Autor: Leandro Amorim

  • Ant Edwards confiante mesmo com Minnesota na lona nos playoffs

    Ant Edwards confiante mesmo com Minnesota na lona nos playoffs

    Olha, se fosse eu na situação do Minnesota Timberwolves, estaria suando frio. O time perdeu o jogo 5 dos playoffs do Oeste por uns 30 pontos de diferença (126-97 para o San Antonio Spurs) e agora está 3-2 na série. Ou seja: um jogo da eliminação.

    Mas Anthony Edwards? O cara está tranquilão.

    “Ninguém está preocupado”, diz Ant

    Nas declarações pós-jogo, o Edwards mandou uma que me deixou pensando se ele é muito confiante ou meio maluco (no bom sentido). “Não vejo ninguém no vestiário preocupado demais”, disse o craque dos Wolves. “No final das contas, mano, isso é só mais um jogo de basquete. Você sai, calça as chuteiras e se prepara para a guerra.”

    Cara, essa mentalidade me lembra muito o Kobe Bryant. Aquela frieza de quem já passou por muita coisa e não se abala fácil. E convenhamos, o Edwards tem razão em parte — os Wolves não são mais aquele time pipoqueiro de anos atrás. Eles chegaram nas finais de conferência nas últimas duas temporadas.

    A série está pegando fogo

    Mas vamos aos fatos: San Antonio já deu duas surras épicas no Minnesota nessa série. E olha que tudo começou bem para os Wolves, que saíram na frente no jogo 1. Aí os Spurs empataram ganhando os jogos 2 e 3.

    O plot twist veio no jogo 4, quando o Victor Wembanyama foi expulso por dar uma cotovelada no Naz Reid. Minnesota aproveitou e empatou a série em casa. Era a chance perfeita de desmoralizar San Antonio no jogo 5, mas… bem, deu no que deu. Mais uma goleada dos Spurs.

    Agora o Edwards vai ter que provar que não é só conversa. Precisa liderar os Wolves na vitória do jogo 6 (em casa, pelo menos) para forçar um jogo 7 decisivo em San Antonio. E sinceramente? Eu acredito que eles conseguem. Esse time já mostrou que tem personalidade.

    Vocês acham que o Minnesota consegue essa virada histórica ou vai ficar só na bravata do Edwards mesmo?

  • NBPA solta ranking dos árbitros e Foster não tá no fundo do poço

    NBPA solta ranking dos árbitros e Foster não tá no fundo do poço

    Vocês sabem como funciona, né? Quando um árbitro da NBA fica famoso, geralmente não é coisa boa. Mas olha só que interessante: a NBPA (sindicato dos jogadores) divulgou ontem a pesquisa que fizeram com os árbitros da liga, e algumas surpresas apareceram por aí.

    411 jogadores de todos os 30 times avaliaram os 73 árbitros da NBA numa escala de 1 a 5. E cara, os resultados são bem reveladores — principalmente porque os jogadores foram bem diretos sobre quem eles querem apitando os playoffs.

    Os três níveis da arbitragem

    A NBPA dividiu os árbitros em três grupos bem claros. O primeiro escalão (Tier 1) são os “Elite & Top Performers” — esses caras que eles querem nas finais. Zach Zarba ficou em primeiro lugar geral, sendo rankeado no top 12 por TODOS os times. Monstro.

    No segundo escalão ficaram os “Solid Performers”, que ainda podem apitar playoffs. E aqui que fica interessante: Scott Foster tá nesse grupo. Sim, o próprio Scott Foster que tem treta histórica com meio mundo da liga.

    O terceiro grupo? Bem, o nome já diz tudo: “Needs Improvement”. São 20 árbitros que, na opinião dos jogadores, ainda precisam evoluir bastante.

    Foster surpreende (pra melhor)

    Sinceramente, eu não esperava isso. Scott Foster no segundo escalão? O cara que tinha aquela rixa eterna com Chris Paul, que os fãs chamam de “The Extender” por supostamente estender as séries?

    Mas aparentemente alguns times colocaram ele até no topo das avaliações. Grant Williams, vice-presidente da NBPA, explicou que os melhores árbitros são aqueles que se comunicam bem e reconhecem quando erram. “Desde que você apite de forma consistente, os caras conseguem se adaptar”, disse ele.

    Olha, eu acho que isso mostra algo interessante sobre a percepção dos jogadores versus nós, fãs. Talvez Foster seja mais respeitado dentro de quadra do que imaginamos. Ou talvez alguns jogadores prefiram um árbitro “durão” que pelo menos seja consistente, sabe?

