Autor: Leandro Amorim

  • Keegan Murray passou por cirurgia no tornozelo – Kings preocupados?

    Keegan Murray passou por cirurgia no tornozelo – Kings preocupados?

    Olha, não é bem assim que o Keegan Murray queria começar a preparação para a nova temporada. O ala do Sacramento Kings passou por uma cirurgia no tornozelo esquerdo na terça-feira para remover alguns fragmentos soltos que estavam atrapalhando sua movimentação.

    Os Kings disseram que ele vai ser reavaliado em seis a oito semanas. Sinceramente? Isso me deixa um pouco preocupado com o cara.

    Temporada perdida em 2023-24

    A temporada passada foi praticamente um pesadelo para o Murray. Imaginem só: um cara que estava começando a deslanchar na NBA e de repente fica limitado a apenas 23 jogos por causa de uma lesão no polegar e depois essas torções repetidas no tornozelo.

    O último jogo dele foi em 25 de fevereiro. Depois disso, os Kings decidiram que era melhor parar por aí mesmo e focar na recuperação completa. Foi a decisão certa, na minha opinião, mas dói ver um jovem talento assim sendo freado pelas lesões.

    Aposta de 140 milhões

    Agora vem a parte interessante: os Kings acabaram de dar uma extensão de cinco anos e US$ 140 milhões para o Murray nesta offseason. Isso mostra que eles ainda acreditam muito no potencial do cara, mesmo depois dessa temporada conturbada.

    E olha, eu entendo a aposta dos Kings. Quando saudável, o Murray mostrou que pode ser uma peça fundamental. O cara tem tamanho, consegue arremessar de longe e tem uma versatilidade que qualquer time gostaria de ter. Mas vocês acham que essa confiança toda não é um pouco arriscada?

    A verdade é que Sacramento precisa do Murray funcionando em alto nível se quiser brigar por algo mais sério na Conferência Oeste. Eles não podem se dar ao luxo de ter um jogador de 140 milhões passando metade da temporada no departamento médico.

    Esperemos que essa cirurgia resolva de vez os problemas no tornozelo e que ele volte mais forte. Porque, convenhamos, ver o Murray jogando bem é bom demais – quando ele está 100%, o cara realmente faz diferença em quadra.

  • Brunson joga água fria: ‘Eu não sou estrela, só quero ganhar’

    Brunson joga água fria: ‘Eu não sou estrela, só quero ganhar’

    Cara, o Jalen Brunson simplesmente mandou a real ontem quando um repórter perguntou sobre sua aceitação de um papel reduzido na armação dos Knicks. A resposta? “1) Eu não sou uma estrela. 2) Eu quero ganhar.” E ainda completou saindo da entrevista: “Eu não sou egocêntrico, é por isso.”

    Mano, que humildade absurda. Numa era onde todo mundo quer ser o protagonista, o cara simplesmente aceita dividir os holofotes com o Karl-Anthony Towns sem piscar o olho.

    A virada que mudou tudo

    A história começou quando os Knicks estavam perdendo por 2-1 para o Atlanta Hawks na primeira rodada dos playoffs. O técnico Mike Brown chegou no vestiário e propôs uma mudança radical: passar mais bolas pro KAT, tirando um pouco da responsabilidade do Brunson.

    E qual foi a reação do armador? “Foi assim: ‘OK, vamos fazer isso’”, contou Brunson. “Foi simples assim. Não tem muito o que discutir quando você está perdendo por 2-1.”

    Resultado? Sete vitórias consecutivas. SETE. Os Knicks estão destruindo os adversários por uma média de 26.4 pontos de diferença no período. É de dar inveja em qualquer time da liga.

    Números que falam por si só

    E olha, não é que o Brunson saiu perdendo nessa história. Muito pelo contrário. Durante essa sequência absurda de vitórias, ele está fazendo 27.3 pontos por jogo com 51.9% nos arremessos de quadra e 42.6% de três pontos. Sua eficiência por posse de bola subiu de 0.285 na temporada regular para 0.324 agora nos playoffs.

