Olha só que situação interessante: Victor Wembanyama vai ter que provar seu valor mais uma vez na próxima temporada se quiser garantir aquela grana toda do contrato máximo. O francês precisa ser Defensor do Ano ou entrar no time All-NBA novamente para qualificar pro máximo de 30% da escala de rookies.
E cara, que azar do Wemby na temporada passada! O moleque estava voando rumo ao prêmio de Defensor do Ano quando rolou aquela trombose venosa profunda depois do All-Star break. Resultado? Não conseguiu atingir os 65 jogos mínimos necessários para concorrer ao prêmio.
Os números milionários em jogo
Os Spurs e Wembanyama quase certamente vão fechar acordo nesta offseason por uma extensão de cinco anos no valor de $251 milhões. Mas aqui vem a parte boa: o contrato tem uma cláusula que pode aumentar esse valor para $301 milhões se ele se qualificar pro critério dos 30%.
Cinquenta milhões de diferença. Cinquenta! É muita grana mesmo para os padrões da NBA.
Para vocês terem uma ideia de como isso funciona, quando o Luka Dončić estava na mesma situação, ele já tinha garantido os 30% completos porque vinha de duas seleções consecutivas pro All-NBA. O Wemby conseguiu uma seleção mesmo jogando apenas 64 partidas (graças à participação na final da NBA Cup), mas vai ter que repetir a dose.
A pressão dos 65 jogos
Sinceramente, acho que essa regra dos 65 jogos mínimos vai ser o maior desafio pro Wemby daqui pra frente. O cara tem um físico único – 2m21, magrinho, joga com uma intensidade absurda dos dois lados da quadra. É natural que o corpo peça uma folga de vez em quando.
E olha que ironia: justamente a capacidade dele de ganhar prêmios como Defensor do Ano e até MVP vai depender muito de conseguir jogar esses 65 jogos por temporada. Na temporada 2026-27, ele vai ter literalmente $50 milhões em jogo dependendo disso.
Uma coisa interessante que pode acontecer é o Wembanyama receber uma opção de jogador na extensão. Desde o draft de 2018, só o Paolo Banchero conseguiu isso numa extensão máxima de rookie. Se rolar, vai dar ainda mais flexibilidade pro francês negociar contratos futuros – podendo até chegar nos 35% do supermax se qualificar pra isso.
E aí, vocês acham que o Wemby aguenta essa pressão de ter que jogar quase toda temporada? O talento está ali, óbvio, mas a durabilidade ainda é uma interrogação.

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