Autor: Leandro Amorim

  • Thunder eliminado! O que deu errado com os campeões?

    Thunder eliminado! O que deu errado com os campeões?

    Cara, eu ainda não acredito no que aconteceu. O Oklahoma City Thunder — os CAMPEÕES defendendo o título — acabaram de ser eliminados pelos Spurs no jogo 7 das finais do Oeste. E olha, não foi sorte não.

    A história toda girou em torno de um momento no quarto período que me arrepiou. Wembanyama tinha pego a quinta falta e teve que sair de quadra com os Spurs ganhando por seis. Todo mundo pensou: “Pronto, agora o Thunder vai virar esse jogo”. Isaiah Hartenstein até interceptou uma bola e saiu correndo pra bandeja fácil.

    Aí que veio o absurdo: Luke Kornet — que é um reserva decente mas limitado — VOOU no Hartenstein e mandou a bola na tabela com uma força monstruosa. Cara, que block foi esse! Reggie Miller na transmissão falou que aquilo ali poderia ter sido a jogada do jogo. E foi mesmo.

    Quando a profundidade não funcionou

    O mais louco é que durante toda a série, o banco do Thunder estava destruindo. Às vezes os reservas faziam mais pontos que os titulares! Jalen Williams e Ajay Mitchell nem jogaram por lesão e o time nem sentiu tanto assim. Mas no jogo 7? Só o Shai Gilgeous-Alexander apareceu.

    O cara fez 35 pontos — mais que o resto dos titulares SOMADOS (31). Absurdo, né? Mas chegou no final e ele tava morto de cansado. Cason Wallace até ajudou com 14 no último período, mas o resto… cadê?

    Enquanto isso, olha que loucura do lado dos Spurs: Keldon Johnson metendo duas de três, Dylan Harper fazendo aquela de três sobre o Shai que parecia mal chute mas entrou limpa, De’Aaron Fox e Julian Champagnie também chovendo do perímetro. Todo mundo contribuindo.

    O fim de uma era?

    Sinceramente, é chocante ver os campeões caindo assim. O Thunder começou a temporada ganhando 24 dos primeiros 25 jogos — até sem o Jalen Williams machucado. Galera já tava falando pra entregar logo o troféu pra eles.

    Mas os Spurs mostraram desde dezembro, quando venceram três jogos contra o Thunder, que tinham jogo pra incomodar. E Chet Holmgren? Cara, o garoto simplesmente sumiu na série. Invisível total.

    Vocês acham que, com todo mundo saudável, o Thunder ainda é o melhor time da liga? Eu tenho minhas dúvidas agora. O Shai jogou mal a série toda e quando finalmente acordou no jogo 7, o resto do time desapareceu. Basketball é isso aí — time sport, não individual sport.

    Agora é Spurs x Knicks nas finais. Quem diria, né? Wembanyama na sua primeira final da NBA aos 22 anos. O monstro francês tá escrevendo história e a gente tá aqui pra ver tudo.

  • Clippers na 5ª pick: finalmente uma chance de renovar o elenco

    Clippers na 5ª pick: finalmente uma chance de renovar o elenco

    Os Clippers chegaram numa encruzilhada, galera. Depois de uma temporada 2025-26 mais ou menos (eufemismo pra dizer que foi decepcionante), a franquia de LA vai ter que fazer escolhas inteligentes no draft se quiser voltar a ser relevante.

    E olha que oportunidade: quinta pick geral no draft de 23 de junho. Não é a primeira que todo mundo quer, mas é a melhor posição que eles têm desde 2009, quando pegaram o Blake Griffin em primeiro. Lembram daquela época? Eu lembro bem — era esperança pura correndo nas veias.

    Armador é prioridade (mesmo com Garland no elenco)

    O mais provável é que eles vão atrás de um armador. Sim, mesmo tendo conseguido o Darius Garland antes do trade deadline. Vocês acham que um armador só é suficiente pra uma temporada inteira? Eu não acho não.

    A turma do draft está carregada de guards talentosos, e os especialistas já estão apostando suas fichas. O Kingston Flemings, de Houston, aparece na lista do USA TODAY Sports. Já a CBS e ESPN estão de olho no Keaton Wagler, de Illinois. O Bleacher Report e o NBAdraft.net preferem o Darius Acuff Jr., do Arkansas.

