Autor: Leandro Amorim

  • Warriors querem Draymond de volta, mas a decisão é toda dele

    Warriors querem Draymond de volta, mas a decisão é toda dele

    Olha, essa é uma daquelas situações que todo fã dos Warriors estava esperando, né? Draymond Green tem uma player option de US$ 27,7 milhões para a próxima temporada, e sinceramente, todo mundo sabe que ele vai recusar. A questão é: vai ficar ou vai embora da Bay Area?

    Mike Dunleavy, o GM dos Warriors, foi bem direto sobre o assunto: “Tivemos conversas onde queremos que ele termine a carreira como um Warrior. Ele meio que sente a mesma coisa. Eu esperaria que ele voltasse, mas a decisão é dele.”

    Steve Kerr também quer o coração e alma dos Warriors

    E não é só a diretoria. Steve Kerr, que acabou de renovar contrato, deixou claro que quer Draymond no time. “A coisa número um é que depende dele. Ele tem a player option, então precisa conversar com o agente sobre como isso vai rolar. Eu estou comprometido em treinar ele e o Steph pelo tempo que eles estiverem aqui.”

    Cara, é impossível não ficar emotivo ouvindo isso. Kerr falou dos dois como “colaboradores” e que o que construíram juntos “é bem especial”. Quatro títulos da NBA não mentem, né?

    A estratégia financeira faz todo sentido

    Aqui que fica interessante (e esperto): tudo indica que Draymond vai recusar os 27,7 milhões NÃO para sair, mas para assinar um contrato mais longo com os Warriors. Provavelmente por um valor anual menor, mas com mais anos garantidos. É a jogada clássica de veterano – menos dinheiro por ano, mas mais segurança a longo prazo.

    Na minha visão, faz sentido total para ambos os lados. Os Warriors mantêm o cara que é literalmente o coração defensivo do time, e Draymond garante estabilidade para fechar a carreira onde começou tudo.

    E vocês, acham que ele fica mesmo? Ou será que alguém vai aparecer com uma proposta irrecusável? Porque vamos combinar – sem o Draymond gritando e organizando aquela defesa, os Warriors não são os mesmos.

  • Naz Reid manda real sobre os Wolves: ‘Menos drama, mais time’

    Naz Reid manda real sobre os Wolves: ‘Menos drama, mais time’

    Cara, quando você escuta um jogador falando as verdades assim, de peito aberto, você sabe que a coisa tá feia mesmo. Naz Reid não teve papas na língua depois da eliminação dos Wolves para o Spurs: o problema do time não é talento, é comportamento.

    “Provavelmente é só o mau humor mesmo. Você olha para esses dois times (Spurs e Thunder) e eles jogam um pelo outro, estão empolgados para estar em quadra juntos, são um time onde são altruístas… Acho que temos talento mais do que suficiente… Mas é só ser menos temperamentais. Acho que esse é o nome do jogo para nós, ser menos temperamentais e mais altruístas”.

    Poxa, que pancada na mesa. O Reid basicamente falou que os caras estão com muito ego e pouca humildade. E olha, não é só ele não — Anthony Edwards também admitiu que o time não criou hábitos de campeão durante a temporada regular.

    A diferença é gritante mesmo

    E ele tá certo, né? Você vê Thunder e Spurs jogando e é outro nível de química. O pessoal se diverte, comemora junto, ninguém tá fazendo carinha feia quando o companheiro erra um arremesso. Os Wolves? Sempre parecia que tinha aquele clima pesado, sabe?

    Sinceramente, acho que o Reid botou o dedo na ferida. Minnesota tem um dos elencos mais talentosos da liga — Edwards, Towns, Jaden McDaniels, o próprio Reid saindo do banco… Mas talento sem química é como ter um Ferrari com pneu furado.

    E aí, dá pra consertar?

    A questão agora é: será que conseguem mudar essa mentalidade? Porque uma coisa é identificar o problema (e que bom que estão fazendo isso), outra é realmente transformar a cultura do vestiário.

    Vocês acham que os Wolves conseguem dar a volta por cima na próxima temporada? Ou vão precisar de mudanças mais drásticas no elenco mesmo?

