Autor: Leandro Amorim

  • Chris Paul explica por que todo mundo respeita Wembanyama

    Chris Paul explica por que todo mundo respeita Wembanyama

    Cara, o Chris Paul acabou de soltar uma que me fez parar tudo pra pensar. O veterano — que jogou ao lado do Wemby na temporada passada — foi no podcast do Pat McAfee e basicamente explicou por que o francês é diferente de qualquer pivô que a gente já viu.

    “É a mentalidade dele, é por isso que todo mundo o respeita”, disse o CP3. “Ele não fala o que todo mundo acha que deveria falar. Ele expressa seus sentimentos reais, suas emoções reais, e pode fazer isso porque investiu o trabalho e o tempo.”

    O alienígena que não tem filtro

    E olha só, isso faz total sentido quando você para pra analisar. Quantos caras de 22 anos você conhece que falam o que pensam sem medo? A maioria dos jovens na NBA fica naquela de “pagar o pedágio” antes de se impor. O Wemby? Chegou falando grosso desde o primeiro dia.

    O maluco passou umas semanas com monges no Templo Shaolin (só isso já seria notícia aqui no Brasil) e ainda levou os companheiros pra assistir filme de terror depois de uma série desgastante de sete jogos contra o Thunder. Sinceramente, quem faz isso?

    Na minha visão, é exatamente essa autenticidade que separa ele do resto. Não é só o talento absurdo — embora 2,24m jogando como armador seja coisa de outro planeta. É a personalidade mesmo.

    Finals chegando e a pressão aumentando

    Agora o Spurs tá nas Finais contra o Knicks, e o Wemby virou meio que uma figura polarizada nos playoffs. Deu cotovelada no Naz Reid, não quis falar com a imprensa depois de um jogo ruim na série contra OKC, e ainda rolou uns papos de que ele mandou os companheiros darem falta dura no lixo do jogo.

    Mas sabe o que mais me impressiona? O cara tá cagando pra opinião pública. Ele sabe que legado se constrói com troféu, não com simpatia. E essa frieza mental é assustadora pra um pivô de terceiro ano.

    Chris Paul teve problemas de lesão e não conseguiu jogar muito com o francês, mas viu o suficiente pra entender que estamos diante de algo especial. “Ele vai te fazer questionar tudo que você aprendeu sobre o jogo”, disse o veterano.

    Vocês acham que essa mentalidade do Wemby vai ser suficiente pra levar o primeiro título pros Spurs desde 2014? Quarta-feira a gente descobre se esse alien realmente veio pra dominar a NBA ou se ainda precisa amadurecer um pouco mais.

  • Que pepino o Chet arrumou pro Thunder com aquele Game 7 horroroso

    Que pepino o Chet arrumou pro Thunder com aquele Game 7 horroroso

    Cara, o que aconteceu com o Chet Holmgren no Game 7 contra o Spurs foi de dar dó. Quatro pontos. QUATRO. Numa final de conferência, com a temporada na linha. Os fãs já tão zoando no McDonald’s pedindo “four-piece chicken nuggets” em referência ao desempenho dele. É brincadeira, mas dói.

    O Sam Presti, GM do Thunder, deve estar com uma baita dor de cabeça agora. Não que ele vá trocar o Chet — isso seria loucura depois de todo o investimento que fizeram no cara. Mas, sinceramente, aquela atuação vai ficar na cabeça de todo mundo durante toda a offseason.

    O Thunder não vai desistir do Chet tão fácil

    Olha, eu entendo a frustração da torcida. Ver seu pivô All-Star fazer 4 pontos num jogo decisivo é de arrancar os cabelos. Mas o Presti não é maluco de fazer uma loucura dessas depois de um Game 7 onde o time tava sem o Jalen Williams — que, convenhamos, faz uma diferença absurda.

    O cara acabou de ganhar um título no ano passado, tem um núcleo bilionário com Shai Gilgeous-Alexander (bicampeão de MVP), Jalen Williams e o próprio Chet. Você não joga fora um investimento desses por causa de um jogo ruim, por pior que tenha sido.

    Mas a real é que o Wembanyama e os Spurs não vão ficar mais fracos. Eles só vão melhorar. E o Thunder sabe disso.

    A conta vai chegar em 2026

    Aqui que a coisa fica interessante (e complicada). O Chet vai sair daquele contrato de rookie e passar a ganhar $41,5 milhões em 2026-27. De repente, o Thunder vai estar batendo no segundo teto salarial da NBA — aquele de $207,8 milhões que praticamente quebra a flexibilidade de qualquer franquia.

