Autor: Leandro Amorim

  • Strus responde elogios de Barkley: ‘Olha o que você começou’

    Strus responde elogios de Barkley: ‘Olha o que você começou’

    Gente, vocês viram a loucura que aconteceu no Inside the NBA? Charles Barkley simplesmente se apaixonou pelo Max Strus ao vivo na televisão nacional, e agora o ala do Cleveland Cavaliers resolveu quebrar o silêncio sobre toda essa confusão hilária.

    Pra quem perdeu: depois da vitória épica dos Cavs sobre o Detroit Pistons por 117-113 na prorrogação (Jogo 5 da semifinal da Conferência Leste), Chuck resolveu fazer uma declaração de amor não correspondida pro Strus. O Hall da Fama chamou o cara de “homem bonito” ao vivo, disse que estava “atraído” pelo rosto dele e que nem conseguia olhar nos olhos do jogador com medo de derreter.

    A reação de Strus que quebrou a internet

    Olha, eu já vi muita coisa no basquete, mas Barkley se declarando pra um jogador no meio do programa foi novidade até pra mim. E o Strus? Cara esperto, aproveitou toda essa zueira viral e postou no Instagram Stories: “Olha o que você começou” (Look what you started). Monstro!

    A internet virou do avesso com essa. Os memes não param de surgir, e sinceramente, Barkley virou piada nas redes sociais por essa “atração” confessa pelo Strus. O pessoal até começou a zoar que Chuck tem o mesmo tipo de crush pelo Tom Brady — imagina só!

    Strus muito além da beleza

    Mas vamos combinar uma coisa: por mais engraçada que seja toda essa situação, o Max Strus tá jogando um absurdo nestes playoffs. 20 pontos e 8 rebotes cruciais na vitória sobre os Pistons? O cara é um verdadeiro sexto homem que virou titular e tá provando seu valor quando mais importa.

    E o mais bizarro é que Barkley ainda reclamou do coque do Strus, mas mesmo assim continuou babando pelo jogador. Chuck disse que preferia o corte de cabelo que ele tinha nos playoffs de 2024, mas que mesmo com esse visual mais “selvagem” de agora, ainda acha o cara um galã. Rapaz, que situação!

    Vocês acham que essa pressão extra da fama vai ajudar ou atrapalhar o Strus no Jogo 6? Porque uma coisa é certa: amanhã à noite, às 19h (horário do Leste), quando os Cavs tentarem fechar a série em casa contra os Pistons, Barkley vai estar lá assistindo seu “crush” jogar. E eu vou estar aqui torcendo pra mais pérolas do Inside the NBA!

  • Beverley rendido: ‘Wemby é alien mesmo, melhor da NBA’

    Beverley rendido: ‘Wemby é alien mesmo, melhor da NBA’

    Cara, quando o Patrick Beverley — que vive implicando com todo mundo na NBA — solta o verbo e chama alguém de melhor jogador da liga, você para pra ouvir. E foi exatamente isso que rolou no podcast dele sobre o Victor Wembanyama.

    “Wemby é o melhor jogador da NBA sem dúvida nenhuma”, mandou o veterano. “Nunca vi uma pessoa na minha vida dar um toco, correr pro outro lado da quadra, fazer uma enterrada, pegar rebote… Mandar uma bola de três do meio da quadra… Ele é um alienígena de verdade.”

    Olha, vindo do Beverley isso tem um peso diferente. O cara é conhecido por ser o rei da provocação, sempre tentando tirar os caras do sério. Mas mesmo ele não consegue ignorar o que esse francês gigante tá fazendo em San Antonio.

    A reviravolta do Pat Bev

    E o mais doido é que isso é uma baita guinada do próprio Beverley. Não faz muito tempo ele estava jogando umas indiretas no Wemby nas redes sociais, falando que os fãs ficam “mudando as regras” pra defender o cara dos Spurs. Chegou até questionar por que quando o francesão fica nervoso no pós-jogo é “paixão”, mas quando outros jogadores fazem isso são criticados.

