Autor: Leandro Amorim

  • Cavs entregam tudo no pior momento possível

    Cavs entregam tudo no pior momento possível

    Olha, eu sempre falo que basquete é um esporte de detalhes. E quando você tem a chance de ir pras finais de conferência pela primeira vez desde 2018, não pode vacilar. Mas foi exatamente isso que o Cleveland Cavaliers fez ontem à noite — vacilou feio numa derrota de 115 a 94 pro Detroit Pistons.

    Agora é jogo 7 em Detroit. Do jeito mais difícil possível.

    A mesma novela de sempre

    Cara, quantas vezes eu já vi essa história? Cavs começam mal, tomam susto, acordam no segundo tempo… só que dessa vez não acordaram de verdade. Foram 21 turnovers! Vinte e um! É muita bola perdida pra um jogo eliminatório contra um time que ganhou 60 jogos na temporada.

    O mais irritante? Eles chegaram no intervalo perdendo só de 3, tinham todo o momentum. Aí no terceiro quarto… bum. Detroit abriu 14-4 logo de cara e matou o jogo. Foi doloroso de assistir.

    James Harden perdeu OITO bolas sozinho. Oito! Mesmo marcando 23 pontos arremessando bem, você não pode dar presente assim numa semifinal de conferência. E Donovan Mitchell, que deveria ser o cara da equipe, fez só 18 pontos com 6-20 nos arremessos. Quando seu melhor jogador não consegue terminar as jogadas no garrafão (3-12 lá dentro), é sinal de problema.

    Detroit jogou como campeão

    Do outro lado, Cade Cunningham mostrou por que é considerado um dos jovens mais promissores da liga. 21 pontos, 8 assistências, controlando o ritmo do jogo como veterano. E o mais impressionante: todo mundo contribuiu.

    Paul Reed com 17 pontos, Daniss Jenkins com 15, até Duncan Robinson jogando lesionado marcou 14. Jalen Duren dominou o garrafão com double-double (15 pontos, 11 rebotes) enquanto Jarrett Allen e Evan Mobley simplesmente sumiram de quadra.

    Sinceramente? Detroit mereceu essa vitória. Jogaram com a intensidade e atenção aos detalhes que Cleveland não conseguiu ter.

    Agora é matar ou morrer

    A real é que eu queria acreditar nos Cavs, mas eles sempre fazem isso comigo. Toda vez que penso “cara, esse time pode ir longe”, eles entregam numa situação decisiva.

    Jogo 7 domingo à noite em Detroit. Ambiente hostil, pressão total, temporada na linha. Vocês acham que Cleveland consegue se recuperar dessa pancada? Ou será que Detroit vai completar a virada histórica?

    Uma coisa eu garanto: vai ser um jogaço. Só espero que os Cavs acordem dessa vez, porque oportunidades assim não aparecem todo ano.

  • LA declara ‘Dia do Metta World Peace’ – que história linda!

    LA declara ‘Dia do Metta World Peace’ – que história linda!

    Cara, que notícia linda que chegou até nós! A cidade de Los Angeles oficializou o dia 15 de maio como “Dia do Metta World Peace” em homenagem ao ex-Lakers que virou um dos maiores defensores da saúde mental no esporte. E olha, sinceramente, não tem como não se emocionar com essa história.

    Pra quem não lembra (ou é muito novo), o Metta — que se chamava Ron Artest na época — protagonizou uma das maiores confusões da história da NBA em 2004. A famosa “Malice at the Palace” entre Pacers e Pistons. O cara deu uma falta dura no Ben Wallace, deitou na mesa dos narradores, um torcedor jogou cerveja nele e… rapaz, virou um caos total. Artest subiu na arquibancada pra brigar com os fãs. Foi suspenso por 86 jogos!

    De vilão a herói dos Lakers

    Por anos, aquele momento definiu quem era o Ron Artest. Mas o maluco deu a volta por cima de uma forma espetacular. Em 2009, chegou nos Lakers e virou peça fundamental do título ao lado do Kobe Bryant. E que final foi aquela contra o Celtics, hein?

    Lembro até hoje: Jogo 7, Artest fez 20 pontos e enterrou uma bola de três nos minutos finais que praticamente selou o banner 16 dos Lakers. O cara foi do inferno ao céu em pocos anos.