    Sabe aquelas trocas espertas que o Presti sempre faz? Tipo pegar o Jared McCain na trade deadline? Pois é, isso vai ficar muito mais difícil se ele não cortar salário agora no verão.

    E depois do que rolou contra o Spurs, ficou claro que eles precisam de mais opções no garrafão e na defesa de perímetro. Não dá pra depender só do Chet quando o Wembanyama tá do outro lado fazendo o que quer.

    Isaiah Hartenstein pode ser a solução

    Uma coisa que me chamou atenção foi como o Isaiah Hartenstein entrou no quarto período daquele Game 7. Enquanto o Chet tava completamente perdido, o cara fez aquele and-one que quase virou o jogo. E na defesa contra o Wemby? Monstro.

    Hartenstein provou que ter outro pivô de 2,10m que não tem medo de encarar desafio faz toda a diferença. Especialmente contra um time como o Spurs, que tem o Victor fazendo coisas absurdas a toda hora.

    A pergunta que fica é: vocês acham que o Presti vai conseguir manter o núcleo e ainda assim dar as peças que o Thunder precisa pra voltar às finais? Porque uma coisa é certa — esse vexame do Game 7 não pode se repetir.

  • KAT finalmente chegou lá: primeiro Finals da carreira aos 28 anos

    KAT finalmente chegou lá: primeiro Finals da carreira aos 28 anos

    Cara, eu não conseguia parar de sorrir vendo o Karl-Anthony Towns na coletiva das Finais da NBA ontem. O cara esperou 11 anos pra isso — 11 ANOS! — e agora tá ali, com o logo das Finals no peito, realizando um sonho que parecia cada vez mais distante quando ele tava apanhando em Minnesota.

    “Significa muito, porque durante toda minha carreira eu só conseguia ver esse logo das Finals na TV”, disse o KAT. “Então significa muito ser a pessoa que vê o logo na própria camisa e ter essa oportunidade.”

    Sinceramente? Essa frase me arrepiou. Imagina a frustração do cara todos esses anos, vendo outros jogadores brigando pelo título enquanto ele tava lá no frio de Minneapolis, perdendo nos playoffs ou nem chegando neles.

    A trajetória de sofrimento até Nova York

    O Towns entrou na liga em 2015 como uma das maiores promessas da sua classe de Draft. Big man com arremesso de 3, habilidade no garrafão, rebote… parecia que ia dominar a liga. Só que o basquete é coletivo, né?

    Em Minnesota, o cara teve temporadas monstruosas (já teve média de double-double por várias temporadas), mas o time nunca conseguiu decolar de verdade. Duas vezes chegou perto do sonho: perdeu nas Finais de Conferência pros Mavs em 2023, e no ano passado, já no Knicks, levou aquela pancada épica dos Pacers em seis jogos nas Finais do Leste.

    Duas vezes batendo na trave. Imagina a agonia?

    O timing perfeito em Nova York

    Agora, aos 28 anos, o KAT finalmente chegou lá. E olha que timing perfeito: é um remake das Finals de 1999 entre Knicks e Spurs! Inclusive, ressurgiram umas fotos antigas dele usando uma camisa daquelas Finals quando chegou no Knicks em 2024. Coincidência? Eu acho que não.

    Nestes playoffs, ele tá sendo o que sempre foi: consistente. Médias de 16.9 pontos, 10.6 rebotes e 5.9 assistências. Nada de números absurdos, mas fazendo o que precisa pra ganhar. E é isso que importa nas Finals, galera.

    Vocês acham que ele consegue ajudar os Knicks a quebrar a seca de 51 anos sem título? Eu tô torcendo muito, porque depois de tudo que esse cara já passou, ele merece levantar aquele troféu. E aí, quem vocês acham que leva essa Final?

  • Wemby faz história e iguala feito de Kobe e LeBron nas Finais

    Wemby faz história e iguala feito de Kobe e LeBron nas Finais

    Cara, eu não tô acreditando no que estou escrevendo aqui. O Victor Wembanyama, aos 22 anos, acabou de entrar num clube MUITO seleto da NBA. O francês se juntou a Kobe Bryant e LeBron James como os únicos jogadores da história a liderar seus times em pontuação nos playoffs chegando às Finais com 22 anos ou menos.

