Autor: Leandro Amorim

  • Os Knicks acabaram de provar mais numa vitória que nas 11 anteriores

    Os Knicks acabaram de provar mais numa vitória que nas 11 anteriores

    Cara, eu tô começando a acreditar de verdade nesse time dos Knicks. E olha que não é fácil falar isso depois de décadas vendo essa franquia nos decepcionar.

    Mas essa vitória por 105-95 sobre os Spurs no Jogo 1 das Finais foi diferente. Foi a prova que muita gente estava esperando — incluindo eu, se for ser honesto. Porque uma coisa é dominar no Leste, outra coisa é chegar nas Finais e mostrar que o bagulho é real contra o Victor Wembanyama.

    12 vitórias seguidas e o recorde que ninguém esperava

    Os números são simplesmente absurdos. Doze vitórias consecutivas nos playoffs, somando agora 272 pontos de saldo positivo — recorde da NBA. Pra vocês terem uma ideia, o anterior era dos Warriors de 2017 com +242.

    E não é só isso não. São sete vitórias seguidas jogando fora de casa por double-digit. Sete! Eu lembro quando era um milagre os Knicks ganharem um jogo fora de casa, imagina sete seguidos com essa diferença.

    Mas sabe o que me impressiona mais? A forma como eles viraram o jogo ontem. Estavam perdendo por 14 no terceiro quarto e simplesmente resolveram mostrar por que chegaram até aqui. Não foi o Jalen Brunson sozinho carregando o piano — foi o coletivo funcionando.

    O teste definitivo contra Wembanyama

    Vamos combinar uma coisa: todo mundo estava curioso pra ver como os Knicks iam se virar contra o alienígena francês. O cara tem 2,24m, bloqueia tudo que vê pela frente e ainda acerta de 3. Como você para isso?

    Bom, a defesa dos Knicks mostrou como. Fizeram o Wemby parecer… humano. E isso que a defesa deles já vinha sendo monstruosa nos playoffs — apenas 102,9 pontos por 100 posses. Absurdo.

    Sinceramente, eu não esperava que fosse tão “fácil” assim. Claro que não foi fácil, mas eles controlaram bem o garoto prodígio. E olha que os Knicks nem jogaram seu melhor basquete ontem.

    Agora o papo é outro

    Admite aí: essa vitória muda tudo na sua cabeça sobre esse time dos Knicks, não muda? Porque uma coisa era aquelas 11 vitórias seguidas no Leste (que já eram históricas, mas enfim…), outra coisa é chegar nas Finais e mostrar que pode brigar de igual pra igual com qualquer um.

    Até o Draymond Green estava zoando, falando que “era óbvio” que os Knicks sairiam do Leste. Engraçado que antes dos playoffs eles eram +2200 pra ganhar a conferência. Nenhum campeão dos últimos 40 anos começou os playoffs com odds piores que essas.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem fechar essa série? Porque estatisticamente, times que ganham o Jogo 1 fora de casa só vencem as Finais em 42% das vezes. Mas cara… esse time tá diferente. Tem algo especial rolando no Madison Square Garden.

    Três vitórias pra fazer história. Primeira vez desde 1973. Será que é dessa vez? Eu tô começando a acreditar que sim.

  • Dybantsa e Peterson brigam pela primeira escolha no Draft 2025

    Dybantsa e Peterson brigam pela primeira escolha no Draft 2025

    Olha só que situação interessante se formando no Draft da NBA de 2025. Segundo fontes do Kevin O’Connor, do Yahoo Sports, AJ Dybantsa (BYU) e Darryn Peterson (Kansas) estão na briga pela primeira escolha dos Washington Wizards.

    E antes que alguém pergunte: sim, ainda tem espaço pro Cam Boozer (Duke) na conversa. O cara não tá fora da jogada, não.

