Autor: Leandro Amorim

  • Game 7 entre Pistons e Cavs: o jogo que todo mundo tava esperando

    Game 7 entre Pistons e Cavs: o jogo que todo mundo tava esperando

    Olha, quando eu vi que ia ter Game 7 entre Detroit Pistons e Cleveland Cavaliers, quase derramei o café aqui. Depois de anos vendo esses times brigando pra sair do fundo da tabela, agora eles estão decidindo uma série de playoffs em pleno 2026. E ainda por cima em Detroit!

    A série tá 3-3 e hoje é domingo, dia 17 de maio, 20h (horário de Brasília) no Little Caesars Arena. Amazon vai transmitir – pelo menos uma coisa boa dessa era das streamings, né? E detalhe: os Pistons são favoritos por 4.5 pontos jogando em casa.

    Cade vs Mitchell: o duelo que define tudo

    Sinceramente? Eu não esperava que o Cade Cunningham chegasse nesse nível tão cedo. O cara tá carregando Detroit nas costas, e agora vai ter que fazer isso num Game 7 contra o Donovan Mitchell – que todo mundo sabe que é monstro em jogos decisivos.

    Do lado de Cleveland, olha essa escalação: Mitchell, James Harden (sim, o Barba ainda tá aí), Dean Wade, Evan Mobley e Jarrett Allen. É um time que no papel parece muito mais experiente, mas a juventude dos Pistons tá fazendo diferença nessa série.

    E vocês viram o Ausar Thompson? O garoto tá defendendo como um louco e ainda contribuindo no ataque. Ao lado do Cade, ele tá sendo fundamental pra essa campanha histórica de Detroit.

    A pressão tá toda em Cleveland

    Na minha visão, os Cavs que têm mais a perder aqui. Eles montaram esse time pra chegar longe nos playoffs, com o Mitchell e o Harden (que por algum milagre ainda tá jogando em alto nível). Perder pra um Pistons que teoricamente ainda tá “em reconstrução” seria um vexame histórico.

    Mas é isso que eu amo na NBA – qualquer coisa pode acontecer num Game 7. Mobley e Allen vão ter que dominar o garrafão contra o Jalen Duren, que tá tendo uma série absurda. E o Tobias Harris, veterano do time, sabe o que é pressão de playoffs.

    O que vocês acham? Quem leva essa? Eu tô com o coração dividido, mas algo me diz que a energia da torcida de Detroit pode fazer a diferença. Vai ser jogaço!

  • Naz Reid detona: ‘Timberwolves são mau-humorados demais’

    Naz Reid detona: ‘Timberwolves são mau-humorados demais’

    Olha, quando você é eliminado pelos Spurs nas semifinais do Oeste depois de chegar duas vezes seguidas na final da conferência, alguém tem que falar a real. E foi exatamente isso que o Naz Reid fez.

    O cara não segurou a língua na coletiva pós-temporada e mandou uma que vai dar o que falar: os Timberwolves são “mau-humorados demais” (moody, nas palavras dele). E sinceramente? Acho que ele acertou em cheio.

    A bronca do ex-Sexto Homem do Ano

    Reid, que saiu de undrafted em 2019 para se tornar uma das peças fundamentais do time — e ainda por cima ganhou o prêmio de Sixth Man of the Year —, não poupou críticas. “Você olha para os Spurs e Thunder [que vão disputar a final do Oeste], e eles jogam um pelo outro. Eles estão empolgados de estar em quadra juntos”.

    A comparação dói, mas faz sentido. Enquanto San Antonio e OKC chegaram lá com química e jogada coletiva, Minnesota ficou pelo caminho com drama e ego inflado.

    “Acho que temos talento mais do que suficiente”, continuou Reid. “Mas precisamos ser menos mau-humorados e mais altruístas.” Traduzindo: parem de birra e joguem como time, pessoal.

    Julius Randle na mira?

    Agora, a internet já tá especulando se essa foi uma indireta para o Julius Randle. E olha, os números do Game 6 não mentem: 1/8 nos arremessos, 3 pontos e -34 de plus/minus em apenas 24 minutos. Absurdo de ruim.

    Enquanto isso, Reid fez 18 pontos em 7/13 e ainda pegou 7 rebotes. Nos playoffs inteiros, ele teve sua melhor pós-temporada da carreira: 12.6 pontos e 7.3 rebotes, acertando 48.4% dos arremessos e 40% das bolas de três.