    Uma coisa é certa: quando os próprios jogadores estão admitindo os problemas publicamente, pelo menos mostra que há consciência. Agora é ver se vem a mudança de atitude junto.

  • Mitchell pode deixar Cavs em 2027 por contrato de R$ 1,8 bilhão

    Mitchell pode deixar Cavs em 2027 por contrato de R$ 1,8 bilhão

    Olha, vou ser direto com vocês: a situação do Donovan Mitchell em Cleveland tá ficando meio tensa. E não é por problema de relacionamento ou performance — é matemática pura.

    O cara tem até 2027 pra decidir se fica ou se vai, e sinceramente? Do ponto de vista financeiro, esperar é a jogada mais inteligente que ele pode fazer. Enquanto os Cavs tão suando frio aqui.

    A conta que não fecha pra Cleveland

    A situação é a seguinte: Mitchell tem contrato garantido até 2026-27 (ganhando 50 milhões de dólares) e uma opção de jogador por 54 milhões na temporada seguinte. Os Cavs queriam renovar JÁ, oferecendo 4 anos por até 272 milhões a partir de julho.

    Mas aí que tá — se Mitchell esperar até 2027, quando vai completar 10 anos de NBA, ele pode assinar um contrato de 5 anos por aproximadamente 350 milhões de dólares. Isso mesmo, quase 80 milhões a mais! E ainda vem com cláusula de não-troca, que é basicamente um super poder no basquete.

    Pensa assim: você trocaria 78 milhões de dólares por “tranquilidade” da franquia? Eu não trocaria nem por todo o churrasco do mundo.

    Cleveland na corda bamba

    O problema é que essa espera deixa os Cavs numa situação complicadíssima. Imagina gerenciar um time sabendo que seu melhor jogador pode simplesmente vazar como agente livre em 2027? É como construir uma casa em terreno que pode não ser seu.

    E olha que Mitchell nunca deu motivo pra desconfiança. Desde que chegou do Jazz em 2022, o cara tem sido profissional exemplar. Até renovou em 2024! Nunca falou em sair publicamente. Mas quando dinheiro tá na mesa…

    A franquia sabia que esse momento ia chegar quando aceitaram aquela extensão. Era o preço de manter o Mitchell por mais tempo.

    O precedente assombra

    Depois que o Bradley Beal conseguiu aquele contrato monstro de 5 anos e 251 milhões com os Wizards (incluindo cláusula de não-troca), muita gente na liga começou a questionar se algum jogador conseguiria esse tipo de acordo de novo.

    A não ser que você seja candidato perene ao MVP — e Mitchell, por mais que seja craque, não tá nesse nível ainda.

    Vocês acham que Mitchell vai mesmo esperar até 2027? Na minha visão, é a jogada mais esperta financeiramente, mas esportivamente pode ser arriscado. E se ele se machucar? E se o nível cair?

    Uma coisa é certa: os próximos anos em Cleveland vão ser uma montanha-russa emocional. Tanto pro torcedor quanto pra diretoria.

  • Nuggets vão cortar gastos: Jokic ficando sozinho?

    Nuggets vão cortar gastos: Jokic ficando sozinho?

    Olha, não vou mentir — quando li essa notícia sobre o Denver cortando custos, meu coração de fã de basquete ficou apertado. Os Nuggets não vão explodir o time todo, mas a realidade financeira tá batendo na porta e algumas cabeças vão rolar.

    O Jonas Valanciunas já era. O lituano tem um contrato de 10 milhões, mas só 2 milhões são garantidos até 8 de julho. A diretoria já tá correndo atrás de uma troca pra mandar ele embora com esses 2 milhões, ou simplesmente vai dispensar o cara e economizar 8 milhões. Meio cruel, mas é assim que funciona.

    A matemática não fecha

    Zeke Nnaji também tá na berlinda com seus 7,5 milhões totalmente garantidos. E pasmem — até o Cameron Johnson pode cair fora! O cara que custou 23,1 milhões pode virar moeda de troca numa operação pra diminuir a folha salarial. Sinceramente? Acho que seria um erro gigantesco se livrar do Johnson.

