Autor: Leandro Amorim

  • Doc Rivers deixou a coisa solta demais no Bucks, diz Myles Turner

    Doc Rivers deixou a coisa solta demais no Bucks, diz Myles Turner

    Cara, que bomba o Myles Turner soltou no podcast! O pivô revelou uma parada que explica MUITA coisa sobre a temporada catastrófica do Milwaukee Bucks: o Doc Rivers simplesmente não multava ninguém, mesmo com os caras chegando atrasado pra tudo.

    “Os caras chegavam atrasados o tempo todo”, disse Turner no “Game Recognize Game”. “Apareciam pra assistir filme quando queriam, faltavam em reuniões. Foi uma das coisas mais loucas que já vivi.”

    E olha, isso vindo de um cara que jogou 10 anos no Indiana Pacers não é pouca coisa. Turner disse que em qualquer outro time da carreira dele, atraso = multa na certa. Perdeu o voo? Paga. Chegou atrasado no tratamento? Paga. Faltou no filme? Paga também.

    Giannis era o campeão dos atrasos

    Agora vem a parte mais interessante: segundo Turner, o Giannis Antetokounmpo era quem mais chegava atrasado no time. Sim, o MVP, o cara que carrega o Bucks nas costas, aparentemente tinha uns problemas de pontualidade.

    Sinceramente, isso meio que explica o caos que foi a temporada do Bucks. 32 vitórias, fora dos playoffs pela primeira vez em 10 anos, briga entre Giannis e a organização sobre suas lesões… Foi um desastre completo.

    E vocês acham que isso é falta de liderança do Doc Rivers ou simplesmente ele tentou ser “amigão” demais com os jogadores? Na minha visão, tem hora que precisa apertar mesmo.

    Taylor Jenkins vai ter que meter ordem na casa

    Agora quem assume é o Taylor Jenkins, que foi demitido do Memphis Grizzlies no final da temporada passada. O cara vai ter que chegar metendo a rédea, porque pelo jeito o vestiário do Bucks virou terra de ninguém.

    Turner deixou bem claro que espera uma mudança: “Vamos ver o que o Taylor Jenkins faz como nosso novo técnico”. Traduzindo: esperamos que ele bote ordem nessa bagunça.

    O mais louco é que Doc Rivers vai ser introduzido no Hall of Fame em agosto. Cara com uma carreira brilhante – campeão em 2008 com os Celtics, técnico da era “Lob City” dos Clippers – mas parece que perdeu totalmente o controle em Milwaukee.

    A real é que quando você tem um astro do nível do Giannis chegando atrasado e não rola consequência nenhuma, o resto do time obviamente vai relaxar também. É psicologia básica de vestiário, pessoal.

  • Reaves vai ganhar R$ 200 milhões por ano? Lakers na bronca!

    Reaves vai ganhar R$ 200 milhões por ano? Lakers na bronca!

    Gente, eu sabia que o Austin Reaves estava jogando demais, mas R$ 200 milhões por ano (uns $40 milhões)? Esse moleque que veio do nada, undrafted, agora vai ganhar mais que muito craque por aí. E olha, eu não tô nem reclamando — ele merece cada centavo.

    Vamos aos fatos: quinta temporada consecutiva melhorando os números. Este ano saltou para 23.3 pontos por jogo. O cara simplesmente não para de evoluir, é absurdo. E aconteceu justamente no ano do contrato — timing perfeito ou pressão que funciona?

    Por que $40 milhões faz sentido (infelizmente)

    Segundo o pessoal do The Athletic, executivos da liga acham que ele vai conseguir essa grana toda mesmo. E a explicação é simples: idade boa, produção alta e — aqui que pega — uma classe de agentes livres completamente sem graça. Quando você é o melhor peixe num aquário pequeno, o preço sobe.

    Na nova NBA, esses valores estão virando padrão. Lembram quando $20 milhões era muito dinheiro? Pois é, essa época passou. O problema é que poucos times têm espaço no salary cap pra bancar isso. Bulls e Nets são os únicos com grana limpa, enquanto Jazz e Hawks precisariam mexer no elenco todo.

    Lakers conseguem segurar?

