Autor: Leandro Amorim

  • Pierce manda LeBron se aposentar: ‘Tá sendo criticado demais’

    Pierce manda LeBron se aposentar: ‘Tá sendo criticado demais’

    Olha só que polêmica. Paul Pierce saiu do nada e mandou a real sobre LeBron James: é hora de pendurar as chuteiras. E sabe qual é o motivo? Não é porque o King tá jogando mal — é porque ele tá apanhando demais da mídia e dos fãs.

    Pierce foi direto ao ponto num podcast com Kevin Garnett: ‘Simplesmente pelo fato de que, na idade que ele tem, ainda recebe as críticas que recebe. Os grandes não recebiam essas críticas no final da carreira.’

    A comparação que dói

    O ex-campeão pelo Celtics fez uma comparação que realmente faz pensar. Segundo ele, ninguém ficava pegando no pé do Kobe nos últimos anos quando o Lakers nem pros playoffs ia. Todo mundo só curtia os momentos finais da lenda. Mesmo coisa com Jordan em Washington — galera respeitava.

    ‘Ninguém tava criticando o Kobe quando ele não foi pros playoffs no último ano dele. Eles estavam apenas curtindo os momentos. Igual com o Jordan em Washington. Pelo simples fato de o cara ter 41 anos e nós ainda o criticarmos como se ele tivesse 25 e devesse estar ganhando títulos ainda’, disparou Pierce.

    Mas será que LeBron tá tão mal assim?

    Sinceramente? Os números do LeBron na temporada passada não são de um cara acabado. 20.9 pontos, 6.1 rebotes e 7.2 assistências em 60 jogos. Aproveitamento de 51.5% nos arremessos de quadra. Pra um cara de 41 anos, tá longe de ser ridículo.

    O problema é que o Lakers foi varrido pelo Oklahoma City Thunder na segunda rodada dos playoffs. E aí que mora a questão — o King não consegue mais carregar um time sozinho até o final. Tem que dividir as responsabilidades com os mais novos.

    Eu entendo o ponto do Pierce, mas também fico pensando: será que LeBron liga pra crítica? O cara sempre foi alvo desde que chegou na liga. E vocês, acham que ele deveria se aposentar agora ou continuar jogando enquanto o corpo aguenta?

    Uma coisa é certa: independente da decisão, já foi uma carreira monstruosa. Agora é esperar pra ver se ele anuncia a 24ª temporada ou se realmente decide que chegou a hora de parar.

  • Curry confessa: quase não sabia onde ficava Golden State no Draft

    Curry confessa: quase não sabia onde ficava Golden State no Draft

    Cara, essa confissão do Curry me pegou completamente desprevenido. O cara que construiu uma das maiores dinastias da NBA no Golden State Warriors praticamente não sabia nem onde o time ficava quando foi draftado em 2009!

    Em um podcast recente, o Steph admitiu que assim que recebeu a ligação do Warriors — ele foi a 7ª escolha geral —, a primeira coisa que fez foi pegar o celular para procucar onde diabos ficava Golden State. Imagina a cena: Larry Riley (GM na época) e Don Nelson (técnico) ligando todo empolgados, e o Curry ali “ahan, legal, mas… onde fica isso mesmo?”

    O sonho era outro: Nova York

    E olha só que plot twist. O Curry tava de olho mesmo era no New York Knicks. “Tudo que eu pensava era Nova York”, confessou ele. Sinceramente, faz todo sentido né? Jovem de 21 anos, a Big Apple chamando, Madison Square Garden… quem não sonharia?

    Mas aí que tá o lance. Os próprios fãs dos Knicks acabaram criando uma das memórias favoritas dele da noite do draft. Quando o Warriors escolheu o Curry antes do New York ter chance, a torcida no Madison Square Garden surtou — e vaiou ALTO.

    No primeiro momento, o Steph não entendeu nada. Depois caiu a ficha: “Aaah, eles me queriam aqui!” Meio irônico pensar que os fãs que vaiaram são os mesmos que hoje em dia sofrem vendo ele meter 30 pontos no MSG como se fosse brincadeira.

    Quando o destino acerta em cheio

    “Cuidado com o que você deseja”, disse o próprio Curry. E cara, que sorte a dele (e nossa, que acompanhamos essa loucura). O que começou como confusão sobre geografia virou uma das maiores histórias de sucesso da NBA.

