Autor: Leandro Amorim

  • Vassell não quer só chegar – Spurs miram o título nas Finais

    Vassell não quer só chegar – Spurs miram o título nas Finais

    Cara, eu preciso falar uma coisa: o Devin Vassell dos Spurs tá com uma mentalidade que me impressiona. O garoto não tá satisfeito só por ter chegado nas Finais da NBA contra os Knicks — ele quer é ganhar essa bagaça toda.

    Quando perguntaram pra ele quando o time mudou da comemoração de ter batido o Thunder (os atuais campeões!) para o foco nos Knicks, a resposta foi direto ao ponto: “No dia seguinte, sinceramente. No voo, todo mundo tava empolgado. Mas a gente não chegou aqui pra dizer que somos campeões da Conferência Oeste. A gente quer sentar aqui e dizer que somos campeões da NBA, que ganhamos as Finais.”

    O cara que segurou a parada defensiva

    Olha, eu acompanho esse menino desde que chegou em San Antonio como pick da loteria em 2020, e ver ele agora fazendo a diferença é emocionante. Nas playoffs, Vassell tá com média de 13 pontos e quase 5 rebotes por jogo — números sólidos. Mas o que mais me impressiona mesmo é a defesa dele. O técnico Mitch Johnson não tá exagerando quando fala que ele pode ser o jogador mais consistente do time nos playoffs.

    E não é pouco mérito não, viu? O Vassell passou três temporadas sendo um dos dois principais pontuadores dos Spurs, mas sempre em times que não brigavam por nada. Agora ele tá provando a primeira temporada vencedora da carreira — e que temporada!

    “Experiência não importa” — será mesmo?

    Uma coisa que me chamou atenção foi quando o Vassell falou sobre toda essa conversa de que os Spurs são jovens demais pra estar nas Finais. O cara foi categórico: “Experiência não importa.” Disse isso depois de empatar a série contra o Thunder no jogo 4. Sinceramente? Eu meio que concordo com ele.

    Quando perguntaram se eles usam essas críticas como motivação, o Vassell mandou outra: “Honestamente, a gente tá tentando bloquear todo esse barulho. A gente ouviu isso o ano todo, isso e aquilo, mas agora estamos aqui, então não tem mais nada pra gente falar ou pensar sobre.”

    E vocês acham que ele tá sendo arrogante ou só confiante? Porque pra mim, essa mentalidade é exatamente o que você quer ver num time que pode se tornar um dos campeões mais jovens da história da liga.

    O núcleo que pode fazer história

    Pensem comigo: você tem o Vassell (6 anos de NBA), o Keldon Johnson (7 anos e o veterano do grupo), e um núcleo de 20 e poucos anos liderado pelo Wembanyama. É um time que chegou muito além do que qualquer um esperava — eu mesmo achava que iam brigar por playoffs, não por título.

    “A gente vai continuar fazendo o que tem feito, e isso tem dado certo pra gente. Então é só manter, continuar na mesma coisa que temos feito e não tentar pensar demais, porque estamos aqui por algum motivo”, disse o ala de Atlanta.

    Mano, eu tô hypado demais com essas Finais. Os Knicks têm experiência e tradição, mas esses moleques dos Spurs têm uma fome que me lembra dos times campeões de antigamente. Vai ser jogaço!

  • Mikal Bridges humilha jogador de North Carolina ao vivo

    Mikal Bridges humilha jogador de North Carolina ao vivo

    Cara, teve uma situação ontem que me fez rir muito e ao mesmo tempo sentir uma dó danada do garoto. O Caleb Wilson, que é estrela de North Carolina e provavelmente vai parar na NBA em breve, tava fazendo um trabalho de correspondente nas Finais e decidiu entrevistar o Mikal Bridges, do Knicks.

    Até aí, tudo normal, né? Só que o Wilson fez uma pergunta que… olha, sinceramente eu não sei se ele esqueceu da história ou se quis se arriscar mesmo.

