bagagem universitária sólida. Gillespie, por exemplo, liderou Tennessee até o Elite Eight fazendo 18.4 pontos por jogo. Sharp jogou pelo Houston do técnico Kelvin Sampson — o mesmo que formou o Cryer.

    Steve Kerr já disse que eles valorizam “winners” vindos de programas vitoriosos. Faz sentido total, né? Na segunda rodada você não vai achar um atleta fora da curva ou um cara com teto altíssimo. Você quer um sujeito que entende basquete, que não vai se perder quando entrar em quadra no jogo 32 da temporada regular.

    E sinceramente? Acho que essa estratégia funciona. Richard foi campeão nacional pela Florida antes de chegar aos Warriors. Experiência conta, principalmente quando você precisa de caras prontos pra contribuir imediatamente.

    Portal de transferências criou jogadores “canivete suíço”

    Outro padrão interessante: vários desses prospetos rodaram por diferentes universidades antes de chegar onde estão. Conwell passou por South Florida, Indiana State, Xavier até chegar em Louisville. Gillespie saiu de Belmont, passou por Maryland e fechou em Tennessee.

    Isso não é coincidência. Esses caras aprenderam a se adaptar rapidamente a sistemas diferentes, algo que os Warriors valorizam demais. O basquete do Golden State é complexo — aquele “point-five basketball” deles exige QI alto e capacidade de adaptação rápida.

    Vocês acham que essa experiência de ter que se reinventar em programas diferentes prepara melhor os jogadores para a NBA? Eu tendo a acreditar que sim.

    Claro, ainda tem muita água pra rolar até o Draft em junho. Mas essa primeira leva já mostra que os Warriors continuam fiéis à receita: experiência universitária sólida, caras que sabem vencer e que conseguem se adaptar rápido a sistemas complexos.

    E aí, qual desses nomes vocês acham que pode virar uma steal na segunda rodada? Eu tô de olho no Gillespie — 18 pontos por jogo levando Tennessee longe no March Madness não é brincadeira.

  • Draymond detona vazamento do MVP: ‘Patético e constrangedor’

    Draymond detona vazamento do MVP: ‘Patético e constrangedor’

    Cara, o Draymond Green não poupou palavras quando o assunto foi o vazamento do MVP da NBA. E olha, eu concordo 100% com ele.

    A confusão toda começou quando o Shams Charania, da ESPN, soltou no Twitter às 6h da manhã que o Shai Gilgeous-Alexander tinha ganhado seu segundo MVP consecutivo. Só que tinha um probleminha: a NBA tinha programado o anúncio oficial para acontecer no “NBA on Prime Video” no domingo à noite. Ou seja, 12 horas depois.

    “É constrangedor pra liga”

    No último episódio do “The Draymond Green Show”, o cara não segurou a língua: “A NBA tem que fazer alguma coisa sobre isso. Vocês controlam a mídia. O Shams é um repórter da ESPN, que é parceira da NBA. Tuitar às seis da manhã quem é o MVP é realmente constrangedor”.

    E aí ele foi ainda mais fundo: “Faz nossa liga parecer que não tem organização nenhuma, como se fosse coisa de criança”. Mano, quando o Draymond fala assim, você sabe que tá pistola mesmo.

    Na minha visão, ele tem razão. Imagina você ser a NBA, ter toda uma produção montada para o anúncio oficial, e aí um cara simplesmente estraga a surpresa de manhã cedo? É sacanagem.

    Shams se defende, mas…

    O Shams foi no “Pat McAfee Show” tentar se explicar: “Essa é uma notícia massiva. Quando eu tenho a informação, eu verifico e meu trabalho é reportar. Quando tenho uma grande notícia, vou reportar”.

    Olha, eu entendo o lado dele como jornalista – furo de reportagem é furo de reportagem. Mas poxa, será que não dá pra ter um mínimo de coordenação com a liga? O pessoal da Amazon Prime deve ter ficado uma fera, né não?

    O Draymond foi cirúrgico: “Não tem como isso acontecer. Se tem que ter um anúncio no Amazon Prime, o anúncio tem que acontecer no Amazon Prime. Isso é algo que o comissário Adam Silver tem que resolver”.

