Autor: Leandro Amorim

  • Draft 2026: O que rolou no Combine e onde pode ter trade no top 10

    Draft 2026: O que rolou no Combine e onde pode ter trade no top 10

    Cara, acabou o Combine da NBA 2026 em Chicago e as fofocas estão fervendo! Não é só sobre quem pulou mais alto ou quem arremessou melhor — é sobre os bastidores, as conversas de corredor, os GMs sussurrando estratégias. E olha, tem coisa interessante rolando.

    Top 4 praticamente definido (ou não?)

    Todo mundo já sabe que AJ Dybantsa, Darryn Peterson, Cameron Boozer e Caleb Wilson vão sair nas primeiras quatro picks. Washington, Utah, Memphis e Chicago vão escolher entre esses monstros. Mas a ordem? Aí já é outra história. E sinceramente, eu tô começando a ouvir uns rumores de que nem tudo tá tão certo quanto parecia.

    O negócio é que o draft mesmo começa depois desses quatro saírem. E é aí que a coisa fica interessante.

    Quatro armadores seguidos? Duvido muito

    No papel, faz sentido: Clippers (5), Nets (6), Kings (7) e Hawks (8) todos precisam de armador. E tem Darius Acuff, Kingston Flemings, Keaton Wagler e Mikel Brown disponíveis. Parece perfeito, né?

    Mas os scouts que eu conversei estão céticos. Quatro armadores seguidos? Meio forçado. O único time que NÃO precisa de armador no top 8 é justamente o Clippers — eles pegaram o Darius Garland no trade deadline. Irônico, não?

    E é justamente aí que pode rolar uma movimentação. Os Clippers podem querer trocar essa pick. Faz sentido: pra que pegar um armador se você já tem o Garland? Melhor transformar essa escolha em múltiplos assets, seja trocando pra baixo e ganhando outra pick, seja vendendo por picks futuras.

    Michigan subindo no conceito

    Se alguém vai quebrar essa sequência de armadores, pode ser o Aday Mara, de Michigan. O cara tem 2,13m, protege o garrafão como poucos, é mais móvel do que deveria ser pra esse tamanho e ainda passa a bola bem. Tipo um pivô europeu clássico, sabe?

    Brayden Burries (Arizona) também tá na conversa, assim como Nate Ament (Tennessee) — embora sobre o Ament ainda tem muito debate.

    Mas o Mara… cara, ele encaixa em qualquer time. Clippers e Kings especialmente poderiam usar um cara assim. A questão é: alguém vai ter coragem de pegar ele no 5 ou 7? Não sei, mas já não é mais loucura como era há algumas semanas.

    O que vocês acham? Rola mesmo um trade no top 10? E esse trio de Michigan pode mesmo furar a zona da loteria? A temporada ainda nem acabou direito e já tô ansioso pro draft!

  • Cotton vai defender a Austrália — e criar um problemão na seleção

    Cotton vai defender a Austrália — e criar um problemão na seleção

    Olha só que situação interessante rolando na Austrália. Bryce Cotton, aquele armador americano que virou uma lenda no basquete australiano, finalmente vai vestir a camisa verde e dourada da seleção nas eliminatórias da Copa do Mundo.

    O cara se naturalizou australiano no ano passado depois de anos jogando por lá profissionalmente. E sinceramente? Faz todo sentido. Cotton tem sido um monstro absoluto na NBL australiana, onde joga pelo Perth Wildcats e já ganhou praticamente tudo que tinha pra ganhar.

    “Não levo isso de forma leviana”

    A declaração do Cotton foi bem emocionante, não vou mentir: “Representar a seleção masculina de basquete da Austrália pela primeira vez é algo que não levo de forma leviana. Vindo de onde eu venho, essa oportunidade significa muito para mim e minha família. A Austrália me abraçou desde o primeiro dia”.

    Cara, você consegue sentir a gratidão nas palavras dele. É bonito de ver um jogador que realmente abraçou um país e agora tem a chance de retribuir.

    Mas aí que vem o pepino…

    Aqui é onde a coisa fica complicada — e interessante. Pelas regras da FIBA, cada país só pode ter UM jogador naturalizado no elenco em competições grandes. E advinha? A Austrália tem dois: Cotton e Matisse Thybulle.

    Sim, aquele mesmo Thybulle que já jogou na NBA pelo Philadelphia 76ers e Portland Trail Blazers. Dois americanos naturalizados, mas só uma vaga disponível para Copa do Mundo e futuras Olimpíadas.

