Autor: Leandro Amorim

  • Mitchell manda os Pistons pra casa com show no Jogo 7

    Mitchell manda os Pistons pra casa com show no Jogo 7

    Cara, que aula o Donovan Mitchell deu ontem à noite. Os Cavaliers precisavam responder depois daquela decepção no Jogo 6, e o Spida simplesmente resolveu acabar com a festa dos Pistons no Jogo 7. 125 a 94. Uma surra histórica.

    Mitchell cravou 26 pontos em apenas 31 minutos de quadra, ficou a duas assistências do double-double (terminou com 8 assistências e 7 rebotes) e praticamente carimbou a vaga dos Cavs na final do Leste. O momento que definiu tudo? Aquela bomba de 3 no step back que mandou a torcida de Detroit direto pro estacionamento. Cruel demais.

    Primeira final de conferência da carreira

    E olha só a ironia: depois de sete temporadas na NBA, Mitchell finalmente vai jogar uma final de conferência. O cara já foi All-Star várias vezes, já fez performances absurdas nos playoffs, mas nunca tinha chegado tão longe. Sinceramente, eu acho que Cleveland tem tudo pra incomodar muito.

    Ah, e teve até momento engraçado na partida. O Mitchell literalmente esbarrou na noiva dele, a cantora Coco Jones, durante o segundo tempo. Imagina a cena: você tá destruindo no Jogo 7 e trombada na sua futura esposa na lateral da quadra. Só acontece na NBA mesmo.

    Mobley e Allen também mandaram ver

    Mas não foi só show do Mitchell não. Jarrett Allen dropou 23 pontos e 7 rebotes, confirmando que é especialista em Jogos 7 — lembram da performance monstro contra os Raptors? 22 pontos e 19 rebotes. O cara simplesmente não treme em eliminatórias.

    Evan Mobley também fez a sua parte com 21 pontos e 12 rebotes, fechando um double-double importante. E quem diria que Sam Merrill ia ser um dos destaques? O cara meteu 23 pontos em 25 minutos, incluindo cinco bombas de 3. Quando o banco rende assim, fica difícil pra qualquer adversário.

    Uma coisa que chamou atenção foi a quantidade absurda de lances livres: 44 tentativas, convertendo 28. É o recorde dos playoffs de 2026 até agora. Os Pistons simplesmente não conseguiram parar Cleveland sem cometer faltas.

    Agora vem o desafio real: Nova York na final do Leste. Os Knicks estão descansados depois de varrer os 76ers e vão receber os Cavs no Madison Square Garden na terça-feira. Vocês acham que Mitchell consegue manter esse nível contra uma defesa mais cascuda como a de NY?

  • Brown detona Stephen A: ‘Não faz jornalismo, só quer cliques’

    Brown detona Stephen A: ‘Não faz jornalismo, só quer cliques’

    Olha, eu não esperava que essa treta entre Jaylen Brown e Stephen A. Smith fosse escalar tanto assim. O cara simplesmente não engoliu os comentários do analista da ESPN e resolveu partir pra cima sem filtro algum na live da Twitch.

    Pra quem perdeu os capítulos anteriores: depois que o Celtics entregou uma vantagem de 3-1 contra o Philadelphia 76ers na primeira rodada dos playoffs (sim, doeu até escrever isso), Stephen A. sugeriu que Brown deveria sair de Boston. O MVP das Finais de 2024 não curtiu nada e acusou o jornalista de tentar criar confusão entre ele e o time.

    A resposta sem papas na língua

    E aí que o negócio ficou feio. Na live, Brown não poupou palavras: “F*** Stephen A. Minha oferta ainda vale. Você quer que eu fique quieto e pare de fazer stream? Eu quero que você fique quieto e saia dessas redes. Você não usa sua plataforma pra fazer jornalismo real. Você usa pra fazer clickbait.”

    Cara, é raro ver um jogador da NBA indo com tanta sede ao pote assim. Brown claramente tá pistola com a abordagem do Stephen A., que na real sempre foi mais do espetáculo do que análise técnica mesmo.