    E vocês, o que acham dessa classificação? Esperavam ver Foster no segundo escalão ou achavam que ele estaria lá embaixo com certeza?

  • Robinson fora do jogo 5: Pistons perdem peça-chave contra Cavs

    Robinson fora do jogo 5: Pistons perdem peça-chave contra Cavs

    Cara, que timing horrível. Duncan Robinson vai ficar de fora do jogo 5 entre Pistons e Cavaliers por causa de uma dor nas costas. E olha que é exatamente agora, no momento mais decisivo da série semifinal do Leste.

    Na minha visão, isso muda completamente a dinâmica do Detroit. Robinson vinha sendo uma das peças mais importantes nos playoffs, com média de 12.2 pontos e aquele arremesso de 3 que a gente já conhece bem – eficiente demais.

    Daniss Jenkins assume a responsabilidade

    Quem vai entrar no lugar é o Daniss Jenkins, que há poucos meses estava com contrato two-way. Imagina a pressão? O cara salta de um contrato parcial direto pra um jogo 5 de semifinal de playoffs.

    Jenkins vem fazendo um trabalho honesto na série – 7.5 pontos e 3.3 assistências de média. Mas convenhamos: é uma diferença enorme comparado com o que Robinson oferece, principalmente no perímetro.

    O que isso significa para a série?

    Robinson estava numa sequência boa antes do jogo 4. Marcou pelo menos 15 pontos nos três primeiros jogos contra Cleveland. Aí na segunda-feira, quando os Cavs empataram a série, ele fez só 4 pontos em 29 minutos de quadra.

    Agora fica a pergunta: será que essa dor nas costas já estava incomodando na segunda? Pode explicar a performance bem abaixo do esperado.

    Sinceramente, acho que os Pistons vão sentir falta do spacing que o Robinson oferece. Cleveland já tem uma defesa sólida, e sem um dos principais ameaçadores de 3 pontos, fica mais fácil defender o garrafão e apertar a marcação.

    E aí, vocês acham que Jenkins consegue segurar a bronca? Ou será que essa ausência pode decidir a série?

  • Jason Collins morreu aos 47 — o cara que mudou tudo na NBA

    Jason Collins morreu aos 47 — o cara que mudou tudo na NBA

    Cara, ainda não acredito que o Jason Collins se foi. O primeiro jogador abertamente gay da NBA morreu na semana passada aos 47 anos, depois de oito meses lutando contra um câncer no cérebro. E não vou mentir — isso mexeu comigo de um jeito que eu não esperava.

    Vocês lembram de 2013? O Jason simplesmente mandou um texto na Sports Illustrated contando pro mundo inteiro que era gay. Assim, do nada. Foi o primeiro atleta ativo dos grandes esportes americanos a fazer isso. Imaginem a coragem que o cara teve.

    O impacto que ninguém imaginava

    O John Amaechi (ex-NBA que tinha se assumido antes, mas já aposentado) contou uma história que me arrepiou. Ele estava dando uma palestra — talvez em Chicago, não lembra direito — quando um cara da plateia veio falar com ele. O jovem disse que se identificou demais com a história do Collins.

    “Não era só identificação. Era como se estivesse alimentando a alma dele”, disse o Amaechi. “Dava pra ver o cara literalmente crescendo enquanto falava sobre o que tinha ouvido.”

    Olha, eu não conseguia imaginar na época, mas o Collins realmente abriu as portas. Depois dele, vieram outros: o Carl Nassib na NFL, o Collin Martin no futebol, o Luke Prokop no hockey. Todos eles admitem que pisaram no terreno que o Jason preparou.

    Mais que um pioneiro — um irmão mais velho

    O que mais me impressiona é como o Collins virou uma espécie de irmão mais velho pra galera LGBTQ+ no esporte. O R.K. Russell (ex-NFL que se assumiu bissexual em 2019) mandou a real: “Todo jogador que se assume depois dele, profissionalmente ou na vida pessoal, está nos ombros do Jason Collins”.

    O cara jogou 13 temporadas na NBA, passou por seis times diferentes. Não era um superstar — vamos ser honestos — mas era respeitado. E talvez isso tenha sido até melhor. Mostrou que não importa se você é o LeBron ou o décimo segundo do banco: você pode ser quem é.

