Autor: Leandro Amorim

  • NBA confirma lance polêmico que salvou os Cavs contra Detroit

    NBA confirma lance polêmico que salvou os Cavs contra Detroit

    Cara, que confusão essa nos playoffs! A NBA divulgou ontem o relatório oficial dos últimos dois minutos do Jogo 5 entre Cavaliers e Pistons, e confirmou que a arbitragem estava certa em não marcar falta no lance mais polêmico da partida. Detroit estava pistola achando que Ausar Thompson levou uma rasteira, mas a liga disse que foi lance limpo.

    Vamos aos fatos: faltando segundos para o fim do tempo regulamentar, Thompson conseguiu um toco monstuoso no Donovan Mitchell para manter o jogo empatado. Só que na sequência, quando foi buscar a bola, o cara foi ao chão depois de se enroscar com Jarrett Allen. Os Pistons gritaram falta, torcida ficou louca, mas os árbitros mandaram seguir.

    O que a NBA falou sobre o lance

    No famoso Last Two Minute Report — aquele documento que a liga solta para revisar os lances finais dos jogos apertados — os oficiais foram claros: “Allen (CLE) e Thompson (DET) disputaram a mesma posição legalmente enquanto corriam atrás da bola solta, e ambos perderam o equilíbrio devido ao contato marginal.”

    Olha, eu assisti o replay umas cinco vezes e sinceramente? É lance difícil mesmo. Parece que os dois foram na bola ao mesmo tempo e acabou dando esse emaranhado de pernas. Mas vocês sabem como é — no calor do momento, especialmente com playoffs em jogo, qualquer contato vira polêmica.

    A revolta de JB Bickerstaff

    O técnico dos Pistons, JB Bickerstaff, não engoliu nem um pouco. “É claro. Ele derruba ele quando está indo buscar a bola solta”, disse o cara, visivelmente irritado. “Situação de final de jogo, isso é pesado.”

    E tem um detalhe importante: Detroit estava no bônus na hora. Se a falta fosse marcada, Thompson teria dois lances livres para decidir o jogo ali mesmo. Em vez disso, foi pra prorrogação, onde Mitchell — que já tinha feito um jogaço — meteu mais 7 pontos dos 21 totais dele.

    Não é a primeira vez que Bickerstaff reclama da arbitragem nesta série. No Jogo 4, ele ficou possesso com a disparidade de lances livres: Mitchell sozinho bateu mais tiros livres (13 de 16) do que o time inteiro de Detroit tentou (9 de 12). “O que foi feito lá hoje à noite é frustrante”, mandou o técnico.

    Agora é Cleveland com 3-2 na série e jogando em casa no Jogo 6 na sexta. Se não fecharem, aí sim vai ser emocionante — Jogo 7 em Detroit no domingo. E aí, vocês acham que os Cavs conseguem fechar em casa ou vamos ter aquele drama todo de decisão fora?

  • Steve Kerr admite: a dinastia dos Warriors acabou mesmo

    Steve Kerr admite: a dinastia dos Warriors acabou mesmo

    Steve Kerr simplesmente assumiu o que todo mundo já sabia mas ninguém queria falar: a dinastia dos Warriors morreu. E olha, admiro a honestidade do cara.

    Em entrevista pra ESPN, o técnico foi cirúrgico: “O que tínhamos se foi, mas estamos tentando se agarrar nisso. Não sei se alguém realmente sabe se ainda existe.” Caramba, que declaração.

    A realidade bateu na porta

    Curry e Draymond Green ainda estão lá, mas vamos ser sinceros — são versões mais velhas, mais lentas e que se machucam mais fácil. Curry continua sendo um monstro, óbvio, mas até mesmo o maior jogador da história da franquia não consegue parar o tempo.

    Kerr renovou por mais duas temporadas, e sinceramente? Eu acho que ele sabe que vai ser pra acompanhar o fim dessa era. É meio que aquela situação onde você não consegue abandonar o barco, sabe? Ele mesmo admitiu que “não consegue ir embora”.