    Lembra também daquela polêmica da cotovelada que gerou um debate danado na liga? Pois é, o Beverley meteu o pau na época. Mas agora? Completamente rendido.

    Os números não mentem

    E sinceramente, como não ficar impressionado? O cara tá reescrevendo os livros de recordes dessa temporada histórica. Liderou a liga em tocos com uma margem absurda, sempre postando estatísticas monstruosas — tipo aqueles 28 pontos, 14 rebotes e 7 tocos que ele fez recentemente.

    Esse apelido de “alienígena” tá começando a parecer menos um apelido e mais uma descrição biológica mesmo (risos). A admissão do Beverley mostra como a hierarquia da liga tá mudando. Enquanto antes ele questionava o hype em volta do temperamento do garoto, agora a dominância física forçou uma mudança de opinião.

    Wembanyama não é mais um projeto — ele virou um problemão que o resto da NBA, incluindo o próprio Beverley, tá lutando pra resolver. E vocês, acham que ele realmente já é o melhor da liga ou ainda é cedo demais pra essa conversa?

  • Drake manda salve pro Curry no novo álbum — mas detonou LeBron

    Drake manda salve pro Curry no novo álbum — mas detonou LeBron

    Olha, eu não esperava que o novo álbum do Drake ia virar papo de NBA, mas aqui estamos. O cara lançou “Iceman” na quinta-feira e, cara, ele não perdoou ninguém — bom, quase ninguém.

    Enquanto o LeBron tomou uma alfinetada do rapper canadense (coisa que já tava no ar faz tempo), o Stephen Curry ganhou foi elogio. E olha que curioso: Drake mencionou até a faculdade do Curry numa das faixas vazadas.

    “Todo mundo com a camisa 30 azul nas costas”

    A linha que chamou atenção foi essa: “Back when they was asking bout where Davison was at, now everybody got a blue 30 on they back” (algo como “quando perguntavam onde Davidson estava, agora todo mundo tem o 30 azul nas costas”). Mano, isso é genial. Davidson College — aquela faculdadezinha que ninguém conhecia até o Curry aparecer e destruir todo mundo no March Madness de 2008.

    Sinceramente, faz todo sentido. O Curry transformou Davidson numa marca global. Quantas pessoas não conheciam essa universidade antes dele fazer aquelas enterradas absurdas na NCAA? Hoje em dia todo fã de basquete sabe onde fica Davidson.

    Histórico de parcerias entre Drake e Curry

    Não é a primeira vez que o Drake manda um salve pro Chef Curry. Lembram daquele “Steph Curry with the shot boy” lá em 2014? Clássico. E quem esquece o “Golden State running practice at my house” no Summer Sixteen? Irônico que essa música saiu justamente antes dos Warriors perderem pros Cavs do LeBron em 2016.

    O que me chama atenção é como o Drake sempre soube escolher os lados. Ele é torcedor dos Raptors, mas reconhece talento quando vê. E convenhamos — o Curry mudou o jogo pra sempre. Quatro títulos da NBA não mentem.

    Vocês acham que essa proximidade com o Curry tem a ver com aquela treta antiga do Drake com o LeBron? Porque olha, não é coincidência ele exaltar um e alfinetar o outro no mesmo álbum.

    “Iceman” faz parte de uma trilogia que o Drake tá preparando, e os Raptors até ajudaram na promoção com aquelas cadeiras “iced out” num jogo em abril. O cara sabe fazer marketing, não vou mentir.

    E aí, pessoal — acham que vamos ter mais NBA nos próximos álbuns do Drake? Porque depois daquela treta épica com o Kendrick Lamar, parece que o homem tá voltando com tudo pra reconquistar o topo.

  • Steve Kerr virou Swiftie e tá trollando todo mundo nas entrevistas

    Steve Kerr virou Swiftie e tá trollando todo mundo nas entrevistas

    Gente, vocês viram o que o Steve Kerr tá fazendo? O técnico do Warriors simplesmente resolveu que 2024 é o ano de ser Swiftie nas coletivas de imprensa. E olha, eu não sei se isso é genial ou se o cara tá entediado demais com essa temporada dos Warriors.