    O que mudou na corrida pelo topo

    Sinceramente? Eu achava que o Dybantsa seria escolha óbvia. O moleque tem 2,06m, joga em várias posições e tem um talento absurdo. Mas aparentemente não é tão simples assim. Mês passado já rolaram rumores de que ele não era garantia absoluta para a primeira posição.

    Peterson tá fazendo uma temporada monstro em Kansas e mostrando que merece estar nessa conversa. O garoto tem apenas 18 anos e já tá dominando no college. É impressionante como esses jovens chegam preparados hoje em dia.

    Wizards podem fazer surpresa

    Aqui que a coisa fica interessante. Michael Winger, presidente dos Wizards, já deixou claro que eles podem trocar a primeira escolha pra acumular assets. Imagina só – você tem a chance de pegar um futuro craque e resolve trocar por várias escolhas?

    Na minha visão, faz sentido. Os Wizards tão numa reconstrução total e talvez seja mais esperto pegar dois ou três jogadores bons do que apostar todas as fichas em um só. Mas cara, se eu fosse torcedor deles, ia ficar meio nervoso com essa ideia.

    O que vocês acham? Vale a pena os Wizards arriscarem trocar a primeira escolha, ou é melhor ir no garantido e escolher entre esses três talentos? Porque olhando de fora, qualquer um dos três pode ser uma estrela na liga.

  • Bulls testam 4 prospects: será que algum chega no pick 15?

    Bulls testam 4 prospects: será que algum chega no pick 15?

    Os Bulls movimentaram o dia de ontem com workouts de quatro jovens talentos: Keaton Wagler, Kingston Flemings, Nate Ament e Morez Johnson. A informação veio do Kevin O’Connor, do Yahoo Sports, e já me deixou aqui pensando nas possibilidades pro Draft.

    Olha, Chicago tá numa posição interessante nesse Draft. Eles têm as picks #4 e #15 — uma dupla que pode definir o futuro da franquia. Mas aqui que a coisa fica complicada: com Caleb Wilson sendo cotado pra sair no top 4, é bem provável que Wagler, Flemings e Ament já tenham sumido do mapa quando chegar a vez da pick #15.

    A realidade cruel do Draft

    Sinceramente? Fazer workout com caras que provavelmente não vão estar disponíveis na sua segunda pick é meio estranho. Será que os Bulls tão pensando em trade? Ou é só aquela velha estratégia de conhecer todo mundo mesmo?

    O Nate Ament, por exemplo, já passou pelo workout do Thunder também. Esse moleque tá movimentado no circuito — sinal de que tem time interessado mesmo.

    Bulls em reconstrução total

    E não é só no Draft que Chicago tá mexendo as peças. Eles contrataram Bryson Graham como novo presidente mês passado e ainda tão correndo atrás de um novo técnico. É aquela reestruturação completa que a gente já conhece bem.

    Morez Johnson foi o único nome que não foi mencionado como “improvável” de estar disponível na pick #15. Será que ele é o alvo real? O cara tem potencial, mas vocês acham que ele aguenta a pressão de Chicago?

    No fim das contas, esses workouts são sempre um mistério. Às vezes o time testa um cara que nem vai draftar só pra confundir a concorrência. Mas uma coisa é certa: com duas picks no primeiro round, os Bulls podem fazer algum barulho nesse Draft.

  • Mavs de olho em técnicos universitários – será que rola?

    Mavs de olho em técnicos universitários – será que rola?

    Olha só que reviravolta nos Mavericks. O time de Dallas tá sondando dois técnicos que estão fazendo barulho no basquete universitário: Jon Scheyer, do Duke, e Dusty May, do Michigan. E cara, isso me pegou de surpresa.

    Scheyer assumiu uma baita responsabilidade quando o lendário Mike Krzyzewski se aposentou em Duke. E sabe o que é mais impressionante? O cara conseguiu manter o programa no topo. Ainda por cima, foi ele quem recrutou e treinou Cooper Flagg – aquele fenômeno que todo mundo tá de olho no próximo Draft. Coincidência? Eu acho que não.

