Autor: Leandro Amorim

  • Playoffs da NBA explodem na audiência – 28 anos pra isso!

    Playoffs da NBA explodem na audiência – 28 anos pra isso!

    Gente, os números que saíram dos playoffs deste ano são ABSURDOS. A NBA não via uma audiência dessas há 28 anos – desde 1998, pra vocês terem ideia. E olha que estamos falando de uma época onde tinha Michael Jordan ainda jogando.

    O jogo 7 entre Spurs e Thunder pela final do Oeste foi o grande responsável por essa loucura. 17,7 milhões de pessoas assistindo no pico da audiência. Dezessete milhões e setecentas mil! Eu mesmo tava grudado na TV, e pelo visto não fui o único.

    Thunder x Spurs: o show que todo mundo queria ver

    A série toda entre San Antonio e Oklahoma City teve média de 10,8 milhões de telespectadores por jogo. É a final de conferência mais assistida em 24 anos, cara. E faz todo sentido – Victor Wembanyama indo pras Finais pela primeira vez, Thunder com aquele time jovem e talentoso…

    O mais louco é que só os jogos 1 e 7 foram realmente emocionantes. Os do meio foram meio mornos, sem mudanças de liderança no segundo tempo. Mas quando importava, os dois times entregaram o show.

    Enquanto isso no Leste, os Knicks simplesmente atropelaram Cleveland numa varredura que só foi interessante no jogo 1, quando Nova York ganhou na prorrogação. Depois disso foi passeio.

    Nova York nas Finais – fazia tempo!

    Agora vem a cereja do bolo: Knicks x Spurs nas Finais. Nova York não chegava numa decisão desde 1999 – coincidência ou não, foi justamente contra San Antonio naquela época. Eu tinha 12 anos e lembro até hoje do Tim Duncan destruindo tudo.

    O que mais me impressiona é que estamos falando do maior mercado dos EUA (Nova York) contra uma franquia histórica com o fenômeno francês. Wemby nas Finais, mano! O cara de 2,24m que joga como se fosse um armador.

    A média geral dos playoffs foi de 5,3 milhões de espectadores por jogo, considerando todas as emissoras (ABC, ESPN, NBC, Peacock e Prime Video). É muita gente assistindo basquete, e isso só mostra como a liga tá em alta.

    Vocês acham que as Finais vão bater algum recorde histórico? Com essa expectativa toda e os dois mercados envolvidos, eu não duvido de nada. O basquete tá voltando a ser mainstream nos EUA, e que venham mais jogos como esses!

  • Hornets cravam que Diabaté vale cada centavo e garantem contrato

    Hornets cravam que Diabaté vale cada centavo e garantem contrato

    Olha só que movimento inteligente dos Charlotte Hornets: acabaram de garantir totalmente o contrato do Moussa Diabaté para a temporada 2026-27. Antes estava só parcialmente garantido, mas agora o pivô francês de 2,08m pode dormir tranquilo.

    E faz todo sentido, cara. O moleque de 23 anos foi um dos principais motivos dos Hornets terem melhorado tanto defensivamente. Foram 73 jogos na temporada passada, sendo titular em 47 deles — números de quem virou peça fundamental no esquema.

    Os números não mentem

    Diabaté fechou a última temporada com médias de 7.9 pontos, 8.7 rebotes, 1.9 assistências e 1 toco por jogo. Ok, não são números de estrela, mas quem assiste sabe que o impacto vai muito além das estatísticas básicas.

    Tanto é que a própria NBA reconheceu isso e deu pra ele o Hustle Award de 2025-26 — um prêmio que homenageia jogadores que contribuem pra vitória de formas que não aparecem na súmula tradicional. Sabe aqueles caras que fazem o trabalho sujo? É exatamente isso.

    Aposta que pode dar muito certo

    Na minha visão, os Hornets estão fazendo a coisa certa. Diabaté ainda é novinho e tem margem gigante pra crescer. Além disso, pivô defensivo que trabalha duro está sempre em falta na liga.