    A pergunta que não devia ter sido feita

    “Qual foi sua melhor lembrança da faculdade?”, perguntou o Wilson pro Bridges. Cara, QUE PERGUNTA PERIGOSA pra fazer pra um cara que jogou em Villanova. E o Mikal não perdoou, não.

    “Provavelmente ganhar nossos campeonatos nacionais… contra UNC”, respondeu o Bridges, com aquele sorriso maroto. O Wilson até deu uma risada, mas imagino que por dentro deve ter pensado “poxa, me ferrei”.

    E olha, eu lembro muito bem desse jogo de 2016. Foi uma das finais mais absurdas que já vi na vida – aquele arremesso do Kris Jenkins na buzina, de três pontos, pra dar o título pra Villanova. 77 a 74. Simplesmente destruiu o coração da torcida de North Carolina.

    Bridges não jogou muito, mas participou da história

    O engraçado é que o próprio Bridges nem foi protagonista naquele jogo. Jogou só 15 minutos, fez 2 pontos. Mas tá aí – dez anos depois ainda usa isso pra zoar quem é de UNC. E olha que ele tem razão de se orgulhar, porque ganhou dois títulos por Villanova.

    Agora o cara tá a quatro vitórias de levantar outro troféu, só que dessa vez o Larry O’Brien, com o Knicks. Vocês acham que ele consegue completar a coleção? Eu tô torcendo – sempre gostei do jogo dele, muito sólido dos dois lados da quadra.

    Mas essa história me lembrou porque a gente tem que tomar cuidado com as perguntas que faz, né? Nunca se sabe quando vai tomar uma dessas na cara (risos). O Wilson aprendeu na prática que nem sempre vale a pena ser curioso demais.

  • Morreu Rick Adelman, lenda dos Rockets e um dos maiores da NBA

    Morreu Rick Adelman, lenda dos Rockets e um dos maiores da NBA

    Cara, que notícia triste pra começar a semana. Rick Adelman, um dos técnicos mais respeitados da história da NBA, morreu na segunda-feira aos 79 anos. E olha, esse cara foi muito mais que um simples treinador — foi uma lenda que marcou época em cinco franquias diferentes.

    A família ainda não divulgou a causa da morte, mas o que importa agora é celebrar o legado absurdo que ele deixou. Adelman está no top 10 de técnicos com mais vitórias na NBA — 1.042 wins em 23 anos de carreira. Isso é coisa de monstro mesmo.

    Uma passagem especial pelos Rockets

    Aqui no Houston ele chegou em 2007, contratado por um Daryl Morey ainda novato na função de GM. E cara, que contratação foi essa! Quatro temporadas comandando os Rockets e nunca teve uma campanha negativa, mesmo lidando com as lesões constantes do Yao Ming e Tracy McGrady.

    Mas a temporada 2008-09… meu Deus, que time era aquele! 22 vitórias consecutivas — até hoje é a quarta maior sequência da história da NBA. E não para por aí: levaram os Lakers do Kobe e Pau Gasol (que foram campeões naquele ano) até o sétimo jogo nas semifinais do Oeste. Foram o único time que conseguiu incomodar tanto assim os Lakers naqueles playoffs.

    Números que impressionam

    Sinceramente, quando você olha os números do Adelman, dá pra entender porque ele é considerado um dos grandes. 58,2% de aproveitamento na carreira inteira, 16 classificações pros playoffs em 23 temporadas, 11 campanhas com 50+ vitórias… É currículo pra poucos.

    Nos Rockets especificamente, ele fica como o quarto técnico com mais vitórias na história da franquia (193 wins), empatado com Kevin McHale. Perdendo só pro D’Antoni, McHale e Udoka. Nada mal pra quatro anos de trabalho, né?

    E vocês sabem o que mais me impressiona? O cara conseguiu manter um aproveitamento de 58,8% em Houston mesmo com todo aquele drama de lesões. Imaginem se o Yao tivesse ficado saudável…

    Enfim, perdemos mais uma lenda. Adelman deixa uma marca enorme na NBA e especialmente nos corações da torcida dos Rockets. Descanse em paz, mestre.