    4 títulos da NBA, 2 MVPs, 12 All-Star Games, e o cara que revolucionou o basquete com os arremessos de 3. Imaginem se ele tivesse ido mesmo pros Knicks? Provavelmente ainda estaríamos esperando eles chegarem nos playoffs.

    E vocês, acham que o Curry teria se tornado o mesmo monstro jogando em Nova York? Ou foi essa confusão geográfica que mudou o rumo da NBA para sempre?

    PS: Detalhe mórbido que o próprio Curry mencionou — o draft de 2009 foi no mesmo dia que Michael Jackson morreu (25 de junho). Meio pesado pensar nisso, mas faz parte da história.

  • Arenas confessa: ‘Ficamos com medo quando Shaq não veio jogar’

    Arenas confessa: ‘Ficamos com medo quando Shaq não veio jogar’

    Cara, essa história do Gilbert Arenas é surreal. O cara acabou de revelar uma das confissões mais bizarras que já ouvi sobre os playoffs da NBA. Em 2005, quando o Washington Wizards enfrentou o Miami Heat, a galera ficou apavorada quando souberam que o Shaq não ia jogar os jogos 3 e 4 em Washington.

    Pensa bem na ironia: seu adversário perde o pivô de 2,16m que dominava o garrafão na época, e você fica mais preocupado? Pois é exatamente isso que rolou.

    A confissão que ninguém esperava

    No podcast Gil’s Arena, o Arenas contou com todas as letras: “Eles estavam nos dando tanto pau que o Shaq nem veio pra Washington. Ele foi tipo ‘vocês tão bem sem mim mesmo’. E ninguém no nosso vestiário comemorou. Todo mundo fez ‘ahhh… mais Dwyane Wade?’”

    Mano, imagina a cena. Você tá tomando uma surra nos playoffs e quando o cara mais dominante do time adversário some, seu primeiro pensamento é “agora ferrou de vez”. Isso mostra o monstro que o Wade era naquele momento.

    Sinceramente, eu entendo o desespero do Wizards. O Shaq podia ser gigantesco, mas ele também era lento e ocupava muito a bola. Sem ele, o Wade tinha carta branca total pra fazer o que quisesse na quadra.

    Wade destruindo sem dó nem piedade

    E olha que não é exagero do Arenas não. O Heat varreu o Wizards por 4-0, e o Wade fechou a série com 42 pontos no jogo 4. Quarenta e dois pontos. O cara simplesmente resolveu que queria ir pra casa cedo naquele dia.

    Lembro que nessa época o Wade estava subindo como um foguete na liga. Era jovem, explosivo, e tinha uma sede de vencer absurda. O Wizards que havia passado pelo Bulls no primeiro round (o que já era mérito) simplesmente não tinha resposta pra intensidade dele.

    O mais louco? Miami chegou até a final da conferência leste naquele ano, perdendo só pro Detroit Pistons em sete jogos. E no ano seguinte, Wade e Shaq trouxeram o primeiro título da história da franquia.

    A lição que fica

    Essa história mostra como o basquete pode ser contraditório às vezes. Perder uma peça importante nem sempre enfraquece o time — pode até liberar outros jogadores pra brilharem ainda mais.

    E vocês, acham que o Wizards teria mais chances se o Shaq jogasse todos os jogos? Ou o Wade realmente estava num nível tão absurdo que não faria diferença mesmo? Deixa aí nos comentários!

  • Wizards com pick #1: Davis pode ficar ou vazar?

    Wizards com pick #1: Davis pode ficar ou vazar?

    Cara, finalmente os Wizards conseguiram a primeira pick do draft! Depois de três temporadas apanhando feio na liga, Washington enfim teve sorte na loteria e vai escolher entre AJ Dybantsa (BYU), Darryn Peterson (Kansas) e Cameron Boozer (Duke).

    Mas aqui vem a questão que tá pegando todo mundo de surpresa: será que Anthony Davis vai ficar pra ver essa rebuild acontecer?

    AD não tá convencido com o projeto

    Olha, eu entendo perfeitamente o Davis. O cara tem 33 anos, já ganhou um anel com o Lakers em 2020, e agora tá num time que ainda tá longe de brigar por título. Na entrevista de fim de temporada, ele foi bem direto:

    “Eu já estive muito tempo nesta liga e já estive em times perdedores. É muito difícil sair de um time perdedor para ser um candidato ao título.”

