Autor: Leandro Amorim

  • OG Anunoby volta aos treinos, mas Knicks ainda têm dúvidas

    OG Anunoby volta aos treinos, mas Knicks ainda têm dúvidas

    Gente, a situação do OG Anunoby nos Knicks tá esquentando! O cara voltou aos treinos na quarta-feira depois de perder os dois últimos jogos da varridinha de 4-0 nos Sixers por causa de uma lesão no posterior da coxa. Mas calma aí — ele não tá 100% ainda.

    “Ele treinou hoje em alguns aspectos”, disse o técnico Mike Brown pros jornalistas. “Algumas partes do treino. Quando fomos pro jogo vivo, ele não participou.” Ou seja, ainda tão com o pé no freio mesmo.

    O que o OG fez no treino?

    Durante o treino, Anunoby focou nos arremessos de 3 pontos e lances livres. Básico, mas pelo menos tá mexendo a estrutura, né? Quando perguntaram se ele já tava correndo em velocidade máxima, Brown não quis entregar o jogo.

    Olha, eu entendo a cautela. Depois de uma varridinha histórica nos Sixers, por que arriscar o cara pra Finais de Conferência? O Deuce McBride entrou no lugar dele como titular nos dois últimos jogos e se virou bem.

    E agora, quando começam as Finais do Leste?

    As Finais de Conferência devem começar domingo ou terça-feira, dependendo de quantos jogos vai durar a série entre Pistons e Cavaliers. Tá 2-2 no momento, com jogo 5 hoje à noite em Detroit.

    A boa notícia? Ian Begley, do SNY, já tinha reportado na semana passada que a lesão do Anunoby era menor e que o sentimento geral era de “otimismo”. Era possível que ele jogasse os jogos 3 ou 4 contra o Philadelphia, mas depois que os Knicks abriram 3-0, não fazia sentido arriscar.

    Sinceramente, acho que os Knicks vão ter ele de volta pro primeiro jogo das Finais. O time médico vai continuar avaliando dia a dia, mas uma semana de descanso extra deve ser suficiente. E vocês, acham que ele aguenta a pressão das Finais mesmo vindo de lesão?

  • Allen Graves pode ir pro Draft mas LSU e Duke tão na cola

    Allen Graves pode ir pro Draft mas LSU e Duke tão na cola

    Olha só que situação interessante: Allen Graves, o calouro sensação do Santa Clara, tá literalmente dividido entre três mundos diferentes. O cara pode ir pro Draft da NBA, pode transferir pra LSU ou Duke, ou… bem, ainda não sabemos o que vai rolar.

    Segundo o Jeff Borzello da ESPN, Graves teve conversas com LSU e Duke sobre uma possível transferência. Kentucky também deu uma sondada através dos agentes dele, mas aparentemente LSU e Duke estão na frente da corrida. Cara, imagina só — você sai de Santa Clara e de repente tem Duke te ligando. Deve ser surreal.

    O dilema do garoto prodígio

    A questão é que Graves ainda tá no processo do Draft da NBA. E aqui que fica interessante: o moleque só vai considerar ficar no basquete universitário se não pintar uma seleção na primeira rodada. Traduzindo: se ele for cotado pra segunda rodada, ele volta pra faculdade. Esperto, né?

    E cara, tem que entender o hype em volta dele. Na temporada passada, como calouro, o garoto meteu 11.8 pontos, 6.5 rebotes e 1.8 assistências por jogo. Levou o prêmio de Calouro do Ano da WCC E de Sexto Homem do Ano. Isso é coisa de monstro mesmo.

    Draft ou faculdade? O mock draft já tem resposta

    O mock draft mais recente da CBS Sports coloca Graves como 21ª escolha geral pro Detroit Pistons. Se isso se confirmar, tchau faculdade, oi NBA. Mas vocês sabem como é mock draft — às vezes acerta, às vezes…

    Na minha opinião, se eu fosse ele, testaria mesmo as águas da NBA. Cara jovem, físico bom, números sólidos na WCC. Claro que Duke e LSU são tentadores — principalmente Duke, que é praticamente uma fábrica de estrelas da NBA. Mas será que vale a pena esperar mais um ano?

    A declaração dele pro Draft foi bem emotiva, falando sobre bênçãos e agradecendo a Deus e a família. Dá pra ver que o garoto tem a cabeça no lugar, o que é fundamental nesse momento de decisão.

