Autor: Leandro Amorim

  • Silver admite: NBA não quer campeão diferente todo ano

    Silver admite: NBA não quer campeão diferente todo ano

    Olha só que declaração interessante do Adam Silver antes do Jogo 1 das Finais. O comissário da NBA basicamente admitiu que a liga não está necessariamente buscando ter um campeão diferente a cada temporada. Isso me pegou de surpresa, não vou mentir.

    Com Spurs e Knicks na decisão, a NBA vai ter seu oitavo campeão diferente em oito anos. Absurdo quando você para pra pensar, né? E o Silver foi bem direto sobre isso: “Não significa que necessariamente estamos procurando ter um campeão diferente todo ano, mas queremos garantir que os 30 times da liga, independente do tamanho do seu mercado, tenham oportunidade de competir.”

    A fórmula que tá funcionando

    Na minha visão, o cara tocou no ponto central. Não importa se você é New York (um dos maiores mercados) ou San Antonio (um dos menores) — o que faz a diferença é gestão forte, cultura vencedora e basquete de equipe. Simples assim.

    E sinceramente? Acho que essa é a receita certa. Não adianta forçar paridade artificial. O negócio é criar condições iguais pra todo mundo brigar pelo título.

    Novo CBA mudando o jogo

    A grande sacada foi o novo acordo coletivo de 2023, que criou um segundo “apron” — basicamente, penalidades pesadíssimas pra times que gastam muito além do luxury tax. Isso tá forçando os gigantes a pensarem duas vezes antes de montar super times.

    E tá funcionando, cara. Nos últimos quatro anos, tivemos o máximo possível: oito times diferentes nas Finais. Quando foi a última vez que vimos isso? Eu não consigo lembrar de uma época com tanta imprevisibilidade.

    O que vocês acham? Preferem essa “paridade natural” que temos hoje ou sentem falta daquelas dinastias que dominavam por anos? Eu tô curtindo demais essa fase da liga, mas confesso que às vezes bate uma nostalgia dos Lakers do Kobe ou dos Warriors do Curry na época áurea.

    Uma coisa é certa: essas Finais entre Spurs e Knicks mostram que qualquer time pode chegar lá com o trabalho certo. E isso, meus amigos, é o que faz a NBA ser monstruosa.

  • Knicks leiloa cadeiras VIP ao lado de Spike Lee nas Finals

    Knicks leiloa cadeiras VIP ao lado de Spike Lee nas Finals

    Cara, vocês viram essa? Os Knicks vão leiloar duas cadeiras na fileira das celebridades pro Jogo 3 das Finals no Madison Square Garden. Isso mesmo — você pode sentar literalmente ao lado do Ben Stiller e do Spike Lee vendo basquete de primeira.

    E olha só o contexto: essa é a primeira vez que as Finals voltam pra Nova York desde 1999. DESDE 1999, gente! Eu nem tinha nascido direito quando isso aconteceu pela última vez (ok, talvez já tivesse, mas vocês entenderam). A fome dos fãs dos Knicks tá tanta que eles estão comprando ingressos em Atlanta, Filadélfia e Cleveland só pra acompanhar os playoffs do time.

    As cadeiras mais cobiçadas da NBA

    Os assentos são na seção VIP 10, fileira AA, poltronas 25 e 26. Praticamente no centro da quadra, onde normalmente ficam Tracy Morgan, Timothée Chalamet e outros famosos que são presença garantida no Garden. Sinceramente, deve ser um negócio surreal assistir um jogo dali — imagina a energia quando o RJ Barrett mete uma enterrada dessas?

    O mais louco é que essas cadeiras nem são vendidas normalmente. A franquia só dá de presente pros famosos mesmo. Então essa pode ser sua única chance de sentar naquele lugar mítico.

    Leilão começa quinta-feira

    O leilão rola de quinta ao meio-dia até domingo às 17h no site dos Knicks. Todo o dinheiro vai pra Garden of Dreams Foundation, que ajuda crianças carentes da região. Pelo menos se alguém gastar uma fortuna nisso, vai ser por uma boa causa.

    Mas vocês conseguem imaginar quanto vai sair isso? Com a sede que o torcedor dos Knicks tem de ver o time nas Finals depois de quase três décadas… Vai ser uma loucura. Eu chuto que vai passar fácil dos seis dígitos. E aí, quem de vocês vai dar o lance?

