Autor: Leandro Amorim

  • Curry assina com Li-Ning por 10 anos e leva marca própria pro mundo

    Curry assina com Li-Ning por 10 anos e leva marca própria pro mundo

    Gente, aconteceu. Stephen Curry acabou de fechar um acordo GIGANTESCO com a Li-Ning que vai mudar tudo pra marca dele. Estamos falando de 10 anos de parceria com a empresa chinesa — e olha, não é só tênis não.

    Segundo o Shams Charania da ESPN, o astro do Golden State Warriors assinou um contrato “histórico” que vai expandir a Curry Brand pro mundo inteiro. E quando eu falo mundo inteiro, é mundo inteiro mesmo: produtos de basquete, roupas casuais, linha completa de golfe e — pasmem — o direito de contratar outros atletas pra sua marca.

    Saindo da Under Armour depois de 13 anos

    Cara, eu ainda lembro quando o Curry era “só” aquele cara magrinho que arremessava de longe. Agora o maluco tem império próprio. Em novembro ele anunciou o fim da parceria de 13 anos com a Under Armour — não foi briga, foi estratégia mesmo.

    “A Under Armour acreditou em mim no começo da carreira e me deu espaço pra construir algo muito maior que um tênis”, disse Curry na época. E sinceramente, faz sentido. O cara quer crescimento agressivo, como ele mesmo falou.

    Por que a Li-Ning?

    Olha, eu confesso que fiquei curioso com essa escolha. A Li-Ning já tem uns nomes interessantes no portfólio — CJ McCollum, D’Angelo Russell, e o veterano Dwyane Wade como embaixador. Aparentemente o Curry testou tênis de várias marcas, incluindo os do Jimmy Butler e do próprio Wade.

    A empresa chinesa tá claramente investindo pesado no basquete americano, e pegar o Curry é tipo… pegar o Pelé pro futebol, sabe? É outro nível.

    E vocês, o que acham dessa mudança? Eu tô curioso pra ver como vai ser essa expansão global da marca dele. O cara já provou que sabe fazer negócio — agora é ver se consegue conquistar o mundo do mesmo jeito que conquistou as quadras da NBA.

    Uma coisa é certa: com essa parceria, a Li-Ning acabou de dar um salto gigantesco no mercado mundial. E o Curry? Bem, o monstro continua quebrando barreiras, dentro e fora de quadra.

  • Morre Rick Adelman, lenda dos técnicos que passou pelos Warriors

    Morre Rick Adelman, lenda dos técnicos que passou pelos Warriors

    Cara, que notícia triste pra começar a semana. O basquete perdeu uma das suas maiores lendas: Rick Adelman morreu aos 79 anos na segunda-feira. E olha, esse cara foi muito mais que um simples técnico — foi um dos maiores estrategistas que a NBA já viu.

    Vinte e três temporadas como técnico principal. Deixa isso afundar um pouco. O homem dedicou mais de duas décadas comandando times na liga, somando ainda seis anos como assistente. No final das contas, acumulou incríveis 1.042 vitórias contra 749 derrotas. Décimo lugar na lista dos técnicos com mais vitórias de todos os tempos. Monstro.

    Passagem pelos Warriors não foi brilhante, mas fez diferença

    Nos Warriors, Adelman não teve suas melhores temporadas, não vou mentir. Duas temporadas no comando (1995-96 e 1996-97) com campanhas de 36-46 e 30-52, respectivamente. Acabou demitido, mas pera aí — antes dele chegar, o Golden State tinha feito apenas 26-56. Ou seja, o cara melhorou o time, mesmo que os números não impressionem.

    Sinceramente acho que Adelman chegou numa época complicada da franquia. Os Warriors dos anos 90 estavam longe de ser aquele time que conhecemos hoje, né?

    O legado vai muito além dos números

    Mas foi no Portland Trail Blazers que Adelman realmente brilhou. Levou o time duas vezes à final da Conferência Oeste — imagina a pressão que era enfrentar os Bulls do Jordan naquela época? No total, classificou para os playoffs em 16 temporadas diferentes. Absurdo de consistência.

