Autor: Leandro Amorim

  • Thunder tentou roubar Mobley do Cavs já no Draft de 2021

    Thunder tentou roubar Mobley do Cavs já no Draft de 2021

    Olha, eu sempre soube que o Oklahoma City Thunder era esperto, mas essa informação que saiu agora me deixou impressionado. Segundo o Marc Stein — que é uma fonte confiável pra caramba — o Thunder já tentava pegar o Evan Mobley antes mesmo dele ser draftado pelos Cavaliers em 2021!

    Imaginem a cena: Cleveland com a 3ª escolha geral do Draft, o Mobley ali disponível, e o Thunder ligando oferecendo um pacote pra subir no Draft e pegar o garoto. Mas os Cavs mandaram um “não” seco e ficaram com o monstro de 2,11m que saiu da USC.

    A obsessão do Thunder por Mobley

    “O interesse do Oklahoma City no Evan Mobley, segundo fontes da liga, remonta ao Draft da NBA de 2021”, revelou o Stein. Cara, isso significa que eles estão de olho no cara há três anos! É tipo aquela paixonite que não passa mesmo.

    E faz sentido, né? Mobley é exatamente o tipo de jogador que se encaixaria perfeitamente no sistema do Thunder: alto, versátil, defende todas as posições e ainda tem apenas 24 anos. Com o Shai Gilgeous-Alexander, Jalen Williams e Chet Holmgren, seria um Big 4 absurdo.

    Cavs não querem largar o osso

    Do lado de Cleveland, o presidente de operações de basquete Koby Altman foi bem claro na sexta passada: Mobley é “uma parte gigante do que fazemos” e foi “consistentemente nosso melhor jogador durante os playoffs”. E olha, ele não tá mentindo não.

    Vocês viram como o Mobley jogou nos playoffs? O cara foi uma muralha defensiva e ainda contribuiu no ataque quando precisou. Sinceramente, eu entendo por que os Cavs não querem nem ouvir ofertas — imaginem ter que explicar pro Donovan Mitchell e pro Jarrett Allen que vocês trocaram um dos pilares do time?

    Mas no mundo da NBA, nunca digam nunca. Tanto o Thunder quanto o Cavs caíram nas finais de conferência, então ambos os times podem estar procurando aquela peça que falta pra chegar nas Finais. E se o OKC vier com uma proposta irrecusável no meio da offseason… aí a coisa muda de figura.

    E aí galera, acham que o Mobley ficaria bem no Thunder? Ou os Cavs devem segurar com unhas e dentes um dos seus melhores jogadores?

  • Skip Bayless compara LeBron com Pippen e fãs piram na internet

    Skip Bayless compara LeBron com Pippen e fãs piram na internet

    Gente, eu não sei mais o que passa na cabeça do Skip Bayless. O cara simplesmente acordou e decidiu comparar LeBron James com Scottie Pippen, do nada. E olha, não foi uma comparação elogiosa não.

    No Twitter, o jornalista soltou essa: “Eu cobri os Bulls de 98 como colunista do Chicago Tribune. LeBron me lembra Pippen: características intangíveis duvidosas, resistência mental frágil. Pippen era um bom número 2, mas sofria no quarto período sem MJ.”

    A treta histórica continua

    Skip ainda citou exemplos específicos, como o jogo 6 das finais de 98 contra o Utah Jazz, onde Jordan fez 45 dos 87 pontos dos Bulls e ainda acertou a cesta da vitória, enquanto Pippen fez apenas 8 pontos. Para ele, isso prova que MJ tinha o “gene clutch” que falta nos outros.

    Cara, eu entendo que Skip não gosta do LeBron – isso não é novidade para ninguém que acompanha a NBA há mais de 5 minutos. Mas comparar o cara que tem uma das carreiras mais longas e dominantes da história com Pippen? Meio forçado, não acham?

    Os números não mentem

    Vamos aos fatos: Pippen teve uma carreira absurda, 6 títulos com os Bulls, Hall da Fama, considerado um dos maiores alas de todos os tempos. Médias de 16.1 pontos, 6.4 rebotes e 5.2 assistências por jogo.

    Agora o LeBron? 27.1 pontos, 7.5 rebotes e 7.4 assistências de média na carreira. Quatro títulos por times diferentes, conseguiu levar Cleveland ao título depois de 52 anos de seca. E ainda tá jogando aos 39 anos como se fosse moleque.