    Peyton Watson e Spencer Jones são agentes livres restritos, e aí a coisa complica. Denver tem o direito de igualar qualquer oferta que aparecer pra eles, mas se chegar uma proposta gorda de outro time… vai ser difícil segurar com essa situação financeira apertada.

    Jokic merece coisa melhor

    O que me incomoda mesmo é pensar no Nikola Jokic vendo esse desmanche todo. O cara é um monstro absoluto, dois MVPs no currículo, levou Denver ao título em 2023… e agora tem que assistir a diretoria cortando gastos ao invés de investir pesado pra buscar outro anel?

    Essa história de luxury tax e aprons financeiros é complicada, eu entendo. Mas quando você tem um jogador do calibre do Jokic no auge da carreira, você investe tudo. O Miami fez isso com o LeBron, o Golden State fez com o Curry. Por que Denver não faz com o sérvio?

    Vocês acham que os Nuggets estão certos em priorizar a saúde financeira, ou deveriam apostar todas as fichas enquanto têm o melhor pivô do mundo? Porque na minha cabeça, quando você tem um cara como o Jokic, a janela de oportunidade não fica aberta pra sempre.

  • SGA bicampeão de MVP! O cara virou uma máquina absurda

    SGA bicampeão de MVP! O cara virou uma máquina absurda

    Galera, acabou de rolar o que muita gente já esperava mas que ainda assim impressiona: Shai Gilgeous-Alexander conquistou seu segundo MVP consecutivo. O cara do Thunder simplesmente não para de jogar em um nível estratosférico.

    E olha, eu vou ser sincero com vocês — quando o SGA começou a despontar alguns anos atrás, eu achava que ele seria apenas mais um jogador sólido. Que nada. O moleque virou um monstro completo.

    Os números não mentem

    As estatísticas do canadense são de outro mundo: 31.1 pontos, 4.3 rebotes e 6.6 assistências por jogo, com um PER de 30.5. Praticamente idêntico à temporada passada (32.7 pontos, mesmos rebotes e assistências, mesmo PER). A consistência é assustadora.

    Mas não é só isso. O Thunder liderou a NBA em vitórias e rating líquido pelo segundo ano consecutivo. Coincidência? Claro que não. Quando você tem um cara que consegue criar jogada do nada e ainda por cima lidera pelo exemplo, fica mais fácil construir uma máquina vencedora.

    Companhia de elite

    SGA agora faz parte de um grupo bem seleto: apenas 14 jogadores na história da NBA conquistaram MVPs em temporadas consecutivas. Estamos falando de nomes como Jordan, LeBron, Magic Johnson… É ou não é companhia boa?

    E tem mais um dado que me chamou atenção: ele está entre os top 5 candidatos a MVP há quatro temporadas seguidas. Cara, isso é longevidade no mais alto nível. Não foi sorte nem um pico isolado — é excelência sustentada.

    A disputa final foi entre ele, Victor Wembanyama e Nikola Jokic. Três estilos completamente diferentes, mas todos representando o que há de melhor na liga atualmente. Sinceramente? Qualquer um dos três mereceria, mas o SGA conseguiu se destacar pela combinação de números individuais e sucesso coletivo.

    E aí, pessoal, vocês acham que ele consegue o tricampeonato na próxima temporada? Porque do jeito que as coisas estão indo em Oklahoma City, eu não duvidaria de nada…

  • Jalen Williams volta pro Thunder no pior momento possível

    Jalen Williams volta pro Thunder no pior momento possível

    Olha, eu não esperava essa. Jalen Williams foi liberado pelo departamento médico do Oklahoma City Thunder e vai estar disponível pro Jogo 1 da Final do Oeste, que rola na segunda contra o San Antonio Spurs. Depois de quase um mês parado, o cara volta justamente na reta final dos playoffs.

    Williams tá fora desde 22 de abril, quando machucou o posterior da coxa no Jogo 2 da primeira rodada contra o Phoenix Suns. Perdeu o resto daquela série, toda a segunda rodada contra o Lakers, e agora volta bem na hora da decisão. Na minha visão, isso pode ser uma faca de dois gumes — ou ele volta motivado pra caramba, ou ainda tá meio enferrujado.