    O mais legal? O cara também jogou na NBA antes de virar técnico. Sete temporadas como armador, passou por cinco franquias diferentes. Começou sendo draftado pelos San Diego Rockets na sétima rodada de 1968, depois de arrasar na Loyola Marymount, onde foi eleito Jogador do Ano da WCC.

    Em 2021, merecidamente entrou pro Hall da Fama. Em 2023, recebeu o Chuck Daly Lifetime Achievement Award. E o legado continua: seu filho David está aí comandando o Denver Nuggets. O basquete é mesmo uma família, né?

    Descanse em paz, Rick. O basquete brasileiro reconhece sua grandeza e tudo que você fez pelo esporte que a gente tanto ama.

  • Spurs mostrou que talento supera experiência na decisão do Game 7

    Spurs mostrou que talento supera experiência na decisão do Game 7

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu nesse Game 7. Os Spurs fecharam a série contra os Thunder e, sinceramente, essa história de “time muito jovem” já era pra ter morrido faz tempo.

    Olha, eu entendo a preocupação com a inexperiência — é natural quando você vê o Castle errando uns passes no final ou o Harper perdendo bola em momento crucial. Mas, mano, esse time tem algo que muitos veteranos não têm: coragem de jogar sem medo.

    A maturidade que ninguém esperava

    O que mais me impressiona é como eles mantiveram a compostura quando tudo poderia ter desmoronado. Thunder encostou no placar várias vezes nos minutos finais, e qualquer time jovem normal teria entrado em pânico. Esses caras? Não. Respiraram fundo e continuaram jogando.

    E tem uma coisa que eu venho pensando: será que a temporada passada não foi justamente o ano de “experiência” que eles precisavam? Mesmo sem os playoffs por causa da trombose do Wembanyama, eles sentiram na pele o gosto amargo de perder. A final da NBA Cup também ensinou muita coisa.

    O Wemby já chegou com bagagem da Europa e das Olimpíadas. O Castle veio de um título universitário em UConn. Esses caras sabem o que é pressão, só que em outros lugares.

    Talento fazendo a diferença quando importa

    Mas vamos ser honestos — eles ainda cometem erros de juventude. Aquela roubada de bola do Dort no Castle no último ataque foi de dar nervoso em qualquer torcedor dos Spurs. E o Harper? Algumas decisões duvidosas ali no finalzinho.

    A diferença é que esse time tem talento suficiente pra compensar essas falhas. Luke Kornet apareceu com um toco salvador. Os rebotes ofensivos nos momentos certos. E o Fox mostrando experiência ao cometer aquela falta inteligente pra organizar a defesa — jogada que passou batido pra muita gente mas foi genial.

    Vocês viram o discurso do Mitch Johnson no vestiário depois do jogo? Aquilo ali mostra o nível de maturidade emocional desse grupo. É um time que não tem medo de ninguém, nem do momento.

    A experiência veio correndo atrás

    Agora me digam uma coisa: depois de eliminar os atuais campeões, alguém ainda pode falar de inexperiência? Eles já passaram por tanta coisa nessa temporada que vale por várias temporadas regulares de alguns times por aí.

    Lesão do astro principal? Sobreviveram. Time que foi finalista recentemente? Derrubaram. Campeões defendendo o título? Mandaram pra casa. Se isso não é experiência, eu não sei o que é.

    Na minha opinião, a juventude deles agora é mais uma vantagem do que problema. Energia física pra aguentar uma campanha longa nos playoffs, atletismo que deixa qualquer adversário no sufoco, e — mais importante — a coragem de tentar coisas que times veteranos não tentariam por medo de errar.

    Claro, eles ainda vão fazer besteira. Mas qual time não faz? A diferença é que esses caras aprenderam a não ficar remoendo os erros e seguir jogando com confiança. E com esse nível de talento individual, isso é uma receita perigosa pra qualquer adversário.

  • Bronny James finalmente mostrou que merece estar na NBA

    Bronny James finalmente mostrou que merece estar na NBA

    Olha, vou ser sincero: eu estava começando a ficar preocupado com o Bronny James. Dois anos de desenvolvimento, muito tempo na G League, e a galera toda falando que ele só estava nos Lakers por causa do pai. Mas cara, o final da temporada 2025-26 mudou completamente minha visão sobre o garoto.

