Autor: Leandro Amorim

  • Nova loteria da NBA pode quebrar o mercado de trades

    Nova loteria da NBA pode quebrar o mercado de trades

    Olha, eu não sei se vocês estão acompanhando essa história da nova loteria que a NBA quer implementar, mas o bagulho pode virar uma confusão total no mercado de trocas. E quando eu digo confusão, é CONFUSÃO mesmo.

    A liga está propondo o sistema 3-2-1, que basicamente deixaria as chances de ganhar a loteria muito mais equilibradas. Isso significa que um time que termine em 16º lugar — que hoje não tem chance nenhuma de pegar uma das três primeiras escolhas — teria 2,7% de chance de ganhar a primeira pick geral. Pra vocês terem uma ideia, isso é mais do que Dallas tinha no ano passado quando ganharam o direito de escolher o Cooper Flagg (1,8%).

    O problema real: primeiro round vale ouro agora

    E aí que a coisa fica interessante (e complicada). Se qualquer pick de primeira rodada pode virar loteria, os GMs vão segurar essas escolhas com unhas e dentes. Imaginem vocês: hoje um time que projeta terminar bem pode trocar tranquilamente uma pick futura sabendo que vai ser lá pelo 20º-30º lugar. Com o novo sistema? Essa mesma pick pode virar primeira geral.

    “Esse sistema tiraria ainda mais controle das mãos dos times sobre como se reconstruir”, desabafou um GM assistente pro The Athletic. E eu concordo com o cara — imagina a dor de cabeça que isso vai ser?

    O timing foi péssimo

    Mas o que mais me irrita nessa história toda é o timing. Vários times já fizeram trades de picks futuras baseados no sistema atual, sem saber que a NBA estava cogitando essa mudança radical. É como se você vendesse seu carro por um preço X e no dia seguinte descobrisse que ele vale 3X mais.

    Sinceramente, acho que a liga vacilou nessa. Tudo bem querer combater o tanking — que realmente é um problema —, mas mexer nas regras no meio do jogo assim é complicado. E vocês, o que acham? Será que essa mudança vai realmente resolver o problema do tanking ou só vai criar uma bagunça maior ainda no mercado?

    A votação está marcada para 28 de maio, e eu tenho a impressão de que vai dar muito pano pra manga ainda.

  • NBA vai furar com as piores equipes no novo Draft? Executivos estão pistola

    NBA vai furar com as piores equipes no novo Draft? Executivos estão pistola

    Cara, a NBA tá prestes a virar o Draft de cabeça pra baixo. E sinceramente? Eu acho que vão acabar criando mais problema do que solução.

    A proposta do sistema “3-2-1” vai ser votada dia 28 de maio pelos donos das franquias. Se 23 dos 30 aprovarem (e tudo indica que vão), a mudança entra em vigor no Draft de 2027. Só que os executivos das equipes estão meio pistola com a coisa toda.

    O que muda na prática?

    A ideia é expandir a loteria de 14 pra 16 times. Os três piores times vão ganhar apenas duas bolinhas cada (perdendo uma como “punição”), mas não podem cair além da 12ª posição. Os times do 4º ao 10º lugar ganham três bolinhas cada. E aqui vem o absurdo: as chances máximas de ganhar a 1ª escolha caem de 14% pra apenas 8,1%.

    “Eles estão obcecados em fazer isso”, desabafou um GM assistente pro The Athletic. E olha, dá pra entender a revolta.

    Na minha visão, isso é reagir demais a um problema que talvez nem seja tão grande assim. Vários executivos acham que as regras atuais só precisam ser aplicadas com mais rigor – não mudadas completamente.

    A real sobre o tanking

    Todo mundo sabe que alguns times fazem corpo mole no final da temporada pra pegar uma escolha melhor no Draft. A NBA multou o Utah Jazz em 500 mil dólares e o Indiana Pacers em 100 mil em fevereiro, mas foi só isso. Os três piores times tiveram um recorde combinado de 12-72 após o All-Star break. Doze vitórias em 72 jogos, gente!

    “David Stern não mudaria o sistema”, disse um executivo. “Ele pegaria um martelo maior”. E tem razão – às vezes a solução é aplicar melhor as regras que já existem, não criar regras novas que podem ferrar todo mundo.

