Autor: Leandro Amorim

  • SGA deixa Thunder nas mãos de Presti: ‘Zero input da minha parte’

    SGA deixa Thunder nas mãos de Presti: ‘Zero input da minha parte’

    Cara, que situação complicada pro Thunder. Depois daquela eliminação dolorosa no Jogo 7 contra os Spurs, Shai Gilgeous-Alexander foi bem direto quando perguntaram se ele ia ajudar a diretoria nas decisões da offseason.

    “Vou dar zero input”, disse o SGA. “Vou deixar Sam Presti, o melhor GM de todos os tempos, fazer o trabalho dele.”

    Olha, eu entendo a posição dele. Mas sinceramente? O Thunder tá numa encruzilhada absurda.

    O dilema financeiro que pode quebrar OKC

    A matemática é cruel: com as extensões máximas do Chet Holmgren e do Jalen Williams entrando em vigor, mais os $40.8 milhões que o SGA já ganha (e a supermax dele começa em 2027-28), Oklahoma City vai virar o time mais caro da NBA. Estamos falando de $28.6 milhões acima do segundo apron.

    É dinheiro pra caramba. E o pior? Eles PRECISAM melhorar porque os Spurs com Wembanyama só vão ficar mais assustadores.

    Aí que entra a especulação mais maluca da offseason…

    Giannis no Thunder? Calma aí, pessoal

    Sam Amick do The Athletic jogou essa bomba: e se OKC fosse atrás do Giannis Antetokounmpo? A lógica seria ter alguém pra marcar melhor o Wembanyama, e o Thunder tem jovens talentos e picks (incluindo as 12ª e 17ª deste ano).

    Mas eu vou ser honesto com vocês: isso não faz o menor sentido. Tirar a bola das mãos de um MVP duas vezes pra trazer um cara de 31 anos, vindo de temporada cheia de lesão, que não joga bem sem bola e ainda quer extensão máxima? Isso vai destruir a química de vestiário que é uma das melhores da liga.

    E outra coisa que todo mundo tá ignorando: o Thunder não tá tão atrás dos Spurs assim. Foi Jogo 7, mano! Se o Jalen Williams ou o Ajay Mitchell tivessem saudáveis, ou se eles tivessem ganhado o Jogo 1, talvez estaríamos falando do que os Spurs precisam fazer.

    As decisões que realmente importam

    O Thunder tem três opções de time que podem economizar uma grana:

    Isaiah Hartenstein ($28.5 milhões): Esse aqui foi monstro contra o Wemby nos playoffs. A jogada inteligente seria renegociar — não exercer a opção mas assinar uma extensão de 3 anos por $70-75 milhões.

    Luguentz Dort ($17.7 milhões): Essa vai doer nos fãs, mas será que é hora de seguir em frente? Com Alex Caruso já renovado, Williams voltando saudável e Cason Wallace na jogada, talvez dê pra negociar o Dort.

    Vocês acham que o Thunder deveria apostar todas as fichas numa troca grande ou ir com calma e desenvolver o que já tem? Na minha visão, essa molecada ainda tem muito a oferecer.

  • Spurs passaram na frente de OKC e o Oeste já pode tremer

    Spurs passaram na frente de OKC e o Oeste já pode tremer

    Gente, vamos falar sério aqui por um segundo? Os Spurs de San Antonio estão ASSUSTANDO todo mundo no Oeste. E não estou falando só de estar jogando bem – estou falando de ter ultrapassado Oklahoma City na classificação e mandado um recado bem claro: “Oi, galera, chegamos antes do previsto”.

    Olha, quando a temporada começou, todo mundo (incluindo eu) achava que os Spurs iam precisar de mais tempo pra engatar. Wembanyama ainda se adaptando à NBA, time jovem, Popovich moldando mais uma geração… Era pra ser uma temporada de crescimento, sabe?