    O contrato que antes só seria garantido por $250 mil na noite de abertura da temporada, e depois totalmente garantido apenas em 10 de janeiro de 2027, agora já tá carimbado. Charlotte não quis arriscar.

    Vocês acham que foi uma boa aposta dos Hornets? Sinceramente, eu acho que esse tipo de jogador — que faz as pequenas coisas certas — sempre tem espaço na NBA. E pelo jeito, a franquia de Charlotte pensa igual.

  • Suns apostam pesado em Oso Ighodaro e garantem contrato

    Suns apostam pesado em Oso Ighodaro e garantem contrato

    Os Suns decidiram fazer uma aposta que eu, sinceramente, não esperava ver tão cedo. A franquia do Arizona garantiu totalmente o contrato de Oso Ighodaro para a temporada 2026-27 — e olha, isso não é pouca coisa não.

    Pra quem não acompanhou de perto, o contrato do pivô de 2,11m já tinha US$ 250 mil garantidos, que iriam subir pra US$ 500 mil na abertura da próxima temporada. Mas agora? Os Suns anteciparam o que só aconteceria em janeiro de 2027 e garantiram os US$ 2,3 milhões completos.

    O que Ighodaro mostrou na quadra

    E tem motivo pra isso. O cara jogou literalmente TODOS os 82 jogos da temporada regular — em uma era onde jogador estrela descansa mais que aposentado, isso já impressiona. Foram 24 jogos como titular, e quando chegaram os playoffs? Virou titular fixo nos quatro jogos contra o Thunder (mesmo perdendo na primeira rodada, mas isso é outro assunto).

    Os números não mentem: 6,5 pontos, 5,1 rebotes e 2,3 assistências em 22 minutos por jogo na temporada regular. Nos playoffs melhorou ainda mais — 7,5 pontos, 7,0 rebotes e 4,0 assistências. Pra um cara na segunda temporada, é um crescimento que chama atenção.

    Aposta no futuro ou necessidade?

    Na minha visão, os Suns viram algo especial nesse moleque. Garantir esse dinheiro todo antes do prazo significa que eles não querem correr o risco de perder Ighodaro no mercado — e convenhamos, com a escassez de pivôs decentes na liga, faz sentido.

    O mais interessante é que Oso não é só um brutamontes no garrafão. As assistências dele mostram uma visão de jogo que não é comum em pivôs da altura dele. E jogar 82 jogos na segunda temporada? Isso é durabilidade, pessoal.

    Vocês acham que os Suns acertaram nessa aposta ou foi precipitação? Porque olhando o elenco deles, ter um cara confiável no banco (ou até mesmo brigando por titularidade) pode fazer toda a diferença na próxima temporada.

  • SGA vai fazer lobby pro Thunder manter Dort — e a conta vai ser salgada

    SGA vai fazer lobby pro Thunder manter Dort — e a conta vai ser salgada

    Olha, parece que o Shai Gilgeous-Alexander não tá de brincadeira quando o assunto é manter o elenco do Thunder unido. Segundo fontes da ESPN, o astro canadense planeja fazer uma pressãozinha nos bastidores pra que a diretoria mantenha Luguentz Dort na próxima temporada. E cara, isso pode custar uma fortuna.

    Dort tem uma opção de equipe de 18,2 milhões de dólares pro ano que vem — valor que já não é brincadeira. Mas aqui entre nós: depois de ver o que esse cara faz defensivamente, até que não é tão absurdo assim. O problema é que agora tem o Cason Wallace despontando como uma possível substituição mais barata na mesma posição.

    A química canadense que ninguém quer perder

    O mais interessante é que publicamente o SGA sempre disse que não ia dar pitaco nas decisões de elenco pro Sam Presti. Mas quando se trata do Dort? Aí é outra história. Os dois são os veteranos da casa — chegaram praticamente juntos e construíram uma parceria que vai além da quadra.