    Já o Towns? O cara registrou 66 assistências nos playoffs – 44 a mais que no ano passado. É muita evolução, pessoal.

    “Colocar o KAT nessa posição sabendo que temos ótimos bloqueadores e cortadores, e como eu disse, um ótimo facilitador, ficou mais fácil dizer ‘vamos tentar e fazer mais isso’”, explicou o técnico Brown.

    Mentalidade de campeão

    Sinceramente? Essa atitude do Brunson me lembra muito do que acontece com os grandes campeões. O cara assinou uma extensão de contrato de 4 anos e US$ 156.5 milhões aceitando MENOS que o valor de mercado para ajudar os Knicks a não passarem do segundo patamar salarial e fortalecerem o elenco.

    Vocês acham que muitos jogadores fariam isso hoje em dia? Eu tenho minhas dúvidas. Mas é exatamente essa mentalidade que separa os verdadeiros vencedores dos caçadores de estatísticas.

    Com os Knicks voando alto e Brunson mostrando que liderança às vezes é saber quando dar um passo para trás, fica a pergunta: será que Nova York finalmente encontrou a fórmula para uma campanha longa nos playoffs?

  • NBA virou terra de lesão muscular — culpa da era do stepback?

    NBA virou terra de lesão muscular — culpa da era do stepback?

    Cara, vou falar uma coisa que tá me incomodando há um tempão: a NBA virou um festival de lesão muscular. E não é impressão minha não — os números são absurdos.

    Pensa comigo: em 2010, a liga toda teve 18 lesões na panturrilha. Ano passado? Sessenta. Nesta temporada? Oitenta e seis! É quase cinco vezes mais. Isso não é normal.

    O drama dos playoffs

    Os playoffs viraram uma novela de contusão. Jalen Williams perdeu seis jogos do Thunder por problema no posterior. Franz Wagner, OG Anunoby, Aaron Gordon — todo mundo no departamento médico com panturrilha ou posterior da coxa. O Donte DiVincenzo rompeu o tendão de Aquiles. O Luka perdeu TODA a campanha dos Lakers por causa de uma lesão grau 2 no posterior.

    E olha que ironia: Anthony Edwards voltou de lesão no joelho só pra ficar limitado de novo. Sinceramente, parece que os caras não conseguem mais jogar uma temporada inteira sem quebrar algo.

    A revolução do um pé só

    Aqui que a coisa fica interessante. Ron Adams, técnico auxiliar veteraníssimo da NBA, mandou uma real: “O basquete costumava ser um esporte de dois pés. Se você assistisse um treino do John Wooden, era sempre igual: chegue no garrafão e jogue com os dois pés apoiados. Hoje em dia, o jogo é de um pé só.”

    Faz sentido demais. Pensa nos movimentos que dominam o jogo hoje: o stepback de três (que todo mundo tenta fazer igual ao Harden) e o euro-step. Os dois movimentos botam uma pressão desgraçada na panturrilha e no posterior da coxa.

    A ciência por trás disso é meio assustadora. Quando você faz um stepback, o músculo fica ativado E esticado ao mesmo tempo — é exatamente a receita perfeita pra lesão. É como forçar o elástico no limite.

    Os reis do stepback pagaram o preço

    Olha só esse dado que me deixou de cara: o Tatum tentou 11 stepbacks de três na temporada de calouro em 2017-18. Nesta temporada? Duzentos e cinquenta e um! Vinte e três vezes mais, cara.

    Apenas cinco jogadores passaram de 1.000 stepbacks na carreira: Harden, Doncic, Curry, Tatum e Damian Lillard. Adivinha? Lillard e Tatum já romperam o Aquiles. O Doncic teve três lesões na panturrilha. E o Curry — que nunca se machucou sério em 17 anos — teve sua primeira lesão muscular nos playoffs do ano passado.

