Autor: Leandro Amorim

  • Brunson rejeita ser chamado de estrela: ‘Só quero ganhar’

    Brunson rejeita ser chamado de estrela: ‘Só quero ganhar’

    Cara, o Jalen Brunson acabou de me ganhar de vez. O cara simplesmente mandou a real quando perguntaram se ele se incomoda de ter menos bola nas mãos agora que os Knicks estão jogando mais pelo KAT: “Primeiro, eu não sou uma estrela. Segundo, eu quero ganhar.”

    Mano, que mentalidade é essa? Num esporte onde todo mundo quer ser o cara, o protagonista, ter as estatísticas bonitas, o Brunson vai lá e fala que não liga pra isso. E olha que ele tem todo o direito de se achar uma estrela — o cara carregou esse time nas costas a temporada toda.

    OG Anunoby ainda é dúvida

    Enquanto isso, o técnico Mike Brown tá numa sinuca de bico com o OG Anunoby. O cara participou do treino na quarta, mas quando rolou o coletivo mesmo, ele ficou de fora. Brown foi honesto: “Não sei o que ele vai conseguir fazer no Jogo 1.”

    Sinceramente, essa lesão do OG tá me deixando nervoso. O cara é fundamental na defesa dos Knicks, especialmente nessa fase dos playoffs onde cada posição importa. Brown até falou que “nos playoffs você precisa de versatilidade”, e convenhamos — OG é exatamente isso que falta quando ele não tá em quadra.

    KAT como facilitador? Por que não?

    E olha que interessante a mudança tática que o Brown implementou. Ele tá usando o Karl-Anthony Towns como um facilitador, tipo um Draymond Green ou Sabonis. Faz sentido total — o cara tem 2,11m e sabe passar a bola.

    O que mais me impressiona é como o Brunson abraçou essa mudança. Quando perguntaram sobre jogar menos com a bola, ele foi direto: “Qual foi o diálogo? Foi ‘OK, vamos fazer isso.’ Simples assim. Não tem muito o que conversar quando você tá perdendo por 2-1.”

    Isso aí é mentalidade de campeão, gente. Quantos armadores por aí aceitariam de boa reduzir seu protagonismo? Poucos. E o Brunson ainda complementa: “Eu não sou egocêntrico. É por isso.”

    Agora é esperar pra ver se os Knicks conseguem manter essa química toda na Conferência Leste. Com OG machucado e essa nova dinâmica ofensiva, vai ser um teste e tanto. Vocês acham que essa humildade do Brunson vai fazer a diferença na final do Leste?

  • Steve Kerr virou Swiftie secreto e fez algo genial na NBA

    Steve Kerr virou Swiftie secreto e fez algo genial na NBA

    Gente, vocês não vão acreditar no que eu acabei de descobrir. Steve Kerr, o técnico do Warriors — sim, aquele cara sério das entrevistas — passou uma temporada INTEIRA da NBA citando Taylor Swift nas coletivas de imprensa. E ninguém percebeu.

    Sinceramente? Eu tô rindo até agora. O homem pegou a música “All Too Well” da Taylor e foi encaixando os versos nas respostas dele durante toda a temporada 2022-23. Tipo um jogo secreto só dele.

    O plano mais criativo da história da NBA

    Olha só que absurdo: depois de vencer o Houston Rockets em março de 2023, Kerr chegou no microfone e falou “I walked through the door of the locker room at halftime” (algo como “atravessei a porta do vestiário no intervalo”). Parece normal, né? Mas essa é literalmente a primeira linha de “All Too Well”.

    O cara foi fazendo isso o campeonato todo, cruzando os versos de uma lista conforme conseguia encaixar eles naturalmente nas entrevistas. Monstro demais! O filho dele, Matthew, depois editou tudo num vídeo para o grupo da família no WhatsApp — imaginem a risada que deve ter sido.

    E o mais louco? A própria Taylor Swift viu o vídeo através de um amigo em comum e achou “criativo e engraçado”. Ela até perguntou se podia postar nas redes sociais dela, mas o Kerr pediu pra manter privado.

    Agora os fãs vão revirar tudo

    Cara, imaginem só os Swifties e os fãs do Warriors correndo atrás de todas as coletivas da temporada pra montar o vídeo por conta própria. Vai ser uma caçada épica nas redes.

