Autor: Leandro Amorim

  • Giannis manda a real pra fã que comparou ele com Damian Lillard

    Giannis manda a real pra fã que comparou ele com Damian Lillard

    Olha, eu tô cansado dessas especulações sobre o Giannis sair do Milwaukee, mas a resposta que ele deu pra um fã no X (antigo Twitter) me fez rir e ao mesmo tempo mostrou muito sobre o cara que ele é.

    A situação é a seguinte: um tal de Justin Wills fez um post comparando o comportamento do Giannis com o do Damian Lillard quando o Dame estava forçando a saída de Portland. O cara falou que o Lillard parou de treinar no verão com medo de se machucar e ferrar a troca, enquanto o Giannis tá aí jogando futebol mesmo depois de ter perdido boa parte da temporada por conta de uma lesão na panturrilha.

    A resposta que calou todo mundo

    E aí que vem o melhor. O Greek Freak simplesmente respondeu direto no post dizendo que só porque outros caras na mesma posição que ele podem dar as coisas como garantidas, ele não vê motivo pra fazer isso. “Eu simplesmente gosto de jogar”, disse ele.

    Cara, isso aí é mindset de campeão. O monstro tem dois MVPs, um anel da NBA, e ainda assim tá lá curtindo o que faz. Enquanto todo mundo fica especulando sobre Miami Heat, Boston Celtics e sei lá mais onde, o Giannis tá vivendo a vida dele, jogando bola com os filhos e assistindo a final da EuroLeague com o Alperen Sengun do Houston.

    Temporada complicada, futuro incerto

    Não dá pra negar que foi um ano difícil pra ele. Jogou apenas 36 partidas por causa das lesões, mas mesmo assim mandou números absurdos: 27.6 pontos, 9.8 rebotes e 5.4 assistências por jogo. O problema é que o Bucks ficou de fora dos playoffs pela primeira vez desde 2015-16, quebrando uma sequência de nove anos consecutivos. Resultado? Doc Rivers foi demitido e começaram os rumores de que o Giannis poderia estar com o pé na porta.

    Sinceramente, eu acho que o pessoal tá viajando. O cara claramente ama Milwaukee e não tá dando sinais de que quer vazar. Inclusive, segundo o Zach Lowe e o Brian Windhorst, nem o Boston Celtics – que seria uma das opções “interessantes” pro Giannis – tá correndo atrás dele. Os caras tão felizes com o time que têm.

    E vocês, acham que o Giannis fica mesmo no Milwaukee ou esse papo de “só gosto de jogar” é só diplomacia? Na minha opinião, enquanto ele tiver essa paixão pelo jogo que demonstrou na resposta, Milwaukee continua sendo casa dele.

  • Bill Simmons detona Nuggets: ‘Kroenke tem dinheiro pra caramba!’

    Bill Simmons detona Nuggets: ‘Kroenke tem dinheiro pra caramba!’

    Olha, o Bill Simmons não está nada feliz com a postura dos Nuggets. E sinceramente? Concordo com ele.

    O cara foi direto ao ponto sobre a situação do Peyton Watson, que vai virar agente livre restrito e pode custar uma fortuna para Denver manter. Alguns executivos da liga acham que o ala pode arrancar algo na casa dos $24 milhões por ano — outros falam em $30 milhões anuais. É muito dinheiro mesmo.

    Mas aí que vem a bronca do Simmons (que foi compartilhada pelo Legion Hoops): “Por que eles têm que trocar alguém pra assinar com o Peyton Watson? Vocês têm o Jokić no time, paguem todo mundo! O Kroenke tem dinheiro pra caramba, só mantenham todo mundo E paguem o Peyton Watson. O dono de vocês é super rico, que porra é essa?”

    A realidade que dói

    Watson perdeu toda a pós-temporada passada por lesão, e os Nuggets sentiram muito a falta dele contra os Timberwolves. O moleque de 23 anos é exatamente o tipo de jogador atlético que o time precisa — e todo mundo sabe disso.

    Mas aqui vem o problema: os Kroenkes (donos do time) têm fama de não querer gastar muito. Um scout da Conferência Oeste falou pra ESPN que todo mundo sabe como eles operam, mesmo tendo condição de pagar a luxury tax tranquilamente.

