Autor: Leandro Amorim

  • LeBron poderia entrar 4x no Hall da Fama? E o Wemby dominando tudo

    LeBron poderia entrar 4x no Hall da Fama? E o Wemby dominando tudo

    Cara, acabei de ouvir uma discussão no podcast The Big Number que me deixou de queixo caído. Os caras estão falando sério quando dizem que o LeBron James poderia entrar quatro vezes separadas no Hall da Fama. Quatro!

    A ideia é que se você pegasse apenas a carreira dele em Cleveland, depois só Miami, depois só Lakers, e por último a atual passagem… cada uma dessas “carreiras” isoladas já seria suficiente para garantir a entrada no Hall da Fama. Monstro é apelido, né?

    Wemby está destruindo Minnesota

    Mas o que mais me chamou atenção foi a análise do Victor Wembanyama nestes playoffs. O francesão simplesmente engoliu o Minnesota Timberwolves inteiro — e olha que os Wolves não são time qualquer.

    É impressionante como esse garoto, com 1 ano e meio de NBA, já está ditando o ritmo defensivo de uma série de playoffs. Tom Haberstroh destacou como o Wemby não só bloqueia, mas altera todos os arremessos que passam perto dele. O cara é um cheat code ambulante.

    Sinceramente? Eu não esperava que ele dominasse TÃO rápido. Pensei que levaria uns 2-3 anos para ele realmente impactar nos playoffs. Como eu estava errado.

    Drama em Philadelphia continua

    E não para por aí. Daryl Morey saiu da gerência geral do Philadelphia 76ers, e isso abre uma caixa de Pandora gigantesca. O que isso significa para o Joel Embiid? E o Paul George que acabou de chegar?

    Na minha visão, essa saída do Morey é péssima para o futuro da franquia. O cara montou esse elenco, trouxe o PG13, e agora vaza? Isso grita problemas internos sérios. Vocês acham que o Embiid fica tranquilo vendo toda essa instabilidade na direção?

    O podcast também bateu na tecla do Julius Randle estar sofrendo nos playoffs (nada novo por aí) e elogiou a temporada de estreia do Dylan Harper. Mas convenhamos — o Harper ainda está longe de ser o foco principal nestas discussões.

    É incrível como uma temporada que começou com tantas expectativas para o Philadelphia está virando essa bagunça toda. Enquanto isso, o Wemby segue calado, só trabalhando e mostrando que veio para ficar no topo mesmo.

  • Draft 2026: Momcilovic pode ganhar R$ 25 milhões na faculdade!

    Draft 2026: Momcilovic pode ganhar R$ 25 milhões na faculdade!

    Cara, a situação do Milan Momcilovic tá ficando ABSURDA. O cara é um dos melhores arremessadores do Draft 2026 da NBA e ao mesmo tempo um dos alvos mais cobiçados do portal de transferências. E olha só: ele pode faturar mais de 5 milhões de dólares (isso mesmo, R$ 25 milhões!) se voltar pra faculdade.

    Na minha opinião, essa é uma das decisões mais interessantes que vamos acompanhar até o deadline de 27 de maio. O moleque transferiu de Iowa State e agora tem Kentucky, Louisville, St. John’s e UCLA brigando por ele como se fosse um leilão de obras de arte.

    A pressão tá no máximo

    “Ainda estou focado no draft”, disse Momcilovic em Chicago. “Ainda não conversei com nenhuma faculdade, mas tenho certeza de que há uma vaga pra mim em algum lugar.” O cara tá tranquilo, mas imagino a pressão.

    E olha que coisa louca — ele pode liderar o basquete universitário em cestas de 3 pontos pelo segundo ano seguido. É um monstro de além do perímetro mesmo.

    Mark Pope, técnico do Kentucky, tava lá em Chicago dando uma “passadinha” nos scrimmages. Coincidência? Eu duvido. Os Wildcats precisam DESESPERADAMENTE de um cara como o Momcilovic. Imaginem ele jogando com os armadores Alex Wilkins e Zoom Diallo — seria um show de bola.

    Louisville montando um supertime

    Mas a concorrência tá de dar medo. Louisville especialmente tá gastando como se não houvesse amanhã. Já trouxeram Jackson Shelstad (Oregon), Flory Bidunga (Kansas), Alvaro Folgueiras (Iowa) e Karter Knox (Arkansas). Mais o calouro cinco estrelas Obinna Ekezie Jr.

