Autor: Leandro Amorim

  • Mavs vão deixar downtown! Nova arena muda tudo em Dallas

    Mavs vão deixar downtown! Nova arena muda tudo em Dallas

    Gente, que notícia! Os Dallas Mavericks acabaram de anunciar que vão sair do centro de Dallas pela primeira vez na história. Isso mesmo — depois de décadas no coração da cidade, o time vai construir uma nova arena a 16 quilômetros do downtown.

    O acordo preliminar é para um terreno de 104 acres onde antes ficava o Valley View Mall, na região norte de Dallas. O shopping foi demolido há três anos e agora vai virar o novo lar dos Mavs. A mudança deve acontecer em 2031, um ano depois do 50º aniversário da franquia.

    Por que sair do centro?

    Olha, a situação no American Airlines Center tá meio complicada. Os Mavs dividem a arena com o Dallas Stars (NHL) e rola uma disputa legal sobre relocação das duas franquias. O CEO Rick Welts e o governador Patrick Dumont deixaram claro que querem uma arena só de basquete — nada de dividir com hockey.

    E convenhamos, faz sentido. Quantas vezes a gente não viu problemas de calendário, de configuração da quadra, essas coisas? Uma arena dedicada só ao basquete pode fazer toda a diferença na experiência dos jogadores e dos torcedores.

    Rick Welts, aliás, não é qualquer um. O cara saiu da aposentadoria especificamente pra tocar esse projeto. Antes disso, ele comandou a mudança do Golden State Warriors pro Chase Center em San Francisco. Se deu certo lá…

    Mais que uma arena

    A ideia não é só construir uma arena e pronto. O projeto prevê um complexo de uso misto com restaurantes, opções de entretenimento, espaços verdes e experiências para a família toda. Basicamente, querem criar um destino, não só um lugar pra ver jogo.

    “Temos a oportunidade de criar um destino vibrante ancorado por uma arena de última geração”, disse o time em comunicado. E sinceramente? Eu tô curioso pra ver como isso vai ficar.

    Os Mavs passaram os primeiros 21 anos na Reunion Arena, no sudoeste do centro, antes de se mudar para o AAC. Agora, mais uma mudança histórica. Vocês acham que foi a decisão certa? Eu ainda tô digerindo a notícia, mas reconheço que ter uma arena própria pode ser um diferencial gigante.

    O prazo é apertado — Welts disse que precisava definir o local até julho pra conseguir terminar a construção até 2031, quando o contrato no AAC expira. Pelo jeito, conseguiram cumprir o cronograma.

  • Hartenstein vai torcer pro Knicks nas Finals após eliminação do Thunder

    Hartenstein vai torcer pro Knicks nas Finals após eliminação do Thunder

    Cara, que ironia do destino! Isaiah Hartenstein quase teve a chance de enfrentar seus ex-companheiros do Knicks nas Finais da NBA, mas o Thunder acabou eliminado pelo Spurs em um Game 7 dramático nas Finais da Conferência Oeste.

    E agora? O pivô alemão vai assistir às Finals de casa, torcendo justamente para o time que ele deixou há dois anos atrás.

    “Preferia estar jogando contra eles”

    Na coletiva pós-eliminação, Hartenstein não escondeu o carinho pelos antigos companheiros. “Estou feliz por eles”, disse o jogador. “Cheguei lá quando eles estavam meio que se reorganizando e mudando tudo um pouco, então o que Leon Rose e toda aquela galera fizeram, chegar às Finals agora é legal de ver.”

    Sinceramente? Dá pra sentir a nostalgia na voz dele. “Sim, eu preferiria estar jogando contra eles, mas estou torcendo por eles agora – tem muitos caras que eu conheço e ainda sou bem próximo de lá, então estou feliz por eles.”

    Imagina a loucura que seria ver o Hartenstein defendendo contra Brunson e companhia nas Finals? Seria um dos storylines mais maneiros da história recente da liga.

    Do Knicks ao Thunder: sucesso em ambos os lados

    O alemão realmente deslanchou durante suas duas temporadas em Nova York. Foi lá que ele mostrou que podia ser muito mais que um reserva qualquer – e isso rendeu um contrato gordíssimo de três anos quando virou agente livre.

    No Thunder, o cara não perdeu o embalo. Média de 10.3 pontos e 10.1 rebotes por jogo, além do primeiro anel da carreira. Nada mal para alguém que chegou meio na surdina, né?