    Jokić merece coisa melhor

    Na minha visão, Simmons tem razão total. Quando você tem um jogador do calibre do Nikola Jokić — cara que já ganhou dois MVPs e levou o time ao título em 2023 — você faz DE TUDO pra manter o elenco competitivo.

    E aí os caras ficam pensando em trocar Christian Braun ou Cameron Johnson só pra economizar? Mano, é o Jokić! O cara que pode decidir qualquer série sozinho.

    A expectativa é que outros times façam ofertas pesadas pelo Watson justamente pra forçar Denver a abrir a carteira. E vocês acham que os Nuggets vão bancar mesmo? Ou vão fazer a cagada de deixar peças importantes saírem?

    Porque uma coisa eu sei: se você tem a chance de manter um elenco vencedor ao redor do melhor pivô da liga atualmente, você não hesita. O tempo do Jokić é agora.

  • Mitchell vai ficar? Altman crrava que sim e aposta tudo no astro

    Mitchell vai ficar? Altman crrava que sim e aposta tudo no astro

    Olha, eu tô aqui vendo o Koby Altman, presidente dos Cavaliers, praticamente implorando pro Donovan Mitchell não sair de Cleveland. E sinceramente? Não é pra menos.

    O cara acabou de fazer uma temporada monstro — 27.9 pontos por jogo, jogou 70 partidas (recorde pessoal dele), e levou esse time dos Cavs até a final da Conferência Leste. Aí chega o Altman e fala: “Donovan é unicamente nosso, e ele é o nosso cara.”

    A extensão milionária que pode definir tudo

    Aqui que fica interessante, galera. O Mitchell pode assinar uma extensão já em julho, mas aí ele só consegue 30% do salary cap do time. Agora, se ele esperar até 2026-27, pode pegar um supermax de 35% porque vai completar 10 anos na liga.

    É uma decisão complicada, né? Menos dinheiro agora pra dar mais flexibilidade pro time montar um elenco melhor, ou esperar pela grana toda?

    O que mais me impressiona é a fala do próprio Mitchell depois daquela surra que tomaram dos Knicks: “Eu amo estar aqui. Não sei como mais dizer isso.” O cara tava visivelmente abalado com a eliminação, mas ainda assim reforçou que quer ficar.

    Cleveland merece um anel?

    A parte que mais me tocou foi quando o Mitchell falou sobre a cidade: “Cleveland merece um anel, e nós temos que continuar tentando.” Cara, isso é de arrepiar. Lembra muito a pressão que o LeBron sentia quando voltou pra casa.

    E o Altman não tá mentindo quando fala que tem jogador no elenco que só tá lá por causa do Mitchell. O cara virou o principal recrutador do time, mano. Isso é influência de superstar mesmo.

    Agora, vamos ser realistas aqui. O time tomou uma lavada dos Knicks depois de estar 22 pontos na frente. Isso dói, e o próprio Mitchell reconheceu que precisa melhorar nos momentos decisivos. Ele mesmo citou aquelas séries complicadas contra Raptors e Pistons.

    E aí, acham que ele fica?

    Na minha opinião, o Mitchell vai renovar sim. O cara tá na melhor fase da carreira aos 29 anos, se sente em casa em Cleveland, e tem uma conexão real com a torcida. Isso não tem preço.

    Claro que sempre tem o risco — principalmente se aparecer uma oferta tentadora de algum time grande. Mas pelo que tô vendo das declarações, tanto do jogador quanto da diretoria, parece que todo mundo quer que isso dê certo.

    O que vocês acham? Mitchell vai apostar todas as fichas em Cleveland ou vai procurar algo maior? Eu honestamente acho que ele fica, mas no basquete nunca se sabe, né?

  • Dez Bryant detona os Knicks antes da Final: ‘Acabou em 3 de junho’

    Dez Bryant detona os Knicks antes da Final: ‘Acabou em 3 de junho’

    Cara, que loucura isso! Estamos em 2024 mas parece que voltamos pra 1999 — Knicks e Spurs na Final da NBA depois de 27 anos. Eu ainda tô processando essa nostalgia toda.

    Pensa só: na última vez que esses times se enfrentaram na decisão, o Rick Brunson (pai do Jalen) ainda jogava pelo próprio Knicks. De’Aaron Fox tinha apenas 1 ano de idade. E os pais do Wembanyama provavelmente nem tinham se conhecido ainda. Absurdo, né?