    “Eles estão montando um supertime”, disse Bidunga pra CBS Sports, e o cara tava radiante falando isso.

    Pat Kelsey não tá brincando em serviço. Quer montar um time pra brigar por título nacional mesmo, e Momcilovic seria a cereja do bolo.

    Decisão milionária

    Sinceramente, eu entendo a dificuldade da escolha. Se ficar no draft e for pro final da segunda rodada, provavelmente vai ser contrato two-way (aqueles contratos mistos NBA/G-League). Mas se voltar pra faculdade, pode embolsar uma grana que deixaria muito jogador da NBA com inveja.

    “Se eu voltar, quero um encaixe onde posso jogar bem e melhorar minhas chances de ir pra NBA no ano seguinte”, explicou Momcilovic. “Preciso estar num time bom que pode ir longe no torneio.”

    O cara tem razão. Três anos de faculdade já deram experiência suficiente pra ele saber exatamente o que procurar. E com apenas 3 ou 4 escolas ainda tendo dinheiro e vagas, a decisão pode ser mais rápida do que imaginamos.

    E vocês, o que acham? Vale a pena ele arriscar no draft agora ou pegar esses milhões e tentar melhorar a posição pro ano que vem?

  • Warriors aproveitaram o Draft pra sondar sobre o Giannis

    Warriors aproveitaram o Draft pra sondar sobre o Giannis

    Olha, quando vi que o Warriors mandou o Larry Harris representar eles no Draft Lottery domingo passado, achei meio estranho. Claro, o cara é de confiança — 18 anos com a franquia, sendo 10 como diretor de pessoal e GM assistente. Mas aí que tá: ele também passou 20 anos com o Milwaukee Bucks, sendo GM de 2003 a 2008.

    Agora faz sentido. Segundo o Jay Williams da ESPN, rolaram “várias conversas sobre o Giannis” no lottery, especificamente entre Bucks, Warriors e Miami Heat. Coincidência? Eu acho que não.

    O sonho dourado de Golden State

    Mano, o interesse do Warriors no Giannis Antetokounmpo não é novidade pra ninguém. Eles já estão de olho no Greek Freak há anos — sondando, conversando, testando as águas. E agora que os Bucks estão “abertos para negócios” com o astro, chegou a hora de partir pro ataque.

    Só que o lottery não ajudou muito. Warriors continuou com a 11ª pick, e o Heat também não subiu. Uma escolha no top 4 teria adoçado qualquer pacote pelo Giannis, ainda mais num draft com consenso claro nos quatro primeiros: AJ Dybantsa, Darryn Peterson, Cameron Boozer e Caleb Wilson.

    Faz sentido mesmo?

    É óbvio por que o Warriors quer o Giannis. A questão é: por que o Giannis iria querer um Warriors que ficou abaixo de 50% de aproveitamento e perdeu os playoffs na temporada passada? Mesmo com toda a admiração que ele tem pelo Steph Curry.

    Por mais que o Larry Harris tenha conexões fortíssimas no front office dos Bucks, ele não vai conseguir transformar um pacote encabeçado por Draymond Green, Brandin Podziemski e a 11ª pick de 2026 numa proposta melhor que vários outros times podem oferecer.

    Mas sinceramente? O Warriors não tem muitas opções melhores se quiser aproveitar o resto da carreira do Steph. E convenhamos — trocar pelo Giannis parece mais provável que convencer o LeBron a aceitar um corte salarial gigante pra se mudar 560 km pro norte.

    Ainda é cedo pra movimentações grandes, mas como dizia o rei do rock: menos conversa, mais ação. E vocês, acham que o Warriors tem munição suficiente pra tirar o Giannis de Milwaukee?

  • Pistons voltam pra TV aberta depois de 20 anos – que novela!

    Pistons voltam pra TV aberta depois de 20 anos – que novela!

    Cara, vocês acreditam que os Pistons ficaram VINTE ANOS sem passar na TV local em Detroit? Vinte anos! Isso é mais tempo do que alguns de vocês têm de idade. Mas finalmente acabou essa novela — eles fecharam um acordo multianual com a Scripps Sports e vão voltar pro ar na próxima temporada.