    A temporada acabou com derrota no play-in — que tristeza pra um time que já foi o terror da liga. Kerr chamou de “dinastia em declínio”, mas insiste que há “beleza na luta” de “tentar lutar até o último suspiro”.

    Marketing não gostou nada

    Uma coisa que me fez rir foi saber que o departamento de marketing pediu pro Kerr parar de falar sobre “morte” da dinastia enquanto eles tentavam vender temporadas. Imagina você tentando convencer o torcedor a renovar e o técnico falando que tudo acabou? (risos)

    Mas olha, eu prefiro essa honestidade brutal do que ficar vendendo ilusão. Kerr tá sendo real — eles não conseguem mais competir com os melhores do Oeste por uma série inteira de playoffs.

    O último suspiro de uma era

    Não é bem “The Last Dance” como foi com o Bulls de 98, mas tem um quê nostálgico nisso tudo. Kerr estava naquele time também, ironicamente. A diferença é que os Bulls tinham um objetivo claro de ganhar mais um título. Os Warriors de hoje? Estão só tentando permanecer competitivos.

    Joe Lacob e Mike Dunleavy ainda acreditam que com Curry podem bater qualquer um — talvez não por quatro séries seguidas, mas numa noite especial, quem sabe? Lembram da vitória contra o Clippers no play-in? Foram momentos assim que mantêm a esperança viva.

    Vocês acham que Curry ainda tem uma última campanha épica no tanque? Ou é melhor aceitar que essa fase dourada realmente acabou? Eu fico dividido entre a nostalgia e o realismo.

    Uma coisa é certa: Kerr decidiu ficar até o fim, mesmo sabendo que vai ser “bagunçado”. Respeito isso. Às vezes é melhor ir junto com o navio do que pular fora na primeira dificuldade.

  • Isaiah Thomas volta ao Celtics como olheiro – que reviravolta!

    Isaiah Thomas volta ao Celtics como olheiro – que reviravolta!

    Gente, que notícia boa pra começar o dia! Isaiah Thomas está de volta ao Boston Celtics. Não, não é como jogador — o cara vai trabalhar como olheiro da franquia, analisando tanto veteranos da liga quanto os universitários.

    Cara, eu sempre torci pra que o IT conseguisse uma segunda chance no basquete depois de tudo que rolou. E que lugar melhor pra isso do que Boston, onde ele viveu seus melhores momentos na NBA?

    De volta pra casa (quase literalmente)

    O mais legal é que o Thomas vai trabalhar baseado em Seattle, que é praticamente sua cidade natal — ele nasceu em Tacoma, Washington. Aos 37 anos, o cara finalmente achou um jeito de continuar no basquete que ele tanto ama, mesmo que não seja dentro das quatro linhas.

    E olha só que timing perfeito: ele já tá em Chicago com a diretoria do Celtics pro NBA Combine desta semana. Tá aprendendo todo o processo de avaliação de prospects e até ajudando nas entrevistas. Boston tem a 27ª escolha no draft, então todo conhecimento é bem-vindo.

    A era dourada que quase foi

    Quem lembra da época mágica do Thomas em Boston entre 2015-2017? O cara simplesmente ressuscitou aquele time, virou All-Star duas vezes seguidas e quase levou os Celtics longe demais nos playoffs de 2017.

    Mas aí veio aquela lesão no quadril que mudou tudo. Uma lesão que, sinceramente, destruiu a carreira de um dos caras mais determinados que já passaram pela liga. Depois disso foi só ladeira abaixo — cinco times diferentes em cinco temporadas, sempre tentando voltar ao que era antes.

    O que mais me marcou foi ver ele sendo trocado pros Cavaliers naquele negócio do Kyrie Irving. Na época fez sentido pros Celtics, mas sempre pensei que o Thomas mereceu mais consideração depois de tudo que fez pela franquia.

