Autor: Leandro Amorim

  • Kings viraram fábrica de campeões… só que para outros times

    Kings viraram fábrica de campeões… só que para outros times

    Mano, vocês viram o que tá rolando nas finais da NBA? De’Aaron Fox, Harrison Barnes e Mike Brown — todos nas finais. E adivinha? Nenhum deles tá vestindo a camisa do Sacramento.

    Cara, isso é de doer. Os Kings viraram literalmente uma fábrica de talentos para outros times. É como se fosse aquela escola que forma os melhores jogadores, só que eles sempre vão brilhar em outro lugar.

    A maldição de Sacramento

    Olha só essa lista absurda: Tyrese Haliburton (que chegou nas finais ano passado com o Indiana), De’Aaron Fox, Mike Brown, Harrison Barnes… Todos passaram por Sacramento, todos estão agora brigando pelo anel. Só que não pelos Kings.

    E o mais doido? Sacramento não errou nas escolhas. Eles acharam os caras certos! O problema é que criaram um ambiente tão tóxico que sair de lá virou a única opção lógica para quem quer ganhar alguma coisa na carreira.

    Sinceramente, eu não sei se fico mais puto ou triste vendo isso.

    O caso Haliburton que ainda dói

    Vamos falar do elefante na sala: a troca do Haliburton. Em 2022, os Kings mandaram ele para o Indiana em troca do Domantas Sabonis. Na época, até fez sentido — Sabonis ajudou Sacramento a quebrar um jejum de 16 anos sem playoffs.

    Mas aí que tá o problema. Enquanto Sacramento comemorava uma temporada de 48 vitórias e a terceira colocação no Oeste (só para perder pros Warriors em 7 jogos), Haliburton estava lá em Indiana virando um monstro. O cara virou um dos jogadores mais clutch da liga — quatro cestas decisivas nos últimos 5 segundos numa única pós-temporada. QUATRO!

    Toda vez que os Kings perdiam três seguidas, começavam a circular highlights do Haliburton. Era tipo uma tortura psicológica constante.

    O fim melancólico de uma era

    Aí veio o pior: Mike Brown foi demitido em dezembro de 2024 depois de um início horrível (13-18). Seis semanas depois, Fox foi trocado para o San Antonio em troca do Zach LaVine. Cara, o Fox! Um All-Star de 28 anos que ajudou a tirar o time do buraco.

    E agora? Fox tá nas finais com Wembanyama em San Antonio, depois de eliminar o atual campeão Oklahoma City num jogo 7 fora de casa. Mike Brown levou o Knicks para a primeira final desde 1999. Harrison Barnes também tá lá, contribuindo.

    Vocês conseguem imaginar a dor de quem torce pelos Kings vendo isso? É como se você tivesse todos os ingredientes de uma receita campeã, mas sempre conseguisse queimar o prato na hora H.

    Sacramento virou um case de como NÃO construir uma franquia vencedora. Eles encontram os caras certos, mas sempre no momento errado, no ambiente errado. E aí os caras saem de lá revoltados e vão ser campeões usando outra camisa.

    É de partir o coração, mas infelizmente é a realidade dos Kings. E aí, será que um dia eles vão aprender com os próprios erros?

  • Spurs x Knicks nas Finais: Wemby vai buscar seu primeiro anel!

    Spurs x Knicks nas Finais: Wemby vai buscar seu primeiro anel!

    Gente, eu tô maluco! Spurs e Knicks nas Finais da NBA de 2026. Sim, você leu certo — Victor Wembanyama vai disputar seu primeiro anel contra os Knicks no Madison Square Garden. É tipo um filme, não é possível.

    Olha só que loucura: é uma reedição das Finais de 1999, mas agora com uma pegada completamente diferente. De um lado, temos o francesão Wemby tentando conquistar seu primeiro título com apenas 22 anos. Do outro, Jalen Brunson e Karl-Anthony Towns querendo quebrar o jejuão de 53 anos dos Knicks — eles não ganham nada desde 1973, cara!

    Wemby contra a tradição dos Knicks

    Sinceramente? Eu não esperava que fosse ser tão equilibrado assim. As casas de apostas dão uma ligeira vantagem pros Spurs, mas olha os números dos Knicks nos playoffs: eles massacraram todo mundo por quase 20 pontos de diferença por 100 posses. Isso é absurdo, monstro!

