Autor: Leandro Amorim

  • Arbitragem vergonhosa no Jogo 1 das Finais está virando escândalo

    Arbitragem vergonhosa no Jogo 1 das Finais está virando escândalo

    Olha, eu já vi muita coisa ruim da arbitragem da NBA, mas o que rolou no Jogo 1 das Finais entre Knicks e Spurs ontem foi de dar vergonha alheia. E não, não é mimimi de torcedor perdedor — foi realmente absurdo.

    Os números que deixam qualquer um revoltado

    Dá uma olhada nessa: em determinado momento do jogo, os Spurs tinham SETE lances livres contra ZERO do Knicks. Zero! Logo depois, a discrepância passou para 10×1. No intervalo? Spurs com 12 tentativas, Knicks com míseras 3. Cara, isso é coisa de várzea.

    Eu sei que comparar só lance livre pode ser meio simplista — cada time joga diferente, né? Mas a questão aqui não é só quantidade, é a gritante falta de critério. Wembanyama estava indo pra linha praticamente por qualquer toque, enquanto o Brunson tomava pancada e não apitava nada.

    E vocês viram aqueles vídeos que viralizaram? O Wemby literalmente se jogando no chão em lances normais e conseguindo falta. Mano, isso não pode ser normalizado só porque estamos nas Finais. Na real, deveria ser justamente o contrário — o critério tinha que ser MAIS rigoroso.

    Brunson virou saco de pancada

    O que mais me deixou pistola foi ver como trataram o Jalen Brunson. O cara é All-Star, All-NBA, astro de uma das franquias mais populares da liga… e terminou o jogo com apenas 4 lances livres. Quatro! Sendo que passou o primeiro tempo todo atacando a cesta e tomando contato.

    Teve um lance que o Dylan Harper literalmente agarrou a camisa do Brunson — dá pra ver claramente nas imagens — e os árbitros simplesmente ignoraram. Em outro momento, o Luke Kornet pisou no tornozelo dele após a bandeja. Também nada.

    Sinceramente, eu não sei se foi questão de mando de quadra (o jogo foi em San Antonio) ou se os árbitros realmente tiveram uma noite péssima. Mas quando você vê essas discrepâncias todas juntas, fica difícil não desconfiar, né?

    NBA precisa tomar uma atitude

    A liga tem um problemão nas mãos agora. As Finais são a vitrine da NBA pro mundo todo, e ter a arbitragem virando protagonista dessa forma é péssimo pra imagem do produto. Os torcedores do Knicks têm todo o direito de estar revoltados — e olha que não sou nem fã do time.

    Eu espero que rolou só um deslize mesmo e que nos próximos jogos a coisa seja mais equilibrada. Porque se isso virar padrão, vamos ter que aguentar semanas de polêmica sobre arbitragem em vez de falar do que realmente importa: o basquete.

    E aí, vocês acham que isso foi só azar ou tem algo mais por trás? Porque pra mim, quando a discrepância é tão absurda assim, não dá pra passar pano não.

  • Brunson foi o MONSTRO no Jogo 1 das Finais da NBA

    Brunson foi o MONSTRO no Jogo 1 das Finais da NBA

    Gente, que noitaça do Jalen Brunson ontem em San Antonio! O cara simplesmente decidiu que ia carregar o Knicks nas costas no Jogo 1 das Finais da NBA e… bom, funcionou perfeitamente.

    Olha, eu sempre achei o Brunson subestimado, mas depois dessa performance eu tô começando a achar que ele pode ser um dos jogadores mais vencedores da história da liga. Sério mesmo. O timing dele nos momentos decisivos é absurdo — parece que ele nasceu pra esses jogos grandes.

    O que esperar do Jogo 2?

    Agora a pergunta que não quer calar: como o Spurs vai responder? Porque uma coisa é certa, eles não vão deixar barato de novo.

    O Victor Wembanyama teve alguns toques na área que foram promissores, mas precisa ser mais agressivo. O garoto tem 2,24m, pelo amor! Tem que usar isso mais no garrafão. Na minha opinião, se ele conseguir estabelecer posição lá embaixo desde cedo, o jogo muda completamente de cara.

    E os rebotes ofensivos dos Knicks? Cara, isso foi fundamental no primeiro jogo. Eles criaram várias segundas chances que acabaram virando pontos. É exatamente esse tipo de detalhe que decide uma série de Finais.

    Fox desapareceu quando mais precisavam

    Agora, vamos falar do elefante na sala: o De’Aaron Fox simplesmente sumiu nos momentos cruciais. Não sei se foi nervosismo ou se a defesa do Knicks realmente conseguiu anulá-lo, mas para um cara com a velocidade dele, esperava muito mais.

    Sinceramente, acho que ele vai aparecer no Jogo 2. Jogador da qualidade dele não fica duas partidas seguidas apagado, principalmente em casa.