    Vocês acham que essa mudança vai realmente acabar com o tanking ou só vai prejudicar os times que estão genuinamente ruins?

    Consequências que ninguém pensou

    Aqui vem o que me deixa mais preocupado: essas mudanças podem bagunçar o mercado de trades de um jeito que ninguém esperava. Com as chances mais distribuídas, até a 16ª escolha vai ter 2,7% de chance de virar a 1ª pick. Isso é mais que os 1,8% que o Dallas tinha quando ganhou o direito de draftar o Cooper Flagg.

    Resultado? Todas as escolhas de primeira rodada vão ficar mais valiosas. Num mercado já complicado por causa das restrições salariais, isso pode fazer os times segurarem ainda mais suas picks futuras.

    Olha, eu entendo a frustração da liga com o tanking. É chato ver time fazendo corpo mole. Mas será que essa não é uma solução mais complicada que o problema original? Só o tempo vai dizer.

  • Spurs x Thunder: San Antonio tem tudo pra bater os campeões

    Spurs x Thunder: San Antonio tem tudo pra bater os campeões

    Olha, eu vou ser sincero com vocês: quando vi que os Spurs iam enfrentar o Thunder na final do Oeste, meu coração até acelerou um pouco. Por um lado, San Antonio mostrou uma garra absurda nas duas primeiras rodadas dos playoffs. Por outro, Oklahoma City é o atual campeão e passou raspando pelas primeiras fases.

    Mas sabe o que me deixa mais confiante? Os Spurs simplesmente destruíram o Thunder na temporada regular. Não foi sorte, não foi casualidade — foi dominação pura.

    Experiência x Fome de Vitória

    O Thunder tem a experiência de quem já conquistou um título. Eles sabem o que é pressão, sabem o que é jogar uma final. Isso conta? Claro que sim. Mas os Spurs têm algo que talvez seja ainda mais perigoso: uma confiança que beira a arrogância (no melhor sentido possível).

    Esses moleques de San Antonio simplesmente não sabem que deveriam ter medo. E isso pode ser o diferencial. Lembra quando o Warriors dominava todo mundo nos anos 2010? Era exatamente essa mentalidade — eles jogavam como se já soubessem que iam ganhar.

    O único problema é que Fox está mancando um pouco do tornozelo. Vi ele sair de quadra no último jogo contra o Minnesota, mas voltou e ainda fez uns 25 pontos. Monstro.

    Defesa Agressiva vs Ataque Criativo

    Uma coisa que me preocupa é a defesa perimetral do Thunder. Eles são hipergressivos, fazem muita pressão na bola, e isso pode incomodar bastante o esquema ofensivo dos Spurs. Mas por outro lado, San Antonio tem mostrado uma versatilidade ofensiva impressionante.

    Dylan Harper tem jogado num nível surreal, e quando Fox está 100%, essa dupla de armação é capaz de quebrar qualquer defesa. Sem contar que o time todo comprou a ideia do Mitch Johnson.

    O que vocês acham? Os Spurs conseguem manter esse ritmo alucinante que vem desde o All-Star break, ou a experiência do Thunder vai pesar na reta final?

    Eu tô apostando nos Spurs. Pode até ser loucura minha, mas esse time tem uma energia diferente. E convenhamos — dominar o adversário na temporada regular tem que valer alguma coisa, não é?

  • A decisão mais burra do Jazz? Trocar Rubio por Conley em 2019

    A decisão mais burra do Jazz? Trocar Rubio por Conley em 2019

    Cara, vou ser sincero com vocês: eu sempre tive uma pulga atrás da oreja com aquela troca do Jazz em 2019. Na época todo mundo bateu palma, mas olhando hoje… será que não foi uma das maiores burradas da franquia?

    A situação era a seguinte: Houston Rockets acabou de passar o rodo no Jazz nos playoffs pela segunda vez seguida, com James Harden sendo praticamente imparável. O front office de Salt Lake City entrou em pânico e decidiu que precisava “melhorar” o time. O alvo? A eficiência de três pontos, que tava meio meia-boca mesmo.