    O Brunson tá simplesmente imparável. E o KAT? Finalmente achou sua casa em Nova York depois de anos penando em Minnesota. Mas vamos combinar — enfrentar o Wembanyama nas Finais é outra história completamente. O cara tá defendendo como se fosse um paredão de 2,24m e ainda metendo uns 25 pontos por jogo.

    Os Spurs passaram pelo Thunder, que eram os campeões vigentes. Não é qualquer time que faz isso, né? O trio de armadores deles (não vou nem tentar especular quem são porque o artigo não detalhou) tá jogando dos dois lados da quadra de um jeito que me lembra aqueles times clássicos de San Antonio.

    Quando e onde assistir

    Bom, agora vem a parte prática. O Jogo 1 rola na quarta-feira, 3 de junho, às 21h30 (horário de Brasília) no Frost Bank Center, em San Antonio. Os Spurs têm a vantagem de jogar em casa porque terminaram a temporada regular com 62 vitórias contra 53 dos Knicks — diferença brutal, na verdade.

    A programação tá bem espalhada: dois jogos em San Antonio, depois dois em Nova York, e se precisar de mais jogos, fica nesse vai-e-vem. Todos os jogos passam na ABC, e pro pessoal que tem League Pass, também rola por lá (mas cuidado com os blackouts regionais).

    Minha visão sobre essa Final

    Cara, eu tô dividido nessa. Por um lado, ver o Wemby ganhando seu primeiro anel aos 22 anos seria histórico — imagina só como ele vai estar daqui a uns 5 anos? Por outro, os Knicks quebrar esse jejuão de mais de 50 anos seria épico demais.

    A questão é que os dois times jogam com rotações curtas, então esses dois dias de descanso entre os jogos podem ser cruciais. Quem vai aguentar melhor o desgaste? Vocês acham que a juventude dos Spurs ou a experiência dos veteranos dos Knicks vai fazer a diferença?

    Uma coisa é certa: depois de anos vendo Warriors, Celtics, Lakers dominando, ter essa Final entre Spurs e Knicks é refrescante pra caramba. E ainda mais com essa narrativa do Wemby — o cara que pode revolucionar o basquete pelos próximos 15 anos.

  • Finais NBA 2026: Knicks vs Spurs vai ser pancadaria total

    Finais NBA 2026: Knicks vs Spurs vai ser pancadaria total

    Cara, chegou a hora. Depois de 53 anos de jejum, os Knicks finalmente voltaram às Finais da NBA — e vão enfrentar nada mais, nada menos que Victor Wembanyama e os Spurs. O francês de 2,26m acabou de destronar o bicampeão Oklahoma City em um Game 7 épico (111-103), e agora Nova York tem pela frente o maior desafio possível.

    “Eles são um time especial”, disse Miles McBride, e olha, ele não tá exagerando não. Wembanyama é o Defensor do Ano de 2026 e MVP das Finais do Oeste. Mas o que mais me impressiona é como San Antonio conseguiu montar um elenco jovem e ao mesmo tempo experiente ao redor do alienígena francês.

    A receita dos Spurs que assusta todo mundo

    Mike Brown, técnico dos Knicks, foi direto ao ponto: “Vai ser difícil pra caramba”. E não é só pelo Wembanyama — embora um cara de 2,26m que bloqueia tudo seja um problemão por si só. É que os Spurs têm uma mistura absurda: jovens talentos como De’Aaron Fox, Stephon Castle, Dylan Harper e Julian Champagnie, temperados com veteranos que sabem como orientar a garotada.

    Josh Hart resumiu bem: “Eles são jovens, atléticos, físicos — fazem um pouco de tudo”. Sinceramente? Eu não esperava que San Antonio chegasse tão longe tão rápido, mas Greg Popovich sabe o que faz. O cara é um monstro de técnico.

    O que mais me chama atenção é como os Spurs “batem primeiro”, como o Brown falou. Eles jogam com uma agressividade que lembra os times clássicos de San Antonio, só que agora com uma juventude explosiva que pode decidir qualquer jogo.

    Knicks chegam confiantes, mas sabem do desafio

    Por outro lado, os Knicks não chegam de brincadeira. São 11 vitórias consecutivas nos playoffs, incluindo duas varridas — uma confiança que não se via em Nova York há décadas. Mas eles sabem que agora a coisa fica séria de verdade.