    Eu tô aqui tentando imaginar como diabos ele conseguiu encaixar “But you keep my old scarf, from that very first week” (“Mas você ficou com meu cachecol velho, daquela primeira semana”) numa entrevista pós-jogo. Tipo, como você fala de cachecol numa coletiva de basquete?

    Olha, eu sempre respeitei o Kerr como técnico — quatro títulos da NBA não mentem. Mas agora? O cara subiu ainda mais no meu conceito. Qualquer pessoa que consegue ser Swiftie nas horas vagas E ganhar campeonato merece todo o reconhecimento.

    Vocês acham que outros técnicos fazem essas pegadinhas secretas também? Imaginem o Pop citando Beyoncé ou o Spoelstra metendo uns versos do Drake. A NBA ficaria ainda mais divertida, não acham?

  • Gillespie quebrou recorde dos Suns e merece renovação gorda

    Gillespie quebrou recorde dos Suns e merece renovação gorda

    Cara, o Collin Gillespie simplesmente explodiu nesta temporada pelos Suns e agora todo mundo quer saber: Phoenix vai conseguir segurar esse moleque na offseason?

    Olha só a história desse cara. Chegou meio do nada, num contrato two-way que ninguém dava muita bola. Aí quando começaram as lesões no elenco (que novidade nos Suns, né?), jogaram ele na rotação e o maluco simplesmente não saiu mais.

    Os números que impressionam

    A temporada do Gillespie foi absurda mesmo. Dobrou os minutos em quadra (quase 29 por jogo), terminou com médias de 12.7 pontos, 4.1 rebotes, 4.6 assistências e ainda por cima quebrou um recorde histórico da franquia.

    232 cestas de três pontos na temporada. Duzentas e trinta e duas! Quebrou o recorde que era do Quentin Richardson desde sempre. E não foi só quantidade não — o cara manteve 40% de aproveitamento do perímetro. Isso é coisa de monstro.

    Sinceramente, eu não esperava essa explosão toda. O garoto mostrou que tem visão de jogo pra comandar uma ofensiva e ainda criou uma química bacana com o Oso Ighodaro no garrafão. Quando esses dois estavam juntos em quadra, a coisa fluía diferente.

    Quanto vai custar manter o cara?

    Aqui que a coisa complica. Gillespie ganhou só 2 milhões nesta temporada, então qualquer renovação vai ser uma mega valorização. Os analistas estão falando numa faixa de 11-13 milhões por ano, em um contrato de 3-4 temporadas.

    A boa notícia é que os Suns têm os “early-bird rights” dele, ou seja, podem passar do salary cap pra renová-lo. A má notícia? Qualquer time com espaço salarial pode fazer uma oferta gorda e complicar a vida de Phoenix.

    Na minha visão, 13 milhões por ano é uma pechincha por um sexto homem que pode facilmente virar titular e ainda fecha jogos quando está quente no arremesso. O cara provou que não foi sorte — foi competência mesmo.

    E vocês, acham que os Suns vão conseguir segurar o Gillespie? Ou algum time vai aparecer com uma proposta irrecusável? Porque se eu fosse a diretoria de Phoenix, fazia questão de manter esse talento que eles mesmos lapidaram.

  • Knicks podem faturar US$ 180 milhões se chegarem às Finais

    Knicks podem faturar US$ 180 milhões se chegarem às Finais

    Gente, eu sempre soube que playoff da NBA era dinheiro, mas os números dos Knicks estão simplesmente absurdos. A franquia de Nova York pode embolsar até US$ 180 milhões em receita bruta se conseguir chegar longe nas Finais da NBA. Cento e oitenta milhões de dólares. É muita grana, mesmo para os padrões americanos.

    E olha que eles já estão no lucro — só com os cinco jogos em casa nos playoffs até agora, os Knicks já faturaram quase US$ 50 milhões em bilheteria bruta. Isso antes da NBA pegar sua fatia, obviamente. O analista David Joyce, da Seaport Research, que acompanha a MSG Sports (empresa que é dona dos Knicks), calcula que cada jogo em casa na segunda rodada vale cerca de US$ 12 milhões. Na primeira rodada eram “apenas” US$ 8 milhões por partida.

    Final da Conferência = jackpot

    Agora as coisas ficam ainda mais interessantes. Joyce projeta que cada jogo da final da Conferência Leste vale cerca de US$ 17 milhões para o Madison Square Garden. Se chegarem às Finais da NBA? Aí cada jogo passa de US$ 20 milhões fácil.

