Autor: Leandro Amorim

  • Spurs vs Knicks na Final: Wemby pode dar o 6º título pra San Antonio?

    Spurs vs Knicks na Final: Wemby pode dar o 6º título pra San Antonio?

    Gente, eu não acredito que estamos aqui de novo. Spurs e Knicks na Final da NBA — exatamente como em 1999. Só que agora é 2026, e quem comanda San Antonio não é o Tim Duncan jovem, mas sim o monstro francês de 2,24m que responde pelo nome de Victor Wembanyama.

    Os especialistas estão quase unânimes: Spurs levam essa. E olha, não é à toa. Wemby botou o time nas costas e carregou até a Final pela primeira vez desde 2014. Na Conferência Oeste, eles eliminaram nada menos que o atual campeão Thunder no jogo 7. Absurdo.

    Knicks chegam voando, mas será que é o suficiente?

    Do outro lado, temos New York fazendo história. Onze vitórias seguidas nos playoffs — eu repito, ONZE — e estão na Final pela primeira vez desde aquele 99 traumático contra… adivinha só, os próprios Spurs.

    A questão é: por mais que os Knicks tenham arrasado contra Hawks, Sixers e Cavs, agora é outro nível. É Wembanyama protegendo o garrafão como se fosse o dono dele. É um elenco profundo de San Antonio que sabe jogar bola de verdade.

    Mitchell Robinson pode dar trabalho físico pro francês, Karl-Anthony Towns consegue puxar ele pra longe da cesta, mas no final das contas… cara, é o Wemby. O cara que hoje é simplesmente o maior game-changer da liga.

    A matemática favorece San Antonio

    Os Spurs têm mando de quadra (começam em casa na quarta), estão com odds de favorito (-205 na FanDuel) e, sinceramente, fazem sentido. Jalen Brunson pode até acertar uns arremessos de 3 quando Wemby recua, mas a real é que New York vive muito do jogo no garrafão — exatamente onde o francês é praticamente intransponível.

    Olha, eu torço pelo drama. Seria lindo ver os Knicks quebrando esse jejum de 27 anos. Mas na minha visão? Spurs em 7 jogos, numa guerra épica que vai definir quem realmente manda na NBA hoje.

    E vocês, acham que os Knicks conseguem parar o Wemby quando importa? Ou San Antonio vai conquistar o sexto título da franquia?

  • NBA perde uma lenda: Rick Adelman morre aos 79 anos

    NBA perde uma lenda: Rick Adelman morre aos 79 anos

    Cara, que notícia triste chegou hoje. Rick Adelman, um dos técnicos mais respeitados da história da NBA, morreu aos 79 anos. E olha, não é exagero falar que perdemos uma verdadeira lenda do basquete americano.

    Pra quem acompanha a liga há mais tempo, o nome Adelman é sinônimo de basquete inteligente e de qualidade. O cara levou o Portland Trail Blazers pra duas Finais — em 1990 e 1992. Imaginem só a pressão que deve ser chegar lá duas vezes! E mesmo perdendo (uma pro Detroit “Bad Boys” e outra pro Chicago do Jordan), ele mostrou que sabia como montar um time pra brigar pelo título.

    Os Kings inesquecíveis de Sacramento

    Mas sinceramente, acho que o trabalho mais icônico do Adelman foi com o Sacramento Kings. Mano, aquele time de 2002 quase derrubou os Lakers do Shaq e Kobe nas Finais do Oeste. QUASE. Até hoje os fãs dos Kings acreditam que foram roubados naquela série — e olha que eu nem torço pra eles, mas aquele basquete era absurdo de bonito.

    O Kings disse em nota que Adelman “ajudou a definir uma era do basquete dos Kings que inspirou nossa cidade e cativou fãs ao redor do mundo”. E é verdade mesmo. Chris Webber, Vlade Divac, Peja Stojaković, Mike Bibby… Esse time jogava um basquete que era arte pura. Quem assistiu não esquece.

    Rick ficou oito temporadas em Sacramento e transformou completamente a franquia. Antes dele, os Kings eram só mais um time perdido na NBA. Com ele, viraram protagonistas e quase campeões.

    Um legado que continua na família

    E tem um detalhe que sempre me impressiona: o filho dele, David Adelman, é o técnico atual do Denver Nuggets. Imaginem a pressão que deve ser carregar esse sobrenome? Mas o cara tem feito um trabalho sólido em Denver, mostrando que a maçã não caiu longe da árvore.