    Mas olha só que situação: o último ano do contrato dele é uma opção de time no valor de $28.5 milhões. Se o Thunder declinar (o que seria meio maluco, na minha opinião), o Hartenstein pode virar agente livre de novo nesta offseason.

    E aí, acham que ele volta pro Knicks? Seria uma volta épica, mas financeiramente complicada considerando o salary cap apertado de Nova York. Uma coisa é certa: onde quer que ele esteja na próxima temporada, vai estar assistindo essas Finals com um sorriso no rosto.

  • Curry fecha com marca chinesa Li-Ning em contrato histórico de 10 anos

    Curry fecha com marca chinesa Li-Ning em contrato histórico de 10 anos

    Cara, o Steph Curry simplesmente não para de surpreender. Aos 38 anos, o cara acabou de fechar um contrato de 10 anos com a Li-Ning, marca chinesa que tá fazendo barulho no mercado esportivo.

    E olha só que louco — depois de passar pela Nike e Under Armour, agora o Chef Curry resolveu apostar numa empresa asiática. Sinceramente? Acho uma jogada inteligentíssima. A China é um mercado gigantesco, e quem melhor que o Curry pra abrir essas portas?

    Saiu da Under Armour direto pra China

    A história é interessante. O Curry começou na NBA em 2009 com a Nike, ficou quatro anos, depois migrou pra Under Armour onde construiu praticamente toda sua carreira de sucesso. Mas em 2025 os dois se separaram, e agora ele tá embarcando nessa aventura internacional.

    O próprio Curry confirmou a parceria nas redes sociais com um vídeo bem produzido. “O próximo estágio está definido”, disse ele. E que estágio, hein?

    Muito além de tênis de basquete

    Aqui que a coisa fica interessante de verdade. Não é só tênis de basquete não — o acordo inclui produtos de lifestyle, linha completa de golfe (que o Curry ama), e ainda dá pra ele assinar outros atletas homens e mulheres pro seu brand.

    A Li-Ning já tem Jimmy Butler e Dwyane Wade no cast, então o Curry vai chegar numa empresa que entende do riscado. E convenhamos, depois de 17 anos de NBA e quatro títulos com o Warriors, o cara tem credibilidade pra vender qualquer produto.

    Vocês acham que essa mudança pro mercado asiático pode inspirar outros jogadores da liga? Porque sinceramente, eu tô vendo uma tendência aí. O basquete tá global, e as marcas americanas vão ter que se mexer pra não perder espaço.

    Uma coisa é certa: mesmo aos 38, o Curry continua acertando de longe — seja na quadra ou nos negócios.

  • Mavs vão deixar o centro de Dallas em 2031 — que loucura!

    Mavs vão deixar o centro de Dallas em 2031 — que loucura!

    Gente, acabei de ler uma notícia que me deixou meio chocado. O Dallas Mavericks vai deixar o American Airlines Center em 2031 e se mudar pra zona norte da cidade. Depois de 30 anos no mesmo lugar, o time do Luka Dončić vai dar tchau pro centro de Dallas.

    A história é a seguinte: o contrato de 30 anos do Mavs com a cidade termina na temporada 2030-31, e eles decidiram não renovar. Já compraram um terreno gigante de 104 acres onde ficava um shopping antigo (Valley View Mall) pra construir uma nova arena. Sinceramente? Faz sentido.

    O fim de uma era no centro da cidade

    Olha, desde 2001 os Mavs dividiam o American Airlines Center com o Dallas Stars (hockey). Mas agora os Stars também tão de saída — querem ir pra Plano. Resultado? O centro de Dallas vai ficar só com o Dallas Wings (WNBA), que ainda por cima joga em Arlington mas deve se mudar pro centro em 2027.

    É meio irônico quando você para pra pensar. O Mavericks sempre jogou no centro desde 1980, quando o time foi criado. Primeiro no Reunion Arena, depois no AA Center. Agora, depois de 51 temporadas, vão pro subúrbio. Mark Cuban deve ter seus motivos, né?

    Muito mais que uma arena

    A parada mais interessante é que não vão construir só uma arena. O plano inclui sede corporativa nova, centro de treinamento, hotel de luxo e até um teatro de 5.000 lugares pra shows e eventos menores. Basicamente vão criar um distrito de entretenimento inteiro.