    O Amaechi falou uma coisa que me marcou: “A presença dele, o tom, a dignidade, o calor humano, o humor — tudo isso mudou a mente dos jogadores também. E não só dos que jogaram com ele.” É isso aí. O Jason não só se assumiu; ele fez isso com uma classe absurda.

    Sinceramente, acho que a gente não dimensiona direito o que esse homem fez. Em 2013, ainda rolava muito preconceito no vestiário da NBA. O cara botou a cara a tapa e disse: “Eu sou assim, e daí?” Mudou o jogo pra sempre.

    Descanse em paz, Jason Collins. Obrigado por ter aberto esse caminho.

  • Giannis pode mesmo sair! Onde o Greek Freak vai parar?

    Giannis pode mesmo sair! Onde o Greek Freak vai parar?

    Galera, parece que dessa vez é pra valer. O Giannis Antetokounmpo pode MESMO deixar o Milwaukee Bucks! Segundo o Shams Charania da ESPN, os Bucks estão oficialmente procurando ofertas pelo Greek Freak. E olha, depois de tanto vai-não-vai nos últimos anos, eu tô começando a acreditar que agora vai rolar mesmo.

    A situação é a seguinte: o Giannis pode assinar uma extensão de contrato em outubro, mas o dono dos Bucks, Wes Edens, já deixou claro que ou renova com ele ou troca. E o prazo? O Draft da NBA, que tá chegando aí. Se o Giannis não der sinais de que quer ficar, tchau Milwaukee.

    O que os times precisam ter pra conseguir o monstro?

    Não é qualquer equipe que consegue bancar essa negociação, né? Primeiro, tem que ser um time que realmente pode brigar pelo título em 2027 — o cara tem 31 anos e tá começando a ter umas lesõezinhas chatas. Segundo, de preferência na Conferência Leste (o próprio Giannis prefere ficar por lá). Terceiro, precisa ter MUITO a oferecer: um jovem talento top, várias escolhas de Draft ou uma estrela no auge. E por último, tem que ser um lugar onde ele topa assinar uma extensão.

    Sinceramente? Eu não esperava que chegássemos nesse ponto de novo, mas aqui estamos. E dessa vez parece mais sério que nas outras.

    Os favoritos (e os que nem sonham)

    O pessoal já tá fazendo lista dos 29 possíveis destinos — todos menos Milwaukee, óbvio. Sacramento Kings em último lugar (coitados, pelo menos entraram na lista, né?). New Orleans Pelicans quase lá embaixo também, mas hey, pelo menos ficam mais pro Leste que Sacramento.

    Phoenix Suns? Esquece. Não têm nada pra trocar, sem picks até 2033, e ainda por cima no Oeste. Memphis Grizzlies tão reconstruindo tudo e Chicago Bulls na mesma. San Antonio até tem os ativos, mas mesmo com Wembanyama parece que não rola.

    E aí, pessoal, vocês acham que o Giannis vai mesmo sair dessa vez? Na minha opinião, se não rolar extensão nas próximas semanas, é tchau Milwaukee. O cara merece brigar por título, e sinceramente, os Bucks não tão conseguindo montar um elenco competitivo ao redor dele.

    Agora é torcer pra que ele não vá pra algum super time que já tá forte demais. A NBA precisa de mais competitividade, não de mais super times concentrando talento. Mas né, business is business.

  • Dybantsa no Draft não é certeza absoluta — tem coisa rolando

    Dybantsa no Draft não é certeza absoluta — tem coisa rolando

    Galera, eu tô aqui acompanhando o Combine da NBA em Chicago e vocês não vão acreditar no que tô ouvindo pelos corredores. Sabe aquela história de que o AJ Dybantsa seria primeira escolha absoluta do Washington? Pois é, não é bem assim.

    Quando saiu o resultado da loteria no domingo, todo mundo — e eu digo TODO MUNDO — botou o Dybantsa direto pro Wizards na posição #1. Parecia mais garantido que morte e imposto. Mas conversando aqui com scouts, a coisa não tá tão amarrada quanto parecia.

    A bomba que ninguém esperava

    Um scout de outro time da loteria foi direto ao ponto quando perguntei se considerava a escolha do Dybantsa pelo Washington uma certeza: “Absolutamente não. Ficamos surpresos que a transmissão fizesse parecer algo tão óbvio”.

    Cara, isso me pegou de jeito. E olha que não é qualquer pessoa falando — é gente que tá lá dentro, que sabe das coisas.