    Apareceu um vídeo dele citando letra da Taylor Swift de forma super discreta numa entrevista. Ele soltou um “I walked through the door” que é literalmente o começo de “All Too Well” — e quem conhece Swift sabe que essa música é praticamente o hino nacional dos fãs dela. O maluco fez isso com a cara mais séria do mundo, como se fosse só uma frase normal.

    O mestre dos quatro anéis virou comediante

    Cara, pensa na situação: Steve Kerr tem quatro títulos da NBA no currículo, é um dos técnicos mais respeitados da liga, e agora tá se divertindo enfiando letra de pop nas entrevistas só porque pode. Sinceramente? Eu apoio totalmente.

    Ele até admitiu numa matéria da ESPN que faz isso de propósito — fica tentando encaixar o máximo de lyrics da Taylor que conseguir. Imaginem as conversas no grupo da família Kerr depois disso. A filha dele deve estar morrendo de rir (ou de vergonha, né?).

    Warriors em baixa, técnico em alta criatividade

    E olha, faz sentido ele estar assim mais descontraído. Os Warriors não estão exatamente brigando pelo título esse ano — entre lesões e o time envelhecendo, é mais realismo do que sonho mesmo. O Kerr renovou por mais dois anos, provavelmente pra acompanhar o fim da carreira do Curry e do Draymond.

    Então por que não se divertir um pouco? Depois de tantas coletivas sérias falando sobre pick and roll e defesa, o cara descobriu uma forma genial de tornar tudo isso mais interessante. E funcionou — até a própria Taylor Swift achou engraçado quando soube.

    Vocês acham que ele vai conseguir enfiar uma letra de “Shake It Off” na próxima entrevista? Eu apostaria que sim. Steve Kerr pode não estar ganhando anéis nessa temporada, mas tá definitivamente ganhando o coração da internet — e isso também vale alguma coisa, né?

  • Haliburton agradece NBA por ‘limpar agenda’ para novo álbum do Drake

    Haliburton agradece NBA por ‘limpar agenda’ para novo álbum do Drake

    Olha, eu não esperava que fosse ver o Tyrese Haliburton virando comentarista musical, mas aqui estamos. O armador dos Pacers aproveitou que não tinha jogos dos playoffs na quinta-feira para soltar uma dessas no Twitter que só ele mesmo.

    “Sem jogos dos playoffs porque o ‘Iceman’ tá chegando, respeito”, brincou o cara nas redes sociais. Para quem não manjou a referência — Haliburton tava falando do Drake, que depois de quase três anos finalmente ia dropar um álbum novo.

    Quando basquete encontra hip-hop

    Sinceramente, eu acho genial como esses caras da NBA vivem conectados com a cultura. O Tyrese não tava só fazendo uma piada — ele realmente tava ansioso pelo lançamento igual qualquer fã. E convenhamos, depois da decepção do Draft Lottery que os Pacers passaram, uma distração musical cai bem mesmo.

    O timing foi meio irônico porque na sexta tinha dois jogaços: Pistons tentando sobreviver contra os Cavs no Leste, e Spurs enfrentando os Wolves num jogo 6 decisivo no Oeste. Talvez o Drake deveria ter esperado mais um dia, né? Mas aí você lembra que estamos falando de um megastar — esses caras conseguem roubar a cena independente do que tá rolando.

    A treta que todo mundo tá falando

    E o álbum já tava dando o que falar antes mesmo de sair. O Drake meteu uma indireta pro LeBron James que tá todo mundo comentando — aparentemente porque o Rei teria “traído” ele ficando do lado do Kendrick Lamar naquela beef épica que rolou.

    Cara, imagina o LeBron ouvindo isso… O cara já tem que lidar com a pressão dos playoffs e ainda vira assunto de música. Mas enfim, essa é a vida quando você é o GOAT — todo mundo quer usar seu nome.