    E o SGA nisso tudo?

    No meio dessa treta toda, quase que a gente esquece do protagonista: Shai Gilgeous-Alexander. Dois MVPs consecutivos aos 28 anos – o cara tá voando mesmo. E olha que ele ainda tá nas finais de conferência enfrentando o Wemby e o Spurs.

    Sinceramente? Acho que tanto a NBA quanto os repórteres precisam sentar e conversar. A liga quer seus momentos especiais de anúncio (e tem todo direito), mas os jornalistas também querem dar o furo. Tem que achar um meio termo aí.

    E vocês, o que acham? O Shams fez certo em reportar na hora que soube, ou deveria ter respeitado o timing da liga?

  • Steve Kerr citava Taylor Swift nas entrevistas e ninguém percebeu

    Steve Kerr citava Taylor Swift nas entrevistas e ninguém percebeu

    Cara, eu achava que já tinha visto de tudo na NBA, mas essa história do Steve Kerr me pegou completamente desprevenido. O técnico do Warriors estava há ANOS citando letras da Taylor Swift nas coletivas pós-jogo e absolutamente ninguém percebeu.

    Pelo que saiu numa matéria do ESPN, o Kerr começou a trabalhar trechos da música “All Too Well” nas suas respostas para a imprensa. E olha, não era coisa de uma ou duas vezes não — o cara riscava da lista cada trecho que já tinha usado! Tipo um bingo musical secreto que só ele sabia que estava jogando.

    O filho que entregou tudo

    A melhor parte? O Matthew, filho do Kerr que trabalha na equipe de roteiristas do “Rooster”, editou todos esses momentos num vídeo só. Ficou parecendo que o técnico estava recitando a música inteira. Monstro demais!

    A própria Taylor Swift viu o vídeo e curtiu a brincadeira, mas o Kerr pediu pra equipe dela não compartilhar. Que classe, né? Em plena era das redes sociais, o cara preferiu manter a zoeira no sigilo. Sinceramente acho que isso torna tudo ainda mais épico.

    Será que o Kerr é swiftie raiz?

    Agora fico pensando: será que o Steve Kerr é fã de verdade da Taylor ou foi só uma brincadeira elaborada? A matéria conta que o primeiro show do outro filho dele, o Nick (que também trabalha no Warriors), foi dos Backstreet Boys. O do próprio Kerr foi do The Police.

    Imagina as possibilidades se ele for swiftie mesmo! As coletivas iam ficar muito mais interessantes. Em vez de falar sempre a mesma coisa sobre o brilhantismo do Curry (que a Taylor diria ser “uma joia que nunca precisa de atenção e sempre adorável”), podíamos ver opinião dele sobre o Travis Kelce namorando a Taylor.

    E vocês conseguem imaginar o Kerr explicando uma derrota citando “We Are Never Getting Back Together” quando perguntado sobre algum jogador que saiu do time? Ou falando sobre desenvolvimento do Kuminga usando trechos de “22”?

    Infelizmente, agora que a história vazou, duvido que ele tente algo assim de novo. Uma pena, porque segundo o texto, ver o Kerr citando “Wood” numa entrevista seria performance digna do Hall da Fama.

    Olha, eu sempre respeitei o Steve Kerr como técnico, mas essa revelação me fez admirar ainda mais a criatividade do cara. Transformar coletiva de imprensa em performance artística secreta? Isso é genialidade pura.

  • Warriors querem ficar com a 11ª pick — e faz todo sentido

    Warriors querem ficar com a 11ª pick — e faz todo sentido

    Olha, eu tô impressionado com a direção que o Golden State tá tomando. Segundo fontes da ESPN, os Warriors devem mesmo ficar com a 11ª escolha geral do próximo draft — e sinceramente, acho que é a jogada mais inteligente que eles podem fazer agora.

    Pensa comigo: o time tem um dos elencos mais velhos da liga. Steph Curry tá com 38 anos, né? O cara ainda joga bola pra caramba, mas precisam urgentemente de sangue novo pra dar fôlego à dinastia de Golden State.