    Olha só que loucura: desde 2005 o pessoal de Detroit não conseguia assistir o próprio time na TV aberta. Imagina a frustração dos fãs, principalmente agora que o time tá voando (terminaram como primeiro colocado da Conferência Leste na temporada regular, monstros!).

    A situação tava complicada pra todo mundo

    Os Pistons não estavam sozinhos nessa bad. Eram 13 times da NBA procurando casa nova porque a Main Street Sports fechou as portas. Uma bagunça total no mercado de transmissões.

    A Scripps Sports, que já tem contrato com cinco times da NHL, uma franquia da WNBA e até um time da liga de futebol feminino americana, decidiu apostar no basquete. E Detroit virou o primeiro time da NBA no portfólio deles.

    A WMYD-TV vai ser a casa do time, e a Scripps também tem estações em Grand Rapids e Lansing. Além disso — e isso é importante —, eles vão ter streaming direto pro consumidor. Nada de cabo, nada de assinatura maluca.

    Timing perfeito (ou não)

    Sinceramente, não podia ter hora melhor pra isso. Os Pistons estão nas semifinais da conferência contra o Cavaliers, o hype tá lá em cima, e agora os fãs finalmente vão poder assistir de casa sem precisar de streaming duvidoso ou bar.

    Brian Lawlor, presidente da Scripps Sports, mandou a real: “Transmissão aberta é uma das formas mais poderosas de conectar times com seus fãs”. E não tá errado não. TV aberta sempre foi democrática, todo mundo consegue assistir.

    O que vocês acham? Será que outros times vão seguir o mesmo caminho dos Pistons? Porque olha, se der certo em Detroit, pode virar tendência no resto da liga. E seria ótimo pra galera que não tem grana pra pagar esses pacotes caríssimos de streaming.

  • SunsRank 2025-26: A galera tá brigando pelas classificações

    SunsRank 2025-26: A galera tá brigando pelas classificações

    Olha só, acabou mais uma temporada do Phoenix Suns e aqui estamos nós fazendo aquela tradicional discussão de boteco: quem foi melhor, quem decepcionou, quem superou as expectativas. É tipo fim de ano na escola — todo mundo com suas opiniões formadas sobre os colegas de classe.

    O pessoal do Bright Side divulgou as classificações internas dos escritores para o SunsRank 2025-26, e cara… tem polêmica pra caramba. Todo mundo concorda que Devin Booker foi unanimidade no topo (óbvio, né), seguido por Dillon Brooks. Mas depois disso? A coisa desandou bonito.

    O caso Jalen Green divide opiniões

    O mais interessante é ver como os caras avaliaram o Jalen Green. Teve escritor que colocou ele em 3º lugar, mas teve outro (o Brandon) que tacou ele lá no 6º. E o argumento do cara faz sentido: “O melhor talento é estar disponível.” Green só jogou 32 partidas na temporada regular — perdeu 50 jogos, mano!

    Eu entendo os dois lados. Por um lado, quando o Green tava em quadra e saudável, o cara era monstro. Aqueles jogos no Play-In e nos Playoffs mostraram todo o potencial dele. Mas por outro, como você classifica um jogador que perdeu mais da metade da temporada? É uma discussão que não tem resposta certa.

    Mark Williams surpreende (alguns)

    Outra treta interessante foi o Mark Williams. Um dos escritores (o Pano) colocou o pivô em 3º lugar, enquanto outros mandaram ele mais pra baixo. O argumento é que Williams teve 6.3 Win Shares e quando ele não jogava, o time sentia. Faz sentido — contra times físicos como o Oklahoma City Thunder (que destruiu eles nos Playoffs), a ausência da presença do Williams pesou muito.

    Sinceramente? Acho que pivô bom é luxo na NBA atual, mas quando você tem um que funciona no seu sistema, não pode desperdiçar. Williams reboteia, defende e ainda conseguiu se destacar num ataque que não foi desenhado pra ele.

    Collin Gillespie e a inconsistência

    O Holden mandou o Gillespie pro 7º lugar, e olha… eu entendo a crítica. O cara começou bem mas terminou irregular, teve problemas pra jogar junto com Green e Booker, e aquele físico magrinho dele virou problema na defesa quando não tava forçando turnovers.