    Sinceramente, acho que Skip tá só tentando gerar buzz mesmo. Pippen foi sensacional como coadjuvante do Jordan, mas LeBron sempre foi protagonista absoluto dos seus times. São jogadores completamente diferentes em contextos completamente diferentes.

    E vocês, o que acham dessa comparação maluca do Skip? Faz algum sentido ou é só mais uma das teorias conspiratórias dele contra o King?

  • Rick Adelman nos deixou aos 79 anos – uma lenda que moldou a NBA

    Rick Adelman nos deixou aos 79 anos – uma lenda que moldou a NBA

    Cara, que notícia triste pra começar a semana. Rick Adelman, um dos técnicos mais respeitados da história da NBA, nos deixou aos 79 anos. E olha, quando Adam Silver fala que alguém era “brilhante” e “ainda melhor pessoa”, você sabe que estamos falando de um gigante do basquete.

    Adelman não foi só mais um técnico — foi um cara que revolucionou a forma de se jogar basquete. Quase 30 anos dedicados ao jogo, primeiro como jogador (de 1968 a 1975, rodando por times como Rockets, Trail Blazers, Bulls), depois como um dos estrategistas mais geniais que já vi.

    O mago de Portland que quase conquistou tudo

    A era dourada do Adelman? Foi definitivamente em Portland. O cara pegou aquele time em 1989 e transformou numa máquina de jogar basquete. Duas finais da NBA (1990 e 1992) — e sinceramente, se não fosse aquele Bulls do Michael Jordan no auge, talvez a história fosse diferente.

    Eu lembro de assistir aqueles Blazers jogando. Era um basquete inteligente, com movimentação constante, todo mundo tocando na bola. Clyde Drexler voando, mas sempre dentro de um sistema bem estruturado. Esse era o DNA do Adelman.

    Sacramento e aquele time que deveria ter sido campeão

    Mas se tem uma coisa que me dói até hoje é pensar no que aconteceu com aquele Kings de 2002. Adelman pegou uma franquia perdida e criou um dos times mais bonitos de se ver jogar. Chris Webber, Peja Stojakovic, Vlade Divac, Mike Bibby… era poesia em movimento.

    Aquelas finais de conferência contra os Lakers ainda me tiram o sono. Todo mundo sabe que teve coisa errada ali (não vou nem entrar nesse assunto que dá gatilho), mas o trabalho do Adelman foi impecável. Transformou Sacramento numa potência do basquete moderno.

    O mais impressionante? O cara terminou a carreira com 1.042 vitórias. Décimo colocado na lista dos técnicos com mais vitórias da história. Não é pouca coisa, galera.

    Um legado que continua vivo

    E tem uma coisa linda nessa história toda — o filho dele, David Adelman, é técnico do Denver Nuggets atualmente. Imaginem a pressão de seguir os passos do pai, mas ao mesmo tempo, que orgulho deve ser carregar esse sobrenome no basquete.

    Rick foi pro Hall da Fama em 2021, merecidíssimo. Mas o reconhecimento vai além de troféus e estatísticas. O cara influenciou uma geração inteira de técnicos e jogadores. Aquela filosofia de basquete coletivo, de valorizar cada peça do quebra-cabeça, é algo que vemos até hoje na NBA.

    Vocês conseguem imaginar quantos jogadores desenvolveram suas carreiras nas mãos desse cara? Quantos técnicos aprenderam com ele? É um legado que vai muito além dos números.

    Descanse em paz, Rick. Obrigado por nos ensinar que basquete pode ser arte quando feito da forma certa. A NBA perdeu um gigante.

  • Spike Lee e Wemby previram Final da NBA em fevereiro — que absurdo!

    Spike Lee e Wemby previram Final da NBA em fevereiro — que absurdo!

    Cara, às vezes o universo conspira de um jeito que parece roteiro de filme. Lembra do All-Star Game em fevereiro? Pois é, teve uma conversa aparentemente inocente entre Spike Lee e Victor Wembanyama que agora parece profecia.

    “Quero ver vocês [Spurs] na final, cara!”, disse o eterno torcedor dos Knicks para o francês gigante. E o Wemby? Devolveu na lata: “Vamos nessa, eu também. Quero ver vocês [Knicks] lá!”

