Autor: Leandro Amorim

  • KAT na sua melhor fase: como Towns levou os Knicks às Finals

    KAT na sua melhor fase: como Towns levou os Knicks às Finals

    Cara, eu tô impressionado com o que o Karl-Anthony Towns tá fazendo nos Knicks. Sério mesmo. O cara que durante anos foi visto só como um “scorer bonito” agora tá mostrando que pode ser muito mais — e olha onde isso levou Nova York: direto pras Finals pela primeira vez desde 1999!

    E o mais louco? Ele mesmo admite que aprendeu a não se empolgar. “Na minha carreira, se aprendi alguma coisa, é: ‘Não fique muito animado’” disse KAT antes do jogo 4 das finais da Conferência Leste. Maturidade pura, né?

    A transformação de um talento desperdiçado

    Lembro quando Towns foi primeira escolha geral em 2015. Todo mundo esperava que ele virasse uma estrela absoluta — e ele até teve números excelentes, mas sempre faltava alguma coisa. Parecia que tinha teto de vidro nos playoffs.

    Agora aos 30 anos, jogando ao lado do Jalen Brunson (que virou uma das maiores surpresas da liga, na minha opinião), Towns finalmente encontrou seu lugar. Não é mais o cara que precisa carregar o time sozinho. É a peça de encaixe perfeito numa máquina bem azeitada.

    O técnico Mike Brown resumiu bem: “Todo mundo olha pro KAT como um pontuador — ‘Ah, ele sabe pontuar. Não faz isso, não faz aquilo, mas sabe pontuar’. E para chegar tão longe, especialmente sendo um All-Star e líder, você precisa trazer mais coisas.”

    Varreu Cleveland e agora enfrenta San Antonio

    A varredura de 4-0 no Cleveland foi impressionante. Os Cavaliers tinham um time sólido, mas os Knicks simplesmente atropelaram. Towns foi fundamental nessa campanha — não só pelos pontos, mas pela presença, pelos rebotes, pela liderança.

    Agora vem o verdadeiro teste: San Antonio Spurs nas Finals. O time texano teve uma temporada regular melhor (62-20 contra 53-29 dos Knicks) e tem o favoritismo. Mas sinceramente? Acho que subestimar esses Knicks é burrada.

    Towns falou algo que me chamou atenção depois da classificação: “Vou curtir esse momento, voando de volta com meus companheiros… É uma coisa mágica, histórica. Nova York tá morrendo de vontade disso há muito, muito tempo.” Mas na sequência: “Quando chegarmos em casa, volta ao trabalho.”

    Essa mentalidade me lembra muito aqueles times brasileiros que chegavam longe na Copa do Mundo — celebra o momento, mas não perde o foco no objetivo final.

    Será que aguenta a pressão das Finals?

    Olha, eu tô curioso pra ver como Towns vai reagir no palco principal. Ele já passou por duas finais de Conferência e não conseguiu. Agora chegou lá. A pressão em Nova York é absurda — vocês imaginam o Madison Square Garden fervendo?

    O que mais me impressiona é como ele amadureceu. Antes parecia meio perdido nos momentos decisivos. Agora tem uma calma, uma confiança que faz diferença. E jogando ao lado do Brunson, que é clutch demais, pode ser a fórmula perfeita.

    E aí, galera — vocês acham que Towns finalmente vai conseguir o anel que tanto perseguiu? Ou San Antonio é muito time pra esses Knicks? Eu tô com um pressentimento bom sobre Nova York, mas essas Finals prometem ser épicas.

  • Mitchell Robinson vai jogar o Jogo 1 das Finais? A incerteza que deixa os Knicks na corda bamba

    Mitchell Robinson vai jogar o Jogo 1 das Finais? A incerteza que deixa os Knicks na corda bamba

    Cara, que timing horrível. Mitchell Robinson, o pivô dos Knicks, está listado como “questionável” para o Jogo 1 das Finais da NBA depois de passar por uma cirurgia na mão na semana passada. E olha, quando você está prestes a enfrentar o Victor Wembanyama nas Finais, ter seu principal defensor na dúvida é praticamente um pesadelo.

    O técnico Mike Brown tentou jogar para escanteio as perguntas sobre a disponibilidade do Robinson, dizendo que “ele fez treinos individuais ontem” mas que não havia falado com os médicos da equipe. Traduzindo: ninguém sabe de nada e todo mundo está rezendo.