    O mlk finalmente mostrou que tem jogo pra NBA de verdade.

    Da G League para o show

    Vamos aos fatos: Bronny passou a maior parte da temporada jogando pela South Bay, o time da G League dos Lakers. E sabe o que? Foi a melhor coisa que podia ter acontecido. Em 14 jogos por lá, o cara meteu média de 15.6 pontos com 56.4% de aproveitamento nos arremessos de quadra e – pasmem – 45.6% nas bolas de três.

    Sinceramente, esses números me surpreenderam. O garoto que parecia perdido em quadra no ano passado estava destruindo na liga de desenvolvimento. E quando as lesões abriram espaço no elenco principal dos Lakers, ele subiu preparado.

    A diferença foi gritante. Não eram só os números (que continuaram modestos na NBA), mas a postura em quadra. O Bronny que entrava nervoso e parecia sobrecarregado deu lugar a um jogador confiante, que sabia onde estava e o que tinha que fazer.

    O momento que mudou tudo

    Quando Luka Dončić e Austin Reaves se machucaram no final da temporada regular, os Lakers precisaram de todo mundo – incluindo o Bronny. E ele respondeu à altura, jogando nos primeiros quatro jogos dos playoffs contra o Houston Rockets.

    Teve até aquele momento emocionante com o LeBron no Jogo 3 que deixou todo mundo arrepiado. Claro, conforme os jogos ficaram mais tensos ele saiu da rotação, mas o simples fato de estar em quadra nos playoffs já foi um baita progresso.

    Na minha opinião, o desenvolvimento do Bronny está no caminho certo. Ele sempre foi um projeto de longo prazo, e agora finalmente estamos vendo os frutos desse investimento.

    Vale a pena manter?

    A situação contratual é interessante: depois de dois anos com salário totalmente garantido, o contrato do Bronny para a próxima temporada é só parcialmente garantido até 29 de junho. Depois disso, vira garantia total. E por apenas US$ 2.3 milhões, é barbada.

    Eu acho que os Lakers devem manter ele, sim. Não é mais questão de ser filho do LeBron – o garoto mostrou que tem condições de contribuir. Depois de investir tanto tempo no desenvolvimento dele, seria burrice dispensar agora que começou a render.

    E aí, vocês acham que o Bronny consegue se firmar de vez na próxima temporada? Eu tô apostando que sim. O pior já passou, agora é só evolução daqui pra frente.

  • Marcus Camby acredita: Knicks têm chance real de título após 27 anos

    Marcus Camby acredita: Knicks têm chance real de título após 27 anos

    Cara, quando o Marcus Camby fala que os Knicks têm “uma chance real” de conquistar o título, eu paro tudo pra ouvir. O cara jogou na última vez que Nova York chegou às Finais, em 1999 — 27 anos atrás! — e agora vê esse time atual com outros olhos.

    Em entrevista ao New York Post, o ex-pivô foi direto: “Eles estão jogando o melhor basquete deles agora. Estão pontuando muito, acertando com boa porcentagem, tudo parece estar encaixando.” E olha, vindo de quem viveu aquela correria louca de 1999, isso tem peso.

    O desafio Wembanyama preocupa

    Mas Camby não tá subestimando ninguém, especialmente o Wemby. “Ele é um monstro da natureza mesmo”, disse sobre Victor Wembanyama. “Um cara de 2,20m com habilidade de armador e alcance do Steph Curry.” Sinceramente? É assustador pensar nisso.

    O que mais me chama atenção é como o veterano destaca a presença defensiva do francês: “Quando os caras entram no garrafão, ficam procurando ele constantemente. Ele simplesmente bloqueia tudo.” É aquela coisa — você não precisa nem tocar na bola pra afetar o jogo quando tem 2,20m de altura.

    Brunson é a chave de tudo

    Sobre Jalen Brunson, Camby foi certeiro: “Para um cara do tamanho dele, consegue fazer tudo.” E é verdade — o armador tem sido absurdo nessa temporada. Camby ainda contou uma história massa sobre Rick Brunson (pai do Jalen), que foi seu companheiro de equipe naquela campanha histórica de 99.