    Sinceramente? Faz total sentido. O cara quer competir por campeonato todo ano pelo resto da carreira. E por mais que Trae Young seja um monstro no ataque, esse Wizards ainda não tá pronto pra incomodar os gigantes do Leste.

    A matemática não ajuda muito

    Aqui vem um problema sério: Davis não tem muito poder de barganha. O cara jogou 65+ jogos numa temporada só desde 2017-18. Nos últimos dois anos? Apenas 71 jogos somando tudo. Isso complica qualquer negociação.

    Ele ainda tem $58.4 milhões garantidos pra 2026-27, mais uma player option de $62.7 milhões pro ano seguinte. Ou seja, time que quiser ele vai ter que desembolsar uma grana preta por um jogador que, vamos combinar, vive no departamento médico.

    E aí, vocês acham que algum time vai topar essa?

    O draft pode mudar tudo

    Agora vem a parte interessante. Se os Wizards draftar alguém que se encaixe perfeitamente com Davis – tipo o Dybantsa, que pode jogar de ala/pivô – talvez o AD mude de ideia sobre ficar.

    Imagina só: Young na armação, o rookie da primeira pick crescendo ao lado de Davis, Alex Sarr evoluindo no garrafão… Pode ser que Washington monte algo interessante mais rápido do que todo mundo imagina.

    Por outro lado, se pegarem o Boozer (que jogaria na mesma posição que Davis), aí complica. Ninguém quer ficar num time onde não tem espaço pra brilhar, ainda mais aos 33 anos.

    Na minha visão, tudo vai depender de como essa temporada começar. Se o Davis conseguir ficar saudável e os Wizards mostrarem evolução real, ele pode topar ficar mais um tempinho. Mas se for mais uma temporada perdida… aí é tchau mesmo.

    O que vocês acham? Davis deveria apostar nesse projeto dos Wizards ou partir pra um contender de verdade?

  • Hart e Brunson metem o pau na torcida dos 76ers: ‘não é cidade esportiva’

    Hart e Brunson metem o pau na torcida dos 76ers: ‘não é cidade esportiva’

    Olha, eu amo quando rola essa provocação entre jogadores após uma série eliminatória. E o Josh Hart simplesmente não perdoou os fãs dos 76ers depois que os Knicks dominaram a Filadélfia nos próprios domínios deles.

    A situação foi constrangedora mesmo — imagina você estar assistindo seu time em casa e a torcida visitante praticamente tomar conta do ginásio? Foi exatamente isso que aconteceu nos jogos 3 e 4 da série entre Knicks e Sixers. Os fãs de Nova York estavam em maior número que os locais, e dava pra ouvir claramente os gritos pró-Knicks ecoando pela Xfinity Mobile Arena.

    Hart não deixou passar em branco

    No podcast ‘Roommates Show’ que Hart e Brunson fazem juntos, os dois resolveram debater o que define uma ‘cidade esportiva’. E cara, o Hart foi cirúrgico na análise dele.

    “Eu estava errado na minha entrevista pós-jogo”, disse Hart. “Eu falei que a Filadélfia não era uma cidade esportiva. Eu achava que era, mas não é mais.”

    O Brunson tentou defender um pouco: “Cara, Filadélfia É uma cidade esportiva. Eles são fanáticos e amam o Eagles.” Mas o Hart não deixou barato: “Você não pode ser uma cidade esportiva se a torcida de outro time tomar conta do seu ginásio. Isso não pode acontecer.”

    Comparações que doem

    A comparação que mais dói é com Boston. Hart foi direto: “Boston? Cidade esportiva de verdade. Você nunca vai ver a gente tomando conta do TD Garden. E nunca vai ver o Jaylen Brown ou Jayson Tatum pedindo pros fãs comparecerem porque senão os Knicks vão tomar conta — eles nunca vão falar isso porque não precisam.”

    Sinceramente, é difícil discordar. Quando você vê a torcida adversária fazendo mais barulho que a sua casa, algo está errado. E olha que estamos falando da Filadélfia, que tem uma das torcidas mais passionais dos Estados Unidos no futebol americano.

    Brunson e Hart estão voando nestes playoffs — o armador está com médias de 27.4 pontos e 6.1 assistências, enquanto Hart contribui com um double-double quase garantido (10.3 pontos e 9.0 rebotes). Com esse nível de jogo e essa confiança toda, eles podem incomodar muito nas finais da Conferência Leste.