    O que realmente importa veio depois

    Mas olha só — não é pelo basquete que ele tá sendo homenageado agora. É pelo que fez DEPOIS das quadras. Na entrevista pós-jogo daquele título histórico, o Artest (que mudou legalmente o nome pra Metta World Peace em 2011) agradeceu… o psiquiatra dele! Na frente de todo mundo!

    “Saúde mental afeta todos nós. Mas muitas vezes, as pessoas não falam sobre isso”, disse o Metta. “Quero mandar uma mensagem clara: tá tudo bem ir pra terapia, pedir ajuda e cuidar de si mesmo.”

    Cara, imagina a coragem que isso exigiu em 2010? Jogador da NBA falando abertamente sobre terapia? Era quase impensável. E vocês acham que isso não mudou vidas? Tenho certeza que sim.

    O vereador Hugo Soto-Martinez, que propôs a homenagem, disse uma coisa muito real: “Como alguém que também faz terapia, sei como é fundamental cuidar da saúde mental. Ter um exemplo como o Metta falando abertamente sobre sua jornada ajuda a quebrar esse estigma.”

    Do jeito que eu vejo, essa é uma das maiores lições que o esporte pode nos dar. O Metta World Peace mostrou que todo mundo pode mudar, evoluir e usar sua plataforma pra algo maior. Que história de redenção absurda, não acham?

  • Jalen Green em 2º? Os fãs do Suns rankaram todo o elenco

    Jalen Green em 2º? Os fãs do Suns rankaram todo o elenco

    Galera, finalmente saiu o ranking final dos jogadores do Suns na temporada 2025-26, e cara… as opiniões estão divididas mesmo! O pessoal da comunidade de fãs votou e o resultado mostra exatamente onde está a cabeça da torcida neste momento.

    Obviamente Devin Booker levou o primeiro lugar — isso nem precisa discutir, né? O cara é simplesmente o rosto da franquia e continua sendo o melhor jogador do time, disparado.

    A briga pelo segundo lugar foi insana

    Mas olha só que louco: Jalen Green ficou em segundo lugar no ranking da comunidade, mas por apenas cinco votos de diferença! Cinco! Isso mostra como a torcida tá dividida sobre ele. Os escritores especializados colocaram ele em terceiro, atrás do Dillon Brooks.

    Sinceramente? Eu entendo a hesitação. O Green tem um potencial absurdo, mas ainda é meio inconsistente. Às vezes ele mete 30 pontos numa noite e você pensa “esse cara vai ser All-Star”, aí no jogo seguinte ele some de quadra. É o típico dilema dos Suns nos últimos anos — entre a esperança e o ceticismo.

    E teve gente votando no Booker como “jogador de banco” só pra zoar mesmo. A natureza humana nunca falha, né? (risos)

    Outras surpresas no ranking

    Mark Williams apareceu em sétimo na votação popular, mas os especialistas colocaram ele em quinto. Faz sentido — o cara é sólido defensivamente e tem potencial pra ser um dos melhores pivôs da liga se conseguir se manter saudável.

    Khaman Maluach em décimo lugar pela torcida também chamou atenção. É uma aposta alta num cara que ainda tá se adaptando à NBA, mas o físico e a energia dele são inegáveis.

    O que mais me chama atenção é como esse ranking reflete exatamente o momento do time: meio perdido entre veteranos que já deram o que tinham que dar e jovens promessores que ainda não sabemos se vão explodir ou não.

    O retrato de uma franquia em transição

    Na real, esse SunsRank virou quase um termômetro do que a torcida pensa sobre o rumo da franquia. E olhando essa lista, dá pra ver que tem muita incerteza no ar.

    Vocês acham que o Green realmente tem potencial pra ser o segundo cara do time? Ou apostam mais no desenvolvimento dos caras mais novos como o Maluach?

    Uma coisa é certa: com mais uma offseason cheia de decisões importantes pela frente, esse ranking serve como um retrato bem honesto de onde os Suns estão agora. Entre a esperança de finalmente montar um time competitivo e o medo de mais uma temporada frustrante.

    E aí, concordam com esse ranking ou fariam diferente?