    Eu fico imaginando como vai ser essa mudança. Por um lado, faz sentido ter tudo integrado — arena, hotel, restaurantes, tudo num lugar só. Por outro, vai fazer falta aquele clima de jogar no centro da cidade, pertinho de onde tudo acontece em Dallas.

    E vocês, acham que essa mudança vai ser boa pro time? Às vezes me pergunto se esses projetos gigantes realmente melhoram a experiência do torcedor ou se é só questão de grana mesmo. Vamos ver como fica quando 2031 chegar!

  • Morre Rick Adelman, lenda dos técnicos da NBA, aos 79 anos

    Morre Rick Adelman, lenda dos técnicos da NBA, aos 79 anos

    Cara, é sempre difícil escrever sobre a partida de uma lenda. Rick Adelman nos deixou ontem aos 79 anos, e sinceramente, perdi um dos técnicos que mais admirava na NBA. O cara simplesmente dedicou quase 30 anos da vida dele comandando times na liga — e que legado, meu amigo.

    Olha só os números: 1.042 vitórias em 29 temporadas como técnico. Décimo colocado na lista de todos os tempos! Só 11 caras na história da NBA conseguiram passar das 1.000 vitórias. Isso é ser monstro demais.

    O período dourado em Portland

    Quem acompanha NBA há mais tempo lembra bem do Adelman comandando aquele Portland dos anos 90. Duas finais consecutivas — 1990 e 1992. Na primeira, perderam pro Detroit do Bad Boys (que time bruto aquele era). Dois anos depois, deram de cara com o Bulls do Jordan no auge. Imagina a frustração, mas que campanhas épicas.

    E pensar que o cara começou como jogador mediano — 7.7 pontos por jogo em sete temporadas. Prova de que nem sempre quem joga melhor vira o melhor técnico, né? O Adelman encontrou sua verdadeira vocação no banco de reservas.

    Sacramento: onde virou ídolo mesmo

    Mas foi em Sacramento que o Rick realmente brilhou. Oito temporadas comandando os Kings (1998-2006), e pasmem: playoffs em TODAS elas. Vocês têm noção do que isso significa? Os Kings eram piada antes dele chegar. Depois que saiu, voltaram pros playoffs apenas uma vez até hoje.

    Aquele time dos Kings era absurdo de assistir. Um basquete fluido, bonito, que fazia qualquer um se apaixonar pelo esporte. E olha que eles chegaram na final da Conferência Oeste uma vez — quase desbancaram os Lakers numa época que o Shaq e Kobe dominavam tudo.

    “Rick Adelman representou o melhor do basquete de Sacramento”, disse o time em nota oficial. E não é exagero não. O cara transformou uma franquia.

    Legado de família

    Uma curiosidade que poucos sabem: o filho dele, David Adelman, é técnico principal do Denver Nuggets hoje em dia. Imagina a pressão de seguir os passos do pai? Mas pelo visto o talento é genético mesmo.

    Rick foi induzido ao Hall da Fama em 2021 — reconhecimento mais do que merecido. Em 2023, ainda ganhou o prêmio Chuck Daly de conquista vitalícia da associação de técnicos. O respeito que ele tinha entre os colegas era absurdo.

    Deixa seis filhos e a esposa Mary Kay. Uma família que sempre esteve ao lado dele durante essa jornada incrível pela NBA.

    Descanse em paz, Rick. Você ensinou muito sobre basquete e sobre ser humano também. E aí, pessoal — quem vocês acham que mais merece estar no Hall da Fama entre os técnicos atuais?

  • Curry fecha com gigante chinesa Li-Ning e deixa Under Armour no passado

    Curry fecha com gigante chinesa Li-Ning e deixa Under Armour no passado

    Gente, o que acabou de rolar com o Stephen Curry é absurdo. O cara que praticamente mudou a NBA com seus arremessos de 3 pontos acabou de assinar um contrato de longo prazo com a Li-Ning, uma gigante chinesa do mundo esportivo. E olha, depois de ver ele testando tênis de todo mundo na temporada passada, era questão de tempo até ele achar um novo lar.

    O próprio Curry chamou de “parceria de uma vida”. Não é pra menos — a Li-Ning não é brincadeira. É uma das maiores do mundo quando o assunto é equipamento esportivo, e agora ter o Chef Curry no time deles? Isso vai mudar o jogo completamente.