    Aqui que fica interessante (e eu confesso que não entendi direito até pesquisar): como o Reaves não foi draftado, o cap hold dele é só 150% do salário atual. Traduzindo: os Lakers podem fazer outras contratações E ainda dar o aumento pro garoto. Matemática da NBA é coisa de doido mesmo.

    O Dončić já fez campanha pra ele ficar, o próprio Austin deixou claro que quer continuar, e a franquia obviamente quer manter. Sinceramente, acho que ele fica. Mas e vocês, acham que vale a pena pagar tanto assim pro Reaves?

    Uma coisa é certa: de um cara que ninguém conhecia para potencial contrato de $200 milhões, essa é uma das histórias mais legais da liga recente. Prova que talento sempre encontra um jeito de aparecer.

  • Wemby quebrou recorde? Wilt teve 16 tocos em 1969!

    Wemby quebrou recorde? Wilt teve 16 tocos em 1969!

    Galera, preciso contar uma história que tá me deixando meio perturbado. Semana passada, o Victor Wembanyama fez aquele jogo ABSURDO com 12 tocos contra o Minnesota nos playoffs e todo mundo celebrou como se fosse o novo recorde da NBA. Até eu comemorei aqui, não vou mentir.

    Mas aí que vem o plot twist: aparentemente o Wilt Chamberlain já fez DEZESSEIS tocos num jogo de playoff em 1969. Dezesseis, mano!

    O jogo perdido na história

    Olha só que loucura: em 1969, no jogo 5 da semifinal do Oeste, o Wilt simplesmente decidiu fechar o garrafão contra o Atlanta Hawks. Mike Morrow, jornalista do Daily Breeze na época, relatou que o gigante de 2,16m bloqueou 16 arremessos na vitória do Lakers por 104-96.

    Dezesseis tocos. Quatro a mais que o Wemby. E ainda pegou 29 rebotes no mesmo jogo – porque aparentemente fazer uma coisa absurda só não bastava pro cara.

    O problema? Esse jogo aconteceu em abril de 1972, alguns meses antes da NBA começar a contar tocos oficialmente. Então tecnicamente não “vale” nos recordes oficiais. Que sacanagem, né?

    Por que ninguém sabia disso?

    Cara, sinceramente é meio revoltante pensar que o Wilt pode ter vários recordes que simplesmente sumiram porque a liga não contava essas estatísticas ainda. O cara estabeleceu 72 recordes na carreira, sendo que 68 eram só dele. Imagina quantos tocos ele deve ter dado que a gente nem sabe.

    Existe até vídeo do jogo! Tem um canal no YouTube chamado “Rare NBA Footage” que postou alguns clipes do Wilt mandando bola pra fora contra o Hawks. E assim como o Wemby ficou morto de cansaço depois dos 12 tocos dele, o Wilt também reclamou que mal conseguia manter os olhos abertos depois daquela apresentação.

    Vocês acham justo o Wemby ser considerado o recordista quando claramente o Wilt já tinha feito algo maior? Eu entendo que são épocas diferentes, mas convenhamos – toco é toco, não importa se foi em 1969 ou 2026.

    E aí surge a pergunta que não quer calar: quantos outros recordes “perdidos” existem por aí? Imagino que vários monstros daquela época devem ter feito coisas que hoje seriam consideradas impossíveis.

    De qualquer forma, nada tira o mérito do que o Wemby tá fazendo. O cara tem 22 anos e já tá reescrevendo a história do basquete. Mas seria legal se a NBA reconhecesse esses recordes históricos também, né?

  • Draft 2026: os 22 caras que ainda não sabem se viram pros ou voltam pra faculdade

    Draft 2026: os 22 caras que ainda não sabem se viram pros ou voltam pra faculdade

    Gente, vocês sabiam que uma das coisas mais interessantes do Draft da NBA 2026 não são os caras que vão ser escolhidos, mas sim aqueles que ainda tão em dúvida se viram profissionais ou voltam pra NCAA?

    É isso mesmo. Só 71 jogadores se declararam candidatos este ano – bem menos que o normal. Desses, 42 receberam convite pro combine em Chicago, aquela peneira monstro onde os caras mostram o que sabem fazer. E agora? Agora é aquela pressão absurda: escuto os empresários e viro pro, ou volto pra faculdade mais um ano?