    May e o título de Michigan

    Já o Dusty May… meu amigo, que história! O cara chegou em Michigan vindo da Florida Atlantic (que nem todo mundo conhecia direito) e no segundo ano já levou os Wolverines ao título nacional. Isso é coisa de monstro mesmo.

    Mas vamos ser realistas aqui – os dois estão super bem estabelecidos no basquete universitário. Scheyer em Duke, uma das maiores tradições do esporte, e May acabando de conquistar tudo em Michigan. Por que diabos sairiam pra NBA agora?

    A realidade do mercado

    A verdade é que Masai Ujiri (sim, ele que tá comandando a busca depois da saída do Jason Kidd) tá explorando todas as possibilidades. Essas conversas são mais pra testar o terreno, ver se existe interesse mútuo mesmo.

    Sinceramente? Eu acho difícil qualquer um dos dois toparem sair do conforto da NCAA pro caos que pode ser treinar na NBA. Principalmente o Scheyer, que tá construindo algo especial em Duke. Mas hey, nunca se sabe né?

    E vocês, acham que algum deles teria coragem de fazer essa transição? Ou é só mais uma sondagem que não vai dar em nada? Porque convenhamos, os Mavs precisam acertar essa contratação se quiserem aproveitar os anos de ouro do Luka.

  • Mavs fazendo força total pra encontrar novo técnico – e a lista tá grande!

    Mavs fazendo força total pra encontrar novo técnico – e a lista tá grande!

    Os Mavs tão mexendo todas as peças pra achar o próximo técnico depois do Jason Kidd sair. E olha, a lista de candidatos tá absurda — mais de uma dúzia de nomes sendo considerados!

    Terry Stotts é praticamente garantido pra receber uma entrevista. O cara já comandou Portland, Milwaukee e Atlanta, além de ter trabalhado como assistente em Dallas antes. Pra quem não lembra, o próprio Mark Cuban (ex-dono majoritário) já tinha recomendado o Stotts pra equipe do Kidd. Agora ele saiu recentemente do Golden State, onde era assistente do Steve Kerr, e tá só aceitando propostas pra ser técnico principal mesmo.

    A caça aos assistentes tá pesada

    O foco principal tá nos assistentes da NBA. Entre os que já despertaram interesse oficial estão: Micah Nori (Minnesota Timberwolves), Royal Ivey (Houston Rockets), Jama Mahlalela (Toronto Raptors), Tony Dobbins (Boston Celtics) e Noah LaRoche (consultor do Miami Heat). Essa galera conhece o sistema NBA de dentro pra fora.

    E tem mais — eles também tão de olho em técnicos universitários como Jon Scheyer e Dusty May. Mas sinceramente? Acho que vão mesmo é de alguém que já manjou dos paranauês da liga.

    Ujiri tá comandando a busca (e isso pode ser interessante)

    Quem tá tocando essa busca é o novo GM Mike Schmitz junto com o Masai Ujiri. E cara, conhecendo o perfil do Ujiri, ele não vai se limitar só aos óbvios. O cara tem histórico de olhar pra Europa e até pro basquete feminino — foi assim que ele trouxe o Darko Rajkovic pros Raptors em 2023, substituindo o Nick Nurse.

    Na minha opinião, Dallas precisa de alguém que consiga extrair o melhor do Luka e ainda dar uma organizada na defesa. O time tem talento pra brigar pelos playoffs, mas precisa de uma direção tática mais clara.

    E vocês, quem acham que seria a escolha ideal pros Mavs? Apostam no Stotts pela experiência ou preferem uma cara nova?

  • Adam Silver promete seguir os fatos na investigação dos Clippers

    Adam Silver promete seguir os fatos na investigação dos Clippers

    Olha, a situação dos Clippers tá ficando séria mesmo. Adam Silver deu uma entrevista antes do Jogo 1 das Finals de 2026 em San Antonio e basicamente disse que a investigação sobre possíveis violações do salary cap pelos Clippers precisa chegar ao fim logo.