    A troca que mudou tudo

    Em julho de 2019, o Jazz mandou Jae Crowder, Grayson Allen, Kyle Korver, os direitos do Darius Bazley E uma primeira rodada futura (que virou o Walker Kessler, olha só) pro Memphis em troca do Mike Conley. Isso sem falar que deixaram o Ricky Rubio vazar de graça pra Phoenix por “apenas” 17 milhões por ano, enquanto o Conley ganhava mais de 30 milhões.

    Monstro de troca, né? E olha que eu não tenho nada contra o Mike Conley — o cara sempre foi um armador de elite, com ótima visão de jogo e um arremesso confiável. Nos 10 anos anteriores, ele convertia 37,4% dos seus arremessos de três numa média de 4 tentativas por jogo. Distribuía 6 assistências por partida. Era exatamente o que o Donovan Mitchell precisava ao lado dele.

    Os números não mentem (ou mentem?)

    No papel, a troca funcionou. O ataque do Jazz saltou da 13ª posição na liga pra primeira colocada na temporada seguinte. Conley tinha uma eficiência muito superior ao Rubio — 11 pontos percentuais de diferença no eFG%. Era matemática pura.

    Mas aqui que fica interessante (e eu fico meio bolado): quando você olha como esses caras complementavam especificamente o Donovan Mitchell, a diferença não era tão absurda assim. O rating ofensivo com Conley era apenas 3 pontos melhor, e o True Shooting do time subia só 1,6%.

    O Rubio pode não ter sido o cara mais eficiente do mundo, mas ele elevava a qualidade dos arremessos de TODO MUNDO na quadra. E isso não aparece nas estatísticas básicas.

    E se o Jazz tivesse ficado com Rubio?

    Olha, eu sei que é fácil falar agora, mas imaginem se o Jazz tivesse mantido o Rubio por 17 milhões, economizado aquela fortuna com o Conley e ainda ficado com todas aquelas peças que mandaram embora? Walker Kessler sozinho já taria valendo o investimento hoje em dia.

    O time provavelmente continuaria competitivo, gastaria bem menos e ainda teria flexibilidade pra outras movimentações. Às vezes a melhor troca é a que você NÃO faz, sacam?

    E vocês, o que acham? Foi burrada mesmo ou tô sendo injusto com a decisão do Jazz? Conley ajudou sim, mas será que o preço valeu a pena?

  • SGA faz história: bicampeão de MVP aos 28 anos!

    SGA faz história: bicampeão de MVP aos 28 anos!

    Gente, eu ainda tô processando isso. Shai Gilgeous-Alexander acabou de se tornar o 14º jogador na história da NBA a ganhar MVPs consecutivos. Quatorze. Só quatorze caras conseguiram isso em mais de 70 anos de liga!

    Olha, quando o Thunder pegou o SGA naquela troca maluca com os Clippers em 2019, eu confesso que não imaginava que ia dar nisso. Claro, o cara sempre foi talentoso, mas MVP? Bicampeão? Era muita pretensão imaginar isso na época.

    O clube dos bicampeões é seleto demais

    Pra vocês terem noção do que isso significa: estamos falando de um clube que tem LeBron, Jordan, Magic, Bird, Kareem… e agora o SGA. Aos 28 anos, ele tá no mesmo patamar desses monstros todos.

    E o mais impressionante? O cara fez isso jogando em Oklahoma City. Não é Los Angeles, não é Miami, não é Nova York. É OKC mesmo, aquela cidade que todo mundo disse que nunca ia conseguir manter um superstar depois que o Durant vazou.

    Thunder construiu algo especial

    Sinceramente, eu tô impressionado com o que Sam Presti construiu lá. Depois daquele rebuild que parecia eterno, eles conseguiram montar um time competitivo em volta do SGA e agora colhem os frutos.

    E aí, galera, vocês acham que o Thunder consegue brigar pelo título esse ano? Porque MVP é uma coisa, mas banner de campeão é outra história completamente diferente. O cara já provou que é o melhor jogador individual da liga por duas temporadas seguidas — agora falta só aquele último degrau.

    Uma coisa é certa: SGA não é mais promessa, não é mais ‘jogador em ascensão’. O cara É o cara. E tá escrevendo seu nome na história da NBA com letras garrafais.