    A matemática é simples: quem rendeu mais falou menos, quem rendeu menos… bom, vocês sabem como é.

    O futuro financeiro complica tudo

    E tem mais lenha pra fogueira: Gobert ($36 milhões) e Randle ($33 milhões) estão entrando no penúltimo ano de contrato, com opções de jogador para 2027-28. Ou seja, podem virar agentes livres ano que vem.

    Reid, por outro lado, vai ganhar mais de $23 milhões na próxima temporada e tá amarrado até quase 2030. Estabilidade que o time precisa, principalmente com essa personalidade que não tem medo de cobrar os companheiros.

    Vocês acham que Reid foi cirúrgico demais na crítica ou era isso mesmo que precisava ser dito? Porque pra mim, quando um cara que veio do nada fala assim, é melhor todo mundo escutar.

  • SGA fez história: bicampeão de MVP aos 28 anos!

    SGA fez história: bicampeão de MVP aos 28 anos!

    Gente, eu não aguento mais de tanta emoção! Shai Gilgeous-Alexander acabou de ganhar o segundo MVP consecutivo e, sinceramente, eu já sabia que isso ia rolar. O cara simplesmente não dá chances para a concorrência.

    Olha só os números dessa temporada absurda: 31.1 pontos, 6.6 assistências e 4.3 rebotes por jogo. Mas o que mais me impressiona? O Thunder teve 64 vitórias sendo o terceiro time com MAIS lesões da liga. Imagina se todo mundo tivesse jogado saudável…

    Estatísticas que fazem você questionar a realidade

    Prepara o coração porque vem estatística de monstro por aí. SGA se tornou o primeiro armador na HISTÓRIA da NBA a fazer média de 30 pontos com pelo menos 55% de aproveitamento nos arremessos. Cara, isso é coisa de outro mundo!

    E tem mais — o maluco não fez NENHUM jogo com menos de 20 pontos na temporada inteira. Só Wilt Chamberlain e Elgin Baylor fizeram isso antes dele. Estamos falando de lendas aqui, pessoal.

    Na minha opinião, o que mais impressiona é a consistência. SGA e Michael Jordan são os únicos na história a fazer média de pelo menos 30 pontos, 5 assistências e 50% nos arremessos por QUATRO temporadas seguidas. É absurdo pensar nesse nível de excelência.

    O que isso significa para o Thunder?

    Vocês acham que Oklahoma City tem chance real de título agora? Porque eu tô começando a acreditar. Um MVP bicampeão aos 28 anos no auge da carreira, liderando um time jovem e talentoso…

    SGA se juntou a um clube bem seleto — apenas 14 jogadores na história ganharam MVPs consecutivos. O último armador a fazer isso foi Stephen Curry em 2015-16, e antes dele você tem que voltar lá pro Magic Johnson.

    Lembro quando ele saiu de Kentucky em 2018 e foi escolhido na 11ª posição. Muita gente (eu incluído) achava que ele seria só mais um armador sólido. Que bom estar completamente errado! O desenvolvimento dele desde os tempos de Clippers até virar essa máquina de basquete em OKC é simplesmente inspirador.

    E aí, será que ele consegue o tri? Com Jokic, Wembanyama e outros monstros na liga, não vai ser fácil. Mas se tem uma coisa que aprendi acompanhando a NBA é: nunca duvide de um cara que já provou que consegue ser o melhor do mundo duas vezes seguidas.

  • Stotts quer voltar a Portland – será que seria boa ideia?

    Stotts quer voltar a Portland – será que seria boa ideia?

    Gente, vocês viram essa? Terry Stotts quer VOLTAR a ser técnico do Portland Trail Blazers. Isso mesmo, o cara que treinou o time por nove anos (de 2012 a 2021) tá praticamente implorando pra voltar.

    O bagulho foi assim: Stotts mandou uma mensagem pro Dwight Jaynes, um jornalista veterano que cobre os Blazers há décadas, dizendo “Eu adoraria voltar pros Blazers e pra Portland”. E não parou por aí — o agente dele já entrou em contato com a franquia pra demonstrar interesse na vaga.