    O monstro francês tá voando

    Mas aí o Victor Wembanyama simplesmente decidiu que não ia esperar. O cara tá fazendo coisas ABSURDAS em quadra – bloqueios que desafiam a física, cestas de três que não fazem sentido pra um pivô, e uma presença defensiva que tá deixando atacantes com pesadelos. Sinceramente, eu não esperava que ele evoluísse TÃO rápido.

    E não é só o Wemby não. O Devin Vassell tá consolidado como um dos melhores alas-armadores da liga, o Jeremy Sochan finalmente achou seu lugar no time, e os caras estão jogando um basquete coletivo que lembra os velhos tempos gloriosos dos Spurs.

    OKC que se cuide

    Passar na frente do Thunder? Cara, isso é STATEMENT. Oklahoma tem Shai Gilgeous-Alexander fazendo uma temporada monstruosa, Chet Holmgren mostrando que é real, e mesmo assim os Spurs conseguiram dar a volta por cima.

    Na minha visão, isso manda um recado claro pro resto do Oeste: os Spurs não vão mais ser aquele time que você marca como vitória fácil no calendário. Eles voltaram pra brigar de verdade, e com Popovich no comando, a gente sabe que experiência em playoffs não falta.

    E aí, vocês acham que os Spurs conseguem manter esse ritmo? Porque se conseguirem, o Oeste ficou ainda mais maluco do que já era. Lakers, Warriors, Nuggets, Suns, e agora os Spurs brigando forte? Vai ser um show à parte nos playoffs.

  • Robinson treina com proteção no dedo, mas Finais podem começar sem ele

    Robinson treina com proteção no dedo, mas Finais podem começar sem ele

    Olha, a situação do Mitchell Robinson tá complicada mesmo. O pivô do Knicks treinou ontem com uma proteção na mão direita, mas ainda é incerto se vai conseguir jogar no Jogo 1 das Finais da NBA contra o San Antonio Spurs na quarta-feira.

    O cara quebrou o mindinho direito no Jogo 4 das Finais da Conferência Leste contra Cleveland e teve que fazer cirurgia para corrigir. Agora quer jogar com uma tala protetora — e sinceramente, conhecendo o histórico dele, não duvido nada que entre em quadra mesmo assim.

    Um guerreiro que não desiste nunca

    Mano, o Robinson é literalmente um sobrevivente. Em oito temporadas pelos Knicks, o cara já quebrou mão direita, polegar direito, pé direito, e ainda teve múltiplas cirurgias por causa de uma fratura por estresse no tornozelo esquerdo. E olha que ele só tem 28 anos!

    Essa temporada finalmente conseguiu se manter saudável o suficiente para fazer diferença de verdade. Jogou 60 partidas — o máximo desde 2021-22 — e virou uma das peças mais importantes dessa campanha histórica dos Knicks.

    Durante a temporada regular, liderou o time em tocos e ficou em segundo em rebotes. A presença dele muda completamente o jogo no garrafão. A porcentagem de rebote ofensivo de New York pula quase 10 pontos quando ele tá em quadra. Isso é absurdo!

    E se ele não conseguir jogar?

    Nos playoffs, Robinson tá arremessando com 73,7% de aproveitamento saindo do banco em 13 jogos. É o quarto do time tanto em tocos quanto em rebotes. Se não rolar na quarta, a pressão toda vai cair nas costas do Karl-Anthony Towns.

    O técnico Mike Brown disse que a decisão final vai ser do departamento médico, mas o Ian Begley da SNY reportou que o próprio Robinson tá pressionando pra jogar no Jogo 1. E vocês acham que ele vai mesmo conseguir aguentar a dor e jogar?

    Cara, se não der, provavelmente vamos ver mais do Ariel Hukporti, aquele alemão gigante de 2,13m. Mas convenhamos — nada substitui a experiência e a garra do Robinson numa Final da NBA.