    Adelman ainda passou pelo Minnesota Timberwolves no final da carreira, encerrando em 2014. Foi reconhecido pelo Hall da Fama em 2021 — merecidíssimo — e ganhou o Chuck Daly Lifetime Achievement Award em 2023.

    Olha, técnicos como o Rick são raros hoje em dia. O cara entendia o jogo de uma forma diferente, sempre priorizou o coletivo sobre as estrelas individuais. Nunca foi daqueles técnicos famosos por gritar ou fazer show — era pura competência técnica.

    Vocês acham que ainda existem técnicos como ele na NBA de hoje? Porque pra mim, a liga perdeu muito desse estilo de basquete mais cerebral que o Adelman representava. Descanse em paz, lenda.

  • Wemby vs KAT: duelo de gigantes domina estatísticas das Finais NBA

    Wemby vs KAT: duelo de gigantes domina estatísticas das Finais NBA

    Mano, que Final da NBA nós vamos ter! Victor Wembanyama e Karl-Anthony Towns estão simplesmente voando nas estatísticas dos playoffs — os dois lideram o PER (Player Efficiency Rating) com 28.6 e 28.2 respectivamente. E olha só a coincidência: eles vão se enfrentar nas Finais entre Spurs e Knicks.

    Sinceramente, eu não esperava ver o Wemby dominando tanto assim já no segundo ano. O cara tá com números de MVP mesmo sendo pivô. E do outro lado, o KAT finalmente encontrou seu lugar em Nova York — quem diria que a troca dos Timberwolves ia dar tão certo?

    O duelo que promete nas Finais

    OG Anunoby aparece em terceiro no ranking geral com 25.3 de PER, e vai ter a missão mais difícil da vida: marcar o Wembanyama. Cara, boa sorte com isso. O francês tá jogando um basquete de outro planeta nesses playoffs.

    Jalen Brunson (23.5 de PER) vai ter um desafio bem diferente também. Depois de conseguir isolar James Harden nas Finais do Leste, agora vai ter que lidar com Stephon Castle na defesa. O novato dos Spurs tá provando que pode ser peça-chave já na primeira temporada.

    Vocês viram que o De’Aaron Fox também tá nessa lista? Aparentemente foi trocado durante a temporada e tá jogando pelos Spurs. Que movimento interessante do San Antonio.

    Os números não mentem

    Olhando o ranking geral de PER dos playoffs, é impressionante ver Shai Gilgeous-Alexander em terceiro (25.9) — mesmo eliminado, o cara manteve um nível absurdo. E Jokic “só” em 11º com 22.8? Mostra como esses playoffs foram competitivos.

    O que mais me chama atenção é ver Mitchell Robinson com 20.2 de PER pelos Knicks. O cara quando tá saudável faz uma diferença gigantesca no garrafão. Vai ser fundamental para tentar conter o Wemby.

    Game 1 das Finais é na quarta-feira, às 21h30 (horário de Brasília), na ABC. Eu já tô ansioso para ver esse duelo de estilos — a experiência e versatilidade dos Knicks contra a juventude e athleticismo dos Spurs.

    E aí, quem vocês acham que leva? Apostam no Wemby continuando essa dominância ou o KAT vai mostrar que experiência ainda conta?

  • Mavs confirmam mudança: nova arena em Dallas até 2031

    Mavs confirmam mudança: nova arena em Dallas até 2031

    Olha, quando eu vi essa notícia rolando hoje cedo, pensei: “Não é possível que os Mavs vão sair do American Airlines Center”. Mas é isso mesmo, pessoal. O Dallas Mavericks confirmou ontem que vai construir uma nova arena e distrito de entretenimento no norte de Dallas, cerca de 20 km da casa atual deles.

    A mudança não vai rolar agora — eles ficam no AAC até julho de 2031, ou seja, ainda temos cinco temporadas completas pra curtir os jogos lá. A meta é estrear a nova casa na temporada 2031-32.

    Um projeto gigante no lugar do Valley View Mall

    O local escolhido foi onde ficava o antigo Valley View Mall, numa área de 104 acres. Cara, isso é MUITO espaço — mais que o dobro dos 50 acres mínimos que eles tinham estabelecido como necessário pro projeto. Rick Welts, que é o CEO contratado especificamente pra tocar essa busca por uma nova arena (e que já fez o mesmo trampo com a construção do Chase Center dos Warriors), deve estar comemorando.