    “Não podemos dormir no ponto com caras como Fox ou Castle”, alertou Hart. E ele tá certíssimo. Enquanto todo mundo (com razão) vai ficar obcecado em como parar Wembanyama, esses outros caras podem te matar de morte mansa.

    Na minha visão, essas Finais têm tudo pra ser históricas. De um lado, uma franquia tradicional tentando quebrar um jejum de mais de 50 anos. Do outro, uma nova geração liderada pelo jogador mais único que já vi pisar numa quadra de basquete.

    Vocês acham que os Knicks conseguem encontrar uma fórmula pra neutralizar Wembanyama? Porque se não conseguirem, pode ser mais uma vez “até o ano que vem” pra Nova York.

  • SGA assume fracasso após eliminação: ‘Falhei no meu objetivo’

    SGA assume fracasso após eliminação: ‘Falhei no meu objetivo’

    Olha, tem jogador que quando perde fica procurando desculpa. Não é o caso do Shai Gilgeous-Alexander. Depois da eliminação dolorosa do Thunder no jogo 7 contra os Spurs, o cara foi direto ao ponto: “Eu falhei no meu objetivo”.

    Mano, que maturidade. SGA podia estar falando de arbitragem, de lesões, de mil coisas. Mas não — ele botou a responsabilidade nas costas e assumiu que não chegou onde queria chegar nesta temporada.

    A honestidade que impressiona

    “Eu não consegui o que queria conseguir”, disse o canadense. “Mas é quando falho e não consigo o que quero que mais aprendo sobre mim mesmo e faço os maiores progressos na minha carreira. Não vou enxergar isso de forma diferente.”

    Cara, isso me lembra muito o Kobe falando após eliminações. Aquela mentalidade de transformar a dor em combustível. SGA marcou 35 pontos e deu 9 assistências no jogo 7, mas teve médias menores na série (25.9 pontos com 40.9% de aproveitamento) comparado à temporada regular (31.1 pontos com 55.3%).

    O fator Wembanyama

    E aqui que fica interessante — SGA não tentou diminuir o mérito do adversário. Sobre defender contra Victor Wembanyama, foi sincero: “Tem um cara na defesa deles que é um pouco diferente. Eles canalizam tudo para ele… É uma defesa muito boa.”

    “Diferente” é apelido. Wemby simplesmente mudou o jogo dos Spurs defensivamente. O Thunder teve que reinventar o ataque inteiro por causa de um moleque de 20 anos. Absurdo quando você para pra pensar.

    SGA ainda mandou um recado sobre Chet Holmgren: o Thunder “precisa” dele para seguir em frente. E realmente precisa — imagina como seria essa série com Chet saudável? Provavelmente nem chegava no jogo 7.

    O que mais me impressiona é que SGA já está pensando no futuro. Disse que vai dar “zero” palpite sobre movimentações na offseason, mas você vê que o cara quer voltar mais forte. E olha, depois de uma temporada dessas, com essa maturidade toda, eu apostaria no Thunder no ano que vem. E vocês, acham que essa eliminação vai fazer o SGA dar um salto ainda maior na próxima temporada?

  • Thunder de olho no Mobley, mas Giannis tá fora dos planos

    Thunder de olho no Mobley, mas Giannis tá fora dos planos

    Olha, eu sei que todo mundo tá especulando sobre os movimentos do Thunder nessa offseason, mas vou logo cortando uma expectativa: esqueçam o Giannis em Oklahoma City. Pelo menos por enquanto.

    Segundo fontes do The Athletic, o Thunder não tem muito interesse em ir atrás do Greek Freak neste momento. E faz sentido, né? O time já tem uma base jovem absurda e provavelmente não quer mexer muito na química que construíram.

    O verdadeiro alvo: Evan Mobley

    Agora, o que me chamou atenção mesmo foi saber que o Thunder já demonstrou interesse no Evan Mobley. Cara, esse garoto é um monstro defensivo! Imaginem ele jogando ao lado do Chet Holmgren? Seria uma dupla de torres que daria pesadelo em qualquer ataque da liga.

    O problema é que Cleveland tá sendo bem firme: não vão negociar o Mobley de jeito nenhum. E eu entendo os Cavs — quem é que ia querer se desfazer de um pivô de 22 anos que já mostra potencial pra ser um dos melhores defensores da NBA?

    Situação pós-playoffs e draft

    Depois daquela derrota dolorosa no Jogo 7 contra os Spurs (que dor, mano), o Thunder tem todos os 15 jogadores sob contrato para a próxima temporada. Isso dá uma flexibilidade interessante pra eles planejarem os próximos passos.