    “A princípio não nos curtíamos por causa da rivalidade UMass-Temple na faculdade”, lembrou rindo. “Mas quando viramos companheiros em Nova York, criamos uma irmandade.” Essa conexão familiar explica muito sobre o QI de basquete do Jalen, né?

    KAT e o sistema perfeito

    Karl-Anthony Towns também recebeu elogios do ex-pivô: “KAT é um dos protótipos de ala-pivô que temos na NBA hoje.” E cara, ver o Towns jogando pelos Knicks tem sido surreal. O cara consegue fazer de tudo — joga dentro do garrafão, acerta de três, faz a distribuição. É um híbrido perfeito pro basquete moderno.

    Camby ainda destacou Josh Hart como “o coração e a alma do time” e OG Anunoby como “um dos melhores jogadores de duas pontas da liga”. Sobre o Mitchell Robinson e os lances livres… bom, até o Camby riu: “Não posso fazer nada por ele. Eu mesmo não era grande nos lances livres.”

    Olha, quando um cara que viveu a última Final dos Knicks diz que esse time tem chance real, eu acredito. E vocês, acham que Nova York consegue quebrar essa seca de quase três décadas?

  • Giannis pode sair do Bucks? Heat e Blazers na briga pelo Greek Freak

    Giannis pode sair do Bucks? Heat e Blazers na briga pelo Greek Freak

    Gente, vocês acham que o Giannis realmente pode sair de Milwaukee? Porque a situação tá esquentando muito por lá. O Greek Freak tem até o final do verão americano pra assinar uma extensão de contrato, senão os Bucks vão colocar ele no mercado antes da última temporada do atual vínculo.

    E olha, segundo o Marc Stein (que é uma fonte confiável demais), dois times estão fazendo força total nos bastidores: Miami Heat e Portland Trail Blazers. Cara, faz todo sentido esses dois times irem com tudo atrás do Giannis.

    Miami sempre quis o Giannis

    O Heat já flerta com o Antetokounmpo há anos. Pat Riley, com seus 81 anos, quer mais uma última cartada grande antes de se aposentar — e que cartada seria essa, né? O cara que transformou o Heat numa dinastia não vai sair de fininho sem tentar trazer mais um superstar.

    O pacote de Miami seria Tyler Herro, Kel’el Ware, Kasparas Jakucionis, a pick #13 do Draft de 2026, mais duas primeiras rodadas (2030 e 2032). Sinceramente? É uma oferta interessante, mas não sei se convence Milwaukee.

    Portland com sede de protagonismo

    Já os Blazers têm uma motivação diferente. Depois de cinco anos no limbo, eles finalmente voltaram aos playoffs (mesmo perdendo na primeira rodada pros Spurs). O novo dono, Tom Dundon, tá dando sinais de que pode aprovar trocas grandes — uma mudança gigante em relação aos antigos donos.

    E tem um detalhe absurdo: Portland tem direitos de troca de picks com Milwaukee em 2028 e 2030 por causa daquela negociação fracassada do Damian Lillard. Isso significa que eles podem devolver essas picks, mandar o Jerami Grant (que virou um contrato ruim de $70.6 milhões por dois anos), e ainda incluir alguém como Scoot Henderson ou Shaedon Sharpe.

    O Orlando Magic também apareceu como uma possibilidade depois de contratar Sean Sweeney como técnico — o cara trabalhou em Milwaukee e tem uma relação próxima com o Giannis. Mas convenhamos, Orlando não tem o mesmo apelo que Miami ou Portland.

    E o Thunder? Nem pensar

    Uma galera especulava sobre Oklahoma City depois da eliminação nas finais de conferência, mas Sam Presti nunca faz loucuras assim. O Thunder precisa cortar custos, não adicionar um jogador de 31 anos ganhando contrato máximo. Além disso, eles nem estavam com força total — Jalen Williams e Ajay Mitchell machucados quase toda a série.

    Olha, na minha opinião? Ainda acho que tem uma chance real do Giannis simplesmente assinar a extensão e acabar com essa especulação toda. Mas pelo que tô vendo, Milwaukee tá muito longe de brigar por título, e o Giannis não tá ficando mais novo.