    No final das contas, o Haliburton e milhões de outros fãs passaram a sexta de fone no ouvido curtindo as novas tracks. Espero só que eles não tenham perdido os jogos por causa disso — porque aqueles confrontos prometiam ser bons demais para deixar passar. Vocês conseguiram equilibrar música e basquete ou ficaram só no Drake mesmo?

  • Warriors perdendo Terry Stotts e Stackhouse: revolução no comando técnico

    Warriors perdendo Terry Stotts e Stackhouse: revolução no comando técnico

    Cara, não esperava ver os Warriors mexendo tanto na comissão técnica assim. Terry Stotts e Jerry Stackhouse estão de saída do time de assistentes do Steve Kerr — e olha que isso acontece logo depois do Kerr renovar por mais dois anos.

    O timing é meio estranho, não acham? Os Warriors vindo de uma temporada frustrante (37 vitórias e fora dos playoffs), e agora perdem dois caras experientes da comissão. O Stotts já tinha avisado pro Kerr ainda durante a temporada que não ia ficar.

    Saídas que fazem barulho

    Terry Stotts não é qualquer um, pessoal. O cara tem quase 30 anos de experiência, passou nove temporadas comandando o Portland — lembram daqueles times do Lillard que sempre incomodavam nos playoffs? Era ele no comando. Agora tá de olho em outras oportunidades como técnico principal.

    Já o Stackhouse chegou só em julho passado, substituindo o Kenny Atkinson (que foi pro Cleveland). Cara ficou só uma temporada e já vazou. Antes dos Warriors, ele comandou Vanderbilt por cinco anos. É mais um querendo voltar a ser head coach.

    E não para por aí — Chris DeMarco já tinha saído em janeiro pra virar técnico do New York Liberty. Kris Weems assumiu no lugar e deve continuar.

    Willie Green de volta?

    A notícia que mais me chamou atenção: Willie Green pode voltar pros Warriors. O cara já trabalhou com o Kerr entre 2016 e 2019, depois foi pro New Orleans como técnico principal. Agora pode assumir uma das vagas de assistente.

    Sinceramente, faz sentido. Green conhece a casa, tem uma relação boa com o Kerr, e depois da experiência como head coach no Pelicans, volta mais maduro. Além disso, os Warriors precisam de alguém que entenda a cultura deles.

    O que vocês acham dessa reformulação toda? É reflexo da temporada decepcionante ou apenas ciclo natural mesmo? Uma coisa é certa: com Kerr sendo o técnico mais bem pago da liga, a pressão pra voltar aos playoffs em 2024-25 vai ser absurda.

  • Cara de pau! Prospect da NBA coloca Curry de reserva no time ideal

    Cara de pau! Prospect da NBA coloca Curry de reserva no time ideal

    Olha, eu já vi muito jovem cheio de si no basquete, mas o AJ Dybantsa conseguiu me surpreender. O garoto que é cotado como número 1 do Draft de 2026 montou seu quinteto ideal da NBA atual e… bem, digamos que ele não teve papas na língua.

    Na combine de Chicago essa semana, Dybantsa soltou essa pérola: “LeBron de armador, Jokić no garrafão, eu na ala, Durant de ala-pivô e o Steph Curry de escolta — mas ele tá lá só pra arremessar de 3”.

    Só pra arremessar de 3? Cara, o Curry revolucionou o basquete moderno! O moleque falou como se o Chef fosse um Eric Gordon da vida, entende?

    A lógica meio torta do garoto

    Tá, vou ser justo com o Dybantsa. Tecnicamente, faz sentido você botar o LeBron organizando — o cara sempre foi um armador natural de 2,06m. E convenhamos, num time hipotético você quer a bola nas mãos do cara com mais QI de basquete da história, né?

    Mas reduzir o Curry a um “specialist” é de doer o coração. O homem tem duas MVPs, revolucionou o jogo e ainda por cima é clutch pra caramba. Sinceramente acho que o jovem AJ ainda não entendeu completamente o que torna o Steph especial.

    Um time cheio de problemas

    Agora vamos falar sério — esse quinteto seria um pesadelo defensivo. LeBron com 41 anos, Curry com 38, Durant com 37… O garoto Dybantsa seria praticamente um personal trainer tentando segurar a galera veterana em quadra!