    A lesão é mais séria do que parecia

    No início, falaram que era só uma lesão no dedinho. Mentira. Agora sabem que é uma fratura do quinto metacarpo — basicamente, o osso que conecta o dedo mínimo ao punho. Isso é uma lesão na mão mesmo, não só no dedo. E a recuperação média? 52 dias. Só que as Finais começam agora.

    O mais estranho de tudo? A lesão aconteceu em casa, não durante o Jogo 4 contra os Cavaliers nem no centro de treinamento dos Knicks. Robinson ainda postou algo nas redes sociais sobre “enfrentar alguns desafios na vida pessoal”, mas não deu detalhes. Sinceramente, espero que esteja tudo bem com o cara.

    Por que os Knicks precisam MUITO dele

    Lembram das finais da NBA Cup contra os próprios Spurs? Robinson teve 10 rebotes ofensivos e foi fundamental na virada histórica dos Knicks. O cara é um monstro nas duas extremidades da quadra.

    Agora imagine tentar parar o Wembanyama sem o Robinson. É pedir para o francês fazer o que quiser no garrafão. Claro, Robinson pode até jogar com uma proteção na mão, mas pegar passes, disputar rebotes e controlar a bola fica infinitamente mais difícil.

    A verdade é que Mitchell quer jogar — isso é óbvio. Ele estava na quadra no treino de terça-feira com a mão enfaixada, participando da parte mais leve do treino que foi aberta à imprensa. Mas será que os Knicks vão arriscar piorar a lesão do cara nas Finais?

    E aí, vocês acham que ele aguenta jogar com a mão machucada contra um time que tem o Wembanyama dominando o garrafão? Porque se não rolar, os Knicks vão ter que inventar algo muito criativo pra parar esse francês de 2,24m.

  • Knicks chegam nas Finals como azarões – mas as apostas tão divididas

    Knicks chegam nas Finals como azarões – mas as apostas tão divididas

    Cara, eu não acredito que estou escrevendo isso, mas os New York Knicks estão nas Finals da NBA! Depois de 53 anos sem nem chegar perto, eles finalmente conseguiram. E sabe o que é mais louco? As casas de apostas não sabem mais em quem apostar.

    Os Spurs são favoritos, mas por muito pouco. Estamos falando de -210 na BetMGM e -185 na Caesars para San Antonio levar a série. Ou seja, praticamente um 50-50 disfarçado.

    O dilema dos apostadores

    “Tem muita gente que acha que os dois times têm chances reais”, disse o cara da Caesars. E olha, eu concordo com ele. Os Knicks chegaram aqui destruindo todo mundo no Leste – 11 vitórias consecutivas com média de 23,8 pontos de diferença. Isso não é brincadeira não.

    Mas aí vem a pergunta: será que o Leste estava realmente fraco ou os Knicks que são monstros mesmo? Porque quando eles tomaram aquele susto contra o Atlanta (ficaram 2-1 atrás), muita gente já tinha desistido. Aí eles simplesmente resolveram jogar basquete de verdade.

    O mais engraçado é que a BetMGM está numa situação complicada. Os torcedores dos Knicks apostaram pesado na equipe durante toda a temporada, mas também tem gente que apostou nos Spurs quando eles estavam 25-1 no começo da season. “Qualquer resultado é prejuízo pra gente”, admitiu o cara da casa de apostas. Imagina o desespero!

    Descanso vs ferrugem – o eterno debate

    Enquanto os Knicks estavam descansando depois de varrer Cleveland, San Antonio ainda estava batalhando numa série de 7 jogos contra OKC. Vocês acham que isso favorece quem?

    Eu sinceramente acho que o descanso pode ser bom pros Knicks. Principalmente depois do que rolou contra Cleveland – os caras tomaram 22 pontos de desvantagem no primeiro jogo e ainda assim viraram em overtime. Esse time tem uma mentalidade diferente.

    KAT pode ser a surpresa das apostas

    Todo mundo tá falando do Wembanyama como MVP das Finals (-190), e faz sentido né. O garoto é um monstro. Jalen Brunson vem logo atrás (+200), mas olha essa: Karl-Anthony Towns tá 22-1 na BetMGM!

