Autor: Leandro Amorim

  • Rockets vencem Wolves sem Edwards? Duelo pegado no Oeste!

    Rockets vencem Wolves sem Edwards? Duelo pegado no Oeste!

    Cara, que jogo interessante temos aqui! Rockets visitando os Timberwolves numa quarta-feira que pode definir muito coisa no Oeste. E olha, eu tô curioso pra ver como vai ser essa parada — Houston liderando a série por 1-0 e os dois times praticamente empatados na tabela (43-28 vs 44-28).

    Edwards machucado muda tudo

    O grande lance aqui é que Anthony Edwards tá fora por lesão no joelho. Mano, o cara é simplesmente o motor ofensivo dos Wolves! Sem ele, a responsabilidade toda cai no colo do Julius Randle, que até tá jogando bem (média de 21 pontos), mas carregar um time inteiro nas costas contra a defesa de Houston? É pedir demais.

    Sinceramente, acho que essa ausência do Edwards vai pesar muito. Os Wolves são um time que vive de defesa mesmo, mas sem o cestinha principal, fica complicado manter o ritmo ofensivo necessário pra ganhar esse tipo de jogo decisivo.

    Houston tem as armas certas

    Do outro lado, os Rockets têm o Kevin Durant absolutamente on fire — o cara meteu 40 pontos no último jogo contra o Bulls. Quarenta! E não podemos esquecer do Alperen Sengun, que tá numa fase monstruosa da temporada. O turco vem fazendo uns jogaços, incluindo aquele triple-double com 33 pontos.

    A dupla Durant-Sengun tá funcionando muito bem, e contra um Minnesota desfalcado, pode ser o diferencial. Houston precisa dessa vitória pra fugir do play-in e se firmar nos playoffs diretos.

    Os Rockets vêm de três derrotas seguidas fora de casa, o que preocupa um pouco. Mas cara, quando você tem KD no seu time jogando nesse nível, sempre tem chance de virar o jogo.

    Minha visão do confronto

    Olha, vai ser um jogaço típico de final de temporada — aquele nervosismo gostoso de quem tá brigando por posição. Minnesota joga em casa e tem uma das melhores defesas da liga, mas sem Edwards fica muito dependente de milagres individuais.

    Houston tá mais completo no momento. Durant e Sengun formam uma dupla que pode resolver qualquer jogo, e a experiência do KD em momentos decisivos sempre conta.

    Vocês acham que Minnesota consegue compensar a falta do Edwards só com a força da torcida em casa? Eu tenho minhas dúvidas. Acho que os Rockets levam essa e fecham a série por 2-0.

    Vai ser daqueles jogos que a gente torce pra ter overtime — dois times brigando por cada posse, defesas pegando fogo. Basquete de playoff antecipado!

  • Iguodala choca: MVP das Finais pelos Warriors ‘não significou nada’

    Iguodala choca: MVP das Finais pelos Warriors ‘não significou nada’

    Cara, essa é dessas declarações que te fazem parar tudo e pensar: será que eu ouvi direito? Andre Iguodala, aquele mesmo que foi MVP das Finais de 2015 pelos Warriors contra o LeBron e os Cavs, mandou a real no podcast “Roommates Show” dos caras do Knicks. E olha, a resposta dele quando perguntaram o que aquele prêmio significou pra ele foi de quebrar o queixo:

    “Sinceramente? Nada.”

    Nada. O cara que saiu do banco e virou herói nas três últimas partidas da série, que freou o LeBron quando ninguém conseguia, que foi FUNDAMENTAL pro primeiro título dos Warriors na era moderna… e fala que não significou nada.

    O sacrifício que ninguém vê

    Mas calma, antes de sair xingando o Iguodala, deixa eu explicar o raciocínio do monstro. Ele tava falando da dificuldade de ser “aquele cara” do time – sabe, o que faz a parada funcionar mas que estatisticamente não aparece tanto.