    E aí, o que vocês acham? Graves deveria apostar na NBA agora ou fazer mais uma temporada universitária pra subir no Draft? Eu fico curioso pra ver o que ele vai escolher — especialmente se pintarem mais conversas com outros programas tops.

  • Dave Portnoy detona LeBron nos Lakers: ‘fracasso completo’

    Dave Portnoy detona LeBron nos Lakers: ‘fracasso completo’

    Olha, eu já vi muito hate direcionado ao LeBron ao longo da carreira dele, mas o que o Dave Portnoy falou sobre a passagem do King pelos Lakers foi de lascar. O cara do Barstool Sports simplesmente destruiu o legado do LeBron em Los Angeles em uma thread no Twitter que tá dando o que falar.

    Tudo começou quando o Nick Wright, da Fox Sports, defendeu que a passagem do LeBron pelos Lakers foi um sucesso. Aí o Portnoy resolveu soltar o verbo e não poupou ninguém.

    O ataque direto ao título de 2020

    A parte mais pesada? Portnoy chamou o título de 2020 de “torneio mickey mouse da bolha”. Cara, eu entendo que aquele campeonato foi diferente por causa da pandemia, mas deslegitimar um título da NBA é pesado demais. O LeBron jogou absurdamente naquela final contra o Miami Heat – foram quase 30 pontos, 12 rebotes e 8 assistências de média.

    Mas o Portnoy não parou por aí. Ele disse que considerar a passagem do LeBron pelos Lakers como qualquer coisa além de “fracasso completo e total” seria um desserviço ao próprio jogador. Na visão dele, em 8 anos de Lakers, o cara só conseguiu fazer os playoffs por “uma xícara de café” e nunca foi uma ameaça real.

    Comparação com os lendários

    A comparação que mais doeu foi quando o Portnoy disse que o Michael Jordan e o Bill Russell estavam ganhando títulos na idade atual do LeBron, não sendo “bucha de canhão” pros adversários. Aí ele foi mais longe ainda e comparou o King com Clyde Drexler e Karl Malone – jogadores incríveis que nunca ganharam anel.

    Sinceramente? Acho que o Portnoy exagerou na dose. Sim, dá pra questionar se 8 anos nos Lakers com apenas um título é o ideal pra um cara que se considera o GOAT. Mas “fracasso completo”? O time fez playoffs em 7 das 8 temporadas, chegou em duas finais de conferência e ganhou um anel. Não é Michael Jordan, mas fracasso também não é.

    E tem outro ponto: o cara chegou nos Lakers com 33 anos, não com 23. Comparar com MJ que ganhou títulos dos 28 aos 35 não faz muito sentido, né?

    O contexto que ninguém quer falar

    O que me incomoda nessa discussão toda é que o pessoal esquece o contexto. O LeBron pegou um Lakers que vinha de anos horríveis, com jovens que não estavam prontos e uma franquia completamente perdida. Em Cleveland, ele teve o Kyrie e depois voltou pra casa. No Miami, juntou com Wade e Bosh no auge.

    Nos Lakers? Ele basicamente carregou o Anthony Davis (que vive machucado) e um monte de veterano aposentado nas costas por anos. E mesmo assim conseguiu um anel e algumas campanhas decentes nos playoffs.

    Vocês acham que o LeBron realmente “falhou” nos Lakers? Ou é só mais uma dessa guerra infinita entre fãs do MJ e do King que nunca vai ter fim?

  • Wemby destruiu Minnesota e os Spurs estão a um jogo das finais do Oeste

    Wemby destruiu Minnesota e os Spurs estão a um jogo das finais do Oeste

    Cara, que aula o Wembanyama deu ontem! Depois de ser expulso no jogo anterior por dar uma cotovelada no Naz Reid, o alienígena voltou com tudo no Game 5 contra o Minnesota. E quando eu digo com tudo, é COM TUDO mesmo: 16 pontos em SEIS MINUTOS de primeiro quarto.

    Os Spurs golearam os Wolves por 126-97 e agora lideram a série por 3-2. Ou seja, estão a uma vitória de chegar nas finais da Conferência Oeste. Sinceramente, depois do que eu vi ontem, acho que já era para Minnesota.

