Autor: Leandro Amorim

  • De’Aaron Fox se machuca e preocupa torcida do Spurs nos playoffs

    De’Aaron Fox se machuca e preocupa torcida do Spurs nos playoffs

    Cara, que susto! De’Aaron Fox saiu mancando de quadra no meio do segundo quarto do jogo contra os Timberwolves, e sinceramente? Deu aquele frio na barriga de quem torce pelo Spurs.

    O armador estava tendo uma noite perfeita — 13 pontos em 5 de 6 arremessos, pegando rebote, dando assistência, fazendo tudo certo. Aí do nada, numa jogada aparentemente simples onde ele saltou pra desviar uma bola solta pro companheiro, o cara pisou errado e pronto: tornozelo torcido.

    A lesão que ninguém esperava

    Foi bizarro de ver. Fox saltou, desviou a bola numa boa, mas na hora de aterrissar algo deu errado. Imediatamente você viu que ele não conseguia apoiar o pé direito no chão. O armador foi mancando até o banco, trocou umas palavras com o técnico Mitch Johnson e seguiu direto pro vestiário.

    E olha, eu que acompanho a NBA há anos, sei que esse tipo de lesão pode ser desde algo simples que resolve com gelo até algo mais sério. A cara de preocupação do Fox não ajudou nada a tranquilizar a torcida.

    Dylan Harper entra na pressão

    A sorte é que o Spurs tem um banco forte na posição de armador. Dylan Harper, que está tendo uma temporada de estreia monstruosa nos playoffs, entrou no lugar do Fox sem pestanejar. O rookie tem mostrado que não treme diante da pressão — e vai precisar disso agora.

    Na minha opinião, Harper tem tudo pra segurar a bronca se o Fox não voltar. Mas convenhamos: perder seu principal armador numa semifinal de conferência, com o time liderando por 3-2… não é o cenário ideal, né?

    O time de San Antonio fechou o primeiro tempo ganhando de 74-61, então pelo menos a vantagem estava construída. Mas e aí, pessoal — vocês acham que o Fox volta pro próximo jogo ou os Spurs vão ter que contar só com a profundidade do elenco pra fechar a série?

  • Cade Cunningham arranca gritos de MVP em Cleveland!

    Cade Cunningham arranca gritos de MVP em Cleveland!

    Cara, o que o Cade Cunningham fez ontem à noite em Cleveland foi simplesmente absurdo. O garoto chegou lá, em território hostil, com a temporada do Detroit Pistons na corda bamba e simplesmente resolveu jogar basquete de outro planeta.

    Olha só a situação: os Pistons vinham de uma derrota em casa no Jogo 5, praticamente com o pé na cova. Precisavam vencer fora de casa ou a temporada acabava ali mesmo. E o Cade? Simplesmente entrou em quadra como se fosse jogar no quintal de casa.

    Uma atuação de gente grande

    Em 42 minutos de jogo, o cara cravou 21 pontos, distribuiu 8 assistências e ainda pegou 2 rebotes. Mas o que mais me impressionou foi a frieza dele nos arremessos de três pontos — 5 de 10! Em um jogo decisivo, longe de casa, com a torcida contra. Isso é mentalidade de monstro.

    E a galera de Cleveland, que teoricamente deveria estar torcendo contra, começou a gritar “MVP! MVP!” pro garoto. Sinceramente, eu não esperava essa reação da torcida adversária, mas mostra o respeito que o Cade conquistou na liga.

    Time inteiro jogando junto

    O legal foi ver que não foi só o Cunningham carregando o piano. Seis jogadores fizeram duplo dígito! Paul Reed saiu do banco voando e cravou 17 pontos — esse cara tá sendo fundamental nos playoffs. Jalen Duren fez um double-double maneiro com 15 pontos e 11 rebotes, mostrando que a dupla de garrafão dos Pistons tá funcionando.