    Mike Dunleavy deixa todas as portas abertas

    O GM Mike Dunleavy falou com os repórteres em San Francisco na sexta e foi bem direto: todas as opções estão na mesa. Trocar a pick pra subir no draft, trocar pra descer, usar ela direto ou incluir num pacote por um jogador já estabelecido.

    E aí que fica interessante — essa 11ª pick pode ser a chave pra ir atrás de caras como Giannis Antetokounmpo (Milwaukee Bucks) ou Kawhi Leonard (Clippers). Qualquer negociação dessas bombásticas ia precisar da pick como moeda de troca central.

    Mas olha só: mesmo com essas possibilidades no ar, tudo indica que eles querem mesmo é ficar com o garoto que vier. E eu concordo totalmente.

    Steve Kerr tá pronto pra apostar no calouro

    O que me deixa mais animado é a postura do Steve Kerr. Perguntaram se ele tava disposto a dar minutos pra um rookie, e o cara foi categórico: “Totalmente”.

    “Conversei com o Mike. Não conheço o draft todo, mas ele tá muito confiante que vamos pegar um bom jogador. Pode ser um garoto de 19 anos ou alguém mais velho… Esse cara tem que jogar. Tem que conquistar, mas estamos comprometidos com o desenvolvimento dos nossos jovens”, disse Kerr.

    Cara, isso me dá uma esperança absurda. Quantas vezes a gente não viu times veteranos que simplesmente ignoram os calouros? Os Warriors tão falando que vão dar chance real.

    Dunleavy ainda reforçou que considera esse draft bem forte até a loteria. Ou seja, a 11ª pick tem valor real mesmo — não é só uma posição “meia boca” que sobrou.

    Na minha visão, ficar com a escolha é o movimento mais sensato. Os Warriors ainda têm uma janela aberta com Curry jogando em alto nível, mas precisam pensar no futuro também. E vocês, acham que eles deveriam apostar no desenvolvimento ou partir pro tudo ou nada com uma troca bombástica?

  • Warriors com a 11ª pick: Dunleavy vai ‘explorar tudo’ no Draft

    Warriors com a 11ª pick: Dunleavy vai ‘explorar tudo’ no Draft

    Olha, depois de amarrar o Steve Kerr por mais dois anos, agora é que a coisa fica interessante mesmo para o Mike Dunleavy e os Warriors. E o cara tem uma baita decisão pela frente: o que fazer com essa 11ª pick do Draft 2026?

    “É uma pick de loteria, e numa draft forte dessas, a gente pode conseguir um jogador muito bom”, disse o GM. “Mas vamos olhar tudo. Se aparecer oferta pela pick, pra subir, descer, ou trocar por um veterano que pode ajudar, com certeza vamos analisar.”

    A memória do Klay e a pressão do momento

    Dunleavy não tá inventando moda quando fala que já teve sucesso com a 11ª pick antes. Foi exatamente nessa posição que os Warriors pescaram o Klay Thompson em 2011 — e cara, que pescada foi essa, né?

    Mas sinceramente, a situação hoje é bem diferente. O Curry tá chegando nos 37 anos, o Draymond também não é mais um pivete, e Golden State sabe que não pode ficar esperando um rookie desenvolver por 2-3 anos. O negócio é agora ou nunca.

    Por isso que o Yaxel Lendeborg, de Michigan, tá sendo cotado como favorito. Com 24 anos, o cara já vem mais “pronto” que a maioria dos calouros. Faz sentido, né?

    A tentação das mega trocas

    E aí que fica interessante. Segundo informações do Brett Siegel, os Warriors provavelmente vão trocar essa pick mesmo. E quando você junta ela com o resto do capital de draft que eles têm… meu amigo, dá pra sonhar alto.

    Imagina só: Giannis? Kawhi Leonard? Ou apostas menores como Michael Porter Jr. ou Trey Murphy? Dunleavy foi esperto e não entregou nada, mas deixou a porta aberta: “Sempre temos capital de draft pra estar na conversa.”

    Eu, particularmente, acho que eles vão mesmo por uma troca. Não faz sentido desperdiçar os últimos anos do Curry apostando numa loteria de rookie — por melhor que seja o draft.

