Edwards joga a toalha: ‘Não sei como alcançar Spurs e Thunder’

Cara, que coisa mais estranha de se ouvir do Anthony Edwards. O cara que sempre tem uma resposta na ponta da língua, sempre confiante, simplesmente deu de ombros quando perguntaram como os Wolves vão conseguir alcançar os gigantes do Oeste.

“Não sei, mano”, disse o Ant-Man depois da surra de 139-109 que os Spurs aplicaram no Game 6. “Acho que essa pergunta não é pra mim.”

Olha, eu entendo a frustração do garoto. Minnesota terminou a temporada com 13 vitórias a menos que San Antonio (que ficou em 2º) e absurdos 15 jogos atrás do atual campeão Oklahoma City. Pra piorar, três das quatro derrotas pros Spurs foram massacres de 38, 29 e 30 pontos de diferença.

Jogando no sacrifício

Edwards passou a série toda mancando com problemas nos dois joelhos. O próprio time admitiu que ele tava operando em apenas 70% da capacidade física normal. Mesmo assim, o monstro ainda conseguiu 24 pontos no último jogo. Imaginem se tivesse 100%?

Mas sinceramente, acho que o problema dos Wolves vai muito além de lesão. Quando você perde por 30+ pontos três vezes na mesma série, não é só questão de estar machucado — é questão de nível mesmo.

Finch não tem papas na língua

O técnico Chris Finch foi bem mais direto que o Edwards na análise: “Ou você é um problema pro adversário ou tem que ter a solução. Você precisa ser construído de uma forma que incomoda o oponente com algo que eles não têm, ou ter algo pra neutralizar o que eles têm.”

Traduzindo: Minneapolis precisa URGENTEMENTE de peças melhores ao redor do Edwards. O garoto vai fazer 25 anos em agosto — tá entrando no auge da carreira. Se a diretoria não correr atrás, essa janela vai fechar rapidinho.

“Eu não esperava estar indo pra casa tão cedo”, admitiu Edwards. “Então ainda não pensei no que vou adicionar ao meu jogo.”

E vocês, acham que os Wolves conseguem montar um elenco competitivo ao redor do Ant-Man? Porque do jeito que tá, eles parecem anos-luz de distância dos Thunder e Spurs. O cara pode ser um dos melhores da liga, mas basquete é esporte coletivo — e essa coletividade tá faltando muito em Minnesota.

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