    “Eu não tenho uma data específica de quando vai terminar”, disse o comissário. “Mas é claro que eles estão bem adiantados. Acho que chegamos no ponto onde precisamos finalizar isso, porque vocês também precisam de uma resposta definitiva.”

    O caso Kawhi Leonard e a Aspiration

    Pra quem não tá ligado no escândalo: a investigação gira em torno da suspeita de que os Clippers teriam desviado dinheiro pro Kawhi Leonard através de um acordo de 28 milhões de dólares dele com a Aspiration – uma empresa de banco “verde” que também tinha um contrato de patrocínio de 300 milhões por 23 anos com a franquia.

    Steve Ballmer, dono dos Clippers, investiu 60 milhões na Aspiration e nega que sabia do esquema com o Leonard. Mas convenhamos, né? Coincidência demais…

    A coisa ficou ainda mais feia porque a Aspiration faliu e o cofundador Joe Sanberg foi condenado segunda-feira a 14 anos de prisão por fraude. Quatorze anos, galera. Isso não é brincadeira.

    “Meu trabalho é seguir os fatos”

    Silver foi questionado se a condenação do Sanberg influenciaria na decisão sobre possíveis punições pros Clippers. A resposta dele foi bem diplomática: “Meu trabalho é seguir os fatos. Os achados vão ser feitos por essa firma independente. Isso é apresentado pra mim. E aí é meu papel determinar qual disciplina apropriada, se houver, deve ser aplicada.”

    Sinceramente? Acho que os Clippers vão tomar uma punição pesada. Não dá pra fingir que nada aconteceu quando tem gente sendo presa por 14 anos no meio da história. E vocês, acham que o Ballmer sabia de tudo mesmo?

    A investigação tá sendo conduzida pela Wachtell, Lipton, Rosen & Katz desde setembro, e pelo visto todo mundo quer que isso termine logo. Os outros 29 times também precisam saber que tipo de precedente vai ser estabelecido aqui.

    Uma coisa é certa: se comprovarem que os Clippers burlaram o salary cap dessa forma, vai ser um dos maiores escândalos da história recente da NBA. E olha que já vimos muita coisa…

  • Brunson meteu 30 pontos e deixou Wemby sem resposta no Jogo 1

    Brunson meteu 30 pontos e deixou Wemby sem resposta no Jogo 1

    Cara, que jogaço foi esse Jogo 1 das Finais da NBA! Os Knicks foram lá em San Antonio e roubaram o fator casa dos Spurs com uma exibição simplesmente monstruosa do Jalen Brunson. O cara fez 30 pontos e praticamente carregou o time nas costas no último quarto.

    Olha, eu sabia que o Brunson era bom, mas o que ele fez no quarto período foi de outro mundo. Treze pontos em 5 de 9 arremessos, liderando uma corrida de 11-0 que definiu o jogo. E o mais impressionante? Fez isso na casa do adversário, com aquela torcida dos Spurs gritando no ouvido dele.

    Wemby ficou sem resposta

    O que mais me chamou atenção foi a reação do Victor Wembanyama depois do jogo. O cara que é o Defensor do Ano da liga simplesmente admitiu que não tem uma resposta fácil pro Brunson. “Ele é um jogador elite e não temos muitas chances pela frente”, disse o francês.

    Sinceramente? Isso mostra a maturidade do Wemby, mas também o quão difícil é parar o armador dos Knicks quando ele tá no modo destruição. O técnico Mitch Johnson até tentou amenizar falando sobre fazer o Brunson trabalhar pelos pontos, mas convenhamos — 30 pontos em 31 arremessos não é lá muito ineficiente não.

    Spurs cansados ou só mal executaram?

    Uma coisa que todo mundo tava falando antes da série era se os Spurs iam estar cansados depois daquela guerra de sete jogos contra o Thunder. Os Knicks, por outro lado, tiveram mais de uma semana de descanso depois de varrer os Cavaliers.