    Segundo o Stein, uma troca pode rolar nas próximas três semanas. O Brian Windhorst da ESPN chama isso de “deal zone” — e parece que chegamos lá de vez. E vocês, acham que ele fica ou que finalmente vai embora de Milwaukee?

  • Pistons e o drama dos arremessos de 3: time precisa de mira urgente

    Pistons e o drama dos arremessos de 3: time precisa de mira urgente

    Cara, vou ser direto: o Detroit Pistons tem um problemão com bola de três. E olha que não é só questão de percentual — é questão de filosofia mesmo.

    Eu sempre curti a pegada física dos Pistons, essa cara de Detroit raiz, mas assistindo os caras jogarem, fica claro que eles precisam urgentemente de gente que saiba ameaçar do perímetro. Trajan Langdon e JB Bickerstaff têm trabalho pela frente nessa offseason.

    O que é espaçamento de verdade?

    Espaçamento no basquete é quase um ato de caridade, sabe? É você se posicionar longe da bola pra dar espaço pro seu companheiro fazer a jogada. Funciona assim: ou você puxa o defensor pra longe e abre corredor pra infiltração, ou força ele a fechar no garrafão e você fica livre pra arremesso de três. É matemática pura.

    Vi um lance genial do Spurs ontem que exemplifica isso perfeitamente. Stephon Castle infiltrou, puxou a ajuda do Chet Holmgren, rolou a bola pro Keldon Johnson no canto, que achou De’Aaron Fox livre pra bomba de três. Defesa do Thunder ficou completamente perdida. Isso é espaçamento de verdade.

    E o Jared McCain? Monstro. O cara cruza a linha do meio de quadra já com as mãos prontas pra arremessar. Podia ter cortado pro garrafão, mas não — ele sabe qual é o trabalho dele. Três pontos limpos.

    Detroit tá sufocado no garrafão

    Com dois caras que não arremessam no quinteto titular, o Pistons não consegue ter o mesmo espaçamento que San Antonio ou Oklahoma City têm. Eles até pontuaram bem dentro do garrafão na temporada regular, mas nos playoffs? Virou um inferno.

    O garrafão ficava entupido de gente. Contra Cleveland, vi Cade Cunningham virar várias bolas simplesmente porque não tinha ninguém no canto pra receber o passe. Ausar e Duren colapsando pro rebote ofensivo, mas deixando o armador na mão na hora H.

    Tem um lance que me irritou profundamente: Caris LeVert saiu do canto (onde deveria estar ameaçando) pra fazer um bloqueio completamente desnecessário, colocando um defensor extra no caminho do Cade. Cara, isso é falta de QI de jogo básico.

    Até o Ron Holland, que é novato, já sacou a parada — vi ele gesticulando pro Daniss Jenkins e Tobias Harris se afastarem. O moleque entende mais de espaçamento que veteranos no elenco!

    Cadê os atiradores de ofício?

    Olha, não vou criticar ninguém por jogar com suas forças. Se você é bom infiltrando, vai pra cima mesmo. Mas Langdon precisa urgentemente encontrar caras que querem arremessar de três.

    Os números são assustadores: Detroit foi 29º em tentativas de três na temporada regular (entre 30 times) e 14º em 16 nos playoffs. O percentual até que não foi tão ruim (5º lugar), mas isso meio que prova o ponto — eles só arremessam quando tão MUITO livres.

    Ataque de meio de quadra vira previsível quando o adversário não tem medo do seu arremesso de fora. É simples assim.

    Analisando os 10 principais do elenco, fica claro que a maioria vive de arremessos de dois pontos. E aí, como que você vai espaçar direito? Como que você vai criar para o Cade fazer a magia dele?

    Na minha opinião, Detroit precisa de pelo menos dois caras que cheguem no verão pensando: “Meu trabalho é fazer chover de três”. Senão, temporada que vem vai ser mais do mesmo: garrafão lotado e Cade fazendo milagre.

    Vocês acham que os Pistons conseguem resolver isso na agência livre ou vão ter que apostar em trade mesmo?