  • Robinson vai mesmo jogar as Finais? O pivô treinou e tá questionável

    Robinson vai mesmo jogar as Finais? O pivô treinou e tá questionável

    Olha, a situação do Mitchell Robinson tá me deixando ansioso pra caramba. O pivô dos Knicks operou a mão semana passada e ainda é incerteza pro Jogo 1 das Finais da NBA contra o Spurs. Mas o cara apareceu hoje em San Antonio sem tala nenhuma na mão — será que é sinal?

    Na terça-feira, Robinson fez trabalho individual na quadra e o técnico Mike Brown disse que ia conversar com o staff médico sobre os próximos passos. Depois, no treino, ele apareceu com uma bandagem na mão direita, mas conseguiu manejar a bola com as duas mãos e até arriscou alguns arremessos.

    O X da questão: ele quer jogar a qualquer custo

    Cara, o Ian Begley da SNY foi certeiro na análise: Robinson vai “empurrar com a barriga” pra jogar essas Finais. É aquela história né — o cara não quer perder a chance de enfrentar o Wembanyama numa decisão de NBA.

    E faz sentido. Robinson foi peça fundamental nessa campanha dos Knicks. Contra o Cavaliers nas finais da Conferência Leste, ele foi monstro: 8 pontos em 4 de 6 arremessos, 10 rebotes e +14 em apenas 18 minutos no jogo decisivo. O problema? Os lances livres, meu amigo.

    Sinceramente, ver o “hack-a-Mitch” funcionando dói na alma de qualquer fã dos Knicks. Foram apenas 2 de 14 nos lances livres contra os Cavs. Dois de quatorze! Contra os 76ers foi 6 de 16, e contra o Hawks, 5 de 13. É de chorar.

    Duelo de gigantes: Robinson vs Wembanyama

    Mas olha só — contra o Spurs, Robinson pode ser exatamente o que os Knicks precisam. Um pivô físico, alto, que consegue incomodar o Wemby na defesa. E vocês sabem como é, Finals da NBA não é hora de economizar jogador.

    O cara tem 26 anos, vai ser agente livre irrestrito no final da temporada, e jogou 60 jogos essa temporada — o maior número desde 2022-23. Médias modestas (5.7 pontos, 8.8 rebotes, 1.2 tocos), mas todo mundo sabe que Robinson não é sobre números ofensivos.

    Agora é aguardar. O relatório oficial de lesão listou ele como “questionável” com fratura no 5º metacarpo da mão direita. E aí, acham que ele joga? Eu apostaria que sim — mesmo que seja só pra incomodar a vida do Wembanyama por alguns minutos.

  • LeBron nos Warriors? Insider da Bay Area diz que é possível

    LeBron nos Warriors? Insider da Bay Area diz que é possível

    Olha, eu sempre achei que LeBron James no Warriors era só sonho de torcedor — uma daquelas ideias loucas que pipocam na internet mas nunca saem do papel. Mas agora um insider bem respeitado da Bay Area tá dizendo que essa possibilidade é mais real do que nunca.

    Tim Kawakami, do San Francisco Standard, soltou uma bomba recentemente falando sobre o futuro incerto do King nos Lakers. Na visão dele, os Warriors devem ser vistos como uma opção ‘muito viva’ se LeBron chegar na agência livre.

    ‘O processo já começou’, disse Kawakami. Cara, isso me arrepia só de imaginar.

    Os Lakers não tão garantindo nada

    A situação é a seguinte: LeBron acabou de completar sua 23ª temporada na NBA (absurdo, né?) e as coisas em Los Angeles não andam das melhores. Kawakami acha que voltar pros Lakers ainda é o cenário mais provável, mas também falou da possibilidade de ambos os lados repensarem essa parceria.

    E faz sentido, sabe? Os Lakers tão construindo o time em torno do Luka Doncic e uma timeline mais jovem. LeBron aos 41 anos pode não se encaixar nessa visão de longo prazo — por mais monstro que ele continue sendo.