    O fim de uma era com a Under Armour

    Vocês lembram do drama todo que rolou quando ele deixou a Under Armour em novembro passado, né? Mais de dez anos de parceria foram por água abaixo. E o que o maluco fez? Começou a usar um tênis diferente praticamente toda noite! Tinha uma caixa gigante do lado do vestiário dele no Chase Center, cheio de opções. Sinceramente, achei genial da parte dele.

    Durante essa “agência livre dos tênis”, ele até usou os modelos do Dwyane Wade e do Jimmy Butler na Li-Ning. Era tipo um test drive mesmo. Imagina a pressão das marcas tentando conquistar um dos caras mais influentes da liga?

    Li-Ning quer dominar o mundo

    A parceria não vai ser só sobre tênis, não. Eles querem expandir a marca do Curry no basquete, golfe e lifestyle. Na minha visão, isso faz todo sentido. O cara tem 38 anos, ainda joga em alto nível, mas já tá pensando no que vem depois da aposentadoria.

    E olha que interessante: eles falaram sobre “inspirar a próxima geração de atletas ao redor do mundo”. Com o alcance que a Li-Ning tem na Ásia e a influência global do Curry, essa parceria pode ser monstro mesmo. Imaginem quantos moleques na China vão querer jogar basquete agora?

    O que vocês acham? Será que essa mudança para uma marca chinesa vai dar certo, ou vocês sentirão falta dos tempos de Under Armour? Eu, particularmente, tô curioso pra ver os primeiros produtos dessa parceria. Aposto que vão ser diferentes de tudo que já vimos.

  • Lenda Rick Adelman morre aos 79 anos — que legado absurdo

    Lenda Rick Adelman morre aos 79 anos — que legado absurdo

    Cara, que notícia triste pra começar a semana. Rick Adelman, um dos técnicos mais respeitados da história da NBA, morreu nesta segunda-feira aos 79 anos. E olha, quando eu falo respeitado, não é força de expressão não — estamos falando de um cara que revolucionou o basquete moderno.

    Adelman comandou times da NBA por incríveis 29 temporadas, passando por Portland Trail Blazers, Golden State Warriors, Sacramento Kings, Houston Rockets e Minnesota Timberwolves. O resultado? Um cartel de 1.042 vitórias contra 749 derrotas — mais de 58% de aproveitamento. Monstro.

    O cara que fez Sacramento voar

    Mas se tem uma passagem que define o legado do Adelman, foi em Sacramento. Sinceramente, aqueles Kings do início dos anos 2000 jogavam um basquete que era poesia pura. Chris Webber pivoteando no garrafão, Vlade Divac com aqueles passes absurdos, Peja Stojaković chovendo de três, Jason Williams com dribles que não faziam sentido nenhum.

    O sistema do Adelman era genial: ele botava os pivôs pra comandar a jogada do meio da quadra, criando um basquete fluido que ninguém conseguia parar. Os Kings foram top 3 em pontos por jogo durante cinco anos consecutivos (1998-2003). Cinco anos! Era videogame, gente.

    E olha que curioso: o filho dele, David Adelman, tá hoje comandando o Denver Nuggets com o Jokić. O DNA do basquete inteligente passou de pai pra filho — e o Nikola é praticamente a evolução daquilo que o Rick criou em Sacramento.

    Muito mais que Sacramento

    Antes de Sacramento, Adelman já tinha feito história em Portland. Levou os Blazers pra duas finais da NBA (1990 e 1992) com Clyde Drexler voando pelos ares. Não deu pra ganhar o anel, mas foram jogos épicos contra os Bulls do Jordan — e olha que não é pouca coisa chegar lá.

    Como jogador, o cara também deu seus rolos na liga por sete temporadas. Nada espetacular nos números (7.7 pontos, 2.4 rebotes), mas aquela escola antiga que ensinava basquete de verdade.

    Entrou pro Hall da Fama em 2021 — merecidíssimo, por sinal. E em 2023 ganhou o prêmio Chuck Daly de carreira. Reconhecimento que chegou na hora certa.

    O que mais me impressiona no Adelman é como ele antecipou o basquete moderno. Aquele sistema de “corners” dele, com pivôs distribuindo jogo, movimento sem bola constante… cara, isso é NBA hoje em dia! Ele tava uns 20 anos na frente do tempo.

    Descanse em paz, lenda. O basquete perdeu um visionário, mas o legado fica pra sempre. E vocês, qual foi o time do Adelman que mais marcou vocês?