    Imaginem só: se os Knicks jogarem todos os sete jogos possíveis contra o Cleveland Cavaliers na final do Leste, mais um máximo de três jogos em casa nas Finais, chegamos perto desses US$ 180 milhões. Mesmo que seja um caminho mais curto, a estimativa ainda fica em torno de US$ 140 milhões.

    Para vocês terem uma ideia da proporção: no ano passado, os Knicks faturaram US$ 115 milhões no total dos playoffs. Esse salto é monstruoso.

    A matemática do sucesso

    Aqui vem um dado que eu achei fascinante: a margem de lucro dos Knicks em receita de playoff fica em torno de 55%, mesmo depois da NBA pegar sua parte e outros custos. E olha que a liga até facilitou as coisas — desde a temporada 2011-12, a NBA reduziu sua fatia da bilheteria de playoffs de 45% para 25%. Ou seja, os times ficam com uma porção muito maior do bolo agora.

    Os Knicks são o único time que sobrou nos playoffs entre os 10 primeiros da NBA em receita de portão. Isso importa não só para eles, mas para toda a liga — essa grana dos playoffs vai direto para o cálculo de divisão de receitas entre proprietários e jogadores.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem chegar às Finais e transformar esse potencial em realidade? Sinceramente, pelo jeito que estão jogando e com esse Madison Square Garden pegando fogo a cada jogo, eu não duvido de nada.

  • NBA diz que não foi falta no Jarrett Allen – Detroit ficou pistola

    NBA diz que não foi falta no Jarrett Allen – Detroit ficou pistola

    Olha, quando eu vi essa jogada no final do Jogo 5 entre Cavaliers e Pistons, já sabia que ia dar polêmica. E não é que deu mesmo?

    A NBA divulgou o relatório dos últimos dois minutos ontem e confirmou: os árbitros acertaram ao não marcar falta do Jarrett Allen no Ausar Thompson naqueles segundos finais do tempo normal. O placar estava empatado 103 a 103, os dois foram atrás da bola solta e rolou um contato que fez o pessoal de Detroit sair do sério.

    A polêmica toda

    Sinceramente, eu assisti umas cinco vezes e ainda fico em dúvida se foi falta ou não. Os dois estavam correndo atrás da bola, se esbarraram, e o Thompson foi ao chão. Se fosse marcada a falta, ele ia pra linha do lance livre com o jogo empatado — imagina a pressão.

    Mas não rolou. Cleveland ficou com a posse, levou pro overtime e ganhou de 117 a 113. Resultado? Cavs abriram 3-2 na série e praticamente selaram a vaga.

    O técnico do Detroit, J.B. Bickerstaff, não engoliu. “Allen fez falta no Ausar — claramente. Ele derrubou ele quando estava indo atrás da bola solta”, reclamou depois do jogo. Cara, eu entendo a revolta dele. Perder assim, com uma jogada duvidosa nos segundos finais, deve doer pra caramba.

    O que a NBA falou

    No relatório oficial, a liga foi bem técnica: “Allen e Thompson legalmente ocuparam o mesmo espaço perseguindo a bola solta antes de qualquer jogador ter posse, e ambos perderam o equilíbrio devido ao contato marginal”.

    Marginal. Essa palavra fez toda a diferença. Na NBA, contato marginal entre jogadores que vão atrás da bola sem posse não é falta. É a regra.

    O árbitro principal Tony Brothers explicou que durante o lance ao vivo, os dois estavam indo pra bola e houve “contato incidental nas pernas sem nenhum jogador tendo posse da bola”.

    Minha opinião sobre tudo isso

    Olha, eu fico dividido nessas situações. Por um lado, entendo que os árbitros não podem marcar tudo — senão vira várzea. Por outro, o Thompson realmente foi derrubado numa jogada crucial.

    Mas pensando bem, se fosse o contrário — se fosse um jogador do Cleveland que tivesse caído — vocês acham que o Detroit reclamaria da não marcação? Difícil né?

    O fato é que essa decisão pode ter mudado completamente o rumo da série. Agora Cleveland tem match point e pode fechar em casa no Jogo 6. Detroit vai ter que fazer o impossível pra empatar de novo.

    E aí, vocês acham que foi falta mesmo? Ou os árbitros acertaram em não marcar?

  • Isaiah Thomas volta pro Celtics como olheiro – que nostalgia!

    Isaiah Thomas volta pro Celtics como olheiro – que nostalgia!