    E sabe de uma coisa? Pode rolar. Quando os Knicks estavam em apuros contra Atlanta, o técnico começou a rodar mais o ataque pelo KAT. “Isso pegou Atlanta desprevenido e deixou o KAT mais ligado no jogo”, disse um especialista. Se ele resolver aparecer nas Finals…

    Olha, eu não sei vocês, mas tô hypado demais pra essa série. Depois de tantos anos vendo os Knicks sendo piada, ver eles aqui é surreal. E com odds quase equilibradas? A gente pode estar presenciando história sendo feita no Madison Square Garden.

  • 40 jogadores que vestiram Knicks e Spurs – e o absurdo do Sochan

    40 jogadores que vestiram Knicks e Spurs – e o absurdo do Sochan

    Gente, vocês pararam pra pensar que o Jeremy Sochan vai ganhar um anel de campeão da NBA independente de quem vencer essas Finals? O cara foi dispensado pelos Spurs no meio da temporada, assinado pelos Knicks, mal jogou em Nova York… e agora vai sair com um anel não importa o que aconteça. Que loucura é essa?

    Mas essa conexão bizarra entre Knicks e Spurs vai muito além do Sochan. Olha só: 40 jogadores já vestiram as duas camisas ao longo da história. Quarenta! E o mais doido é que essas são duas franquias que viveram em universos completamente diferentes nas últimas três décadas.

    Os Caras que Marcaram Época

    David Lee é disparado o maior sucesso dessa lista quando falamos de Knicks. Antes de virar All-Star, o cara era literalmente uma das poucas razões pra assistir aqueles times horríveis de Nova York no final dos anos 2000. Em 368 jogos pelos Knicks, fazia média de 13 pontos e quase 10 rebotes – um monstro nos double-doubles. Quando chegou em San Antonio já no final da carreira, não era mais o mesmo, mas ainda deu uns 59% de aproveitamento nos arremessos na temporada 2016-17.

    Kurt Thomas é outro que os fãs dos Knicks nunca esquecem. Jogou 569 jogos em Nova York (cara, que números!), fazia 10.6 pontos e 7.5 rebotes de média, e sempre parecia pronto pra brigar com o garrafão inteiro do time adversário se fosse preciso. Depois virou um dos veteranos favoritos do Popovich e ficou quatro temporadas em San Antonio.

    Rod Strickland também merece destaque. Muita gente lembra mais dele em Washington, mas o cara começou a carreira nos Knicks e depois fez duas temporadas muito produtivas nos Spurs, com média acima de 14 pontos. Poucos armadores daquela época conseguiam penetrar como o Rod.

    O Cara que Virou Regra

    Trent Tucker tem uma história absurda. O NBA criou uma regra com o nome do cara! Ficou oito temporadas nos Knicks e depois fez parte do primeiro título dos Spurs em 1999. Que currículo diferenciado, né?

    Sinceramente, também tem uns nomes que fazem você fazer cara de “ué, quando foi isso?”. Tracy McGrady, provavelmente o maior nome dessa lista toda, passou pelas duas franquias e não fez nada demais em nenhuma delas. Doc Rivers e Antonio McDyess também estão aí – sendo que o McDyess pelo menos teve aquela passagem memorável nos playoffs de 2001 pelos Knicks, com 12.3 pontos e 12 rebotes de média.

    A Lista dos “Espera, Ele Jogou Lá Também?”

    Aí tem Charlie Ward, Steve Novak, Nazr Mohammed, Beno Udrih, Doug McDermott, Luke Kornet… é uma mistura doida de estrelas, coadjuvantes e caras que você nem lembrava que existiam.

    O mais engraçado é pensar que os Knicks passaram boa parte dessas três décadas tentando descobrir como parar de pisar no rake (vocês conhecem a referência do Sideshow Bob?), enquanto os Spurs colecionavam títulos, astros e temporadas de 50+ vitórias como se fossem troféus de participação.

    E vocês, lembram de algum outro jogador que passou pelas duas franquias e que eu esqueci? Essa conexão Knicks-Spurs é mais profunda do que a gente imagina!

  • Finais da NBA 2026: Spurs x Knicks promete ser absurda

    Finais da NBA 2026: Spurs x Knicks promete ser absurda

    Cara, que loucura. As Finais da NBA de 2026 começam na quarta-feira em San Antonio e esse confronto entre Spurs e Knicks tem TUDO pra ser uma das melhores séries que a gente já viu. Talvez até uma clássica mesmo.