    E vamos combinar: Dort não é qualquer um defensivamente. O cara gruda nos melhores pontuadores da liga como chiclete. Lembro dele marcando o Luka Dončić e deixando o esloveno maluco em alguns jogos. Essa química defensiva entre ele e o resto do elenco jovem do Thunder é uma das bases do sucesso da equipe.

    A conta que vai fazer o Thunder chorar

    Agora vem a parte que dói no bolso. A folha salarial só do trio SGA, Jalen Williams e Chet Holmgren vai saltar de 58,5 milhões esta temporada pra 123,8 milhões na próxima. Em 2027-28? Prepara o coração: 150,8 milhões só nesses três caras.

    Com a folha total projetada em 250,5 milhões pro ano que vem, o Thunder vai passar longe do segundo patamar do luxury tax. A multa pode passar dos 200 milhões de dólares. É muito dinheiro, gente. Muito mesmo.

    O detalhe é que Dort trocou de agente e agora tá com o Mike George da Klutch Sports — o que geralmente significa que o jogador não vai aceitar qualquer migalha. Ele quer ser valorizado, e com razão.

    Depois da eliminação dolorosa pro San Antonio no Game 7, Dort deixou claro que quer ficar no Thunder. E pelo visto, o SGA tá disposto a bater o pé pra que isso aconteça. Vocês acham que vale a pena essa aposta financeira toda?

  • Hartenstein deve ficar no Thunder: time aposta tudo no alemão

    Hartenstein deve ficar no Thunder: time aposta tudo no alemão

    Olha, eu sinceramente não esperava que o Thunder fosse investir tanto assim no Isaiah Hartenstein, mas pelos rumores que tão rolando, o alemão vai mesmo ficar em Oklahoma City na próxima temporada. E cara, faz todo sentido quando você para pra pensar.

    O negócio é o seguinte: Hartenstein tem uma opção de equipe de 28.5 milhões de dólares para 2026-27. Seja exercendo essa opção ou reestruturando tudo numa extensão, as fontes da liga tão batendo o martelo — ele fica. O cara assinou um contrato de 3 anos e 87 milhões depois de mostrar serviço no Knicks, e agora virou peça fundamental no Thunder.

    A rivalidade com Wembanyama muda tudo

    Vocês viram aquelas finais de conferência contra o Spurs? Hartenstein foi um dos poucos que conseguiu incomodar o Wembanyama de verdade. Foram várias sequências defensivas onde o alemão mostrou que não tá ali de enfeite. Ok, perderam em 7 jogos, mas aquela série deixou claro que o Thunder vai precisar de todo arsenal possível pra enfrentar o francês nos próximos anos.

    E convenhamos, desmontar o garrafão agora seria um tiro no pé. Com Wemby e os Spurs se consolidando como a principal ameaça no Oeste a longo prazo, você não pode se dar ao luxo de ficar sem opções no posto 5.

    A conta salgada que vai valer a pena

    Não vou mentir — o Thunder vai sangrar financeiramente. A folha salarial tá projetada em 250.5 milhões de dólares só na próxima temporada, bem acima do segundo patamar da luxury tax. SGA, Jalen Williams e Chet Holmgren sozinhos vão receber 123.8 milhões combinados (subindo dos atuais 58.5 milhões). Em 2027-28? Esses três vão custar 150.8 milhões.

    É dinheiro pra caramba, mas quando você tem uma janela real de título, você gasta mesmo. E pelo que o próprio Hartenstein falou depois da eliminação, ele quer ficar. Quando jogador e time tão alinhados assim, geralmente as coisas se resolvem.

    Ah, e tem mais um detalhe: o Thunder draftou o centro Thomas Sorber em junho, mas o garoto perdeu a temporada toda com lesão no ligamento cruzado. Ou seja, apostar só na recuperação dele seria muito arriscado.

    E aí, vocês acham que o Thunder tá certo em investir pesado no Hartenstein? Na minha opinião, com a liga cada vez mais física e times como os Spurs crescendo, ter um pivô que aguenta o tranco é investimento obrigatório.

  • Caruso virou peça intocável no Thunder — e olha que custou caro!