    E tem mais: eles tão abertos pra negociar a pick #17 do draft que vem aí. Inclusive já fizeram workout com o Nate Ament, mas pelo jeito não tão muito afim de segurar essa escolha. Faz sentido — com tanto talento jovem no elenco, talvez seja melhor trocar por um jogador mais experiente que possa contribuir imediatamente.

    Sinceramente, acho que o Thunder tá no caminho certo. Eles têm uma das bases mais promissoras da liga, e não precisam de mudanças drásticas. Vocês acham que eles conseguem convencer Cleveland a liberar o Mobley, ou é sonho demais?

  • Mitchell Robinson treina sozinho mas situação segue indefinida

    Mitchell Robinson treina sozinho mas situação segue indefinida

    Olha, a situação do Mitchell Robinson tá deixando todo mundo do Knicks em suspense. O pivô treinou individualmente no domingo, mas ainda não tem nada definido para o Jogo 1 das Finais da NBA que começa na quarta-feira.

    A lesão que pegou todo mundo de surpresa

    Robinson passou por cirurgia na semana passada por causa de uma fratura no dedinho. Eu sei, parece bobagem, mas qualquer coisa na mão de um pivô é complicado pra caramba. O cara precisa das mãos pra tudo — rebote, enterrada, bloqueio.

    Mike Brown não deu nenhuma atualização sobre o status do jogador para as Finais. Sinceramente? Isso me deixa preocupado. Quando o técnico não quer falar, geralmente não é boa coisa.

    Números modestos mas presença importante

    Nos playoffs, Robinson tá fazendo 5.3 pontos e 5.5 rebotes em apenas 14.2 minutos por jogo. Os números podem não impressionar, mas quem acompanha NBA sabe: às vezes o impacto vai muito além das estatísticas. O cara é fundamental na defesa e no garrafão.

    E aí, vocês acham que ele vai conseguir jogar nas Finais? Eu tô na dúvida se vale a pena forçar. Uma lesão mal curada pode virar um problemão maior lá na frente. Mas óbvio que todo fã do Knicks quer ver o elenco completo na decisão, né?

    A resposta só vamos ter mesmo na quarta. Até lá, é só ansiedade e mais ansiedade.

  • Draymond defende SGA das críticas: ‘Vocês tão diminuindo a NBA’

    Draymond defende SGA das críticas: ‘Vocês tão diminuindo a NBA’

    Olha, eu não esperava que o Draymond Green ia sair em defesa do Shai Gilgeous-Alexander dessa forma, mas cara… ele mandou a real no podcast dele e eu tô aqui pra isso.

    O papo todo gira em torno das críticas que o SGA tem recebido por supostamente ‘fingir faltas’ pra conseguir chamadas favoráveis dos árbitros. E sinceramente? Isso virou um circo nas redes sociais. Todo mundo falando que o cara só sabe cavar falta, que não merece ser MVP duas vezes seguidas… enfim, aquela coisa toda.

    Draymond mandou a real

    Mas aí que entra o Green, que nunca foi de papas na língua (vocês sabem como ele é). O cara simplesmente desceu o sarrafo em quem tá criticando o SGA:

    “Você chegou num novo nível de grandeza, mano… Você tem a mídia esportiva saindo por aí falando do que eles não gostam da sua grandeza, como se o SGA estivesse correndo pela quadra com o apito na boca marcando falta pra ele mesmo… Vocês acham que a NBA é tão fácil assim, que o cara só finge uma falta e vai pra linha de lance livre, e vira MVP duas vezes seguidas nessa liga? A gente vai realmente diminuir a NBA a esse nível?”

    E mano, tem que concordar com o Draymond aí. Por mais que o Green seja polêmico (e olha que é), ele entende do jogo. Ninguém vira MVP bicampeão só cavando falta — isso é diminuir demais o que o SGA faz em quadra.

    Os números contam uma história diferente

    Agora vamos aos fatos, porque números não mentem. Nessas finais do Oeste (que aliás, que jogaço tá sendo contra o Spurs), o SGA tá tentando uma média de apenas 9 lances livres por jogo. Nove, gente!

    Tá, ele teve uns picos no Jogo 4 (12 tentativas) e no Jogo 6 (17 tentativas). Mas no Jogo 6 mesmo, quando o Thunder tomou aquela surra de 118-91 dos Spurs, ele só foi 3 vezes na linha e fez apenas 15 pontos. Se o cara fosse só sobre cavar falta, não faria sentido algum.

