Cara, que notícia triste pra começar o dia. Jason Collins nos deixou, e eu tô aqui tentando processar isso. O Brooklyn Nets soltou uma nota emocionante sobre a morte do ex-jogador, e sinceramente, bateu forte.
Collins passou oito temporadas vestindo a camisa dos Nets — tanto em New Jersey quanto em Brooklyn — e cara, que legado ele deixou. Não é todo mundo que pode dizer que ajudou um time a chegar em duas finais consecutivas da Conferência Leste, né? Foi isso que ele fez em 2002 e 2003, sendo peça fundamental daqueles times históricos.
Mais que um jogador de basquete
O comunicado dos Nets fala tudo sobre quem era o Jason: “constante no vestiário, altruísta, durão e profundamente respeitado”. Quem conviveu com ele todo dia sabia que não era só um competidor — era uma pessoa genuinamente boa, que unia todo mundo ao redor.
E olha, tem uma coisa que não dá pra ignorar: a coragem desse cara mudou o jogo pra sempre. Em 2013, ele se assumiu publicamente como gay, e no ano seguinte voltou pros Nets (já em Brooklyn) com um contrato de 10 dias. Quando entrou em quadra contra os Lakers, jogou 11 minutinhos que valeram uma vida inteira — se tornou o primeiro atleta abertamente gay a jogar nas quatro grandes ligas esportivas da América do Norte.
Uma carreira que marcou época
Jason foi draftado pelos Nets em 2001 como 18ª escolha geral, e rapidamente virou peça-chave da franquia. Treze temporadas na NBA, a maior parte delas defendendo New Jersey. Saiu em 2008 quando foi trocado pro Memphis, mas o destino fez ele voltar em 2014 pra escrever mais um capítulo histórico.
Eu lembro daqueles times dos Nets no começo dos anos 2000 — com Jason Kidd armando, Kenyon Martin voando no garrafão, e o Collins segurando a área. Duas finais seguidas não é brincadeira, e ele foi fundamental nessa conquista.
Vocês acham que a gente dá o devido valor pra jogadores como o Collins? Caras que não eram superestrelas, mas que faziam o trabalho sujo e eram a cola do time? O comunicado dos Nets deixa claro: “Jason sempre será parte da família Nets, e sentiremos muito sua falta.”
Uma perda gigantesca pro basquete e pra vida. Descanse em paz, guerreiro.

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