    Caminhos opostos até a Final

    O mais interessante é como cada time chegou até aqui. Os Knicks simplesmente atropelaram — varreram Cleveland nas Finais do Leste e chegaram descansados com 11 vitórias consecutivas. Já os Spurs passaram pelo inferno: sete jogos contra o Thunder numa série que quase me deu um troço de tanto nervosismo.

    Com essa diferença de desgaste, todo mundo tá dando vantagem pros Knicks. Faz sentido, né? Time descansado, confiante, jogando um basquete lindo…

    Dez Bryant mete o dedo na ferida

    Aí que entra o Dez Bryant pra complicar tudo. O cara, que foi astro do Dallas Cowboys por anos, resolveu cutucar a torcida de Nova York no X (antigo Twitter): “Pessoal de Nova York, vocês sabem que eu amo vocês. Mas essa corridinha que vocês tiveram no Leste… em 3 de junho, acabou. Bora, Spurs!”

    Olha, eu entendo o Dez. O cara é do Texas, defendeu Dallas por anos (2010-2017), então meio que faz sentido ele torcer pros vizinhos de San Antonio. Mas que queimada desnecessária foi essa, hein? (risos)

    E o mais engraçado é que o Dez sempre curte postar sobre a NBA mesmo depois de aposentar do futebol americano em 2020. Já vi ele elogiando LeBron, KD… o cara manjou do assunto.

    Na temporada regular, Knicks e Spurs dividiram — cada um ganhou em casa. Mas Final é outro campeonato, né? Vocês acham que o Wemby consegue fazer a diferença contra essa defesa dos Knicks? Ou será que Brunson e companhia vão coroar essa temporada histórica?

    Jogo 1 é quarta-feira. Eu já tô ansioso demais pra ver esse duelo de gerações.

  • Chet assumiu: Wemby destruiu ele no jogo 7 e o Thunder foi eliminado

    Chet assumiu: Wemby destruiu ele no jogo 7 e o Thunder foi eliminado

    Cara, que situação difícil pro Chet Holmgren. O pivô do Thunder saiu de cabeça baixa depois da eliminação pro San Antonio Spurs no jogo 7 das finais da Conferência Oeste — e ele mesmo admitiu que não conseguiu lidar com a pressão do Victor Wembanyama quando mais precisava.

    Olha só os números do cara no jogo decisivo: 4 pontos, 4 rebotes em 33 minutos de quadra. Quatro pontos! Um jogador que fez All-NBA Third Team essa temporada e quase levou o prêmio de Melhor Defensor da liga (perdeu justamente pro Wemby). É de cortar o coração.

    Quando o momento chegou, ele travou

    “Eu sinto que definitivamente havia oportunidades de conseguir mais arremessos que eu não aproveitei no momento. Essa é uma área para melhorar”, disse Holmgren na coletiva pós-jogo. Sinceramente? Admiro a honestidade dele, mas dói ver um jogador desse nível reconhecendo que travou no momento mais importante.

    O mais impressionante (no mal sentido) é que ele só tentou DOIS arremessos no jogo inteiro. Dois! Isso mostra o quanto o Wembanyama bagunçou o psicológico dele durante toda a série. E olha que o Chet não é qualquer um — 2,13m de altura, 17.1 pontos por jogo na temporada regular, tiroteio de três (36.2%). Mas quando encontrou outro monstro da mesma altura pela frente…

    Thunder desperdiçou uma temporada histórica

    O mais frustrante é que Oklahoma City teve uma das melhores campanhas da história recente: 64-18 na temporada regular, primeiro lugar no Oeste. Eles passaram pelos Suns e Lakers como um rolo compressor, mas esbarraram na nova geração francesa.

    Vocês acham que essa eliminação vai traumatizar o Chet ou vai ser combustível pra ele voltar mais forte? Porque sinceramente, enfrentar o Wembanyama nos playoffs é tipo enfrentar um chefe final de videogame — você precisa estar no seu melhor nível ou vai tomar um baile.

    A boa notícia é que o Thunder tem uma base jovem absurda e muito talento pra continuar brigando por título nos próximos anos. Mas essa derrota vai doer por um bom tempo, principalmente pro Chet que sabe que não conseguiu elevar o nível quando seu time mais precisava dele.

  • Caruso se declara ao Thunder após eliminação: ‘casamento perfeito’

    Caruso se declara ao Thunder após eliminação: ‘casamento perfeito’

    Cara, que declaração de amor foi essa do Alex Caruso pro Thunder? O cara simplesmente chamou a relação dele com Oklahoma City de “casamento perfeito” depois da eliminação dolorosa nas finais do Oeste. E olha, eu entendo completamente o sentimento dele.