    Na minha visão, essa é uma daquelas decisões que não tem resposta certa. Cotton é um scorer nato, um cara que pode resolver jogos sozinho — já vi ele fazendo isso várias vezes na NBL. Thybulle tem experiência NBA e é um defensor espetacular, desses que conseguem mudar o rumo de uma partida só com roubadas de bola.

    E aí, pessoal, quem vocês escolheriam? O veterano da NBA com defensive skills ou o fenômeno da NBL que sabe como ninguém colocar a bola na cesta? Vai ser uma decisão difícil para o técnico australiano, isso eu garanto.

    Uma coisa é certa: seja qual for a escolha, a Austrália vai ter um baita reforço naturalizado. Cotton já provou seu valor no basquete australiano, e agora terá a chance de mostrar isso também vestindo verde e dourada.

  • Turner detona Giannis: ‘chegava na hora que queria’

    Turner detona Giannis: ‘chegava na hora que queria’

    Cara, que bomba o Myles Turner soltou no podcast! O pivô dos Bucks simplesmente detonou o ambiente da equipe na temporada passada e não poupou nem mesmo o Giannis Antetokounmpo. Segundo Turner, o Greek Freak tinha um sério problema com pontualidade — chegava na hora que queria e ninguém fazia nada.

    “Giannis vai aparecer quando ele quiser, na real”, disse Turner no podcast Game Recognize Game. E não parou por aí. O cara revelou que quando viu que o astro grego podia fazer o que quisesse sem ser multado, ele pensou: “Beleza, manda ver então. Se não vão te multar mesmo, faz o que quiser”.

    Ambiente de terra de ninguém

    Olha, eu já desconfiava que tinha coisa errada naqueles Bucks, mas isso aqui é de doer. Turner pintou um cenário de completa falta de organização: jogadores chegando atrasados o tempo todo, faltando reuniões, aparecendo para assistir vídeos quando bem entendiam. “Foi uma das coisas mais loucas que já vivi na minha carreira”, desabafou.

    E o pior? Isso se estendia até para as viagens. Os caras chegavam uma hora atrasados para os voos! Uma hora! Imagina o piloto esperando esses caras porque são “estrelas”. Turner acabou se adaptando e também começou a chegar mais tarde, porque fazer o quê né?

    Doc Rivers perdeu o controle total

    Sinceramente, isso explica muito sobre o fracasso daquela temporada. 32 vitórias e 50 derrotas para um time com Giannis e Damian Lillard? Absurdo. Turner deixou claro que em todos os outros times que jogou, tinha multa, tinha ordem, tinha respeito. Nos Bucks do Doc Rivers? Terra de ninguém.

    “Em qualquer outro time que joguei, os caras eram multados. Havia uma sensação de ordem e entendimento”, comparou Turner. E agora com o Taylor Jenkins assumindo como novo técnico, a pergunta que fica é: será que ele vai conseguir colocar ordem na casa?

    Vocês acham que o Jenkins vai ter coragem de multar o Giannis se ele chegar atrasado? Porque pelo jeito, o problema não era só do Doc Rivers — era da cultura permissiva que se criou ali. Com os rumores de que o Giannis pode até ser trocado, essa bomba do Turner só confirma que tem muita coisa podre naquele vestiário.

  • LeBron sem opções? Lakers favoritos pra renovar com o Rei

    LeBron sem opções? Lakers favoritos pra renovar com o Rei

    Olha, vou ser sincero com vocês: parece que o LeBron James tá meio “encurralado” nessa agência livre. E não é por falta de qualidade — pelo amor de Deus, o cara ainda joga pra caramba aos 39 anos — mas sim porque o mercado da NBA tá complicado pra ele.

    A realidade é crua: quase ninguém tem grana nem espaço no salary cap pra bancar os 52 milhões que o Rei ganhou nessa temporada. E olha que ele merece cada centavo, tendo levado os Lakers pros playoffs e eliminado o Houston na primeira rodada.

    O mercado tá fechado pro Rei

    Um scout do Oeste foi direto ao ponto: “É difícil encaixar ele em qualquer lugar”. Cara, imagina a dor de cabeça que deve ser pra um GM tentar montar um time competitivo pagando meio salário do cap pra um jogador, mesmo sendo o LeBron.

    Times como Bulls e Nets até têm espaço no cap, mas convenhamos — eles não vão atrás do LeBron. Já os Warriors, que seria uma opção interessante (imaginem o LeBron com Curry!), simplesmente não têm flexibilidade financeira.