    Wemby descontrolado desde o primeiro minuto

    O francês terminou a primeira parcial com 18 pontos e os Spurs já tinham 15 de vantagem. Minnesota até tentou reagir e diminuiu para 4 pontos, mas foi só isso que conseguiram fazer de bom no jogo inteiro.

    No final das contas, Wemby fechou com 27 pontos (9-16 nos arremessos), 17 rebotes, 5 assistências e 3 tocos. Monstro. Ele virou o terceiro jogador mais jovem da história dos playoffs a fazer 25+ pontos, 15+ rebotes e 5+ assistências – só Magic Johnson e Luka fizeram isso mais novos.

    E olha só o dado absurdo: desde aquele Game 1 fraco, Wemby está fazendo média de 28.3 pontos, 15.6 rebotes e 3.3 tocos nos jogos 2, 3 e 5, com 59% de aproveitamento nos arremessos. Minnesota simplesmente não consegue parar o cara.

    Keldon Johnson também acordou no momento certo

    Mas não foi só o Wemby. Keldon Johnson finalmente apareceu nessa série com 21 pontos (8-11 nos arremessos), sendo seu melhor jogo nos playoffs até agora. O KJ estava sumido ofensivamente, mas escolheu a hora certa para explodir.

    E a defesa dos Spurs? Simplesmente não deixou os Wolves respirarem. No terceiro quarto, quando Minnesota empatou em 61, San Antonio meteu um 18-6 devastador e abriu 18 pontos de vantagem. Game over.

    Vocês acham que Minnesota consegue forçar um Game 7 em casa, ou os Spurs fecham na próxima? Na minha opinião, depois dessa exibição do Wemby, é muito difícil ver os Wolves se recuperando psicologicamente.

    O que mais me impressiona é como o garoto de 21 anos está lidando com a pressão dos playoffs. Tomou uma expulsão polêmica no jogo anterior e voltou ainda mais motivado. Isso aí é mentalidade de campeão.

  • O que fazer com PG? Novo chefe dos Sixers tem pepino nas mãos

    O que fazer com PG? Novo chefe dos Sixers tem pepino nas mãos

    Cara, que situação complicada pros Sixers, né? Com o Daryl Morey saindo da presidência de operações de basquete, quem quer que o Bob Myers trouxer pro cargo vai ter que lidar com uma batata quente chamada Paul George.

    O veterano de 36 anos vai embolsar 54.1 milhões na próxima temporada e ainda tem uma opção de jogador de 56.5 milhões em 2027-28 — que obviamente ele vai exercer. Olha, é muito dinheiro pra um cara que já passou dos 35, não vou mentir.

    PG voltou a jogar bola depois da suspensão

    Mas aqui que a coisa fica interessante. Depois de cumprir aquela suspensão de 25 jogos (que história bizarra aquela, né?), o Paul George voltou a jogar num nível bem decente. Contra o Boston nos playoffs, o cara fez 16.4 pontos por jogo, 49.3% de três e ainda defendeu bem o Tatum e o Jaylen Brown.

    Ele mesmo admitiu que finalmente conseguiu se recuperar daquela lesão no joelho que tava atrapalhando: “Este verão, a fase de reabilitação ficou pra trás, então posso ter um verão de verdade melhorando meu jogo”.

    Sinceramente? Achei que ele não ia mais conseguir voltar a esse nível. Mas o monstro provou que ainda tem lenha pra queimar.

    Trocar ou não trocar? Eis a questão

    Agora vem o dilema do novo executivo. PG não é mais visto como um dos piores contratos da liga — o que abre possibilidades. Será que rola uma troca pra trazer múltiplos jogadores e melhorar a profundidade do elenco?

    A dupla Tyrese Maxey e VJ Edgecombe representa o futuro da franquia. Faz sentido manter um veterano carão que combina bem com eles, ou é melhor apostar em peças mais jovens que se alinhem melhor com o timeline desses caras?

    Paul George deixou claro que curtiu Philadelphia: “Foi incrível. Torcedores incríveis, me apoiaram em todos os altos e baixos”. Mas né, no final das contas quem decide não é ele.

    Na minha visão, o mais provável é ele ficar mesmo. Dois anos não é uma eternidade, e se conseguir manter esse nível dos playoffs, pode ser uma peça valiosa enquanto Maxey e Edgecombe se desenvolvem. Mas e vocês, acham que os Sixers devem tentar uma troca ou apostar na recuperação total do PG?