  • Nets de olho em Mikal Brown Jr. na 6ª escolha — ou vão tentar subir?

    Nets de olho em Mikal Brown Jr. na 6ª escolha — ou vão tentar subir?

    Olha, depois do Combine ter acabado e as equipes estarem fazendo as últimas avaliações, uma coisa tá ficando cada vez mais clara: o Nets tem interesse real no Mikal Brown Jr., armador de 1,96m de Louisville. E sinceramente? Faz todo sentido.

    O garoto de 20 anos impressionou em Chicago, especialmente no treino particular na quinta-feira. Mais importante ainda — as preocupações sobre aquela lesão nas costas que ferrou com a temporada dele praticamente sumiram. Os médicos deram sinal verde.

    Sean Marks ainda tá pensando no que fazer

    A verdade é que o GM Sean Marks ainda não bateu o martelo. Mesmo depois daquela decepção na loteria (cara, caiu da 4ª pra 6ª posição… doeu até em mim), o Nets tem opções. Pode tentar subir no Draft, descer, pegar mais uma primeira escolha, ou — no cenário mais improvável — entrar no top 4 onde estão os caras que mudam franquia.

    Mas se ficarem na 6ª mesmo, Brown pode ser a jogada certa. O Jonathan Wasserman do Bleacher Report já colocou ele indo pro Brooklyn no mock mais recente.

    “Seria uma grande oportunidade”

    E o próprio Brown tá empolgado com a possibilidade. Falou pro Brian Lewis que seria “uma grande oportunidade” jogar no Brooklyn, que é praticamente uma tela em branco pra construir algo novo.

    Agora, eu sei o que vocês tão pensando: “Mas cara, o Nets já tem guard demais!” É verdade. Na temporada passada eles jogaram com Egor Demin (8ª escolha), Nolan Traore (19ª), Drake Powell (22ª) e Ben Saraf (26ª) na armação em diferentes momentos.

    A resposta do Brown? Clássica: “Posso me adaptar a qualquer situação.” Disse que pode ser o cara principal ou jogar junto com outros armadores. Destacou que arremessa bem, mas o diferencial mesmo é a visão de jogo — sabe onde cada companheiro gosta de receber a bola.

    A concorrência tá pesada

    Claro que tem outros guards na briga entre as escolhas 5-10. Keaton Wagler de Illinois tem o arremesso, Darius Acuff Jr. de Arkansas tem técnica e experiência. Brayden Burries do Arizona tem a altura, Kingston Flemings de Houston tem defesa e velocidade.

    Mas todos têm seus problemas também. Wagler não tem atletismo de elite, Flemings é meio baixinho, Acuff não defende bem e Burries não tem uma habilidade que se destaque muito. Pro Brown, a preocupação é a lesão.

    “Me sinto incrível”, disse ele. “Melhor do que há muito tempo.” Falou que a lesão até ajudou ele a entender o que precisa priorizar no treino e no cuidado com o corpo.

    Vocês acham que o Nets deveria apostar no Brown ou tentar uma troca pra subir no Draft? Pra mim, se o cara tá 100% fisicamente, pode ser uma baita escolha. Armador de quase 2 metros que arremessa bem e tem visão? No Brooklyn que tá reconstruindo tudo? Faz sentido demais.

  • Duren torce o tornozelo mas volta pra decidir contra os Cavs

    Duren torce o tornozelo mas volta pra decidir contra os Cavs

    Cara, que susto foi esse no Jalen Duren ontem! O pivô dos Pistons estava fazendo sua melhor partida nos playoffs quando torceu o tornozelo esquerdo no terceiro quarto contra os Cavaliers. E olha, o timing não podia ser pior — o Detroit estava construindo uma vantagem importante no jogo 6.

    A jogada foi bizarra. Duren foi disputar posição com o James Harden, que tava claramente pescando uma falta ofensiva (vocês sabem como é o Barbudo, né?). Quando o Harden caiu no chão, o Duren deu um passo pra frente e pisou torto. Na hora você via que tinha machucado — ele foi direto pro chão segurando a perna.

    Do túnel de volta pra quadra

    O que mais me impressionou foi a determinação do garoto. Saiu de quadra, foi pro vestiário, mas voltou pro banco alguns minutos depois. Ficou lá o resto do terceiro quarto torcendo pelos companheiros, e quando começou o último período? Lá estava ele de volta, com uma proteção extra no tornozelo.