    Warriors e LeBron: conexão que já existe há anos

    Essa história de LeBron nos Warriors não é nova, não. A franquia já tentou trocar por ele antes do deadline de 2024, e o cara desenvolveu uma relação forte com Curry, Draymond e até com o técnico Steve Kerr ao longo dos anos — seja como rivais ou companheiros na Seleção.

    Imagina só: Curry, LeBron, Draymond e Jimmy Butler no mesmo time? Sinceramente, seria um dos grupos mais icônicos da história da NBA. Pro Warriors que tá procurando uma última janela de título com Curry, trazer LeBron seria literalmente apostar todas as fichas.

    O problema? Grana. Os Warriors só conseguiriam oferecer a exceção de nível médio, uns 15 milhões de dólares. Pra um dos jogadores mais bem pagos da história, seria uma redução brutal no salário.

    Mas e aí, vocês acham que LeBron toparia abrir mão de uma grana preta pra correr atrás de mais um anel? Eu, particularmente, não duvido de nada quando se trata do King. O cara sempre surpreende.

  • Lakers contratam Yao Williams II: quem é o cara que vai cuidar das parcerias globais?

    Lakers contratam Yao Williams II: quem é o cara que vai cuidar das parcerias globais?

    Os Lakers não param de mexer no front office, pessoal. Agora foi a vez do Yao Williams II ser contratado como vice-presidente e chefe de parcerias globais do time. E olha, pelo currículo do cara, parece que os Lakers estão levando a sério essa história de expandir a marca mundialmente.

    Quem é Yao Williams II?

    O Williams tem mais de 20 anos de experiência em vendas globais e parcerias de marca no esporte e entretenimento. O cara já passou pela própria NBA e pelo Manchester City — sim, aquele time inglês cheio da grana. Mais recentemente, ele estava na Elevate Sports Ventures, onde co-liderava as parcerias globais.

    Na minha visão, contratar alguém com experiência internacional faz todo sentido pros Lakers. Eles querem ser mais que um time de basquete — querem ser uma marca global. E com o Manchester City no currículo, o Williams sabe como trabalhar com mercados internacionais.

    “Não poderia estar mais animado em ter o Yao Williams se juntando aos Lakers”, disse Lon Rosen, presidente de operações comerciais do time. Ele destacou que o Williams é um “líder envolvente com apetite por inovação”.

    Reformulação total no front office

    Essa contratação é só mais uma peça na reformulação completa que os Lakers estão fazendo desde que Mark Walter comprou o time por US$ 10 bilhões no ano passado. Dez bilhões! É dinheiro que não acaba mais.

    No lado de operações de basquete, eles contrataram recentemente o Rohan Ramadas como assistente de gerente geral para estratégia e sistemas de dados. E segundo o Rob Pelinka, ainda vem mais gente por aí — eles querem contratar outro assistente de GM para liderar scouting e desenvolvimento de jogadores antes do Draft de 23 de junho.

    Sinceramente? Acho que os Lakers estão montando uma máquina. Com essa nova propriedade bilionária, eles têm recursos pra contratar os melhores profissionais em cada área. E o Williams parece ser exatamente o tipo de executivo que eles precisavam pra expandir as parcerias globais.

    Vocês acham que toda essa reformulação vai se traduzir em títulos na quadra? Porque no fim das contas, é isso que a gente quer ver, né?

  • Spurs vs Knicks: relembre a história épica dos títulos de San Antonio

    Spurs vs Knicks: relembre a história épica dos títulos de San Antonio

    Cara, que coincidência absurda essa! Os Spurs estão de volta às Finais da NBA enfrentando justamente os Knicks — a mesma dupla de 1999, quando tudo começou pra franquia do Texas. 27 anos depois, é como se a história tivesse dado uma volta completa.

    Pra quem não acompanhava a NBA na época (ou ainda nem tinha nascido), preciso contar: os Spurs são uma máquina de títulos disfarçada de cidade pequena. Cinco anéis em 15 anos, monstro! Entre 1999 e 2014, San Antonio dominou a liga de uma forma que poucos times conseguiram na história moderna.