    O que Terry fez em Portland

    Olha, vou ser justo aqui. O trabalho do Stotts não foi ruim não. Em nove temporadas, ele teve 402 vitórias contra 318 derrotas — um aproveitamento bem respeitável. E o mais impressionante: levou Portland pros playoffs oito vezes consecutivas, de 2014 a 2021.

    Lembro bem dessa época. Dame Lillard explodindo, CJ McCollum fazendo aqueles arremessos impossíveis… Era um time que sempre incomodava. Mas aí que tá — eles nunca passaram das Finais de Conferência. E isso machuca, cara.

    Por que ele saiu e onde tá agora

    Stotts foi demitido em 2021 quando ficou claro que o time tinha chegado no seu teto com ele. Portland precisava de uma nova voz, uma nova energia. Depois disso, ele foi ser assistente do Steve Kerr no Golden State Warriors — pensa só, foi aprender com um dos melhores.

    Agora que saiu dos Warriors, ele tá livre no mercado. E visivelmente querendo sua segunda chance em Portland. A pergunta que fica é: será que faz sentido?

    Sinceramente? Eu acho complicado. Não que ele seja um técnico ruim — longe disso. Mas às vezes a relação entre técnico e franquia simplesmente se esgota. Portland tá numa fase de reconstrução, tentando descobrir o que fazer com o futuro do Dame Lillard… Não sei se voltar pro passado é a resposta.

    E vocês, o que acham? Terry Stotts merece uma segunda chance ou os Blazers devem apostar em sangue novo? Deixem aí nos comentários!

  • Pelicans delongando pra considerar Jamahl Mosley como técnico

    Pelicans delongando pra considerar Jamahl Mosley como técnico

    Cara, os Pelicans tão enrolando pra caramba com essa história de técnico novo. E sabe por que? Porque querem analisar direitinho o Jamahl Mosley antes de bater o martelo.

    Olha, eu entendo a cautela deles. O cara acabou de ser demitido do Orlando Magic depois daquela temporada bizarra — imagina perder uma série de 3×1 pro Detroit Pistons nos playoffs? Monstro de vexame. Mas ao mesmo tempo, o Mosley tem experiência e já mostrou que sabe trabalhar com jovens talentos.

    Por que a demora toda?

    Os Pelicans já entrevistaram vários assistentes técnicos e até o próprio James Borrego, que tava como interino. Mas pelo jeito o nome do Mosley tá martelando na cabeça da diretoria há um tempão — desde quando ele ainda tava comandando o Magic.

    E faz sentido, né? New Orleans tem uma base jovem promissora com Zion, Brandon Ingram e companhia. Precisa de alguém que saiba desenvolver esse pessoal e não queime o filme logo de cara. A pressão por resultados é gigante.

    Decisão deve sair esta semana

    Segundo o Will Guillory, do The Athletic — cara que acompanha os Pelicans de perto —, a decisão deve rolar ainda esta semana. Era pra ter saído antes, mas essa consideração extra do Mosley acabou atrasando tudo.

    Sinceramente? Acho que eles deveriam apostar no cara. Sim, o final no Orlando foi feio, mas trabalhar com aquele elenco dos Magic não é pra qualquer um. E ele já provou que consegue extrair o melhor de jogadores jovens.

    Vocês acham que o Mosley é a escolha certa pros Pelicans? Ou preferem que apostem em alguém mais experiente? Essa demora toda pode ser um sinal de que tão mesmo levando a sério, ou só indecisão mesmo…

  • Wemby vai jogar em casa! Spurs confirmados na Europa

    Wemby vai jogar em casa! Spurs confirmados na Europa

    Gente, que notícia boa pra quem é fã do Wembanyama! Os Spurs foram confirmados para jogar na Europa na próxima temporada, e óbvio que todo mundo já tá pensando na mesma coisa: o Wemby vai jogar em casa.

    A NBA vai realizar jogos em Paris e Manchester, e tudo indica que San Antonio vai enfrentar o New Orleans Pelicans nessas duas partidas. Imaginem só a emoção do francês jogando na França pela primeira vez como profissional da NBA.

    Paris vai parar pra ver o fenômeno

    Cara, eu já tô imaginando a atmosfera. Wembanyama é praticamente um herói nacional na França, e agora ele volta pra casa como uma das maiores promessas da liga. O garoto de 2,24m que todo mundo conheceu no Draft de 2023 agora é realidade — e que realidade!