    É foda porque Gillespie tem talento, mas na NBA você não pode ter altos e baixos drásticos. Ou você produz consistentemente ou vira banco rapidinho.

    E aí, galera? Concordam com essas classificações ou acham que tem escritor viajando? Eu acho que cada um vê o jogo de um jeito diferente — e é isso que torna essas discussões tão legais. O que importa mesmo é que foi uma temporada divertida de acompanhar.

  • OG Anunoby treina e deve voltar pro Jogo 1 — Knicks respiram aliviados

    OG Anunoby treina e deve voltar pro Jogo 1 — Knicks respiram aliviados

    Olha, quando o OG Anunoby saiu mancando dos últimos minutos da vitória dos Knicks sobre os 76ers no jogo 2, eu já estava preparando o coração pra mais uma decepção. Vocês lembram do que aconteceu há duas temporadas? O cara machucou o posterior da coxa bem nos playoffs e foi tchau pra toda a campanha dos Knicks.

    Mas parece que dessa vez a gente deu sorte, pessoal.

    Notícias boas chegando de Nova York

    Ian Begley, do SNY, foi no ar há dois dias e falou com uma confiança que até me animou: “OG Anunoby vai jogar no Jogo 1. Me sinto muito confortável dizendo isso”. Cara, quando o Begley fala assim, é porque a coisa tá realmente encaminhada. O Shams Charania, da ESPN, também confirmou que a expectativa é positiva.

    O técnico Mike Brown tentou baixar a bola quando perguntaram sobre o assunto hoje, com aquele papo de “vamos dia a dia”. Mas sinceramente? Acho que é mais estratégia mesmo. Ninguém quer entregar informação de graça pro adversário, né?

    Treino controlado mas promissor

    O OG não participou dos treinos com contato hoje, mas Brown confirmou que ele fez “algumas partes” do treino. Pelas imagens que saíram, o cara estava arremessando normalmente e fazendo trabalhos individuais. Não é pouca coisa, considerando que estamos falando de uma lesão que tirou ele de ação há pouco mais de uma semana.

    Stefan Bondy, do New York Post, levantou uma questão interessante: Brown não quis confirmar se o OG está sprintando ou não. Pode ser cautela médica real ou pode ser mind games mesmo. Vocês acham que vale a pena arriscar ele no Jogo 1?

    Na minha visão, ter o Anunoby de volta muda completamente a dinâmica defensiva dos Knicks. O cara é um monstro na marcação perimetral, e sem ele, Nova York fica bem mais vulnerável pros alas adversários. Ainda temos entre 4 a 6 dias até o Jogo 1 das Finais do Leste, então tempo pra recuperação não falta.

    Olha, depois de ver tantas lesões destruírem campanhas dos Knicks nos últimos anos, qualquer notícia positiva já é um alívio absurdo. Agora é torcer pra que não seja só expectativa e o OG realmente consiga voltar 100% pro que promete ser uma série épica.

  • Quem vai ser o primeiro pick? Os 4 monstros do Draft 2026

    Quem vai ser o primeiro pick? Os 4 monstros do Draft 2026

    Cara, que Draft vai ser esse de 2026! Estamos falando de quatro caras que são simplesmente absurdos: Darryn Peterson, AJ Dybantsa, Cameron Boozer e Caleb Wilson. E o mais louco? Qualquer um deles pode ser o primeiro pick.

    O Washington Wizards tá com a primeira escolha — primeira vez desde que pegaram o John Wall em 2010. Imagina a pressão? O time fez uma temporada horrorosa (17-65), mas pode estar prestes a mudar completamente de patamar.

    A rivalidade épica que virou lenda

    Olha, eu tenho que contar essa história porque é surreal. Peterson e Dybantsa já se enfrentaram no ensino médio num jogo que entrou pra história do basquete americano. O Peterson fez 58 pontos pelo Prolific Prep e acertou a bola de 3 da vitória nos segundos finais. O Dybantsa? 49 pontos pelo Utah Prep.

    “Se você estava nesse jogo, provavelmente é uma memória central de toda sua experiência assistindo basquete”, disse o próprio Dybantsa. E ele tá certo — imaginem presenciar isso ao vivo!