    As decisões mais tensas do combine

    Olha, eu acompanho Draft há anos e posso falar: essa decisão é de arrancar os cabelos. Imagina você sendo Dailyn Swain, do Texas. O cara tem 1,98m, envergadura de 2,08m, tá rankeado em 19º lugar… e disse pros repórteres que tá “com os dois pés” na ideia de virar pro. Tanto que nem participou do segundo dia de scrimmages!

    Mas aí tem o Morez Johnson Jr., de Michigan, que acabou de ser campeão da NCAA. Cara com 2,06m de altura e absurdos 2,20m de envergadura (+7 centímetros!). E sabe o que ele disse? “Pra ser sincero, nem conversei com meus empresários sobre isso ainda.” Imagina a tensão!

    O mais louco é que alguns nomes que todo mundo achava que iam pro Draft simplesmente… não entraram. Thomas Haugh (Florida), Braylon Mullins (UConn), Patrick Ngongba II (Duke) – todos considerados possíveis primeira rodada, mas decidiram nem testar as águas.

    O deadline que decide tudo

    A parada é a seguinte: esses caras têm até 27 de maio, 23h59, pra decidir. Ou mantêm a elegibilidade universitária, ou partem pro abraço profissional. Sem volta.

    Christian Anderson Jr., do Texas Tech, disse que tá “100% investido no Draft”, mas não fechou completamente a porta pra voltar. Cara, eu entendo a pressão. Você tem 20 anos, uma janela que pode não se repetir… mas e se não der certo?

    E tem histórias curiosas, como a do alemão Jack Kayil, que nem tava no combine porque tá jogando na Sérvia, mas já bateu o martelo: vai ficar no Draft e tchau, Gonzaga.

    Sinceramente, acho que essa geração tá mais cautelosa que as anteriores. Talvez seja pela economia, talvez pelo NIL (Name, Image, Likeness) que permite os caras ganharem uma grana boa ainda na faculdade. Ou talvez eles tão simplesmente sendo mais espertos.

    E vocês, o que acham? Se fossem esses jogadores, iam pro Draft ou voltavam pra faculdade? Eu, no lugar do Morez Johnson, acho que testaria. Campeão da NCAA aos 20 anos, com aquela envergadura absurda… mas cada caso é um caso, né?

  • Harden aprendendo ser Robin, mas levando Cleveland pro topo

    Harden aprendendo ser Robin, mas levando Cleveland pro topo

    Cara, o que o James Harden tá fazendo em Cleveland é simplesmente absurdo. Em 22 segundos na prorrogação do jogo 5 contra o Pistons, o barbudo fez uma enterrada, errou um lance livre, deu um toco, pegou rebote e perdeu a bola. Tudo isso em menos de meio minuto. E sabe o que é mais impressionante? Ele nem piscou.

    “Ele nunca vacila”, disse o técnico Kenny Atkinson. E olha, depois de 17 anos na liga, o cara já viu de tudo mesmo.

    Cleveland a um jogo das finais do Leste

    É por isso que Cleveland foi buscar o Harden há três meses. Eles queriam alguém cascudo, que já passou por mil guerras nos playoffs. E mano, tá funcionando. Os Cavs estão a uma vitória de chegar nas finais do Leste pela primeira vez desde 2018 — e sem LeBron, pela primeira vez desde 1992!

    Os números não mentem. Quando Harden faz pelo menos 22 pontos, Cleveland tá 5-1. Quando ele acerta pelo menos 44% dos arremessos, são 4-0. Coincidência? Eu acho que não.

    No jogo 5, mesmo errando sete dos últimos oito arremessos no último período e prorrogação, ele ainda foi o cestinha com 30 pontos. “Ele é um profissional dos profissionais”, disse Max Strus. E realmente é — você não vira Hall da Fama por acaso.

    O desafio de ser Robin depois de sempre ter sido Batman

    Sinceramente, eu não esperava que fosse tão difícil pra ele se adaptar. Mas pensa só: depois de anos sendo O cara nos Rockets e Nets, agora ele tem que dividir os holofotes com Donovan Mitchell. É como pedir pro Pelé jogar de meia-armador — tecnicamente funciona, mas mexe com o ego.