    Nunca desistiu do sonho

    E o cara nunca parou de tentar, né? Em janeiro do ano passado ainda tava jogando pelo Salt Lake City Stars, time da G League afiliado ao Jazz. Antes disso teve aquele contrato de 10 dias com o Phoenix Suns em 2024 — não chegou nem a entrar em quadra, mas a vontade sempre esteve lá.

    Agora, com 37 anos nas costas, encontrou uma forma inteligente de continuar no jogo que ama. E convenhamos, quem melhor pra identificar talento do que alguém que viveu na pele tanto o sucesso quanto as dificuldades da liga?

    Vocês acham que o Isaiah vai conseguir identificar alguma joia escondida pro Celtics? Eu tenho uma sensação que ele pode ser um baita olheiro — o cara sempre teve um QI de basquete absurdo.

  • NBA confirma que lance polêmico entre Thompson e Allen foi correto

    NBA confirma que lance polêmico entre Thompson e Allen foi correto

    Cara, vocês viram aquele lance no final do quarto período entre Pistons e Cavaliers? O Ausar Thompson fez uma defesa absurda no Donovan Mitchell, roubou a bola, e aí na correria pela bola solta o Jarrett Allen trombou com o Thompson a uns 9 metros da cesta. Na hora eu pensei: “Putz, falta clara no Allen”. Mas o árbitro Tony Brothers, que tava praticamente do ladinho, não apitou nada.

    A galera do Detroit ficou P da vida — e eu entendo. O técnico J.B. Bickerstaff não poupou palavras: “Ele fez falta no Ausar. Claro. Derrubou ele quando estava indo para a bola solta. Em qualquer situação de jogo, isso é difícil”.

    NBA bate o martelo: não foi falta mesmo

    Aí que vem o plot twist. A NBA divulgou o relatório dos últimos dois minutos e… bancou o Brothers! Segundo eles, foi “não marcação correta”. A justificativa foi que “Allen (CLE) e Thompson (DET) legalmente se dirigiram para o mesmo local enquanto perseguiam a bola solta [antes de qualquer jogador ter posse], e ambos perderam o equilíbrio devido ao contato marginal”.

    Sinceramente? Eu assisti umas cinco vezes e ainda acho que foi falta. Mas né, quem sou eu perto dos experts da liga, não é? (risos) O próprio Brothers explicou depois: “Durante a jogada ao vivo, ambos os jogadores estavam indo atrás da bola e houve contato incidental com as pernas sem nenhum jogador ter posse de bola”.

    Cleveland aproveita e vira o jogo

    O que me impressiona mesmo é como os Cavs conseguiram virar esse jogo. Estavam perdendo por 9 pontos nos últimos três minutos — uma diferença que normalmente é sentença de morte nos playoffs. Mas não desistiram, empataram, e na prorrogação fecharam 117-113.

    Agora Cleveland lidera a série por 3-2 e pode fechar em casa na sexta-feira. E olha, depois de um susto desses, qualquer vantagem de quadra vira ouro. Vocês acham que Detroit consegue forçar um jogo 7 ou os Cavs vão finalizar logo em casa mesmo?

    O que mais me chama atenção é que esses lances sempre geram polêmica — e sempre vão gerar. Basketball é um esporte de muito contato, especialmente quando a bola tá solta e todo mundo sai correndo que nem maluco atrás dela. A diferença entre “jogada normal” e “falta” às vezes é questão de milímetros.

  • AJ Dybantsa vai abandonar o Celtics: ‘Último ano sendo fã’

    AJ Dybantsa vai abandonar o Celtics: ‘Último ano sendo fã’

    Cara, imagina só a ironia dessa história. AJ Dybantsa, o cara que deve ser a primeira escolha do Draft 2026, cresceu torcendo pro Celtics em Massachusetts e agora vai ter que abandonar o time do coração.

    “Este é meu último ano sendo fã do Celtics”, disse o garoto de 2,06m no Combine da NBA em Chicago essa semana. “Vou ser draftado este ano, então… quer dizer, ainda pode estar em mim, mas definitivamente não vou torcer tanto.”