    “Todo time precisa ter aquele cara que vai se sacrificar pelo bem maior da equipe. Mas aí todo mundo vai pegar os seus números e receber bem, menos você”, disse ele. E mano, isso é real demais. Durante a temporada regular de 2014-15, o Iggy fez apenas 7,8 pontos por jogo. Saindo do banco, fazendo o trabalho sujo.

    Na minha visão, isso é uma das maiores injustiças do basquete moderno. O cara que faz a defesa, que conecta as jogadas, que aceita um papel menor pelo time… na hora da renovação, os GMs só olham os números no papel. “Sete pontos? Qualquer um faz isso.” Não, chefe. Não faz não.

    A luta interna que quase mudou tudo

    Agora vem a bomba: Iguodala quase pediu trade três vezes durante aquela temporada. Três vezes! O Steve Kerr chegou pro cara e falou “você é melhor saindo do banco” depois de um pré-temporada absurdo. Imagina a frustração.

    “Eu achava que era o segundo melhor jogador do time depois da pré-temporada”, contou ele. “Nunca tinha saído do banco na carreira. É um ritmo completamente diferente.”

    E olha que ironia: o cara ficou desconfortável a temporada toda, só foi se encontrar mesmo na terceira rodada dos playoffs. Daí nas Finais? Monstro total. 16,3 pontos, 5,8 rebotes e 4,0 assistências por jogo contra os Cavs. E mais importante que os números: ele foi quem conseguiu incomodar de verdade o LeBron naquele período.

    Vocês acham que o Iguodala tem razão em minimizar o prêmio assim? Eu entendo o ponto dele sobre o sacrifício, mas cara… MVP das Finais da NBA é MVP das Finais da NBA. Não dá pra fingir que isso não é gigante.

    No final das contas, o próprio Iggy admite que “funcionou do jeito que tinha que funcionar”. E funcionou mesmo – aquele título de 2015 foi só o começo da dinastia Warriors. Mas essa declaração dele mostra o lado mais humano de uma das conquistas mais icônicas da década passada. Às vezes o que parece um sonho realizado por fora pode ser bem mais complicado por dentro.

  • Knicks a 0,5 jogo dos Celtics: ‘Isso manda um recado bem claro’

    Knicks a 0,5 jogo dos Celtics: ‘Isso manda um recado bem claro’

    Olha só que loucura: os Knicks estão a meio jogo dos Celtics pela 2ª posição no Leste. MEIO JOGO! Quem diria que veríamos isso em 2026, né?

    Mas nem tudo são flores em Nova York. Landry Shamet vai ficar fora do segundo jogo consecutivo por conta de uma contusão no joelho direito (“contusão do planalto tibial”, para ser mais técnico). E o Deuce McBride continua se recuperando da cirurgia de hérnia.

    Mike Brown elogia Mikal Bridges

    Mike Brown não poupou elogios ao Mikal Bridges, que anda recebendo algumas críticas injustas ultimamente:

    “Ele mostrou repetidas vezes que é um jogador de alto nível. Já estive com muitos jogadores que passaram por altos e baixos durante a temporada. E ele trabalha muito duro. Ele se importa em um nível alto. Normalmente, quando você tem essa combinação de um veterano que produziu da forma que ele produziu na NBA, isso tende a levar a bons resultados, eventualmente.”

    E cara, eu concordo 100% com o Brown. O pessoal às vezes esquece que o Bridges foi o cara principal no Brooklyn por um ano e meio. Agora ele tem um papel diferente — menos jogadas desenhadas para ele, mas ainda essencial pro sistema.

    Josh Hart defende o companheiro

    Josh Hart também saiu em defesa do Bridges, e olha que argumento:

    “Ele está fazendo o que foi pedido para ele fazer. Quando você é um cara que por um ano e meio no Brooklyn Nets foi o número 1 e tinha jogadas desenhadas para ele… ano passado, ele não teve muitas jogadas para ele. Este ano, ele provavelmente tem ainda menos. Obviamente há uma barreira mental que ele precisa superar.”