    O próprio Dybantsa deu uma cutucada na noite da loteria, falando que tava aberto pra fazer workout com mais times (dois, pra ser exato). E aqui que a coisa fica interessante…

    Utah no coração

    O papo que mais rola aqui em Chicago é que o Dybantsa quer mesmo é ficar em Utah. Faz sentido, né? O cara já tá lá há dois anos — um no Utah Prep, outro em Provo na BYU. A família dele se mudou pra lá e gostaram do lugar.

    Agora me diz: será que a gente vai ver aquelas “pegadinhas” de workout onde o jogador simplesmente se recusa a treinar pro time que tem a primeira escolha? O próprio Wizards já fez isso recentemente com Alex Sarr e — pasmem — com Ace Bailey, que ironicamente tá justamente em Utah agora.

    Sinceramente, eu acho que se rolar alguma troca entre as posições 1 e 2, vai ter que partir do pessoal do Dybantsa. Utah provavelmente não vai ser o primeiro a ligar pro Washington oferecendo troca.

    Mas ó, até o final de terça-feira os boatos meio que esfriaram. O pessoal do Dybantsa indicou que não tão interessados nessa jogada política toda, mesmo preferindo Utah.

    E o que rola na segunda posição?

    Se o Dybantsa realmente for pro Washington, o Jazz pega quem na segunda? A maioria aqui fala do Darryn Peterson, armador do Kansas. E olha, tem uma coincidência interessante: Carlos Boozer (pai do Cameron Boozer que pode ser a terceira escolha) trabalha como scout pro Utah.

    Peterson faz todo sentido pro elenco atual do Jazz. E tem gente aqui sussurrando que alguns dentro da organização podem até considerar ele melhor jogador que o Dybantsa. Os Ainge (Danny e Austin) sempre acompanharam os principais prospects desde o colegial, então conhecem bem o jogo do Peterson antes dos problemas de disponibilidade dessa temporada.

    E aí, vocês acham que o Dybantsa vai mesmo tentar forçar uma troca pra Utah ou vai acabar no Wizards mesmo? Eu tô curioso pra ver como essa novela vai acabar.

  • Thunder torcendo pro Wolves? A estratégia por trás dos playoffs

    Thunder torcendo pro Wolves? A estratégia por trás dos playoffs

    Olha só que situação interessante tá rolando no Oeste: o Thunder já garantiu vaga na final de conferência depois de varrer Lakers e Suns, e agora tá de camarote vendo Spurs e Timberwolves se digladiando numa série que tá 3-2 para San Antonio.

    E aqui entre nós — se eu fosse do Thunder, estaria torcendo MUITO pro Minnesota levar essa série pro jogo 7 e quem sabe até virar. Por quê? Simples: enfrentar os Wolves seria bem mais tranquilo que encarar o monstro francês.

    O fator Wembanyama é real demais

    Cara, não tem como fugir dessa realidade: Victor Wembanyama simplesmente muda o jogo. O cara tá na primeira participação nos playoffs e mesmo com alguns tropeços (concussão, expulsão por cotovelada no Naz Reid), continua sendo um pesadelo para qualquer time.

    No jogo 5 que o Spurs ganhou de 126-97, Wemby fez 27 pontos, 17 rebounds, 5 assistências e 3 tocos. Anthony Edwards, que não é de chorar, admitiu: “Cara, hoje algumas coisas que o Wemby fez, você realmente não tem resposta”.

    Os números não mentem: 20.4 pontos e 11.2 rebounds de média nesses playoffs, com 53.8% nos arremessos de quadra. Mas o que mais impressiona é o impacto defensivo. Com ele em quadra, os adversários convertem apenas 47.8% dos arremessos efetivos. Sem ele? Sobe pra 52.8%.

    Por que o Thunder prefere Minnesota

    Sinceramente, não é questão de desrespeito aos Wolves, mas o Thunder tem tudo pra sofrer contra Wembanyama. Eles são um time que vive de eficiência perto da cesta — 75.6% de aproveitamento no garrafão nesses playoffs, melhor da liga.

    Só que com Wemby em quadra, a geometria da quadra muda completamente. As tentativas perto do aro caem de 36.2% para 25.6%, e a eficiência despenca de 59.7% para 53.8%. É como se o cara fosse uma parede gigante que força todo mundo a jogar de três.

    E olha, o Thunder até que arremessa bem de longe quando tá no dia, mas eles podem ser bem inconstantes do perímetro. Minnesota tem bons defensores também (Edwards, Jaden McDaniels), mas nenhum deles altera o jogo como o francês de 2,24m.