  • 8 anos sem MVP americano na NBA – Internacional virou regra

    8 anos sem MVP americano na NBA – Internacional virou regra

    Cara, o Shai Gilgeous-Alexander acabou de conquistar seu segundo MVP consecutivo e com isso a gente chegou numa marca histórica: oito anos sem um jogador americano levar o prêmio de melhor da liga. Oito anos, mano!

    O canadense do Thunder desbancou Wembanyama e Jokić na votação, e sinceramente? Nem me surpreende mais ver só gringo brigando pelo troféu. A NBA virou um negócio totalmente global e os caras de fora estão simplesmente dominando tudo.

    A seca americana que ninguém esperava

    Desde que o James Harden levou em 2018 pelo Houston Rockets, nenhum americano conseguiu mais. E olha a lista dos que ganharam depois: Giannis (2 vezes), Jokić (3!), Embiid (1) e agora SGA (2). É monstro demais essa sequência.

    O mais louco? Antes disso rolou uma sequência de 11 MVPs consecutivos para americanos entre 2008 e 2018. LeBron, Curry, Durant, Westbrook, Harden… eram os caras mandando. Agora a situação virou completamente do avesso.

    E quando que isso vai mudar?

    Olhando a votação deste ano, os únicos americanos que apareceram no top foram Cade Cunningham em quinto e Jaylen Brown em sexto. E mesmo assim com uma votação bem tímida — só duas primeiras colocações somadas entre os dois. Meio triste, não vou mentir.

    Na minha visão, quem tem mais chance de quebrar essa sequência nos próximos anos é o Jayson Tatum quando estiver 100% saudável, ou quem sabe o Anthony Edwards dê um salto gigante. Mas pelo andar da carruagem, essa dominância internacional vai durar mais um tempo.

    O Cooper Flagg que acabou de ser eleito Rookie of the Year também pode ser uma esperança lá na frente. E tem uma draft class vindo aí com vários americanos promissores. Mas isso ainda vai demorar pra render frutos.

    Vocês acham que algum americano consegue quebrar essa sequência na próxima temporada? Porque sinceramente, vendo como o SGA, Wemby, Jokić e Luka estão jogando, a coisa tá difícil pro pessoal de casa.

  • SGA bicampeão de MVP! Canadense faz história no Thunder

    SGA bicampeão de MVP! Canadense faz história no Thunder

    Gente, eu sabia que o Shai Gilgeous-Alexander era monstro, mas duas MVPs seguidas? Isso é coisa de outro planeta. O canadense acabou de entrar num clube super seleto — apenas 14 caras na história conseguiram esse feito.

    E olha só a consistência absurda: 83 votos em primeiro lugar de 100 possíveis. O Jokic, que já levou duas MVPs seguidas também, ficou em segundo com apenas 10 votos. Disparado mesmo.

    Os números não mentem

    31.1 pontos por jogo (segundo da liga), 6.6 assistências e 4.3 rebotes. Ah, e detalhe: o cara NUNCA fez menos de 20 pontos numa partida a temporada inteira. Nunca. Como é que faz isso, meu irmão?

    O mais impressionante pra mim foi o +/- de +788. Pra vocês terem ideia, o Wemby ficou em segundo com +682. Uma diferença gigantesca que mostra o impacto real do SGA em quadra.

    “Trabalho duro, nunca estar satisfeito, e ter os caras do vestiário me apoiando”, disse ele na entrevista. Humilde demais, considerando que acabou de fazer história.

    Thunder na briga pelo bi

    Agora vem a parte mais louca: o SGA quer entrar pro clube do Jordan, Bill Russell e LeBron — os únicos que ganharam MVP e título em anos consecutivos. Standing na frente dele? Nada mais, nada menos que o Victor Wembanyama e os Spurs.

    Sinceramente, que Final de Conferência Oeste vai ser essa. Dois dos três finalistas do MVP se pegando, com o Thunder jogando em casa. Começa segunda às 21h30 na NBC.

    O Thunder teve a melhor campanha da NBA de novo — mais de 60 vitórias pela segunda temporada seguida. E pensar que esse cara tem só 27 anos… Quanto tempo mais ele vai dominar a liga assim?