    Os Knicks não chegavam numa Final desde 1999 (perderam justamente pro Spurs) e buscam o primeiro título desde 1973. Robinson já passou por tanta coisa que essa talvez seja a chance da vida dele. Aposto que ele vai encontrar um jeito de jogar.

  • Knicks vs Spurs nas Finais: a revanche que os novaiorquinos esperaram 27 anos

    Knicks vs Spurs nas Finais: a revanche que os novaiorquinos esperaram 27 anos

    Cara, eu não acredito que estou escrevendo isso. Os Knicks estão de volta às Finais da NBA depois de 27 anos, e adivinhem contra quem? Os mesmos Spurs que acabaram com os sonhos deles em 1999. É como se o destino estivesse zoando com a cara dos fãs de Nova York.

    A ironia é absurda: em dezembro, os Knicks bateram justamente San Antonio para levar a NBA Cup em Las Vegas. Mas sabe o que eles fizeram? Recusaram pendurar uma faixa no Madison Square Garden. Por quê? Porque sabiam que queriam algo maior. E agora têm a chance.

    O Fantasma de 1999

    Olha, eu lembro daquela final como se fosse ontem. Os Spurs de Tim Duncan destroçaram os sonhos dos Knicks e começaram uma dinastia que rendeu cinco títulos. Agora é Victor Wembanyama — o cara que ganhou Defensor do Ano — liderando essa nova geração texana.

    Josh Hart falou uma que me fez rir: “Tecnicamente aquele jogo (da NBA Cup) não aconteceu”. É verdade né? Não conta nas estatísticas, não conta na classificação. Mas a real é que os times de agora são completamente diferentes daqueles de dezembro.

    Ritmo é Tudo

    A preocupação dos Knicks não é nem tanto o Wemby (que é um monstro, vamos combinar). O problema é que eles vão jogar apenas o 10º jogo em 35 dias por causa dessa sequência de 11 vitórias seguidas nos playoffs. Isso é pouco demais para se manter em ritmo.

    Karl-Anthony Towns já avisou que aprenderam com o erro da última parada prolongada, quando começaram 4/23 do perímetro contra Cleveland e ficaram 22 pontos atrás. Conseguiram virar aquela, mas contra os Spurs não vai ser fácil.

    A estatística é impressionante: nos últimos 11 jogos, os Knicks venceram por uma diferença combinada de 262 pontos — a maior margem para uma sequência de 11 vitórias na história da NBA. Absurdo.

    O Peso da História

    Sinceramente? Essa final tem tudo para ser épica. Os Spurs estão tentando começar uma nova dinastia com Wembanyama, enquanto os Knicks querem acabar com 51 anos de jejum (o último título foi em 1973, pessoal).

    Mike Brown, técnico dos Knicks, até tem ligação com San Antonio — foi assistente do Popovich numa das conquistas. Mas agora é guerra total.

    Vocês acham que os Knicks conseguem exorcizar esse fantasma de 1999? Ou Wembanyama vai estragar a festa de Nova York mais uma vez? Jogo 1 é quarta-feira em San Antonio, e eu já tô ansioso demais.

  • Ex-Suns vão brigar pelo anel entre Spurs e Knicks

    Ex-Suns vão brigar pelo anel entre Spurs e Knicks

    Cara, que Finals maluca vai ter esse ano! Wembanyama comandando os Spurs contra Jalen Brunson e os Knicks — dois times que quebram todos os clichês da NBA moderna.

    De um lado, você tem San Antonio com um francês de 2m20 que simplesmente não faz sentido existir. Do outro, New York apostando que dá pra ganhar título com um armador baixinho que não é o Curry (nada contra o Brunson, mas vocês entenderam).

    A conexão Phoenix que ninguém esperava

    Mas aqui vai um dado curioso que eu achei sensacional: não importa quem ganhe, um ex-Phoenix Suns vai levantar o Larry O’Brien pela primeira vez desde que o Ish Smith fez isso com Denver em 2023.