    Mano, que situação mais louca. O moleque cresceu em Brockton, Massachusetts, vendo os jogos do Celtics, sonhando um dia jogar na NBA, e agora pode muito bem ser escolhido pelo Washington Wizards com a primeira pick geral.

    De fã a rival?

    E olha só que plot twist absurdo: se ele for mesmo pro Wizards, vai jogar na mesma conferência que o Celtics. Ou seja, de torcedor virou possível rival. A última vez que Washington chegou longe nos playoffs, inclusive, foi eliminado justamente pelo Boston numa série que foi até o jogo 7 em 2016-17.

    Na temporada passada em BYU, o garoto mostrou porque é considerado o prospecto número 1 da sua classe. Médias de 25,8 pontos, 6,9 rebotes e 3,6 assistências, com 50,7% nos arremessos de quadra. Números de monstro, sem dúvida.

    “Significaria muito [ser a primeira escolha]”, disse Dybantsa. “Significaria que todo meu trabalho duro está valendo a pena, e que todas as horas incontáveis e todos os sacrifícios que fiz valeram a pena.”

    Encaixe perfeito em Washington?

    Quando perguntaram sobre como ele se encaixaria nos Wizards, o cara não hesitou nem um segundo. “Obviamente eles têm um armador All-Star [Trae Young] e um pivô All-Star no Anthony Davis. Eles têm Tre Johnson, Will Riley, que são joias. Têm Bub Carrington também.”

    Sinceramente? Esse time de Washington tá montando algo interessante. Trouxeram Young e Davis pra complementar o núcleo jovem, e se conseguirem Dybantsa, pode ser que tenham algo especial nas mãos.

    “Acho que seria um bom núcleo jovem. Posso me encaixar e realmente jogar rápido”, completou o prospecto.

    É claro que ele tem concorrência pesada pela primeira pick. Essa classe de Draft tá recheada de talentos como Darryn Peterson (ex-Kansas), Cameron Boozer (ex-Duke) e Caleb Wilson (ex-North Carolina). Mas pelo que vimos dele em BYU, Dybantsa parece ser a escolha mais segura.

    E aí, pessoal, vocês acham que ele vai conseguir esquecer a paixão pelo Celtics quando estiver jogando contra eles? Porque uma coisa é certa: deixar de torcer pro time que você amou a vida toda não é nada fácil, mesmo quando você vira profissional.

  • LeBron vai ganhar quanto no próximo contrato? A matemática tá complicada

    LeBron vai ganhar quanto no próximo contrato? A matemática tá complicada

    Cara, vou ser direto com vocês: depois de 23 anos dominando a NBA, o LeBron James tá numa situação bem peculiar. O Rei vai fazer 42 anos em dezembro e todo mundo quer saber — quanto ele vale REALMENTE agora?

    A resposta não é nada simples. E olha que estou falando do cara que já embolsou mais dinheiro que qualquer jogador na história da liga.

    A mudança de estratégia do Rei

    Lembram quando o LeBron foi pro Miami Heat em 2010? O monstro literalmente deixou grana na mesa pra ajudar o Pat Riley a montar um time campeão. Deu certo — dois anéis em quatro finais seguidas.

    Mas aí aconteceu uma parada que mudou tudo. Depois da temporada 2012-13, o Heat cortou o Mike Miller (que era parceirão do LeBron) só pra economizar 17 milhões em luxury tax. O cara tinha sido peça fundamental nos títulos, mas tchau.

    Desde então? LeBron nunca mais abriu mão de um centavo do salário máximo. Pelo menos até essa temporada, quando aceitou um desconto mínimo pros Lakers ficarem longe do segundo apron. E vocês sabem por quê ele fez isso? Porque queria que o time contratasse alguém como o Klay Thompson. Não rolou, mas a intenção tava lá.

    Mas afinal, quanto o LeBron vale hoje?