    Sinceramente, achei que ele não voltava mais. Essas torções em playoff são sempre perigosas — você força demais e pode piorar tudo. Mas o Duren mostrou por que virou All-Star pela primeira vez na carreira.

    Jogo decisivo em momento crucial

    E o mais louco? Ele tava tendo uma das melhores atuações da série. 9 pontos em 4 de 7 arremessos, 7 rebotes, 1 roubo de bola e 2 tocos. Nada espetacular nos números, mas a presença dele em quadra fez toda diferença pro ritmo do Detroit.

    Vocês lembram que no jogo 5 o técnico J.B. Bickerstaff deixou o Duren no banco o quarto período inteiro E a prorrogação? O garoto estava muito passivo, sem aquela agressividade característica. Ontem foi completamente diferente — mais intenso, buscando o jogo, impondo presença no garrafão.

    Com 75-68 no placar quando ele se machucou, os Pistons tinham tudo pra fechar a série. E aí, acham que o Duren aguenta o tranco se a série for pro jogo 7? Porque se ele não conseguir jogar 100%, vai ser muito difícil parar o ataque dos Cavaliers no garrafão.

  • Cavs têm botão secreto pro Jogo 6 – mas quando vão apertar?

    Cavs têm botão secreto pro Jogo 6 – mas quando vão apertar?

    Os Cleveland Cavaliers chegaram num ponto da série contra o Detroit Pistons onde todas as cartas já estão na mesa. Dificilmente algum dos times vai fazer algo muito surpreendente no Jogo 6. Vai ser mais do mesmo, com pequenos ajustes e execução variada.

    Mas tem um truque que os Cavs ainda guardam na manga: quando e onde escolher fazer a marcação dupla no Cade Cunningham.

    O fardo de Cade

    Olha, o Cunningham talvez carregue a maior responsabilidade individual de toda a liga. O sucesso ofensivo do Detroit depende quase que inteiramente dos ombros dele. Por isso a utilização dele tá nas alturas – Cade tenta mais arremessos por jogo nos playoffs (21.6) que qualquer outro cara.

    Isso pode dar muito certo. Cunningham foi um monstro na maior parte do Jogo 5, fazendo 39 pontos e quase colocando o time dele numa vantagem de 3-2. Mas algo mudou nos minutos finais, e o peso de tudo que o Cade tinha carregado até ali finalmente cobrou o preço.

    Os Cavs começaram a mandar dois na bola. Cunningham via múltiplos defensores na frente dele, com pressão assim que cruzava o meio da quadra. Isso forçou o garoto a se desfazer da bola e trabalhar mais pra ficar livre. É muito pra pedir de alguém que jogou 48 minutos no Jogo 5.

    A armadilha perfeita

    E os resultados falam por si só. Cunningham patinou contra a marcação dupla. Fez apenas 2 pontos nos últimos 10 minutos da partida regular e prorrogação, acertando 1 de 4 arremessos e perdendo bola num momento crucial do jogo.

    Max Strus, que já tinha roubado o passe de reposição do Cunningham no quarto período do Jogo 3, aproveitou mais uma vez o cansaço do cara e arrancou a bola dele na prorrogação do Jogo 5. Quando você tá cansado, comete erros. Os Cavs esperaram o momento perfeito pra aumentar a pressão no Cunningham.

    A pergunta que fica é: eles conseguem a mesma sorte hoje à noite?

    “É uma questão de feeling”, disse Kenny Atkinson. “Você faz depois de um pedido de tempo? Você faz pra tirar eles do ritmo, então faz na primeira jogada? Pra terminar o jogo? Obviamente, você tem que saber quando fazer, ou quando não fazer.”

    Risco calculado

    Marcar duplo um jogador como Cunningham vem com riscos. Você tá entregando de bandeja uma vantagem numérica pro ataque do Pistons ao colocar dois na bola. Pode se queimar rapidinho se os coadjuvantes do Detroit converterem nessas situações.