    Se os Spurs levarem, Bismack Biyombo (que jogou no Suns de 2022-2023) e Mason Plumlee (temporada passada em Phoenix) vão conquistar o primeiro anel. Se for New York, aí Landry Shamet e — pasmem — Mikal Bridges vão finalmente ser campeões.

    Olha só a ironia: Bridges, que foi trocado justamente pra trazer o KD pros Suns, pode ganhar o título que Phoenix tanto sonha… só que com outra camisa.

    Quando Phoenix quase voou

    Sinceramente, isso me dá uma nostalgia absurda daquele time dos Suns de 2021-22. Bridges, Shamet e Biyombo faziam parte do melhor time da temporada regular na história da franquia — 64 vitórias, cara!

    Bridges era simplesmente monstro naquela época: 14 pontos por jogo, 53% nos arremessos, 37% de três e ainda por cima Primeiro Time All-Defensive. E detalhe: o cara NUNCA se machucava. Tem até hoje a maior sequência ativa de jogos consecutivos na liga.

    Já o Shamet… cara, quem não lembra daqueles cinco triplos que ele cravou no Jogo 4 contra o Denver nas Semifinais de 2023? 19 pontos saindo do banco pra empatar a série 2-2. Foi lindo de ver (mesmo perdendo a série depois).

    De Phoenix pra glória

    Biyombo e Plumlee tiveram passagens mais discretas pelo deserto. O Biyombo era terceiro pivô, entrando mais quando tinha lesão ou depois da bagunça da troca do Durant. Plumlee mal ficou uma temporada, mas quem acompanhou sabe que o cara não levava desaforo pra casa — até briga ele arrumava!

    Vocês acham que é coincidência tantos ex-Suns estarem nas Finals? Ou será que aquele grupo realmente tinha algo especial que Phoenix não soube aproveitar?

    As Finals começam na quarta, 3 de junho, às 18h30 (horário de Brasília). Vai ser guerra!

  • O troféu Larry O’Brien volta às quadras das Finais depois de 17 anos

    O troféu Larry O’Brien volta às quadras das Finais depois de 17 anos

    Gente, que nostalgia! O logo gigante do troféu Larry O’Brien vai estar pintado nas quadras das Finais da NBA pela primeira vez desde 2009. É isso mesmo — 17 anos depois, aquele visual clássico que a gente via quando era mais novo está de volta.

    A liga divulgou o design das quadras no domingo, poucos dias antes dos San Antonio Spurs receberem o New York Knicks no jogo 1 das Finais. O troféu gigante fica atrás do logo de cada time, com aquela escrita clássica “Finals” num dos cantos. Cara, só de imaginar já me arrepia.

    Uma volta ao passado que emociona

    Olha, eu não esperava isso mas confesso que fiquei emocionado com essa decisão. Esse visual me lembra das Finais de 2005 entre Spurs e Pistons — primeira vez que rolou esse design. Ficou por cinco anos direto, até sumir depois da série Lakers x Magic em 2009.

    Desde então? A NBA meio que abandonou essa tradição. Teve umas exceções aqui e ali (os Cavs fizeram algo parecido em 2017, e teve um logo genérico na bolha de 2020), mas nada como esse visual clássico que marcou época.

    Finais históricas merecem visual histórico

    E faz todo sentido trazer de volta justo agora. Os Knicks chegaram às Finais pela primeira vez desde 1999 — eu nem tinha nascido direito! Eles varreram os Cavaliers e estão numa sequência absurda de 11 vitórias consecutivas. O último título deles foi em 1973, imaginem a fome desse time.

    Do outro lado, Victor Wembanyama e os Spurs eliminaram o Thunder no jogo 7 sábado passado. San Antonio não chegava às Finais desde 2014, e agora tem a chance de conquistar mais um anel com esse fenômeno francês.