    Daniss Jenkins também contribuiu com 15 pontos, Duncan Robinson acertou suas bolas de três como sempre, e o Ausar Thompson… cara, que jogador completo! 10 pontos, 9 rebotes, 4 assistências e 4 roubos de bola. É ou não é um sexto homem de luxo?

    No primeiro tempo, o jogo tava parelho — Detroit ganhando só por 54-51. Mas no segundo tempo os Pistons simplesmente atropelaram: 61 a 43 nos últimos 24 minutos. Cleveland não teve resposta.

    Jogo 7 em casa — agora é tudo ou nada

    Agora vem o que todo mundo quer ver: Jogo 7 em Detroit! Os Pistons estão 4-0 em jogos de eliminação nestes playoffs (que número louco, né?), então a confiança tá lá em cima.

    Do outro lado, tem os Cavaliers querendo não desperdiçar a vantagem de casa que tiveram a série toda. Vai ser um jogaço! Quem ganhar pega o Knicks na final do Leste — imaginem só a loucura que vai ser.

    E aí, vocês acham que o Cade consegue repetir essa atuação em casa e levar os Pistons pra final? Eu tô começando a acreditar que esse menino pode chegar longe mesmo.

  • Turner entrega o circo dos Bucks: ‘Giannis chegava na hora que queria’

    Turner entrega o circo dos Bucks: ‘Giannis chegava na hora que queria’

    Cara, quando você acha que já viu de tudo na NBA, aparece uma história dessas pra te lembrar que o basquete às vezes é mais drama que esporte mesmo. Myles Turner simplesmente resolveu contar os podres do Milwaukee Bucks no podcast dele, e sinceramente? Eu não sei se rio ou choro com o que rolou lá na temporada passada.

    No episódio do “Game Recognize Game”, Turner abriu o jogo sobre como era a dinâmica do time sob o comando do Doc Rivers. E olha, segundo ele, era uma bagunça monstra. “Os caras chegavam atrasados o tempo todo. Apareciam pra assistir filme quando queriam. Faltavam nas reuniões. Foi uma das coisas mais loucas que já vivi pessoalmente”, desabafou o pivô.

    O voo que nunca saía no horário

    A parte mais bizarra? Os voos da equipe. Turner contou que se o avião estava marcado pra decolar às 14h, eles só saíam lá pelas 16h30. “Caras chegavam HORAS atrasados no avião. Chegou num ponto que eu já sabia que não precisava aparecer até uma hora depois do horário marcado para a decolagem. Era loucura”, revelou.

    E quando a Breanna Stewart perguntou quem era o pior, Turner não teve papas na língua: “Giannis”.

    Gente, imagina só. O cara que deveria ser o líder do time sendo o primeiro a chegar na hora que bem entende? “Giannis vai aparecer quando ele quiser, sabe? Acho que isso meio que vem com o território dele. Uma vez que eu vi o que estava rolando, pensei… mais poder pra você. Eles não vão te multar mesmo. Faça o que quiser”.

    Doc Rivers e a política do ‘deixa pra lá’

    Aqui que a coisa fica mais séria. Turner explicou que Rivers tinha uma política de não multar ninguém. NINGUÉM. Em plena NBA, onde disciplina é tudo, o técnico simplesmente decidiu que não ia cobrar multas dos jogadores. E o resultado? Um time completamente sem estrutura.

    “Qualquer outro time que eu joguei, os caras eram multados. Tinha ordem e entendimento. Atrasou pro voo? Multa. Atrasou pro tratamento? Multa. Atrasou pra ver filme? Multa. Mas eu pessoalmente nunca tinha vivenciado isso na minha carreira”, desabafou Turner.

    Na minha visão, isso explica MUITA coisa sobre aquela temporada desastrosa dos Bucks. Terminaram com 32-50, ficaram fora dos playoffs, e Rivers foi mandado embora. Agora contrataram o Taylor Jenkins e torcem pra conseguir organizar essa casa.

