Cara, o NBA Combine acabou e agora é aquela ansiedade louca até o Draft de 2026, que tá chegando aí em junho. E tem um nome que tá mexendo com a cabeça de todo mundo: Bruce Thornton, armador do Ohio State que pode se tornar o primeiro Buckeye draftado desde Brice Sensabaugh em 2023.
Sinceramente? Eu tô dividido nessa.
As chances reais do Bruce
O garoto tá sendo cotado como uma escolha do meio pro final da segunda rodada — ou seja, aquela zona onde você provavelmente vai parar no G-League de qualquer jeito, mas pelo menos com um contrato two-way na mão. E olha, não vou mentir: depois de ver tantos jogadores de Ohio State que eu achava que iam ser draftados ficando de fora (Duane Washington, Kaleb Wesson), eu aprendi a não criar expectativa demais.
O problema do Bruce — e isso é cruel mas é realidade — são coisas que ele simplesmente não pode mudar. O cara mede exatos 1,83m e pesa 102kg. Pra um armador da NBA, isso é… complicado. Muito complicado. É tipo tentar jogar de pivô com 1,90m, sabe? Dá pra fazer, mas você vai ter que ser MUITO especial em outras coisas.
E aí que a coisa fica mais tensa: no Combine, ele foi um dos mais lentos no teste de agilidade. 11,55 segundos, ficando no top 10 dos mais devagar. Pra quem acompanha Ohio State, isso não é surpresa — ele sempre foi mais daquele armador “cerebral”, que pensa cada jogada, do que desses malucos que saem voando na transição.
Mas peraí… e o lado bom?
Agora, antes de enterrar o menino, vamos ser justos: o cara ARREMESSA. E arremessou bem no Combine também. Na era atual da NBA, onde todo mundo vive e morre pela linha de 3, isso conta — e muito. Bruce sempre teve aquela pegada de cestinha confiável, e isso pode ser seu diferencial.
A questão é: será que isso compensa as limitações físicas? Eu fico pensando… quantos armadores “baixinhos” estão se dando bem na NBA hoje? Você tem o Fred VanVleet, tem o Kyle Lowry (já meio aposentado), mas são exceções que confirmam a regra.
Minha sincera opinião
Olha, se fosse apostar, eu diria que ele vai undrafted mas acaba assinando com alguém logo depois. Às vezes é até melhor assim — você escolhe o time que te dá mais oportunidade, ao invés de ser a 58ª escolha e ir parar num time que já tem a posição fechada.
Bruce tem talento, tem QI de jogo e trabalha pra caramba. Não duvido nada que ele se vire pra conseguir uma vaga eventualmente. Mas usar uma pick nele no Draft? Aí acho que os times vão pensar duas vezes.
E vocês, o que acham? Vale a pena alguém gastar uma escolha com ele, ou é melhor esperar ele ficar livre e negociar direto? Deixa nos comentários aí — tô curioso pra saber a opinião de vocês!

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