    Saindo de um Game 7 perdido pros Spurs por 111-103, o veterano armador não escondeu a felicidade de estar vestindo a camisa azul e laranja. “Assinei o contrato, então obviamente estou ansioso para ficar aqui por alguns anos. Acho que o casamento tem sido ótimo entre mim e a organização do Thunder”, disparou Caruso nas entrevistas de saída da temporada.

    Thunder como família – e olha que não é papo furado

    Gente, quando um cara como Caruso – que já passou por Lakers, Bulls e viu de tudo um pouco na NBA – fala assim sobre uma organização, a gente tem que prestar atenção. O maluco tá no terceiro ano de um contrato de quatro anos e US$ 81 milhões, mas falou como se tivesse ganhado na loteria.

    “As pessoas aqui, a cidade, a organização, são todas pessoas de primeira classe”, completou o armador. E sinceramente? Dá pra sentir que não é só papo pra imprensa. Oklahoma City realmente construiu algo especial ali.

    Vocês acham que essa química toda vai ajudar o Thunder a dar o próximo passo ano que vem?

    SGA assume: foi um fracasso, mas vou aprender

    Enquanto isso, Shai Gilgeous-Alexander não fugiu da responsabilidade. O astro canadense foi direto ao ponto sobre a eliminação: “Foi um fracasso. Eu falhei no meu objetivo. Não consegui o que queria conseguir”.

    Puts, que maturidade. O cara marcou 35 pontos no Game 7 (12/21 nos arremessos, 9 assistências), praticamente carregou o time nas costas, mas ainda assim se cobra pelo resultado. É esse tipo de mentalidade que separa os bons dos grandes.

    “Mas através dessas experiências, eu aprendo mais sobre mim mesmo e faço os maiores aumentos da minha carreira quando falho”, completou SGA. Olha, se tem uma coisa que eu admiro no Thunder é justamente isso – a maturidade emocional desses caras impressiona.

    O Thunder terminou a temporada como um dos times mais jovens a chegar nas finais de conferência dos últimos anos. Com Caruso feliz da vida e SGA com fome de vingança, imaginem o que vem por aí na próxima temporada. Esse casamento em Oklahoma pode render muitos filhos bonitos ainda.

  • Jaylin Williams manda a real: ‘não sou o outro Jalen Williams’

    Jaylin Williams manda a real: ‘não sou o outro Jalen Williams’

    Olha, eu preciso falar sobre uma situação que tá me incomodando há um tempo no Thunder. Vocês sabem que tem dois Williams no time, né? O Jalen Williams, que é craque, e o Jaylin Williams. E adivinha só — o coitado do Jaylin tá cansado de ser chamado de “o outro Jalen Williams”.

    Depois da eliminação dolorosa pros Spurs no sábado, o cara decidiu mandar a real pros jornalistas no domingo:

    “Eu não tô procurando aprovação de ninguém. Não me importa… já me chamaram de coisa muito pior nas últimas 12 horas”, disparou Jaylin Williams.

    Cara, senti a revolta dele. Imagina você sendo sempre “o outro fulano” no trampo? Principalmente quando você tá dando suor e sangue pela equipe.

    A confusão dos dois Williams no Thunder

    Não vou mentir, essa situação dos nomes sempre foi meio zoada. Fãs, comentaristas, até os adversários às vezes se confundem. É Jalen ou Jaylin? Qual que fez a enterrada? Qual que errou o arremesso?

    Mas agora a parada ficou séria porque pode rolar uma saída. Com o Thunder tendo uma penca de picks de primeira rodada (10 ao todo, sendo 7 que podem ser negociados), todo mundo tá especulando quem fica e quem sai.

    E olha, tem umas teorias malucas rolando por aí de que o Jalen Williams (o “principal”) pode virar moeda de troca pra conseguir alguém tipo o Michael Porter Jr. dos Nets, ou até mesmo pra tentar arrancar o Giannis do Milwaukee. Absurdo, né?

    Jaylin merece mais respeito

    Sinceramente, acho que o Jaylin tá sendo muito subestimado. O moleque de 23 anos fez sua melhor temporada com 7.2 pontos por jogo. Okay, não são números de All-Star, mas ele entrega consistência.