    E vocês, o que acham? Dá pra ganhar alguma coisa com essa falta de disciplina toda? Porque eu tô aqui pensando como um time com o Giannis conseguiu essa façanha de ser tão ruim assim. Será que o problema era só o Rivers ou tem mais coisa por trás?

    Uma coisa é certa: com o Giannis podendo sair do time e essa bomba do Turner explodindo agora, os Bucks vão ter que fazer uma limpa geral se quiserem voltar a ser relevantes no Leste.

  • JJ Redick foi direto: Lakers não tem elenco pra título

    JJ Redick foi direto: Lakers não tem elenco pra título

    Olha, eu sempre respeitei a sinceridade do JJ Redick como técnico, mas dessa vez ele foi cirúrgico na análise. Nas entrevistas pós-eliminação, o cara basicamente falou o que todo mundo já sabia mas ninguém queria admitir: os Lakers não têm profundidade de elenco pra brigar por título.

    E não é só papo furado não. Nos playoffs contra o Thunder, Redick teve que jogar praticamente com 7 caras apenas. Sete! Adou Thiero e Jarred Vanderbilt entraram só 3 minutinhos cada um no Jogo 4. Enquanto isso, Oklahoma City rodava o elenco tranquilamente, e San Antonio também tem uns 9 jogadores que conseguem atuar mais de 10 minutos por jogo.

    “Não vejo profundidade apenas como uma questão de rotação”, disse Redick. “Você pode jogar com 8, 9 ou até 11, 12 jogadores, mas precisa ter profundidade, e essa profundidade geralmente vem das posições 10-15 do elenco.”

    A realidade nua e crua

    O mais impressionante foi a franqueza do técnico sobre o atual momento da franquia. Sinceramente, não esperava que ele fosse tão direto assim: “Estamos tentando ganhar um campeonato e vocês têm que ser realistas sobre onde estamos. Não somos bons o suficiente agora.”

    Cara, isso é de doer. Mas é a verdade.

    Thunder e Spurs têm pelo menos 13 jogadores de alto nível na rotação, segundo Redick. É um luxo que poucos times têm na NBA, e é exatamente por isso que esses times ainda estão vivos nos playoffs enquanto LA já tá de férias.

    Mesmo com a ausência do Luka (que fez falta, óbvio), não daria pra reverter aquela varrida. O problema é estrutural mesmo.

    E agora, como resolver isso?

    A questão que fica é: como manter o que funcionou numa temporada de 50 vitórias e ainda assim fazer as mudanças necessárias pra dar o salto? É um equilíbrio delicado.

    Redick deixou claro que acredita em continuidade, mas com ressalvas. Provavelmente vão tentar manter o Austin Reaves (que é prioridade) e talvez o Marcus Smart, mas esse não é um elenco pra simplesmente repetir a fórmula.

    “Haverá provavelmente alguma continuidade. Provavelmente não haverá também”, foi a resposta meio enigmática do técnico. Traduzindo: mexidas vêm por aí.

    E vocês, o que acham? Os Lakers conseguem montar um elenco competitivo o suficiente pra incomodar esses jovens times do Oeste? Porque do jeito que tá, Thunder e Spurs vão dominar essa conferência por um bom tempo.

    Uma coisa é certa: Rob Pelinka tem trabalho pela frente nessa offseason. Se não trouxer peças que realmente agreguem à rotação, ano que vem pode ser mais do mesmo – ou pior.

  • Dunleavy é genial ou está no mundo da lua sobre o elenco dos Warriors?

    Dunleavy é genial ou está no mundo da lua sobre o elenco dos Warriors?

    Cara, eu ainda não consigo acreditar no que o Mike Dunleavy falou sobre a temporada dos Warriors. O GM dos guerreiros de San Francisco saiu com uma análise que me deixou aqui pensando: o cara é um estrategista genial ou está completamente desconectado da realidade?