    E aí sobram os Knicks e Cavaliers, que tão fazendo campanhas incríveis nos playoffs mas teriam que fazer uma troca maluca pra conseguir pagar o que o LeBron vale. Meio complicado, né?

    Lakers em posição de força

    Na minha opinião, os Lakers tão numa situação privilegiada. Eles sabem que o LeBron não tem muitas opções, mas também sabem que não podem zoar com a lenda. Um executivo do Leste foi cirúrgico: “Eu pagaria pro LeBron o que ele quisesse, desde que fosse contrato de um ano, sem opção de jogador”.

    E faz sentido, cara. O LeBron ainda vende ingressos, mantém a TV local feliz e — vamos combinar — ainda joga como um top-25 da liga. Um estrategista disse que pelos números dele, se não fosse a idade, seria quase um jogador de contrato máximo.

    A pergunta que não quer calar: vocês acham que o LeBron toparia ganhar “só” 15 milhões (a exceção de nível médio) pra jogar em outro lugar? Eu duvido muito. O cara já provou tudo que tinha que provar, não precisa se rebaixar financeiramente agora.

    Sinceramente, acho que ele fica em Los Angeles mesmo. Vai completar 42 anos em dezembro, numa provável 24ª temporada — números absolutamente absurdos — e merece terminar a carreira onde se sente respeitado e bem pago. Os Lakers sabem disso e vão fazer o que for preciso pra manter o Rei em casa.

  • Kawhi melhor que Giannis? Executivo da NBA solta essa bomba

    Kawhi melhor que Giannis? Executivo da NBA solta essa bomba

    Olha, eu não esperava essa quando abri o notebook hoje de manhã. Enquanto todo mundo fica especulando sobre o futuro do Giannis Antetokounmpo, um executivo da NBA soltou uma que pegou geral de surpresa: preferiria trocar pelo Kawhi Leonard do que pelo Freak grego.

    “Todo dia você ouve sobre o que vai acontecer com o Giannis, mas todo mundo ignora que o Kawhi tem sido melhor e mais saudável nas últimas duas temporadas”, disparou o cara, que trabalha na Conferência Leste. “Se você tivesse a chance de adquirir um ou outro, eu talvez escolheria o Kawhi.”

    Os números não mentem (e impressionam)

    Sinceramente, olhando os números, dá pra entender o raciocínio do executivo. Leonard fechou a temporada passada com médias de 28 pontos em 51% de aproveitamento nos arremessos. Ah, e jogou 65 partidas — que pra quem acompanha a carreira dele, sabe que isso é quase um milagre.

    O problema é que a gente não consegue esquecer do histórico de lesões do cara, né? É tipo aquele amigo que sempre promete aparecer no churrasco mas sempre arruma uma desculpa na última hora. Leonard é um monstro quando tá em quadra, mas e quando não tá?

    Os Clippers tão numa sinuca de bico interessante. O contrato do Kawhi tem mais um ano a $50 milhões, e eles precisam decidir se renovam, trocam ou simplesmente deixam rolar. E vocês acham que eles vão arriscar?

    A situação tá complicada em LA

    Tem mais coisa rolando por lá. Os Clippers ainda tão sendo investigados pela NBA por possível violação do salary cap. Mas um GM do Oeste mandou a real: “Não tem como eles anularem o contrato dele mesmo se a liga achar eles culpados. Isso seria um presente, limpando os livros dos Clippers pra eles.”

    Faz sentido, né? Seria meio bizarro a NBA “punir” um time basicamente resolvendo seus problemas financeiros.

    Durante o draft combine, a maioria dos caras achava que os Clippers deveriam manter o Leonard pra temporada 2026-27. Agora, sobre renovar ou não, aí a coisa divide. Um scout do Oeste foi direto: “Eu deixaria rolar a temporada e não renovaria agora. Ele claramente quer ficar em Los Angeles, então não correria pra fechar negócio cedo.”

    E tem um detalhe que pode mudar tudo: os Clippers conseguiram a quinta escolha geral do draft de junho através daquela troca com o Indiana Pacers. Um executivo do Oeste disse que isso é “significativo” pra próxima jogada da franquia com o Leonard.

    Olha, na minha visão, se o Kawhi conseguir manter essa sequência de jogos e performance, ele realmente pode ser uma opção mais interessante que outros nomes badalados por aí. O cara quando quer, simplesmente resolve o jogo sozinho — lembram das finais de 2019?