    Stephen A. não ficou quieto

    Como era de se esperar, o analista rebateu na mesma moeda. Disse que Brown tá fazendo feio reclamando depois de entregar uma vantagem histórica, ainda mais em casa: “Um campeão e MVP das Finais dizendo que sua temporada favorita é a que terminou em casa na PRIMEIRA RODADA.”

    Sinceramente? Os dois têm seus pontos. Brown tem todo direito de se irritar com comentários que podem prejudicar sua imagem, mas Stephen A. também não tá errado sobre a entregada épica contra os Sixers.

    O mais engraçado é que Brown continuou fazendo streams depois de perder o jogo 7. O cara simplesmente não tá nem aí pra opinião alheia e, olha, eu respeito essa atitude. Às vezes é isso mesmo: falar o que pensa e seguir a vida.

    E vocês, acham que Brown foi longe demais ou Stephen A. que mereceu mesmo? Porque essa treta tá longe de acabar, podem ter certeza.

  • Cavs atropelam Detroit em 31 pontos no Jogo 7 e vão pra ECF

    Cavs atropelam Detroit em 31 pontos no Jogo 7 e vão pra ECF

    Cara, eu vou ser sincero: não esperava que o Cleveland ia demolir Detroit desse jeito no Jogo 7. 125 a 94. Trinta e um pontos de diferença. Na casa dos Pistons. Foi uma humilhação histórica.

    Vocês viram o Donovan Mitchell ontem? O cara simplesmente decidiu que não ia mais ficar tentando arremesso de 3 — foi direto pro garrafão, atacou a cesta o jogo todo. E olha que curioso: quando você vai pra cima com vontade, as coisas funcionam. Quem diria, né?

    Mitchell destruiu sozinho

    O maluco fez 26 pontos e literalmente marcou mais que Cade Cunningham, Jalen Duren e Tobias Harris somados. Isso mesmo, sozinho ele fez mais que três caras importantes dos Pistons juntos. Absurdo demais.

    E não foi só isso — 8 assistências e 7 rebotes. No terceiro quarto, quando Detroit ainda sonhava com uma reação, Mitchell veio e meteu 15 pontos no período. Game over. Fim de papo.

    A real é que Detroit pareceu um time jovem que não tava preparado pra pressão. E olha que eles fizeram 60 vitórias na temporada regular! Mas Jogo 7 é outro nível de pressão, meu amigo.

    Os torres fizeram a diferença

    Evan Mobley e Jarrett Allen foram monstruosos no garrafão. 44 pontos, 19 rebotes e 3 tocos entre os dois. Detroit queria jogar físico, dominar a tinta, mas os dois gigantes de Cleveland simplesmente engolharam Duren, Isaiah Stewart e Paul Reed.

    E tem mais: Sam Merrill saiu do banco pegando fogo. 23 pontos, 5 de 8 do perímetro. Quando o reserva tá assim, é sinal que vai dar ruim pro adversário mesmo.

    Cleveland executou o plano de jogo perfeitamente desde o primeiro minuto. No primeiro tempo foram 18 assistências em 22 cestas convertidas — isso é basquete de alto nível, movimento de bola que dá gosto de ver. Aproveitamento de 52.4% nos arremessos e 8 bolas de 3.

    ECF contra os Knicks

    Agora é partir pra semifinal do Leste contra o New York. E olha, se o Cleveland jogar assim que jogou no Jogo 7, pode dar trabalho sério pros Knicks no Madison Square Garden.

    Já Detroit… cara, que decepção. Um time que dominou a temporada regular, fez 60 vitórias, mas na hora H não conseguiu responder. Cunningham com 13 pontos em 16 tentativas, Harris 0 de 6 arremessos. Só Daniss Jenkins (17 pontos) e Duncan Robinson (13 pontos) apareceram, mas não foi suficiente nem de longe.

    Agora fica aquela pergunta: será que Detroit consegue encontrar um segundo armador/criador de jogadas pra temporada que vem? E quanto vão pagar no Duren, que foi brilhante na temporada mas sumiu nos jogos decisivos?