    Sinceramente? Qualquer um desses caras seria uma adição interessante. O que me chama atenção é como todos estão focando em armadores — isso diz muito sobre o que os Clippers precisam.

    E o Kawhi Leonard? Fica ou sai?

    Aí que tá a parada mais complicada. O Leonard provavelmente volta pros Clippers, mas sempre rola aquele “e se…” no ar. Tem chance dele ser trocado, mas qualquer time interessado vai ter que lidar com toda aquela confusão dos pagamentos extras — aquela história do acordo paralelo que pode dar problema com a NBA.

    Olha, na minha opinião isso aí é dor de cabeça que nenhum GM quer ter. Mas se aparecer uma proposta boa mesmo…

    O negócio é que mesmo com o Kawhi, eles poderiam considerar um ala. Profundidade nunca é demais, principalmente quando se trata de um cara que tem histórico de lesões. Não é hate, é realidade.

    E aí, vocês acham que os Clippers conseguem acertar nessa pick? Depois de tantos anos fazendo escolhas questionáveis no draft, essa pode ser a chance de ouro que eles estavam esperando. Vamos ver se não desperdiçam de novo.

  • KAT previu o futuro: a camiseta profética que virou viral

    KAT previu o futuro: a camiseta profética que virou viral

    Cara, às vezes o universo da NBA tem dessas coincidências que chegam a dar arrepio. Karl-Anthony Towns usou uma camiseta das Finais de 1999 entre Knicks e Spurs em 2024, e agora… adivinha só? Os times vão se enfrentar de novo na decisão!

    Foi em outubro de 2024, antes do primeiro jogo de preseason do KAT pelos Knicks contra o Charlotte Hornets. O cara simplesmente chegou ao ginásio usando uma camiseta retrô das Finais de 99, com Tim Duncan e Latrell Sprewell estampados. Na época, todo mundo achou uma pegada nostálgica maneira. Hoje? Todo mundo tá achando que o homem é vidente.

    A profecia se cumpriu

    Dois anos depois, San Antonio eliminou o Thunder no jogo 7 das finais da conferência oeste no sábado, e agora Towns e seus companheiros vão ter a chance de enfrentar Victor Wembanyama e os Spurs. Coincidência? Eu sinceramente não sei mais no que acreditar.

    O pessoal do Twitter (ou X, sei lá como chama agora) foi à loucura quando alguém resgatou a foto. “FOI ESCRITO”, postou um fã. Outro mandou: “Cara, isso é insano. Os roteiristas se superaram nessa”. E tem gente falando que “ele sabia de tudo desde o começo”.

    Será que a história vai se repetir?

    Olha, eu espero que não — pelo menos não da mesma forma. Porque em 99, os Knicks tomaram uma surra histórica dos Spurs. Perderam a série por 4×1 e foram tão mal ofensivamente que não conseguiram fazer nem 80 pontos em três jogos da série. Duncan foi MVP das Finais e mostrou por que é um dos maiores de todos os tempos.

    Mas esse Knicks de 2026 é diferente, né? Towns tá jogando num nível absurdo, e a química do time com ele no garrafão mudou completamente o jogo ofensivo. E vocês acham que ele vai conseguir parar o Wembanyama? Porque essa vai ser a batalha do século no paint.

    As Finais começam na quarta-feira em San Antonio, com os Spurs tendo a vantagem de casa nos dois primeiros jogos. E pode ter certeza que o KAT vai usar uma camiseta ainda mais profética pra chegar no ginásio.

  • Barnes ganhou 2 jogos 7 no aniversário – que absurdo é esse?

    Barnes ganhou 2 jogos 7 no aniversário – que absurdo é esse?

    Gente, vocês acreditam nisso? Harrison Barnes acabou de ganhar o SEGUNDO jogo 7 da carreira no próprio aniversário. O cara nasceu no dia 30 de maio e parece que o universo conspirou pra fazer dele protagonista nos momentos mais tensos da NBA.

    Ontem, os Spurs foram até Oklahoma City e meteram 111-103 no Thunder no jogo 7 da final do Oeste. Virada de 3-2 na série, eliminaram os atuais campeões e tão na final. E o Barnes? Lá estava ele, comemorando mais um aniversário com uma vitória épica.

    Dez anos depois, mesma magia

    A loucura é que isso já aconteceu antes. Em 2016, também num 30 de maio (aniversário do Barnes), os Warriors viraram uma série de 3-1 contra esse mesmo Thunder. Vocês lembram né? Aquela série absurda com o Klay pegando fogo no jogo 6.