    Isso não pode ser coincidência.

    O mais preocupante são as lesões recorrentes. Treze jogadores se machucaram múltiplas vezes na panturrilha só nesta temporada. Seis caras tiveram três ou mais lesões na panturrilha em uma temporada: Coby White, Rui Hachimura, Isaiah Hartenstein, Giannis, Evan Mobley e Ty Jerome.

    Pra você ter ideia do absurdo: de 2010 a 2024 (14 temporadas), isso só tinha acontecido cinco vezes no total. Agora aconteceu seis vezes em um ano só!

    Vocês acham que a NBA precisa repensar o calendário? Porque 82 jogos na temporada regular + dois meses de playoffs + torneio da temporada… não dá pra culpar só os stepbacks. O corpo humano tem limite, né?

    Na minha opinião, a liga criou um monstro: um estilo de jogo espetacular de assistir, mas que tá literalmente quebrando os jogadores. E aí, será que vale a pena?

  • Bulls reformulam front office com Stephen Mervis e Acie Law

    Bulls reformulam front office com Stephen Mervis e Acie Law

    Os Bulls tão mexendo pesado no front office e, sinceramente, era mais que hora. Stephen Mervis acaba de ser contratado como Vice-Presidente Sênior de Operações de Basquete, virando o braço direito do novo VP executivo Bryson Graham.

    Mervis vem do Magic com experiência

    O cara não é novato no pedaço — estava como gerente geral assistente do Orlando Magic e tem uma bagagem legal desde 2013, quando começou no Indiana Pacers. Nove anos de NBA nas costas, já viu de tudo um pouco.

    O que me chamou atenção foi que os Bulls também tavam de olho no Dave Lewin pra essa posição. Pelo visto o cara impressionou tanto na entrevista pro cargo principal (que foi pro Graham) que quase levou esse role também. Competição boa sempre eleva o nível.

    Acie Law completa o pacote

    E não para por aí — Acie Law vai ser o novo VP de Pessoal de Jogadores. Law e Graham jogaram juntos na universidade no Texas A&M, então já tem aquela química e confiança mútua. Eu curto quando tem essa conexão pessoal, porque facilita muito a comunicação no dia a dia.

    Olha, depois de anos vendo os Bulls patinando nas decisões de front office, essa reformulação toda me dá uma esperança. Graham chegou pra mudar as coisas e já tá montando a equipe dele. Vocês acham que essa nova configuração vai conseguir tirar os Bulls dessa mediocridade que tá há anos?

    O time precisa urgente de uma direção clara, especialmente pensando no futuro do DeMar DeRozan e nas próximas escolhas de draft. Com Mervis e Law no comando das operações, pelo menos parece que vai ter gente experiente tomando as decisões importantes.

  • Adam Silver quer acabar com tanking: proposta vai dar odds iguais pra todo mundo

    Adam Silver quer acabar com tanking: proposta vai dar odds iguais pra todo mundo

    Olha, o Adam Silver finalmente decidiu meter o pé na porta. O comissário da NBA confirmou que tem uma proposta pronta pra acabar de vez com essa palhaçada de time perdendo de propósito pra pegar pick alto no draft. E cara, a ideia é bem radical.

    A proposta que vai ser apresentada pros donos de franquias no final de maio é o famoso sistema de “odds iguais” – ou como ele mesmo chamou, um sistema onde “você não tem incentivo nenhum pra ser ruim”. Basicamente, ser o pior time da liga não vai mais garantir as melhores chances no draft.

    O sistema 3-2-1 que vai virar tudo de cabeça pra baixo

    A ESPN já tinha vazado os detalhes do que eles chamam de sistema “3-2-1”, e é exatamente isso que o Silver confirmou. Os três piores times da temporada vão ter chances MENORES de pegar a primeira pick do que os times que ficaram entre o 4º e 10º lugar. É tipo uma “zona de rebaixamento” do draft.