    No quarto período deu pra ver que algo tava estranho. Os Spurs tiveram cinco turnovers enquanto os Knicks não perderam a bola uma vez sequer. O Wemby até parecia meio ofegante em alguns momentos — e olha que o cara tem 21 anos!

    Mas o Johnson insistiu que não foi cansaço, que foi mais questão de execução mesmo. Dylan Harper, que saiu do banco e fez 16 pontos, foi mais realista: “Sinto que os dois times estavam cansados, eles só executaram melhor”.

    E vocês, acham que o cansaço vai pesar mesmo nos Spurs? Porque se o Brunson continuar jogando assim, essa série pode acabar mais rápido do que a gente imagina. O Jogo 2 é na sexta-feira e vai ser crucial pro time de San Antonio mostrar que não vai entregar os pontos de bandeja.

    Uma coisa eu tenho certeza: esses moleques dos Spurs têm personalidade. O Wemby já falou que não tá nem um pouco preocupado e que eles já estiveram atrás em séries antes. Vamos ver se conseguem ajustar a marcação no Brunson e equilibrar essa disputa.

  • Harper entra pro clube do Magic Johnson – e olha que é só rookie!

    Harper entra pro clube do Magic Johnson – e olha que é só rookie!

    Gente, vocês viram o que o Dylan Harper tá fazendo nos playoffs? O garoto simplesmente entrou numa lista que só tem ele e o lendário Magic Johnson desde 1980. Isso mesmo – 44 anos depois!

    Na derrota dos Spurs por 105-95 pro Knicks no Jogo 1 das Finais, Harper saiu do banco e mostrou por que foi a segunda escolha geral do Draft 2025. Em 28 minutos, fez 16 pontos (6/10 nos arremessos) e pegou 8 rebotes. Nada mal pra um calouro jogando sua primeira Final da NBA, né?

    O feito histórico que deixou todo mundo de queixo caído

    Segundo o StatMuse, Harper se tornou o primeiro rookie da Conferência Oeste desde Magic Johnson em 1980 a conseguir pelo menos 250 pontos e 100 rebotes numa única campanha de playoffs. Cara, isso é ABSURDO!

    Claro que Magic era outro nível – o cara já chegou na NBA parecendo um Hall da Fama garantido. E todos nós sabemos da lenda: quando Kareem se machucou nas Finais de 1980, Magic jogou de pivô no Jogo 6 decisivo e fez 42 pontos e 15 rebotes pra conquistar o título. Uma das maiores performances da história!

    Harper ainda não teve esse momento mágico (sem trocadilho) pelos Spurs, mas sinceramente? Ele pode precisar aparecer muito em breve.

    Hora de assumir o protagonismo?

    Com De’Aaron Fox completamente perdido (7 pontos, 3/14 nos arremessos), Harper pode ser a chave pros Spurs reagirem nessa série. O garoto tem mostrado que pressão não existe no vocabulário dele.

    E aí, vocês acham que ele consegue levar San Antonio longe nessas Finais? Uma coisa eu sei: estar no mesmo patamar que Magic Johnson aos 19 anos não é pra qualquer um. O moleque é especial mesmo.

    Os Spurs precisam urgentemente do Jogo 2 – e Harper pode ser exatamente o sexto homem que vai fazer a diferença. Afinal, não é todo dia que você vê um rookie fazendo história numa Final da NBA!

  • Festa na rua! Knicks fazem a festa em NY após Game 1 das Finais

    Festa na rua! Knicks fazem a festa em NY após Game 1 das Finais

    Gente, eu não sei se vocês viram as imagens, mas Nova York virou uma festa de rua ontem à noite. E olha que os Knicks nem jogaram em casa!

    Os caras venceram o Game 1 das Finais da NBA contra o Spurs por 105-95, jogando em San Antonio mesmo, e a torcida simplesmente tomou conta das ruas ao redor do Madison Square Garden. Foi surreal.