    Cara, quando eu li essa notícia quase derramei uma lágrima aqui. Isaiah Thomas tá de volta ao Boston Celtics! Não como jogador — infelizmente esses dias já passaram — mas como scout, olheiro da franquia. Aos 37 anos, o cara vai trabalhar baseado em Seattle, sua cidade natal, cobrindo a Costa Oeste pros Celtics.

    Sinceramente? Não tem como não ficar emocionado com isso. O IT4 foi um dos caras que mais me fez vibrar assistindo NBA nos últimos anos. Aquele baixinho de 1,75m que jogava como se tivesse 2 metros de altura, sabe?

    O retorno do herói improvável

    Brad Stevens, que agora é o presidente de operações de basquete dos Celtics, não economizou elogios. Ele creditou o Thomas como peça fundamental na reconstrução da cultura que transformou Boston numa das franquias mais vitoriosas da última década. E olha, eu concordo totalmente.

    Lembra quando os Celtics pegaram ele do Phoenix Suns em fevereiro de 2015? Ninguém esperava muito, mas o moleque simplesmente explodiu. Duas seleções pro All-Star Game (2016 e 2017), quinto lugar na votação de MVP em 2017, segundo time do All-NBA… O cara era um monstro absoluto.

    Aquele estilo agressivo, incansável, desafiando todos os conceitos sobre altura no basquete — era impossível não torcer por ele. Quantos brasileiros não se identificaram com essa história de superar limitações físicas com pura garra?

    A despedida dolorosa e o que veio depois

    Mas aí vem a parte triste da história, né? A lesão no quadril que mudou tudo. Thomas jogou machucado nos playoffs de 2017, deu literalmente o sangue pelo time, mas foi cortado nos três últimos jogos da final de conferência contra o Cavaliers. Alguns meses depois, foi trocado justamente pro Cleveland na negociação que trouxe Kyrie Irving pra Boston.

    Cara, até hoje eu fico revoltado com essa situação. O cara se sacrificou pelo time e depois foi descartado. Claro que é business, mas dói mesmo assim.

    Os problemas no quadril praticamente acabaram com a carreira dele. Passou por nove times diferentes até sua última aparição na NBA, ironicamente pelo Phoenix, na temporada 2023-24. Uma trajetória que podia ter sido muito diferente.

    Uma segunda chance na organização

    Agora ele tá de volta, mas de um jeito completamente diferente. Vai trabalhar como olheiro, tanto do profissional quanto do universitário. Inclusive, já estava no NBA Combine em Chicago essa semana, ajudando nas entrevistas com os prospects e aprendendo todo o processo de avaliação do front office.

    Vocês acham que ele vai ser bom nisso? Na minha opinião, quem passou por tanta coisa na liga, quem conhece basquete de verdade e sabe o que é lutar contra as adversidades, tem tudo pra ser um scout excepcional. Ele sabe identificar talento, coração e determinação — coisas que você não vê só nos números.

    É bonito ver o Celtics reconhecendo o que ele fez pela franquia e dando essa oportunidade. Às vezes o basquete te dá uma segunda chance, e espero que essa seja especial pra ele.

  • 76ers procura novo GM e quer ‘harmonia’ (será que vai dar certo?)

    76ers procura novo GM e quer ‘harmonia’ (será que vai dar certo?)

    Olha, os 76ers mandaram o Daryl Morey embora e agora tão procurando um novo gerente geral. E adivinha quem tá comandando essa busca? Bob Myers, o cara que construiu aquela dinastia dos Warriors. Interessante, né?

    Na entrevista coletiva de quinta-feira, Myers deixou bem claro o que ele tá procurando: “Você precisa de pessoas boas que estejam em harmonia”. Traduzindo: chega de ego inflado, queremos alguém que trabalhe em equipe.

    O fracasso de Morey ainda dói

    Vamos ser sinceros — seis temporadas, 270 vitórias contra 212 derrotas, cinco playoffs… mas nunca passou da segunda rodada. Nunca! E esse ano foi humilhante: tomaram uma varrida dos Knicks. Simplesmente não dá pra aceitar isso com o talento que o time tinha no papel.

    Myers quer fechar a contratação antes do Draft (que começa dia 23 de junho), mas prometeu não ter pressa. “Eu acredito muito em caráter e liderança”, disse ele. Tradução: nada de personalidades difíceis dessa vez.