    Sinceramente? Hart tem razão. Se pedissem pro Bridges arremessar 15 vezes por jogo, ele seria eficiente e faria isso numa boa. Mas não é isso que o time precisa dele agora.

    E sobre o Zion Williamson, que os Knicks enfrentam hoje? Hart foi direto: “Ele é um fenômeno da natureza. Digo isso com todo respeito. Quando ele está focado, é um dos 15 ou 20 melhores jogadores da liga, se não melhor.”

    O recado de Jordan Clarkson

    Agora a parte mais interessante. Mike Brown falou sobre Jordan Clarkson estar dando exemplo pro time todo:

    “Você está falando do ex-Sexto Homem do Ano — isso deveria dizer a qualquer um e a todos que se ele pode lidar com isso tão profissionalmente quanto ele faz, então qualquer um neste time deveria conseguir lidar. Dos minutos aos arremessos, seja lá o que for. Isso deveria definitivamente mandar um recado bem claro para todo mundo.”

    Monstro de profissionalismo, esse Clarkson. Se um cara que já ganhou prêmio de Sixth Man consegue aceitar menos minutos e menos arremessos pelo bem do time, qualquer jogador no elenco pode fazer o mesmo.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem manter esse ritmo e brigar pela 2ª posição? Com essa mentalidade de equipe e profissionalismo, eu tô começando a acreditar mesmo nesse time. Vai ser um final de temporada absurdo no Leste!

  • Blue Jays vai distribuir bobblehead NOSTÁLGICO do Vlad Jr com Expos

    Blue Jays vai distribuir bobblehead NOSTÁLGICO do Vlad Jr com Expos

    Olha, quando eu vi essa notícia quase derramei meu café. Os Blue Jays anunciaram que vão distribuir um bobblehead do Vladimir Guerrero Jr. vestindo uniforme do Montreal Expos. Gente, que sacada genial!

    A peça vai ser entregue no dia 25 de maio e mostra o Vlad Jr. ainda criança, numa foto histórica ao lado do pai usando a camisa dos Expos. Para quem não lembra (ou é mais novo), Vladimir Guerrero pai foi uma lenda absoluta em Montreal nos anos 90.

    Uma homenagem que emociona

    Sinceramente, achei linda essa homenagem. Os Expos foram o outro time canadense da MLB até 2004, quando a franquia mudou pra Washington e virou Nationals. Tem muito fã que ainda sente saudade daquele time — e ver o filho do Guerrero homenageando essa história é de arrepiar.

    O timing não podia ser melhor. Toronto acabou de chegar na World Series em 2025 (perdeu pros Dodgers em sete jogos, que dor), e agora quer repetir a dose em 2026. O Vlad Jr. tá sendo a cara dessa nova era dos Jays.

    Time montado pra brigar pelo título

    E não é só o Guerrero Jr. que tá motivado não. Os Blue Jays contrataram Dylan Cease na offseason — arremessador que já mostrou na spring training que veio pra somar. O cara postou ERA de 0.93 em três jogos. Monstro!

    “Estou numa situação melhor do que eu esperava”, disse o Cease. E o Vlad Jr.? Bateu .444 na preparação. Quarenta e quatro por cento de aproveitamento! O cara tá simplesmente voando.

    Vocês acham que Toronto consegue finalmente quebrar a maldição e conquistar a World Series? A temporada 2026 começa na sexta contra os Athletics, e eu já tô ansioso pra ver se esse time consegue transformar todo esse hype em resultado.

    PS: Quem mais quer esse bobblehead? Imagino que vai ter uma fila quilométrica no Rogers Centre no dia 25 de maio!

  • DeSean Jackson e Delaware State já têm calendário 2026 – vai ser guerra

    DeSean Jackson e Delaware State já têm calendário 2026 – vai ser guerra

    Gente, o DeSean Jackson não tá brincando em serviço não. O cara já soltou o calendário completo de 2026 do Delaware State e, olhando aqui, vai ser uma temporada absolutamente insana para os Hornets.