  • OG Anunoby deve voltar no Jogo 1 das finais do Leste pelos Knicks

    OG Anunoby deve voltar no Jogo 1 das finais do Leste pelos Knicks

    Galera, parece que os Knicks vão ter o OG Anunoby de volta bem na hora certa! Segundo o Shams Charania da ESPN, existe uma expectativa real de que o ala-pivô canadense esteja disponível para o Jogo 1 das finais da Conferência Leste.

    O cara machucou o posterior da coxa direita no finalzinho do Jogo 2 contra o Philadelphia 76ers e ficou de fora dos Jogos 3 e 4. Mas olha só — mesmo sem ele, os Knicks fizeram uma varredura histórica nos Sixers. A primeira série 4-0 deles desde 1999, monstro!

    Recuperação no ritmo certo

    “Sem complicações inesperadas, há otimismo para o status dele no Jogo 1”, disse Charania ontem no SportsCenter. O jogador já participou de partes do treino e fez trabalho individual na quadra. Uma semana certinha fora, sendo avaliado todos os dias.

    Sinceramente, acho que os Knicks estão fazendo a coisa certa — não tem pressa nenhuma. O adversário das finais do Leste ainda nem foi definido! Cavaliers e Pistons estão empatados 2-2, então sobra tempo de sobra para o OG se recuperar 100%.

    Números absurdos nos playoffs

    E que falta ele fez, né? O cara estava simplesmente demolindo tudo nestes playoffs. Em oito jogos, OG estava com médias de 21,4 pontos, 7,5 rebotes, 1,9 roubadas e 1,1 tocos. Mas o mais impressionante? 61,9% nos arremessos de quadra e 53,8% nas bolas de três!

    Para vocês terem noção do quão quente ele estava: acertou pelo menos duas bolas de três em TODOS os jogos que disputou nos playoffs. Duas vezes fez quatro triplos no jogo. O homem virou uma máquina de arremessos.

    Agora é torcer para ele voltar sem pressa e ajudar os Knicks na busca pelo segundo título da carreira dele — o primeiro veio em 2019 com os Raptors, quando eles surpreenderam todo mundo. Vocês acham que ele consegue manter esse nível absurdo de aproveitamento quando voltar?

  • Giddey vai pro bisturi: Bulls de olho na pré-temporada

    Giddey vai pro bisturi: Bulls de olho na pré-temporada

    Olha, não é exatamente a notícia que a galera dos Bulls queria ouvir, mas também não é o fim do mundo. Josh Giddey passou por uma artroscopia no tornozelo direito e vai ficar três meses fora das quadras — mas calma, que ele deve estar pronto pro training camp.

    Sinceramente? Era de se esperar. O cara vinha mancando há um tempão com essa lesão no tornozelo, sem contar aquele problema no posterior da coxa que virou uma dor de cabeça durante a temporada. Result? Apenas 54 jogos, o menor número desde a temporada de calouro dele lá em Oklahoma City.

    Números que impressionam (quando joga)

    Mas vamos falar da parte boa: quando o Giddey estava em quadra, ele foi simplesmente monstro. Máximas na carreira em tudo — 17 pontos, 9.1 assistências e 8.3 rebotes por jogo. Pra um cara de 1,98m que joga de armador, pegar mais de 8 rebotes por noite é coisa de outro planeta.

    O problema é que não adianta nada ter números absurdos se você só consegue jogar dois terços da temporada, né? E com os Bulls fazendo aquela campanha vergonhosa de 31-51, toda ajuda era bem-vinda.

    Bulls em reconstrução total

    Falando em Bulls, o time tá numa reformulação completa. Mandaram o Karnisovas embora e trouxeram o Bryson Graham como vice-presidente executivo de operações de basquete (que cargo é esse, gente?). O Billy Donovan também caiu fora — preferiu pedir pra sair a enfrentar a situação estranha com a nova diretoria.

    Agora vem a parte interessante: Chicago tem quase 60 milhões de dólares em salary cap e duas escolhas de primeira rodada no draft, incluindo a 4ª pick geral. Com essa grana toda e o Giddey recuperado, será que conseguem montar algo decente pra próxima temporada?