    Depois de uma temporada 37-45 que nem perto dos playoffs chegou, Dunleavy teve a coragem de dizer que o problema não foi o elenco. Segundo ele, foram as lesões e os turnovers que estragaram tudo. Sério mesmo? Olha, eu respeito o cara, mas isso aí me soou meio delirante.

    Warriors vs realidade dos playoffs

    Vamos ser honestos aqui — quem acompanhou os playoffs este ano viu times como Spurs, Knicks e o campeão Thunder jogando em outro nível. E não é só questão de sistema ou química não. É talento bruto, atletismo, envergadura. Coisas que o elenco envelhecido dos Warriors, por mais que o Curry ainda seja um monstro, simplesmente não tem.

    O mais bizarro é que Dunleavy citou os turnovers sete vezes em 21 minutos de entrevista. Sete! Como se resolver isso fosse magicamente transformar os Warriors em candidatos ao título. Claro que turnover prejudica — deve ter custado uns 6-8 jogos pra eles na temporada. Mas cara, o Portland teve mais turnovers que Golden State e ainda assim terminou com 42-40, cinco vitórias a mais.

    Sabe qual é a diferença? Tamanho e atletismo. Duas coisas que os Warriors estão desesperadamente precisando.

    A esperança está na estratégia ou na ilusão?

    Agora vem a parte interessante. Será que Dunleavy realmente acredita nisso ou está jogando um jogo de poker com a imprensa? Porque sinceramente, como fã de basquete, eu prefiro acreditar que ele tá sendo esperto e não quer entregar os planos da franquia.

    Pense bem: você vai chegar na coletiva e falar “nossa, o elenco tá uma droga, precisamos trocar metade do time”? Óbvio que não. Isso desvalorizaria os jogadores na hora de negociar trocas.

    Mas mano, quando ele fala que Jimmy Butler III e Moses Moody vão fazer falta como as peças mais atléticas do time… aí você percebe o tamanho do buraco que os Warriors estão. Se esses são os caras mais atléticos do seu elenco, você já sabe que tá com problema.

    O draft e o futuro incerto

    Os Warriors têm a 11ª escolha do draft chegando em junho, além da 54ª. Dunleavy apostou fichas na “melhoria interna” do elenco atual, mas eu acho que ele sabe que isso não vai ser suficiente.

    A real é que Golden State precisa de uma troca grande. Precisa de uma estrela jovem que possa fazer impacto imediato ao lado do Curry. E isso todo mundo sabe — inclusive o próprio Dunleavy, mesmo que ele não tenha falado isso explicitamente.

    O que vocês acham? Dunleavy tá sendo um gênio disfarçado ou realmente acredita que alguns ajustes menores vão resolver? Porque olhando os playoffs deste ano, a diferença entre os Warriors e os times que estão brigando por título é gritante.

    Vamos ver o que rola nessa offseason. Se vier só ajuste aqui e ali, aí a gente vai saber que o cara tava delirando mesmo. Mas se pintar uma troca grande ou uma contratação espetacular, talvez ele seja mais esperto do que imaginamos.

  • Dois ex-Mountain West tentam vaga na NBA: um brilhou, outro…

    Dois ex-Mountain West tentam vaga na NBA: um brilhou, outro…

    Olha só, o Draft de 2026 tá chegando (menos de seis semanas!) e dois caras que jogaram na Mountain West Conference tentaram mostrar serviço no G-League combine em Chicago. A pergunta que fica é: será que conseguiram chamar atenção dos scouts?

    Vou ser sincero com vocês — quando vejo esses combines, sempre fico curioso pra saber quem vai conseguir pular da obscuridade pra uma chance real na NBA. E olhando esses dois, MJ Collins da Utah State e Jaden Henley da Grand Canyon, dá pra ver perfis bem diferentes.