    “O local do Valley View atende a maioria dos critérios que estabelecemos no início do processo de avaliação”, disse o time em comunicado. “Nosso objetivo é permanecer na cidade de Dallas, e acreditamos que este local oferece a melhor oportunidade para alcançar esse objetivo.”

    Mais que uma arena: um complexo completo

    E não é só uma arena, não. O projeto inclui hotéis, lojas, restaurantes, centro de treinamento, espaços verdes e atrações familiares. Basicamente, querem criar um destino completo — tipo aqueles complexos americanos gigantes que a gente vê por aí.

    Uma coisa interessante: essa escolha pelo norte da cidade tirou de cogitação a demolição do Dallas City Hall, um prédio histórico de 48 anos que tinha virado ponto de polêmica no processo. Sinceramente, acho que foi uma decisão esperta — preservar a arquitetura da cidade e ainda assim conseguir o que precisavam.

    O movimento também acelera uma tendência que já tava rolando em Dallas: os times profissionais se afastando do centro da cidade. Os Cowboys e Texas Rangers já jogam em Arlington, e até os Stars (hockey) estão considerando uma mudança pra Plano.

    O American Airlines Center tem sido a casa dos Mavs desde 2001 — incluindo durante aquela temporada mágica de 2011 quando eles levantaram o único título da franquia. Vocês acham que a mudança pode trazer sorte pra mais um campeonato?

    Uma curiosidade engraçada que vi na matéria original: quando a nova arena abrir, Cooper Flagg (o prodígio do Duke que todo mundo tá de olho pro Draft) vai ter 25 anos. O tempo voa mesmo, né?

  • Cavs recusam trocar Mobley por Giannis? Dirigentes estão ‘fervorosamente contra’

    Cavs recusam trocar Mobley por Giannis? Dirigentes estão ‘fervorosamente contra’

    Olha, eu vou ser sincero com vocês: quando li que o pessoal do front office dos Cavaliers está “fervorosamente contra” trocar o Evan Mobley pelo Giannis, quase cuspi o café. Fervorosamente? É sério isso?

    Segundo o Chris Fedor, do Cleveland Plain Dealer, vários dirigentes dos Cavs estão completamente contra essa possível troca. E cara, eu entendo o lado deles — mesmo que pareça meio maluco recusar o Greek Freak.

    A matemática que faz sentido (ou não)

    Vamos aos números: Mobley faz 25 anos esse mês. Giannis? Já tem 31. São seis anos de diferença, e isso no basquete é uma eternidade. Além disso, o ala-pivô dos Cavs vai ganhar cerca de 8 milhões de dólares a menos que Giannis na próxima temporada.

    Koby Altman, o GM dos Cavaliers, até saiu na semana passada chamando Mobley de “melhor jogador do time durante os playoffs”. Imagina só — seu próprio dirigente te defendendo publicamente assim. É porque acredita mesmo no moleque.

    Mas e aí, vocês concordam com essa postura? Porque por um lado, Giannis é Giannis né. Two-time MVP, campeão, um monstro absoluto. Por outro, Mobley é jovem, talentoso pra caramba e ainda tem muito a crescer.

    O dilema dos Cavaliers

    A questão é: os Cavs estão na era Donovan Mitchell. O cara veio pra Cleveland pra ganhar título, e a janela não vai ficar aberta para sempre. Trocar por Giannis seria all-in total no agora.

    Mas aí que tá — Giannis tem batido com lesões nos últimos anos. E se você abre mão do seu futuro (Mobley) por um presente que pode não durar? É arriscado demais.

    Na minha visão, os dirigentes dos Cavs estão certos em hesitar. Mobley ainda não mostrou todo seu potencial, e quando mostrar… cara, pode ser algo absurdo. Às vezes é melhor construir com paciência do que apostar todas as fichas numa jogada arriscada.

    O que vocês acham? Vale a pena trocar o futuro pelo presente quando se trata de Giannis Antetokounmpo?

  • Curry assina contrato BILIONÁRIO com marca chinesa e deixa Under Armour

    Curry assina contrato BILIONÁRIO com marca chinesa e deixa Under Armour

    Gente, que bomba! Stephen Curry acabou de assinar um contrato de 10 anos com a Li-Ning, marca chinesa que tá investindo PESADO no basquete mundial. E olha, depois de 13 anos com a Under Armour, ninguém esperava essa mudança tão radical.