    Por isso é importante usar essa estratégia na hora certa. Faz muito cedo, e você corre o risco de deixar os Pistons pegarem ritmo. Faz muito tarde, e bem… é tarde demais. Variar a cobertura e manter Cunningham sempre alerta é tudo que dá pra fazer.

    “Ele é um grande jogador, não podemos dar só uma marcação pra ele”, disse Atkinson. “Então vamos continuar variando, e houve jogos nessa série onde não fizemos marcação dupla, então é questão de feeling mesmo.”

    Os Cavs têm a chance de eliminar os Pistons de 60 vitórias e avançar pras Finais da Conferência Leste pela primeira vez desde 2018. Pra isso, vão ter que ativar sua melhor estratégia defensiva no momento certo e dar o golpe de misericórdia.

    E aí, vocês acham que Cleveland consegue apertar esse botão secreto na hora exata?

  • Duren merece contrato máximo? Pistons têm decisão difícil pela frente

    Duren merece contrato máximo? Pistons têm decisão difícil pela frente

    Cara, que dilema dos infernos o Detroit Pistons tem pela frente com o Jalen Duren. O cara fez uma temporada regular monstro — 19,5 pontos por jogo com 65% de aproveitamento e 10,5 rebotes, jogando uma defesa de outro mundo. Quase entrou no All-NBA. Aí você pensa: “pô, esse moleque merece o máximo mesmo”.

    Só que aí chegaram os playoffs e… bom, a coisa desandou.

    A montanha-russa de Duren

    Olha, eu acompanho NBA há anos e já vi essa história antes. Jogador brilha na temporada regular, chega a pós-temporada e simplesmente não consegue manter o nível. Com Duren foi exatamente isso: despencou para 10,1 pontos e 8,3 rebotes por jogo justamente quando o time mais precisava dele.

    O mais doloroso? O técnico J.B. Bickerstaff chegou ao ponto de colocar Paul Reed no lugar dele durante o quarto período e prorrogação de um Jogo 5 decisivo. Imagina a humilhação, cara.

    E o problema não é só produção. Duren não arremessa de fora, o que deixa o ataque do Pistons completamente entupido. Orlando e Cleveland simplesmente mandaram dois, três caras em cima do Cade Cunningham e falaram: “os outros que se virem”.

    O dilema financeiro

    Agora vem a pergunta que não quer calar: ele ainda merece um contrato máximo de 5 anos e pelo menos US$ 239 milhões? Na minha opinião, baseado só nos playoffs, não. Mas a realidade é outra.

    Como um executivo disse pro Brian Windhorst da ESPN: “Ele não é um jogador de contrato máximo, mas eles provavelmente vão ter que dar o máximo pra ele”. Por quê? Porque Chicago, Brooklyn e até os Lakers podem aparecer com uma proposta irrecusável, e Detroit vai ter que igualar.

    E olha só que encrenca: os Pistons também precisam renovar com Ausar Thompson, outro defensor elite mas que também não arremessa nada de fora. Se os dois ganharem contratos gordos (Thompson deve levar algo parecido com os US$ 25 milhões por ano que Dyson Daniels ganhou), acabou a flexibilidade para buscar mais arremessadores.

    As novas regras complicam tudo

    Sinceramente, acho que a nova CBA tá matando a construção de elencos. Com essas regras de tax apron, você simplesmente NÃO PODE errar um contrato máximo, senão vira uma âncora que afunda o time.

    Duren mostrou na temporada regular que pode ser um cara especial — defesa de elite, eficiência absurda no ataque, presença no garrafão. Mas e se essa temporada foi só um flash? E se ele não consegue se desenvolver ofensivamente?

    Vocês acham que vale o risco? Porque eu tô dividido. O potencial tá lá, mas os playoffs mostraram algumas limitações sérias. E no final das contas, é nos playoffs que os times são julgados.

    Detroit tem uma decisão difícil pela frente. Dar o máximo é apostar que Duren vai evoluir e que aquela temporada regular não foi sorte. Não dar é correr o risco de perder um talento que pode se tornar uma estrela em outro lugar.

    Que dilemão, hein?

  • Warriors perdem dois assistentes importantes: mudança no banco?

    Warriors perdem dois assistentes importantes: mudança no banco?