    Vocês acham que três meses é tempo suficiente pro Giddey voltar 100%? Eu tô otimista — cirurgia por artroscopia não é nada demais hoje em dia, e o cara é novo. Se conseguir ficar saudável a temporada toda, pode ser peça chave nessa reconstrução dos Bulls.

  • Draft Combine: os quatro caras que o Nets pode pegar na 6ª escolha

    Draft Combine: os quatro caras que o Nets pode pegar na 6ª escolha

    Cara, vou ser sincero: é difícil escrever sobre Draft quando o Nets acabou de tomar uma surra histórica no último jogo. Mas a vida segue, e o time tem a 6ª escolha geral no draft — depois de cair três posições na loteria. Não é o ideal, mas pelo menos é pick de loteria.

    O pior? Com os Rockets tendo direito de troca na primeira escolha do ano que vem, provavelmente só vamos ver outro pick top 3 daqui a dois anos. Mas enfim, vamos focar no que temos.

    Os quatro nomes na mira

    O NBA Draft Combine tá rolando, e quatro caras aparecem consistentemente nos mocks para a faixa do Nets: Darius Acuff Jr., Kingston Flemings, Keaton Wagler e Mikel Brown Jr. Cada um com seu perfil, mas todos interessantes.

    Nas medições antropométricas, Wagler lidera em altura (1,96m com tênis), enquanto Brown Jr. se destaca no alcance em pé (2,54m). O que me chamou atenção foi o wingspan do Acuff Jr. — mesmo sendo o mais baixo (1,88m), tem uma envergadura de 2,01m que compensa bem.

    Lembram que o Nets priorizou tamanho posicional nas escolhas do ano passado? Então, Brown Jr. e Wagler fazem mais sentido nessa filosofia. Mas athleticism também conta, né?

    Quem se destacou nos testes físicos

    Olha, o Flemings foi o grande destaque nos testes de agilidade e salto. O moleque tem um salto vertical máximo de 1,03m — isso é absurdo! Nos testes de velocidade também se saiu bem, junto com o Acuff Jr.

    É interessante ver como cada um se posiciona. O Acuff Jr., por exemplo, não tem papas na língua: se vê como “definitivamente um armador superstar”. Gosto da confiança, mas NBA é outro nível, né?

    Já o Brown Jr. disse que jogar pelo Nets seria “uma grande oportunidade”. Diplomático, mas demonstra interesse genuíno. O Wagler vai se reunir com a organização na quinta-feira — sempre um bom sinal quando o time quer ver o cara de perto.

    E agora, qual faz mais sentido?

    Na minha visão, cada um traz algo diferente. O Flemings tem essa explosão atlética que pode compensar a altura menor. O Wagler e Brown Jr. têm o tamanho que a franquia valoriza. E o Acuff Jr.? Tem a mentalidade e o wingspan interessante.

    Sinceramente, acho que o Nets vai pelo tamanho. Depois da temporada que tivemos, precisamos de fundamentos sólidos antes de apostar em potencial puro. Mas quem vocês acham que faria mais sentido na 6ª posição?

    Uma coisa é certa: com Aday Mara (pivô espanhol de 2,13m) e Zuby Ejifor também na lista de encontros, a diretoria tá fazendo o dever de casa. Vamos ver se conseguem acertar dessa vez.

  • Josh Hart levou um cachorro pro treino dos Knicks – vibes diferentes!

    Josh Hart levou um cachorro pro treino dos Knicks – vibes diferentes!

    Gente, eu já vi coisa estranha na NBA, mas Josh Hart levando um Bernedoodle chamado Bucky pro treino dos Knicks? Isso é novo até pra mim.

    O cara simplesmente apareceu ontem no treino com o dog de um amigo e ainda levou o bichinho pra entrevista coletiva depois. Imaginem a cena: Hart sentado ali respondendo pergunta sobre playoff com um cachorrão do lado. Absurdo no melhor sentido.

    “Somos um estabelecimento pet-friendly”

    A explicação do Hart foi simples e direta: “Somos um estabelecimento pet-friendly. É boa vibe por aqui. Qualquer coisa que traga boa vibe, a gente topa.”

    Olha, eu entendo a estratégia. Os Knicks varreram os 76ers na semifinal da Conferência Leste e agora tão ali esperando saber quem vai enfrentar – Cavaliers ou Pistons ainda brigando numa série 2-2. Quando você tem que ficar parado esperando, qualquer coisa que mantenha o clima leve ajuda né?