  • Silver mantém regra dos 65 jogos e investigação do Kawhi tá quase no fim

    Silver mantém regra dos 65 jogos e investigação do Kawhi tá quase no fim

    Olha, o Adam Silver não tá brincando em serviço. O comissário da NBA deixou bem claro que a famosa regra dos 65 jogos veio pra ficar, mesmo com toda a pressão dos astros e agentes. E sinceramente? Eu entendo o lado dele.

    Falando antes do Jogo 1 das Finais, Silver foi direto ao ponto: “Não estou pronto pra apoiar uma mudança”. A regra, que obriga os caras a jogarem pelo menos 65 partidas (cerca de 80% da temporada regular) pra serem elegíveis aos prêmios individuais, tá funcionando exatamente como a liga queria.

    Os números não mentem, galera

    E olha que dado absurdo: antes da regra entrar em vigor na temporada 2023-24, cerca de um terço dos jogadores do All-NBA nem chegavam aos 65 jogos! Um terço, cara. É muito load management mesmo.

    Nesta temporada, apenas duas exceções foram aprovadas: Luka Dončić (que perdeu jogos por causa do nascimento do filho) e Cade Cunningham (que sofreu um pneumotórax). Já o Anthony Edwards tentou apelar e foi negado. A liga tem critério, né?

    “Acho que a regra está funcionando”, disse Silver. E eu concordo – finalmente os fãs podem ter mais certeza de ver seus ídolos em quadra quando compram ingresso.

    O caso Kawhi Leonard tá chegando ao fim

    Agora, sobre aquela investigação louca envolvendo Kawhi Leonard e a empresa Aspiration – cara, essa história é de filme. A investigação independente que começou em setembro tá quase terminando, segundo Silver.

    Pra quem não lembra: Leonard assinou um contrato de endosso de 4 anos e US$ 28 milhões com a Aspiration em 2022, mas o jornalista Pablo Torre alegou que ele nunca fez trabalho promocional nenhum pra empresa. Pior ainda: o contrato seria cancelado se ele saísse dos Clippers. Isso seria burlar o salary cap na cara dura.

    O timing é suspeito demais – Steve Ballmer (dono dos Clippers) investiu US$ 50 milhões na Aspiration na mesma época que o time fechou um patrocínio de US$ 300 milhões com a empresa. Coincidência? Eu duvido.

    Joseph Sanberg, cofundador da Aspiration, já foi condenado a 14 anos de prisão por fraude. E Silver deixou claro que nem o Prêmio Pulitzer que Torre ganhou pela reportagem nem essa condenação vão influenciar a decisão.

    “Não estaria fazendo meu trabalho se tomasse uma decisão baseada em percepção”, disse o comissário. “Meu trabalho é seguir os fatos.”

    A firma de advocacia que tá conduzindo a investigação vai entregar as conclusões pro Silver em breve. E aí? Vocês acham que os Clippers vão tomar punição pesada se for comprovada a burla?

    Uma coisa é certa: essa história toda mostra como a NBA não brinca quando se trata de salary cap. E olha que o Kawhi já ganhava US$ 176 milhões em 4 anos… será que precisava mesmo de mais US$ 28 milhões assim?

  • Silver tenta, Jordan tenta, mas briga Dolan x Oakley segue firme

    Silver tenta, Jordan tenta, mas briga Dolan x Oakley segue firme

    Cara, que situação mais bizarra. Os Knicks estão nas Finals pela primeira vez em 27 anos — 27 ANOS! — e uma das maiores lendas do time não pode nem pisar no Madison Square Garden por causa de uma treta que já dura quase uma década.

    Adam Silver, o comissário da NBA, foi questionado sobre a ausência de Charles Oakley entre os ex-jogadores que estão enchendo o Garden nessa campanha histórica dos Knicks. E a resposta dele foi meio constrangedora, pra ser sincero.

    Até Michael Jordan tentou ajudar

    “É uma vergonha que eu tentei, Michael Jordan também tentou, intermediar a paz entre Charles e Jim Dolan”, disse Silver antes do Jogo 1 das Finals em San Antonio. “Nossos esforços não deram certo. Acho que é uma pena para a NBA que essa situação continue.”

    Olha, quando até o Michael Jordan tenta resolver uma treta e não consegue, você sabe que a coisa está feia mesmo. E sinceramente? Acho que isso mostra o quanto o James Dolan consegue ser teimoso.