    Barnes tinha 24 anos naquela época e estava no auge pelos Warriors. Agora, aos 34, tá nos Spurs fazendo papel de veterano esperto. Jogou só 3 minutos ontem, mas foi titular na maior parte da temporada regular – 9.9 pontos por jogo com aproveitamentos bem sólidos.

    O karma das finais

    Sinceramente? Espero que o Barnes consiga se redimir esse ano. Em 2016, depois daquela série monstruosa contra o Thunder (52.6% de 3!), o cara simplesmente travou na final. Perderam pros Cavs em 7 jogos e no ano seguinte foi substituído pelo… Kevin Durant. Ouch.

    Agora os Spurs vão enfrentar os Knicks na final como grandes favoritos – igualzinho aos Warriors eram em 2016. A diferença é que o Barnes não é mais peça-chave: perdeu a titularidade pros playoffs, mas tá ali, experiente, sabendo exatamente como é estar nesse palco.

    E aí, vocês acham que ele consegue quebrar a maldição e finalmente ganhar um anel? Porque convenhamos, ganhar jogo 7 no aniversário duas vezes em dez anos não é pra qualquer um. O cara tem estrela, só falta a sorte colaborar na hora H.

  • Thunder perde Game 7 em casa e aprende que defender título é outra parada

    Thunder perde Game 7 em casa e aprende que defender título é outra parada

    Cara, que silêncio foi aquele no Paycom Center ontem à noite. Sabe aquele momento quando você perde algo que achava que era seu? Foi exatamente isso que rolou com o Thunder no Game 7 contra os Spurs. Os caras de San Antonio comemorando na casa do OKC, e o Shai ali no pódio tentando explicar por que defender um título é a coisa mais difícil do basquete profissional.

    Bem-vindos à aula, pessoal.

    A realidade bateu forte

    O Thunder passou a temporada inteira se achando os próximos Warriors. Núcleo jovem, MVP, dominância em casa, temporada regular espetacular… a máquina toda funcionando perfeitamente. Só que sábado à noite, San Antonio lembrou uma verdade cruel: a comparação com os Warriors não começa com champanhe. Começa quando alguém brilhante gasta o verão inteiro tentando te destruir. E consegue.

    O placar não mente. Shai fez 35 pontos em 12 de 21 arremessos – seu MVP fazendo coisas de MVP no momento mais decisivo. E mesmo assim perderam por 8. Eu sei que a galera odeia as faltas que ele arruma, mas ontem foi o único cara do OKC que parecia confiável com a bola na mão. Isso é problema do Shai? Não, cara. É problema de elenco, de lesões e, pra ser sincero, é o problema do “isso aqui é difícil pra caramba” que nenhuma dominância na temporada regular prepara você.

    Os Spurs vieram preparados

    Olha, eu entendo o argumento das lesões. Jalen Williams jogou 33 partidas na temporada. Trinta e três! O cara foi praticamente um boato durante o ano todo. Ajay Mitchell, fora também. Lesões são reais, ninguém pode negar isso.

    Mas lembra quando os Warriors perderam Andrew Bogut em 2016? Curry machucado, Iguodala sem força nas costas, e ninguém deu moleza. Em 2019, sem Klay, KD e Cousins, o mundo do basquete ofereceu exatos zero de simpatia. Lesões não são asterisco quando você tá perseguindo status de dinastia. Lesões são o exame de qualificação.

    E aqui vem a parte que ninguém te conta quando você ganha seu primeiro anel: a liga não reseta. Ela se recalibra. Todo front office abre um novo documento na manhã seguinte ao seu título, e no topo só tem uma coisa: como vencer eles. San Antonio montou o escritório de advocacia jovem “Fox, Castle & Harper” especificamente porque você precisa de armadores que não vão vacilar quando a defesa do OKC tenta sufocar tudo que você ama.

    A lição mais dura

    E aqui preciso que o Thunder – e qualquer um assistindo – entenda uma coisa. Grandeza não é acessório que você usa pra sair à noite. Não é algo que você põe no TikTok e dança por cima. Grandeza nem é o destino final; é o começo do trabalho que realmente custa tudo.

    Os Warriors aprenderam isso da pior forma. Perderam em 2016 depois de 73 vitórias. Voltaram mais fortes. É assim que funciona no topo.