    MJ Collins: números impressionantes, jogo nem tanto

    O Collins é um cara que sabe testar bem, isso eu tenho que dar o braço a torcer. O armador teve o quarto melhor salto vertical parado (82 cm!), terceiro melhor salto máximo (praticamente 1 metro) e nono melhor tempo no shuttle drill entre os 44 participantes. Isso é coisa de monstro atlético.

    Nos treinos de arremesso, o maluco acertou 24 dos 30 mid-range pull-ups. Vinte e quatro de trinta! Na moral, isso é porcentagem de quem sabe onde fica a cesta. No drill dos três pontos teve uns números confusos (26 de 25 — claramente erro de digitação), mas pelo visto mandou bem.

    O problema? Nos jogos foi uma decepção. Apenas 5 pontos em chutes livres, errou os três arremessos de quadra que tentou. E isso que importa no final das contas, né? Jogar basquete de verdade, não só testar bem.

    Jaden Henley: o oposto completo

    Já o Henley foi exatamente o contrário — não impressionou nos testes, mas quando botaram uma bola na mão dele… aí sim a coisa mudou de figura.

    Quinze pontos em 20 minutos, liderando o time dele, pegando 8 rebotes. O cara foi uma máquina de destruição lá dentro, jogando com aquela intensidade que a gente ama ver. Problema? Continua errando muito do perímetro.

    Na faculdade, o maluco arremessou apenas 30,7% dos três pontos em quatro temporadas. Na Grand Canyon então, foi ainda pior: 26,8%. No combine não melhorou — só acertou 9 tiros no star drill, um dos piores números entre todos os participantes.

    Sinceramente? Henley tem aquele perfil de jogador que pode dar certo como role player defensivo, mas precisa URGENTEMENTE desenvolver o arremesso. Sem isso, vai ficar sempre naquela de “quase”.

    E aí, pessoal — vocês acham que algum desses dois consegue pelo menos um contrato de two-way? Collins com os números físicos impressionantes ou Henley com a intensidade no jogo real?

    Na minha visão, os dois provavelmente vão ficar como agentes livres não draftados, mas Henley tem mais chance de conseguir uma oportunidade justamente por mostrar que sabe jogar quando importa. Números de teste são bonitos, mas basquete se joga é na quadra mesmo.

  • OG Anunoby volta treinar forte e Knicks podem ter reforço na final

    OG Anunoby volta treinar forte e Knicks podem ter reforço na final

    Olha, eu não sei vocês, mas eu tava com um friozinho na barriga pensando no OG Anunoby. O cara se machucou no jogo 2 contra os Sixers e ficou de fora dos últimos jogos da série. Mas as notícias de sexta-feira foram simplesmente perfeitas: o canadense participou do treino completo dos Knicks!

    “Ele treinou hoje totalmente”, disse o técnico Mike Brown. “Tudo que fizemos hoje, ele fez.” Cara, isso é música pros ouvidos de qualquer torcedor dos Knicks. Depois de ficar preocupado com essa lesão no posterior da coxa, ver o OG de volta é um alívio absurdo.

    Volta no momento perfeito

    A timing não podia ser melhor. Os Knicks acabaram de varrer os 76ers e agora vão encarar a final da Conferência Leste. Se você me perguntasse há uma semana se eles conseguiriam chegar até aqui sem o Anunoby nos últimos jogos, eu diria que seria complicado. Mas o time mostrou que tem sangue no olho.

    O que me deixa mais animado é que a lesão sempre foi considerada “menor” pelos médicos. Ian Begley, que manja muito dos bastidores dos Knicks, já tinha falado que era questão de dias mesmo. E sinceramente? Foi inteligente não forçar o cara no jogo 4 contra Philly. Pra quê arriscar quando você já tava 3-0 na série?

    E agora, vai jogar?

    Ah, essa é a pergunta que não quer calar. Mike Brown foi esperto e não se comprometeu: “Vou esperar o departamento médico me dizer a cada dia o que ele pode fazer”. Típico de técnico experiente, né? Mas entre nós, treinar completo é um baita sinal positivo.