    O Chef simplesmente disse “tchau” pra Under Armour em novembro passado — fim de uma era, né? E agora a gente descobre que ele tinha várias opções na mesa, tanto americanas quanto internacionais, mas escolheu apostar na China. Estratégia interessante, considerando o mercado gigantesco que eles têm por lá.

    Muito além de tênis de basquete

    O que mais me chamou atenção nesse acordo é a amplitude. Não é só tênis de basquete, não. A Li-Ning vai produzir desde produtos de lifestyle até uma linha completa de golfe — e vocês sabem como o Curry é viciado no golfe, né? Faz total sentido.

    Mas o que achei mais genial foi a cláusula que permite ao Curry assinar outros atletas, homens e mulheres, pra sua própria marca. Imagina o Curry montando um time de estrelas? Isso pode ser o futuro do marketing esportivo, na minha opinião.

    Warriors e os planos para os 40 anos

    E não para por aí. O cara ainda tá pensando em estender o contrato com os Warriors nesta offseason — e pasmem — quer jogar até os 40 anos! Sinceramente, se alguém pode fazer isso mantendo o nível, é ele mesmo.

    Olha, eu não sei vocês, mas acho que essa parceria com a Li-Ning pode ser revolucionária. O mercado chinês é absurdo de grande, e se a marca conseguir fazer produtos de qualidade com a cara do Curry, pode dar uma chacoalhada boa nas gigantes americanas.

    E aí, o que vocês acham? Curry fez a escolha certa saindo da Under Armour depois de tanto tempo?

  • SGA defende Chet após vexame: ‘Precisamos dele’

    SGA defende Chet após vexame: ‘Precisamos dele’

    Olha, eu sabia que ia dar confusão depois daquele Game 7 patético do Thunder contra o Spurs. Chet Holmgren fez só 4 pontos em 33 minutos de quadra — QUATRO PONTOS numa final de conferência, gente! — e a torcida já tava pedindo a cabeça do garoto nas redes sociais.

    Mas aí que o Shai Gilgeous-Alexander entrou em cena pra defender o companheiro. E foi direto ao ponto:

    “Precisamos do Chet Holmgren.”

    Simples assim. Quatro palavras que calaram a boca de muito hater por aí.

    A defesa do líder

    SGA não parou por aí, né? O cara foi lá e explicou por que o Thunder não pode nem pensar em trocar o pivô de 2,13m:

    “Antes do Chet chegar aqui, a gente não era quem somos hoje. Não tivemos o sucesso que temos agora. Quando ele está na melhor versão dele, nós estamos na nossa melhor versão também, e isso não é segredo. Precisamos dele. É outro cara que conseguiu ser All-Star, jogar bem no ataque e na defesa, tudo no mesmo ano. Caras assim, você precisa no seu time.”

    E tá errado? Eu lembro quando o Thunder era só pancada antes do Chet aparecer. O garoto chegou e mudou completamente a defesa do time — sem falar que na temporada regular ele fez 17.1 pontos de média. Não é qualquer um não.

    Os números não mentem (mas também não ajudam)

    Vamos ser honestos: a série contra o Spurs foi um pesadelo para Holmgren. Média de só 10.1 pontos, 7.1 rebotes e arremessando um patético 27.3% das bolas de três. No Game 7 decisivo? Apenas 2 arremessos em 33 minutos. Isso é jogar com medo, cara.

    Mas aí você olha os números dele nos playoffs como um todo: 14.9 pontos, 8.2 rebotes, acertando 56.8% dos chutes de quadra. Ou seja, foi especificamente contra San Antonio que ele travou.

    Sinceramente? Acho que foi questão de nervosismo mesmo. O moleque tem só 23 anos e tava numa final de conferência. Quem nunca travou numa hora decisiva que atire a primeira pedra.

    Hora de ter paciência

    Olha, eu entendo a revolta da torcida. Ver seu time perdendo um Game 7 com o pivô titular fazendo só 4 pontos é de arrancar os cabelos mesmo. Mas trocar o Chet agora seria a maior burrada da história do Thunder.

    O cara foi pick número 2 do draft, é All-Star, joga dos dois lados da quadra… E vocês querem trocar por causa de uma série ruim? Por favor, né?