    Sinceramente? Acho que o Jackson tá montando um calendário de propósito pra testar se esse time dele realmente tem DNA de campeão. Porque não é possível que alguém marque esses jogos por acaso.

    Começando já no sufoco

    A temporada abre no dia 27 de agosto contra o Stony Brook, em casa. Tranquilo até aí. Mas aí vem o William & Mary no dia 5 de setembro e cara… esse time pode ter feito 7-5 em 2025, mas foram 6-2 na conferência deles. As únicas derrotas vieram contra New Hampshire e Richmond – dois times que sabem jogar bola pra caramba.

    Na minha visão, esse jogo contra William & Mary vai ser o primeiro teste real pra saber se o projeto do DeSean Jackson tem pernas mesmo. Porque uma coisa é ganhar de time fraco, outra é enfrentar quem tradicionalmente disputa playoffs do FCS.

    Depois ainda tem o Bowie State em casa, mas o que me chamou atenção foi a viagem pra Tampa enfrentar o South Florida. Monstro, o USF fez 9-4 na temporada passada – isso não é brincadeira não.

    O clássico que todo mundo quer ver

    Mas o que realmente me deixou animado foi ver o North Carolina Central marcado para o dia 24 de outubro. Lembram da virada absurda que Delaware State deu nos Eagles no ano passado? Foi em Durham, no homecoming deles, e os Hornets simplesmente viraram o jogo de cabeça pra baixo.

    Agora o NC Central vem pra Dover querendo revanche. Vai ser jogaço, podem ter certeza.

    E pra fechar a temporada regular? South Carolina State, os atuais campeões do Celebration Bowl. Em casa deles. Ou seja, vai ser guerra mesmo.

    Vocês acham que o DeSean Jackson consegue levar Delaware State pros playoffs do FCS com esse calendário maluco? Porque olhando aqui, se os Hornets conseguirem fazer uma boa campanha contra esses adversários, o respeito nacional vem naturalmente.

    O mais interessante é que Jackson tá claramente tentando agendar jogos que coloquem seu time no mapa. Nada de ficar só na zona de conforto da MEAC – ele quer testar os limites mesmo.

  • Wemby se candidata ao MVP com 3 argumentos geniais

    Wemby se candidata ao MVP com 3 argumentos geniais

    Cara, o Victor Wembanyama finalmente quebrou o silêncio sobre a corrida do MVP. E olha, depois de ouvir os três argumentos que ele apresentou, eu tô começando a achar que o francês monstro tem razão mesmo.

    Enquanto todo mundo tratava o Shai Gilgeous-Alexander como favorito absoluto (e olha, o cara é absurdo mesmo), o Wemby foi lá e soltou uma bomba: “Eu acho que deveria liderar a corrida. Estou tentando garantir que no final da temporada não haja debate”.

    A defesa que ninguém valoriza

    O primeiro argumento do gigante francês me pegou de jeito: “Defesa é 50% do jogo e isso é desvalorizado na corrida do MVP”. Mano, ele tem razão! A gente sempre fica babando nos pontos, assistências e rebotes, mas esquece que o cara está destruindo do outro lado da quadra.

    E sinceramente? Wemby é o jogador mais impactante defensivamente da liga. Os números não mentem — o cara está bloqueando, roubando bola e mudando arremessos como se fosse videogame. É absurdo ver um cara de 2,24m correndo pela quadra inteira e ainda conseguindo proteger o garrafão.

    Thunder? Que Thunder!

    O segundo ponto foi uma alfinetada direta no Oklahoma City: eles quase varreram o Thunder na temporada regular. Três vitórias dominantes com o time principal e mais uma contra os reservas. Ou seja, contra o time do atual favorito ao MVP, os Spurs simplesmente dominaram.