    O que vocês acham? O Thunder realmente deveria estar torcendo pro jogo 7? Ou enfrentar Wembanyama logo seria melhor pra “tirar a pressão”? Eu acho que quanto mais longe do monstro francês, melhor pros caras de OKC.

  • Jazz pode trocar tudo pelo pick #1 e pegar AJ Dybantsa no Draft

    Jazz pode trocar tudo pelo pick #1 e pegar AJ Dybantsa no Draft

    Olha, se tem uma coisa que eu aprendi acompanhando NBA é que temporada de Draft é igual novela — nunca falta drama. E o maior boato rolando por aí agora? O Utah Jazz pode estar disposto a dar qualquer coisa pro Washington Wizards pra trocar de posição no Draft 2026 e pegar AJ Dybantsa com a primeira escolha.

    Ryan Smith, dono do Jazz, não tá brincando em serviço quando o assunto é Dybantsa. Em entrevista pro Deseret News, o cara foi direto: “tudo deve estar na mesa” quando perguntaram se ele toparia negociar pra subir da segunda pra primeira posição. Monstro.

    A conexão Utah faz todo sentido

    E convenhamos, faz total sentido essa obsessão do Jazz pelo garoto. Dybantsa não é qualquer um — o cara jogou o último ano do ensino médio no Utah Prep e depois brilhou na BYU. É praticamente um filho adotivo do estado. Imagina a pressão (boa) que seria ter esse moleque jogando profissionalmente onde tudo começou?

    “A gente não controla isso”, disse Smith. “Estamos tentando ganhar um campeonato. Então tudo deveria estar na mesa. Austin e Danny (Ainge) também são conhecidos por fazer umas loucuras na noite do Draft.”

    E quando ele fala de “loucuras”, não tá exagerando. Lembram de 2017? Danny Ainge, que hoje tá no Jazz como executivo, estava no Celtics e fez aquela troca histórica — desceu da primeira pra terceira posição, trocou com o Sixers, e no final das contas pegou Jayson Tatum enquanto Philly ficou com Markelle Fultz. Genial.

    Mas calma, não tá garantido nada

    Agora, antes de todo mundo do Jazz começar a sonhar acordado, tem um detalhe importante: Dybantsa no Wizards não é certeza. Diferente do ano passado, quando Cooper Flagg era consenso absoluto pra primeira escolha, esse Draft tá bem mais aberto.

    Um olheiro falou pro Adam Finkelstein da CBS Sports que a ida do Dybantsa pra Washington “absolutamente não” é garantida. “Ficamos surpresos com a transmissão fazer parecer que era algo certo”, disse o cara.

    Sinceramente? Acho que isso deixa tudo ainda mais interessante. Além do Dybantsa, tem nomes como Peterson e Cameron Boozer (sim, filho do Carlos Boozer) na conversa pro pick número um.

    E aí, vocês acham que o Jazz consegue fazer essa troca acontecer? Porque se rolar, vai ser um dos movimentos mais ousados que a gente já viu em Draft da NBA. O Ryan Smith parece disposto a apostar todas as fichas — e olha que ele não é de brincadeira quando quer alguma coisa.

  • Terry Rozier: NBA tenta não pagar R$ 140 mi pro cara que vazava info

    Terry Rozier: NBA tenta não pagar R$ 140 mi pro cara que vazava info

    Olha, eu sempre soube que apostas esportivas iam dar uma dor de cabeça gigante na NBA. E agora temos o caso do Terry Rozier — que tá virando uma novela mexicana de tão bizarro.

    O armador, que jogava pelo Miami Heat até ser cortado mês passado, tá enfrentando a liga em arbitragem pela segunda vez por causa do salário de US$ 26,6 milhões (uns R$ 140 milhões na cotação atual). A NBA simplesmente congelou a grana dele depois que foi acusado federalmente de esquema de apostas.

    O que rolou com o Rozier

    A história é surreal: os promotores dizem que ele avisava um amigo quando ia sair de jogo mais cedo, e esse “amigo” vendia a informação pra apostadores que faziam apostas nas estatísticas individuais do próprio Terry. Tipo, imagina a cara de pau — o cara literalmente controlando quando ia parar de jogar pra galera ganhar dinheiro apostando contra ele.

    Aconteceu isso numa partida de março de 2023. O Rozier alegadamente saiu antes do esperado, e quem tinha a informação privilegiada faturou nas apostas de props (aquelas apostas em estatísticas individuais, tipo quantos pontos o jogador vai fazer).