    Na época, todo mundo deve ter pensado: legal, dois caras trocando uma ideia positiva no All-Star. Mas olha só onde estamos agora — Knicks vs Spurs nas Finais da NBA 2026. Coincidência? Eu acho que não.

    O caminho épico dos Spurs

    O que aconteceu no último sábado foi simplesmente cinema. Jogo 7 contra o Thunder, Spurs vencendo por 111 a 103, e Wembanyama chorando ao abraçar os companheiros. 22 pontos, 7 rebotes e 2 tocos na partida mais importante da temporada dele até agora.

    E o que mais me impressiona? A maturidade do garoto. Aos 22 anos, já falando como veterano sobre Gregg Popovich: “Esse cara tem mais experiência como técnico que quase todo mundo e passou por tantas coisas na carreira… Preciso ligar pra ele, preciso vê-lo.”

    Sinceramente, Wemby está se tornando um líder mais rápido do que eu esperava. E olha que minhas expectativas já eram absurdas.

    Knicks descansados e com sede de título

    Do lado dos Knicks, uma semana inteira de descanso depois de varrer os Cavaliers. Luxury total. Mike Brown sabe que não vai ser moleza começar a série fora de casa em San Antonio.

    “Temos que entrar com propósito, não só fisicamente mas mentalmente também, para não ficar atrás no placar porque a torcida vai alimentar isso”, disse o técnico dos Knicks. E ele tá certo — o Frost Bank Center vai estar um caldeirão.

    A última vez que os Knicks chegaram às Finais foi justamente contra os Spurs… e perderam. Será que a história vai se repetir ou finalmente chegou a hora de quebrar esse tabu?

    Jogo 1 rola na terça, 3 de junho, às 21h30. Eu já tô contando os minutos. E vocês, acham que Spike Lee e Wemby realmente têm poderes místicos ou foi só coincidência mesmo?

  • SGA vai lutar para manter Lu Dort no Thunder? Amizade pode falar mais alto

    SGA vai lutar para manter Lu Dort no Thunder? Amizade pode falar mais alto

    Olha, eu não sei vocês, mas essa situação do Lu Dort no Thunder tá me deixando bem curioso. Depois daquela eliminação dolorosa pros Spurs nas finais da Conferência Oeste, todo mundo ficou se perguntando: quem fica e quem sai em Oklahoma City?

    E o nome do Dort tá rolando como possível moeda de troca. Cara que foi HERÓI na corrida ao título do ano passado, agora tá sendo questionado depois de praticamente sumir na série contra San Antonio. Sam Presti, aquele GM que não tem dó na hora de trocar ídolo da torcida, pode estar pensando em usar o Dort pra buscar uma estrela comprovada.

    A amizade canadense pode fazer a diferença

    Mas tem um detalhe interessante nessa história toda. O Shai Gilgeous-Alexander pode ser a tábua de salvação do Dort. Os dois são amigões de longa data — jogaram juntos na seleção do Canadá e desenvolveram uma química absurda dentro e fora de quadra.

    Segundo o Tim MacMahon, da ESPN, o SGA disse publicamente que não ia se meter nas decisões do Presti (chamou o cara de “melhor GM da história”, imagina). Mas por baixo dos panos? A história pode ser diferente.

    “Me disseram que o Shai estava sendo um pouco esperto ali”, revelou MacMahon. “Ele vai pelo menos lembrar o Sam Presti e a diretoria do Thunder o quanto valoriza ter o Lu Dort como companheiro de equipe.”

    Dort realmente decepcionou tanto assim?

    Vamos ser sinceros: o desempenho do Dort contra os Spurs foi de partir o coração. Médias de apenas 4.2 pontos por jogo, minutos reduzidos drasticamente… Para um cara que sempre foi conhecido pela defesa impecável e energia contagiante, foi meio decepcionante mesmo.

    Mas será que vale a pena se desfazer de um jogador que conhece o sistema, tem química com o astro da equipe e já provou que pode aparecer nos momentos grandes? Na minha opinião, seria precipitação demais.

    O Thunder tem uma base jovem incrível, e a continuidade pode ser mais valiosa do que uma troca arriscada. Além disso, se o SGA realmente der uma cutucadinha no Presti — mesmo que sutilmente —, pode ser o suficiente para manter essa dupla canadense junta.

    E aí, vocês acham que a amizade vai falar mais alto ou o Presti vai fazer mais uma de suas famosas trocas bombásticas?