    “Isso é novo pra mim. Só tô aqui há dois meses e meio”, admitiu Harden. E olha, a honestidade dele me impressiona. Quantos superstars assumiriam isso publicamente?

    Claro que nem tudo são flores. O cara ainda perde muita bola — tá a uma assistência de empatar com Shaq entre os que mais perderam posse na história dos playoffs desde 1984. Mas ei, quem tem a bola na mão mais tempo também erra mais, né?

    O que me chama atenção é como ele tá evoluindo conforme a série avança. Os três melhores jogos dele foram justamente os três últimos — todos vitórias dos Cavs. Experiência pesando na reta final? Com certeza.

    E aí, vocês acham que Cleveland consegue fechar em casa no jogo 6? Eu tô começando a acreditar nesse time. Harden pode não ter anel ainda, mas tá provando que ainda tem muito basquete no tanque. E olha que ele já tem 37 anos!

    Uma coisa é certa: se chegarem nas finais do Leste, vai ser muito mérito desse cara que aceitou mudar seu jogo pelo bem do coletivo. Isso é maturidade, galera.

  • Zion nos Suns seria uma loucura… mas pode dar certo?

    Zion nos Suns seria uma loucura… mas pode dar certo?

    Pessoal, vocês viram que começaram a rolar uns papos INSANOS sobre uma possível troca do Zion Williamson pro Phoenix? Eu confesso que quando vi isso nas redes sociais dos Suns, quase cuspi o café. Zion no deserto do Arizona? Cara, isso seria absolutamente surreal.

    Olha, eu acompanho NBA há anos e já vi muita coisa maluca, mas essa possibilidade me deixou dividido. Por um lado, imaginem o Zion fazendo dupla com o Devin Booker — seria uma mistura explosiva de talento ofensivo que poderia dar muito certo. Por outro lado… bem, a gente sabe que o Zion vem colecionando mais machucados que jogos bons ultimamente.

    Como essa troca poderia rolar?

    Se os Suns realmente toparem essa aventura, existem algumas maneiras de fazer acontecer. A mais simples seria uma troca direta: Jalen Green pelo Zion. Green por Green, se é que me entendem (desculpem a piada ruim).

    Mas sinceramente? Acho que os Pelicans iam querer mais coisa no pacote. Talvez o Royce O’Neale entrasse junto pra equilibrar os salários. Ou até mesmo uma combinação mais maluca envolvendo Dillon Brooks e Grayson Allen — mas essa eu descarto na hora.

    Dillon Brooks virou queridinho da torcida dos Suns, e o cara tá tão integrado lá que até acompanha os jogos do Mercury (o time feminino de Phoenix). Não faz sentido nenhum trocar ele agora.

    Zion precisa mesmo de um recomeço?

    Vou ser honesto com vocês: acho que o Zion tá meio perdido em Nova Orleans. O cara chegou com aquele hype todo, era pra ser a salvação da franquia, mas entre lesões e performances inconsistentes, a coisa não fluiu como esperado.

    Uma mudança de ares poderia ser exatamente o que ele precisa. Phoenix tem uma estrutura boa, um clima que talvez ajude na recuperação física, e principalmente: um time que já tem uma base sólida. O Zion não precisaria carregar o time nas costas desde o primeiro dia.

    E vocês já imaginaram os highlights? Zion enterrando em transição depois de um passe do Booker? Seria de arrepiar.

    Mas será que vale o risco?

    Aqui é onde a coisa fica complicada. Os Suns já apostaram alto algumas vezes no passado recente e nem sempre deu certo. Será que eles tão prontos pra mais uma aposta arriscada?

    O histórico de lesões do Zion é preocupante, não vou mentir. E tem também a questão do fit no sistema de jogo. Ele conseguiria se adaptar ao estilo dos Suns? Conseguiria dividir protagonismo com outros astros?

    Na minha opinião, se o preço fosse baixo — tipo, só o Jalen Green mesmo — eu toparia a parada. Green tá meio irregular mesmo, e trocar por um cara com o potencial do Zion (mesmo com os riscos) pode valer a pena.