    Uma coisa é certa: Cleveland mostrou que quando quer, quando executa direito, tem talento pra brigar com qualquer um no Leste. Veremos se conseguem manter esse nível contra os Knicks.

  • Thunder vs Spurs e Knicks vs Cavs: que Final seria mais épica?

    Thunder vs Spurs e Knicks vs Cavs: que Final seria mais épica?

    Olha só que loucura chegou até nós! As finais de conferência de 2026 estão definidas e, cara, os matchups estão de tirar o fôlego. No Oeste, temos o confronto que todo mundo estava esperando há anos: Thunder (1º) contra Spurs (2º). No Leste, Knicks (3º) enfrentam os Cavaliers (4º).

    Eu sinceramente acho que essa final do Oeste pode ser a verdadeira decisão do título. Dois times absurdamente completos, com elencos profundos e qualidade técnica de outro mundo.

    Os quatro cenários possíveis pra Final

    Vamos ranquear as quatro combinações possíveis, da menos emocionante para a mais épica:

    4º lugar: Thunder vs Cavaliers

    Seria legal de assistir, mas meio previsível demais. O Thunder com Shai Gilgeous-Alexander, Chet Holmgren, Jalen Williams, Alex Caruso e companhia seria favorito demais contra Cleveland. Por mais que Donovan Mitchell e James Harden (sim, o Harden ainda tá por aí!) possam fazer mágica, conseguir consistência suficiente pra derrubar OKC em quatro jogos? Complicado.

    3º lugar: Spurs vs Cavaliers

    Cenário parecido. Victor Wembanyama, De’Aaron Fox, e esse elenco dos Spurs seria pedreira demais pro Cleveland. É verdade que os Cavs ganharam os dois confrontos da temporada regular, mas um foi sem o Wemby em quadra. E convenhamos, os times mudaram muito desde dezembro.

    Os dois matchups dos sonhos

    2º lugar: Thunder vs Knicks

    Agora a coisa fica interessante! Jalen Brunson, Karl-Anthony Towns, Mikal Bridges contra a máquina do Thunder. Na minha visão, isso seria uma guerra épica entre dois estilos diferentes. A série provavelmente se resumiria ao duelo Shai vs Brunson — e sendo honesto, o cara que ganhou dois MVPs seguidos (Shai) deveria levar a melhor.

    1º lugar: Spurs vs Knicks

    Meu Deus, que Final seria essa! Duas das franquias mais tradicionais da liga tentando quebrar jejuns históricos. Os Spurs não ganham desde 2014, mas os Knicks… cara, desde 1973! É de doer o coração.

    Imaginem só: Wembanyama aos 22 anos, na terceira temporada, tentando fazer história contra um time de Nova York desesperado pra voltar ao topo. Brunson e companhia teriam a chance de entrar pros livros de história, mas teriam que passar por cima de um dos jogadores mais dominantes que já vi.

    E aí, qual vocês preferem?

    Sinceramente, qualquer uma dessas Finais seria absurda de assistir. O Thunder parece imparável, mas nunca duvidem da magia dos playoffs. Cleveland mostrou personalidade ao eliminar Detroit no jogo 7, e os Knicks… bom, Nova York nos playoffs é sempre perigoso.

    O que vocês acham? Preferem ver novos campeões ou torcem pra algum desses gigantes quebrar o jejum? Uma coisa é certa: 2026 promete ser inesquecível!

  • Finais de 2026: qual seria o confronto mais insano?

    Finais de 2026: qual seria o confronto mais insano?

    Cara, que playoffs malucos estão rolando em 2026! Chegamos nas finais de conferência e, sinceramente, qualquer combinação pra final vai ser absurda. No Oeste temos Thunder vs Spurs — que duelo de monstros — e no Leste, Knicks contra Cavaliers numa briga que ninguém esperava.

    Olha, eu tô aqui imaginando os quatro cenários possíveis pra final da NBA e, não vou mentir, qualquer um deles me deixa maluco de empolgação. Mas vamos ranquear do “menos insano” pro “vai quebrar a internet”:

    Thunder vs Cavaliers — o menos provável de emocionar

    Por mais único que seja, essa final seria meio previsível demais pro meu gosto. O Thunder com Shai Gilgeous-Alexander (que tá voando), Chet Holmgren dominando o garrafão, Jalen Williams fazendo de tudo… é time demais pra Cleveland. Mitchell e Harden até podem fazer mágica de vez em quando, mas sustentar isso por quatro vitórias contra Oklahoma City? Complicado.