    Caruso virou peça intocável no Thunder — e olha que custou caro!

    Gente, o Alex Caruso realmente se tornou o cara no Thunder. E olha que eu não esperava isso quando eles trocaram o Josh Giddey por ele em junho passado. Parecia meio arriscado na época, mas cara… que acerto absurdo foi esse.

    Segundo fontes da liga, o Caruso agora é considerado uma peça intocável nos planos de longo prazo do Oklahoma City. Intocável mesmo, viu? Mesmo com toda a pressão financeira que vem por aí — e olha que vai ser pesada.

    A conta não fecha, mas o Caruso fica

    Vamos aos números que dão um pouco de desespero: Shai Gilgeous-Alexander, Jalen Williams e Chet Holmgren ganharam 58,5 milhões de dólares juntos nesta temporada. Na próxima? Vai pular para 123,8 milhões. Em 2027-28 serão 150,8 milhões só esses três. Isso sem contar uma possível extensão do Cason Wallace.

    O Thunder vai desembolsar uns 250,5 milhões em salários na próxima temporada — muito acima do segundo limiar e com uma taxa de luxo que pode passar dos 200 milhões. É dinheiro pra caramba, pessoal.

    Mas sabe o que é interessante? Mesmo com toda essa pressão nos custos, o Caruso não tá na lista de possíveis cortes. O cara provou seu valor durante os playoffs, tanto em liderança quanto em quadra.

    Playoff que mostrou o valor do veterano

    Olha só: o Thunder terminou como primeiro colocado no Oeste pela terceira temporada seguida (que consistência absurda), mas caiu pro Spurs em sete jogos. E adivinha quem foi o segundo melhor jogador da série depois do SGA? Exato, o Caruso.

    O veterano de 31 anos tá no segundo ano de um contrato de quatro anos e 81 milhões de dólares. No começo parecia caro demais pra um cara que sempre foi mais um complemento. Mas a real é que ele trouxe exatamente o que o Thunder precisava: defesa de elite, veterania e aquela mentalidade vencedora.

    Depois da eliminação, o próprio Caruso disse publicamente que quer ficar em Oklahoma City. E pelo jeito, o sentimento é recíproco. Vocês acham que ele consegue ajudar o Thunder a finalmente passar dos playoffs no ano que vem?

    Na minha opinião, foi uma das melhores trocas da última offseason. O Giddey tem potencial, mas o Caruso trouxe algo que não se ensina: experiência e winning mentality. E isso não tem preço.

  • Thunder vai atrás do Giannis? Rivais da NBA não acreditam nisso

    Thunder vai atrás do Giannis? Rivais da NBA não acreditam nisso

    Olha, depois daquela eliminação dolorosa pro Spurs no jogo 7 das finais do Oeste, todo mundo ficou pensando: será que o Thunder vai fazer alguma loucura nessa offseason? E a pergunta que não quer calar é se eles vão tentar buscar o Giannis Antetokounmpo.

    Mas calma aí. Segundo o Marc Stein, que conversou com vários executivos da liga, ninguém acredita que o Sam Presti vá fazer uma jogada tão dramática assim. E sinceramente? Faz sentido.

    O estilo Presti de fazer negócios

    Quem acompanha o Thunder sabe que o Presti não é de fazer loucuras. O cara é metódico, calculista — não é à toa que conseguiu montar esse elenco absurdo que temos hoje. Lembram como ele pegou o Shai Gilgeous-Alexander? Foi se aproveitando da burrada do Clippers há sete anos atrás.

    Como o próprio Stein falou, “fazer uma resposta tão drástica a uma série de playoffs — por mais decepcionante que tenha sido — simplesmente não é o estilo Thunder de ser”. E eu concordo 100%. Não é o DNA da franquia.

    Mas será que não precisam de uma mexida?

    Por outro lado, cara, aquele Spurs só vai melhorar daqui pra frente. E vamos ser sinceros: o Chet Holmgren, mesmo sendo um monstro, mostrou algumas limitações naquela série. Será que não precisam de um upgrade em alguma posição?