    E esse papo de troca do Giannis?

    Olha só, no meio de toda essa loucura das Finais, ainda tem os rumores do Giannis Antetokounmpo querendo sair do Milwaukee. Cara, se isso rolar mesmo, vai virar o mercado de ponta-cabeça completamente.

    Vocês acham que ele realmente sai dos Bucks? Porque na minha visão, ele ainda tem contrato e o time não tá tão mal assim. Mas né, a NBA hoje em dia é louca — nunca se sabe o que vai acontecer.

    O Jogo 2 promete ser ainda mais intenso. San Antonio em casa, Wemby com mais confiança, Fox querendo se redimir… vai ser jogaço, podem apostar!

  • KAT previu virada épica no Jogo 1 das Finais da NBA

    KAT previu virada épica no Jogo 1 das Finais da NBA

    Cara, o Karl-Anthony Towns simplesmente é vidente. Não tem outra explicação.

    No Jogo 1 das Finais NBA entre Knicks e Spurs, o pivô foi flagrado pelos microfones dizendo pros companheiros que era só manter a defesa que o ataque ia engatar. E adivinha? Deu certinho.

    “A gente tem que continuar jogando defesa desse jeito. Isso vai ganhar o jogo pra gente”, disse o KAT durante a partida. “Nosso ataque sempre recupera. Foi assim no Jogo 1 contra Cleveland. Vamos ficar tranquilos.”

    Mano, a confiança desse cara é absurda. E olha que ele tinha razão pra estar confiante — afinal, foi exatamente isso que rolou nas Finais da Conferência Leste, quando os Knicks viraram um déficit de 22 pontos no quarto período contra o Cavs e ganharam na prorrogação.

    A virada que ninguém esperava

    Contra os Spurs não foi tão dramático quanto contra Cleveland, mas mesmo assim foi de tirar o fôlego. Os caras estavam perdendo por 14 pontos e conseguiram ganhar de 105 a 95.

    Segundo a ESPN, em determinado momento do jogo os Knicks tinham apenas 7,4% de chance de vitória. Sete vírgula quatro por cento! E mesmo assim o Towns ali, calmão, falando que ia dar tudo certo.

    E não é que deu mesmo? O cara fez 18 pontos, 12 rebotes e 4 assistências, jogando de igual pra igual com o Victor Wembanyama. Nos 34 minutos que ele ficou em quadra, os Knicks foram superiores aos Spurs por 11 pontos de diferença.

    Homenagem emocionante à mãe

    Depois do jogo, o Towns disse uma coisa que me arrepiou todo. Ele falou que sentia uma calma e uma paz que só podia estar vindo “da mulher lá de cima” — referência à mãe dele, Jacqueline Cruz-Towns, que morreu em abril de 2020.

    “De certa forma, eu senti como se estivesse vendo ela nas arquibancadas”, disse o pivô na entrevista pós-jogo.

    Cara, imagina a emoção. O cara esperou a carreira inteira pra jogar uma final da NBA, caiu nas finais de conferência nos últimos dois anos, e quando finalmente chega lá, sente a presença da mãe. Que momento.

    No terceiro quarto, quando começou a virada histórica, o KAT meteu 10 pontos (incluindo duas bombas de três), pegou 4 rebotes e ainda deu um toco. Foi literalmente ele que puxou o time pra cima quando tudo parecia perdido.

    Vocês acham que os Knicks conseguem manter esse nível até o final da série? Porque se o Towns continuar jogando assim e ainda por cima prevendo o futuro, vai ser difícil pros Spurs pararem esses caras.

  • Lu Dort pode ser sacrificado pelo Thunder – e isso dói no coração

    Lu Dort pode ser sacrificado pelo Thunder – e isso dói no coração

    Olha, eu não queria escrever isso, mas parece que o Lu Dort pode estar com os dias contados no Oklahoma City Thunder. E cara, isso me deixa meio triste porque o cara é praticamente o símbolo da reconstrução do time.

    A situação é a seguinte: o Thunder finalmente chegou naquele ponto que todo torcedor sonha — ter problemas de rico. O time tem tanto talento jovem que vai ter que fazer escolhas difíceis na próxima temporada. Chet Holmgren e Jalen Williams vão assinar extensões máximas, e aí a conta não fecha pra todo mundo.

    O dilema do teto salarial

    Dort tem uma opção de time de US$ 17,7 milhões para a próxima temporada. No papel, não é um valor absurdo para os padrões da NBA atual. O problema é que o Thunder tem três alas defensivas de altíssimo nível: o próprio Dort, Cason Wallace (que ainda tá no contrato de rookie) e Alex Caruso (que já tem contrato longo).

    Matemática cruel: Wallace é mais barato, Caruso já tá garantido… Sobra quem? Exato.