  • Morre Rick Adelman, o técnico que quase derrubou os Lakers de Kobe

    Morre Rick Adelman, o técnico que quase derrubou os Lakers de Kobe

    Cara, recebi uma dessas notícias que me deixaram meio pra baixo hoje. Rick Adelman, um dos técnicos mais respeitados da NBA, morreu aos 79 anos na segunda-feira. E olha, esse cara teve uma carreira que merece todo nosso respeito.

    Pra quem não conhece direito, Adelman foi o cara que transformou o Sacramento Kings numa verdadeira máquina de basquete no início dos anos 2000. Sabe aquele time que quase — QUASE — derrubou os Lakers do Shaq e do Kobe em 2002? Pois é, era ele no comando.

    De jogador mediano a gênio tático

    A história do Rick é interessante pra caramba. O cara jogou sete temporadas na NBA como armador reserva — nada excepcional, 7.7 pontos por jogo. Mas quando pendurou as chuteiras aos 28 anos, descobriu sua verdadeira vocação. Começou treinando numa faculdade comunitária no Oregon (imagina a humildade!) antes de chegar aos Blazers como assistente.

    Em Portland, ele mostrou do que era feito. Levou o time pra duas finais da NBA — 1990 e 1992 — mas esbarrou primeiro no Bad Boys do Detroit e depois no Bulls do Jordan. Sinceramente, azar do timing. Qualquer um que enfrentou o Jordan naquela época sabia que tava ferrado.

    O Kings mágico que quase mudou tudo

    Mas foi em Sacramento que o Adelman criou sua obra-prima. Cara, que time era aquele! Chris Webber armando jogadas do garrafão, Vlade Divac com aqueles passes absurdos, Peja Stojakovic chuva de três, Doug Christie na defesa e Mike Bibby comandando. Era basquete arte pura.

    O sistema ofensivo que ele criou era revolucionário pra época. Todo mundo se movimentando, passes por todos os lados, espaçamento perfeito. Basicamente, ele antecipou muito do que a NBA se tornaria décadas depois. Em 2002, eles ganharam 61 jogos e levaram os Lakers pro limite nas Finais da Conferência Oeste.

    Aquela série de sete jogos contra LA foi de partir o coração. O Kings perdeu de 112 a 106 na prorrogação do jogo 7. Eu ainda fico pensando como seria se eles tivessem passado pros Lakers… Será que conseguiriam o título? A gente nunca vai saber.

    Legado que vai muito além dos títulos

    Depois de Sacramento, Adelman ainda passou pelo Houston Rockets e Minnesota Timberwolves, sempre criando ataques eficientes mas sem conseguir aquele anel que tanto merecia. Terminou a carreira com 1.042 vitórias — décimo colocado na história — mas zero campeonatos.

    E sabe o que é o mais legal? Mesmo sem título, o cara foi pro Hall da Fama em 2021. Porque às vezes o legado vai muito além dos troféus. Os princípios ofensivos que ele desenvolveu ainda influenciam técnicos hoje em dia.

    O filho dele, David, hoje treina o Denver Nuggets — imagino como deve estar se sentindo. O comissário Adam Silver definiu bem: ‘estrategista brilhante e uma pessoa ainda melhor’.

    Rick Adelman provou que dá pra ser lembrado como um dos grandes mesmo sem levantar o troféu Larry O’Brien. Às vezes, revolucionar o jogo já é suficiente pra garantir a imortalidade. Descanse em paz, mestre.

  • Mavs vão abandonar Dallas? Time anuncia nova arena longe do centro

    Mavs vão abandonar Dallas? Time anuncia nova arena longe do centro

    Olha, eu confesso que não esperava essa. Os Mavericks acabaram de soltar uma bomba: vão construir uma nova arena em North Dallas, no terreno onde ficava o antigo Valley View Mall. E o mais louco? Fica a mais de 17 quilômetros do American Airlines Center atual!

    A franquia confirmou na segunda-feira que chegou a um acordo preliminar para comprar cerca de 42 hectares no local. A ideia é estar tudo pronto para a temporada 2031-32, quando o contrato do AAC vence. Sinceramente, é meio surreal pensar nos Mavs longe do centro de Dallas — eles estão lá desde 2001, cara.