    As primeiras duas partidas vão ser no Frost Bank Center, quarta e sexta. Depois a série vai pra Nova York. Vocês acham que esse visual clássico vai trazer sorte pra algum dos times? Na minha opinião, só deixa tudo mais especial mesmo.

    Pode não influenciar no jogo, mas que adiciona um charme especial nessas Finais, isso adiciona. E sinceramente? Era hora de resgatar essa tradição que deixava as Finais ainda mais épicas.

  • O toco do Kornet que calou o Oklahoma City e mandou os Spurs pra Final

    O toco do Kornet que calou o Oklahoma City e mandou os Spurs pra Final

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu ontem à noite em Oklahoma City. Luke Kornet — sim, aquele mesmo que todo mundo vinha criticando por causa das dificuldades do banco dos Spurs — fez talvez o toco mais importante da temporada no momento mais decisivo possível.

    Vamos aos fatos: Game 7, Final do Oeste, Spurs na frente por 97 a 91, faltando uns 7 minutos, e o Wemby sai de quadra com a quinta falta. Hartenstein — que foi um pesadelo pros Spurs a série toda — rouba a bola de um passe do Dylan Harper pro Kornet e sai sozinho em direção à cesta. Parecia enterrada cantada, né?

    O momento que mudou tudo

    Aí que vem a magia. Kornet, que parecia estar quilômetros de distância do lance, simplesmente voou por trás do Hartenstein e pregou um toco absurdo na bola grudada no vidro. Cara, o cara literalmente salvou o jogo ali. E o mais louco? Logo na sequência o Stephon Castle acerta um jumper e vira uma virada de quatro pontos que calou aquela arena inteira.

    Sinceramente, eu não esperava isso. O Kornet vinha sendo meio que o bode expiatório dos problemas do banco dos Spurs nesta pós-temporada. Quando o Wemby saía, o time sofria — e o veterano acabava levando a culpa. Mas quem acompanha sabe: o cara foi fundamental na temporada regular, especialmente quando o Wemby perdeu 12 jogos no início da temporada.

    Contexto que faz toda diferença

    O que muita gente esquece é que Kornet já tem anel. Ajudou o Celtics a conquistar o título há dois anos atrás saindo do banco atrás do Kristaps Porzingis. Então pressão, ele conhece bem. E olha, numa série onde as estrelas ditaram o ritmo, foi justamente um dos “malquistos” que fez a jogada mais decisiva.

    O próprio Wemby ficou maluco com o lance: “Eu fiquei muito empolgado. Muito orgulhoso dele”, disse o francês após o jogo. “Essa é a definição de uma jogada vencedora.”

    E vocês sabem o que mais me chamou atenção? A comparação que fizeram com aquele toco histórico do Kawhi Leonard no Russell Westbrook em 2014, também em Oklahoma City, também numa decisão do Oeste. Cara, que paralelo absurdo.

    Rumo às Finais com moral renovada

    Agora os Spurs estão nas Finais da NBA, e o Kornet não só silenciou os críticos como virou herói. Aquela jogada pode muito bem entrar pro folclore da franquia — dependendo do que acontecer nas Finais, claro.

    Mas uma coisa eu garanto: quando a galera lembrar dessa caminhada dos Spurs até a Final, o toco do Kornet em cima do Hartenstein vai estar lá, gravado na memória. Às vezes é assim mesmo no basquete — um veterano experiente aparece na hora H e faz história.

    E aí, quem de vocês acreditava que o Kornet ia ser o cara da virada nesse Game 7? Eu admito que não.

  • Cameron Boozer pode ser a salvação do Utah Jazz no Draft 2026

    Cameron Boozer pode ser a salvação do Utah Jazz no Draft 2026

    Gente, vocês viram o que esse garoto Cameron Boozer fez em Duke? 22.7 pontos e 10.1 rebotes por jogo sendo CALOURO. Absurdo.