    E aí, galera, vocês trocariam no Kawhi ou acham que o histórico de lesões é arriscado demais?

  • Giannis pode ser negociado pelos Bucks ainda nesta temporada

    Giannis pode ser negociado pelos Bucks ainda nesta temporada

    Galera, a bomba finalmente pode estourar. Depois de anos especulando, executivos da NBA estão cada vez mais convencidos de que o Milwaukee Bucks vai mesmo trocar o Giannis Antetokounmpo nesta offseason. E olha, sinceramente? Eu não sei se fico chocado ou se já esperava isso.

    A situação ficou tensa no draft combine em Chicago, onde insiders da liga pintaram os Bucks como uma franquia que simplesmente quer dar um restart. “Parece que eles estão cansados de todo esse circo”, disse um executivo da Conferência Leste. Cara, imagina a pressão que deve ser lidar com toda essa especulação ano após ano.

    O prazo está correndo

    Jimmy Haslam, co-proprietário dos Bucks, botou uma deadline no calendário: o draft da NBA, nos dias 23 e 24 de junho. É basicamente um ultimato — ou vendem o Giannis e começam uma reconstrução, ou mantêm ele e tentam melhorar o elenco ao redor. Problema é que se ele ficar até 1º de outubro, quando se torna elegível para uma extensão de 4 anos por módicos 275 milhões de dólares, a expectativa é que ele assine. E aí já era.

    Na minha visão, os Bucks estão entre a cruz e a caldeirinha. Várias campanhas decepcionantes nos playoffs, lesões no momento errado, e agora essa incerteza toda sobre o futuro do Greek Freak. Deve ser desgastante pra todo mundo envolvido.

    O mercado pode ser absurdo

    Se rolar mesmo a troca, a referência são aqueles mega-deals que mudaram a cara da liga: Kawhi Leonard indo pros Raptors em 2018 e Anthony Davis desembarcando nos Lakers em 2019. Os dois viraram campeões imediatamente. Coincidência? Eu acho que não.

    “Se alguém conseguir o Giannis, pode ganhar a offseason”, disparou outro executivo do Leste. E é verdade mesmo — o cara continua sendo top 5 da liga, está no auge, e jogadores desse calibre não ficam disponíveis toda hora. É tipo aquela oportunidade que aparece uma vez na vida.

    Agora tem uma variável nova no jogo: a reforma na loteria da NBA. O sistema “3-2-1” que deve ser aprovado esse mês vai dar chances mais iguais pra até 18 times conseguirem a primeira escolha. Isso pode fazer os executivos pensarem duas vezes antes de trocar picks futuros por causa das chances mais equilibradas.

    E vocês, acham que os Bucks vão mesmo se desfazer do cara que trouxe o primeiro título em quase 50 anos? Ou é só mais um teatro da offseason?

  • Dono dos 76ers libera grana pesada: vai tudo pro luxury tax

    Dono dos 76ers libera grana pesada: vai tudo pro luxury tax

    Josh Harris mandou o papo reto: o Philadelphia 76ers tem carta branca pra gastar pesado na próxima temporada. E quando digo pesado, é PESADO mesmo. O dono do time confirmou que a diretoria pode estourar o luxury tax sem dó nem piedade.

    “O front office tem luz verde total pra entrar no luxury tax”, disse Harris pros repórteres na quinta-feira. “Aliás, a gente já entrou e saiu dele várias vezes, então não é problema. Estamos construindo uma arena aqui. Posso dizer que a quantidade de dólares que você gasta nisso versus o luxury tax é muito maior.”

    Olha, sinceramente? Era hora. Os caras vão desembolsar mais de 154 milhões de dólares só pro trio Embiid, Paul George e Tyrese Maxey na temporada 2026-27. Isso já deixa o time numa situação complicada do salary cap, mas pelo menos agora sabemos que o dinheiro não vai ser problema.

    O problema é mais profundo que money

    Por mais que esses três monstros tenham ajudado na vitória épica contra o Boston Celtics nos playoffs de 2026, ficou óbvio que faltou banco. E cara, quando você tem o Embiid – que é provavelmente o maior risco de lesão da NBA hoje – e o Paul George que já tá com 36 anos, precisa de um elenco mais robusto.

    Não dá pra colocar todas as fichas nesses caras, por mais talentosos que sejam. O novo presidente de operações de basquete (que ainda nem foi contratado depois da demissão do Daryl Morey) vai ter que montar um time com mais profundidade.