    Lembram do Game 3 contra os Spurs? O cara cravou 18 pontos quando o time mais precisava. Tá, no Game 7 ele fez “só” 11, mas quem não teve uma noite ruim naquela série?

    Na minha visão, Oklahoma City precisa valorizar mais seus jogadores de banco. O Jaylin pode não ser o astro da equipe, mas ele conhece o sistema, se dedica pra caramba e — mais importante — quer ficar.

    E aí, vocês acham que o Thunder deveria apostar mais no Jaylin ou realmente usar ele como peça de troca? Porque uma coisa é certa: depois dessa declaração, ele mostrou que tem personalidade pra enfrentar qualquer pressão.

  • Ex-Sexto Homem manda a real sobre desculpas dos fãs do Thunder

    Ex-Sexto Homem manda a real sobre desculpas dos fãs do Thunder

    Olha só, o Eddie Johnson não tá nem aí pra desculpinha não. O cara que já foi Sexto Homem do Ano na NBA mandou a real pros fãs do Thunder que ficaram chorando as pitangas depois de perder pro Spurs nas finais da Conferência Oeste.

    E é que realmente foi de doer, né? O Thunder tinha tudo pra voltar às finais da NBA, mas entregou uma vantagem de 3-2 e ainda perdeu o jogo 7 em casa. Aí os fãs ficaram com aquele papo de que as lesões do Ajay Mitchell e do Jalen Williams acabaram com o time.

    “Para com essa choradeira aí”

    Só que o Eddie Johnson não engoliu essa desculpa nem por um segundo. O cara foi lá no X (antigo Twitter) e soltou:

    “Ei, fãs do Thunder, parem com essa ladainha de lesão. Ano passado Denver e Indiana sofreram lesões. Vocês ganharam. Esse ano Suns, Lakers e até o próprio San Antonio tiveram lesões. Sem desculpas.”

    E sinceramente? O cara tem razão. Lesão faz parte do jogo, sempre fez. Todo mundo sabe que quem fica de pé no final é quem merece o título.

    Fãs do Thunder não gostaram nem um pouco

    Claro que a torcida do Oklahoma City não curtiu nem um pouco essa. Os comentários na postagem dele foram pesados:

    “Que post estúpido”, “Cara, relaxa, você odeia o Thunder, é óbvio”, “Ei Eddie, com todo respeito, cala a boca”.

    Mas teve um comentário que me chamou atenção: “Então a gente escuta o ano todo que os Pacers teriam nos vencido se não fosse pelas lesões, mas a gente não pode falar sobre as nossas?”

    Aí complica, né? (risos) Porque realmente é meio contraditório isso.

    Olha, na minha visão, o Eddie Johnson pode até estar sendo duro demais, mas ele não tá errado. O Thunder tinha o Wemby pela frente — e convenhamos, esse garoto francês é simplesmente um monstro — e ainda assim chegou no jogo 7. Ter vantagem de 3-2 e entregar assim é que dói mesmo.

    E aí, galera? Vocês acham que o Eddie exagerou ou mandou a real mesmo? Lesão é desculpa válida ou faz parte do jogo?

  • Dylan Harper na Final da NBA no ano de calouro – e Rutgers perdeu isso

    Dylan Harper na Final da NBA no ano de calouro – e Rutgers perdeu isso

    Cara, eu ainda não acredito no que tô vendo. Dylan Harper, que passou pela Rutgers há dois anos, tá indo pra Final da NBA no seu primeiro ano como profissional. Isso mesmo que vocês leram.

    O San Antonio Spurs eliminou o Oklahoma City Thunder no jogo 7 da final do Oeste no sábado, e o garoto de Nova Jersey foi peça fundamental nessa caminhada. Harper jogou 27 minutos na decisão, fez 12 pontos e pegou 7 rebotes com um aproveitamento absurdo: 5/8 nos arremessos.

    A temporada de estreia que ninguém esperava

    Sinceramente? Eu não imaginava que Harper fosse ter esse impacto tão cedo. O cara vinha saindo do banco pro Spurs e fazendo a diferença: média de 12 pontos em 26 minutos por jogo. Mas o que mais impressiona é como ele aparece nos momentos decisivos.

    No jogo 1 da final do Oeste, por exemplo, o moleque meteu 24 pontos, 6 rebotes e SETE roubadas de bola numa vitória em dupla prorrogação. Monstro demais. Na semifinal contra o Minnesota, manteve 14.7 pontos de média. É rookie, gente!