    O louco é que eles se reencontraram na faculdade quando Kansas bateu BYU. Peterson fez 18, Dybantsa 17. A rivalidade continua, né?

    Cameron Boozer: DNA de campeão

    Filho do Carlos Boozer (lembram dele no Bulls?), Cameron foi eleito o melhor jogador universitário do país pela AP. Os números são de monstro: 22.5 pontos e 10.2 rebotes por jogo, empatado na liderança nacional com 22 double-doubles.

    “Para mim, é sobre encontrar a situação certa”, disse Boozer. E faz sentido — o cara entende que onde você é draftado pode definir toda sua carreira. Imaginem ele no Bulls como o pai? O próprio Carlos “adoraria” ver o filho em Chicago.

    Wilson e as lesões que assombram

    Caleb Wilson tava tendo uma temporada dominante (19.8 pontos, 9.4 rebotes) quando quebrou a mão esquerda. Voltou, treinou um pouco e… quebrou o polegar direito num treino sem contato. Que azar, bicho!

    Mas ele garante que tá 100%: “Vão ter um vencedor”, disse. “Alguém dedicado à franquia, que vai mudar a cidade para melhor.” Gosto dessa confiança.

    E Peterson? O cara foi hospitalizado por câimbras no corpo todo antes da temporada e perdeu 11 jogos por várias lesões. Mas quando jogou, foi absurdo: 20.2 pontos convertendo 38.2% das bolas de 3 em apenas 24 jogos.

    Sinceramente, qualquer um desses quatro pode revolucionar uma franquia. O Wizards tem uma decisão difícil pela frente — e nós vamos acompanhar cada segundo dessa escolha. Vocês acham que o Dybantsa vai mesmo em primeiro? Eu tenho minhas dúvidas…

  • Dailyn Swain se mantém no Draft 2026 e vai testar a sorte na NBA

    Dailyn Swain se mantém no Draft 2026 e vai testar a sorte na NBA

    Olha, eu não vou mentir: quando vi que o Dailyn Swain decidiu ficar no Draft de 2026, pensei “cara, esse moleque tem coragem”. O ala do Texas falou pra ESPN que tá “com os dois pés dentro” da decisão, e isso foi durante o Combine em Chicago.

    Sinceramente? Entendo a decisão dele. O cara tem 2,01m e 96kg – um porte interessante para a posição. Nos testes atléticos, mandou bem no salto vertical máximo e na corrida de três quartos da quadra. Mas aí que tá… a envergadura e alguns outros números não impressionaram tanto.

    O arremesso que divide opiniões

    E aqui mora o problema: o arremesso do Swain tá gerando polêmica. Tem uns scouts falando que a mecânica dele é meio travada, que ele abaixa demais a bola quando pega a posse. Vi uns vídeos dele no Combine e… bom, não é o arremesso mais bonito que já vi na vida.

    Mas ó, o moleque sabe partir pro garrafão como poucos. Como finalizador, ele é monstro. No primeiro jogo do Combine, fez 8 pontos (3/8 nos arremessos), pegou 5 rebotes, deu 2 assistências e roubou 2 bolas. Não foi espetacular, mas mostrou que pode jogar.

    Projeção e o que esperar

    A ESPN projeta ele como uma escolha do fim da primeira rodada. Olha, sendo bem honesto, acho que pode até dar certo. O cara tem 21 anos, ainda dá pra trabalhar esse arremesso. E se algum time conseguir lapidar essa mecânica…

    Pra quem torce pro Texas, a decisão do Swain pelo menos dá uma tranquilizada pro Sean Miller. O técnico pode focar em fechar o resto do elenco para 2026-27 sem ficar se perguntando se o cara vai ou não fica.

    Vocês acham que ele aguenta a pressão da NBA com esse arremesso ainda cru? Eu tenho minhas dúvidas, mas já vi caras com mecânicas piores darem certo por lá.

  • Cavs vs Pistons: Jogo 5 define quem segue vivo nos playoffs

    Cavs vs Pistons: Jogo 5 define quem segue vivo nos playoffs

    E aí, galera! A coisa tá ficando quente entre Cavaliers e Pistons. Depois de empatar a série em 2-2 com uma vitória de 112-103 no Jogo 4, os Cavs agora precisam ir até Detroit tentar quebrar a vantagem de casa dos Pistons.