    Olha, eu confesso que não vi essa vindo. Os Warriors conseguiram segurar o Steve Kerr com um novo contrato, mas vão perder dois caras importantes da comissão técnica: Terry Stotts e Jerry Stackhouse.

    Segundo o Anthony Slater da ESPN, os dois assistentes não vão renovar seus contratos e já estão de saída da baía.

    Terry Stotts quer voltar a ser técnico principal

    O Stotts tá procurando uma nova oportunidade como técnico principal, e sinceramente? Faz todo sentido. O cara tem mais de 30 anos de experiência no basquete profissional e o período mais marcante da carreira dele foi em Portland (2012-2021), quando levou os Blazers aos playoffs consecutivamente e ainda fez aquela campanha monstro até a final do Oeste em 2019.

    Essa já era a segunda passagem dele pelos Warriors – a primeira foi lá em 2004-05. “Eu aproveitei meu tempo com o Steve, a comissão e os jogadores”, disse Stotts pra ESPN. “Meus dois anos lá foram gratificantes. Só tenho boas energias pra desejar.”

    Stackhouse também quer comandar um time

    Já o Jerry Stackhouse chegou junto com o Stotts em 2024, vindo direto do basquete universitário onde comandou Vanderbilt por seis temporadas. O cara até ganhou o prêmio de Técnico do Ano da SEC em 2023, mas foi demitido depois de uma temporada meio apagada.

    Agora ele também tá atrás de uma vaga como técnico principal na NBA. E olha, considerando o currículo tanto como jogador quanto como técnico universitário, não duvido que alguém dê uma chance pra ele.

    A situação fica ainda mais complicada porque os Warriors já perderam Chris DeMarco em janeiro – ele saiu pra ser técnico do New York Liberty. Ou seja, o Kerr vai ter que montar praticamente uma nova comissão técnica.

    Willie Green pode voltar pra casa?

    Uma possibilidade que tá circulando é a volta do Willie Green. Lembram dele? Começou a carreira de técnico justamente nos Warriors em 2016, passou pelo Phoenix Suns e comandou o New Orleans Pelicans de 2021 a 2025.

    Seria interessante ver o Green de volta, principalmente porque ele conhece a casa e já trabalhou com vários caras que ainda estão lá. Tem também aquela especulação sobre o André Iguodala entrar como assistente – imagina que loucura seria ter o Finals MVP de 2015 orientando os mais novos?

    Vocês acham que essas mudanças vão afetar o rendimento dos Warriors na próxima temporada? Porque uma coisa é certa: mexer na comissão técnica sempre gera um período de adaptação, por mais experiente que seja o técnico principal.

  • Draft 2026 já tem cara nova: AJ Dybantsa segue firme no topo

    Draft 2026 já tem cara nova: AJ Dybantsa segue firme no topo

    Olha, o Combine da NBA sempre mexe com a cabeça dos scouts — e 2026 não foi diferente. Depois de uma semana intensa em Chicago, alguns nomes subiram na minha lista pessoal e outros… bom, vamos dizer que deram uma escorregada.

    AJ Dybantsa continua sendo o consenso absoluto para a primeira escolha. O moleque de 19 anos, com 2,06m, simplesmente não dá brecha pra discussão. Jogando em BYU, ele mostrou que tem tudo pra ser aquela estrela que muda franquia — coisa rara de ver.

    O top 4 tá definido (mas a ordem não)

    Por mais que todo mundo concorde nos quatro primeiros nomes, a ordem ainda é uma bagunça gostosa. Darryn Peterson (Kansas) pode muito bem roubar a segunda posição do Utah Jazz. O cara é um armador de 1,96m que joga como veterano — me lembra muito o Jason Tatum quando era calouro, sabe?

    Cameron Boozer em terceiro no Memphis faz todo sentido. Filho do Carlos Boozer, o garoto tem basquete no DNA e mostrou em Duke que sabe jogar o jogo moderno. Mas confesso que Caleb Wilson (North Carolina) no quarto lugar me surpreendeu um pouco. Um pivô de 2,08m que sabe se movimentar assim… é raro mesmo.

    E vocês viram como o Combine mudou algumas posições? Keaton Wagler subiu pra quinta posição no Clippers, e eu to achando que pode subir ainda mais. O moleque de Illinois tem aquele perfil ala moderno que todo técnico quer hoje em dia.