    Wemby em terceiro, Luka em quarto pelo Lakers e Cade Cunningham completando o top 5 pelo Pistons. Lista bem interessante, mas ninguém chegou perto do canadense mesmo.

  • Dončić e Cunningham driblaram as regras e podem ser All-NBA

    Dončić e Cunningham driblaram as regras e podem ser All-NBA

    Olha, que história maluca essa do MVP de 2026. O Shai Gilgeous-Alexander levou merecidamente, mas o que mais me chamou atenção foi como o Luka Dončić e o Cade Cunningham conseguiram driblar o sistema e ainda saíram ganhando.

    Os dois perderam o recurso por jogos perdidos — Luka ficou com 64 jogos (faltou 1 pra regra dos 65 mínimos) e o Cunningham também. Mas a liga aceitou as justificativas: Luka perdeu dois jogos porque nasceu a filha dele na Eslovênia (cara, imagina perder MVP por estar no parto da filha?), e o Cunningham ficou fora 12 jogos por causa de um pulmão colapsado. Bagulho sério mesmo.

    A reviravolta que ninguém esperava

    E agora vem o plot twist: Dončić terminou em 4º no MVP e Cunningham em 5º. Como o All-NBA primeiro time segue a mesma votação, os dois devem estar garantidos na seleção principal junto com SGA, Jokić e Wembanyama.

    Sinceramente? Acho que fizeram certo em aceitar os recursos. Imagina o Luka perdendo prêmios porque quis estar presente no nascimento da filha. Isso seria desumano demais, né?

    Cunningham ainda fez história sendo o primeiro americano a receber votos de primeiro lugar para MVP desde 2021. Dois votos só, mas quebrou uma seca de 5 anos. O último tinha sido Stephen Curry, Chris Paul e Derrick Rose em 2021.

    Jokić continua sendo um monstro absurdo

    Falando em consistência, o Nikola Jokić terminou em segundo pela terceira vez — e isso coloca ele numa lista bem seleta. Seis temporadas consecutivas terminando entre os dois primeiros no MVP (ganhou em 2021, 2023 e 2024, foi segundo em 2022, 2025 e agora 2026).

    Sabe quem mais fez isso? Só Bill Russell e Larry Bird. Russell nos anos 50/60 e Bird nos anos 80. Ou seja, o sérvio tá literalmente entre os maiores da história quando falamos de dominância prolongada.

    E tem outro dado maluco: 13 anos consecutivos sem um número 1 do draft ganhar MVP. O último foi LeBron em 2013 pelo Miami. De lá pra cá, só caras que foram escolhidos depois: KD (2º), Curry (7º), Westbrook (4º), Harden (3º), Giannis (15º), Jokić (41º) e Embiid (3º).

    Vocês acham que essa ‘maldição’ dos primeiros picks vai continuar? Porque olhando os candidatos atuais, não vejo nenhum número 1 recent dominando assim não…

    O que mais me impressiona é como o basquete tá internacional. SGA (canadense), Jokić (sérvio), Wemby (francês), Luka (esloveno). Só o Cunningham representando os EUA no top 5. Os tempos mudaram mesmo.

  • Wolves querem manter Tim Connelly — e fazem muito bem

    Wolves querem manter Tim Connelly — e fazem muito bem

    Olha, eu sinceramente fico feliz quando vejo uma franquia fazendo a coisa certa. Os Minnesota Timberwolves estão correndo atrás de renovar o contrato do Tim Connelly, presidente de operações de basquete do time. E cara, é a decisão mais óbvia do mundo.

    Connelly tá no último ano de contrato depois daquela eliminação dolorida pros Spurs na segunda rodada. Mas vamos combinar uma coisa: o cara transformou os Wolves completamente.

    Dallas tentou roubar, mas nem rolou papo

    Teve especulação de que Dallas poderia ir atrás do Connelly, mas segundo as fontes, nem chegou a ter conversa séria entre eles. Os Mavericks acabaram contratando o Masai Ujiri mesmo. Sorte dos Wolves, porque perder o Connelly seria um tiro no pé gigante.