    E aí, vocês acham que Hart foi muito pesado ou falou a verdade mesmo? Porque uma coisa é certa: quando sua própria casa vira quintal do adversário, é sinal de que algo não está funcionando.

  • Warriors com a 11ª pick: Dunleavy vai ‘explorar tudo’ no Draft

    Warriors com a 11ª pick: Dunleavy vai ‘explorar tudo’ no Draft

    Olha, depois de amarrar o Steve Kerr por mais dois anos, agora é que a coisa fica interessante mesmo para o Mike Dunleavy e os Warriors. E o cara tem uma baita decisão pela frente: o que fazer com essa 11ª pick do Draft 2026?

    “É uma pick de loteria, e numa draft forte dessas, a gente pode conseguir um jogador muito bom”, disse o GM. “Mas vamos olhar tudo. Se aparecer oferta pela pick, pra subir, descer, ou trocar por um veterano que pode ajudar, com certeza vamos analisar.”

    A memória do Klay e a pressão do momento

    Dunleavy não tá inventando moda quando fala que já teve sucesso com a 11ª pick antes. Foi exatamente nessa posição que os Warriors pescaram o Klay Thompson em 2011 — e cara, que pescada foi essa, né?

    Mas sinceramente, a situação hoje é bem diferente. O Curry tá chegando nos 37 anos, o Draymond também não é mais um pivete, e Golden State sabe que não pode ficar esperando um rookie desenvolver por 2-3 anos. O negócio é agora ou nunca.

    Por isso que o Yaxel Lendeborg, de Michigan, tá sendo cotado como favorito. Com 24 anos, o cara já vem mais “pronto” que a maioria dos calouros. Faz sentido, né?

    A tentação das mega trocas

    E aí que fica interessante. Segundo informações do Brett Siegel, os Warriors provavelmente vão trocar essa pick mesmo. E quando você junta ela com o resto do capital de draft que eles têm… meu amigo, dá pra sonhar alto.

    Imagina só: Giannis? Kawhi Leonard? Ou apostas menores como Michael Porter Jr. ou Trey Murphy? Dunleavy foi esperto e não entregou nada, mas deixou a porta aberta: “Sempre temos capital de draft pra estar na conversa.”

    Eu, particularmente, acho que eles vão mesmo por uma troca. Não faz sentido desperdiçar os últimos anos do Curry apostando numa loteria de rookie — por melhor que seja o draft.

    O dilema eterno: presente vs futuro

    Se resolverem ficar com a pick mesmo, aí vem outro papo: draftar pra agora ou pra depois? Porque cara, são filosofias completamente diferentes.

    Um Nate Ament do Tennessee pode ter um teto altíssimo, mas vai precisar de tempo. Já o Lendeborg pode contribuir desde o primeiro dia, mas talvez não tenha o mesmo potencial explosivo.

    Como o próprio Kerr falou, eles querem “construir uma fundação mais sólida pra próxima temporada que vai durar por anos”. Traduzindo: não querem só pensar no agora, mas também não podem ignorar a janela do Curry.

    E vocês, acham que os Warriors devem apostar alto numa troca ou ir com calma no Draft mesmo? Eu tô curioso pra ver como essa história vai acabar.

  • Torcedor acerta arremesso da linha central e ganha R$ 55 mil

    Torcedor acerta arremesso da linha central e ganha R$ 55 mil

    Mano, imagina você lá na arquibancada, relaxando antes do jogo, e de repente te chamam pra tentar um arremesso da linha central por 10 mil dólares. Parece sonho, né? Pois foi exatamente isso que rolou com um torcedor do Cleveland Cavaliers no Jogo 6 contra o Detroit Pistons.

    O cara simplesmente meteu uma bomba da linha central — com as duas mãos, diga-se de passagem — e ainda teve a audácia de acertar no cantinho. Swish! Dez mil dólares no bolso, que hoje dá uns 55 mil reais. Eu hein, deve ter sido uma sensação absurda.

    Cleveland e a tradição dos arremessos milionários

    E olha, não é a primeira vez que isso acontece por lá não. Os Cavs meio que viraram especialistas em fazer torcedor rico com esses desafios. Em fevereiro do ano passado, outro cara acertou o mesmo lance depois de ganhar um jokenpô — isso mesmo, pedra, papel e tesoura decidindo quem ia tentar os 10 mil. Coisa de maluco!