    Com 1,95m e 115kg aos 18 anos, o filho do Carlos Boozer tem o físico do Karl Malone e a maturidade que eu nunca vi num jogador dessa idade. E olha que ele jogou todas as 38 partidas como titular numa temporada pesada da ACC e March Madness. O técnico Jon Scheyer falou que ele “traz a mesma energia todo dia, a mesma preparação, independente do que aconteceu”.

    O encaixe perfeito no Utah Jazz

    Na minha visão, esse é exatamente o perfil que o Jazz precisa depois de duas temporadas horrorosas. Consistência, trabalho duro e mentalidade vencedora — tudo que faltou no time ultimamente. E tem mais: o pai dele passou seis temporadas no Jazz e voltou como scout ano passado. Isso aumenta as chances dele ficar mais tempo, né?

    Eu sei que vão falar: “ah, mas ele não é tão atlético”. Verdade, ele pode ter problemas defensivos contra pivôs mais rápidos. Mas cara, basquete não é só highlight. É sobre fazer o que precisa ser feito pra ganhar. E Boozer fez isso em Duke — além de carregar o ataque, ele liderou o time em assistências com 4.1 por jogo.

    Melhor jogador disponível sempre

    “Mas o Jazz já tem muitos alas, não seria melhor pegar um armador como Darryn Peterson?” Olha, às vezes a gente fica muito preocupado com encaixe e esquece de pegar o melhor disponível. Lembram do Dylan Harper? Foi pro Spurs que já tinha De’Aaron Fox, Stephon Castle e Devin Vassell. E aí? Tá jogando 26 minutos por jogo nos playoffs.

    Boozer é daqueles caras que abrem espaço na rotação na marra. Um brutamontes no garrafão que cansa a defesa adversária e ainda abre a quadra pros companheiros. Sinceramente acho que ele vai encontrar seu lugar no Jazz.

    Comparações e potencial

    As comparações que mais ouço são Kevin Love e Al Horford. Pode não ser sexy, mas os dois são campeões da NBA e se adaptaram perfeitamente ao que seus times precisavam. E imaginem o Boozer aprendendo com o próprio Kevin Love, que tá lá no Jazz agora, mais o Lauri Markkanen e companhia?

    O teto dele lembra Paolo Banchero ou Alperen Sengun — dois caras que tão só subindo. Mas a comparação que me emociona mesmo é com Paul Millsap e o próprio Carlos Boozer da época que o Jazz chegou na final de conferência em 2007.

    E aí, vocês acham que o Jazz tem coragem de apostar no filho do ídolo? Pra mim, seria a escolha mais óbvia do draft.

  • Thunder já pensa no futuro após eliminação dolorosa no Oeste

    Thunder já pensa no futuro após eliminação dolorosa no Oeste

    Cara, que final de temporada dolorosa para o Thunder. Ser eliminado no Game 7 das finais do Oeste já dói por si só, mas quando você vê o Chet Holmgren tentando apenas dois arremessos no jogo mais importante da temporada… aí complica tudo.

    O embate que todo mundo queria ver era Holmgren vs Wembanyama, mas foi meio unilateral, né? O francês simplesmente dominou a série toda enquanto o Chet praticamente sumiu na hora H. E olha que estamos falando de um cara que fez uma temporada monstruosa — 17.1 pontos e 8.9 rebotes por jogo, primeiro All-Star, primeiro All-NBA, primeiro All-Defensive. Só que no momento que mais precisava aparecer…

    Thunder não abandona o garoto

    Mas aqui está o que mais me impressiona nessa história toda: o Thunder não jogou o Chet debaixo do ônibus. Pelo contrário.

    “Desde que o Chet chegou, somos o primeiro colocado no Oeste”, disse o técnico Mark Daigneault. “E não era assim antes dele estar saudável”. Simples assim. O cara tem razão — antes do Holmgren chegar, eles não eram esse time que vemos hoje.