    Brunson comandou a virada histórica

    O Jalen Brunson foi simplesmente monstro no segundo tempo. Marcou 19 dos seus 30 pontos na segunda etapa e ajudou os Knicks a fazerem um 11 a 0 nos últimos 2 minutos e 15 segundos. Cara, que fechamento foi esse?

    E olha só o dado que me arrepia: os Knicks agora têm 12 vitórias consecutivas nos playoffs. Recorde da franquia! Eu sinceramente não esperava que esse time chegasse tão longe, mas aqui estamos — a três vitórias do primeiro título em 53 anos.

    A festa tomou conta de Manhattan

    As imagens que rolaram nas redes foram absurdas. A 7ª Avenida virou uma festa gigante, com milhares de torcedores gritando, cantando e celebrando como se fosse carnaval. E isso que o jogo foi fora de casa!

    Teve gente assistindo do lado de fora do Garden mesmo, numa telona. A energia estava tão alta que dava pra sentir através da tela. Imagina estar lá no meio daquela loucura?

    Na minha opinião, isso mostra o quanto essa torcida estava sedenta por um momento assim. 53 anos esperando, cara. Cinquenta e três! Minha avó nem era nascida quando os Knicks foram campeões pela última vez.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem manter esse ritmo e quebrar a maldição? Porque se for assim, Nova York vai virar de cabeça pra baixo quando eles voltarem pra casa com o Larry O’Brien. Eu já tô ansioso só de pensar.

  • Mike Brown quebra o silêncio sobre show de Jalen Brunson no Game 1

    Mike Brown quebra o silêncio sobre show de Jalen Brunson no Game 1

    Mano, que jogo foi aquele dos Knicks ontem? Sinceramente, eu já estava meio desconfiado quando vi o time perdendo por 14 pontos no segundo tempo, mas aí o Jalen Brunson resolveu lembrar que é MVP da vida.

    30 pontos do cara. Trinta! E o mais absurdo? 14 vieram no último quarto, quando a coisa estava feia mesmo. Os Knicks viraram aquela bomba e bateram o Spurs por 105-95 no próprio Frost Bank Center. Isso é personalidade, galera.

    “Ele é um guerreiro”, diz Mike Brown

    Depois do jogo, o técnico Mike Brown — que, pasmem, já foi assistente técnico do próprio Spurs — não poupou elogios ao seu armador estrela:

    “Ele é um guerreiro, cara. Nos momentos mais importantes, ele aparece. É isso que MVPs fazem. Colocamos a bola nas mãos dele e dissemos que íamos viver ou morrer com ele, e ele fez acontecer pra gente.”

    Olha, eu entendo o Brown. O Brunson tem essa pegada clutch que todo mundo gostaria de ter no seu time. É aquele cara que não some quando a pressão aperta — pelo contrário, parece que joga ainda melhor.

    Time coletivo fez a diferença

    Mas não foi só o Brunson não, viu? Karl-Anthony Towns mandou um double-double bem sólido com 18 pontos e 12 rebotes (finalmente o cara tá mostrando por que veio pra Nova York), e o OG Anunoby contribuiu com 17 pontos.

    E tem um dado que tá deixando todo mundo de queixo caído: com essa vitória, os Knicks chegaram a 12 vitórias consecutivas nos playoffs. Doze! Eles viraram apenas o sétimo time na história da NBA a conseguir uma sequência dessas. É ou não é absurdo?

    Agora falta só mais três vitórias para o que seria o primeiro título dos Knicks desde 1973. Vocês acham que eles conseguem manter esse ritmo? Porque convenhamos, o Spurs não vai facilitar as coisas no Game 2, que rola na sexta-feira ainda em San Antonio.

    Depois disso, a série volta pra Nova York, onde a torcida vai estar ensandecida. Promete ser um espetáculo!