    Olha, eu confesso que não esperava que essa série fosse ser tão equilibrada assim. Os Pistons começaram voando, ganhando os dois primeiros jogos em casa (111-101 e 107-97), mas Cleveland mostrou que tem categoria e respondeu na altura com duas vitórias seguidas (116-109 e 112-103).

    O que esperar do Jogo 5

    O confronto desta quarta-feira (13 de maio) às 21h no horário de Brasília vai ser na Little Caesars Arena, e as odds estão dando Detroit como favorito por 4.5 pontos. Sinceramente? Acho pouco. Jogar em casa nos playoffs é outra coisa completamente — a torcida faz diferença mesmo.

    O over/under tá em 212.5 pontos, o que faz sentido considerando que os dois times têm mostrado eficiência ofensiva nessa série. Vocês acham que rola mais ou menos que isso?

    Onde assistir

    Pra quem quer acompanhar essa decisão, o jogo vai passar na ESPN. Se preferir streaming, dá pra ver pelo NBA League Pass. E claro, vamos ter cobertura completa aqui no Sexto Homem também.

    A pressão agora é toda em cima de Cleveland. Perder este jogo significa estar a uma derrota da eliminação, tendo que vencer em casa no Jogo 6 pra forçar um Jogo 7 decisivo em Detroit. Não é uma situação confortável, mas também não é impossível.

    Na minha visão, quem vencer hoje tem pelo menos 70% de chance de levar a série. Playoffs é isso aí — cada jogo vale uma temporada inteira. Que venha o melhor basquete!

  • OG Anunoby deve voltar pro Jogo 1 — e isso muda tudo pros Knicks

    OG Anunoby deve voltar pro Jogo 1 — e isso muda tudo pros Knicks

    Galera, parece que o OG Anunoby vai estar de volta justamente quando o Knicks mais precisa dele. E olha, não podia ter timing melhor — as finais do Leste começam na terça que vem e o cara deve estar no quinteto titular.

    Não vou mentir, quando ele se machucou no Jogo 3 contra o Philadelphia eu fiquei preocupado. Problema no posterior da coxa é sempre complicado, ainda mais em playoffs. Mas pelo que tô vendo das informações que chegaram, tanto o Ian Begley quanto o Shams Charania estão batendo na mesma tecla: o monstro volta.

    A importância do OG que vocês nem imaginam

    Cara, vamos falar sério aqui. Todo mundo fica babando no Jalen Brunson (e com razão) e no Karl-Anthony Towns, mas o Anunoby tem sido FUNDAMENTAL nessa campanha dos Knicks. Os números não mentem: 21.4 pontos por jogo, convertendo um absurdo de 53.8% dos arremessos de 3 pontos. Cinquenta e três vírgula oito! Isso é coisa de videogame.

    E não para por aí — 7.5 assistências por partida também. O cara tá jogando o melhor basquete da vida dele justamente quando importa. Defensivamente então, nem se fala. É o tipo de jogador que marca o melhor adversário e ainda produz muito no ataque.

    Sinceramente? Sem ele, os Knicks ficam bem mais limitados tanto na defesa quanto no ataque. Com ele de volta, a coisa muda de figura completamente.

    O que vem pela frente

    Agora a parada fica interessante. Os Knicks vão enfrentar quem sair vencedor da série entre Detroit Pistons e Cleveland Cavaliers. Se for Detroit, o OG provavelmente vai ficar grudado no Cade Cunningham — e convenhamos, é exatamente o tipo de marcação que pode incomodar (e muito) o armador dos Pistons.

    Se vier Cleveland, aí a coisa fica ainda mais complexa. Ele vai ter que alternar entre marcar o Donovan Mitchell e ajudar no James Harden. Dois caras que sabem criar jogada do nada, então ter um defensor de elite como o Anunoby faz toda diferença do mundo.

    O técnico Tom Thibodeau ainda está sendo cauteloso nas declarações — aquela conversa de ‘vamos ver dia a dia’ — mas pelos relatos, o jogador já estava arremessando no treino. Para mim, isso é sinal verde.

    E aí, vocês acham que com o OG de volta os Knicks conseguem chegar às finais da NBA? Porque eu tô começando a acreditar nesse time…