    A pressão tá no talo

    E os torcedores da Filadélfia? Mano, esses caras não brincam em serviço. São 25 anos sem chegar numa final de conferência – vinte e cinco anos! Imagina a irritação dessa galera. Eles não são conhecidos pela paciência mesmo, e essa seca toda só tá piorando as coisas.

    Harris sabe que precisa cumprir a palavra. Falar que vai gastar é fácil, agora é botar a mão no bolso e montar um time de verdade. O cara que vier substituir o Morey vai entrar numa pressão danada, mas pelo menos tem o apoio da diretoria – e isso não é pouco na NBA de hoje.

    Vocês acham que só dinheiro resolve? Ou os 76ers precisam de mais que isso pra finalmente brigar pelo título?

  • Gilbert Arenas bate o martelo: quer Peterson no Draft, não Dybantsa

    Gilbert Arenas bate o martelo: quer Peterson no Draft, não Dybantsa

    Olha só que bomba que rolou! Gilbert Arenas, o lendário Agent Zero, saiu da toca pra dar sua opinião sobre quem os Washington Wizards deveriam escolher na primeira pick do Draft. E pasmem — ele não quer AJ Dybantsa, que todo mundo tá cotando como número 1.

    O cara quer Darryn Peterson.

    Agent Zero tem suas razões

    “Vamos lá Wizards! Eu aprovo! Esse é o cara! Tô observando ele há três anos. Profissional profissional. Só basquete, nada de brincadeira”, postou Arenas nas redes sociais. E vocês sabem que quando o Gilbert fala, a galera escuta né?

    Sinceramente, essa escolha me surpreendeu um pouco. Dybantsa vem sendo tratado como consenso absoluto — 25.5 pontos por jogo em BYU, aproveitamento de 51% nos arremessos. O moleque é um fenômeno de 2,06m que joga em qualquer posição do garrafão pra frente.

    Mas Peterson… cara, os números do garoto em Kansas são de outro mundo também. 20.2 pontos, 38.2% nas bolas de três em 24 jogos. E Arenas destacou exatamente o que eu acho que mais importa: a mentalidade profissional.

    Contexto que muda tudo

    Os Wizards não são mais aquele time perdido de anos atrás. Eles trouxeram Trae Young do Hawks numa troca que envolveu CJ McCollum, e ainda pescaram Anthony Davis no deadline. Quando todo mundo estiver saudável na próxima temporada, esse time pode brigar por playoffs no Leste tranquilamente.

    Com esse contexto, a escolha fica ainda mais interessante. Você pega o talento bruto maior (Dybantsa) ou vai no cara que parece mais NBA-ready desde o primeiro dia (Peterson)? E aí, o que vocês acham que faz mais sentido pros Wizards?

    Gilbert jogou oito temporadas em Washington e conhece a pressão que é vestir essa camisa. Quando ele fala que Peterson é “all hoop no play”, tá valorizando algo que todo técnico da NBA ama: jogador que não dá dor de cabeça e só quer trabalhar.

    Draft de luxo chegando

    O Draft vai ser nos dias 23 e 24 de junho no Barclays Center, e essa primeira pick dos Wizards promete ser uma das mais debatidas dos últimos anos. Duas opções sensacionais, estilos diferentes, mas ambos com potencial All-Star.

    Na minha opinião, Arenas pode ter um ponto válido aqui. Às vezes é melhor pegar o cara que vai render desde o primeiro ano do que apostar no teto mais alto mas que pode demorar pra desenvolver. Especialmente com um time que já tem peças prontas pra competir agora.

    Mas e vocês? Time Dybantsa ou time Peterson? A torcida dos Wizards deve estar dividida — e que problema bom de se ter, né?

  • Wilson revela quais astros da NBA ele mais estuda no filme

    Wilson revela quais astros da NBA ele mais estuda no filme

    Caleb Wilson não tá brincando em serviço, pessoal. Enquanto todo mundo fala dos três grandes nomes do Draft 2026 (A.J. Dybantsa, Darryn Peterson e Cam Boozer), esse cara de 19 anos tá ali quietinho construindo o próprio caminho rumo à NBA. E olha, depois de ver os números dele na UNC, eu tô começando a acreditar que ele pode surpreender muita gente.

    Em uma entrevista no SiriusXM NBA Radio, Wilson abriu o jogo sobre quais jogadores ele estuda religiosamente. E cara, a lista dele é interessante pra caramba.