    O Giannis, obviamente, resolveria qualquer problema ofensivo que eles tenham. Mas aí vem a questão: vale a pena desmontar o que já tá funcionando? Ainda mais considerando que o Greek Freak vem com um histórico de lesões que preocupa.

    E vocês, o que acham? O Thunder deveria ir com tudo atrás do Giannis ou manter a filosofia de crescimento orgânico? Na minha opinião, eles já têm uma base sólida demais pra arriscar tudo numa jogada só.

    O mercado de trocas abre ainda este mês, então logo logo vamos saber se o Presti vai manter a linha ou se vai nos surpreender. Mas pelos sinais que tão vindo, parece que a calma vai continuar sendo a marca registrada do Thunder.

  • Curry quebra o silêncio sobre parceria histórica com a Li-Ning

    Curry quebra o silêncio sobre parceria histórica com a Li-Ning

    Cara, o Stephen Curry finalmente falou sobre sua mudança bombástica pra Li-Ning, e sinceramente? Eu não esperava que ele fosse tão animado assim com a coisa.

    Alguns meses depois de terminar com a Under Armour (que já tava na hora mesmo), o armador do Warriors fechou um contrato de 10 anos com a gigante chinesa. E olha, não é qualquer contrato não — é uma parceria que vai muito além de só fazer tênis.

    A visão global do Chef Curry

    “No fim das contas, eu realmente acredito que a parceria com a Li-Ning vai permitir que a Curry Brand prospere”, disse o monstro de 38 anos. E cara, dá pra sentir a empolgação dele quando fala sobre levar a marca pro mercado global.

    Pra quem não sabe, a Li-Ning não é brincadeira — eles lideram o mercado de basquete na China. E com Curry na jogada, a ideia é expandir essa pegada mundial que a marca tem. Ele mesmo falou que agora vai ter “uma pista expandida de recursos” pra trazer inovações absurdas pro mundo todo.

    Na minha visão, foi uma jogada genial. O cara saiu da Under Armour (que tava meio perdida ultimamente) e foi direto pro gigante asiático que tá crescendo absurdamente.

    Não é só tênis, é império

    E aqui que fica interessante: o acordo não é só pra linha de basquete não. Curry vai ter uma linha completa de golfe também — porque né, o cara é viciado no esporte e quer expandir mesmo.

    Mas o mais louco? Ele pode assinar outros atletas pra sua marca. Basicamente virou um mini-Jordan da Li-Ning. Imagina só as possibilidades que isso abre.

    Aliás, Curry não tá sozinho nessa. Jimmy Butler já tá com a Li-Ning desde 2020, e tem outros monstros como CJ McCollum, Fred VanVleet e D’Angelo Russell no time também. Tá virando uma família mesmo.

    Vocês acham que essa parceria vai conseguir brigar de igual pra igual com Nike e Jordan Brand? Eu tô curioso pra ver os primeiros produtos que vão sair dessa união. Com o alcance global da Li-Ning e a genialidade do Curry, pode rolar coisa boa mesmo.

  • Lenda dos Blazers Rick Adelman morre aos 79 anos

    Lenda dos Blazers Rick Adelman morre aos 79 anos

    O basquete americano perdeu uma lenda ontem. Rick Adelman, técnico histórico do Portland Trail Blazers e um dos grandes nomes da NBA, morreu aos 79 anos na segunda-feira. Cara, é dessas notícias que te pegam de surpresa e fazem você parar pra lembrar de tudo que esse cara representou.

    29 anos na liga. VINTE E NOVE. Sendo que 23 deles como técnico principal. O maluco simplesmente viveu e respirou NBA por quase três décadas. E não foi qualquer passagem não — Adelman levou os Blazers pra duas finais consecutivas em 1990 e 1992. Imagina a emoção de Portland naquela época?

    Mais que um técnico, uma instituição

    O que mais me impressiona no Adelman é a longevidade. O cara não foi só técnico dos Blazers — passou por Golden State Warriors, Sacramento Kings, Houston Rockets e Minnesota Timberwolves. 1.042 jogos dirigidos, que o coloca como 10º na história da NBA. Absurdo, né?