    E aí, galera? Vocês acham que os Suns deviam arriscar nessa? Ou é melhor ficar na zona de conforto e procurar opções mais seguras? Porque olhando de fora, essa seria uma das trocas mais interessantes da próxima offseason.

  • Mobley virou monstro e provou que os Cavs podem ganhar agora

    Mobley virou monstro e provou que os Cavs podem ganhar agora

    Cara, o que eu vi do Evan Mobley no Jogo 5 contra os Pistons foi simplesmente absurdo. O garoto literalmente carregou os Cavs nas costas quando mais precisavam dele — e olha que não foi fácil, não. Saiu de quadra com um corte perto do olho esquerdo, prova de que Detroit não facilitou nada pra ele.

    Sinceramente? Aquela troca do Darius Garland pelo James Harden sempre me pareceu uma aposta muito arriscada. Não no Harden — o cara é monstro. Mas era apostar que o Mobley já estava pronto pra ser protagonista nos playoffs AGORA, não daqui a 3 ou 4 anos. E cara, ele mostrou que tá pronto mesmo.

    Defesa e ataque: o show completo

    Quem acompanha a NBA desde que o Mobley chegou sabe que defesa sempre foi o ponto forte dele. Mas ontem foi além disso — o garoto simplesmente dominou a área defensiva. Intimidou tanta gente no garrafão que o Bickerstaff (técnico dos Pistons, que conhece bem esse time dos Cavs) teve que tirar o Jalen Duren — um All-Star, gente! — e fechar o jogo com o Paul Reed.

    E no ataque? Olha, os 7 pontos dele no final do quarto período vão ser manchete em todo lugar. Uma bomba de 3 decisiva e dois lances livres pra empatar o jogo no tempo normal. Duas coisas que ele vinha errando bastante na temporada regular. Mas o que mais me impressionou foi a tomada de decisão dele.

    Detroit tava fazendo de tudo pra parar o Mitchell e o Harden, então sobrou pro Mobley resolver. E ele resolveu.

    A evolução que todo mundo queria ver

    Vocês lembram dos playoffs de 2023 contra os Knicks? Cara, foi doloroso de assistir. O Mobley simplesmente não conseguia lidar com a pressão da marcação dupla. Ficava nervoso, tomava decisões ruins, não conseguia aproveitar quando o adversário mandava dois caras pra cima do armador.

    Três playoffs depois, é um jogador completamente diferente.

    O Bickerstaff (que inclusive era técnico dos Cavs naquela época traumática) tentou usar exatamente a mesma estratégia que o Thibodeau usou em 2023. Mandou pressão dupla nos armadores pra forçar o Mobley a decidir. Só que dessa vez não funcionou, não.

    O cara tava lendo a defesa como um veterano de 10 anos de NBA. Quando a ajuda vinha, ele achava o Jarrett Allen livre no garrafão — foram três assistências assim só no jogo. Quando a marcação vinha dos cantos, ele mandava a bola certinho pros arremessadores abertos.

    Oito assistências no total. Oito! Pro cara que começou a temporada dribblando demais e travando quando a pressão chegava.

    O Kenny Atkinson acertou a mão

    O técnico Kenny Atkinson falou uma coisa depois do jogo que fez muito sentido: “Ele tá encontrando o equilíbrio entre ser agressivo pra pontuar e ler a geografia da quadra. Quando eles fazem o ‘enxame’ — é assim que a gente chama —, ele consegue achar as janelas.”

    E aí, vocês acham que essa evolução do Mobley é suficiente pra levar os Cavs longe nos playoffs? Porque cara, se ele conseguir manter esse nível, esse time pode incomodar muito gente. A defesa sempre foi boa, agora com o ataque funcionando através dele…

    Não vou mentir: tô começando a acreditar nesse projeto de Cleveland. O Mobley finalmente virou o que todo mundo esperava que ele fosse.