  • Ex-Knicks Jamal Crawford: “Eles vão festejar 1 ano direto se ganharem”

    Ex-Knicks Jamal Crawford: “Eles vão festejar 1 ano direto se ganharem”

    Cara, quando o Jamal Crawford fala, eu escuto. O cara jogou em praticamente metade da liga, sabe o que é pressão e conhece Nova York como poucos. E agora, como analista da NBC, ele soltou umas verdades sobre os Knicks atuais que me deixaram ainda mais empolgado.

    Primeiro, vamos falar do óbvio: Wemby é um monstro. Crawford não poupou elogios ao francês, chamando ele de “transcendente, geracional”. Na visão dele, Victor Wembanyama é tipo Kevin Durant esticado — pega tudo que o KD faz e adiciona uns 15 centímetros de altura. Absurdo mesmo.

    A conexão mágica entre NYC e os Knicks

    Mas o que mais me chamou atenção foi quando Crawford explicou por que Nova York ama tanto os Knicks. O maluco contou que foi num jogo dos playoffs alguns anos atrás e a galera o recebeu como se ele tivesse feito 30 pontos na noite anterior — sendo que ele não jogava no Madison há quase 20 anos!

    “Once A Knick, Always A Knick”, como ele disse. E olha, quem conhece a paixão dos nova-iorquinos sabe que isso é real. É tipo aquela torcida que nunca esquece.

    E aí vem a melhor parte: Crawford prevê que se os Knicks ganharem o título, a cidade vai “festejar um ano inteiro como se fosse 1999”. Não o ano 1999 real, mas aquele 1999 que o Prince cantava. Imagina a loucura que não vai ser?

    O que faz esses Knicks diferentes

    Agora, sobre o time atual, Crawford tocou num ponto que eu venho observando: a crença absurda que eles têm. Não importa se estão perdendo, não importa o placar — eles acreditam que vão virar. É aquela mentalidade de “alguém sempre vai aparecer”.

    Tem o Brunson comandando, obviamente. O KAT fazendo chover de três. O OG travando todo mundo na defesa. Mas Crawford destacou algo que eu acho genial: até os caras do banco como o Deuce McBride e o Mitchell Robinson sabem exatamente qual é o papel deles.

    Sobre o Brunson especificamente, Crawford foi cirúrgico: “Ele deixa o jogo vir até ele”. Enquanto outros astros querem ser o cara o tempo todo, Jalen tem esse feeling absurdo de saber quando atacar e quando distribuir. Smart, competitivo, cascudo e vencedor — foi assim que Crawford definiu o armador.

    Coração vs altura: a fórmula dos campeões

    E aqui vem uma provocação interessante: Crawford não compra essa de que jogador baixo não pode ser o líder de um time campeão. “Às vezes coração supera altura”, disse ele. QI de basquete e rapidez de raciocínio podem neutralizar até os gigantes.

    Cara, eu tô cada vez mais convencido de que esse time dos Knicks tem algo especial. Quando um veterano como Crawford — que viu de tudo na NBA — fala dessa “crença de time candidato ao título”, é porque a coisa é séria mesmo.

    E vocês, tão sentindo essa energia também? Acham que Nova York finalmente vai poder comemorar um título depois de tanto tempo?

  • NBA perde lenda: Rick Adelman morre aos 79 anos

    NBA perde lenda: Rick Adelman morre aos 79 anos

    Cara, que notícia triste pra começar a semana. A NBA perdeu mais uma lenda ontem — Rick Adelman morreu aos 79 anos, deixando um legado absurdo no basquete americano.

    O que torna isso ainda mais tocante? Seu filho David é o atual técnico do Denver Nuggets. Imagina só receber essa notícia sendo treinador na liga onde seu pai brilhou por décadas…

    Um técnico que marcou época

    Rick não foi um técnico qualquer, não. Estamos falando de alguém com 1.042 vitórias na carreira regular — décimo lugar na história da NBA. Vinte e cinco anos comandando times, inovando, ensinando. O cara era um monstro no banco de reservas.

    Antes de virar técnico, ele também jogou na NBA de 1968 a 1975. Passou por vários times — San Diego Rockets, Portland Trail Blazers, Chicago Bulls, New Orleans Jazz e Sacramento Kings. Ou seja, conhecia a liga como jogador e como comandante.