    Olha, eu sabia que o Wemby era especial, mas isso aqui é de outro nível mesmo.

    San Antonio nas Finais? Ninguém esperava isso

    Os Spurs de 2025-26 estão MUITO à frente do cronograma. Sinceramente, a maioria de nós achava que eles iam brigar por uma vaga nos playoffs mesmo — mas chegar às Finais? E ainda por cima eliminando o Oklahoma City Thunder, atual campeão? Monstro demais.

    Até agora nos playoffs, Wembanyama já marcou 394 pontos. Pra vocês terem noção, isso é 49 pontos a mais que o segundo maior pontuador dos Spurs (Stephon Castle). E o mais impressionante? Ele perdeu UM jogo só na primeira rodada contra o Portland.

    A construção perfeita em San Antonio

    Lembram de quando os Spurs eram um desastre completo na primeira temporada do Wemby? Jeremy Sochan jogando de armador na maior parte da temporada — era difícil de assistir, não vou mentir. Mas foi justamente isso que permitiu eles pegarem o Castle com a 4ª escolha do Draft de 2024.

    Na segunda temporada dele, o time melhorou bastante, mas um coágulo sanguíneo no final da campanha os fez cair na tabela. Resultado? Conseguiram subir no draft e pegar o Dylan Harper. Cara, que timing perfeito.

    O que mais me impressiona é como eles construíram esse elenco de forma inteligente. Nada de trocas desesperadas ou contratações malucas. Foi tudo pelo draft, com paciência. E agora? Eles têm o elenco PERFEITO ao redor do Wemby.

    Vocês acham que os Spurs conseguem levar mais um anel? Porque, olhando esse time, eu tô começando a acreditar que sim. O francês tá mostrando que a hype toda era justificada — e talvez até subestimada.

  • Wemby virou o pesadelo do Jazz? Spurs dominam o Oeste

    Wemby virou o pesadelo do Jazz? Spurs dominam o Oeste

    Cara, eu tô vendo o Victor Wembanyama demolir todo mundo no Oeste e só consigo pensar numa coisa: o Utah Jazz tá ferrado.

    É isso mesmo. Enquanto eu aqui torcia contra o Oklahoma City Thunder na final da Conferência (quem não gosta de ver o atual campeão caindo, né?), o francesinho de 2,24m simplesmente carregou o San Antonio Spurs nas costas e mostrou pra todo mundo que chegou pra ficar. E agora? Agora qualquer time que sonhe com o título vai ter que passar por cima dele.

    O monstro que o Oeste criou

    Olha, eu não vou mentir — ver o Wemby jogando desse jeito me dá arrepios. Não é só o tamanho absurdo, é a forma como ele controla o jogo dos dois lados da quadra. Enterradas brutais, tocos que mandam a bola na arquibancada, arremessos de 3 que não fazem sentido algum pra um cara daquela altura.

    E o pior? Ele tem só 22 anos! Enquanto a gente aqui no Brasil ainda tava tentando entender se ele era real ou ficção científica, o cara já tá levando time às finais de conferência. Os Spurs viraram uma máquina de 60 vitórias na temporada, e francamente, isso me assusta.

    Como é que o Jazz — ou qualquer outro time — vai competir com isso?

    A esperança utah (que pode ser ilusão)

    Mas calma aí, não vamos jogar a toalha ainda. O Jazz tem algumas cartas na manga que podem incomodar o gigante francês. Walker Kessler, aquele torres de 2,18m que bloqueia tudo o que vê pela frente, é uma das melhores defesas contra pivôs dominantes da liga.

    E tem o Jaren Jackson Jr. também — ex-Melhor Defensor do Ano que consegue espaçar a quadra no ataque e, pasmem, nunca perdeu pra Wembanyama nos confrontos diretos. Tá, eu sei que esses jogos foram antes do Spurs virar esse monstro de 60 vitórias, mas deixa eu sonhar um pouco, né?

    A ideia é simples: se você não consegue parar o Wemby com um jogador só (e convenhamos, ninguém consegue), pelo menos tenta recriar o impacto dele usando dois ou três caras. Kessler segura o garrafão, JJJ marca na linha dos 3, e torce pro plano dar certo.

    Realidade crua: estamos todos ferrados

    Sinceramente? Acho que estamos todos assistindo o nascimento de uma nova dinastia. Jogadores como Wembanyama simplesmente ganham títulos — é a lei da natureza no basquete. Tim Duncan fez isso por décadas em San Antonio, e agora parece que o francês vai continuar a tradição.