    Vocês acham que o Thunder consegue dar a volta por cima na próxima temporada? Porque olhando essa rivalidade nascendo com os Spurs, eu tô sentindo que vem muito basquete bom por aí. Só que agora eles sabem: defender título é outra parada completamente.

  • SGA não quer mexer um dedo na offseason do Thunder

    SGA não quer mexer um dedo na offseason do Thunder

    Olha, eu até entendo a posição do Shai Gilgeous-Alexander, mas confesso que fiquei meio surpreso com a resposta dele depois da eliminação dolorosa do Thunder para os Spurs no jogo 7 das finais da Conferência Oeste.

    Quando perguntaram sobre os planos da offseason do Oklahoma City, o cara foi direto ao ponto: “Eu vou dar zero sugestões. Vou deixar o Sam Presti, o melhor GM de todos os tempos, fazer o trabalho dele.”

    Sinceramente? Achei interessante essa abordagem do SGA. Numa era onde estrelas como LeBron, Giannis e Curry meio que mandam e desmandam nos times deles, ver um MVP duas vezes falando que não vai se meter nas decisões é… diferente.

    A realidade financeira é cruel

    Mas a verdade é que o Thunder tem umas decisões bem complicadas pela frente. O time tá projetado pra ficar $102 milhões acima do salary cap na próxima temporada — isso é muita grana, pessoal.

    Isaiah Hartenstein tem uma opção de clube de $28,5 milhões. Lu Dort tem $17,7 milhões. E ainda tem as extensões máximas do Jalen Williams e Chet Holmgren batendo na porta. É muita conta pra pagar.

    E por falar em Chet… cara, que Game 7 horrível o garoto fez. Quatro pontos em 1/2 arremessos? Com a temporada na linha? Eu sei que o Wembanyama é um monstro defensivo, mas esperava mais do pivô que era pra ser a resposta ao Victor.

    E se todos estivessem saudáveis?

    Aqui que fica a dúvida que não quer calar: e se o Jalen Williams (lesão no posterior da coxa) e o Ajay Mitchell (panturrilha) estivessem 100% na série? O Thunder perdeu por apenas 8 pontos no jogo 7, sendo que seus segundo e terceiro maiores pontuadores — que somavam mais de 30 pontos por jogo — estavam machucados.

    Isso muda tudo, né? Um time que fez 64 vitórias na temporada regular e conquistou 132 vitórias nas últimas duas temporadas… será que realmente precisa de mudanças drásticas?

    Na minha opinião, a postura do SGA mostra maturidade. Ele confia no Presti — e olha, o cara montou esse elenco jovem e talentoso praticamente do zero. Mas vocês acham que um MVP não deveria ter pelo menos uma opinião sobre quem fica e quem sai?

    O que eu sei é que os Spurs com Wembanyama viraram o novo padrão no Oeste. E se o Thunder quer voltar ao topo, vai precisar de mais do que só confiar no GM — por melhor que ele seja.

  • Jazz na bronca: quem vai perder espaço com o calouro chegando?

    Jazz na bronca: quem vai perder espaço com o calouro chegando?

    Galera, vamos ser sinceros aqui — o Jazz tem a #2 pick no draft e isso vai mexer COM TUDO na rotação do time. Eu sei que depois da temporada sofrível que eles tiveram, é difícil até imaginar como seria um time funcional, mas a realidade é que alguém vai se dar mal quando o calouro chegar.

    E olha, ainda não sabemos quem Washington vai escolher em primeiro, mas as opções mais prováveis pro Jazz são AJ Dybantsa (BYU) ou Darryn Peterson (Kansas). E cara, cada escolha dessas vai impactar diferente na rotação — vamos destrinchar isso.

    Peterson seria o cenário dos sonhos

    Sinceramente? Torço pra que seja Peterson. O cara resolve o maior problema do Jazz: shooting guard titular. Keyonte George já mostrou que é o futuro armador da franquia (desculpa aí, Isaiah Collier, te amo mas é a realidade), então falta só um 2 de qualidade.

    Peterson teve uma temporada estranha em Kansas — várias “lesões” que pareciam mais precaução mesmo. Mas se os relatos sobre ele ter resolvido os problemas de cãibra forem verdade… monstro, o garoto pode ser especial.

    Agora, o porém: Ace Bailey volta pro banco. E isso cria um efeito dominó terrível pra Cody Williams, Brice Sensabaugh e Elijah Harkless — todos perdem minutos.