    Na temporada de estreia, o moleque mostrou que todo o hype era justificado. Médias absurdas, jogadas que você assiste três vezes e ainda não acredita. E agora vai fazer isso na frente da torcida francesa? Monstro demais.

    Tradição europeia da NBA

    A liga já tem essa tradição de levar jogos pra Europa. Na temporada passada rolou em Berlim e Londres, com Magic e Grizzlies. Mas convenhamos — nenhum desses times tinha um francês do calibre do Wembanyama, né?

    E olha, escolheram bem o adversário. Os Pelicans com Zion Williamson (se ele tiver saudável, claro) podem dar um show e tanto contra os Spurs. Vai ser interessante ver como o Victor se comporta com toda essa pressão e expectativa da torcida de casa.

    Vocês acham que ele vai sentir o peso de jogar em Paris, ou vai ser só mais combustível pra ele voar ainda mais alto? Eu apostaria na segunda opção — esse moleque parece que nasceu pra esses momentos grandes.

  • SGA bicampeão de MVP! Cara, esse cara é monstro demais

    SGA bicampeão de MVP! Cara, esse cara é monstro demais

    Gente, eu tô aqui ainda processando essa notícia. Shai Gilgeous-Alexander acabou de ganhar seu segundo MVP consecutivo da NBA! Bicampeão. Aos 27 anos. E olha que quando ele saiu de Kentucky muita gente duvidava se ele seria mesmo um craque na liga.

    O cara simplesmente comandou o Oklahoma City Thunder para a melhor campanha da temporada regular — 64 vitórias, pessoal. Sessenta e quatro! E com números que fazem qualquer fã de basquete babar: 31.1 pontos, 6.6 assistências e 4.3 rebotes por jogo. Números de videogame, sinceramente.

    Da faculdade para a elite mundial

    Eu lembro quando SGA estava em Kentucky e o pessoal meio que torcia o nariz. “Ele é bom, mas será que tem jogo pra NBA?” Olha onde estamos agora — o cara tá no seleto grupo dos 14 jogadores que ganharam MVP em temporadas consecutivas. Isso é lenda, povo.

    E tem um detalhe curioso: ele é o ÚNICO ex-jogador de Kentucky a ganhar um MVP na história. Agora já são dois. John Calipari deve estar orgulhoso demais do garoto que ele ajudou a lapidar em Lexington.

    Twitter pegou fogo (obviamente)

    As redes sociais explodiram com a notícia. Os fãs de Kentucky estavam em êxtase, e razão não falta. Ver um cara que passou pela sua universidade se tornar bicampeão de MVP é coisa rara demais. Um tweet que me marcou foi alguém lembrando que o primeiro jogo dele em Kentucky foi justamente contra Utah Valley — time que era treinado por Mark Pope. As coincidências do basquete, né?

    Teve gente comparando o currículo dele com lendas da NBA. O cara já tem mais MVPs que Shaq, Kobe, Hakeem, Garnett… nossa, a lista é imensa. Em menos de 10 temporadas na liga, SGA já construiu um currículo de Hall da Fama. Dois MVPs, um título da NBA, Finals MVP — o pacote completo.

    Vocês acham que ele consegue um terceiro MVP? Porque sinceramente, do jeito que ele tá jogando e com o Thunder montando um time cada vez mais forte, não duvido nada. O que vocês acham? Ele tá no caminho pra ser considerado um dos maiores armadores da história da NBA?

    Uma coisa é certa: assistir SGA jogar é um privilégio. O cara joga bonito, é clutch e ainda por cima lidera pelo exemplo. Oklahoma City acertou em cheio quando apostou nele como a cara da franquia pós-Russell Westbrook.

  • Suns campeão com Booker? Ishbia tá sonhando alto demais

    Suns campeão com Booker? Ishbia tá sonhando alto demais

    Olha, eu amo a confiança do Mat Ishbia quando ele fala que os Suns vão ser campeões com o Devin Booker. Mas cara, depois de assistir esses playoffs inteiros como um maníaco — e sim, eu sou desses doentes que assiste cada jogo como se fosse um scout — uma coisa fica bem clara: Phoenix tá muito, muito longe de um título.