    Uma temporada para esquecer

    Sinceramente? Foi uma temporada perdida pro Williams. O monstro jogou apenas 33 jogos na temporada regular e só dois nos playoffs até agora. Começou o ano se recuperando de uma cirurgia no punho que fez na offseason, aí quando finalmente voltou, veio essa sequência de lesões no posterior.

    Duas lesões no posterior da coxa em um período de um mês e meio. Isso é o tipo de coisa que deixa qualquer um maluco, principalmente um jogador que vinha numa crescente absurda na NBA.

    Thunder não sentiu tanto assim

    O mais impressionante? O Thunder passou por tudo isso e chegou na Final do Oeste mesmo assim. Varreram Phoenix na primeira rodada, varreram o Lakers na segunda. Isso mostra como esse time de Oklahoma City é profundo e bem treinado.

    Mas agora é diferente. Final do Oeste contra o Spurs de Wembanyama é outro nível de pressão. E ter o Williams de volta pode fazer toda a diferença, especialmente se ele conseguir entrar no ritmo rapidinho.

    Vocês acham que ele aguenta a pressão de voltar justamente na Final do Oeste? Porque, olha, não deve ser fácil ficar um mês parado e depois ter que jogar no maior palco dos playoffs. Mas se tem alguém que pode fazer isso acontecer, é esse time do Thunder que não para de surpreender.

  • OG Anunoby volta pros Knicks: ‘Essa lesão foi diferente’

    OG Anunoby volta pros Knicks: ‘Essa lesão foi diferente’

    Olha, eu vou ser sincero com vocês — quando o OG Anunoby se machucou no jogo 2 contra o Philadelphia, já pensei: ‘Lá vamos nós de novo’. Esse cara tem um histórico complicado com lesões no posterior da coxa, e todo mundo já estava preparando o psicológico pra mais uma ausência longa.

    Mas parece que dessa vez a história vai ser diferente. OG voltou aos treinos completos e, pelo que tudo indica, vai estar 100% disponível quando as finais da Conferência Leste começarem na terça-feira.

    A diferença que faz toda diferença

    ‘Não foi como as anteriores, com certeza’, disse Anunoby pros repórteres depois do treino de sábado. ‘Foi melhor que antes.’ E cara, isso é música pros ouvidos de qualquer torcedor dos Knicks.

    Pra quem não lembra (e como esquecer?), OG perdeu as finais do Leste no ano passado contra o Indiana por causa de uma lesão no posterior esquerdo. O mesmo músculo que o incomodou por nove jogos em novembro. Então quando ele se machucou no finalzinho da vitória no jogo 2, todo mundo já estava com aquela sensação ruim no estômago.

    Mas o cara é profissional pra caramba na resposta: ‘Nunca penso no passado. Só lido com o momento’, completou. ‘Não doeu tanto quanto nas outras vezes quando aconteceu.’

    Mikal Bridges não tá nem aí

    O Mikal Bridges, que conhece o parceiro como poucos, foi direto ao ponto: ‘Ele voltou. Pra mim ele tá bem. Acho que talvez a torcida e a mídia se preocuparam um pouco mais, mas eu conheço como o OG trabalha e como é o corpo dele. Acho que ele vai ficar bem.’

    E não é pra menos a preocupação da galera. OG estava simplesmente monstruoso nesses playoffs antes de se machucar — 21.4 pontos e 7.5 rebotes de média em oito jogos, aproveitando 61.9% dos arremessos de quadra e absurdos 53.8% das bolas de três. Números de outro planeta.

    Miles McBride assumiu a titularidade nos dois últimos jogos da varredura, mas sinceramente? Ter OG de volta muda completamente o nível defensivo e ofensivo desse time.

    Agora é só esperar o adversário

    Os Knicks tão de boa, descansando e se preparando pro que vem por aí. Só não sabem ainda contra quem vão jogar — depende do jogo 7 entre Cleveland e Detroit que rola domingo à noite.

    ‘Acho que todo mundo tá animado pros jogos começarem’, disse OG. ‘Só deixando a outra série se resolver. Se fosse amanhã — agora vai ser terça — estaria pronto quando fosse.’

    E aí, pessoal, acham que OG aguenta a pressão das finais do Leste sem recaída? Porque sinceramente, com ele em quadra, esse Knicks fica muito mais perigoso.