    A revolução dos armadores

    Uma coisa que me chamou atenção foi a quantidade de guards nas primeiras 15 escolhas. Darius Acuff Jr. (Arkansas), Mikel Brown Jr. (Louisville), Kingston Flemings (Houston)… cara, essa geração de armadores é diferenciada.

    Mikel Brown Jr. especialmente me impressiona — 20 anos, 1,96m, e aquela maturidade que você só vê em caras que passaram tempo suficiente no college. Às vezes vale mais a pena pegar o veterano do que apostar no talento bruto, não acham?

    O mais louco é que alguns desses caras podem até voltar pra faculdade por causa do NIL (aqueles contratos de patrocínio no college). Imagina você sendo projetado pro final da primeira rodada e tendo a chance de fazer uma grana boa ficando mais um ano na universidade…

    As surpresas que ninguém esperava

    Aday Mara no Warriors me pegou de surpresa total. Um espanhol de 2,21m no Golden State? Steve Kerr deve estar planejando algo muito diferente. Lembram quando pegaram o Wiseman? Será que aprenderam a lição?

    E o Oklahoma City com duas escolhas no top 15? Sam Presti continua colecionando picks como se fosse Pokémon. Yaxel Lendeborg e Chric Cenac Jr. podem muito bem virar peças importantes naquele time que já tá armado pra dominar por anos.

    Uma coisa é certa: esse draft de 2026 tem cara de ser especial. A profundidade é absurda e tem talento pra todo lado. Agora é esperar pra ver quem vai acertar nas escolhas e quem vai se arrepender depois…

    O que vocês acham? AJ Dybantsa realmente merece ser consenso no topo ou tem alguém que pode roubar a primeira posição até junho?

  • Harper vira craque nos playoffs e mudaria tudo no redraft de 2025

    Harper vira craque nos playoffs e mudaria tudo no redraft de 2025

    Cara, vocês tão acompanhando os playoffs? Dylan Harper tá simplesmente monstruoso pelo San Antonio. O garoto que foi segunda escolha no draft de 2025 virou peça-chave nos Spurs e tá fazendo todo mundo repensar como aquele draft deveria ter sido.

    Olha só que absurdo: Harper se tornou o primeiro rookie dos Spurs a fazer múltiplos double-doubles nos playoffs desde Tim Duncan em 1998. Tim Duncan, gente! Ontem mesmo ele cravou 12 pontos e 10 assistências na vitória por 126-97 contra Minnesota no jogo 5. Os Spurs estão a uma vitória das finais de conferência.

    O trio que tá assombrando o Oeste

    Na minha visão, San Antonio acertou em cheio ao priorizar talento puro em vez de encaixe no elenco. Mesmo já tendo Stephon Castle (ex-calouro do ano) e De’Aaron Fox, eles pegaram Harper sem piscar. E tá dando super certo.

    A base formada por Victor Wembanyama, Harper e Castle tá simplesmente absurda. Três caras jovens que vão ser pedra fundamental da franquia por anos. Sinceramente, não esperava que Harper se adaptasse tão rápido ao nível dos playoffs – mas o moleque joga como se tivesse 10 anos de NBA.

    E não é só Harper brilhando não. Cooper Flagg levou o prêmio de calouro do ano em Dallas, VJ Edgecombe também tá voando… Essa classe de 2025 tá mostrando que veio pra ficar mesmo.

    E se fosse hoje?

    Com Harper jogando desse jeito, fica até difícil imaginar alguém tirando ele da segunda posição num redraft. Flagg continuaria sendo número 1 disparado – o cara tá no caminho certo pra ser All-NBA logo logo. Mas Harper? Mano, ele já tá entrando nas conversas de segundo melhor jogador dos Spurs atrás só do Wemby.

    O mais louco é que até Utah acertou com Ace Bailey na quinta posição, mesmo com toda aquela confusão dele querendo forçar ida pra Washington. O garoto tentou blefar, Jazz não comprou e hoje tá todo mundo feliz.

    Vocês acham que Harper pode mesmo ultrapassar alguns veteranos e virar a segunda opção dos Spurs já na próxima temporada? Porque do jeito que ele tá jogando, não seria surpresa nenhuma…