    Um projeto gigantesco pela frente

    Rick Welts, CEO que chegou em janeiro de 2025 (o cara que supervisionou a construção do Chase Center dos Warriors), não está brincando em serviço. Segundo ele, estão planejando “um dos maiores desenvolvimentos esportivos que já aconteceu”. Estamos falando de hotéis, lojas, nova arena, centro de treinamento — o pacote completo.

    “Temos a oportunidade de criar um destino vibrante de uso misto ancorado por uma arena de última geração”, disse a organização em comunicado. Eles precisavam de pelo menos 20 hectares para o projeto, e conseguiram mais que o dobro disso. É ambição que não acaba mais!

    Dallas ficando vazio no centro?

    Aqui que fica interessante (e meio triste, na minha opinião). Se os Mavs se mudarem mesmo, e os Stars também saírem para Plano como estão cogitando, Dallas vai ficar sem nenhum time no centro da cidade. Os Rangers e Cowboys já estão em Arlington há tempos.

    O AAC foi onde os Mavs conquistaram o único título da história em 2010-11 — aquela campanha épica do Dirk que eu ainda me arrepio lembrando. Meio melancólico pensar que eles vão deixar esse lugar cheio de história pra trás, não acham?

    Mas olha, 104 acres é muito espaço mesmo. Se eles conseguirem fazer um complexo decente por lá, pode ser que valha a pena. O que vocês acham — mudança necessária ou sentimentalismo à parte, era melhor ficar no centro mesmo?

  • Curry assina com chinesa Li-Ning e vira o maior nome da marca

    Curry assina com chinesa Li-Ning e vira o maior nome da marca

    Gente, o Stephen Curry finalmente achou uma nova casa pro seu tênis! Depois de ficar quase um ano “órfão” no mercado de sneakers, o Chef assinou um contrato de 10 anos com a chinesa Li-Ning. E olha, não foi qualquer negócio não — estamos falando de uma parceria que vai muito além do basquete.

    Sinceramente? Eu não esperava essa. Quando rolou aquela separação bombástica com a Under Armour no ano passado, todo mundo achava que ele ia parar na Nike ou Adidas. Mas o Curry sempre foi meio fora da caixa mesmo, né?

    Mais que tênis: um império em construção

    O que mais me chamou atenção nessa deal é o escopo dela. Não é só tênis de basquete não — vai ter linha completa de golf, roupas casuais, e o mais interessante: o Curry vai poder assinar outros atletas pro seu brand. Basicamente, ele virou presidente de uma divisão inteira dentro da Li-Ning.

    Lembram quando ele tinha a Curry Brand dentro da Under Armour? Pois é, agora ele vai ter essa liberdade toda de novo, só que numa empresa que claramente tá investindo pesado no mercado americano. A Li-Ning já teve Butler, Wade, VanVleet… mas nunca um nome do tamanho do Curry.

    O fim de uma era na Under Armour

    Cara, ainda dói pensar naquela separação. Doze anos de parceria, o Curry literalmente salvou a Under Armour e transformou eles numa marca de basquete relevante. Em 2013, quando ele saiu da Nike pra lá, galera achou loucura. Mas deu certo pra caramba — até dar errado.

    O maluco tinha contrato vitalício, ações da empresa, era praticamente sócio. E aí, do nada, em novembro do ano passado: tchau e bênção. Nunca soubemos exatamente o que rolou nos bastidores, mas pelo visto as duas partes não conseguiram mais se entender.

    E vocês acham que ele fez a escolha certa indo pra Li-Ning? Eu tô curioso pra ver como vai ser a recepção do público americano. Porque uma coisa é Jimmy Butler ou CJ McCollum assinando com marca chinesa, outra é o Stephen Curry — um dos maiores ícones da NBA.

    Aos 36 anos e com uma temporada frustrante pelas costas (apenas 43 jogos por causa da lesão no joelho), o Curry ainda tem muito a oferecer. E agora tem uma marca inteira pra construir do zero. Considerando que ele já tá pensando no pós-aposentadoria — vai ficar no Warriors só até os 39 —, essa parceria pode definir o próximo capítulo da carreira dele.

    Uma coisa é certa: vai ser interessante acompanhar essa jornada. O Curry sempre foi inovador dentro e fora de quadra. Agora é hora de provar que consegue revolucionar o mercado de tênis mais uma vez.