    Olha, eu tô aqui analisando os matchups e sinceramente? Vai ser xadrez puro entre Mike Brown e Mitch Johnson. Os dois técnicos vão ter que se superar pra ganhar essa. E pela forma como os times se encaixam, eu apostaria todas as fichas que vai pra sete jogos.

    O grande dilema do Wemby: dentro ou fora do garrafão?

    A real é que tudo gira em torno do Victor Wembanyama. E a pergunta que não quer calar: onde ele vai atuar? Porque olhando os jogos contra o OKC, a matemática é simples — quando ele jogou dentro do garrafão, os Spurs ganharam. Quando ficou na linha dos 3, perderam.

    O problema é que o Wemby ainda não tem aquele movimento certeiro, sabe? Às vezes ele se apaixona pelo arremesso de 3, outras vezes parece que tá jogando numa cesta de criança, enterrando em todo mundo. Mas ele não é forte o suficiente ainda pra forçar posições mais próximas da cesta.

    A estratégia vai ter que ser correr pra transição e atacar antes dos Knicks se organizarem. Porque se deixar eles montarem a defesa… aí complica. E tem outro detalhe: ele VAI precisar acertar alguns arremessos de 3 nessa série. Não tem jeito.

    Josh Hart vai aguentar a pressão?

    Cara, esse é um ponto que pode definir tudo. Os Spurs fizeram a mesma coisa com o Alex Caruso contra o OKC — deixaram o Wemby colar nele pra poder ajudar na defesa. E olha só: Caruso meteu 61% dos 3 pontos nos três primeiros jogos. Absurdo, né?

    O Hart teve uma temporada monstro de 3, acertando 42% (49% dos cantos!). Mas nos playoffs a coisa caiu pra 31%. Se ele conseguir acertar pelo menos uns 36-38% dos arremessos livres que vai receber, os Knicks conseguem manter ele em quadra pelos outros fundamentos que ele oferece.

    Agora, se ele não conseguir castigar essa marcação frouxa… Os Knicks vão ter que colocar o Landry Shamet e forçar cinco arremessadores em quadra. E isso obrigaria o Wemby a sair do garrafão pra marcar na linha de 3.

    E o Karl-Anthony Towns? Como vão parar ele?

    Olha, eu acho que o Towns tem uma oportunidade de ouro aqui. Fora o Wembanyama, os Spurs não são um time grande por dentro. Se eles realmente colocarem o Wemby no Hart pra ele poder ajudar na defesa, quem vai marcar o KAT?

    Na minha visão, esse pode ser o X da questão. O Towns tá numa temporada excelente e se ele conseguir dominar o garrafão quando o Wemby não tiver por perto… Pode ser o diferencial que os Knicks precisam.

    Vocês acham que os Spurs conseguem parar o ataque dos Knicks sem comprometer muito o Wembanyama? Porque sinceramente, eu tô achando que essa vai ser uma das séries mais equilibradas dos últimos anos. E quem errar menos nos detalhes leva a taça.

  • Mock Draft 2026: Jazz surpreendem e preferem Wilson ao invés de Peterson

    Mock Draft 2026: Jazz surpreendem e preferem Wilson ao invés de Peterson

    Olha, eu não esperava essa! O Jazz com a segunda escolha geral do Draft 2026 e todo mundo achando que eles iam de Darryn Peterson… mas aí que tá o plot twist. Pelo jeito, Utah pode surpreender geral e ir de Caleb Wilson.

    Por que Wilson faz sentido pro Jazz?

    Sinceramente, quando você para pra pensar, faz todo sentido. O Jazz já tem Lauri Markkanen, Jaren Jackson Jr., Walker Kessler e Kyle Filipowski — ou seja, altura não é problema. Mas sabe o que tá faltando? Explosão atlética no garrafão.

    Wilson traz exatamente isso. O cara é um monstro de 2,06m que voa pela quadra, defende qualquer posição e ainda por cima tem potencial All-Star. E diferente do Peterson, que ia querer suas 15 tentativas por jogo desde o primeiro dia, Wilson pode crescer no próprio ritmo.