  • Dono do Blazers se defende: ‘Não sou mão-de-vaca, só não jogo dinheiro fora’

    Dono do Blazers se defende: ‘Não sou mão-de-vaca, só não jogo dinheiro fora’

    Olha, o Tom Dundon tá passando um sufoco desde que virou dono do Portland Trail Blazers em março. O cara ganhou fama de pão-duro na NBA toda, e isso virou praticamente um meme. Então quando ele apareceu no podcast Game Over com o Max Kellerman e o Rich Paul, era óbvio que iam cutucar essa ferida.

    E ele se defendeu, cara. Dundon, que também é dono do Carolina Hurricanes na NHL, disse que tem histórico de investir pesado quando precisa. “Eu só não quero desperdiçar dinheiro. Eu quero investir”, foi o que ele falou.

    A diferença entre economizar e ser esperto

    O mais interessante é que ele deu uns dados concretos. Segundo Dundon, o Blazers gasta 100 milhões de dólares A MAIS por ano do que os Hurricanes (sem contar salários de jogadores). E olha só: desde que ele comprou o time de hockey, eles têm o primeiro ou segundo melhor retrospecto da liga.

    “Vou ter vários massagistas. Vou ter a melhor comida. Vamos cuidar dos jogadores, porque isso ajuda a vencer”, ele garantiu. E sinceramente, faz sentido né? Investir onde importa pra performance, não jogar dinheiro em qualquer coisa.

    Mas aí que tá — algumas das histórias que pintaram ele como mão-de-vaca foram meio injustas mesmo.

    O caso dos two-way players que viralizou

    Lembram da história que explodiu nos playoffs? O cara não levou três jogadores two-way (Caleb Love, Chris Youngblood e Jayson Kent) pras duas primeiras partidas da série contra o San Antonio. Na época todo mundo caiu matando.

    Mas ele admitiu: foi vacilo mesmo. “Eu só cometi um erro. Simplesmente não entendo a liga”, disse. No hockey, aparentemente, não é costume levar galera extra porque pode atrapalhar o foco. Na NBA é diferente — e ele tá aprendendo isso na marra.

    E tem mais uma história bizarra: a imprensa disse que ele fez o staff sair mais cedo do hotel em Phoenix pra não pagar diária extra. Mas escuta a versão dele…

    A verdade por trás da polêmica do hotel

    Segundo Dundon, não foi bem assim. Em Phoenix em março (que é temporada alta lá), conseguir hotel é osso. O hotel queria os quartos de volta cedo porque estava lotado, mas topou deixar jogadores e técnicos ficarem até mais tarde pagando extra. Pro staff, ele organizou um almoço num salão do hotel às 13h45.

    “Eu estava lá embaixo também, conversando com o pessoal do departamento médico. Aprendi muito naquela hora”, contou. E olha, se o cara estava lá junto com a galera, não parece tão sacana assim, né?

    Ele foi direto: faria de novo. Quer uma cultura onde todo mundo trabalha junto, sem frescura.

    E aí, o que vocês acham? O cara tá sendo esperto ou realmente é mão-de-vaca? Uma coisa é certa: dono de time novo sempre passa por essa pressão. Vamos ver se ele consegue provar que investe onde precisa — começando pelos jogadores mesmo.

  • AJ Dybantsa mete bronca: ‘Não vou cair no Draft’

    AJ Dybantsa mete bronca: ‘Não vou cair no Draft’

    Cara, tem que admirar a confiança do AJ Dybantsa. Enquanto a maioria dos calouros fica de modéstia falsa, o garoto chega no combine da NBA e fala sem papas na língua: “É definitivamente um objetivo meu ser o número 1”.

    E olha a justificativa dele: “Eu sou número um no ranking desde quando, nono ano? E nunca caí. Então não vou cair no draft.” Monstro.

    Confiança ou arrogância?

    Sinceramente? Eu acho essa atitude refrescante. Vivemos numa era onde todo mundo quer parecer humilde, mas os grandes sempre tiveram essa sede. O cara fala abertamente que quer ser um “Hall of Famer” — e convenhamos, sem essa mentalidade você não chega lá mesmo.