    Este ano mesmo, em janeiro, um garoto do ensino médio chamado Jason Singleton também levou a grana. Sinceramente, eu tô começando a suspeitar que tem alguma mágica nessa quadra do Cleveland.

    A energia contagiante da torcida dos Cavs

    Não é à toa que essas coisas acontecem lá. O dono do time, Dan Gilbert, trata a torcida que é uma beleza — onibus gratuito, comida e ingresso. O cara entende que torcedor feliz é energia boa pra equipe.

    E falando em energia, Cleveland tá a um jogo de chegar na final da Conferência Leste pela primeira vez desde 2018. O timing não podia ser melhor pra esse tipo de momento mágico. A cidade respira basquete, e depois de tudo que passou (incluindo aqueles anos difíceis quando o LeBron foi pra Miami), ver a galera vibrando assim é massa demais.

    Vocês acham que tem alguma técnica secreta nesses arremessos da linha central ou é só sorte mesmo? Porque eu já tentei algumas vezes no ginásio aqui perto e… bem, digamos que eu continuaria com os mesmos 10 reais na carteira.

  • Kerr renova com Warriors: ‘Não conseguia imaginar deixar o time’

    Kerr renova com Warriors: ‘Não conseguia imaginar deixar o time’

    Cara, o Steve Kerr quase nos deu um susto. Por uma semana inteira, depois da eliminação dos Warriors no play-in, o técnico ficou refletindo se continuaria ou não em Golden State. Spoiler: ele ficou. E ainda bem!

    “Não conseguia imaginar deixar os Warriors”, disse Kerr na sexta-feira, do alto da arena do time, olhando para São Francisco. Mano, essa frase me pegou. Porque sinceramente, depois da temporada frustrante que eles tiveram, muita gente achava que ele ia cair fora mesmo.

    A esposa que deu o toque

    Mas quem convenceu o técnico foi a própria esposa, Margot. Ela mandou a real: “Você pode treinar outros times no futuro, mas nunca mais vai treinar os Warriors”. Olha que conselho certeiro! E Kerr caiu na real na hora.

    “Eu amo esse time, amo nossos jogadores”, confessou ele. E dá pra sentir a sinceridade nas palavras do cara. Não é todo dia que você vê um técnico falando assim, né?

    O processo de renovação foi bem interessante. Kerr conversou várias vezes com o GM Mike Dunleavy Jr. e o dono Joe Lacob. Até chamou o Curry e o Draymond pra conversar, mas deixou bem claro: os jogadores não influenciaram na decisão dele.

    Warriors exigem comprometimento real

    Uma coisa que me chamou atenção foi a exigência da diretoria. Eles não queriam só mais uma temporada “de despedida” – queriam um compromisso real de pelo menos dois anos. E faz sentido total. Ninguém quer um técnico com um pé fora da porta.

    “Precisávamos de um compromisso de vários anos, e Steve nos deu isso de forma inequívoca”, explicou Dunleavy. O GM chegou a confessar que teve várias noites onde foi dormir achando que Kerr não voltaria. Imagina a tensão!

    Mas a realidade é que as expectativas vão ter que mudar um pouco. Curry e Green estão mais velhos, e o time não vai ter os reforços do Jimmy Butler e Moses Moody no início da temporada por causa de lesões.

    Mesmo assim, o Joe Lacob – que todo mundo sabe que é obcecado por títulos – não baixou muito a régua. “Eu sou o dono e não posso deixar de dizer: espero estar nos playoffs todo ano e ter uma chance”, declarou ele pra Kerr.

    Sinceramente? Acho que foi a decisão certa. Kerr ainda tem fogo no olho, e separar essa dupla histórica Curry-Kerr seria uma loucura. E vocês, acham que os Warriors conseguem brigar por playoffs de novo na próxima temporada?

  • Draymond detona após revelação sobre Giannis: ‘Turner quer sair fora’

    Draymond detona após revelação sobre Giannis: ‘Turner quer sair fora’

    Cara, que treta boa essa que rolou nos últimos dias! O Myles Turner do Pacers resolveu abrir o jogo sobre como eram as coisas no Milwaukee Bucks com o Doc Rivers de técnico — e o Giannis que se prepare, porque a bomba estourou.