  • Steve Kerr quase aposentou? Coach revelou estar 95% decidido a largar tudo

    Steve Kerr quase aposentou? Coach revelou estar 95% decidido a largar tudo

    Cara, imagina a cena: Steve Kerr, técnico dos Warriors há uma década, chega em casa um dia antes do play-in contra os Clippers e fala pro espelho: “Acho que acabou”. O homem estava 95% certo de que ia pendurar as chuteiras. Noventa e cinco por cento! Só faltava assinar a carta de demissão.

    Mas aí, né? O basquete tem dessas coisas. No dia seguinte, os Warriors fizeram um jogaço contra os Clippers — vitória por 126 a 121 numa partida de matar o coração. E Kerr, que tava praticamente com um pé na aposentadoria, mudou de ideia na hora.

    A virada de chave que mudou tudo

    A história é linda, cara. O jornalista da ESPN Wright Thompson estava lá quando aconteceu. No vestiário, depois da vitória, um assistente chegou com as estatísticas e falou que os Warriors só tinham liderado o jogo por quatro minutos e seis segundos. Todo mundo riu, tentando aproveitar o momento. Foi aí que Kerr se virou pro Thompson e sussurrou: “Eu não vou sair”.

    Sinceramente? Eu entendo o cara. Imagina você estar pronto pra largar tudo e de repente seu time faz uma dessas apresentações emocionantes. É viciante mesmo, como ele falou depois. O problema é que os Warriors acabaram perdendo pro Phoenix Suns na sequência e ficaram fora dos playoffs — pelo segundo ano em três temporadas.

    A sombra do Popovich

    O que mais me marcou nessa história toda foi o que Kerr falou sobre Gregg Popovich, seu mentor. Pop sofreu um derrame no ano passado e teve que se aposentar dos Spurs. Kerr viu de perto como é difícil largar esse vício do basquete — o próprio Popovich já tinha “decidido” se aposentar antes, ligou pro Kerr se despedindo, e uma semana depois… assinou extensão de contrato!

    “Eu percebi que ele não conseguia sair”, disse Kerr sobre Pop. “Ele não conseguia simplesmente largar.”

    E agora? Kerr assinou por mais dois anos com os Warriors e continua sendo o técnico mais bem pago da NBA. Mas ele mesmo admite a paranoia: como saber a hora certa de parar? “Você não quer sair cedo demais, mas também não quer sair tarde demais”, falou.

    Olha, na minha opinião, Kerr ainda tem combustível. O cara ganhou quatro títulos com os Warriors, conhece o Curry como ninguém, e agora que o time está meio que se reestruturando (com rumores de que o Draymond pode sair), pode ser que ele tenha mais uns anos de fogo no olho. E vocês, acham que ele vai conseguir se aposentar quando quiser, ou vai ser igual ao Pop e precisar que empurrem ele porta afora?

  • Liga confirma: árbitros acertaram tudo no final do Cavs x Pistons

    Liga confirma: árbitros acertaram tudo no final do Cavs x Pistons

    Olha só que situação curiosa rolou depois do jogo 5 entre Cavaliers e Pistons. O técnico do Detroit, J.B. Bickerstaff, ficou putaço com uma jogada no final do jogo — achava que o Jarrett Allen tinha cometido falta no Ausar Thompson numa disputa de bola perdida. Se fosse marcada, seriam dois lances livres pro Pistons empatar o jogo. Tenso demais.

    “[Allen] fez falta no Ausar [Thompson]”, disse Bickerstaff depois do jogo. “Está claro. Ele tropeça nele quando está indo pegar a bola perdida. Situação de final de jogo, isso é difícil.”

    Mas aí que vem o plot twist.

    Liga bate o martelo: não foi falta

    O Tony Brothers, que estava apitando a partida, já tinha defendido a decisão logo depois do jogo. Disse que foi apenas “contato incidental” entre os dois jogadores disputando a bola, sem ninguém ter posse dela.

    E agora veio o relatório oficial dos últimos dois minutos da NBA — aquele documento que a liga solta pra confirmar se os árbitros acertaram ou erraram nas jogadas polêmicas do finalzinho.

    Resultado? Os caras acertaram em cheio.

    Segundo o relatório: “Allen (CLE) e Thompson (DET) legalmente disputam o mesmo espaço enquanto perseguem a bola perdida [antes de qualquer jogador ter posse], e ambos perdem o equilíbrio devido ao contato mínimo.”