    O mais legal é que os Knicks podem ter alguns dias a mais de descanso. Se os Pistons conseguirem vencer hoje e forçar o jogo 7 contra Cleveland, a final do Leste só começaria na terça. Mais tempo de recuperação pro OG e pro resto do elenco.

    E aí, vocês acham que ele joga já no primeiro jogo da final? Na minha opinião, se treinou completo é porque tá praticamente 100%. E olha, os Knicks vão precisar de toda a defesa possível na final – seja contra Detroit ou Cleveland. O OG é peça fundamental nesse sistema defensivo monstro que eles montaram.

  • OG Anunoby volta aos treinos completos e Knicks sonham com título

    OG Anunoby volta aos treinos completos e Knicks sonham com título

    Gente, finalmente uma notícia boa pros torcedores dos Knicks! OG Anunoby treinou pela primeira vez sem limitações desde que machucou a coxa direita, e cara… isso pode mudar TUDO nas finais da Conferência Leste.

    O cara estava fora desde o final do Jogo 2 contra os Sixers — que os Knicks varreram, diga-se de passagem. Uma lesão dessas sempre dá aquele frio na barriga, né? Ainda mais quando o jogador estava voando nos playoffs.

    Os números que impressionam

    E olha só que absurdo: Anunoby está fazendo 21.4 pontos por jogo nestes playoffs com 61.9% nos arremessos de quadra. Mais de 60%! E das três? 53.8%. Sinceramente, números de videogame.

    Na quarta-feira ele até participou de algumas partes do treino, mas ficou fora quando a coisa esquentou. Agora o técnico Mike Brown confirmou que ele fez TUDO com o time na sexta. Isso é música pros ouvidos de qualquer torcedor dos Knicks.

    Timing perfeito

    A sorte (se é que podemos chamar assim) é que os Knicks têm tempo. Detroit e Cleveland vão pro Jogo 7 no domingo, então Nova York só joga na terça. Tempo suficiente pra OG estar 100%?

    Eu acredito que sim. Lesão de posterior é chata, mas quando o cara já está treinando completo, geralmente é sinal verde. E convenhamos — os Knicks PRECISAM dele pra sonhar com algo grande.

    Vocês acham que ele aguenta a pressão das finais da Conferência após essa parada? Eu tô otimista. O cara estava numa pegada sensacional antes da lesão, e esses dias de descanso podem até ter feito bem.

  • Lakers gastando pesado: nova estrutura com laboratórios médicos

    Lakers gastando pesado: nova estrutura com laboratórios médicos

    Galera, o Mark Walter não veio pra brincadeira mesmo. O novo dono majoritário dos Lakers tá revolucionando tudo em Los Angeles, e agora anunciaram uma renovação completa do centro de treinamento que vai deixar qualquer um de queixo caído.

    Olha só que loucura: eles vão construir laboratórios de biomecânica, laboratórios de movimento e até uma área completa de recuperação. Rob Pelinka, presidente de operações de basquete, falou que isso vai custar uma fortuna — e vocês sabem que quando o cara fala que é “super caro”, é porque realmente é absurdo o investimento.

    A mudança que abriu espaço

    O que tornou tudo isso possível foi a mudança do South Bay Lakers (time da G League) para Coachella Valley. Eles vão ter um estádio próprio de 10 mil lugares — coisa de outro mundo pra uma G League. Mas o lado bom é que liberou um espaço gigante no centro de treinamento em El Segundo.

    “Estamos trabalhando em colaboração com pessoal dos Dodgers”, disse o Pelinka. E é aí que a coisa fica interessante mesmo. Walter tá copiando exatamente a fórmula que deu certo no baseball: gastar onde ninguém vê, nas margens, na infraestrutura.