    E aí, vocês acham que toda essa polêmica é justa com o SGA? Porque olhando de fora, parece mais que ele virou bode expiatório de quem não aceita que um cara ‘novato’ no hall da fama já teja dominando assim.

    O Jogo 7 de sábado vai ser decisivo — não só pra série, mas pra ver se as críticas vão continuar ou se o garoto vai calar a boca de todo mundo de vez. Uma coisa eu sei: não vai ser por falta de talento que ele vai perder essa.

  • Cavs negam interesse no Giannis e defendem Evan Mobley

    Cavs negam interesse no Giannis e defendem Evan Mobley

    Olha só que pergunta foi feita pro Koby Altman, presidente dos Cavaliers: se o Evan Mobley vai continuar no time na próxima temporada. O cara ficou meio sem jeito, hesitou, e quando o repórter insistiu sobre os rumores envolvendo o Giannis Antetokounmpo dos Bucks… aí a coisa ficou interessante.

    “Ele faz parte do nosso futuro”, disse Altman numa coletiva na sexta-feira. “Não vamos especular sobre jogadores de fora. Desde que o Evan chegou aqui, temos o terceiro melhor retrospecto da liga.”

    Mobley é intocável em Cleveland

    Sinceramente? Acho que o Altman mandou bem na resposta. O Mobley tá evoluindo absurdamente – chegou nas finais de conferência antes de qualquer outro da draft de 2021, incluindo o Cade Cunningham e o Scottie Barnes. Isso não é pouca coisa.

    E o cara foi monstro nos playoffs. Lembram do Jogo 5 contra Detroit? Os últimos sete pontos foram dele, incluindo uma bomba de três que deu esperança pro time todo. “Não víamos isso dele dois, três anos atrás”, admitiu Altman.

    O pivô de 24 anos reconhece que ainda tem muito pra melhorar: “Estou tentando descobrir quais são meus movimentos de confiança. Sei que sou versátil e tenho várias habilidades, mas preciso definir o que vou conseguir fazer 9 em cada 10 vezes.”

    A dupla de garrafão que funciona

    A parceria Mobley-Jarrett Allen virou um “código de trapaça” (palavras do próprio Altman) dos dois lados da quadra. E olha, eu concordo – essa dupla no garrafão é diferenciada mesmo.

    Claro que os Cavs sabem que precisam melhorar o elenco também. Estão no segundo apron salarial, mas Altman deixou claro: “Quando você tem o Dan Gilbert como dono querendo outro título pro nordeste de Ohio, a pressão é boa. A pergunta não é como economizar dinheiro, mas como melhorar.”

    E vocês, acham que Cleveland deveria mesmo ir atrás do Giannis ou apostar no crescimento interno? Mobley tem potencial pra ser um dos melhores da liga, mas será que isso vai ser suficiente pra bater Boston e Denver?

  • Chet sumiu no Jogo 7 e pode até sair do Thunder

    Chet sumiu no Jogo 7 e pode até sair do Thunder

    Cara, eu ainda não acredito no que aconteceu com o Chet Holmgren no Jogo 7 contra os Spurs. Simplesmente desapareceu do mapa quando o Thunder mais precisava dele.

    A situação era clara: sem Jalen Williams e Ajay Mitchell machucados, alguém tinha que aparecer pra ajudar o Shai Gilgeous-Alexander. E quem seria o cara óbvio? O próprio Chet — terceiro time All-NBA, quase ganhou o Defensive Player of the Year, segundo maior pontuador do time na temporada.

    Só que rolou o contrário. Foi um dos piores jogos que eu já vi de um jogador estrela em um Jogo 7.

    O duelo que nunca existiu

    Todo mundo esperava ver aquele confronto épico entre Chet e Victor Wembanyama. Dois pivôs gigantes, modernos, habilidosos. Ia ser o show da noite, né?

    Errado. O Chet praticamente fugiu do confronto. 4 pontos em apenas 2 arremessos. Dois! Em um Jogo 7! E o pior: os dois arremessos saíram nos primeiros minutos, depois ele simplesmente parou de tentar.

    Olha, eu entendo que defesa é importante e ele ainda conseguiu 2 roubos de bola e 2 tocos. Mas quando seu time tá desesperado por pontos e você some ofensivamente… complicado, né?