    “Se você é um dos três piores times da liga, vai ter odds piores que times que ficaram entre o quarto lugar até quem não classificou pros playoffs”, explicou o Silver no programa do Stephen A. Smith. Mano, imaginem o Jazz descobrindo isso depois de ter vendido metade do time esse ano?

    E não para por aí. A liga também vai ter mais poder pra punir time que tá claramente fazendo tanking. Lembram da multa de 500 mil pro Jazz? Isso vai ser fichinha perto do que pode vir. Silver deixou claro que podem até tirar bolas da loteria ou mudar a ordem do draft diretamente.

    Times vão pensar duas vezes antes de trocar picks

    Uma consequência interessante dessa mudança é que os times vão ficar bem mais cautelosos na hora de trocar picks futuros. Afinal, se qualquer time pode pegar uma pick alta independente de ser ruim, por que diabos você venderia sua pick de 2026?

    A proposta é temporária – vai durar até 2029, quando o novo acordo coletivo entrar em vigor. Silver admitiu que “os times são incrivelmente inovativos em encontrar formas de burlar o sistema”, então eles querem esse tempo pra estudar outras maneiras criativas de distribuir os jogadores.

    Sinceramente? Era hora. Ver time descaradamente perdendo jogo no final da temporada é constrangedor. Washington, Utah, Memphis e Chicago fizeram moves óbvios pra melhorar posição no draft nas últimas semanas, e todo mundo fingiu que não viu.

    Vocês acham que essa mudança vai funcionar ou os times vão dar um jeito de burlar mesmo assim? Na minha opinião, sempre tem um maluco que acha uma brecha no sistema.

  • Kerr quase se aposentou dos Warriors, mas mudou de ideia no último minuto

    Kerr quase se aposentou dos Warriors, mas mudou de ideia no último minuto

    Cara, quase perdemos o Steve Kerr! O técnico dos Warriors estava 95% decidido a pendurar as chuteiras após 12 temporadas no comando da franquia. Mas aí aconteceu algo que mudou tudo: a vitória épica sobre os Clippers no play-in.

    “Eu não vou embora”, disse Kerr para sua comissão técnica no vestiário depois da virada contra o Clippers. A esposa dele, Margot, mandou um texto dizendo exatamente a mesma coisa. Imagina a tensão!

    O drama interno que quase tirou Kerr da NBA

    Desde junho do ano passado, o técnico já vinha batendo papo com a família sobre aposentadoria. Na cabeça dele, a dinastia dos Warriors tinha chegado ao fim e ele não queria ser aquele cara que fica além da conta. Sabe como é, né? Ele viu o que aconteceu com o Gregg Popovich no Spurs — o cara simplesmente não conseguia largar o osso.

    “Percebi que ele não conseguia fazer isso”, disse Kerr sobre Pop. “Ele não conseguia se afastar.”

    Mas olha só a ironia: Kerr quase caiu na mesma! Quando chegou o play-in, ele estava praticamente decidido. Até contou para a comissão técnica que a decisão estava quase batida. Só que daí rolou aquela virada absurda contra os Clippers, com Al Horford metendo quatro bolas de três seguidas e o Curry fazendo a jogada decisiva.

    A pressão da família e o papo com Curry

    Depois da vitória, Kerr foi direto na casa do Curry em Atherton para bater um papo franco com o craque. Conversou também com o dono Joe Lacob e o GM Mike Dunleavy. A filha dele, Maddy, deu uma bronca nele por ficar focando no que não gostava no trabalho ao invés das mil coisas boas. E a Margot queria que ele ficasse — até porque isso mantinha o filho Nick e a família por perto.

    “Treinar desbloqueou a melhor versão de mim mesmo”, confessou Kerr. “Acho que tenho medo de perder esse envolvimento diário e propósito que não só alimenta minha alma, mas me ajuda a lidar com minha dor crônica literal.”