    Copiando a receita dos Dodgers

    Sinceramente, eu acho genial essa estratégia. Os Dodgers são considerados uma das franquias mais bem administradas do baseball justamente por isso — eles investem pesado em tudo que pode dar vantagem competitiva. Claro que na NBA tem salary cap, então não dá pra simplesmente comprar todos os craques como no baseball, mas essa parte da infraestrutura faz toda diferença.

    A obra vai rolar durante toda a offseason e deve ficar pronta lá pra Summer League em Vegas. Ou seja, quando a temporada 26-27 começar, os caras vão ter um centro de treinamento de outro planeta.

    O único lado meio ruim é que o South Bay Lakers não vai mais treinar no mesmo lugar que o time principal. Essa sinergia era legal, mas olha… se for pra ter laboratórios de biomecânica, eu acho que vale a pena o sacrifício.

    Vocês perceberam como mudou o clima desde que o Walter assumiu? Antes era sempre aquela economia, agora o cara tá investindo em tudo que é canto. É assim que se constrói uma dinastia — cuidando dos detalhes que o torcedor nem vê, mas que fazem toda diferença na quadra.

  • Ex-Gonzaga dominam nos playoffs: Chet rumo ao bi, Olynyk veterano esperto

    Ex-Gonzaga dominam nos playoffs: Chet rumo ao bi, Olynyk veterano esperto

    Cara, os caras de Gonzaga estão simplesmente mandando ver nos playoffs da NBA! Sete ex-Bulldogs garantiram vaga na pós-temporada, e olha, tem uma história absurda rolando por aí.

    Chet Holmgren: o monstro que quer o bi

    Vamos começar com o óbvio: Chet Holmgren tá jogando um basquete de outro planeta pelo Thunder. O cara já varreu Phoenix e Lakers (coitado do LeBron, nem liderou UM jogo sequer) e tá aí nas finais da Conferência Oeste com 8-0. Defendendo o título como um verdadeiro campeão.

    Os números? 18.6 pontos, 9.1 rebotes e 1.8 tocos por jogo nos playoffs. Melhor que na campanha do título do ano passado! E aquele jogo 2 contra os Lakers quando o Shai tomou faltas bobas? O Chet simplesmente assumiu o controle: 22 pontos, 9 rebotes, vitória por 18 de diferença. Monstro.

    Sinceramente, se o Thunder levar esse título de novo, o Chet vai fazer história. Seria o primeiro cara de Gonzaga a ganhar títulos consecutivos tendo papel REAL no time — não como aqueles benchwarners que ganharam anel só de enfeite.

    Kelly Olynyk: o veterano que sabe das coisas

    E tem o Kelly Olynyk, né? 13 anos de NBA, já rodou por 7 times, e agora tá no melhor elenco da carreira dele no Spurs. Ok, são só 3.2 pontos em menos de 10 minutos por jogo, mas cara… às vezes é isso que um time campeão precisa.

    O mais legal? O cara presenteou TODOS os companheiros com ternos personalizados para marcar a volta dos Spurs aos playoffs. Veterano esperto que entende de vestiário. E olha onde tá: Spurs com 62-20 na temporada regular e liderando os Wolves por 3-2.

    Se os Spurs passarem hoje à noite (jogo 6 em Minnesota), o Olynyk volta às finais de conferência pela segunda vez na carreira. A primeira foi naquela corrida épica do Heat em 2020, quando ele meteu 24 pontos numa final contra os Lakers. O cara sabe o valor desses momentos.

    E vocês, acham que o Chet consegue o bicampeonato? E os Spurs com Wembanyama fazendo coisas absurdas (27 pontos, 17 rebotes, 5 tocos no jogo 5) — dá pra sonhar com uma final Thunder x Spurs toda de ex-Gonzaga?

    Uma coisa é certa: nunca tantos caras de Gonzaga estiveram tão relevantes nos playoffs da NBA ao mesmo tempo. O pipeline tá funcionando mesmo.