    Mobley e Allen são bons, mas não sei se conseguem segurar essa máquina do Thunder. E vocês, acham que Cleveland teria chance?

    Spurs vs Cavaliers — Victor vs o mundo

    Wembanyama mudou o jogo completamente. Aos 22 anos, o cara tá reescrevendo o que significa ser dominante. Com De’Aaron Fox, Stephon Castle e Dylan Harper dando suporte, San Antonio tá assustador.

    Cleveland até ganhou dos Spurs duas vezes na temporada regular, mas uma foi sem o Wemby. Times diferentes agora. Se San Antonio conseguir eliminar Oklahoma City — o que por si só seria épico — a momentum deve ser suficiente pra passar pelo Cavaliers. A menos que Mobley resolva virar o Dennis Rodman da vida e pare o francês…

    Thunder vs Knicks — o duelo dos MVPs

    Agora a coisa fica interessante! Na minha opinião, os Knicks são superiores no Leste e devem passar fácil pelos Cavaliers. Jalen Brunson tá jogando como um veterano de 10 anos de playoffs, KAT finalmente encontrou seu lugar, e esse quinteto com Mikal Bridges, Josh Hart e OG Anunoby é equilibrado pra caramba.

    Seria basicamente Gilgeous-Alexander contra Brunson — dois caras que sabem decidir jogo. O bi-campeão de MVP (SGA) deveria levar a melhor, dando o bicampeonato consecutivo pro Thunder. Mas Brunson em Nova York é diferente, véi.

    Spurs vs Knicks — a final dos sonhos

    Cara, ESSA seria a final perfeita! Duas das franquias mais tradicionais da NBA, ambas querendo quebrar jejuns longos. San Antonio não ganha desde 2014, mas Nova York… 1973, gente. CINQUENTA E TRÊS ANOS!

    Imagina o Wembanyama, com apenas 22 anos e na terceira temporada, tentando fazer história contra Brunson e cia querendo colocar o nome deles pro resto da vida nos livros de história do basquete. Fox precisaria manter a consistência pelos Spurs, mas cara… o interesse nessa final seria através do teto.

    Os Knicks carregando o peso de meio século sem título contra um prodígio francês que quer dominar a liga pelos próximos 15 anos. Seria épico demais.

    E vocês, qual final gostariam de ver? Eu tô torcendo pela quarta opção — seria um negócio histórico mesmo!

  • Curry e Warren Buffett arrecadam 18 milhões em um almoço

    Curry e Warren Buffett arrecadam 18 milhões em um almoço

    Gente, vocês precisam saber disso. Alguém pagou NOVE MILHÕES DE DÓLARES só pra almoçar com o Steph Curry e Warren Buffett. Nove milhões. Eu não consigo nem processar essa informação direito.

    E o mais louco? O velho Warren ainda disse que ia dobrar o valor pra caridade. Então no final das contas foram 18 milhões de dólares arrecadados. Isso é mais de 90 milhões de reais, galera. Dá pra comprar meio time da NBB com essa grana.

    O Baby-Faced Assassin virando filantropo

    O leilão foi pelo eBay (sim, eBay mesmo) e o dinheiro vai todo pra fundação “Eat.Learn.Play” do Curry e da Ayesha. A fundação faz um trabalho massa em Oakland – oferece comida, aulas de reforço e constrói quadras de basquete nas escolas. Sinceramente, é lindo ver um cara que já tem tudo pensando nos outros assim.

    E olha que o Steph não tá parado não. Em abril ele leiloou 70 tênis da coleção pessoal dele e levantou mais 1,7 milhões. O cara tá literalmente transformando tudo em dinheiro pra ajudar as crianças de Oakland.