    A era dourada com o Big Three

    Tim Duncan, Tony Parker e Manu Ginóbili — esse trio vai ficar pra sempre na memória de qualquer fã de basquete. E todos sob o comando do Popovich, que continua lá até hoje como presidente de operações de basquete. O cara simplesmente criou uma cultura vencedora que durou décadas.

    O último título veio em 2014, numa revanche épica contra o Heat do LeBron. Lembram da final de 2013? Ray Allen quase matou os Spurs do coração com aquela bola de três nos últimos segundos. Mas em 2014, não teve conversa — San Antonio passou o rodo no Miami, vencendo os três últimos jogos por pelo menos 17 pontos de diferença. Foi tão dominante que o LeBron decidiu vazar de volta pra Cleveland.

    Kawhi Leonard levou o MVP daquelas finais, mas sinceramente, foi um esforço coletivo absurdo. Parker, Duncan e Ginóbili, todos com médias de dois dígitos. Basquete bonito de se ver.

    O jejum e o renascimento com Wemby

    Depois que o Big Three se aposentou, os Spurs entraram numa seca de seis anos longe dos playoffs (2019-2025). Pra quem estava acostumado com sucesso constante, foi doloroso de assistir.

    Mas aí chegou Victor Wembanyama. E cara, que diferença faz ter um fenômeno desses no seu time! Na terceira temporada dele, os Spurs já estão de volta às Finais. É coisa de maluco, mas o francesão tem essa capacidade de elevar todo mundo ao redor dele.

    O histórico completo dos títulos

    Vamos relembrar os cinco anéis dos Spurs:

    1999: 4-1 sobre os Knicks (MVP: Tim Duncan)
    2003: 4-2 sobre os Nets (MVP: Tim Duncan)
    2005: 4-3 sobre os Pistons (MVP: Tim Duncan)
    2007: 4-0 sobre os Cavaliers (MVP: Tony Parker)
    2014: 4-1 sobre o Heat (MVP: Kawhi Leonard)

    Duncan foi MVP em três finais — o cara era uma máquina de consistência. Nunca foi o mais flashy, mas sempre entregava quando precisava.

    O que vocês acham dessa volta dos Spurs às Finais? Wembanyama consegue trazer o sexto título pra San Antonio já na terceira temporada dele? Eu tô animado demais pra ver essa série!

  • Curry assina com marca chinesa e choca o mundo das chuteiras

    Curry assina com marca chinesa e choca o mundo das chuteiras

    Gente, eu não acreditei quando vi essa notícia. Stephen Curry — isso mesmo, o STEPHEN CURRY — acabou de assinar um contrato de 10 anos com a Li-Ning, uma marca chinesa de tênis. E não é qualquer contratinho não: o cara disse que é “maior que um contrato de tênis” e “maior que uma linha assinatura”.

    Olha, sinceramente? Eu não esperava essa. Desde novembro que o Curry tava jogando sem patrocinador depois que se separou da Under Armour. Durante essa “agência livre de tênis” (que expressão mais doida), o cara foi testando chuteira de todo mundo — até leiloou mais de 70 pares na Sotheby’s e arrecadou 1,7 milhão de dólares para caridade. Monstro demais.

    A parceria que ninguém viu vindo

    “Esta é a parceria de uma vida. O futuro da Curry Brand é com a Li-Ning”, escreveu o Chef no site dele. Cara, ele tá falando sério mesmo. A ideia é abrir lojas da Curry Brand nos Estados Unidos E na China. Isso é pensamento global de verdade.

    E eu entendo a lógica dele. Durante essa temporada testando tênis de várias marcas, ele ficou impressionado com a qualidade da Li-Ning. “Foi quando joguei com os tênis do Dwyane Wade e do Jimmy Butler que soube que a Li-Ning poderia ser a parceira certa”, disse o Curry. Butler, aliás, que joga no Warriors com ele, também tem contrato com a marca.