    Outras jogadas também estavam certas

    Teve uma outra jogada polêmica na prorrogação — falta marcada no Paul Reed contra o James Harden com 24 segundos restantes. O pessoal do Pistons reclamou que o Harden tinha saído de quadra antes da falta, mas o relatório confirmou que não. Harden ainda estava “dentro de quadra com posse da bola antes do contato ilegal do Reed.”

    No fim das contas, a NBA confirmou que TUDO foi apitado corretamente no final do jogo 5. Zero erros de arbitragem nos momentos cruciais. Isso é raro, gente!

    Sinceramente, acho que essa confirmação da liga tira um peso das costas dos Cavs. Nada pior que ganhar um jogo decisivo e todo mundo ficar questionando se foi “roubo” ou não. Agora eles podem focar 100% no jogo 6.

    E vocês, acham que os Cavaliers conseguem fechar a série na sexta-feira e garantir vaga na final da Conferência Leste? Seria um baita feito eliminar esse Pistons que tá dando muito trabalho!

  • 76ers demitem Daryl Morey e procuram GM que trabalhe em equipe

    76ers demitem Daryl Morey e procuram GM que trabalhe em equipe

    Cara, a bomba explodiu na Filadélfia! Os 76ers mandaram embora Daryl Morey depois de seis temporadas, e agora Bob Myers — sim, o cara que comandou os Warriors nos títulos — está caçando um novo GM que saiba trabalhar em equipe. E olha, eu entendo perfeitamente a decisão.

    Morey até que tinha um cartel positivo (270-212 na temporada regular), mas ficou emperrado no segundo round dos playoffs. CINCO vezes nos playoffs em seis anos, e nunca passou da segunda fase. Isso frustra qualquer um, né? E pra piorar, tomaram uma varredura dos Knicks nessa temporada. Aí é osso.

    A troca polêmica do Jared McCain

    A gota d’água mesmo foi aquela troca maluca do Jared McCain pro Oklahoma City em fevereiro. O moleque tá voando por lá, e o pessoal da Filadélfia não perdoa. Sinceramente, eu também achei meio sem noção na época — você não troca um talento jovem assim sem ter certeza absoluta do que tá fazendo.

    Josh Harris, o dono, tentou defender dizendo que “fazia parte de um plano maior”, mas convenhamos… quando o cara que você trocou tá arrebentando no outro time e você foi varrido nos playoffs, fica difícil vender essa história, né não?

    Myers quer harmonia no front office

    Agora o Bob Myers falou uma coisa que faz muito sentido: “Você precisa de pessoas boas que estão em harmonia”. E cara, isso é fundamental mesmo. Quantas vezes a gente não vê times com talento sendo destruídos por ego e falta de comunicação?

    Myers deixou claro que quer alguém colaborativo, que saiba ouvir e tomar decisões em conjunto. Nada desse negócio de ditador do front office. “Ninguém joga pra chegar nos playoffs”, disse ele. E tá certo — com Embiid e Paul George no elenco, o objetivo tem que ser o anel mesmo.

    O problema é que o Embiid vive machucado (quando não é?) e o Paul George pegou 25 jogos de suspensão por drogas nessa temporada. Aí complica tudo. Como você constrói consistência com essas instabilidades?

    Janela de oportunidade se fechando

    A real é que o tempo tá passando. Embiid já tem 32 anos e uma história de lesões que preocupa. Paul George não rejuvenesce. Maxey e VJ Edgecombe são promessas, mas ainda não estão no nível de carregar um time sozinhos.

    Myers falou uma verdade dura: “É preciso um grande nível de desconforto para ganhar um campeonato”. Traduzindo: tem que meter a cara, gastar pesado, arriscar. E pelo menos o Harris garantiu que pode estourar o luxury tax — o que é fundamental nos dias de hoje.

    Vocês acham que os Sixers conseguem encontrar o GM ideal antes do Draft de junho? Eu torço pra que sim, porque desperdiçar o prime do Embiid seria uma tragédia. E aquela cena dos torcedores dos Knicks tomando conta do Wells Fargo Center… cara, isso não pode se repetir nunca mais.