    Warren Buffett e suas tradições milionárias

    Esse esquema de leilão do Buffett não é novidade. O cara faz isso desde 2000, e desde 2008 sempre consegue pelo menos 1 milhão por almoço. O recorde anterior tinha sido 19 milhões em 2022 – ou seja, esse do Curry quase chegou lá.

    O que me impressiona é pensar no que esses dois vão conversar durante o almoço em Omaha (porque é lá que o Warren mora, então é lá que rola). Na minha visão, vai ser uma aula de investimentos pro Curry e uma aula de arremesso de 3 pro Buffett. Imaginem os dois trocando ideia sobre como driblar o luxury tax da NBA?

    E aí, vocês acham que vale 9 milhões um almoço desses? Eu confesso que se eu tivesse essa grana sobrando (risos), seria tentador demais. Conhecer duas lendas dessas ao mesmo tempo… deve ser surreal.

    O foda é que enquanto isso o Curry vai ganhar 62 milhões na próxima temporada pelos Warriors. Ou seja, alguém pagou praticamente 15% do salário anual dele só pra bater um papo no almoço. Isso mostra o quanto o cara virou ícone mesmo fora das quadras.

  • Cavs massacram em Jogo 7 e voltam às Finais do Leste após 8 anos!

    Cavs massacram em Jogo 7 e voltam às Finais do Leste após 8 anos!

    Meu Deus, que noite foi essa! Os Cleveland Cavaliers simplesmente destruíram o Detroit Pistons no Jogo 7 e estão de volta às Finais da Conferência Leste pela primeira vez desde 2018. Cara, eu não sei vocês, mas eu tava nervoso pra caramba antes desse jogo — e os Cavs responderam da melhor forma possível.

    Donovan Mitchell finalmente mostrou por que foi contratado. 26 pontos, 8 assistências e ZERO turnovers. Zero! Em um Jogo 7! O cara que vinha sendo criticado a série inteira simplesmente resolveu aparecer na hora mais importante.

    A Máquina Ofensiva Funcionou Perfeitamente

    O que mais me impressionou foi como a bola circulou. Mitchell distribuiu 5 assistências só no primeiro tempo, e os Cavs tiveram 10 assistências nos primeiros 13 arremessos convertidos. É assim que se joga basquete coletivo!

    E o Sam Merrill? Cara saiu do banco e meteu 4 bolas de três só no primeiro tempo. Vinte e três pontos no total. Quando o banco funciona assim, é game over. O técnico ainda botou Max Strus no lugar do Dean Wade no quinteto titular — jogada certeira.

    Mas não foi só o perímetro não. Jarrett Allen e Evan Mobley dominaram o garrafão completamente. Allen com 23 pontos e umas enterradas absurdas no terceiro quarto que deixaram a torcida em delírio. Mobley contribuiu com 21. A dupla de torres simplesmente não deu chance pros Pistons respirarem.

    Defesa Que Virou Show

    Uma estatística que me chamou atenção: em determinado momento do segundo quarto, os Cavs tinham mais assistências (17) do que os Pistons tinham cestas de quadra convertidas (14). Isso é massacre tático, pessoal.

    A defesa de Cleveland foi impecável. Mesmo com 20+ pontos de vantagem, continuaram pressionando como se o jogo estivesse empatado. Essa mentalidade de killer que separa os times grandes dos medianos.

    Sinceramente, depois de todas as críticas que o Mitchell vinha recebendo (e algumas eram merecidas, vamos combinar), ver ele jogar assim quando mais importava foi emocionante. O cara carregou uma pressão danada nas costas e entregou possivelmente o melhor jogo dele nos playoffs, pelo menos do ponto de vista tático.

    Agora vem o verdadeiro teste. Na terça-feira, os Cavs enfrentam justamente o time que deu aquela surra histórica neles em 2023. Vai ser interessante ver se esse crescimento todo que eles mostraram nas últimas duas séries vai se sustentar contra um adversário de peso real.

    E aí, vocês acham que os Cavs têm chance de chegar nas Finais mesmo? Eu tô começando a acreditar nesse time, não vou mentir.

  • Cavs destroem Pistons e vão pras finais do Leste: que noite foi essa!