    Ishbia falou com toda a convicção do mundo: “Vou entrar no fogo com Devin Booker, e farei isso com orgulho. Booker não vai ser trocado. Ele é nosso jogador franquia. Vamos ganhar um campeonato aqui com Devin Booker.” Bonito, né? Mas falar é fácil — fazer acontecer é outra história completamente.

    A realidade bateu forte nestes playoffs

    Mano, se você acompanhou os playoffs como eu, deve ter ficado chocado com o que rolou. O Oklahoma City Thunder simplesmente destroçou todo mundo pela frente. Fizeram picadinho dos Lakers, passaram por cima dos Suns como um trator. 8-0 direto pras finais do Oeste!

    E do outro lado? San Antonio Spurs eliminando Minnesota em seis jogos. Cara, os Spurs são praticamente bebês na NBA e já estão brigando por uma vaga nas Finais. Isso que é absurdo de ver.

    A verdade é crua: enquanto OKC e San Antonio combinam talento jovem com profundidade e flexibilidade financeira, os Suns estão carregando $23,2 milhões em dead money no salary cap. É como tentar correr uma maratona com uma pedra de 20 quilos amarrada no pé.

    Booker é monstro, mas não faz milagre sozinho

    Não me entendam mal — Devin Booker é um jogador fora de série. O cara pode facilmente dropar 40 pontos em qualquer noite. Mas basquete é esporte coletivo, e por melhor que seja, ele não consegue carregar essa franquia sozinho até o título.

    Olha só a situação: Thunder e Spurs têm núcleos jovens que vão dominar o Oeste pelos próximos anos. Shai Gilgeous-Alexander tem 26 anos, Chet Holmgren tem 22. Victor Wembanyama tem 22 também. Esses caras estão só começando!

    Enquanto isso, os Suns precisam encontrar uma fórmula mágica com um elenco caro, veterano e cheio de limitações financeiras. Sinceramente? O caminho pra uma final da NBA nos próximos cinco anos parece mais estreito que uma quadra de vôlei.

    Ishbia acertou em outras coisas

    Vou dar o braço a torcer: gosto muito do que Ishbia tem feito à frente da franquia. Ele valorizou a experiência do torcedor, tornou o time mais acessível, tentou corrigir os erros típicos de dono novato. Isso é importante demais.

    Mas uma coisa é melhorar a organização, outra é competir com esses monstros que estão surgindo no Oeste. OKC tem uma continuidade que Phoenix nunca vai ter com essa folha salarial. San Antonio tem o Wemby — um alienígena de 2,24m que defende como Mutombo e arremessa como Durant.

    E aí, vocês acham que dá pra sonhar com título tendo essa realidade pela frente? Eu quero muito que role, mas a matemática não tá fechando não.

    Na minha visão, Ishbia falou sobre continuidade e desenvolvimento na mesma entrevista — e é nisso que eu acredito mais. Construir aos poucos, desenvolver jovens, ser paciente. Porque forçar um título agora pode acabar destruindo o futuro da franquia.

    O negócio é torcer para que algum milagre aconteça. Ou que Booker vire o Michael Jordan da noite pro dia. Porque senão, esse papo de título vai ficar só no discurso mesmo.

  • Rui Hachimura revela quem transformou ele num sniper de 3 pontos

    Rui Hachimura revela quem transformou ele num sniper de 3 pontos

    Cara, vou falar uma coisa que me impressiona: o Rui Hachimura virou um MONSTRO do arremesso de 3. E olha que ele mesmo admite — não gosta de chutar de longe. Mas às vezes a vida te força a sair da zona de conforto, né?

    Quando o japonês chegou nos Lakers, todo mundo conhecia ele como aquele cara eficiente no meio da quadra. Problema é que a NBA hoje não perdoa quem fica no meio termo — ou você vai pro garrafão ou você vai pra linha de 3. Quem fica no meio some do mapa.

    A transformação absurda dos números

    Os números não mentem, galera. No Wizards, o Rui acertava apenas 35,6% das bolas de 3 em três temporadas e meia. Chega nos Lakers? 41,5%. Uma diferença brutal que mudou completamente o jogo dele.

    Mas o mais insano mesmo foi nos playoffs recentes. O cara simplesmente meteu 33 cestas em 58 tentativas de 3 pontos em 10 jogos. Isso dá 56,9% de aproveitamento. Cinquenta e seis vírgula nove por cento! Eu ainda tô processando esse número.