    Em um podcast com a Breanna Stewart, o Turner contou que sob o comando do Doc Rivers, ninguém era multado por atraso. E quando perguntaram quem era o pior nesse quesito, ele não teve dúvida: “Giannis. O Giannis aparece quando ele quer, cara.”

    Segundo o pivô, a situação chegava ao absurdo. Se o avião estava marcado para decolar às 14h, só saía às 16h30. Jogadores chegavam uma hora atrasados pro voo como se fosse normal. O próprio Turner admitiu que passou a chegar uma hora depois do horário marcado porque sabia que ia dar tempo mesmo.

    O Greek Freak não gostou nada

    Óbvio que o Giannis não deixou passar em branco. No dia seguinte, postou um vídeo brincando com os filhos e escreveu: “Mais um dia melhorando e cuidando da nossa vida”. Jogada de mestre, né? Respondeu sem responder.

    Mas quem não conseguiu ficar quieto foi o Draymond Green. O cara foi direto no Threads e mandou: “Turner tá tentando sair fora de lá.” E olha, sinceramente? Acho que o Draymond acertou em cheio.

    Coincidência? Eu acho que não

    Pensa comigo: o Turner falou isso justamente quando os Bucks estão considerando trocar o Giannis? E justamente quando o próprio Warriors — time do Draymond — tem interesse no grego? Cara, isso não é coincidência não.

    O Myles pode até ter falado a verdade sobre os atrasos, mas escolher revelar isso agora meio que queima o filme do Giannis lá dentro. E vocês acham que foi sem querer? Eu tenho minhas dúvidas…

    A real é que essa situação toda mostra como o vestiário do Milwaukee estava bagunçado na era Doc Rivers. Não é à toa que o time não rendeu como esperado. Disciplina faz diferença, gente! Pergunta pro Popovich se ele deixaria essas coisas passarem…

    Agora é esperar pra ver se essa treta vai influenciar nas possíveis trocas do Giannis nessa offseason. Uma coisa é certa: o Warriors deve estar de olho em tudo isso.

  • Pistons empata série nos playoffs em jogo épico contra os Cavs

    Pistons empata série nos playoffs em jogo épico contra os Cavs

    Cara, que jogaço foi esse em Cleveland! Os Detroit Pistons simplesmente não quiseram ir embora de casa e empataram a série contra os Cavaliers em 3-3 com uma vitória dominante por 115-94. E olha, eu não esperava que eles conseguissem jogar assim fora de casa.

    O Cade Cunningham fez o que já virou rotina — liderou a pontuação com 21 pontos. Mas a grande sacada do técnico JB Bickerstaff foi apostar no banco de reservas. Paul Reed saiu do banco e meteu 13 pontos só no segundo tempo, empatando com Daniss Jenkins como maior pontuador dos Pistons nos dois quartos finais.

    O banco fez a diferença

    Sinceramente, quem esperava que o Paul Reed ia ser protagonista numa partida de playoff? O cara simplesmente apareceu na hora certa. E não foi só ele — Marcus Sasser teve um +27 absurdo em apenas 18 minutos, sendo uma dor de cabeça constante para a defesa dos Cavs.

    O mais impressionante é que Detroit conseguiu quebrar uma sequência histórica: Cleveland não havia perdido nenhum jogo em casa nos playoffs até ontem. Era literalmente uma fortaleza o Rocket Arena, mas os Pistons chegaram lá e fizeram a festa.

    Dominaram do garrafão às bolas de 3

    Foi uma aula de basquete completo. Os Pistons controlaram totalmente o garrafão — 48 pontos na pintura contra apenas 26 dos Cavs. Jalen Duren finalmente acordou e cravou um double-double com 15 pontos e 11 rebotes. Era disso que Detroit precisava do seu pivô.

    Nas bolas de três, então? Chuva total. 16 de 36 tentativas (44,4%), enquanto Cleveland ficou patinando com apenas 34,3% do perímetro. E ainda por cima, forçaram 20 turnovers dos donos da casa e converteram isso em 28 pontos. Basquete moderno na veia.

    E aí, vocês acham que os Pistons conseguem fechar a série em casa no jogo 7? Porque na minha opinião, se jogarem assim de novo, os Cavs vão ter que suar muito para passar. Domingo vai ser guerra total em Detroit!