    Cara, imagina só: enquanto todo mundo espera que Utah pegue mais um armador (sendo que eles já têm Keyonte George, Cody Williams, Brice Sensabaugh…), eles vão e escolhem um ala-pivô que pode resolver o problema de atletismo deles de uma vez.

    Peterson escorrega até os Grizzlies

    Agora, ver o Peterson — que todo mundo considerava pick garantido no top 2 — caindo até a terceira posição com o Memphis… isso sim é interessante. Os Grizzlies tão precisando do armador do futuro mesmo, especialmente com as incertezas em torno do Ja Morant.

    Peterson tem 1,96m, arremessa melhor que o Ja (38% de 3 na faculdade) e ainda projeta defender melhor. Mas teve umas red flags na temporada dele em Kansas que podem ter assustado Utah.

    O Memphis, por outro lado, tá numa situação que não dá pra ser exigente. Time machucado, precisando de uma renovação… Peterson na terceira pick seria quase um presente dos céus.

    E aí, vocês acham que o Jazz realmente vai ter coragem de passar do Peterson? Eu tô aqui imaginando a cara dos torcedores se isso acontecer mesmo. Às vezes as franquias surpreendem — e não necessariamente pro mal.

    AJ Dybantsa continua sendo consenso pro Washington na primeira pick, isso ninguém discute. Mas essa segunda escolha pode ser bem mais interessante do que a gente imagina.

  • Knicks e Spurs chegaram às Finais de forma quase impossível de repetir

    Knicks e Spurs chegaram às Finais de forma quase impossível de repetir

    Cara, as Finais da NBA deste ano são absolutamente únicas. E não é só porque são duas franquias históricas se enfrentando — é porque a forma como o New York Knicks e o San Antonio Spurs chegaram até aqui é praticamente impossível de ser replicada por outros times.

    Pensa comigo: quando é que você vai ver outro time ganhar na loteria do Draft como San Antonio? Eles não só pescaram o Victor Wembanyama em 2023 (que já foi histórico), mas também conseguiram as 4ª e 2ª escolhas nos dois anos seguintes. Monstro demais, né?

    Só que agora a NBA mudou as regras da loteria. Times não podem mais pegar top 5 em três Drafts consecutivos. Literalmente impossível repetir o que os Spurs fizeram.

    Os Knicks e a estratégia dos relacionamentos

    Já os Knicks… cara, eles foram pelo caminho dos relacionamentos pessoais, e deu absurdamente certo. O Leon Rose (presidente do time) praticamente montou um esquema familiar ali.

    Olha só essa sequência: Rose contratou o Tom Thibodeau como técnico — que ele representava como agente por anos. Depois trouxe o Rick Brunson como assistente técnico — seu primeiro cliente como agente. E aí? Contratou o Jalen Brunson, filho do Rick e seu afilhado, por 4 anos e $110 milhões.

    Sinceramente, pode ter sido uma das melhores contratações de agente livre da história da NBA. Na minha opinião, só fica atrás das mudanças do LeBron, KD pro Warriors e Shaq pro Lakers.

    E não parou por aí. Praticamente todo jogador importante que os Knicks trouxeram tem ligação pessoal com essa panelinha:

    Josh Hart era colega de quarto do Brunson em Villanova. Donte DiVincenzo e Mikal Bridges também jogaram lá com ele. O OG Anunoby é representado pelo Sam Rose (filho do Leon). E o Karl-Anthony Towns? Também era cliente do Rose.

    Uma receita que pode dar errado

    Agora, isso me lembra os Lakers de 2020 com o Rich Paul e a Klutch Sports. A diferença é que lá o negócio não era oficial, e no fim das contas meio que se perdeu. Eles priorizaram jogadores da agência ao invés dos melhores disponíveis — tipo escolher o Talen Horton-Tucker no lugar do Alex Caruso.

    Os Knicks são o terceiro time desde a fusão ABA-NBA a chegar nas Finais sem nenhum jogador que draftaram no quinteto titular. Os outros foram os Lakers 2020 (que tinham o LeBron, né) e os próprios Knicks de 1999 (que perderam o Patrick Ewing por lesão).