    Cavs destroem Pistons e vão pras finais do Leste: que noite foi essa!

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu ontem à noite em Detroit. Os Cleveland Cavaliers simplesmente atropelaram os Pistons por 125 a 94 no jogo 7 das semifinais do Leste. Trinta e um pontos de diferença. No jogo 7. Fora de casa.

    Olha, eu não esperava isso. Os Pistons vinham voando na temporada regular como primeiro colocado, e aí os Cavs chegaram e fizeram isso? Absurdo.

    Quatro monstros em quadra

    A coisa mais louca dessa partida foi ver quatro caras do Cleveland marcando mais de 20 pontos cada um. Donovan Mitchell, Jarrett Allen, Sam Merrill e Evan Mobley — todos passaram dos 21. Quando um time consegue distribuir assim o jogo ofensivo, fica quase impossível de parar.

    Mitchell, aliás, tá vivendo o melhor momento da carreira dele. Em janeiro de 2023, o cara fez 71 pontos numa partida — lembram? Mas sinceramente acho que esse jogo 7 pode ter sido ainda mais importante pra ele. Finalmente chegou numa final de conferência.

    E o Jarrett Allen no garrafão foi um problema sério pros Pistons. O cara sempre foi subestimado, na minha opinião.

    Detroit simplesmente não apareceu

    Os Pistons jogaram como se ainda estivessem dormindo. Os titulares fizeram apenas 47 pontos combinados. Quarenta e sete! Enquanto isso, os cinco titulares de Cleveland despejaram 88.

    O Cade Cunningham mais uma vez teve que tentar carregar o time nas costas, mas não dá pra ganhar jogo assim. Detroit atirou apenas 29.2% do campo nos titulares — é impossível vencer playoff com esse aproveitamento.

    E a defesa? Cara, foi ainda pior. Os caras perderam comunicação nas trocas, deixaram jogador correndo livre pra cesta… Ausar Thompson até tentou algumas coisas boas individualmente, mas o coletivo não funcionou.

    Agora é guerra contra os Knicks

    Bom, Cleveland pode comemorar, mas agora vem o bicho-papão: New York Knicks. Os caras estão descansados, têm o fator casa e, vamos combinar, são o time mais entrosado do Leste nesse momento.

    Os Cavs vão precisar jogar ainda melhor do que jogaram ontem. James Harden foi mal (só 9 pontos), o arremesso de 3 foi inconsistente tirando o Sam Merrill… Contra os Knicks, essas falhas podem custar caro.

    Vocês acham que Cleveland consegue repetir esse nível contra um time muito mais forte? Eu tô curioso pra ver se conseguem manter essa distribuição ofensiva funcionando.

    Uma coisa é certa: depois de anos tentando, Mitchell finalmente chegou onde queria. Agora é ver se consegue ir até o fim.

  • Cavs x Knicks nas finais do Leste: calendário saiu e vai ser pegado!

    Cavs x Knicks nas finais do Leste: calendário saiu e vai ser pegado!

    Mano, mal deu tempo do Cleveland Cavaliers comemorar aquela vitória suada no jogo 7 contra o Detroit Pistons e a NBA já soltou o calendário das finais da Conferência Leste. E adivinha? Vai ser corrido pra caramba.

    Menos de 48 horas de descanso. É isso mesmo que vocês leram — os Cavs vão enfrentar o New York Knicks na terça-feira, dia 19, às 20h (horário de Brasília) no Madison Square Garden. Sinceramente, não sei se isso é bom ou ruim pros caras de Cleveland. Por um lado, mantém o ritmo. Por outro… cara, é cansativo demais.

    O calendário completo saiu — e não vai ter moleza

    Olha só como ficou a programação (todos os horários no fuso de Brasília):

    Jogo 1 em Nova York: Terça, 19 de maio, 20h (ESPN)
    Jogo 2 em Nova York: Quinta, 21 de maio, 20h (ESPN)
    Jogo 3 em Cleveland: Sábado, 23 de maio, 20h (ABC)
    Jogo 4 em Cleveland: Segunda, 25 de maio, 20h (ESPN)
    Jogo 5 em Nova York: Quarta, 27 de maio, 20h (ESPN)
    Jogo 6 em Cleveland: Sexta, 29 de maio, 20h (ESPN)
    Jogo 7 em Nova York: Domingo, 31 de maio, 20h (ESPN)

    Todos os jogos vão passar na ESPN ou ABC — pelo menos a gente vai poder acompanhar tudo aqui no Brasil sem sofrimento.