    A nova realidade do elenco

    Aqui que fica interessante, galera. O novo GM vai herdar um time que agora gira em torno do Tyrese Maxey e VJ Edgecombe no garrafão — dois jovens talentos em vez de apostar tudo em veteranos caros como Embiid e Paul George.

    E convenhamos, faz sentido. Embiid vive no departamento médico (coitado, mas é a realidade), e Paul George levou 25 jogos de suspensão por violar a política antidrogas da liga. Que situação, hein?

    Myers fez a pergunta que não quer calar: “Esse modelo pode funcionar?” Sinceramente, eu acho que apostar na juventude pode ser o caminho. Maxey já mostrou que tem potencial pra ser um astro, e construir ao redor dele pode ser mais inteligente que tentar consertar veteranos problemáticos.

    A realidade de construir um campeão

    O Harris (dono do time) confirmou que vão continuar gastando além do luxury tax e que o técnico Nick Nurse fica. “Ele mereceu estar aqui”, disse Harris. Pelo menos uma boa notícia no meio dessa bagunça.

    Mas Myers, que conhece o que é ganhar título (quatro anéis com os Warriors), não pintou um cenário cor-de-rosa: “É preciso um grande nível de desconforto para ganhar um campeonato. Não existe varinha mágica. Isso exige muito trabalho.”

    E aí, vocês acham que os 76ers conseguem encontrar esse GM perfeito que vai trazer “harmonia” pro time? Porque sinceramente, depois de tantos anos de frustração, a torcida da Filadélfia merece algo melhor que segundas rodadas de playoff.

  • Mavs na 9ª escolha: o que diabos eles tão procurando?

    Mavs na 9ª escolha: o que diabos eles tão procurando?

    Olha só, o Draft de 2026 tá aí e os Dallas Mavericks vão pegar no 9º pick. E cara, que situação interessante pros texanos, né?

    Pensa comigo: eles já têm o Kyrie Irving fazendo magia com a bola e agora o Cooper Flagg chegou pra bagunçar tudo. Ou seja, não é que eles tão desesperados atrás do próximo LeBron da vida. O negócio agora é achar peças que se encaixem nesse quebra-cabeça.

    O que o lendário Blackman falou

    O Rolando Blackman — que é lenda por lá, né — deu uma entrevista que me chamou atenção. Segundo ele, “você tem o Cooper Flagg que sabe jogar, ponto final”. Mas aí vem o pulo do gato: os caras ao redor dele têm que saber passar a bola E ainda acertar uns arremessos quando a bola chegar neles.

    Faz sentido total. Imagina o Flagg ou o Kyrie descendo com tudo pro garrafão, atraindo dois marcadores, e aí os outros ficam parados igual cone? Não rola. Tem que ter gente que sabe finalizar as jogadas que esses monstros criam.

    Não é só sobre posição

    Aqui que fica legal: não necessariamente precisam de um armador. Hoje em dia, até os pivôs têm que saber tocar a bola igual guardinhas. Olha o Daniel Gafford e o Dereck Lively II — já tão nessa pegada mais moderna.

    E sinceramente? Com apenas 26 vitórias na temporada passada, eles não podem dar uma de frescos com posição não. É pegar o melhor disponível e pronto.

    O Draft de 2026 tá bem recheado, pelo que andei vendo. Tem nomes como o Brayden Burries do Arizona e o Labaron Philon Jr. do Alabama que podem cair nessa faixa. Qualquer um desses seria uma adição sólida.

    E aí, galera do Sexto Homem — vocês acham que os Mavs devem ir no melhor jogador disponível ou focar em alguma posição específica? Eu tô curioso pra ver como eles vão montar esse time ao redor do Flagg. O futuro parece promissor em Dallas!

  • Cavs destroem Cade na prorrogação e Wemby massacra no Oeste

    Cavs destroem Cade na prorrogação e Wemby massacra no Oeste

    Que noite maluca de playoffs, pessoal! Os Cavaliers simplesmente trancaram o jogo defensivamente contra os Pistons e levaram a melhor na prorrogação. E quando digo trancaram, é isso mesmo — Cade Cunningham, que vinha sendo o motor ofensivo de Detroit, praticamente sumiu de quadra quando a pressão apertou.

    Olha, eu já esperava que Cleveland tivesse uma defesa sólida, mas ver como eles conseguiram neutralizar completamente o ataque dos Pistons foi algo absurdo. Cade, que é um monstro no um-contra-um, simplesmente não conseguiu criar nada quando mais precisava. A intensidade defensiva dos Cavs foi de outro planeta.