    E aí, vocês acham que essa estratégia de relacionamentos pessoais é sustentável? Ou foi só sorte mesmo que deu certo dessa vez? Porque uma hora a conta pode chegar…

    O que eu acho mais louco é que tanto Knicks quanto Spurs chegaram aqui por caminhos totalmente opostos — um pela sorte histórica no Draft, outro pelos relacionamentos. Duas receitas que provavelmente nunca mais vamos ver funcionando ao mesmo tempo.

  • Os Knicks viraram uma comédia e todo mundo tá amando

    Os Knicks viraram uma comédia e todo mundo tá amando

    Cara, eu nunca pensei que ia falar isso na vida, mas os Knicks estão sendo simplesmente irresistíveis. E olha que eu torço contra eles há décadas, né? Mas essa turma conseguiu fazer algo que parecia impossível: transformaram uma temporada de NBA em uma comédia de amigos que você não consegue parar de assistir.

    O Josh Hart chegou numa coletiva de imprensa comendo pizza. PIZZA. Na coletiva oficial da Conferência Leste! O cara é tipo aquele amigo que não tem filtro nenhum e sempre fala cada uma que você fica sem reação. E foi exatamente isso que rolou quando o Karl-Anthony Towns (que os caras apelidaram de “Big Bodega” – apelido sensacional, por sinal) ouviu o Hart mandar uma dessa sobre estatísticas.

    Hart e suas pérolas

    “Estatísticas são como postes de luz para um bêbado. Você pode se apoiar nelas, mas elas não vão te levar pra casa”, disse o Hart. Mano, o KAT tirou os óculos e ficou com aquela cara de “esse cara não falou isso mesmo”. Foi épico!

    E não para por aí. O Mike Brown, técnico deles, quando perguntaram sobre qual time ele preferia enfrentar nas finais, respondeu na maior naturalidade: “Se fosse o San Antonio, eu economizaria uma grana porque minha família mora lá. Não precisaria comprar passagem de avião”. Sinceramente, quem não ama uma resposta dessas?

    A química dos caras de Villanova

    O que mais me impressiona é a química entre Jalen Brunson, Josh Hart e Mikal Bridges. Três caras que se conheceram na faculdade e agora estão a quatro vitórias do título da NBA. É literalmente um filme da Disney, só que acontecendo na vida real.

    O Brunson não fica atrás do Hart nas palhaçadas. Quando o Josh machucou o tornozelo, o que o Jalen fez? Mandou ele “andar que passa”. Amor fraternal do tipo que só irmão faz mesmo. E esses dois têm um podcast juntos – imagina as conversas que devem rolar ali.

    Olha, eu tenho que admitir uma coisa: eles estão destruindo todo mundo em quadra também. São 11 vitórias seguidas com a maior diferença de pontos da história da NBA (temporada regular ou playoffs). Chegaram às finais pela primeira vez desde 1999 com o melhor rating ofensivo E defensivo dos playoffs.

    Vocês acham que dá pra manter esse clima descontraído nas finais? Porque uma hora a pressão vai apertar, né? Mas se tem uma coisa que essa temporada me ensinou é que nunca devemos subestimar o poder de uma boa amizade. E pizza na coletiva, óbvio.

  • Spurs favoritão contra os Knicks? Apostador expert vê valor em outros mercados

    Spurs favoritão contra os Knicks? Apostador expert vê valor em outros mercados

    Gente, que momento absurdo é esse que estamos vivendo? Reggie Miller — sim, aquele cara que meteu terror na carreira inteira — teve a audácia de dizer durante as finais do Oeste que “qualquer um que ganhar essa série, eu já vi o suficiente dos Knicks. Eles vão ser favoritos na Final”.

    O Jamal Crawford na hora: “Deixa eu ver esse seu copo aí”, zoando que o cara tinha bebido demais. E óbvio que o Miller errou feio. As casas de apostas colocaram San Antonio como favorito com -190, enquanto Nova York aparece com +160. Ou seja, quem manda é o Wemby mesmo.

    Larry Hartstein tá vendo oportunidades onde ninguém vê

    Mas olha só que interessante: o Larry Hartstein — que tá 100-69 nas últimas 169 apostas na NBA com lucro de +1751 para quem apostou $100 — não tá muito ligado nessas odds principais não. Na verdade, ele encontrou umas apostas bem mais interessantes.