    O dilema eterno: presente vs futuro

    Se resolverem ficar com a pick mesmo, aí vem outro papo: draftar pra agora ou pra depois? Porque cara, são filosofias completamente diferentes.

    Um Nate Ament do Tennessee pode ter um teto altíssimo, mas vai precisar de tempo. Já o Lendeborg pode contribuir desde o primeiro dia, mas talvez não tenha o mesmo potencial explosivo.

    Como o próprio Kerr falou, eles querem “construir uma fundação mais sólida pra próxima temporada que vai durar por anos”. Traduzindo: não querem só pensar no agora, mas também não podem ignorar a janela do Curry.

    E vocês, acham que os Warriors devem apostar alto numa troca ou ir com calma no Draft mesmo? Eu tô curioso pra ver como essa história vai acabar.

  • Dunleavy é genial ou está no mundo da lua sobre o elenco dos Warriors?

    Dunleavy é genial ou está no mundo da lua sobre o elenco dos Warriors?

    Cara, eu ainda não consigo acreditar no que o Mike Dunleavy falou sobre a temporada dos Warriors. O GM dos guerreiros de San Francisco saiu com uma análise que me deixou aqui pensando: o cara é um estrategista genial ou está completamente desconectado da realidade?

    Depois de uma temporada 37-45 que nem perto dos playoffs chegou, Dunleavy teve a coragem de dizer que o problema não foi o elenco. Segundo ele, foram as lesões e os turnovers que estragaram tudo. Sério mesmo? Olha, eu respeito o cara, mas isso aí me soou meio delirante.

    Warriors vs realidade dos playoffs

    Vamos ser honestos aqui — quem acompanhou os playoffs este ano viu times como Spurs, Knicks e o campeão Thunder jogando em outro nível. E não é só questão de sistema ou química não. É talento bruto, atletismo, envergadura. Coisas que o elenco envelhecido dos Warriors, por mais que o Curry ainda seja um monstro, simplesmente não tem.

    O mais bizarro é que Dunleavy citou os turnovers sete vezes em 21 minutos de entrevista. Sete! Como se resolver isso fosse magicamente transformar os Warriors em candidatos ao título. Claro que turnover prejudica — deve ter custado uns 6-8 jogos pra eles na temporada. Mas cara, o Portland teve mais turnovers que Golden State e ainda assim terminou com 42-40, cinco vitórias a mais.

    Sabe qual é a diferença? Tamanho e atletismo. Duas coisas que os Warriors estão desesperadamente precisando.

    A esperança está na estratégia ou na ilusão?

    Agora vem a parte interessante. Será que Dunleavy realmente acredita nisso ou está jogando um jogo de poker com a imprensa? Porque sinceramente, como fã de basquete, eu prefiro acreditar que ele tá sendo esperto e não quer entregar os planos da franquia.

    Pense bem: você vai chegar na coletiva e falar “nossa, o elenco tá uma droga, precisamos trocar metade do time”? Óbvio que não. Isso desvalorizaria os jogadores na hora de negociar trocas.

    Mas mano, quando ele fala que Jimmy Butler III e Moses Moody vão fazer falta como as peças mais atléticas do time… aí você percebe o tamanho do buraco que os Warriors estão. Se esses são os caras mais atléticos do seu elenco, você já sabe que tá com problema.

    O draft e o futuro incerto

    Os Warriors têm a 11ª escolha do draft chegando em junho, além da 54ª. Dunleavy apostou fichas na “melhoria interna” do elenco atual, mas eu acho que ele sabe que isso não vai ser suficiente.

    A real é que Golden State precisa de uma troca grande. Precisa de uma estrela jovem que possa fazer impacto imediato ao lado do Curry. E isso todo mundo sabe — inclusive o próprio Dunleavy, mesmo que ele não tenha falado isso explicitamente.

    O que vocês acham? Dunleavy tá sendo um gênio disfarçado ou realmente acredita que alguns ajustes menores vão resolver? Porque olhando os playoffs deste ano, a diferença entre os Warriors e os times que estão brigando por título é gritante.

    Vamos ver o que rola nessa offseason. Se vier só ajuste aqui e ali, aí a gente vai saber que o cara tava delirando mesmo. Mas se pintar uma troca grande ou uma contratação espetacular, talvez ele seja mais esperto do que imaginamos.