    Wemby fazendo história no Oeste

    Enquanto isso, lá no Oeste, Victor Wembanyama tá mostrando por que todo mundo ficou maluco com esse garoto. A performance dele nos playoffs tá sendo algo que a gente não via há anos. Sinceramente, eu não esperava que ele fosse dominar assim tão cedo na carreira.

    Minnesota? Cara, eles simplesmente não têm resposta para o francês. É como tentar parar uma força da natureza. O Wemby tá jogando num nível que me lembra os grandes centros dos anos 90, mas com um arsenal ofensivo completamente moderno. Absurdo mesmo.

    E aí, vocês acham que os Wolves ainda conseguem dar a volta nessa série? Na minha visão, tá difícil viu.

    Bomba na Filadélfia

    Mas a notícia que realmente pegou todo mundo de surpresa foi a demissão do Daryl Morey como GM dos 76ers. Cara, ninguém esperava essa. Morey sempre foi considerado um dos executivos mais inteligentes da liga.

    A situação na Filadélfia tá complicada mesmo. Com Embiid sempre machucado e as expectativas altíssimas, alguém tinha que pagar o pato. Mas demitir o Morey? Essa eu não vi vindo não.

    Enquanto isso, o Draft Combine tá rolando e já tem alguns nomes chamando atenção. Cameron Carr e Aday Mara são dois prospectos que podem surpreender na loteria. Sempre fico animado com essa época do ano — é quando a gente descobre as futuras estrelas da liga.

    O que vocês acharam dessas movimentações? Cavs favoritos agora contra Detroit? E esse Wemby, será que já pode ser considerado top 10 da liga?

  • Warriors perdem dois assistentes top — e isso pode ser um problemão

    Warriors perdem dois assistentes top — e isso pode ser um problemão

    Cara, o Golden State Warriors está perdendo dois dos principais assistentes técnicos do Steve Kerr de uma vez só. Terry Stotts e Jerry Stackhouse disseram tchau pra Bay Area, e sinceramente? Isso me preocupa um pouco.

    Os dois caras simplesmente não renovaram os contratos e estão atrás de oportunidades como técnicos principais. Olha, eu entendo — ficar de assistente eternamente não é pra qualquer um, ainda mais quando você tem experiência e conhecimento pra assumir um time.

    Stotts e Stackhouse: dupla que funcionava

    Esses dois chegaram ao Warriors antes da temporada 2024-25, depois que o Kenny Atkinson aceitou ser técnico principal do Cleveland Cavaliers. E cara, eles encaixaram bem no esquema do Kerr.

    O Terry Stotts trouxe mais de uma década de experiência como técnico principal e ajudou a estruturar melhor o ataque centrado no Steph Curry. Até teve uma situação hilária onde ele assumiu a coletiva depois que o Kerr foi expulso de jogo em janeiro, falando que estava “poupando uma grana pro Steve”.

    Já o Jerry Stackhouse era o cara da defesa. Ex-jogador da NBA e ex-técnico de Vanderbilt, ele tinha a responsabilidade de cobrar os jogadores — especialmente o Draymond Green. E olha, sabemos que cobrar o Draymond não é tarefa fácil (risos).

    Warriors em reconstrução… de novo

    Agora o time está procurando substitutos, mas cara — não é simples assim encontrar assistentes de qualidade. O Warriors já tinha perdido outro assistente durante a temporada, o Chris DeMarco, que virou técnico principal do New York Liberty na WNBA.

    E convenhamos, a temporada não foi das melhores: 37 vitórias e 45 derrotas, décimo colocado no Oeste e eliminação no play-in tournament. Será que essa saída dos assistentes tem a ver com o desempenho? Ou é só coincidência mesmo?

    Na minha visão, perder dois assistentes experientes de uma vez é complicado. O Kerr vai ter que reconstruir parte da comissão técnica justamente quando o time precisa se reencontrar. Vocês acham que isso pode afetar o desempenho na próxima temporada?

    Uma coisa é certa: tanto Stotts quanto Stackhouse saíram em bons termos. O próprio Terry falou que “foram dois anos gratificantes” e que só tem “bons desejos” pro Warriors. Isso é positivo — pelo menos não teve treta interna.

    Agora é torcer pra que o Kerr encontre assistentes à altura. Porque com Curry chegando nos 40 anos e a necessidade de aproveitar o que resta da janela de títulos, cada detalhe na comissão técnica faz diferença.