  • Lenda Rick Adelman morre aos 79 – mais de 1000 vitórias na NBA

    Lenda Rick Adelman morre aos 79 – mais de 1000 vitórias na NBA

    Cara, que notícia triste pra começar a semana. Rick Adelman, um dos maiores técnicos da história da NBA, morreu aos 79 anos. E olha, quando eu falo ‘um dos maiores’, não é força de expressão não — o cara ganhou 1.042 jogos como treinador. Mil e quarenta e dois! É o 10º na história da liga.

    Pai do atual técnico do Denver Nuggets

    O que torna tudo ainda mais tocante é que Rick era pai do David Adelman, que hoje comanda o Denver Nuggets. Imagina só receber essa notícia sendo técnico na NBA… Os Nuggets divulgaram uma nota super respeitosa, e dá pra sentir a dor ali.

    Rick começou como jogador — armador de 1969 a 1975 — mas foi como técnico que ele realmente brilhou. E que brilho, meu amigo. Levou o Portland Trail Blazers pras Finais DUAS vezes. Uma em 1990 (perdeu pro Detroit dos Bad Boys) e outra em 1992 (caiu pro Bulls do Jordan). Sinceramente, esses times do Blazers com Clyde Drexler eram monstros.

    O mago de Sacramento

    Mas se tem uma passagem que eu acho que define o Rick Adelman, foi em Sacramento. Oito anos lá, oito temporadas com campanha positiva. O cara pegou um elenco com Vlade Divac, Peja Stojaković, Chris Webber, Mike Bibby… e criou uma das ofensivas mais bonitas que a NBA já viu.

    Eu lembro de assistir aqueles Kings jogarem e pensar: ‘isso aqui é arte, mano’. Era um basquete diferente, inovador. O Rick meio que antecipou muita coisa que a gente vê hoje na liga. Um visionário mesmo.

    Números que impressionam

    Só quatro técnicos na história — Pat Riley, Gregg Popovich, Jerry Sloan e George Karl — dirigiram mais jogos E tiveram aproveitamento melhor que o Adelman. Isso aí é clube de elite, viu?

    O cara também passou por Houston, Minnesota e Golden State. Em cada lugar, deixava sua marca. Kyle Lowry, que jogou com ele, disse uma coisa linda ontem: que o Rick realmente investia nos jogadores, confiava neles. E olha que o Kyle não é de elogiar qualquer um.

    Do Oregon pro Hall da Fama

    A história do Rick é inspiradora demais. O cara começou num college comunitário no Oregon, sem experiência nenhuma. Jack Ramsey (lenda do Portland) viu o trabalho dele e trouxe pro Blazers como assistente.

    Quando assumiu como técnico interino em 1988-89, com 35 jogos restantes, deve ter pensado: ‘e agora?’. Bom, ‘e agora’ virou uma das carreiras mais respeitadas da NBA. Em 2021 foi pro Hall da Fama, merecidíssimo.

    Adam Silver disse que ele era ‘um estrategista brilhante e professor do jogo, e uma pessoa ainda melhor’. Acho que resume bem o legado do Rick Adelman.

    E vocês, lembram de algum momento especial desses times comandados por ele? Aqueles Kings do início dos anos 2000 eram algo especial mesmo…

  • Wemby rumo ao GOAT? Spurs estão a 4 vitórias do título histórico

    Wemby rumo ao GOAT? Spurs estão a 4 vitórias do título histórico

    Olha, eu ainda não consigo acreditar no que estou vendo. Victor Wembanyama não só levou os Spurs para a final da NBA — ele está literalmente reescrevendo a história do basquete diante dos nossos olhos.

    Quatro vitórias. É só isso que separa San Antonio do primeiro título da era Wembanyama. Mas calma lá, porque o caminho não vai ser moleza — os Knicks estão voando e prometem dar muito trabalho.

    O jogo 7 que mudou tudo

    Cara, aquele 111-103 contra o Thunder no sábado foi simplesmente absurdo. Wemby não apenas ganhou o jogo — ele deu uma aula de como se comportar nos momentos decisivos. E olha que Oklahoma City não é time qualquer, viu?

    O mais impressionante é que o francês não foi sozinho. De’Aaron Fox também mostrou serviço e pode ter garantido seu futuro em San Antonio com aquela performance. Mas convenhamos: quando você tem um cara de 2,24m fazendo coisas que nem deviam ser possíveis fisicamente, fica mais fácil jogar ao lado, né?