    Bailey não merecia isso

    Olha, tenho que falar: Bailey começou a pegar o jeito da NBA nos últimos 20 jogos da temporada. O cara fez quase 19 pontos, 5 rebotes e 36% de três numa sequência absurda. Três jogos de 30 pontos! Parecia que finalmente tinha entendido o jogo.

    Mas é aquela coisa — Peterson parece ter um teto ofensivo maior, então Bailey provavelmente vira sexto homem. Não é o fim do mundo, mas dói ver um cara que estava evoluindo tanto voltar pro banco.

    A única saída seria trocar Lauri Markkanen (ai, meu coração), mas duvido que isso role antes do deadline. Sem isso, não dá pra Bailey e Peterson dividirem 30+ minutos cada um.

    E vocês, o que acham? Vale a pena sacrificar o desenvolvimento do Bailey por um calouro? Ou o Jazz deveria focar em outras posições no draft? Honestamente, acho que é uma escolha difícil mas necessária — às vezes você tem que quebrar alguns ovos pra fazer uma omelete campeã.

  • OG Anunoby é a chave dos Knicks contra Wembanyama nas Finais

    OG Anunoby é a chave dos Knicks contra Wembanyama nas Finais

    Mano, quem diria que em 2026 estaríamos falando dos Knicks nas Finais da NBA? E olha só quem aparece como o cara mais importante: OG Anunoby. Eu sempre achei ele subestimado, mas agora tá provando que é peça fundamental nesse time de Nova York.

    Os Knicks estão a quatro vitórias do primeiro título em meio século — meio século, galera! E do outro lado? Os Spurs com aquele monstro do Victor Wembanyama. Sinceramente, vai ser um duelo épico.

    Números absurdos nos playoffs

    O OG tá jogando o melhor basquete da carreira dele. Nos 12 jogos desses playoffs, o cara tá fazendo 19.7 pontos, 6.9 rebotes e 1.6 roubos de bola por jogo. E mesmo tendo perdido dois jogos por lesão no tendão, voltou mandando ver na varredura sobre o Cavaliers.

    Mas ó, o que mais me impressiona: 48.3% nas bolas de três! Isso é coisa de louco. E não é só isso — ele tá sendo uma ameaça constante nos cortes para a cesta, com 1.53 pontos por posse (quinto melhor da liga). O cara virou um complemento perfeito pro Jalen Brunson e pro Karl-Anthony Towns.

    Quando o Anunoby tá em quadra, os Knicks têm +21.3 pontos por 100 posses. Esses números não mentem.

    O desafio Wembanyama

    Agora vem a parte mais louca: como parar o Wemby? O OG foi selecionado pro segundo time de melhor defesa da NBA esse ano, e uma das coisas mais impressionantes é como ele consegue marcar de pivôs até alas. Já marcou desde o Onyeka Okongwu até o Paul George nesses playoffs.

    E aqui que fica interessante — Anunoby já marcou o Wembanyama várias vezes na temporada regular e na NBA Cup. Cara, o francês tem 2,24m de altura, mas o OG consegue incomodar ele de verdade. Segundo dados estatísticos, entre 20 jogadores que marcaram Wembanyama por pelo menos 100 posses, Anunoby foi quem permitiu menos pontos.

    Claro que o Towns vai ser o principal marcador do Wemby, mas imagina as situações onde o Anunoby vai ter que trocar e ficar no alien? Vai ser um show à parte. O físico do OG pode pelo menos tirar o francesão da zona de conforto no garrafão.

    Peça fundamental do quebra-cabeça

    Olha, eu tô falando: se os Knicks quiserem levantar o troféu Larry O’Brien depois de tanto tempo, vão precisar que o OG continue nesse nível. Ele tem sido o jogador mais consistente do time nessa caminhada até as Finais.

    E vocês, acham que o Anunoby consegue segurar a pressão contra os Spurs? Porque uma coisa é certa: vai ser ele contra Wembanyama em vários momentos, e isso pode definir quem leva o título. O cara que sempre foi coadjuvante agora pode ser o herói da história dos Knicks.

  • San Antonio virou festa: Spurs na Final depois de 10 anos!

    San Antonio virou festa: Spurs na Final depois de 10 anos!