    Knicks favoritos? Interessante…

    Uma coisa que me chamou atenção: a FanDuel tá com os Knicks como favoritos pra passar (-240), enquanto os Cavs aparecem como azarões (+190). Olha, eu entendo o favoritismo — Nova York teve uma campanha mais consistente na temporada regular. Mas playoffs é outro mundo, né?

    Durante a temporada regular, essas duas equipes se enfrentaram apenas três vezes, e quem jogou em casa ganhou. A vitória mais recente foi dos Cavs, 109-94, em fevereiro, já com James Harden no elenco. Esse dado é meio irrelevante agora, mas mostra que os times estão bem equilibrados.

    E aí, pessoal — vocês acham que os Cavs conseguem dar a volta por cima mesmo sendo azarões? Ou os Knicks vão confirmar o favoritismo e avançar pra final da NBA? Vai ser uma série absurda, tenho certeza.

  • SGA entra pro clube dos bicampeões de MVP — só 14 caras conseguiram isso

    SGA entra pro clube dos bicampeões de MVP — só 14 caras conseguiram isso

    Cara, o Shai Gilgeous-Alexander acabou de entrar num clube mais seleto que a lista de bilionários do Brasil. O armador do Thunder conquistou seu segundo MVP consecutivo e virou apenas o 14º jogador da história da NBA a conseguir essa façanha absurda.

    E olha só que dado louco: dos caras ativos na liga hoje, só cinco conseguiram ganhar MVP back-to-back. SGA ainda fez isso aos 27 anos — ele é apenas o quinto moleque a conseguir MVPs consecutivos nessa idade ou mais novo.

    O clube dos legends que SGA acabou de entrar

    Vou ser sincero com vocês: essa lista é de arrepiar. Bill Russell abriu o caminho lá em 1960-61, mas o monstro foi além — ganhou três seguidos! Enquanto o Celtics dominava a década com oito títulos consecutivos, Russell mandava ver com médias de 17,5 pontos e 23,7 rebotes. Vinte e três rebotes, gente. Imagina isso hoje em dia.

    Wilt Chamberlain não ia ficar atrás do rival e também emplacou três MVPs seguidos pelo Sixers. O cara jogava 46,5 minutos por jogo (quase o jogo inteiro!) e fazia 27,3 pontos, 24,2 rebotes. Números de videogame, literalmente.

    Na minha opinião, um dos mais impressionantes foi o Tim Duncan. O cara aos 25-26 anos perdeu apenas UM jogo em duas temporadas inteiras e ainda levou o Spurs ao título em 2003. Esse sim era consistência pura.

    Os mais recentes e o que isso significa pro SGA

    LeBron foi o último antes do SGA a conseguir isso — aliás, o King conseguiu DUAS vezes (Miami e Cleveland). Mas o que me chama atenção é que SGA tá numa situação única: tem time competitivo, tá no auge físico e ainda pode sonhar com o título esse ano.

    Steve Nash era o mais velho quando conseguiu (31-32 anos), comandando aquele Phoenix “sete segundos ou menos” que mudou o basquete. Magic Johnson fez isso quando já tinha cinco anéis e resolveu mostrar que ainda mandava no pedaço.

    E aí, vocês acham que o SGA vai conseguir emplacar um terceiro? Seria apenas o quarto cara da história a fazer three-peat de MVP. A pressão agora é outra — todo mundo vai estar de olho pra ver se ele sustenta esse nível absurdo.

    O Thunder tá voando, SGA tá jogando o melhor basquete da carreira e, sinceramente, eu não duvido nada que vejamos mais história sendo feita em Oklahoma City. Esse moleque chegou pra ficar no topo da liga.