    Mas foi como técnico que ele realmente deixou sua marca. Principalmente em Portland, onde ficou de 1989 a 1994 e levou os Trail Blazers para duas finais da NBA (1990 e 1992). Sinceramente, aqueles times de Portland eram duros de roer.

    O legado continua na família

    David Adelman assumiu o comando do Nuggets em 2025, depois de oito anos como assistente técnico da franquia (2017-2025). Antes disso, passou por Orlando Magic e Minnesota Timberwolves como auxiliar.

    O Denver foi uma das primeiras organizações a se manifestar, o que faz todo sentido. A nota oficial foi bem emotiva: “Por quase um quarto de século, o técnico Adelman foi um dos mais bem-sucedidos e inovadores treinadores que a NBA já viu, e suas contribuições para o jogo ainda podem ser vistas hoje.”

    Rick deixa a esposa Mary Kay Adelman. Infelizmente, a família já tinha passado por uma tragédia em 2018, quando perdeu o outro filho, Richard “R.J.” Adelman, aos 44 anos, num acidente de trânsito.

    Olha, eu sempre admirei técnicos que conseguem se adaptar e evoluir com o jogo — e Rick era exatamente isso. Vocês acham que o David vai conseguir honrar o legado do pai em Denver? A pressão deve ser enorme, mas o cara tem experiência pra isso.

    Descanse em paz, Rick. A NBA não vai esquecer o que você fez pelo nosso esporte.

  • Giannis jogando futebol? E os Bucks suando frio com isso

    Giannis jogando futebol? E os Bucks suando frio com isso

    Olha só que situação bizarra: enquanto todo mundo especula se o Giannis Antetokounmpo vai ser trocado pelos Bucks, o cara tá lá na Hungria jogando futebol na final da Champions League. Sim, futebol. E pelo jeito, mandou bem!

    O Greek Freak estava no Puskas Arena assistindo Arsenal x PSG quando rolou uma partida exibição no intervalo. E óbvio que ele não resistiu — entrou em campo e mostrou que não é só no basquete que o cara é um monstro. Com quase 2,11m, ele literalmente assombrava todo mundo no campo.

    Do garrafão para o gramado

    O mais interessante é que isso não é novidade pra ele. Giannis cresceu jogando futebol na Grécia e queria ser jogador profissional igual ao pai. Imaginem se ele tivesse seguido esse caminho? A NBA teria perdido um dos maiores talentos da história.

    Mas cara, dá pra imaginar o desespero da diretoria dos Bucks vendo isso? O cara já perdeu a temporada toda praticamente (só 36 jogos por causa de lesões), está sendo cotado pra trade, e vai lá se arriscar jogando futebol. Sinceramente, eu entendo o nervosismo deles.

    A pressão da trade

    Porque vamos combinar — todo mundo sabe que a situação em Milwaukee está complicada. Heat, Cavaliers, Warriors, Celtics, Trail Blazers, Magic… meio mundo tá de olho no Giannis. E com o time tendo feito apenas 32 vitórias na temporada e ficando fora dos playoffs, não dá pra culpar ninguém por querer uma mudança de ares.

    O mais tenso é que os próprios Bucks já admitiram que estão dispostos a ouvir propostas pelo astro grego. Depois de anos sendo o rosto da franquia, duas vezes MVP, campeão da NBA… chegar nesse ponto deve doer pra caramba.

    Quando algum torcedor criticou ele no X por estar jogando futebol em meio a toda essa especulação de trade, o Giannis não deixou barato: “Só porque pessoas na minha posição levam as coisas como garantidas, por que eu deveria? Eu gosto de jogar!” Responsa na lata, né?

    E vocês, acham que ele deveria mesmo estar se arriscando assim jogando futebol? Ou será que o cara só tá tentando se divertir enquanto todo esse circo de trade não se resolve?

  • AJ Dybantsa já quer a camisa 3 do Trae Young nos Wizards

    AJ Dybantsa já quer a camisa 3 do Trae Young nos Wizards

    Cara, isso aqui é o tipo de treta que só acontece na NBA mesmo. O AJ Dybantsa, que tá sendo apontado como primeira escolha geral do Draft 2026, já tá de olho na camisa número 3 do Trae Young nos Wizards. E o moleque não teve papas na língua — foi direto no programa do Gilbert Arenas e mandou: “Se eles me draftarem, eu vou precisar da 3, Trae. Vamos ver em umas 5 semanas”.