    Meu Deus, que noite foi essa em San Antonio! Os Spurs acabaram de bater o Thunder por 111-103 no jogo 7 e garantiram vaga na Final da NBA contra os Knicks. E olha, eu não sei quem ficou mais emocionado: se foi o Wembanyama em quadra ou os torcedores nas ruas da cidade.

    A galera literalmente TOMOU as ruas de San Antonio pra comemorar. E não é pra menos — é a primeira vez desde 2014 que o time chega numa Final. Dez anos, cara. Uma década inteira esperando por esse momento.

    Festa digna do Texas

    Como toda celebração que se preze no Texas, não podia faltar alguém a cavalo né? Duas pessoas apareceram montadas, tremulando a bandeira dos Spurs. Eu amo esse estado, sinceramente. Só eles pra transformar uma comemoração de basquete em algo épico assim.

    Mas o que mais me chamou atenção foi o show de drones no céu formando uma cara de alienígena — tudo em homenagem ao “The Alien” Wembanyama. Véio, que coisa mais surreal e linda ao mesmo tempo. E os fãs também entraram na onda, muita gente fantasiada de ET celebrando.

    Madrugada épica

    Quando o avião do time pousou em San Antonio, quase 2h da madrugada, a cidade ainda tava acordada esperando. Escolta policial, torcida gritando o caminho todo do aeroporto… que recepção absurda!

    E tem mais: as lojas da Academy Sports abriram de madrugada (!) pra vender produtos comemorativos. Imagina a fila de gente querendo comprar camisa, boné, qualquer coisa pra eternizar esse momento histórico.

    Na moral, se essa já foi a festa só por chegar na Final, imaginem se os Spurs realmente levarem o título contra os Knicks? San Antonio vai virar o caos total — do bom tipo, obviamente.

    Vocês acham que o Wemby consegue levar esse título logo na segunda temporada dele? Porque olhando essas imagens da torcida, a pressão (positiva) tá toda em cima dele agora.

  • Spurs x Thunder deixou os fãs do Suns numa sinuca bizarra

    Spurs x Thunder deixou os fãs do Suns numa sinuca bizarra

    Cara, as últimas duas semanas foram estranhas pra caramba. E olha que eu achei que nunca ia falar isso na vida: eu estava torcendo pros San Antonio Spurs.

    Sim, vocês leram certo. EU, torcendo pros Spurs. Quem me conhece sabe que isso é praticamente heresia. Esses caras destruíram minha juventude como fã dos Suns mais vezes do que eu gosto de lembrar.

    Mas deixa eu explicar essa loucura toda.

    O ódio histórico que nunca vai passar

    Olha, minha relação com os Spurs é tipo aquela ex que você nunca esquece — só que pelos motivos errados. Eles estragaram os melhores anos dos Suns lá nos anos 2000, quando Phoenix estava revolucionando o basquete com aquele ataque maluco do Nash.

    E sempre com aquela sorte absurda deles, né? Tankearam em 96-97 quando o David Robinson se machucou, ganharam o Tim Duncan, e pronto — cinco títulos. Enquanto isso, a gente sofria vendo eles baterem no nosso time sem dó.

    Sinceramente? Ainda dói lembrar da suspensão do Amar’e e do Boris Diaw em 2007. Aquela regra idiota da NBA que suspendia quem saísse do banco durante briga… e claro que só os nossos caras se deram mal.

    Por que diabos eu torci pra eles contra o Thunder?

    Simples: porque o Oklahoma City virou tudo que eu odeio no basquete moderno. Esses caras transformaram a simulação numa arte — e não é arte boa não.

    Assistir o Thunder é exaustivo. Todo contato vira teatro, todo arremesso vira uma novela mexicana de tanta encenação. O Sam Presti montou um timaço, isso é verdade, mas ver eles jogando me dá vergonha alheia.

    E aí que você vê a diferença quando olha pro Wembanyama chorando depois da vitória no jogo 7. ISSO é paixão, gente. Isso é alguém que liga de verdade, que colocou o coração na quadra. Se o Thunder tivesse ganho, ia ter lágrima? Ia ter emoção real? Ou só mais uma entrevista manjada?

    Vocês acham que eu tô sendo muito dramático? Pode ser. Mas prefiro mil vezes ver basquete raiz, mesmo que seja dos meus rivais históricos, do que essa palhaçada que o Thunder anda fazendo.

    No final das contas, os Spurs me lembraram que ainda existe respeito pelo jogo. E isso, meus amigos, vale mais que qualquer rivalidade antiga.