    O que me deixa genuinamente preocupado é que o Jazz finalmente parece pronto pra brigar por algo grande, mas o timing não podia ser pior. Justo agora que Utah monta um time competitivo, aparece esse alienígena pra estragar a festa.

    Agora é torcer pra que o New York Knicks consiga fazer milagre nas Finais e pelo menos adie essa dominação por mais um ano. Porque se o Wemby levantar o troféu agora, pode ir se preparando: os próximos anos no Oeste vão ser um pesadelo pra qualquer um que sonhe com o título.

    E vocês, acham que alguém consegue parar essa máquina francesa? Ou já podemos ir reservando os próximos cinco títulos pros Spurs?

  • Wemby pode quebrar recorde histórico do Duncan nas Finals

    Wemby pode quebrar recorde histórico do Duncan nas Finals

    Cara, 2026 tá sendo um ano absurdo para o basquete. Os Spurs estão de volta às Finals depois de anos no ostracismo, e agora o Victor Wembanyama tem a chance de quebrar um recorde que parecia intocável: o de bloqueios em uma única pós-temporada do Tim Duncan.

    Olha só que loucura: Wemby precisa de apenas 20 bloqueios nessa série contra os Knicks para superar as 79 rejeitadas que Duncan fez em 2003. Vinte bloqueios em sete jogos no máximo. Para um cara que já fez 12 bloqueios em UM jogo só nos playoffs, isso é totalmente possível.

    Os números não mentem

    Duncan não brinca quando o assunto é defesa. Além do recorde de 79 bloqueios em 2003, ele também tem o segundo lugar na história dos playoffs dos Spurs com 62 rejeitadas em 2007. Detalhe: nas duas ocasiões, San Antonio levou o título. Coincidência? Eu acho que não.

    Wembanyama tá numa média de 3.5 bloqueios por jogo nessa pós-temporada, com 23.2 pontos e 10.8 rebotes. Números de monstro mesmo. E aquele jogo contra Minnesota onde ele fez 12 bloqueios? Cara, eu nunca tinha visto algo assim nos playoffs.

    O novo rei de San Antonio

    Sinceramente, desde que o Wemby chegou, todo mundo sabia que ele tinha potencial para ser especial. Mas ver ele carregando os Spurs nas costas depois daquela série épica de sete jogos contra o Thunder… isso aí é coisa de lenda.

    Duncan e Robinson estavam lá assistindo a série contra OKC, e eu imagino o que deve ter passado pela cabeça dos caras. Ver o francesinho de 2,24m fazendo o que eles fizeram por décadas deve ser emocionante e assustador ao mesmo tempo.

    Em fevereiro, Wemby já tinha entrado para o seleto grupo dos únicos jogadores na história (junto com Duncan e Robinson) a fazer 20 pontos, 15 rebotes, 8 rebotes ofensivos e 5 bloqueios em um jogo. Agora ele pode quebrar mais um recorde histórico da franquia.

    E aí, vocês acham que ele consegue as 20 rejeitadas contra os Knicks? Eu tô torcendo muito, porque além do recorde, ainda tem aquele pequeno detalhe de trazer mais um anel para San Antonio. Seria poético demais.

  • Harper e Clarkson fazem história filipina nas Finais da NBA

    Harper e Clarkson fazem história filipina nas Finais da NBA

    Cara, que momento histórico estamos presenciando! Pela primeira vez na história, dois jogadores de origem filipina vão se enfrentar nas Finais da NBA. Dylan Harper, do Spurs, e Jordan Clarkson, do Knicks, carregam a bandeira das Filipinas no maior palco do basquete mundial.

    E olha, eu fico emocionado só de pensar no que isso representa. Harper, aos 20 anos, vai disputar sua primeira Final — imagine a pressão e a emoção ao mesmo tempo. Já o Clarkson tem experiência (esteve nas Finais de 2018 com Cleveland), então pode dar umas dicas pro garoto.

    O peso de representar um país inteiro

    “Eu acho que eu e ele (Clarkson) vamos fazer algo realmente especial, representando nosso país, de onde viemos, representando tudo no maior palco do basquete”, disse Harper numa coletiva. Mano, dá pra sentir a emoção na voz dele.

    E não é pra menos. Nas Filipinas, basquete é praticamente uma religião. Imagina só: dois caras com sangue filipino brigando pelo título da NBA. Isso é histórico, gente!