    Pra quem não lembra (ou quer esquecer), Oakley foi literalmente arrastado da sua cadeira no Garden durante um jogo em fevereiro de 2017. O cara foi PRESO. Depois processou o Dolan e o Madison Square Garden por agressão e difamação. Sete anos depois, a briga judicial continua rolando nos tribunais federais.

    Uma ausência que dói nos Knicks

    A parada fica ainda mais triste quando você para pra pensar. Silver citou Patrick Ewing, Allan Houston, John Starks e Walt Frazier como lendas dos Knicks que estão presentes nessa campanha. Oakley? O cara que foi fundamental naqueles times dos anos 90 que chegaram às Finals de 94? Fora da história.

    “Acho que uma das coisas que torna essa liga tão especial é esse ambiente familiar que temos”, disse Silver. Meio irônico, né? Família que briga tanto assim…

    Na minha opinião, isso é maior que basquete. Oakley dedicou uma década da carreira dele aos Knicks, foi ídolo da torcida, enfrentou os Bulls do Jordan de igual pra igual. E agora não pode nem assistir um jogo do time que ele ajudou a construir por causa do ego ferido do dono.

    Vocês acham que essa treta vai acabar um dia? Ou o Dolan vai levar isso pro túmulo mesmo?

  • Knicks x Spurs no jogo 1 das Finais: era do Wembanyama começa agora?

    Knicks x Spurs no jogo 1 das Finais: era do Wembanyama começa agora?

    Cara, chegou a hora. As Finais da NBA de 2026 começam hoje à noite, e sinceramente? Eu não consigo parar de pensar numa coisa: será que estamos vendo o início da era Wembanyama?

    Do lado esquerdo temos o New York Knicks, que literalmente atropelou todo mundo no Leste — incluindo uns caras aí de Filadélfia que a gente conhece bem. É a primeira Final dos Knicks desde 1999. Pra vocês terem ideia de quanto tempo faz: todo o quinteto titular dos Spurs nem tinha nascido quando os Knicks jogaram sua última Final. Absurdo, né?

    O monstro francês contra a fome de Nova York

    Do outro lado, San Antonio acabou de vencer o atual campeão Oklahoma City Thunder numa série de sete jogos que foi de tirar o fôlego. E olha, com Victor Wembanyama dominando os garrafões e um elenco jovem que tá voando, a gente pode estar vendo o nascimento de uma nova dinastia.

    O mais engraçado? Essa Final é na verdade uma revanche. Lembram da NBA Cup em dezembro? Os Knicks ganharam dos Spurs. E pelo visto alguém guardou essa informação…

    Tem um vídeo circulando do Dylan Harper gritando pro Castle e pro Wemby: “Ô! Ô! A gente tem que vingar a Copa!” Cara, eu amo esse tipo de rivalidade que vai se construindo.

    Descanso versus ritmo de jogo

    Agora, uma parada interessante: os Knicks não jogam desde 25 de maio, quando fecharam a série contra Cleveland com uma varridinha. Nove dias parados. Será que perderam o ritmo ou estão descansadões pra voar?

    Os Spurs tiveram três dias de descanso depois daquele jogo 7 épico em OKC. Na minha visão, três dias é o tempo perfeito — você se recupera mas não esfria.

    E aí, pessoal do Sexto Homem, quem vocês acham que leva essa primeira? Eu confesso que tô dividido. Por um lado, quero ver se o Wemby consegue mostrar que é realmente O CARA nas Finais. Por outro, os Knicks têm uma fome que eu não via há anos.

    O jogo rola às 21h30 (horário de Brasília) no Frost Bank Center, em San Antonio. ABC transmite nos EUA. Aqui no Brasil, vamos torcer pra ESPN ou SporTV pegarem. Se não pegarem, já sabem… streams aí que vocês se virem!

  • Silver confirma: NBA Europa chegando em 2027, e Wemby é a cara disso

    Silver confirma: NBA Europa chegando em 2027, e Wemby é a cara disso

    Gente, finalmente saiu da gaveta! Adam Silver confirmou ontem que a liga europeia da NBA está caminhando pra ser realidade já na temporada 2027-28. E sinceramente? Não podia ter timing melhor, com o Wembanyama destruindo tudo nas finais da NBA.

    O comissário falou antes do primeiro jogo das finais em San Antonio que os planos estão “muito no cronograma” e que as propostas finais das franquias vencem no fim de junho. Cara, imaginem só – NBA oficial na Europa, com times de verdade disputando uma liga própria junto com a FIBA.