    Li-Ning não é qualquer marca

    Pra quem não conhece (eu confesso que conhecia pouco), a Li-Ning foi fundada em 1990 pelo ginasta chinês Li Ning — o cara ganhou seis medalhas nas Olimpíadas de 84, incluindo três de ouro. Na NBA, eles já tiveram alguns nomes conhecidos: Shaquille O’Neal, Baron Davis, Dwyane Wade… E hoje têm CJ McCollum no Hawks e D’Angelo Russell no Wizards.

    O primeiro jogador da NBA a assinar com eles foi Damon Jones em 2006, quando tava no Cavaliers. Mas convenhamos: ter o Stephen Curry é outro patamar completamente. Estamos falando do cara que tem o RECORDE de cestas de três da NBA. O impacto vai ser absurdo.

    Curry começou a carreira com a Nike (2009-2013) antes de ir pra Under Armour, onde ficou mais de uma década. Agora, aos 38 anos e entrando na 18ª temporada, ele tá apostando alto nessa parceria chinesa.

    Vocês acham que essa mudança pode abalar o mercado americano de tênis de basquete? Porque uma coisa é certa: se tem alguém que pode tornar uma marca chinesa relevante nos EUA, esse alguém é o Stephen Curry. E olha que ele ainda quer expandir pro golf também — o cara não para mesmo.

    Uma coisa eu garanto: os próximos anos vão ser interessantes demais pra acompanhar essa história. E quem sabe a gente não vê uns modelos da Li-Ning chegando aqui no Brasil também?

  • A fome de NY: o que um título dos Knicks significaria pra cidade

    A fome de NY: o que um título dos Knicks significaria pra cidade

    Cara, vocês têm noção do que tá rolando em Nova York? A cidade inteira tá respirando basquete. Os Knicks estão a quatro vitórias de quebrar um jejum que já dura décadas, e todo mundo — desde o Aaron Judge dos Yankees até a dona de casa no Brooklyn — tá vivendo isso como se fosse questão de vida ou morte.

    E olha, eu entendo perfeitamente. Imaginem o que seria pro torcedor brasileiro se o Flamengo nunca mais tivesse ganhado um Brasileirão desde os anos 70. É mais ou menos isso que os fãs dos Knicks vivem há 53 anos.

    Quando uma cidade inteira para

    O que mais me impressiona nas declarações que estão saindo por aí é como todo mundo se uniu em torno dessa campanha. O Aaron Judge, capitão dos Yankees, falou uma parada que me pegou: “Quando os Knicks vão bem, isso ajuda a gente aqui no Estádio também”. Mano, é isso aí — quando um time grande da cidade vai bem, toda a energia da metrópole muda.

    Mas a história que mais me emocionou foi da Shukura Gardner-Petrus. O pai dela morreu logo antes do Dia das Mães, estava acompanhando essas finais e dizendo “meus meninos vão conseguir”, mas não pôde ver. Agora ela tá vivendo cada jogo como se fosse uma homenagem pra ele. Sinceramente, isso aí não tem preço.

    A pressão de 53 anos

    Rick Pitino, técnico de St. John’s, lembrou dos títulos de 1970 e 1973 — época em que ele era moleque nas ruas de NY. O cara viveu aquela magia e sabe o que significa. E falou uma coisa interessante sobre o Jalen Brunson: “não se preocupem com ele ser do Second Team, ele é o melhor jogador da liga este ano”.

    Eu concordo com o Pitino. O Brunson tá jogando um basquete absurdo, carregando esse time nas costas. E o OG Anunoby na defesa? Monstro total. Essa dupla tá fazendo a diferença quando mais importa.

    Victor Cruz, que ganhou o Super Bowl com os Giants, comparou um possível título dos Knicks com o nascimento do filho dele. Pesado, né? “É uma experiência que eu nunca vou esquecer”, disse. E olha que o cara sabe o que é ganhar título grande em Nova York.