    Primeira jogada dele: mais de 5,5 jogos (-170) e Spurs ganhando por 4-3 (+380). A lógica é simples — cinco dos últimos sete Finals foram pelo menos seis jogos. E cara, os dois times foram monstros em casa: San Antonio 32-8 no Alamodome (segundo melhor da liga), New York 30-10 no Madison Square Garden.

    “Sim, a Conferência Leste tá mais fraca, mas os Knicks são fortes demais”, explica o Hartstein. “Eles ganharam 11 jogos seguidos nos playoffs por quase 24 pontos de diferença. Têm o jogador mais clutch da série no Brunson, e o Karl-Anthony Towns que tira pressão dele — luxo que o Thunder não teve por causa das lesões.”

    A aposta maluca no Julian Champagnie

    Agora vem a aposta mais ousada: Julian Champagnie liderar a série em arremessos de 3 (+290). Pode parecer loucura, mas o cara tá vindo de uma sequência absurda.

    Depois de começar as finais do Oeste fazendo 6 de 31 do perímetro (19,4% — uma tristeza), o Champagnie virou outro jogador: 12 de 24 nos últimos três jogos (50%!). E tem mais: na temporada regular, ele quebrou o recorde da franquia com 11 bolas de 3 numa vitória contra… adivinha? Os próprios Knicks.

    O Hartstein prefere ele ao invés do Devin Vassell (que também tá +290) porque o Champagnie é mais especialista no spot-up, enquanto o Vassell vai enfrentar marcação mais dura. “Muitos acreditam que os Knicks vão colocar o Brunson no Champagnie. Se rolar isso, ele vai explorar um dos defensores mais fracos de Nova York”.

    E aí, vocês acham que essas apostas fazem sentido? Eu tô achando essa do Champagnie bem tentadora, não vou mentir. O cara tá pegando fogo no momento certo.

  • Ingressos do Knicks nas Finais custam R$ 21 mil – mais caro que Super Bowl

    Ingressos do Knicks nas Finais custam R$ 21 mil – mais caro que Super Bowl

    Cara, eu sabia que o Knicks voltando às Finais da NBA depois de 27 anos ia ser loucura, mas isso aqui passou de todos os limites. Os ingressos mais baratos pro jogo 3 no Madison Square Garden estão custando US$ 4.200 (mais de R$ 21 mil na cotação atual). Quatro mil e duzentos dólares pra entrar no ginásio. É mais caro que o Super Bowl!

    E olha que eu achava que brasileiro pagava caro pra ver jogo de futebol…

    Os preços estão simplesmente absurdos

    A coisa tá tão insana que algumas cadeiras da courtside (aquelas pertinho da quadra) estão sendo vendidas por mais de US$ 40 mil. Quarenta mil dólares pra ver um jogo de basquete. Tem ingresso chegando na casa dos seis dígitos – estamos falando de mais de R$ 500 mil por um assento.

    Pro jogo 4, o preço mínimo já subiu de US$ 3.400 pra quase US$ 4.000 em apenas uma semana. E se rolar o jogo 6 (que seria decisivo no MSG), prepare o bolso: US$ 5.300 só pra entrar.

    Sinceramente, eu entendo a empolgação. O Knicks não chegava nas Finais desde 1999, quando enfrentou exatamente o San Antonio Spurs – que agora tem o Wembanyama como grande estrela. O francês foi MVP das finais de conferência e virou o primeiro cara na história a conseguir pelo menos 55 bloqueios e 25 bolas de três numa mesma pós-temporada. Monstro mesmo.

    San Antonio é a salvação pro bolso

    Agora, se você quer ver as Finais sem vender um rim, a dica é viajar pra San Antonio. Lá os ingressos mais baratos pro jogo 1 estão “apenas” US$ 1.000, e pro jogo 2 cerca de US$ 1.300. Mesmo somando passagem e hotel saindo de Nova York, você gasta menos que um ingresso no Madison Square Garden.

    Tem muito torcedor que comprou o season ticket do Knicks agora numa sinuca de bico: vai no jogo ou vende por uma fortuna? Imagina ter que escolher entre realizar o sonho de ver seu time nas Finais ou pagar a faculdade do filho…

    E aí, pessoal – vocês pagariam essa grana toda pra ver um jogo? Eu confesso que ficaria na dúvida cruel, ainda mais sendo Knicks x Spurs com Wembanyama em quadra.