    Isso me lembra aqueles papos de futebol quando você fala “mas perdeu pro meu time”. No basquete funciona igual — se você quer ser MVP mas não consegue ganhar dos caras que estão brigando pelo mesmo prêmio… complicado, né?

    Impacto vai além dos pontos

    O terceiro argumento foi o mais inteligente: “impacto ofensivo não é só pontos”. E aí que mora o perigo para quem só olha estatística básica. Wemby não precisa fazer 30 pontos todo jogo para ser dominante — ele muda o jogo inteiro só de estar em quadra.

    O cara puxa a marcação, abre espaço para os companheiros, e quando decide atacar o aro… meu amigo, é enterrada garantida. Sem contar que ele consegue arremessar de três com uma facilidade que dá até medo.

    Olha, eu sempre fui Team Jokic quando o assunto era MVP, mas esse francês está me convertendo. Os Spurs conquistaram o título da Divisão Sudoeste pela primeira vez em nove anos, e o principal motivo tem nome e sobrenome: Victor Wembanyama.

    E vocês, acham que os argumentos do Wemby fazem sentido? Porque na minha visão, se ele conseguir levar os Spurs pros playoffs — coisa que parecia impossível no início da temporada — não vai ter muito o que debater mesmo.

  • Salah vai deixar o Liverpool! Era de 9 anos chega ao fim

    Salah vai deixar o Liverpool! Era de 9 anos chega ao fim

    Cara, chegou a notícia que ninguém queria ouvir. Mohamed Salah vai deixar o Liverpool no fim desta temporada, depois de nove anos fazendo a festa em Anfield. Nove anos, gente! O cara virou lenda absoluta no clube e agora tá indo embora.

    O Liverpool confirmou ontem que chegaram a um acordo com o egípcio pra ele sair um ano antes do contrato vencer. Sinceramente? Eu não tô surpreso, vendo como as coisas andavam tensas entre ele e o clube.

    Os números são de outro planeta

    Olha só esses números: 255 gols em 435 jogos. Duzentos e cinquenta e cinco gols! O cara é um monstro absoluto. Ajudou o Liverpool a conquistar duas Premier League e uma Champions League desde que chegou da Roma em 2017.

    “Infelizmente chegou o dia”, escreveu Salah no Instagram. E olha, deu até pra sentir a emoção nas palavras dele: “Liverpool não é apenas um clube de futebol. É uma paixão, é uma história, é um espírito”.

    Mas vocês lembram do drama que rolou? No final do ano passado, Salah ficou no banco por alguns jogos e depois saiu falando que o clube “me jogou debaixo do ônibus”. A relação claramente não tava das melhores.

    A queda de rendimento pesou

    Vamos falar a real: o Salah não tá mais aquele bicho que era antes. Depois de ser artilheiro da Premier League quatro vezes, ele vinha oscilando bastante. Arne Slot até trouxe ele de volta pro time titular, mas não conseguiu recuperar aquela magia toda.

    E aí que mora o drama — imaginem o Liverpool sem Salah? O cara de 33 anos virou sinônimo do clube nos últimos anos. Vai ser estranho demais ver ele com outra camisa.

    Por enquanto ele tá machucado, mas o Liverpool disse que ele quer terminar a temporada da melhor forma possível pelo clube. Respeito total por isso. A despedida oficial vai rolar só no fim da temporada, quando ele se despedir de Anfield pela última vez.

    E vocês, acham que o Liverpool vai conseguir substituir uma lenda dessas? Porque sinceramente, eu não faço ideia de quem pode chegar perto do impacto que o Salah teve nesses nove anos.

  • Sindicato dos jogadores detona os Bucks por tentar parar Giannis

    Sindicato dos jogadores detona os Bucks por tentar parar Giannis

    Olha só que situação bizarra rolou em Milwaukee. O sindicato dos jogadores da NBA (NBPA) saiu do silêncio e meteu o pau nos Bucks por tentarem forçar Giannis Antetokounmpo a parar de jogar, mesmo com o grego querendo continuar em quadra. E sabe o que é mais absurdo? A própria franquia admitiu que ou renova com o Greek Freak ou vai trocá-lo. Clima tenso no Wisconsin.