    SGA sabe muito bem o que tá falando. Esse Thunder ainda vai dar muito trabalho nos próximos anos, e o Chet vai ser peça fundamental nisso. É só questão de amadurecer — e aprender a não sumir nos jogos grandes.

    E aí, vocês acham que o Thunder fez certo em manter a confiança no pivô?

  • Spurs x Knicks na Final: Wemby contra a história de NY

    Spurs x Knicks na Final: Wemby contra a história de NY

    Gente, eu nem acredito que estou escrevendo isso. Spurs e Knicks na Final da NBA. Depois de oito anos sem um bicampeão, a liga vai ter um novo dono do anel — e que matchup absurdo nos espera!

    De um lado, San Antonio volta às finais depois de anos no ostracismo pós-Tim Duncan. Do outro, New York finalmente quebra um jejum de 25 anos sem chegar numa decisão. Cara, 25 ANOS. A última vez que os Knicks estiveram numa final, eu nem tinha nascido.

    O Fenômeno Wembanyama

    Vamos ser sinceros: toda conversa sobre essa série começa e termina no Victor Wembanyama. O francês de 2,21m não é só hype — é o cara que tá mudando a liga na nossa frente. Melhor defensor do ano logo na segunda temporada? Absurdo.

    Mas olha só a diferença: no início da temporada, os Spurs tinham odds de +6600 pra levar tudo. Os Knicks? +900. Ninguém — eu incluso — apostava fichas nesse time jovem de San Antonio. E agora eles tão aqui, depois de bater o Thunder em sete jogos épicos.

    O que me impressiona no Wemby é que ele não é só o gigante que tapa tudo no garrafão (3,5 tocos por jogo nos playoffs, monstro). O cara tem fundamentos de armador numa carcaça de pivô. É injusto mesmo.

    Os Coadjuvantes que Fazem a Diferença

    Stephon Castle e Dylan Harper — quarta e segunda escolha dos últimos drafts — tão mostrando que draft position importa quando você desenvolve direito. E o De’Aaron Fox? Rapaz, que aquisição foi essa. Um dos caras mais rápidos da liga comandando essa juventude.

    Keldon Johnson levando o prêmio de Sexto Homem do Ano não é coincidência. Esse time tem profundidade pra caramba. Eles dominam no garrafão e no rebote — top 3 da liga nos dois quesitos.

    Nova York e Sua Conexão Villanova

    Do lado dos Knicks, a história é outra mas não menos interessante. Jalen Brunson, Mikal Bridges e Josh Hart — a trinca de Villanova que ganhou dois títulos universitários juntos. Essa química não se inventa, né?

    Brunson virou um dos melhores armadores da liga sendo segunda rodada de draft. O cara tem um QI de basquete absurdo e um controle corporal que dá inveja. Hart é aquele jogador que não aparece na estatística mas faz tudo acontecer.

    E Karl-Anthony Towns? Cara, pode ser o melhor centro arremessador de três da história. OG Anunoby completa um quinteto que, na minha opinião, tem talento individual superior ao dos Spurs.

    Quem Leva?

    Olha, vou ser sincero com vocês: meu coração quer os Spurs (que time mais simpático), mas minha cabeça diz Knicks em 6 jogos. A experiência dos veteranos de NY pode fazer a diferença nos momentos decisivos.

    Wembanyama é o melhor jogador da série, sem dúvida. Mas basquete é esporte coletivo, e os Knicks têm mais peças que podem explodir a qualquer momento.

    E vocês, o que acham? Apostam na juventude dos Spurs ou na fome histórica de Nova York?

    Programação das Finais:

    Jogo 1: 3 de junho – Knicks @ Spurs (21h30)
    Jogo 2: 5 de junho – Knicks @ Spurs (21h30)
    Jogo 3: 8 de junho – Spurs @ Knicks (21h30)

    Preparem a pipoca que vem série histórica por aí!

  • Hartenstein se enrola ao falar sobre Thunder ‘azarão’

    Hartenstein se enrola ao falar sobre Thunder ‘azarão’

    Cara, o Isaiah Hartenstein se meteu numa saia justa ontem. O pivô do Thunder deu uma declaração sobre o time ser “azarão” e depois… bem, digamos que ele preferiu mudar de assunto rapidinho.

    Tudo começou depois da derrota por 4-3 para o Spurs nas Finais da Conferência Oeste. Hartenstein estava lembrando dos tempos difíceis, quando jogava na G League antes de achar seu lugar no OKC. Na cabeça dele, o Thunder ainda carregava aquela vibe de underdog, sabe?