    E outra: vocês conseguem imaginar o ego desse time? Cinco caras acostumados a ser a primeira opção ofensiva? Seria um reality show melhor que qualquer coisa da Netflix.

    O mais engraçado é que o Dybantsa se colocou de titular no meio desses monstros todos. A confiança é admirável, mas cara… humildade também é uma virtude, sabe?

    E aí, o que vocês acham? O moleque tem razão ou foi apenas mais um caso de prospect se achando o tal antes mesmo de pisar na NBA? Uma coisa é certa: ele vai precisar provar muito em quadra pra justificar esse papo todo!

  • Matt Able tá em dúvida cruel: NBA ou UNC? Situação tá pegando fogo

    Matt Able tá em dúvida cruel: NBA ou UNC? Situação tá pegando fogo

    Olha, se tem uma coisa que tá deixando os fãs da UNC de cabelo em pé é a situação do Matt Able. O cara tá literalmente “indo e voltando” na decisão de ficar no Draft da NBA ou voltar pra faculdade. E sinceramente? Eu entendo a angústia da torcida.

    Able, que veio do NC State (sim, aquela rivalidade clássica), tá participando do NBA Draft Combine pra receber feedback dos times. Só que a porta sempre ficou aberta pra ele ficar no draft mesmo. Resultado? Torcida da Carolina nervosa e os rivais do State zoando mais que o normal.

    A declaração que deixou todo mundo na tensão

    Depois de uma performance monstro no scrimmage de ontem, alguém perguntou pro Able se ele ia mesmo ficar no draft. A resposta dele foi essa bomba aí:

    “É definitivamente uma decisão difícil. Eu amo a UNC, tô empolgado pra chegar lá em algum momento… Ainda tô indo e voltando nisso. Preciso pensar mais, conversar com minha equipe e descobrir.”

    Cara, essa frase me deu uns flashbacks ruins. Lembram do Henri Veesaar? Disse praticamente a mesma coisa antes de se comprometer 100% com a NBA. Será que o Able vai pelo mesmo caminho?

    Kevin Thomas e aquele story misterioso

    Aqui fica interessante: Kevin Thomas, ex-companheiro de time do Able, acabou de se comprometer com UNC. E adivinha? Able postou um story no Instagram reagindo à notícia. Os dois jogaram juntos no AAU e podem ser companheiros de novo se o Able voltar pra faculdade.

    E tem mais — o cara apareceu numa entrevista usando camisa dos Tar Heels. Coincidência? Eu acho que não, mas vai saber né?

    A matemática cruel do basquete

    No final das contas, o próprio Able disse que a decisão vai depender de onde ele tá sendo projetado no draft. E olha, isso faz total sentido. Por que recusar dinheiro da segunda rodada pra jogar mais um ano na faculdade?

    Mas aqui entre nós: será que vale mesmo a pena arriscar? O cara tem potencial, mas o draft tá cada vez mais imprevisível. Uma lesão, uma temporada ruim, e tchau NBA.

    Michael Malone deve tá roendo as unhas esperando uma definição. Montar elenco sem saber se vai ter uma das suas principais peças é osso, né?

    E vocês, o que acham? Able fica ou vai? Eu tô genuinamente curioso pra ver no que vai dar essa novela toda.

  • Blackman aponta o óbvio: Mavs só vão melhorar se pararem de se machucar

    Blackman aponta o óbvio: Mavs só vão melhorar se pararem de se machucar

    Olha, eu não esperava que fosse ouvir revelações bombásticas do Rolando Blackman sobre os problemas do Dallas Mavericks, mas o cara foi direto ao ponto: “Eles precisam ter a sorte de se manter saudáveis.” Sinceramente? Até uma criança de 10 anos assistindo pela primeira vez conseguiria chegar nessa conclusão.

    Os Mavs terminaram com a 9ª escolha no Draft depois de uma temporada 2025-26 completamente desastrosa. E quando você vê os números das lesões, fica claro por que tudo deu errado em Dallas.