    E aí, vocês acham que Wembanyama já pode ser considerado candidato ao panteão dos maiores de todos os tempos? Na minha opinião, se ele conquistar esse título aos 21 anos, a conversa muda completamente.

    Knicks: o obstáculo final

    Agora vem a parte difícil. New York está jogando um basquete monstruoso e não vai facilitar nada para os texanos. O jogo 1 é quarta-feira, em San Antonio, e promete ser eletrizante.

    O problema é que Mitchell Robinson está machucado — quebrou o dedo mindinho e pode desfalcar os Knicks justamente quando mais precisam dele. Se ele não jogar, Wemby vai ter ainda mais liberdade no garrafão. E sinceramente? Isso me dá calafrios só de imaginar.

    Cinco vitórias seguidas levaram os Spurs até aqui. Será que conseguem mais quatro para fazer história? Eu tô começando a acreditar nesse time, não vou mentir. Tem algo especial acontecendo em San Antonio.

    O que vocês acham? Os Spurs conseguem o título ou os Knicks vão estragar a festa?

  • Thunder pode ir atrás do Giannis? A loucura que todo mundo tá pensando

    Thunder pode ir atrás do Giannis? A loucura que todo mundo tá pensando

    Olha, vou falar uma coisa: depois de levar aquela surra dos Spurs nas finais da Conferência Oeste, o pessoal do Thunder deve estar com o sangue fervendo. E sabe qual é a pergunta que não quer calar? E se eles forem atrás do Giannis Antetokounmpo?

    Eu sei, eu sei. Parece loucura. Mas cara, o Thunder tem grana, tem jovens promissores e uma coleção de picks de primeira rodada que daria inveja em qualquer GM da NBA. Eles construíram um time absurdo nos últimos anos, mas aquela derrota pros Spurs pode ter sido o empurrão que faltava pra fazer uma loucura dessas.

    O problema financeiro é gigantesco (mas não impossível)

    Vamos aos fatos: o Giannis vai ganhar quase 59 milhões de dólares na próxima temporada. Isso mesmo, 59 MILHÕES. Só o Curry e o Jokić vão ganhar mais que ele. E aqui começa o problema.

    O Thunder tá 39 milhões acima do segundo teto salarial. Pra conseguir trocar pelo Giannis, eles precisariam mandar embora quase 98 milhões em salários. Noventa e oito milhões, galera! É muita grana, e o pior: quase todo esse dinheiro tá amarrado em jogadores bons.

    Sinceramente? Só de pensar nisso já me dá dor de cabeça. Eles teriam que desmantelar praticamente metade do elenco pra fazer essa troca acontecer.

    Quem sairia na negociação?

    Se eu fosse apostar, o Lu Dort seria um dos primeiros a ir embora – ele tem uma opção de time de 18 milhões que pode ser facilmente dispensada. Aaron Wiggins e Isaiah Joe juntos somam mais de 20 milhões, e convenhamos, eles têm substitutos já prontos no banco.

    O mais doloroso seria mexer no Isaiah Hartenstein, que virou peça fundamental do time. Mas os 28,5 milhões da opção dele ajudariam muito nas contas.

    Agora imagina o pacote completo: vários picks de primeira (incluindo as posições 12 e 17 deste ano), alguns jovens promissores como Cason Wallace, e todos esses contratos pra bater o salário. Os Bucks não conseguiriam recusar uma oferta dessas, né?

    Vale a pena essa loucura?

    Essa é a pergunta de um milhão de dólares. Por um lado, você teria SGA e Giannis no mesmo time. Dois MVPs, dois monstros absolutos. A dupla seria simplesmente imbatível quando saudável.

    Por outro lado… cara, o Thunder construiu algo especial com essa química toda, essa profundidade insana do banco. Desmantelar isso pelo Giannis seria uma aposta gigantesca.

    Na minha opinião? Acho que eles não vão fazer essa loucura. O Thunder sempre foi paciente, sempre construiu tijolo por tijolo. Mas depois daquela eliminação pros Spurs… quem sabe? Às vezes um time precisa de uma sacudida dessas pra dar o próximo passo.

    E vocês, acham que o Thunder deveria ir all-in no Giannis ou continuar com o projeto atual? Porque uma coisa é certa: se essa troca rolar, a NBA nunca mais vai ser a mesma.