    O momento constrangedor

    Só que aí os jornalistas perguntaram o que exatamente ele quis dizer com isso. E o cara simplesmente travou: “Quer dizer… próxima pergunta”.

    Olha, eu entendo o Hartenstein. É difícil mesmo definir esse Thunder atual. Eles têm uma das folhas salariais mais altas da liga, um elenco recheado de talento e chegaram nas finais de conferência. Azarão? Meio complicado defender essa tese, né não?

    O constrangimento foi tão visível que até eu senti vergonha alheia aqui de casa. Imagina o coitado ali, percebendo que falou besteira e querendo que a terra engolisse ele.

    Futuro em OKC nas mãos da diretoria

    Mas a situação do alemão vai muito além de declarações desajeitadas. O Thunder tem uma opção de time no contrato dele para 2026-27, e sinceramente? Com a situação salarial apertada que eles têm, não sei se vão exercer.

    “Eu amo estar aqui, amo a organização”, disse Hartenstein. “Muito disso está nas mãos deles. É um negócio no final das contas, mas aconteça o que acontecer, sou verdadeiramente grato.”

    Traduzindo: ele quer ficar, mas sabe que pode ser cortado por questões financeiras. A vida de um jogador “mediano” na NBA é assim mesmo – sempre dependendo das contas da franquia.

    Nos playoffs, Hartenstein teve números bem sólidos: 9.1 pontos, 8.3 rebotes e 63.3% nos arremessos de quadra. Não é um monstro, mas é consistente. O problema é que consistência às vezes não basta quando o salary cap aperta.

    Thunder precisa de decisões difíceis

    No Game 7 contra o Spurs, ele teve só 7 pontos e 5 rebotes em 21 minutos. Números que não ajudam muito na hora de negociar, convenhamos.

    E aí, vocês acham que o Thunder vai manter o Hartenstein? Na minha visão, depende muito de quantos outros jogadores eles conseguirem renovar. Se tiverem que escolher entre ele e peças mais importantes do elenco, já sabemos o resultado.

    O que mais me chama atenção é como ele passou de “azarão” para “jogador descartável” em questão de segundos numa coletiva. Futebol americano da NBA é cruel mesmo.

  • Thunder deveria trocar Chet por Cameron Boozer? Essa ideia tá bombando

    Thunder deveria trocar Chet por Cameron Boozer? Essa ideia tá bombando

    Olha, eu não esperava que depois de uma temporada histórica do Thunder a galera ia começar a falar em trocar o Chet Holmgren. Mas é isso que tá rolando nas redes sociais e até analista da ESPN já entrou na dança.

    Depois daquela eliminação dolorosa pro San Antonio Spurs no jogo 7, o Tom Haberstroh do Yahoo Sports soltou uma ideia meio maluca: e se o Thunder usasse o Chet como peça principal numa troca pra subir no Draft e pegar o Cameron Boozer, de Duke?

    A matemática não fecha, mas o sonho existe

    Vou ser sincero com vocês: essa história meio que não faz sentido financeiro. O Thunder tem a pick número 12 (que veio dos Clippers) e o Boozer provavelmente vai sair no top 5. Imaginem o que seria necessário pra subir até lá? O Chet mais umas três picks de primeira rodada, no mínimo.

    Mas o próprio Haberstroh admitiu que não acredita que isso vai rolar. Os times no topo da loteria não costumam aceitar essas trocas, especialmente quando tem um prospecto like o Boozer disponível.

    Boozer seria mesmo um upgrade?

    Aqui que a coisa fica interessante. O Cameron Boozer tem 18 anos e um potencial absurdo — filho do Carlos Boozer, 2,06m, joga de power forward e small forward. Já o Chet, mesmo com aquele Game 7 frustrante, ainda é um dos jovens mais promissores da liga.

    Na minha opinião? Seria uma loucura trocar um cara que já provou que funciona na NBA por um novato, mesmo que seja talentoso. O Holmgren teve uns momentos ruins nos playoffs, mas cara… quem não teve? O Thunder é jovem demais ainda.

    E vocês, acham que faz sentido essa troca? Ou é só o calor do momento pós-eliminação falando mais alto?

    Uma coisa é certa: vai ser uma offseason interessante em Oklahoma City. Com os Spurs crescendo com o Wemby, a pressão só aumenta.