    Wemby é o cara da expansão europeia

    Olha, eu sempre achei que o Wembanyama ia ser especial, mas ver o impacto dele na Europa é absurdo. O moleque leva San Antonio pras finais no segundo ano de carreira e os franceses tão fazendo watch party às 2h30 da manhã! Na minha opinião, ele virou o rosto da NBA na Europa de uma forma que nem LeBron conseguiu.

    E tem mais: os Spurs vão jogar duas partidas da temporada regular na França e Inglaterra – Paris no dia 14 de janeiro contra o Pelicans, e Manchester no dia 17. Adivinhem quais cidades tão na lista pra ter times na nova liga europeia?

    A temporada passada, quando o Wemby jogou em Paris contra o Pacers, foi uma loucura total. Ingressos esgotados na velocidade da luz. E olha que a NBA já vinha flertando com a Europa muito antes do francês chegar, mas agora virou questão de tempo.

    Seattle e Las Vegas também no radar

    Mas não é só Europa não. Silver confirmou que as conversas sobre expansão doméstica em Seattle e Las Vegas continuam rolando. Várias grupos interessados, galera com dinheiro de sobra querendo entrar na brincadeira.

    Só que calma aí – não tá garantido ainda. Silver foi claro: “Não é conclusão óbvia que vamos expandir”, mas prometeu decisão até o fim de 2026. Vocês acham que rola mesmo? Eu acho que sim, principalmente depois de ver como Vegas abraçou o hockey e o football.

    E aí tem aquela investigação chata dos Clippers ainda rolando – aquela história dos 28 milhões do Kawhi Leonard que pode ter burlado o salary cap. Silver disse que tá de saco cheio dessa investigação e quer resolver logo. Francamente, também acho que já deu, né?

    No final das contas, 2027 pode ser o ano que a NBA vira oficialmente global. Europa com liga própria, possível expansão nos EUA… o jogo tá crescendo de um jeito que eu nunca vi. E com jogadores como Wembanyama sendo a cara dessa expansão, só posso dizer: que venha logo essa revolução!

  • Robinson volta! Knicks têm pivô na Final da NBA

    Robinson volta! Knicks têm pivô na Final da NBA

    Olha, eu não esperava isso acontecer tão rápido, mas o Mitchell Robinson vai jogar sim no Jogo 1 da Final da NBA contra o Spurs. O cara quebrou a mão direita — especificamente o osso do mindinho — depois da varrida nos Cavaliers na Final do Leste, fez cirurgia e tudo, mas tá liberado pra entrar em quadra.

    Sinceramente? Isso pode ser uma peça importante pro Knicks. Eu sei que o Robinson não é um All-Star, mas em uma Final da NBA cada rebote conta, cada enterrada conta. E convenhamos, 5.5 rebotes em apenas 14 minutos saindo do banco nos playoffs não é brincadeira.

    A corrida contra o tempo

    O Ian Begley da SNY falou na terça que o próprio Robinson tava pressionando pra voltar. Imagina a situação: você tá na sua primeira Final da NBA na carreira e fica de fora por causa de uma fratura na mão? Eu entendo a ansiedade do cara.

    Vi que ele fez alguns treinos em San Antonio usando uma proteção na mão direita. Deve ser estranho jogar assim, mas pelo menos não vai atrapalhar muito já que ele é destro mesmo. O importante é que conseguiu convencer os médicos de que dá pra ir.

    Peça no quebra-cabeças

    Números de Robinson nesses playoffs: 5.3 pontos, 5.5 rebotes e 0.6 tocos em 14 minutos. Não são números absurdos, mas olha o contexto — ele sai do banco e faz o trabalho sujo. Contra um time como o Spurs, que tem Wembanyama lá na frente, qualquer ajuda no garrafão é bem-vinda.

    E aí, vocês acham que ele aguenta uma Final inteira com a mão machucada? Eu tô curioso pra ver como vai ser. Uma coisa é treinar, outra é disputar rebote com o Victor Wembanyama na Final da NBA.

    Final da NBA com o Knicks depois de décadas… cara, só de escrever isso aqui já dá arrepio. Robinson voltando machucado só mostra o quanto essa oportunidade é especial. Vamos ver se ele consegue ajudar Nova York a buscar esse título histórico.

  • Silver mantém regra dos 65 jogos e defende: ‘Tá funcionando’

    Silver mantém regra dos 65 jogos e defende: ‘Tá funcionando’

    Olha, o Adam Silver não tá nem um pouco afim de mexer na polêmica regra dos 65 jogos. Falando antes do Jogo 1 das Finals entre Spurs e Knicks na quarta-feira, o comissário da NBA bateu o pé: “A regra tá funcionando”.