    Sinceramente, dá para entender o dilema do cara. Lacob deixou claro que queria ele de volta, e os dois — mesmo depois de algumas divergências durante a temporada — concordaram que o que os Warriors construíram vale a pena ser protegido.

    O futuro ainda reserva surpresas?

    Kerr ligou para o Curry para contar a decisão, e os dois conversaram sobre os planos para frente. Até o Draymond Green entrou na jogada, indo no “Inside the NBA” repetir os temas de uma carta pessoal que Kerr tinha escrito para ele durante uma fase complicada da temporada.

    “Sou igualzinho ao Riley”, riu Kerr, fazendo referência à famosa incapacidade do Pat Riley de se afastar do basquete. E olha que não faltaram ofertas — tinha proposta para virar presidente de time e até voltar para a TV.

    “Eu não sou um cara de terno e gravata”, disse sobre comandar um front office. “Eu quero o apito.”

    E aí, vocês acham que foi a decisão certa? Eu, particularmente, acho que os Warriors ainda têm lenha para queimar com essa dupla Curry-Kerr. Mas vai saber o que o futuro reserva para essa franquia…

  • Allen Graves entre Duke e LSU se não for primeira rodada do Draft

    Allen Graves entre Duke e LSU se não for primeira rodada do Draft

    Olha, o Draft da NBA está esquentando e tem um cara que tá chamando atenção: Allen Graves, ex-Santa Clara. O moleque de 6’9″ (2,06m) tá numa situação interessante — pode virar primeira escolha do Draft ou transferir para Duke ou LSU. Imagina só essa decisão!

    Graves acabou de jogar sua temporada de calouro em 2024-25 (sim, ele é novinho mesmo) e praticamente explodiu no final da temporada. Ajudou os Broncos a conseguirem uma vaga at-large no March Madness, e seu valor de Draft disparou. Sinceramente? Não esperava que um cara de Santa Clara fosse fazer tanto barulho assim.

    A encruzilhada: NBA ou college

    No NBA Combine dessa semana, Graves revelou que só duas universidades entraram em contato com ele: LSU e Duke. Cara, Duke! Imagina sair de Santa Clara direto pra Duke? É tipo sair do interior e ir direto pro Real Madrid.

    “As únicas duas escolas com as quais tive conversas foram LSU e Duke”, disse Graves. Ele mencionou que Kentucky também entrou em contato com seus agentes, mas Duke e LSU são as prioridades. E a cereja do bolo? “Prefiro ficar no Draft da NBA se for primeira rodada.”

    Olha, estratégia inteligente. Se for garantido na primeira rodada, fica no Draft. Se não, vai pra Duke ou LSU e volta ano que vem mais forte. Na minha visão, com esses números que ele fez, primeira rodada é bem possível.

    Os números que impressionam

    E por que todo mundo tá de olho nele? Simples: 11.8 pontos e 6.5 rebotes por jogo, mas o mais absurdo foi o aproveitamento de três: 41.3%! Um cara de 2,06m metendo bomba de três com mais de 40% de aproveitamento? Isso é ouro puro na NBA atual.

    Esse tipo de jogador — ala versatil que espalha a quadra — tá em alta demais. Lembra do que aconteceu com caras como Paolo Banchero e Franz Wagner? Alas grandes que sabem jogar, arremessar de longe e criar jogadas. Graves tem exatamente esse perfil.

    Com o Combine rolando e o Draft chegando em junho, apostaria que alguém vai apostar nele na primeira rodada. E vocês, acham que ele deve arriscar ou ir pra Duke garantir mais um ano de desenvolvimento? Eu acho que se tem vaga garantida na primeira rodada, vai fundo!

  • Cade deu show e humilhou Mitchell, mas Pistons perderam mesmo assim

    Cade deu show e humilhou Mitchell, mas Pistons perderam mesmo assim

    Gente, vocês viram aquele lance do Cade Cunningham ontem? O cara simplesmente deixou o Donovan Mitchell perdido na quadra e ainda enterrou a bomba de três. A cara do Mitchell depois foi impagável — daquelas que viram meme na hora.