    Depois da eliminação dos Lakers, o Rui finalmente abriu o jogo sobre quem foi o responsável por essa metamorfose. E olha, o nome me surpreendeu um pouco.

    Phil Handy, o guru dos arremessos

    “Valeu, coach Phil Handy”, disse o Rui. “Ele foi quem me explicou um monte de coisa sobre o que eu podia fazer pra me manter nesta liga. Não só neste time, mas na liga mesmo. A primeira coisa que ele falou foi sobre os arremessos de 3.”

    Phil Handy, pra quem não conhece, é aquele assistente técnico que passou por Cleveland, Toronto e Lakers. O cara tem um currículo respeitado e, pelo visto, sabe mesmo como transformar jogadores.

    “Sinceramente, eu não gosto de chutar de 3. Não é minha praia”, confessou o Rui. “Mas com a situação do time e o jeito que o JJ Redick quer que eu jogue, ele quer que eu chute muito de longe. Foi um jogo diferente pra mim, mas eu tinha que fazer.”

    E fez mesmo. Os números mostram a evolução: em Washington, apenas 23% dos arremessos do Rui vinham da linha de 3. Em LA? Chegou a 47,5% nos playoffs desta temporada. Uma revolução completa no estilo de jogo.

    Mudança que salvou a carreira

    Olha, eu não vou mentir — essa adaptação não só estendeu a carreira do Rui como deve garantir um contrato gordinho neste verão. Um ala que acerta mais de 40% das tentativas de 3 pontos? Todo time quer um desses no plantel.

    E vocês acham que outros jogadores brasileiros na NBA deveriam seguir esse exemplo? Porque, convenhamos, se adaptar ou morrer virou lei na liga. O próprio Rui largou um pouco do meio da quadra — que era 32,2% dos arremessos em Washington — para apenas 20,1% com os Lakers.

    Phil Handy pode ter saído dos Lakers, mas deixou um legado gigante. Transformou um jogador que detestava chutar de 3 num dos melhores especialistas da posição. Isso sim é trabalho de coach de verdade.

  • Dan Gilbert manda 25 ônibus de torcida pra invadir Detroit no jogo 7

    Dan Gilbert manda 25 ônibus de torcida pra invadir Detroit no jogo 7

    Gente, vocês viram a loucura que o Dan Gilbert tá aprontando? O dono dos Cavaliers simplesmente fretou 25 ônibus — VINTE E CINCO — pra levar a torcida de Cleveland até Detroit pro jogo 7 decisivo contra os Pistons. Isso que eu chamo de apoio!

    A informação veio do WKYC, e cara, as imagens dos ônibus saindo de Cleveland domingo à tarde foram de arrepiar. Imagina a cena: centenas de torcedores dos Cavs invadindo o território inimigo pra decidir quem vai pras finais do Leste.

    Já tinha dado certo no jogo 5

    Olha, não é a primeira vez que o Gilbert faz essa jogada. No jogo 5, ele mandou 8 ônibus com 400 torcedores — e olha que deu certo, né? Os Cavs ganharam de 117 a 113 na prorrogação, com a torcida de Cleveland gritando “Let’s go Cavs” no Little Caesars Arena.

    Na época, os torcedores ficaram todos juntinhos atrás do banco dos Cavaliers. Pacote completo: ingresso, comida, entretenimento e festa antes do jogo. Sinceramente, que dono faz isso pelos fãs? O cara é diferenciado mesmo.

    Invasão em massa

    Se com 8 ônibus foram 400 pessoas, imagina com 25? A matemática dá pelo menos 1.200 torcedores dos Cavs numa arena que tem mais de 20 mil lugares. Vai ser uma invasão em toda regra!

    E o melhor de tudo? É tudo por conta do Gilbert. O cara tá botando a mão no bolso pra dar aquele apoio extra que pode fazer a diferença numa decisão dessas. Porque vamos combinar — jogo 7, fora de casa, valendo vaga nas finais do Leste contra os Knicks… toda ajuda é bem-vinda.

    Vocês acham que essa estratégia do Gilbert vai funcionar de novo? Porque se eu fosse torcedor dos Pistons, já tava nervoso só de imaginar essa multidão de amarelo e vinho gritando no meu ginásio. E aí, quem leva esse jogo 7?