    O departamento médico virou enfermaria

    Prepara o coração: 18 jogadores diferentes ficaram no estaleiro durante a temporada. Dezoito! Isso representa mais de 72,6 milhões de dólares em salários de caras que ficaram assistindo de casa. Só ficaram atrás do Indiana Pacers, que perdeu o Tyrese Haliburton a temporada inteira.

    O Kyrie Irving obviamente foi uma baita parte dessa conta. Mas imagina se eles ainda tivessem o Anthony Davis no elenco (que foi trocado pro Washington em fevereiro)? Provavelmente teriam assumido a liderança “nada honrosa” dessa estatística.

    É impressionante como um time que chegou às Finais há poucos anos conseguiu implodir dessa forma. Claro que lesão faz parte do esporte, mas 18 jogadores? Isso já passa do azar e entra no território do “tem algo muito errado acontecendo aí”.

    A esperança mora no Draft e na saúde

    A boa notícia é que eles têm uma escolha top-10 no Draft, o Cooper Flagg teve uma offseason completa pra se adaptar, e teoricamente vão ter um Irving saudável na próxima temporada. Mas como o próprio Blackman falou, nada disso adianta se o elenco inteiro continuar se machucando.

    Na minha visão, esse papo de “sorte” esconde alguns problemas estruturais. Será que o departamento médico está fazendo o trabalho direito? A preparação física está adequada? Ou realmente foi só azar mesmo?

    Vocês acham que só ter todo mundo saudável vai ser suficiente pra colocar Dallas de volta na briga no Oeste? Porque sinceramente, mesmo com todos jogando, esse elenco ainda me parece meio limitado pra brigar com os grandes.

  • Jazz quer trocar até a 1ª escolha do Draft – e o cara toparia ficar!

    Jazz quer trocar até a 1ª escolha do Draft – e o cara toparia ficar!

    Gente, que situação interessante está rolando em Utah! O Jazz não está satisfeito com a 2ª escolha do Draft 2026 e quer subir para a 1ª posição. E sabe o que é mais louco? AJ Dybantsa, que todo mundo considera o principal nome dessa safra, aparentemente toparia ficar por lá mesmo.

    Olha, eu entendo perfeitamente o Jazz nessa. Quando você tem a chance de pegar o cara que pode mudar sua franquia pelos próximos 10-15 anos, você faz de tudo, né?

    Dybantsa quer ficar em casa

    O mais interessante dessa história toda é que o próprio Dybantsa, que jogou em Brigham Young (ali pertinho de Salt Lake City), sinalizou que gostaria de continuar em Utah. Cara, isso é praticamente um presente dos céus para o Jazz! Quantas vezes você vê um prospecto top 1 querendo ficar na região onde já está?

    Segundo o pessoal da CBS Sports, isso foi confirmado durante o Combine em Chicago. E Danny Smith, do Jazz, já deixou claro que “tudo deve estar em cima da mesa” quando perguntado sobre a possibilidade de negociar para subir. Traduzindo: eles vão fazer qualquer negócio necessário.

    Washington pode aceitar a proposta?

    Do outro lado temos o Washington Wizards, que tem a 1ª escolha. O presidente da equipe, Michael Winger, já disse que está pelo menos “aberto” a trocar a escolha. Mas vamos combinar – na teoria todo mundo está aberto, na prática é bem diferente.

    Sinceramente? Eu acho bem difícil o Wizards abrir mão da primeira escolha, ainda mais para um time da mesma conferência que pode virar rival nos próximos anos. Mas o Jazz tem algumas peças interessantes e escolhas futuras que podem fazer Washington pensar duas vezes.

    A questão é: o que exatamente Utah estaria disposto a oferecer? Lauri Markkanen? Múltiplas escolhas de primeira rodada? Vai ser interessante ver se eles conseguem montar um pacote irresistível.

    E aí, vocês acham que o Jazz consegue fazer essa troca acontecer? Ou o Washington vai segurar a primeira escolha mesmo? Eu tô na torcida para ver esse drama todo se desenrolar até junho!