    Pra quem não lembra, desde a temporada 2023-24 a liga criou essa regra que exige que os caras joguem pelo menos 65 partidas na temporada regular pra serem elegíveis pros prêmios individuais — MVP, All-NBA, essas paradas todas. São quase 80% dos jogos da temporada.

    O problema do load management

    A ideia por trás disso é meio óbvia: fazer os astros jogarem mais na temporada regular ao invés de ficarem descansando ou “gerenciando lesões”. E sinceramente, era necessário mesmo.

    Os números são absurdos quando você para pra pensar. Nos anos 80 e 90, os principais jogadores perdiam menos de 11 jogos por temporada. Nos anos 2010, isso subiu pra 17,5 jogos. No início desta década? Quase 24 jogos por ano. Ou seja, os caras tavam basicamente perdendo um terço da temporada.

    Imagina se o Luka ou o Giannis simplesmente decidissem não jogar 30 jogos por ano? O torcedor que paga ingresso caro fica no prejuízo total.

    As exceções que confirmam a regra

    Mas nem tudo são flores. Nesta temporada a regra gerou uma baita polêmica. O Luka Dončić jogou 64 partidas (uma a menos que o mínimo) por causa de uma lesão no posterior da coxa. O Cade Cunningham do Pistons jogou 63 por um pulmão colapsado — imagina só.

    Os dois apelaram pra liga e conseguiram a elegibilidade, até ganharam vaga no primeiro time All-NBA. Mas sabe quem se deu mal? O Anthony Edwards do Minnesota. O cara jogou apenas 60 partidas, perdeu 11 dos últimos 14 jogos com lesão no joelho, teve médias absurdas (28,8 pontos, 5 rebotes, 3,7 assistências) e mesmo assim foi negado no recurso.

    Cara, eu acho meio injusto com o Ant-Man. O garoto tá jogando um basquete monstro, mas se machucou na reta final. É diferente de alguém que escolhe não jogar, né não?

    Silver não muda de opinião

    Mesmo com as críticas, o Silver tá firme na decisão: “Não tô pronto pra apoiar uma mudança ainda”. Ele disse que quando rolar a negociação do novo acordo coletivo com o sindicato dos jogadores, aí eles podem conversar sobre isso.

    E olha, o cara tem um ponto quando fala: “Não importa onde a gente coloque a linha, sempre vai ter jogadores do outro lado dela”. É verdade. Se fosse 60 jogos, alguém ia jogar 59. Se fosse 70, alguém ia jogar 69.

    O acordo atual vai até a temporada 2029-30, então pelo menos pelos próximos quatro anos essa regra vai continuar aí. E vocês, acham que tá certo ou deveria ter mais flexibilidade pra casos de lesão? Eu tô dividido, porque entendo os dois lados da história.

  • NBA Europa vem aí! Silver confirma liga pra 2027 com 16 times

    NBA Europa vem aí! Silver confirma liga pra 2027 com 16 times

    Galera, preparem-se porque o Adam Silver acabou de soltar uma bomba que vai mexer com tudo que a gente conhece sobre basquete europeu. O comissário da NBA confirmou que a NBA Europa deve começar na temporada 2027-28, e as propostas finais dos times interessados vencem no fim deste mês.

    “Estamos muito dentro do cronograma”, disse Silver antes das Finais da NBA. “É nossa esperança e expectativa que essa liga seja lançada na temporada 2027-28 na Europa.” Cara, imagina só — uma liga da NBA rodando do outro lado do Atlântico!

    Como vai funcionar essa parada?

    Aqui que a coisa fica interessante (e meio controversa, não vou mentir). Silver revelou que serão 16 times: 12 franquias permanentes e 4 vagas rotativas através de um sistema de acesso limitado. Basicamente, uma mistura de liga fechada com liga aberta — meio estranho, mas pode dar certo.

    Alguns times já existem na Europa e outros serão criados do zero. As cidades na mira incluem Roma, Milão, Londres, Manchester, Paris, Lyon, Madrid, Barcelona, Munique, Berlim, Atenas e Istambul. Monstro de mercados, né?

    O que me deixa curioso é como isso vai afetar a EuroLeague atual. Silver disse que as negociações estão rolando, mas que eles vão em frente de qualquer jeito. Meio tenso pra galera que já tá estabelecida por lá.