    Medo do Wemby?

    Na real, deu pra perceber que o Chet ficou intimidado pelo Wembanyama. Sempre que ia pra o garrafão e via o francês esperando, ele desistia da jogada. Teve uma isolada no quarto período, time perdendo por 5, e ele simplesmente entregou a parada.

    Sinceramente, isso me lembrou daqueles jogos em que o cara fica com tanto respeito pelo adversário que esquece de jogar seu próprio jogo. E olha que estamos falando de um monstro de 2,16m que tem contrato de $239 milhões!

    Vocês acham que é justo cobrar tanto dele? Por um lado, ele nunca foi criador de jogadas mesmo. Mas por outro, quando você ganha esse dinheiro todo e é comparado diretamente com o Wemby, tem que aparecer nos momentos decisivos.

    Thunder em crise?

    O mais absurdo é que já começaram os rumores de troca nas redes sociais antes mesmo do jogo acabar. Imagina só: um time que era cotado como favorito ao título agora pensando em trocar um pivô All-NBA de apenas 24 anos.

    Eu acho meio exagero julgar tudo por um jogo só, mas não vou mentir — foi um vexame histórico. E com os Spurs mostrando que podem dominar o Oeste pelos próximos anos, o Thunder precisa decidir se o Chet é realmente a peça que vai levá-los ao topo.

    No fim das contas, futebol americano tem aquela frase: “any given Sunday”. No basquete, qualquer jogo pode mudar tudo. Só que dessa vez, foi o próprio jogador que mudou — pra pior.

  • De’Aaron Fox brilha pelos Spurs e elimina Thunder da final do Oeste

    De’Aaron Fox brilha pelos Spurs e elimina Thunder da final do Oeste

    Cara, que série foi essa entre Spurs e Thunder nas finais da Conferência Oeste de 2026. Simplesmente épica. E olha, não vou mentir — eu não esperava que o De’Aaron Fox fosse ter um papel tão decisivo assim pelo San Antonio.

    Os Spurs eliminaram o Thunder por 111-103 no jogo 7 e vão encarar o Knicks na final da NBA. Mas antes de virar essa página (que só começa na quarta), preciso falar sobre os protagonistas dessa série histórica.

    Wembanyama já é o cara da liga?

    Victor Wembanyama tá fazendo algo que simplesmente não deveria ser possível. O monstro está indo pra final da NBA na terceira temporada dele! Pra vocês terem ideia da loucura: LeBron demorou quatro anos só pra chegar na primeira final.

    E mais absurdo ainda — o francês praticamente anulou o Shai Gilgeous-Alexander, que é bicampeão de MVP. O Thunder vivia do Shai penetrando no garrafão, mas Wemby simplesmente fechou a área. Resultado? O cara teve que viver de arremessos difíceis do meio da quadra.

    Na minha visão, Wemby já pode ser considerado o melhor jogador da NBA. E olha que ele tem só 22 anos! Se continuar saudável, pode dominar a liga pela próxima década inteira. Já começaram as comparações com Jordan e LeBron — e sinceramente, o ritmo dele tá até mais acelerado que o dos caras.

    Shai sentiu o peso da responsabilidade

    Agora, o Shai… coitado. O cara até tentou, especialmente no jogo 7 (35 pontos e 9 assistências). Mas ser bicampeão de MVP traz uma expectativa diferente, né? Quando você é comparado com Jordan e Kobe, como ele vem sendo, precisa conseguir vencer mesmo quando tudo está contra.

    O problema é que o Thunder perdeu o Jalen Williams e o Ajay Mitchell por lesão. Sobrou tudo nas costas do Shai. E convenhamos — enfrentar Wembanyama sem ter outras opções ofensivas é quase uma missão impossível.

    O mais frustrante é que o Thunder tinha o melhor elenco da NBA no papel. Mas basquete se joga na quadra, e quando seu principal criador de jogadas fica isolado contra uma defesa montada pelo melhor defensor da liga…

    A final promete

    Spurs vs Knicks no Madison Square Garden. Wemby pode se coroar no palco mais famoso do basquete mundial. Os Spurs são favoritos, e eu entendo o porquê — esse time jovem de San Antonio tem tudo pra começar uma dinastia.

    E aí, vocês acham que Wemby consegue fechar o ciclo e conquistar o primeiro título dele já nessa temporada? Ou o Knicks vai conseguir parar esse trem-bala francês?