    Aqui é onde a coisa fica interessante — e meio polêmica. O Stephen Noh, do Sporting News, criou uma ferramenta pra calcular o valor real de mercado dos jogadores. Segundo essa análise, o LeBron que ganhou 52,6 milhões essa temporada valeria “apenas” 28,2 milhões.

    Pra próxima temporada? A projeção despenca pra 21,9 milhões. Ouch.

    Mas calma aí. Aplicar qualquer regressão padrão de idade no LeBron James é burrice pura. O cara não só venceu o tempo — ele passou os playoffs inteiros dando cadeirada no Pai Tempo com uma cadeira dobrável.

    E tem outro lance: segundo o Jake Fischer, existe um “sentimento geral” na liga de que se o LeBron REALMENTE quer outro anel, ele deveria aceitar o salário mínimo. Imaginem só — do máximo pro mínimo.

    A decisão que pode mudar tudo

    Olha, eu sinceramente acho que estamos vendo um momento histórico aqui. O LeBron sempre usou os contratos como alavanca pra pressionar os times a investirem no elenco. Em Cleveland, só assinava contratos curtos pra manter os Cavs gastando. Em Los Angeles, a coisa foi diferente por causa da influência da Klutch Sports.

    Mas agora? Pela primeira vez em décadas, executivos dos Lakers ficaram se perguntando quanto o LeBron valeria sem o nome famoso. E a resposta sempre ficava BEM abaixo do máximo.

    A real é que o Rei tá numa encruzilhada. Ele pode tentar embolsar mais uma grana pesada (e merecida, convenhamos), ou pode fazer a jogada mais altruísta da carreira e aceitar mixaria pra dar espaço pro time contratar peças que realmente importem pra buscar o quinto anel.

    E aí, galera — vocês acham que o LeBron vai pro caminho do dinheiro ou da glória? Porque aos 42 anos, talvez essa seja a última chance real dele de ser o cara principal em mais uma conquista histórica.

  • Árbitros ‘roubaram’ os Pistons? Cunningham detona no-call absurdo

    Árbitros ‘roubaram’ os Pistons? Cunningham detona no-call absurdo

    Cara, eu vi essa jogada umas cinco vezes e continuo incrédulo. Os Pistons tinham TUDO nas mãos pra fechar o jogo contra os Cavaliers no Game 5, mas os árbitros… ah, os árbitros.

    Vamos aos fatos: Detroit dominando, 9 pontos na frente faltando 3 minutos. Aí vem aquele clássico colapso dos Pistons (que dor) e Cleveland empata. Nos segundos finais, Donovan Mitchell vai pra cima do Ausar Thompson, que faz uma defesa MONSTRO, rouba a bola e sai correndo atrás da sobra. Só que o Jarrett Allen simplesmente derruba o garoto e… nada. Sem falta. Jogo pra prorrogação.

    Cade Cunningham não engoliu

    E olha, o Cade não deixou passar batido. Com 39 pontos, 7 rebotes e 9 assistências (que jogaço, aliás), ele foi direto ao ponto na entrevista: “Todo mundo viu a jogada, é bem claro que foi falta”.

    J.B. Bickerstaff, técnico dos Pistons, foi na mesma linha: “[Allen] fez falta no Ausar. É claro. Ele derrubou o garoto quando ele ia atrás da bola solta”.

    Sinceramente? Eu concordo com eles. Vi o lance e é inacreditável como não marcaram. O Thompson fez uma defesa perfeita no Mitchell, roubou a bola limpa e na sequência leva uma ‘rasteira’ do Allen. Se fosse marcada a falta, ele ia pra linha do lance livre podendo ser o herói da partida.

    Árbitros se defendem, mas…

    O Tony Brothers, chefe da arbitragem, disse que foi “contato incidental” entre os dois jogadores. Ah, Tony… a gente não nasceu ontem, né?

    O relatório dos últimos 2 minutos que saiu depois disse que o no-call tava certo, que os dois foram “legalmente” pro mesmo lugar. Legalmente uma ova. Vocês acham mesmo que isso foi lance normal?