    Harper tem sido fundamental pro Spurs saindo do banco — 13.1 pontos, 5.3 rebotes e 2.6 assistências nos playoffs. Nada mal pra um rookie, né? E pelo visto, ele vai ter a missão pesada de marcar o Jalen Brunson. Vai ser um teste e tanto.

    DNA de campeão correndo nas veias

    Aqui entre nós, o garoto tem tudo pra dar certo. A mãe dele, Maria Pizarro-Harper, é filipina, e o pai? Nada mais, nada menos que Ron Harper — cinco anéis da NBA com Bulls e Lakers. Sangue de campeão corre na família.

    Inclusive, o pai dele andou rejeitando propostas de trade pelo filho no Twitter recentemente. Proteção paterna no modo ativado!

    Sinceramente, acho que independente de quem ganhe, essa Final já tá especial. Ver dois jogadores filipinos se enfrentando pelo título máximo do basquete é algo que vamos lembrar pra sempre.

    E aí, quem vocês acham que leva? Spurs ou Knicks? O Jogo 1 é amanhã em San Antonio, e eu tô ansioso demais pra ver esse duelo histórico!

  • Clarkson vs Harper nas Finais: dois filipinos fazendo história na NBA

    Clarkson vs Harper nas Finais: dois filipinos fazendo história na NBA

    Cara, que momento histórico estamos vivendo! Duas Finals da NBA com dois caras de origem filipina se enfrentando — Jordan Clarkson pelo Knicks e Dylan Harper pelo Spurs. Isso é simplesmente absurdo de tão especial.

    O Clarkson, que já tem 33 anos e uma carreira consolidada, não escondeu a empolgação de estar dividindo esse palco com o Harper. “É algo incrível que está acontecendo agora. Definitivamente inspirador para os filipinos-americanos e filipinos ao redor do país”, disse o veterano numa coletiva.

    O veterano de olho no rookie

    O mais legal é que o Jordan admitiu que tem acompanhado de perto a temporada fenomenal do Harper. E olha, faz sentido — ver um garoto de apenas 20 anos chegando nas Finals com tanta maturidade é de arrepiar mesmo.

    “Ele tem sido muito bom durante todo o ano. Eu tenho assistido ele, acompanhando também. Ele sendo tão jovem e tendo tanta tranquilidade durante esses playoffs todos, é ótimo ver uma jovem estrela chegando nesta liga e fazendo o que está fazendo”, comentou o Clarkson.

    E aí vem a frase que me deu arrepios: “Um de nós vai levar um campeonato de volta para casa, para as Filipinas, e representar bem isso.”

    Basquete sem fronteiras

    Sinceramente, eu acho que isso mostra o quanto o basquete virou um esporte verdadeiramente global. O Clarkson já defendeu as Filipinas na Copa do Mundo FIBA de 2023 e nos Jogos Asiáticos de 2018. O Harper, filho de mãe filipina, disse que se sente “abençoado” por estar nas Finals junto com o veterano.

    Imaginem só a emoção dos torcedores filipinos! De um lado torcem pelo Knicks por causa do Clarkson, do outro pelo Spurs por causa do Harper. Deve ser uma mistura de sentimentos única.

    No final das contas, independente de quem levar o anel, as Filipinas já ganharam. Ter dois representantes nas Finals da NBA? Isso é história pura, galera. E nós aqui no Brasil sabemos como é especial ver alguém da nossa “família” brilhando no maior palco do basquete mundial.

    Vocês acham que essa rivalidade amigável vai deixar o confronto ainda mais emocionante? Eu já tô ansioso pra ver como vai ser o primeiro encontro entre eles em quadra!

  • Wemby aceita massagear barriga do Guillermo pra dar sorte nas Finals

    Wemby aceita massagear barriga do Guillermo pra dar sorte nas Finals

    Gente, eu não esperava ver isso hoje. Victor Wembanyama — o fenômeno francês de 2,24m do San Antonio Spurs — literalmente massageou a barriga do Guillermo (aquele carinha baixinho do Jimmy Kimmel) durante o media day das NBA Finals. E o melhor de tudo? Fez isso com a maior naturalidade do mundo, usando até um chapéu de cowboy.