    A NBA colocou ele em licença administrativa em outubro e congelou o salário. Primeira arbitragem? Rozier ganhou — o árbitro disse que ele tinha direito ao dinheiro mesmo com as acusações. Mas a liga não engoliu e apelou, argumentando que as condições da fiança impediam ele de jogar mesmo.

    A situação tá feia

    Sinceramente, esse caso mostra como a NBA ainda tá perdida com essa onda de apostas que ela mesma abraçou. A promotora Kaitlin Farrell foi direto ao ponto numa audiência em abril: “Desenvolvemos evidências de que o Sr. Rozier solicitou e aceitou suborno”.

    Terry se declarou inocente, mas a coisa tá preta. Um dos seis envolvidos no esquema, o ex-jogador Damon Jones, já se declarou culpado. E tem mais bomba vindo: uma nova acusação formal deve sair este mês.

    O mais absurdo? Rozier não jogou nem um minuto nesta temporada depois da prisão em 23 de outubro. O Heat simplesmente cortou ele mês passado — imagino que não queriam mais essa dor de cabeça no vestiário.

    E não é só a NBA que tá pegando fogo com isso. A MLB tá no mesmo barco com os arremessadores Emmanuel Clase e Luis Ortiz, acusados de manipular arremessos pra beneficiar apostadores. Pelo menos lá os dois ficaram em licença sem pagamento até o julgamento em novembro.

    Vocês acham que a NBA vai conseguir não pagar o Rozier? Porque, cara, US$ 26,6 milhões não é brincadeira. Mas também, se ele realmente fez o que tão acusando, é sacanagem demais receber essa grana toda.

  • Dylan Harper tá voando nos playoffs — o sexto homem rookie que ninguém esperava

    Dylan Harper tá voando nos playoffs — o sexto homem rookie que ninguém esperava

    Olha, eu confesso que não esperava isso do Dylan Harper. Quando o garoto foi escolhido em segundo lugar no draft do ano passado, pensei: “Mais um jovem que vai levar uma temporada inteira pra se achar na NBA”. Que nada. O cara simplesmente decidiu que ia dominar os playoffs saindo do banco.

    136 pontos em 10 jogos de playoffs. Leram certo. Ele tá sendo o melhor reserva em pontuação de TODOS os times nos playoffs, inclusive à frente do Naz Reid (que já foi o Sexto Homem do Ano, galera). Absurdo.

    Aceitou o banco e virou arma secreta

    A história do Harper é interessante porque mostra como a humildade pode ser uma baita virtude na NBA. O cara foi segunda escolha geral, mas chegou no Spurs e encontrou De’Aaron Fox comandando a armação e o Wembanyama sugando todas as bolas. E sabe o que ele fez? Aceitou o banco numa boa.

    “Se ele jogasse em qualquer outro time da liga, estaria titular e provavelmente ganhando o prêmio de Rookie do Ano agora”, disse o companheiro Carter Bryant. É, a concorrência em San Antonio tá pesada mesmo.

    Mas aqui que mora o pulo do gato — Harper aprendeu a jogar SEM a bola. E isso, meus amigos, é ouro puro nos playoffs. O garoto consegue defender múltiplas posições, desde armador até ala-pivô em algumas situações. Seis dos dez melhores quintetos do Spurs nos playoffs têm ele em quadra.

    O Kawhi Leonard do futuro?

    Wembanyama soltou uma que me chamou atenção: “O mais impressionante é como ele controla o corpo. A consciência corporal dele, seja nas penetrações, nos saltos ou na relocação no ar.” Vindo do Wemby, isso é elogio pra caramba.

    E não sou só eu que tô vendo semelhanças com o Kawhi Leonard dos primeiros playoffs dele em 2012. A mesma tranquilidade, a mesma capacidade de fazer jogadas decisivas quando a pressão aperta. Harper tá com 20 anos e jogando como se tivesse cinco anos de experiência.

    Com 54,9% de aproveitamento nos playoffs e um saldo de +73 pontos quando ele tá em quadra… cara, os números não mentem. O Spurs tá liderando a série contra Minnesota por 3-2, e uma vitória os coloca numa semifinal de conferência contra o Oklahoma City Thunder.

    Sinceramente? Acho que San Antonio pode estar chegando no topo antes do tempo previsto. E vocês, acham que esse Harper tem potencial pra ser um dos grandes sextos homens da liga, ou ele vai acabar virando titular mesmo?