    Mas o Ausar mostrou maturidade: “Não posso culpar os árbitros. Não podemos nos colocar nessas situações”. Classe pura do garoto, mas eu não teria essa paciência toda não.

    Agora os Pistons precisam de dois milagres: vencer o Game 6 em Cleveland na sexta E ainda ganhar o jogo 7. Tudo isso pra voltar às finais da Conferência Leste pela primeira vez desde 2008. Uma eternidade.

    O que vocês acham? Foi roubo mesmo ou estou sendo muito clubista aqui?

  • Knicks devem torcer para quem: Cavaliers ou Pistons?

    Knicks devem torcer para quem: Cavaliers ou Pistons?

    Cara, que situação mais interessante pros Knicks! Enquanto o pessoal de Nova York tá descansando em casa depois de varrer os 76ers, Cleveland e Detroit estão se matando numa série absurda que já tá 3-2 pros Cavs.

    E aí surge a pergunta: pelo que os Knicks devem torcer? É uma dessas situações onde você fica calculando tudo, sabe?

    A matemática do descanso

    Olha, independente de quem avançar, os Knicks PRECISAM torcer pros Pistons ganharem o jogo 6. Por quê? Simples: Game 7!

    Enquanto os Knicks já jogaram apenas 10 partidas nesses playoffs (praticamente o mínimo possível), tanto Detroit quanto Cleveland já estão com 13 jogos nas costas. Se rolar Game 7, ambos vão chegar a 14 partidas – quatro a mais que Nova York.

    Sinceramente? Isso é MUITO jogo. E não são jogaços fáceis não – estão sendo disputas de vida ou morte. Pra vocês terem ideia, Brunson, Towns e Bridges estão jogando MENOS minutos nos playoffs do que jogavam na temporada regular. É mole?

    O mais absurdo é que o último jogo dos Knicks foi dia 10 de maio. Se o Game 7 rolar domingo (17), o vencedor vai ter apenas UM DIA de descanso antes do primeiro jogo da final do Leste. Os Knicks? Uma semana inteira descansando.

    A questão do mando de quadra

    Agora, se fosse pra escolher especificamente entre Cavs e Pistons, eu iria de Cleveland sem pensar duas vezes. Por quê? Mando de quadra, meu amigo.

    Detroit terminou com 60-22 – terceira melhor campanha da liga inteira e quatro vitórias a mais que os Knicks (56-26). Se os Pistons passarem, eles têm a vantagem de casa. Mas se Cleveland avançar (eles terminaram com apenas 52-30), aí sim os Knicks jogam em casa.

    E cara, o Madison Square Garden faz TODA diferença. Os Knicks foram absurdamente melhores em casa durante a temporada regular – quarto melhor aproveitamento da liga. É outro time jogando em Nova York.

    O cenário ideal

    Na minha opinião, o cenário perfeito seria: Pistons ganham Game 6, força Game 7, mas Cleveland vence a série no último jogo. Aí os Knicks teriam o máximo de descanso possível E ainda jogariam com mando de quadra.

    Claro que independente de quem vier pela frente, vai ser guerra. Detroit é uma máquina que terminou em primeiro no Leste, e Cleveland… bem, eles não chegaram até aqui à toa. Mas com uma semana de descanso e o Garden bombando?

    Vocês acham que o descanso extra vai fazer tanta diferença assim? Eu tô curioso pra ver como os Knicks vão reagir depois de tanto tempo parados.

  • Calouro de Santa Clara pode virar primeira escolha no Draft 2026

    Calouro de Santa Clara pode virar primeira escolha no Draft 2026

    Olha, eu confesso que não estava prestando muita atenção no Allen Graves antes, mas agora o cara tá fazendo barulho no NBA Draft Combine e eu tô começando a entender por quê. O ala de 2,06m de Santa Clara botou uma condição bem clara: se rolar chance de ser primeira escolha no Draft de 2026, ele fica. Se não… aí a coisa complica pra quem tá querendo recrutar ele.