    A cena foi absolutamente hilária. Guillermo se aproximou do Wemby e soltou a pergunta mais aleatória possível: “Você quer esfregar minha barriga pra dar sorte?”. E o moleque, sem nem pestanejar, se abaixou e aceitou na boa. Cara, só o Wembanyama mesmo pra transformar um momento tenso de Finals em comédia pura.

    A magia funciona mesmo?

    Olha, se depender da temporada que o Wemby tá fazendo, qualquer amuleto da sorte é bem-vindo. O cara simplesmente destruiu nos playoffs — no jogo 7 decisivo contra o Oklahoma City Thunder, cravou 22 pontos, 7 rebotes e 3 tocos em 42 minutos de quadra. Quarenta e dois minutos, mano! E isso depois de ter feito um double-double monstruoso de 41 pontos e 24 rebotes no jogo 1 daquela série.

    Sinceramente, acho que o San Antonio não esperava estar de volta às Finals tão cedo. Mas aqui estamos nós — Spurs contra Knicks, exatamente como em 1999. A diferença é que agora eles têm essa torre francesa fazendo coisas absurdas em quadra.

    O confronto que todo mundo quer ver

    E aí, vocês acham que o Wemby consegue segurar a pressão contra Jalen Brunson e essa equipe cascuda dos Knicks? Porque uma coisa é dominar no Oeste, outra é enfrentar Nova York numa série de sete jogos. Os caras são duros na queda e não vão facilitar nada para o garoto francês.

    Se o Wembanyama conseguir levar o título logo na terceira temporada da carreira, vamos estar presenciando o nascimento de uma nova era no basquete. E quem sabe a barriga do Guillermo não seja realmente o amuleto da sorte que faltava? Stranger things have happened na NBA, né pessoal.

    Uma coisa é certa: independente do resultado, já valeu pelo momento de descontração. Às vezes é isso que um time precisa antes de uma Final — um pouco de bom humor para aliviar a tensão. Game 1 é amanhã, e eu tô curioso pra ver se a “sorte da barriga” vai funcionar mesmo.

  • Garland desabafa sobre eliminação dos Cavs: ‘Foi difícil assistir’

    Garland desabafa sobre eliminação dos Cavs: ‘Foi difícil assistir’

    Cara, quando você vê seu ex-time sendo varrido nos playoffs, o coração aperta mesmo. E foi exatamente isso que aconteceu com Darius Garland ao assistir os Cleveland Cavaliers tomando uma saraivada de 4-0 dos New York Knicks na final da Conferência Leste.

    O armador, que foi negociado no meio da temporada para o Los Angeles Clippers, não escondeu a decepção em participação no podcast Ball In The Family. “Foi meio difícil de assistir”, disse Garland. E olha, eu entendo perfeitamente o cara.

    A queda livre de Cleveland

    Os Cavaliers começaram a temporada voando, né? Garland lembrou exatamente disso: “Vendo como a gente estava jogando no começo do ano, e depois essa mudança total de 180 graus, algo completamente diferente em quadra”.

    E realmente foi de cair o queixo. O time que passou por Toronto Raptors e Detroit Pistons sem grandes problemas simplesmente derreteu contra os Knicks. Zero resistência. O ataque equilibrado de Nova York foi um tsunami que Cleveland não conseguiu segurar.

    Sinceramente? Dá pra sentir a frustração na voz do Garland. Sete anos vestindo a camisa dos Cavs, vendo aquele potencial todo indo por água abaixo logo depois que ele saiu…

    O renascimento em Los Angeles

    Mas nem tudo são flores ruins na vida do armador. Desde que chegou aos Clippers (em troca do James Harden e uma escolha de segunda rodada), o cara parece ter encontrado sua casa.

    “Tem sido incrível, mano”, comentou Garland. “Chegar em um sistema onde posso realmente ser eu mesmo. Ter a bola na mão na maior parte do jogo e controlar o ritmo da partida. É como ser um segundo técnico em quadra.”

    E essa é a diferença, galera. Às vezes um jogador só precisa do ambiente certo pra mostrar seu valor. Em Cleveland, Garland estava meio perdido no sistema. Em LA, virou o maestro que sempre soube que podia ser.

    “Recuperei minha alegria”, disse ele. E olha, dá pra ver isso em quadra mesmo. O cara tá jogando um basquete solto, criativo, que lembra o Garland que conhecíamos.

    Vocês acham que os Cavs se arrependeram da troca? Porque vendo o que aconteceu nos playoffs, parece que mandaram embora justamente quem poderia ter feito a diferença quando a coisa apertou.