    Foi no Game 5 entre Pistons e Cavaliers, lá em Detroit. Série empatada 2-2, aquela tensão toda no ar. O Cade fingiu que ia fazer o hand-off com o Paul Reed, o Mitchell mordeu a fake, e quando viu, o garoto de Detroit já tava lá atrás da linha dos três pontos mandando pra dentro. Pura maldade.

    O lance que parou a internet

    Sinceramente, esse tipo de jogada me lembra por que o Cade é considerado um dos armadores mais espertos da liga. O cara tem apenas 24 anos e já tá fazendo esse tipo de coisa com veteranos casca-grossa como o Mitchell. A expressão do Donovan foi de quem pensou: “Nossa, fui feito de otário”.

    Mas olha, por mais bonito que tenha sido o lance, o resultado final doeu. Os Pistons perderam na prorrogação por 117-113, e agora os Cavs lideram a série por 3-2. Cleveland ganhou três jogos seguidos — isso dói, cara.

    Cade foi um monstro, mas não bastou

    O armador dos Pistons fez uma partida absurda: 39 pontos (maior pontuação do jogo), 7 rebotes, 9 assistências e 2 roubadas de bola. Arremessou 13/27 dos campo e acertou 6 das 10 tentativas de três. Numbers de MVP, sem dúvida.

    Do outro lado, Mitchell teve uma noite mais discreta com 21 pontos, 4 rebotes e 3 assistências. Não foi mal, mas certamente não foi o suficiente pra segurar a pressão do Cade.

    O que mais me chamou atenção foi como os Pistons quase viraram no final. Chegaram a dois pontos de diferença faltando 26 segundos, mas aí os Cavs foram cirúrgicos nos lances livres e fecharam o caixão.

    Ausar salvou, mas não foi suficiente

    Menção honrosa pro Ausar Thompson, que forçou a prorrogação com uma tapada épica no Mitchell no último lance do tempo regulamentar. Imaginem a emoção — o cara salvou o time na raça, mas não conseguiram aproveitar na overtime.

    Agora é tudo ou nada no Game 6, em Cleveland. Os Pistons precisam vencer pra forçar o jogo 7 e manter o sonho vivo. E vocês, acham que Detroit consegue dar a volta por cima? Eu confesso que tô com um pé atrás — três derrotas seguidas é coisa séria nos playoffs.

    Mas se tem uma coisa que aprendi acompanhando NBA é que nunca dá pra descartar um time com um armador do nível do Cade. O garoto tá jogando como se a vida dependisse disso.

  • Atkinson manda a real: jogo 6 é decisivo pros Cavs

    Atkinson manda a real: jogo 6 é decisivo pros Cavs

    Cara, que sufoco foi esse jogo 5 entre Cavs e Pistons! Cleveland saiu com a vitória por 117-113 na prorrogação, mas foi na raça mesmo. E o Kenny Atkinson não teve papas na língua depois da partida — mandou a real que todo mundo já sabia mas ninguém falava.

    “Jogo 6 é must-win pro Cavs”, disse o técnico. Traduzindo: não dá pra brincar em casa, tem que fechar a série sexta-feira mesmo.

    Virada heroica em Detroit

    Olha, eu não esperava uma partida tão doida assim. Os Cavs perderam por uns bons pontos no primeiro tempo e chegaram a estar atrás por 9 pontos nos últimos 3 minutos. Aí que a mágica aconteceu: Max Strus, James Harden e Donovan Mitchell decidiram que não ia ser dessa vez.

    Teve até uma não-marcação polêmica no final do tempo normal que poderia ter dado a vitória pros Pistons. Mas a vida é assim mesmo — basquete é sobre fazer as jogadas quando importa.

