E aí, pessoal! Os Warriors já começaram a trabalhar para o Draft 2024 e, cara, a primeira leva de testes já deu umas pistas interessantes sobre o que eles estão procurando. Golden State recebeu seis caras em San Francisco, todos projetados para a segunda rodada — lembrem que eles têm a 11ª pick (loteria) e também a 54ª.
A lista incluiu Maliq Brown (Duke), Ryan Conwell (Louisville), Ja’Kobi Gillespie (Tennessee), Rob McCray (Florida State), Emanuel Sharp (Houston) e Ernest Udeh (Miami). Só três deles falaram com a imprensa depois, mas já deu pra sacar algumas coisas.
Olha, eu sei que é cedinho demais pra tirar conclusões definitivas, mas conhecendo como os Dubs conseguem achar pérolas na segunda rodada — lembrem do trabalho com Will Richard e LJ Cryer recentemente —, vale a pena prestar atenção nos padrões que eles seguem.
Warriors continuam apostando na experiência
Uma coisa que salta aos olhos: todos esses caras têm bagagem universitária sólida. Gillespie, por exemplo, liderou Tennessee até o Elite Eight fazendo 18.4 pontos por jogo. Sharp jogou pelo Houston do técnico Kelvin Sampson — o mesmo que formou o Cryer.
Steve Kerr já disse que eles valorizam “winners” vindos de programas vitoriosos. Faz sentido total, né? Na segunda rodada você não vai achar um atleta fora da curva ou um cara com teto altíssimo. Você quer um sujeito que entende basquete, que não vai se perder quando entrar em quadra no jogo 32 da temporada regular.
E sinceramente? Acho que essa estratégia funciona. Richard foi campeão nacional pela Florida antes de chegar aos Warriors. Experiência conta, principalmente quando você precisa de caras prontos pra contribuir imediatamente.
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Outro padrão interessante: vários desses prospetos rodaram por diferentes universidades antes de chegar onde estão. Conwell passou por South Florida, Indiana State, Xavier até chegar em Louisville. Gillespie saiu de Belmont, passou por Maryland e fechou em Tennessee.
Isso não é coincidência. Esses caras aprenderam a se adaptar rapidamente a sistemas diferentes, algo que os Warriors valorizam demais. O basquete do Golden State é complexo — aquele “point-five basketball” deles exige QI alto e capacidade de adaptação rápida.
Vocês acham que essa experiência de ter que se reinventar em programas diferentes prepara melhor os jogadores para a NBA? Eu tendo a acreditar que sim.
Claro, ainda tem muita água pra rolar até o Draft em junho. Mas essa primeira leva já mostra que os Warriors continuam fiéis à receita: experiência universitária sólida, caras que sabem vencer e que conseguem se adaptar rápido a sistemas complexos.
E aí, qual desses nomes vocês acham que pode virar uma steal na segunda rodada? Eu tô de olho no Gillespie — 18 pontos por jogo levando Tennessee longe no March Madness não é brincadeira.

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