    O poder de unir uma metrópole

    Uma coisa que me chama atenção é como esse time conseguiu juntar gente que normalmente não se fala. O próprio Cruz mencionou isso: “traz fãs de todas as caminhadas da vida”. Em uma cidade dividida como Nova York, isso não é pouca coisa.

    Dan McCabe, diretor de uma escola, falou que pros alunos dele isso é “uma aula sobre resistência”. E realmente é. Quantas vezes esses caras não chegaram perto e frustraram? Quantas temporadas não terminaram em decepção?

    Mas 2026 parece diferente. A energia tá diferente. Até o técnico dos Mets, Carlos Mendoza, tá de olho: “A cidade inteira, os Mets, todo mundo tá com vocês”.

    E aí, vocês acham que finalmente chegou a hora? Quatro vitórias. Só isso. Entre os Knicks e a história. Eu, particularmente, tô torcendo pra que aconteça — essa fome toda merece ser saciada.

  • Wemby na NBA Finals aos 22? ‘Só 20 mil pessoas cabem na arena’

    Wemby na NBA Finals aos 22? ‘Só 20 mil pessoas cabem na arena’

    Cara, eu ainda não acredito que tô escrevendo isso. Victor Wembanyama, aos 22 anos, está a quatro vitórias do título da NBA. VINTE E DOIS ANOS. E sabe o que o monstro falou sobre a pressão das Finals? “Só 20 mil pessoas cabem na arena mesmo.”

    Olha, eu sei que ele tá tentando parecer tranquilo, mas sinceramente? O Spurs chegou nas Finals muito antes do esperado. A gente tava falando que seria um processo de 3-4 anos, e o cara simplesmente decidiu queimar etapas.

    A geração que não quer esperar

    E não é só o Wemby não. Stephon Castle tem 21 anos, Dylan Harper tem 20. Esses caras estão jogando Finals da NBA numa idade que a maioria dos jogadores ainda tá aprendendo a não ser expulso por reclamação com o árbitro.

    Por comparação: Jordan, Shaq, Kobe, até mesmo Duncan e Robinson (lendas do próprio Spurs) — nenhum deles chegou nas Finals na primeira temporada de playoffs. Mas essa garotada do San Antonio simplesmente atropelou o Oklahoma City Thunder, atual campeão, numa série de sete jogos que foi de outro planeta.

    E agora? Agora eles vão pegar o New York Knicks como FAVORITOS ao título. Vocês conseguem acreditar nisso?

    O lado emocional que ninguém vê

    Mas não pensem que o Wemby é uma máquina. Depois daquela vitória absurda no jogo 7 contra o Thunder, o cara ficou visivelmente emocionado. E ele mesmo admitiu: “A emoção foi algo que eu não sentia há muito tempo”.

    Essa é a parte que eu acho mais interessante. Ele pode falar que a pressão das Finals “não motiva” ele, mas é óbvio que significa algo. Como não ia significar? É a NBA Finals, cara!

    O Castle também falou sobre isso. Para um cara que só tem um ano de experiência na NBA, ele parece bem tranquilo. “Nunca foi um problema pra gente”, disse sobre a juventude do time. E olha, considerando que o cara foi campeão nacional com UConn no ano passado, talvez ele saiba do que tá falando.

    Contra o Knicks vai ser guerra

    Agora vem o teste de verdade. O Knicks chegou nas Finals com sede de título depois de décadas de sofrimento. Karl-Anthony Towns tá jogando o melhor basquete da vida dele, e aquele time tem uma fome que dá medo.

    Sinceramente? Eu não sei se o Spurs tá preparado para o que vem por aí. Uma coisa é eliminar o Thunder numa série épica na Conferência Oeste. Outra coisa é manter o foco contra um time que sabe que essa pode ser a única chance deles.

    Como o próprio Wemby disse: “Ainda não fizemos a parte mais difícil. O trabalho não tá nem perto de terminar”.

    E aí, vocês acham que essa juventude vai conseguir aguentar a pressão? Ou será que a experiência do Knicks vai falar mais alto? Game 1 é amanhã, e eu já tô ansioso demais para ver como essa história vai terminar.