    E sinceramente? Acho genial. Pressão de playoff é coisa séria, e se um cachorro ajuda a galera relaxar, por que não? O Bucky virou mascote não-oficial por um dia.

    Foco no que podem controlar

    Hart também mandou a real sobre como o time tá encarando essa pausa forçada: “Todo dia, a gente foca em nós mesmos. Obviamente não sabemos quem vamos enfrentar. Se continuarmos focando em nós e cuidando das coisas que podemos cuidar, vamos estar numa boa posição.”

    Cara, isso mostra maturidade do grupo. Em vez de ficar neuróticos esperando o adversário, eles mantêm a rotina, trabalham no que precisam melhorar e ainda arrumam tempo pra brincar com cachorro no treino.

    A próxima fase só começa no domingo no mínimo, então os caras têm tempo pra relaxar mesmo. E vocês, acham que essa vibe descontraída ajuda ou o time deveria estar mais “ligado no 220”? Eu acho que um pouco de leveza faz bem – playoff já é tenso o suficiente.

  • OG Anunoby ainda machucado, mas Knicks podem esperar

    OG Anunoby ainda machucado, mas Knicks podem esperar

    Olha, vou ser sincero com vocês: essa lesão do OG Anunoby tá me deixando com um pé atrás. O cara ainda não consegue treinar 100% por causa da contusão no posterior da coxa que o tirou dos dois últimos jogos contra o Philadelphia. Mas pelo menos os Knicks têm tempo de sobra pra esperar ele se recuperar.

    O técnico Mike Brown falou que o Anunoby participou de algumas partes do treino de quarta-feira, mas nada muito intenso. Quando a coisa esquentou no treino, ele ficou de fora. Brown disse que ele pareceu bem no que fez, mas convenhamos — tem uma distância gigante entre “parecer bem no treino light” e aguentar a pancadaria dos playoffs da NBA.

    Tempo é aliado dos Knicks

    A boa notícia? Os caras têm pelo menos mais alguns dias antes do jogo 1 das finais do Leste. Detroit e Cleveland ainda tão batendo cabeça no 2-2 deles, então pode ser que o primeiro jogo só role na semana que vem. Isso dá uma folga boa pro OG se recuperar direito.

    “Eles me disseram o que ele podia fazer hoje. Não me disseram o que ele pode fazer amanhã, então não sei o que ele vai conseguir fazer no jogo 1”, disse Brown. Meio vago, né? Mas entendo a cautela.

    E olha, o Anunoby não é qualquer peça nesse time dos Knicks. O cara é um dos principais defensores e tá jogando o melhor basquete ofensivo da carreira nesses playoffs. Conseguiram ganhar duas sem ele contra um Philadelphia já desgastado (que levou sete jogos pra passar pelo Boston no primeiro turno), mas enfrentar Detroit ou Cleveland sem o OG? Aí complica.

    Knicks dominando os playoffs

    Cara, preciso falar que esse time dos Knicks tá simplesmente monstruoso. Sete vitórias seguidas desde que perderam pro Atlanta e ficaram atrás por 2-1. E o mais absurdo? Eles golearam Hawks e Sixers por uma diferença combinada de 194 pontos em 10 jogos de playoffs. Isso é recorde histórico, pessoal!

    Josh Hart falou uma parada interessante: “Na primeira série tivemos quatro dias de folga, foi o suficiente. Agora vai ser pelo menos uma semana, talvez nove dias. É muito tempo. Obviamente é bom pra recuperação, mas mentalmente eu tô aqui assistindo os jogos e só esperando pra voltar à quadra.”

    Brown já passou por isso antes. Em 2009, com o Cleveland, varreu as duas primeiras séries e depois ficou mais de uma semana parado antes das finais do Leste (que perderam pro Orlando). Em 2017, no Golden State, foram três séries de varrida e 10 dias parados antes das finais da NBA.

    Vocês acham que essa folga longa vai atrapalhar o ritmo dos Knicks? Eu tenho minhas dúvidas. Por um lado, é tempo pra recuperar o OG. Por outro, perder o ritmo nos playoffs é perigoso. Jalen Brunson disse que eles têm um plano pra manter a intensidade, mas vamos ver se funciona na prática.