  • Warriors perdem dois assistentes importantes: mudança no banco?

    Warriors perdem dois assistentes importantes: mudança no banco?

    Olha, eu confesso que não vi essa vindo. Os Warriors conseguiram segurar o Steve Kerr com um novo contrato, mas vão perder dois caras importantes da comissão técnica: Terry Stotts e Jerry Stackhouse.

    Segundo o Anthony Slater da ESPN, os dois assistentes não vão renovar seus contratos e já estão de saída da baía.

    Terry Stotts quer voltar a ser técnico principal

    O Stotts tá procurando uma nova oportunidade como técnico principal, e sinceramente? Faz todo sentido. O cara tem mais de 30 anos de experiência no basquete profissional e o período mais marcante da carreira dele foi em Portland (2012-2021), quando levou os Blazers aos playoffs consecutivamente e ainda fez aquela campanha monstro até a final do Oeste em 2019.

    Essa já era a segunda passagem dele pelos Warriors – a primeira foi lá em 2004-05. “Eu aproveitei meu tempo com o Steve, a comissão e os jogadores”, disse Stotts pra ESPN. “Meus dois anos lá foram gratificantes. Só tenho boas energias pra desejar.”

    Stackhouse também quer comandar um time

    Já o Jerry Stackhouse chegou junto com o Stotts em 2024, vindo direto do basquete universitário onde comandou Vanderbilt por seis temporadas. O cara até ganhou o prêmio de Técnico do Ano da SEC em 2023, mas foi demitido depois de uma temporada meio apagada.

    Agora ele também tá atrás de uma vaga como técnico principal na NBA. E olha, considerando o currículo tanto como jogador quanto como técnico universitário, não duvido que alguém dê uma chance pra ele.

    A situação fica ainda mais complicada porque os Warriors já perderam Chris DeMarco em janeiro – ele saiu pra ser técnico do New York Liberty. Ou seja, o Kerr vai ter que montar praticamente uma nova comissão técnica.

    Willie Green pode voltar pra casa?

    Uma possibilidade que tá circulando é a volta do Willie Green. Lembram dele? Começou a carreira de técnico justamente nos Warriors em 2016, passou pelo Phoenix Suns e comandou o New Orleans Pelicans de 2021 a 2025.

    Seria interessante ver o Green de volta, principalmente porque ele conhece a casa e já trabalhou com vários caras que ainda estão lá. Tem também aquela especulação sobre o André Iguodala entrar como assistente – imagina que loucura seria ter o Finals MVP de 2015 orientando os mais novos?

    Vocês acham que essas mudanças vão afetar o rendimento dos Warriors na próxima temporada? Porque uma coisa é certa: mexer na comissão técnica sempre gera um período de adaptação, por mais experiente que seja o técnico principal.

  • Steve Kerr virou Swiftie secreto e fez algo genial na NBA

    Steve Kerr virou Swiftie secreto e fez algo genial na NBA

    Gente, vocês não vão acreditar no que eu acabei de descobrir. Steve Kerr, o técnico do Warriors — sim, aquele cara sério das entrevistas — passou uma temporada INTEIRA da NBA citando Taylor Swift nas coletivas de imprensa. E ninguém percebeu.

    Sinceramente? Eu tô rindo até agora. O homem pegou a música “All Too Well” da Taylor e foi encaixando os versos nas respostas dele durante toda a temporada 2022-23. Tipo um jogo secreto só dele.

    O plano mais criativo da história da NBA

    Olha só que absurdo: depois de vencer o Houston Rockets em março de 2023, Kerr chegou no microfone e falou “I walked through the door of the locker room at halftime” (algo como “atravessei a porta do vestiário no intervalo”). Parece normal, né? Mas essa é literalmente a primeira linha de “All Too Well”.

    O cara foi fazendo isso o campeonato todo, cruzando os versos de uma lista conforme conseguia encaixar eles naturalmente nas entrevistas. Monstro demais! O filho dele, Matthew, depois editou tudo num vídeo para o grupo da família no WhatsApp — imaginem a risada que deve ter sido.