    A história é a seguinte: Giannis machucou o joelho esquerdo no jogo contra o Indiana Pacers em 15 de março — uma hiperextensão que deixou todo mundo preocupado. Só que depois da ressonância, Doc Rivers veio com a boa notícia: “Foi uma imagem realmente boa, então não houve dano. Nada. Foram realmente boas notícias.”

    O que realmente aconteceu nos bastidores

    Mas aqui que a coisa fica estranha. Mesmo com o exame limpo, os Bucks mantiveram Giannis fora por quatro jogos seguidos, alegando uma “contusão óssea”. E segundo o The Athletic, a franquia chegou a procurar o MVP para sugerir que ele parasse de jogar pelo resto da temporada. A resposta dele? Um não redondo.

    “A Política de Participação dos Jogadores foi projetada pela liga para responsabilizar as equipes e garantir que quando um All-Star como Giannis Antetokounmpo está saudável e pronto para jogar, ele esteja na quadra”, disparou o porta-voz do sindicato. E completou com uma alfinetada: “Infelizmente, as políticas anti-tanking são eficazes apenas na medida em que são aplicadas.”

    Tanking disfarçado ou cuidado excessivo?

    Sinceramente? Cheira a tanking de longe. Os Bucks estão com 29-42, oito jogos atrás dos Hornets na briga pelo play-in. Com essa campanha desastrosa, começar a temporada 2024-25 com um draft pick melhor não seria má ideia — pelo menos na cabeça da diretoria.

    Mas o Giannis não quer saber disso. O cara tem sido visto fazendo treinos intensos antes dos jogos, incluindo movimentos explosivos com a perna esquerda. Quer dizer, se ele tá treinando desse jeito, por que não pode jogar?

    E aí vem a bomba: na semana passada, a diretoria dos Bucks foi bem clara — ou Giannis renova na offseason ou vai ser trocado. Imagina o clima no vestiário com essa pressão toda. Você tentaria forçar seu melhor jogador a parar sabendo que ele pode vazar na próxima temporada?

    Olha, eu não sei vocês, mas essa situação tá com cara de que vai dar muito pano pra manga. O que acham? Os Bucks estão mesmo protegendo o Giannis ou só querem melhorar a posição no draft?

  • Craig Robinson fala sobre nova série da NBC e compara com The Office

    Craig Robinson fala sobre nova série da NBC e compara com The Office

    Vocês lembram do Craig Robinson como o Darryl em The Office? Pois é, o cara voltou com tudo numa nova série da NBC que tá fazendo barulho por aí. Chama The Fall and Rise of Reggie Dinkins e, olha, tem tudo pra ser mais uma pancada no estilo mockumentário.

    A série segue um ex-jogador da NFL desgraçado (interpretado pelo Tracy Morgan) que quer voltar aos holofotes através de um documentário. Ele contrata um cineasta premiado, que é nada menos que o Daniel Radcliffe — sim, o Harry Potter — pra contar a história dele.

    A grande diferença de The Office

    Robinson, que interpreta Jerry Basmati (um ex-rival do protagonista), explicou numa entrevista recente qual é a principal diferença entre as duas séries. E cara, é genial a observação dele.

    “A diferença é que você tem o diretor do documentário como personagem na série”, disse Robinson. Em The Office, a galera atrás da câmera só apareceu lá no final — e vocês sabem como foi controverso isso, né?

    Essa mudança criou uma dinâmica completamente nova. Agora os atores podem interagir diretamente com quem tá filmando, o que abre espaço pra muito mais improviso. E quem conhece Robinson sabe que o cara é monstro na improvisação.