    Olha, eu entendo os dois lados aqui. O Dybantsa usou a 3 durante toda sua passagem dominante na BYU, onde simplesmente destruiu todo mundo no primeiro ano de faculdade. Pra ele, esse número faz parte da identidade desde o high school. É como se fosse a marca registrada do cara.

    A história da camisa 3 em Washington

    Agora, do lado do Trae Young, a situação é um pouco diferente mas igualmente importante. O cara chegou em Washington em janeiro e teve que abrir mão da sua icônica 11 porque a organização aposentou o número em homenagem ao lendário Elvin Hayes — e com razão, né?

    Aí o Young se adaptou, pegou a 3 e até criou uma nova marca pessoal com “TRA3”. Sinceramente, achei genial da parte dele transformar uma mudança forçada em oportunidade de rebranding. O cara é All-Star quatro vezes, tem seu lugar garantido no time, e agora vem um calouro querendo tomar sua camisa?

    Quem fica com a camisa no final?

    Na real, se os Wizards realmente pegarem o Dybantsa como primeira escolha geral — e tudo indica que vão —, essa vai ser uma negociação interessante nos bastidores. Normalmente, calouros respeitam veteranos estabelecidos, principalmente All-Stars. Mas estamos falando de um cara que pode ser a nova cara da franquia.

    E vocês, o que acham? O Young deveria ceder a camisa pro futuro da franquia ou o Dybantsa que tem que se adaptar? Eu acho que vai dar Young mesmo, até porque o cara tá há mais tempo na liga e tem mais moral. Mas vai ser engraçado de acompanhar essa “treta” de vestiário.

    O que mais me impressiona é a confiança do Dybantsa. Aos 19 anos, chegar e já mandar um recado desses mostra que o moleque não tá brincando. Ele sabe que é especial e não tem medo de mostrar isso. Essa mentalidade pode ser exatamente o que Washington precisa pra sair do buraco que tá há anos.

  • Chet sumiu no Jogo 7 e virou piada no McDonald’s

    Chet sumiu no Jogo 7 e virou piada no McDonald’s

    Gente, eu não acredito no que aconteceu com o Chet Holmgren no Jogo 7. Sinceramente, quando vi aquele 4 pontos e 4 rebotes em 33 minutos contra o Wembanyama, pensei que era brincadeira.

    O Thunder perdeu por 111-103 para o Spurs nas finais da Conferência Oeste, e o cara simplesmente evaporou na quadra. Era pra ser o confronto dos jovens gigantes da liga – Chet vs Wemby – mas virou um show de uma pessoa só. E não foi do nosso menino de Oklahoma, não.

    A trollagem chegou no McDonald’s

    Agora vem a parte que tá me matando de rir (e de pena ao mesmo tempo): os fãs estão indo no McDonald’s e pedindo “o especial Chet Holmgren” – que são 4 nuggets de frango. Quatro. Igual aos pontos que ele fez.

    “Posso pedir um Chet? Existe um especial Chet Holmgren?”, disse um torcedor no drive-thru. “Ah, desculpa. Quero 4 nuggets de frango. Só 4 mesmo. O Chet Holmgren.”

    Cara, isso é cruel demais. Mas também… meio que merecido? O momento era gigante e o cara simplesmente não apareceu.

    Quando a pressão aperta

    O que mais me incomodou foi ver ele desistindo de jogadas no quarto período. Teve uma hora que ele literalmente entregou a bola em vez de partir pra cima do Wemby e tentar tirar ele de quadra por faltas. Isso que é mentalidade de perdedor.

    Olha, eu entendo que jogar contra o Wembanyama não é fácil – o francês é um monstro mesmo. Mas numa final de conferência, no Jogo 7? Você tem que aparecer, cara. Tem que tentar pelo menos.

    E aí, vocês acham que o Chet consegue dar a volta por cima na próxima temporada? Porque sinceramente, depois dessa performance e dessa zoação toda, ele vai precisar de muito caráter pra voltar mais forte. A NBA não perdoa, e os memes do McDonald’s vão durar um tempão.

    O Thunder perdeu uma baita oportunidade, e agora vai ter que conviver com as especulações sobre trocar o Chet. Eu ainda acho cedo demais pra isso, mas essa performance no Jogo 7 vai ficar marcada pra sempre.