    E antes de ser técnico, ele jogou! Oito temporadas como jogador (1968-1975), sendo três justamente em Portland. Então ele conhecia a organização por dentro e por fora. Talvez seja por isso que conseguiu extrair o melhor daqueles times dos Blazers no início dos anos 90.

    O legado continua vivo

    Aqui vem uma curiosidade que vocês talvez não saibam: o filho dele, David Adelman, é o atual técnico do Denver Nuggets. O basquete realmente corre no sangue da família. Rick foi casado com Mary Kay por 56 anos (que relacionamento sólido!), pai de seis filhos e avô de doze netos.

    A Associação dos Técnicos da NBA fez questão de destacar que Adelman será lembrado “não apenas como técnico e jogador, mas como mentor de muitos na comunidade do basquete”. E olha, entrando no Hall da Fama em 2021, ele teve o reconhecimento que merecia em vida.

    Sinceramente, acho que a gente às vezes não valoriza o suficiente esses caras que dedicaram a vida inteira ao esporte. Rick Adelman foi dessas figuras que ajudaram a construir a NBA que conhecemos hoje. Portland pode estar passando por mudanças com a nova direção, mas a memória desse cara vai ficar pra sempre na franquia.

    Descanse em paz, lenda. O basquete fica mais pobre sem você.

  • Spurs na final! Game 7 histórico quebra internet com 2 bilhões de views

    Spurs na final! Game 7 histórico quebra internet com 2 bilhões de views

    Gente, eu ainda não acredito no que aconteceu. Os Spurs estão de volta à final da NBA depois de mais de uma década! E que volta, hein?

    Olha só essa loucura: o Game 7 entre Spurs e Thunder quebrou TODOS os recordes de audiência na história da NBA. Estamos falando de 2 bilhões de visualizações somando todas as plataformas sociais. Dois bilhões! Pra vocês terem noção, o Game 1 da série já tinha feito quase isso com 1,9 bilhão. Absurdo demais.

    A virada épica de San Antonio

    Os Spurs estavam 3-2 na série, praticamente com um pé fora. Todo mundo já estava preparando o Thunder pra mais uma final. Mas aí que tá — esses caras simplesmente resolveram fazer história.

    Venceram os dois últimos jogos, incluindo esse Game 7 de tirar o fôlego em Oklahoma City, por 111-103. Victor Wembanyama jogou como o monstro que a gente sabe que ele é: 22 pontos, 7 rebotes. E Julian Champagnie? Cara, que atuação! 20 pontos, 6 rebotes e ainda entrou pra história.

    Champagnie acertou 6 bolas de três no Game 7 — só o terceiro cara na história a fazer isso numa decisão de Conference Finals. Os outros dois? Curry e Klay Thompson. Nível Warriors dos tempos áureos, pessoal.

    Thunder desabou na hora H

    Sinceramente, eu esperava mais do Thunder. Shai Gilgeous-Alexander até que tentou com 35 pontos, mas Chet Holmgren… nossa, que decepção. Quatro pontos em um Game 7? Apenas dois arremessos de quadra? Em um jogo decisivo?

    Na minha visão, a pressão comeu solta ali. O Thunder tinha tudo pra fechar em casa, com a torcida empurrando, mas não conseguiu executar nos momentos cruciais.

    Knicks vs Spurs: nostalgia pura

    E agora vem o mais legal: Spurs e Knicks na final. A última vez que esses dois times se enfrentaram numa decisão foi em 1999, quando San Antonio levou o título. Coincidência ou não, é também a última vez que os Knicks chegaram numa final.

    Vocês acham que os Knicks conseguem quebrar essa sina depois de 27 anos? Ou os Spurs vão repetir a dose de 99?

    A final começa na quarta-feira, e pelo jeito que as coisas andam, pode esperar mais um bilhão de views fácil. O basquete tá pegando fogo mesmo!