    Trabalhando com o Harry Potter

    Sinceramente, eu não esperava ver Daniel Radcliffe numa comédia americana, mas Robinson só tem elogios pro britânico. “Eu já esperava grandeza dele”, disse. “Ele foi incrível de trabalhar junto.”

    O personagem do Radcliffe, Arthur Tobin, é um cineasta meio narcisista que acaba aparecendo muito mais na tela do que um diretor normal apareceria. E pelo visto, isso funciona muito bem pra dinâmica da série.

    Uma coisa interessante: Robinson e Radcliffe nunca tinham trabalhado juntos antes, mas a química rolou na hora. Às vezes é assim mesmo no showbiz — ou funciona ou não funciona, né?

    O time do SNL fazendo a diferença

    O elenco de Reggie Dinkins tá recheado de veteranos do Saturday Night Live: Tracy Morgan, Heidi Gardner e Bobby Moynihan. Robinson contou que aprendeu muito com essa galera sobre timing de comédia.

    “É importante estar aberto pra brincar”, explicou ele. “Você tem que estar sempre escutando.” E olha, como músico que é, Robinson manjou logo dessa. A música ensinou ele a saber quando dar espaço pros outros e quando entrar com força.

    A parceria dele com Heidi Gardner (que faz a esposa passive-aggressive do personagem) parece bem natural na tela. Eles se conheceram literalmente no primeiro dia de filmagem e já saiu faísca.

    E aí, pessoal — vocês vão dar uma chance pra essa nova série? Eu tô curioso pra ver como o Tracy Morgan se sai nesse retorno às comédias. O cara sempre foi engraçado, mas depois do acidente ficou meio sumido da TV. Torço pra que seja um jogaço!

  • LeBron zoando Luke Kornet no podcast é o melhor da semana

    LeBron zoando Luke Kornet no podcast é o melhor da semana

    Mano, o LeBron James não perdoa ninguém mesmo. No último episódio do podcast “Mind the Game” com o Steve Nash e o Austin Reaves, o Rei simplesmente mandou uma dessas que me fez dar uma risada alta aqui em casa.

    “Temos que trazer o Luke Kornet pra falar sobre o Magic City”, falou o LeBron, se referindo àquela polêmica toda que rolou há umas semanas com o Atlanta Hawks querendo fazer uma homenagem a uma casa noturna famosa de lá.

    Pra quem não lembra (ou fingiu que não viu), o Kornet, que joga pelo San Antonio Spurs, meteu o louco e criticou publicamente a promoção do Hawks. O cara basicamente disse que não curtiu a ideia da franquia homenagear o Magic City, que é um strip club icônico de Atlanta. E olha, o tiro saiu pela culatra mesmo — a NBA cancelou a promoção toda.

    A zoeira não tem limites

    O Nash ainda completou a piada: “Vamos bater o laptop”, fazendo referência ao jeito que eles encerram o podcast. Cara, essa dupla no podcast tá imperdível mesmo.

    Sinceramente? Eu adoraria ver essa entrevista acontecendo de verdade. Imagina o Kornet tentando explicar a posição dele enquanto o LeBron fica só na resenha. Seria épico, mas pelo tom da zoeira, acho que o King só tava sacaneando mesmo.

    O Al Horford, ex-companheiro do Kornet no Celtics, também apoiou o pivô na época. Dois caras religiosos se posicionando — eu respeito a opinião deles, mas admito que fiquei curioso pra ver como seria essa promoção.

    No final das contas, todo mundo ganhou

    O Hawks acabou vendendo as camisetas e os chicken wings do Magic City na arena mesmo assim. Ou seja, o marketing funcionou de um jeito ou de outro. E os Spurs? Esses monstros tão destruindo geral nas últimas semanas e devem garantir a segunda colocação no Oeste.

    Vocês acham que o LeBron deveria mesmo trazer o Kornet no podcast? Eu pagaria pra ver essa conversa — desde que fosse tudo na boa, claro. O que vocês acham dessa polêmica toda?