    Claro que alguns executivos vão ver isso como red flag. “Ai, vai dar trabalho, é diva”. Mas pô, você prefere um cara que sonha pequeno? O Washington, que tem a primeira escolha, pelo menos sabe o que está comprando.

    No combine, o Dybantsa conversou com praticamente todo mundo — Jazz, Bulls, Kings, Nets, Hawks, Mavericks, Grizzlies e Clippers também bateram um papo. Normal, né? Todo mundo quer ver de perto o que pode ser a cara da franquia pelos próximos 15 anos.

    Zuby Ejiofor acerta tudo no combine

    Quem também chamou atenção foi o Zuby Ejiofor, do St. John’s. O cara simplesmente meteu tiro de tudo quanto é jeito no combine. 17 de 30 no dribble, 12 de 25 no drill de três pontos… Os números não mentem.

    “Sinto que é algo que poderia ter mostrado um pouco mais na faculdade”, ele disse. E faz sentido — às vezes o sistema não te favorece, mas no combine você mostra seu real potencial. O empresário dele acredita que vai ser escolhido entre as posições 25 e 35. Nada mal para quem subiu de patamar.

    Enquanto isso, o Milan Momcilovic (Iowa State) ainda está decidindo se entra no draft ou não. Se ele recuar, pode ganhar mais de 5 milhões de dólares em NIL se ficar na faculdade. Cinco milhões! E o Kentucky já está de olho nele.

    Vocês acham que essa nova geração com toda essa confiança vai dar certo na NBA? Eu acho que sim — basquete sempre foi sobre mentalidade, e esses moleques já chegam sabendo o próprio valor.

  • Brooks manda a real sobre Vanderbilt dos Lakers: ‘tem potencial mas não usa’

    Brooks manda a real sobre Vanderbilt dos Lakers: ‘tem potencial mas não usa’

    Cara, o Dillon Brooks realmente não se segura né? O cara foi lá e chamou o Jarred Vanderbilt dos Lakers de “jogador burro da NBA”, mas a história é mais complexa do que parece.

    Numa entrevista que viralizou no X, o Brooks foi perguntado sobre quem seria um “jogador burro” na liga. Sem pensar duas vezes, ele mandou: “Jarred Vanderbilt. Dos Lakers. Eles chamam ele de Vando”.

    O pessoal na sala ficou meio perdido, aí ele explicou melhor: “Ele joga nos Lakers. É tipo um reboteiro, não sabe arremessar. Tem braço comprido pra caramba. Defesa”.

    Mas aí vem o plot twist

    Aqui que a coisa fica interessante. O Brooks completou: “Eu só acho que ele tem muito mais potencial e não tá explorando isso”.

    Opa, mudou totalmente o tom da parada. Na real, parece que o Brooks tava mais frustrado com o desperdício de talento do que querendo zoar o cara. E sinceramente? Ele não tá errado.

    Vanderbilt é um monstro na defesa, tem 2,06m com envergadura absurda, velocidade de ala e intensidade que poucos têm na liga. Só que ofensivamente… cara, é doloroso às vezes. 4.4 pontos de média essa temporada em 17 minutos por jogo.

    A tensão Lakers-Suns só cresce

    O timing dessa declaração é perfeito pra criar mais drama. Lembrando que tanto Lakers quanto Suns foram VARRIDOS pelo Thunder nos playoffs. Os dois times saíram da pós-temporada se coçando, procurando respostas.

    E agora o Brooks — que já era o vilão da NBA desde Memphis e levou essa energia pro Phoenix — resolve cutucar os Lakers de novo.

    Olha, eu entendo a frustração do Brooks. Vanderbilt realmente tem ferramentas físicas que 99% da liga não tem. Quando ele tá ligado na defesa, muda jogo sozinho. Mas ofensivamente… cara, é como ter um Ferrari que só anda na primeira marcha.

    Vocês acham que o Vanderbilt vai responder na quadra ou vai deixar pra lá? Porque knowing o Lakers, eles vão usar isso como combustível pro próximo confronto.

    Uma coisa é certa: o próximo Lakers vs Suns vai ter muito mais tempero agora. E sabendo como essas rivalidades funcionam na NBA, a coisa pode esquentar bem mais antes de esfriar.