    Luka Dončić comprando time na Itália?

    Aqui tem uma parada que tá dando o que falar. O Luka comprou uma parte do Vanoli Cremona no mês passado, com planos de levar o time pra Roma e concorrer por uma vaga na NBA Europa. Absurdo, né?

    Só que tem um problema: jogadores da NBA não podem ter participação em times da liga. Com a NBA Europa ainda é zona cinzenta, e Silver admitiu que isso ainda não foi resolvido. “Isso é uma questão que temos que resolver com a associação dos jogadores”, ele disse.

    Sinceramente? Acho que deviam deixar os caras investirem. Imaginem o Giannis com um time na Grécia ou o Tony Parker montando algo em Paris. Seria épico demais.

    Vai dar certo ou vai ser outro fiasco?

    Olha, eu tô otimista, mas também preocupado. Essa história me lembra muito da Superliga Europeia do futebol que foi um desastre total em 2021. A diferença é que o basquete europeu não tem a mesma tradição centenária do futebol.

    Por outro lado, o mercado europeu tá crescendo absurdamente. Temos cada vez mais europeus dominando a NBA — Jokić, Dončić, Giannis, Wembanyama. É natural que o interesse por lá exploda também.

    A grande questão é: será que a EuroLeague vai aceitar ser “absorvida” ou vai fazer guerra? E vocês, acham que essa NBA Europa vai dar liga ou vai ser só mais uma tentativa que não cola?

    Uma coisa é certa: 2027 promete ser um ano revolucionário para o nosso esporte favorito.

  • Terry Rozier quer volta à NBA mesmo com acusação de manipulação

    Terry Rozier quer volta à NBA mesmo com acusação de manipulação

    Mano, que situação maluca é essa do Terry Rozier? O cara tá pedindo pro juiz flexibilizar as condições da fiança dele porque quer voltar pra NBA — mesmo sendo acusado de participar de um esquema de apostas que envolveu subornar jogadores.

    Pra quem não lembra, Rozier foi preso pelo FBI em outubro passado. A acusação? Conspiração para fraude, lavagem de dinheiro e corrupção no esporte. Dizem que em março de 2023, quando ainda jogava pelo Charlotte Hornets, ele teria recebido 100 mil dólares pra sair mais cedo de um jogo e fazer os apostadores ganharem dinheiro nas apostas de desempenho individual dele.

    O problema da fiança

    Como parte das condições da fiança, Rozier não pode ter contato nenhum com os Hornets — time onde jogou de 2019 até ser trocado pro Miami Heat em janeiro de 2024. E aí que tá o pepino: o advogado dele argumenta que essa proibição tá “injustamente punitiva” e pode acabar com qualquer chance do Terry voltar pra liga.

    Olha só a lógica: se ele não pode jogar contra os Hornets, tecnicamente ele tá falhando em “prestar serviços” pro time que eventualmente o contratasse. E isso praticamente elimina qualquer chance de alguma franquia querer assinar com ele. Sinceramente? Faz sentido, mesmo considerando toda a confusão que ele tá metido.

    NBA não tá facilitando

    A liga colocou Rozier em licença quando ele foi preso, e a coisa só foi piorando. Primeiro, um árbitro disse que a NBA não podia reter os 26,6 milhões de dólares do salário dele. Mas depois, quando a liga argumentou que as condições da fiança faziam ele quebrar o contrato, o árbitro mudou de ideia e decidiu a favor da NBA.

    Resultado? Rozier vai perder a maior parte do salário da temporada passada. Aos 32 anos, ele jogou pelo Heat e fez médias de 10.6 pontos, 3.7 rebotes e 2.6 assistências — números bem abaixo do que já produziu na carreira.

    E agora?

    Com a agência livre começando no dia 30 de junho, Rozier tá numa corrida contra o tempo. Ele tem audiência marcada pra 10 de junho em Brooklyn, e provavelmente vai ser lá que vamos saber se ele tem alguma chance de voltar à NBA.

    Cara, é uma situação absurda. Por um lado, o cara ainda não foi condenado e tem direito à presunção de inocência. Por outro, a acusação é pesadíssima — manipular jogos é praticamente o pior pesadelo de qualquer liga esportiva.

    Vocês acham que algum time seria louco o suficiente pra contratar o Rozier nessa situação? Porque olhando de fora, parece que a carreira dele na NBA já era, independente do que acontecer no tribunal.