    LSU e Duke na briga

    E aí que entra o plot twist interessante. Se o Graves decidir voltar pra NCAA, ele tá de olho em dois programas pesados: LSU e Duke. Cara, imagina só – sair de Santa Clara (sem desrespeito aos Broncos) pra jogar num desses times? É um salto gigantesco de exposição.

    O que me chama atenção é que Kentucky também deu as caras, mas aparentemente Tigers e Blue Devils estão na frente da disputa. Sinceramente, faz sentido – tanto LSU quanto Duke têm histórico recente de colocar caras no Draft, e pra um jogador que tá pensando em NBA, isso pesa muito.

    Os números não mentem

    E olha que os números do garoto impressionam mesmo. Como calouro redshirt em Santa Clara, ele mandou 11.8 pontos, 6.5 rebotes e quase 2 roubos de bola por jogo. Mas o que me deixou de queixo caído foi a eficiência: 51% nos arremessos de quadra, 41% nas bolas de três e 75% nos lances livres.

    Mano, 41% de três pontos pra um cara de 2,06m? Isso é coisa de monstro. No basquete moderno, um ala que consegue esticar a quadra assim vale ouro. E ainda por cima rouba quase 2 bolas por jogo – isso mostra que o cara tem instinto defensivo.

    A real do Draft 2026

    A estratégia do Graves é esperta, não vou mentir. Primeiro rodada do Draft praticamente garante contrato garantido por alguns anos, enquanto segunda rodada é loteria. E com esse perfil de jogador moderno que ele tem, não duvido nada que algum time se apaixone.

    A pergunta que fica é: vocês acham que ele realmente tem potencial pra primeira rodada ou tá sonhando alto demais? Porque uma coisa é certa – se ele voltar pra college e for mal, pode perder essa janela de oportunidade.

    De qualquer forma, vou ficar de olho nesse Draft Combine. Se o Graves mandar bem nos testes, pode ser que a gente tenha mais um nome pra anotar na lista de prospectos interessantes de 2026.

  • Nets promovem Makar Gevorkian para GM assistente

    Nets promovem Makar Gevorkian para GM assistente

    Olha, movimentação interna no Brooklyn Nets que pode passar despercebida mas é bem significativa. Makar Gevorkian — nome difícil de pronunciar mas que tá fazendo história — acabou de ser promovido para gerente geral assistente da franquia.

    Gevorkian não chegou de paraquedas nessa posição não. O cara tá ralando no front office do Nets desde 2020, quando entrou como assistente de operações de basquete. Imaginem a trajetória: começou lá embaixo, foi subindo degrau por degrau — de associado de salary cap até diretor, depois vice-presidente, e agora GM assistente.

    O especialista em teto salarial

    Sean Marks, o GM dos Nets, elogiou a mente estratégica do Gevorkian e especialmente o conhecimento dele sobre salary cap. E cara, isso é FUNDAMENTAL na NBA hoje. A liga virou um jogo de quebra-cabeça financeiro onde cada centavo conta.

    Vocês já pararam pra pensar como é complicado montar um elenco respeitando o teto salarial? É tipo jogar Tetris em 3D enquanto alguém balança a sua cadeira. E pelo visto o Gevorkian manja muito disso.

    O perfil acadêmico por trás do sucesso

    A formação do cara impressiona: direito pela Universidade de Chicago (que não é qualquer uma), economia pela Loyola Marymount, com especialização em matemática aplicada. Basicamente, ele tem o combo perfeito para trabalhar com contratos e estratégia na NBA.

    Sendo sincero, é o tipo de perfil que os times procuram hoje em dia. A era dos GMs que eram ex-jogadores tá dando lugar pra galera mais analítica, que entende de números e consegue navegar pela complexidade financeira da liga.

    Essa promoção mostra que os Nets tão apostando na consistência interna. Em vez de buscar nomes externos, eles reconheceram o trabalho de quem já tava ali, construindo junto. E aí, acham que essa estratégia de valorizar quem cresce dentro de casa funciona melhor que contratar estrelas do mercado?