    Na prorrogação foi show da defesa de Cleveland. Seguraram Detroit em apenas 2 pontos na primeira metade da prorrogação. Dois pontos! Mitchell resolveu do outro lado e abriu 7 de vantagem.

    Agora é decidir em casa

    A matemática é simples: Cavs estão 6-0 jogando em casa nesses playoffs. Seis e zero, monstro! Orlando e agora Detroit já sentiram o peso da torcida de Cleveland.

    Mas cuidado — esses Pistons não são bobos não. Conseguiram virar uma série contra o Magic depois de estar perdendo por 3-1. Quem acompanha NBA sabe que isso aí não é brincadeira.

    Sinceramente? Acho que os Cavs fecham sexta-feira mesmo. Jogando em casa, com essa sequência absurda, e depois de mostrar que têm personalidade pra virar jogo difícil… difícil imaginar eles desperdiçando essa chance.

    E aí, vocês acham que Cleveland consegue fechar em casa ou vai ter jogo 7 em Detroit? Eu já tô ansioso pra ver se eles conseguem chegar nas finais da conferência!

  • Grizzlies podem trocar Aldama e virar protagonistas do Draft 2026

    Grizzlies podem trocar Aldama e virar protagonistas do Draft 2026

    Olha, eu não esperava que os Grizzlies fossem se tornar um dos times mais ativos do mercado, mas aqui estamos. A temporada 2026 promete ser uma loucura total para Memphis, e Santi Aldama pode ser a peça-chave de tudo isso.

    O espanhol assinou uma extensão de três anos por US$ 52,5 milhões no verão passado — um contrato que, sinceramente, é uma pechincha nos dias de hoje. Com apenas 26 anos e produzindo bem no garrafão, Aldama virou o ativo mais valioso que os Grizzlies têm para negociar.

    Por que trocar agora?

    A situação em Memphis tá complicada mesmo. Com as polêmicas do Ja Morant, as lesões constantes e aquela troca do Jaren Jackson Jr. que ainda dói no coração da torcida, o time precisa de uma reformulação geral. O técnico novato Tuomas Iisalo herdou uma bagunça, e próxima temporada não vai ser moleza.

    Mas aqui que fica interessante: enquanto todo mundo fica esperando o que vai rolar com Morant e se o Giannis vai mesmo sair do Milwaukee, Aldama pode ser o primeiro dominó a cair antes do Draft. E isso pode render uma grana boa pros Grizzlies.

    As propostas que tão rolando

    Os Bucks estão desesperados. Depois da era Dame Lillard que nunca decolou de verdade, Milwaukee tá com o cofre vazio e o Giannis impaciente. Uma troca envolvendo Aldama, GG Jackson, Jaylen Wells e as picks 16ª e 32ª do Draft pode interessar.

    Em troca? Kyle Kuzma (que tem contrato expirando), Ryan Rollins, Kevin Porter Jr. e a 10ª pick. Não é um negócio ruim, considerando que os Grizzlies precisam reconstruir mesmo.

    Mas o Oklahoma City Thunder também tá na jogada. O time de lá vai ter que pagar uma taxa absurda quando renovar com o núcleo jovem, então pegar Aldama por um valor mais controlado faz todo sentido. A proposta deles inclui Lu Dort (expirando) e Nikola Topic, além de três picks no Draft.

    E aí, vale a pena?

    Na minha visão, os Grizzlies têm que aproveitar esse momento. Aldama tá no auge do valor de mercado, e ficar segurando ele enquanto o time afunda não faz sentido nenhum.

    O Heat também pode entrar na disputa — imagina o Spo trabalhando com Aldama? Seria monstro. E os Warriors, sempre atrás de aliviar a folha salarial, podem oferecer algo interessante também.

    Vocês acham que Memphis deveria trocar o espanhol agora ou tentar mais uma temporada com ele? Eu acho que é hora de pensar no futuro, mesmo sendo difícil se desfazer de um cara tão versátil.