    O que poderia ter sido em Rutgers

    Aqui que fica a parte mais dolorosa da história. Harper chegou na Rutgers junto com Ace Bailey numa das classes de recrutamento mais históricas que a universidade já teve. A expectativa era gigante.

    E aí? Time fez 15-17 e nem pro March Madness classificou. QUINZE E DEZESSETE! Com Dylan Harper no elenco! O cara que no ensino médio fez mais de 1600 pontos, ganhou campeonato estadual com 19 vitórias seguidas…

    Na minha opinião, essa é uma das maiores desperdiçadas da história recente do basquete universitário. Como você pega um talento desses e não consegue nem ir pro torneio?

    Agora é Final da NBA contra os Knicks

    E o destino ainda pregou uma peça: Harper vai enfrentar o New York Knicks na Final, time que tem Karl-Anthony Towns – outro cara de Nova Jersey. Dois nativos do Garden State se enfrentando no maior palco do basquete mundial.

    Olha, eu torço pro Harper. O garoto merece tudo isso depois de ter sido subutilizado na universidade. E vocês, acham que os Spurs têm chances contra os Knicks? Porque uma coisa é certa: ver um calouro ajudando o time a chegar na Final já é história pra vida toda.

    Rutgers que se lasque. Perderam a chance de ter esse monstro brilhando no March Madness.

  • De dispensado a herói: Julian Champagnie vira pesadelo dos Knicks

    De dispensado a herói: Julian Champagnie vira pesadelo dos Knicks

    Cara, tem história que parece roteiro de filme. Julian Champagnie, moleque do Brooklyn que há três anos achava que o sonho da NBA tinha acabado, vai disputar as Finais contra o Knicks no Madison Square Garden. E olha, eu não sei se existe coisa mais cinematográfica que isso.

    Em 2023, o cara foi dispensado pelo Philadelphia 76ers sem explicação nenhuma — aparentemente só pra abrir vaga pro Mac McClung no concurso de enterradas. Imagina a humilhação? Com 21 anos, Champagnie pensou que era o fim da linha.

    “Eu achei que tinha acabado, não vou mentir”, disse o próprio Julian sobre aquele momento. “Todo mundo sempre fala como a janela na NBA é pequena, e ser dispensado assim, do nada, foi pesado demais.”

    O recomeço em San Antonio

    Aí que entra o Popovich na história. O velho Pop chamou o garoto pra conversa e, nas palavras do próprio Champagnie, disse que “ele podia arremessar, mas isso seria inútil se não soubesse defender”. E usou uma palavra específica: tinha que ser mais “nasty” na defesa.

    Pop sempre foi assim mesmo — direto, sem frescura. E funcionou.

    No Jogo 7 da Conferência Oeste, Champagnie simplesmente meteu 6 bolas de três e 20 pontos. Seis bolas de três em um Jogo 7! Só Curry e Klay Thompson tinham feito isso antes numa final de conferência. O moleque do Brooklyn virou um dos Splash Brothers por uma noite.

    Voltando pra casa como protagonista

    E agora? Agora ele volta pra Nova York como peça fundamental do San Antonio Spurs, que vai encarar os Knicks no Garden. A casa onde ele sonhava jogar quando era criança, onde jogou pela St. John’s na faculdade.

    “Esse é o sonho de qualquer moleque. Eu lembro da primeira vez que joguei no Garden pela St. John’s, fiquei impressionado com tanta grandeza que passou por ali”, disse Champagnie. “E agora vamos jogar contra os Knicks por um título. Isso é pessoal.”

    Até o Wembanyama, que não é muito de fazer elogios, falou que Julian “é o tipo de cara por quem você morreria em quadra”. Vindo do Victor, isso significa muito.

    Vocês conseguem imaginar a emoção? Um garoto que há três anos achava que nunca mais pisaria numa quadra da NBA, agora é peça-chave nas Finais, jogando na sua cidade natal, contra o time da sua infância. Se isso não é filme da Disney, eu não sei o que é.

    Sinceramente, torço muito pra ele arrasar. Histórias como essa mostram que na NBA, com trabalho duro e a mentalidade certa, sempre dá pra dar a volta por cima. E que o Pop, aos 77 anos, continua moldando jogadores como ninguém.