    E não foi só ele que quase vazou não. O Matt Lloyd, GM que trabalha direto com o Connelly, chegou perto de sair também. O cara foi finalista pra posição dos Chicago Bulls, mas no final ficaram com o Bryson Graham do Atlanta. Menos mal, porque a dupla Connelly-Lloyd é puro ouro.

    As trocas que mudaram tudo

    Vocês lembram como era Minnesota antes dessa dupla? Pois é. Connelly e Lloyd trouxeram Rudy Gobert (aquela troca polêmica que todo mundo criticou), Julius Randle, Donte DiVincenzo, Ayo Dosunmu… Sem falar no Mike Conley e no Nickeil Alexander-Walker em movimentos menores mas que fizeram total diferença.

    O resultado? Os Wolves voltaram a ser relevantes. Três eliminações consecutivas na segunda rodada podem parecer decepcionantes, mas vamos ter contexto aqui. Essa franquia passou ANOS sendo piada da liga. Agora pelo menos eles brigam de igual pra igual com os grandes do Oeste.

    Continuidade é tudo

    O Chris Finch também fica — tem mais dois anos de contrato. E isso é fundamental. Continuidade no front office e no comando técnico é algo que você não vê muito na NBA hoje em dia. Todo mundo quer resultados imediatos, mas construir um time competitivo demora tempo.

    Sim, o Oeste tá cada vez mais difícil. Sim, ainda não conseguiram passar da segunda rodada. Mas sinceramente? Prefiro mil vezes apostar na continuidade com essas pessoas do que começar tudo do zero de novo.

    E aí, vocês acham que Minnesota fez a escolha certa? Ou era hora de mexer no time de comando?

  • Edwards joga a toalha: ‘Não sei como alcançar Spurs e Thunder’

    Edwards joga a toalha: ‘Não sei como alcançar Spurs e Thunder’

    Cara, que coisa mais estranha de se ouvir do Anthony Edwards. O cara que sempre tem uma resposta na ponta da língua, sempre confiante, simplesmente deu de ombros quando perguntaram como os Wolves vão conseguir alcançar os gigantes do Oeste.

    “Não sei, mano”, disse o Ant-Man depois da surra de 139-109 que os Spurs aplicaram no Game 6. “Acho que essa pergunta não é pra mim.”

    Olha, eu entendo a frustração do garoto. Minnesota terminou a temporada com 13 vitórias a menos que San Antonio (que ficou em 2º) e absurdos 15 jogos atrás do atual campeão Oklahoma City. Pra piorar, três das quatro derrotas pros Spurs foram massacres de 38, 29 e 30 pontos de diferença.

    Jogando no sacrifício

    Edwards passou a série toda mancando com problemas nos dois joelhos. O próprio time admitiu que ele tava operando em apenas 70% da capacidade física normal. Mesmo assim, o monstro ainda conseguiu 24 pontos no último jogo. Imaginem se tivesse 100%?

    Mas sinceramente, acho que o problema dos Wolves vai muito além de lesão. Quando você perde por 30+ pontos três vezes na mesma série, não é só questão de estar machucado — é questão de nível mesmo.

    Finch não tem papas na língua

    O técnico Chris Finch foi bem mais direto que o Edwards na análise: “Ou você é um problema pro adversário ou tem que ter a solução. Você precisa ser construído de uma forma que incomoda o oponente com algo que eles não têm, ou ter algo pra neutralizar o que eles têm.”

    Traduzindo: Minneapolis precisa URGENTEMENTE de peças melhores ao redor do Edwards. O garoto vai fazer 25 anos em agosto — tá entrando no auge da carreira. Se a diretoria não correr atrás, essa janela vai fechar rapidinho.

    “Eu não esperava estar indo pra casa tão cedo”, admitiu Edwards. “Então ainda não pensei no que vou adicionar ao meu jogo.”

    E vocês, acham que os Wolves conseguem montar um elenco competitivo ao redor do Ant-Man? Porque do jeito que tá, eles parecem anos-luz de distância dos Thunder e Spurs. O cara pode ser um dos melhores da liga, mas basquete é esporte coletivo — e essa coletividade tá faltando muito em Minnesota.