    Kobe e os Bad Boys: as referências do garoto

    “Provavelmente muito Kobe. Um monte de Kobe. Ele era o jogador favorito do meu pai, e meu também. Rasheed Wallace, Ben Wallace também, os Bad Boy Pistons. E então, eu assisto muito [Michael Jordan] também”, disse Wilson.

    Mas a parte que mais me chamou atenção foi quando ele falou sobre sua referência mais atual: “Ultimamente eu tenho assistido muito [Giannis Antetokounmpo], porque sinto que quanto mais perto eu chego da NBA, meu atletismo e meu tamanho meio que se traduzem no conjunto de habilidades dele.”

    Olha, não vou mentir — essa comparação com o Giannis me fez levantar a sobrancelha. Mas quando você para pra analisar, faz um certo sentido. Wilson tem 2,03m, é explosivo pra caramba e tem uma velocidade absurda pro tamanho dele.

    Os números não mentem

    Na temporada de calouro em North Carolina, antes da lesão no polegar que acabou com sua temporada em março, Wilson cravou médias de 19,8 pontos, 9,4 rebotes e 2,7 assistências. Monstro, né?

    O único ponto fraco mesmo é o arremesso de três — 25,9% não é lá essas coisas. Mas sinceramente? Eu prefiro um cara que pelo menos tenta do que alguém que não tem coragem de chutar de lá. E convenhamos, Giannis também não era nenhum sniper quando chegou na liga.

    Wilson tem um jogo acima do aro sensacional e é esperto pra caramba nos cortes sem bola. O post-game dele ainda precisa de uns ajustes, mas o potencial tá todo ali. E a velocidade no contra-ataque? Cara, é coisa de maluco mesmo.

    Futuro promissor

    O que mais me impressiona no garoto é a maturidade para escolher suas referências. Kobe pela mentalidade, os Wallace pela intensidade defensiva, MJ pela excelência, e Giannis pelo estilo de jogo moderno. Essa mistura pode dar muito certo.

    Vocês acham que ele consegue mesmo chegar no nível do Giannis? Ou tô viajando demais na maionese? Uma coisa é certa: Wilson tem tudo pra ser uma das surpresas positivas do Draft 2026. E olha que ainda nem chegamos lá!

  • Josh Harris responde aos fãs que querem ele fora dos 76ers

    Josh Harris responde aos fãs que querem ele fora dos 76ers

    Olha, quando até os próprios torcedores estão pedindo pro dono vender o time, é porque a coisa não tá boa mesmo. Josh Harris, o cara que manda no Philadelphia 76ers, finalmente resolveu abrir a boca sobre toda essa pressão que tá rolando por parte da torcida que quer ele bem longe da Filadélfia.

    E sinceramente? Eu até entendo a revolta dos fãs. O cara tem fama de ser pão-duro, sempre fugindo da luxury tax como se fosse uma praga. Lembram quando ele praticamente forçou a saída do Daryl Morey? E aí o que aconteceu? Mandaram o Jared McCain pro Oklahoma City Thunder só pra economizar uns trocados. Resultado: McCain tá voando no Thunder saindo do banco, enquanto os Sixers levaram uma surra histórica dos Knicks nos playoffs de 2026 — foram varridos, mano!

    Harris finalmente se pronuncia

    Em coletiva na quinta-feira, Harris tentou se explicar: “Estou muito focado em estruturar o time e o clube para passar do segundo round e ir ganhar o campeonato da NBA e alcançar nossos objetivos. Ninguém está mais frustrado do que eu. Eu entendo a frustração das pessoas.”

    Cara, falar é fácil né? Mas na prática, quando chega a hora de abrir a carteira pra montar um elenco competitivo, o homem some. E olha que frustração é pouco — os torcedores dos Sixers estão é revoltados mesmo.

    Bob Myers pode ser a salvação?

    A única coisa interessante que Harris fez foi contratar Bob Myers, o cara que construiu a dinastia do Golden State Warriors, pra encontrar o substituto do Morey. Essa foi uma jogada inteligente, não vou mentir. Myers entende de basquete e sabe como montar um time campeão.

    Mas aí que tá a questão: será que Harris vai dar carta branca pro Myers gastar o que for preciso? Porque uma coisa eu garanto — time campeão custa caro. E se o cara continuar com essa mentalidade de economizar em tudo, nem o Myers vai conseguir fazer milagre.

    Vocês acham que Harris realmente vai mudar e abrir o cofre, ou vai continuar sendo o mesmo pão-duro de sempre? Porque do jeito que tá, a torcida dos Sixers tem razão em querer uma mudança no comando.