    E o Shai Gilgeous-Alexander? Monstro de duas MVPs seguidas também assumiu a culpa. Mesmo depois de cravar 35 pontos no Game 7, ele falou que a temporada foi “um fracasso” porque não conseguiram o título. Essa mentalidade é o que separa os grandes dos medianos.

    Rivalidade que promete

    Sinceramente, acho que estamos vendo o início de uma rivalidade épica entre Thunder e Spurs. Holmgren vs Wembanyama vai ser o novo Kobe vs Duncan? Pode ser exagero meu, mas os ingredientes estão todos aí.

    “Eles são únicos no estilo de jogo”, admitiu o próprio Holmgren sobre os Spurs. “Você não pode simplesmente jogar do jeito normal contra eles”. Tradução: o San Antonio com Wemby é diferente de tudo que existe na liga hoje.

    E vocês, acham que o Thunder consegue dar a volta por cima na próxima temporada? Porque olhando esse time jovem e com essa mentalidade de assumir responsabilidade, eu não duvido nada que eles voltem ainda mais fortes. O Chet vai usar essa eliminação como combustível — pelo menos é o que eu espero.

  • Thunder de olho no Mobley? Essa troca pode dar muito ruim pro Cavs

    Thunder de olho no Mobley? Essa troca pode dar muito ruim pro Cavs

    Olha, eu sei que é meio cedo pra falar de trade season, mas essa rumor que saiu me deixou meio preocupado. Segundo o Sam Amick do The Athletic, o Oklahoma City Thunder tá interessado no Evan Mobley, do Cleveland Cavaliers.

    E cara, quando o Thunder demonstra interesse em alguém, eu fico com o pé atrás. Esses caras simplesmente não erram nas trocas desde aquela tragédia do James Harden há 14 anos. Se eles querem o Mobley, tem algo por trás que a gente não tá vendo.

    Por que o Thunder quer o pivô?

    A resposta é bem simples: Victor Wembanyama. O francês virou um monstro absoluto no San Antonio, e o Thunder sabe que vai ter que passar por ele pelos próximos 10, 15 anos. E se tem alguém que pode dar trabalho pro Wemby, é justamente o Mobley.

    Pensa comigo — Mobley tem 2,11m, é rápido, defende bem e tem um jogo ofensivo que só melhora a cada temporada. Teoricamente, ele seria a resposta perfeita pro pesadelo que é defender o Wemby. Sinceramente, faz todo sentido pro Thunder querer essa peça.

    O problema é que Cleveland disse que não tá interessado em trocar o pivô. Koby Altman, o GM dos Cavs, foi bem claro na entrevista coletiva de fim de temporada: Mobley não sai.

    Mas será que dá pra confiar?

    Vamos combinar uma coisa — na NBA, palavra de GM vale tanto quanto promessa de político em ano de eleição. Lembro que todo mundo “sabia” que o Donovan Mitchell ia ficar, até ele ser trocado do Jazz. As coisas mudam rápido demais nessa liga.

    E o Thunder tem munição de sobra pra fazer uma oferta irrecusável. Eles têm picks de primeira rodada pelos próximos seis anos, incluindo alguns do Clippers, Nuggets e até do próprio Spurs. Imagina a ironia — usar picks do San Antonio pra conseguir a peça que vai defender contra eles.

    Além dos picks, tem jogadores interessantes como Jaylen Williams e o próprio Chet Holmgren que poderiam interessar Cleveland. Embora eu ache meio difícil o Thunder abrir mão do Chet.

    E aí, vocês acham que o Cavs aguenta a pressão se vier uma proposta dessas? Porque olhando friamente, talvez o Mobley valha mais pra um time do Oeste que precisa enfrentar o Wemby do que pros próprios Cavaliers no momento.

    Vou ficar de olho nessa história. Quando o Thunder começa a rondar um jogador, as coisas tendem a esquentar rapidinho.