    E o mais louco? A própria Taylor Swift viu o vídeo através de um amigo em comum e achou “criativo e engraçado”. Ela até perguntou se podia postar nas redes sociais dela, mas o Kerr pediu pra manter privado.

    Agora os fãs vão revirar tudo

    Cara, imaginem só os Swifties e os fãs do Warriors correndo atrás de todas as coletivas da temporada pra montar o vídeo por conta própria. Vai ser uma caçada épica nas redes.

    Eu tô aqui tentando imaginar como diabos ele conseguiu encaixar “But you keep my old scarf, from that very first week” (“Mas você ficou com meu cachecol velho, daquela primeira semana”) numa entrevista pós-jogo. Tipo, como você fala de cachecol numa coletiva de basquete?

    Olha, eu sempre respeitei o Kerr como técnico — quatro títulos da NBA não mentem. Mas agora? O cara subiu ainda mais no meu conceito. Qualquer pessoa que consegue ser Swiftie nas horas vagas E ganhar campeonato merece todo o reconhecimento.

    Vocês acham que outros técnicos fazem essas pegadinhas secretas também? Imaginem o Pop citando Beyoncé ou o Spoelstra metendo uns versos do Drake. A NBA ficaria ainda mais divertida, não acham?

  • Steve Kerr admite: a dinastia dos Warriors acabou mesmo

    Steve Kerr admite: a dinastia dos Warriors acabou mesmo

    Steve Kerr simplesmente assumiu o que todo mundo já sabia mas ninguém queria falar: a dinastia dos Warriors morreu. E olha, admiro a honestidade do cara.

    Em entrevista pra ESPN, o técnico foi cirúrgico: “O que tínhamos se foi, mas estamos tentando se agarrar nisso. Não sei se alguém realmente sabe se ainda existe.” Caramba, que declaração.

    A realidade bateu na porta

    Curry e Draymond Green ainda estão lá, mas vamos ser sinceros — são versões mais velhas, mais lentas e que se machucam mais fácil. Curry continua sendo um monstro, óbvio, mas até mesmo o maior jogador da história da franquia não consegue parar o tempo.

    Kerr renovou por mais duas temporadas, e sinceramente? Eu acho que ele sabe que vai ser pra acompanhar o fim dessa era. É meio que aquela situação onde você não consegue abandonar o barco, sabe? Ele mesmo admitiu que “não consegue ir embora”.

    A temporada acabou com derrota no play-in — que tristeza pra um time que já foi o terror da liga. Kerr chamou de “dinastia em declínio”, mas insiste que há “beleza na luta” de “tentar lutar até o último suspiro”.

    Marketing não gostou nada

    Uma coisa que me fez rir foi saber que o departamento de marketing pediu pro Kerr parar de falar sobre “morte” da dinastia enquanto eles tentavam vender temporadas. Imagina você tentando convencer o torcedor a renovar e o técnico falando que tudo acabou? (risos)

    Mas olha, eu prefiro essa honestidade brutal do que ficar vendendo ilusão. Kerr tá sendo real — eles não conseguem mais competir com os melhores do Oeste por uma série inteira de playoffs.

    O último suspiro de uma era

    Não é bem “The Last Dance” como foi com o Bulls de 98, mas tem um quê nostálgico nisso tudo. Kerr estava naquele time também, ironicamente. A diferença é que os Bulls tinham um objetivo claro de ganhar mais um título. Os Warriors de hoje? Estão só tentando permanecer competitivos.

    Joe Lacob e Mike Dunleavy ainda acreditam que com Curry podem bater qualquer um — talvez não por quatro séries seguidas, mas numa noite especial, quem sabe? Lembram da vitória contra o Clippers no play-in? Foram momentos assim que mantêm a esperança viva.

    Vocês acham que Curry ainda tem uma última campanha épica no tanque? Ou é melhor aceitar que essa fase dourada realmente acabou? Eu fico dividido entre a nostalgia e o realismo.

    Uma coisa é certa: Kerr decidiu ficar até o fim, mesmo sabendo que vai ser “bagunçado”. Respeito isso. Às vezes é melhor ir junto com o navio do que pular fora na primeira dificuldade.