    E olha que ironia — Dort é o jogador com mais tempo de casa no Thunder, empatado com Shai Gilgeous-Alexander. O cara literalmente ajudou a construir essa cultura defensiva monstro que o time tem hoje.

    Shai entra na jogada

    Mas aqui fica interessante: SGA não quer perder o parceiro de equipe. Segundo o Tim MacMahon, da ESPN, o astro canadense já bateu um papo com o GM Sam Presti sobre manter Dort no elenco. Os dois jogam juntos pela seleção do Canadá, então têm uma química especial.

    “Ele vai pelo menos lembrar Sam Presti e a diretoria do Thunder o quanto ele valoriza ter Lu Dort como companheiro de equipe”, disse MacMahon.

    Claro que Shai sempre deixou claro que não vai se meter em contratações e trocas, mas a opinião do cara que é MVP da liga sempre pesa, né?

    E agora?

    Sinceramente, eu acho que seria um erro se desfazer do Dort. O cara é aquele tipo de jogador que você não encontra em qualquer esquina — defesa de elite, raça de sobra, experiência em playoffs. Tipo o Varejão nos tempos áureos do Cavs, sabe?

    Mas entendo a posição do Thunder. Eles chegaram nas finais da Conferência Oeste ano passado e querem dar o próximo passo. Se for pra manter a base jovem e ter flexibilidade salarial, talvez Dort seja mesmo o sacrificado.

    Vocês acham que vale a pena trocar um cara com essa bagagem por espaço no teto salarial? Ou o Thunder deveria encontrar um jeito de manter todo mundo junto? Porque sinceramente, ver Dort jogando contra o Thunder seria de partir o coração.

  • Finais da NBA: As 10 reações mais exageradas do Jogo 1

    Finais da NBA: As 10 reações mais exageradas do Jogo 1

    Gente, o primeiro jogo das Finais da NBA já terminou e… Cara, a internet tá um caos. Como sempre depois de qualquer jogo decisivo, os fãs já estão surtando completamente. E olha, eu entendo — Finals mexem com a cabeça de qualquer um.

    Então resolvi fazer uma listinha das reações mais absurdas que vi por aí depois do Jogo 1. Porque né, NBA sem overreaction não é NBA.

    Brunson é imparável (será mesmo?)

    Jalen Brunson destruiu no primeiro jogo e pronto — agora todo mundo já tá falando que ele é literalmente impossível de parar. O Kelly Oubre até brincou que o mais difícil é guardar “aquela cabeção” do Brunson. Mano, relaxa aí. É um jogo só!

    Na minha visão, o Brunson tá jogando muito mesmo, mas falar que ele é imparável depois de uma partida? Aí é exagero. Quantas vezes já vimos caras terem um jogaço no Jogo 1 e depois sumirem? Lembram do que aconteceu em várias Finals passadas?

    KAT virou ator de filme?

    Essa foi bizarra. O Karl-Anthony Towns fez um double-double monstro (18 pontos, 12 rebotes) e alguém comparou com “O Diabo Veste Prada 2”. Sinceramente, não entendi nada dessa comparação, mas o importante é que o KAT tá mandando bem no garrafão.

    O cara tá jogando um basquete mais físico, brigando pelos rebotes, fazendo o trabalho sujo. Isso sim é o que importa nas Finals — não sei que filme é esse aí não.

    Fox nunca mais vai acertar no clutch

    Aqui a galera pegou pesado com o De’Aaron Fox. O cara teve uma noite ruim no último período e já tão falando que ele nunca mais vai acertar no clutch. Gente, o Fox foi literalmente o Clutch Player of the Year! Uma partida não apaga isso.

    Olha, eu sei que as Finals são diferentes, a pressão é absurda. Mas condenar um jogador depois de um jogo? Isso é coisa de quem não acompanha NBA direito. O Fox ainda vai mostrar serviço — podem anotar aí.

    Arremessos de 3: a tragédia continua?

    Os Spurs acertaram só 25% das bolas de três no Jogo 1. Tirando o Julian Champagnie (que fez 5 de 10), o resto do time foi terrível. Aí o pessoal já tá achando que vai ser assim a série toda.

    Cara, isso é estatística básica. Nenhum time fica com 18% de três pontos numa série inteira. É impossível. Ou os caras melhoram, ou não chegaram nas Finals por acaso, né?

    E vocês, acham que essa porcentagem vai melhorar no Jogo 2? Porque eu tenho certeza que sim — NBA é muito sobre ajustes.

    No final das contas, é só o primeiro jogo galera. Finals são ganhas em 4 vitórias, não em 1. Mas eu entendo a ansiedade — quando você torce de verdade, cada lance importa absurdamente. Só vamos com calma nas conclusões, beleza?

  • Knicks fazem história com 12 vitórias seguidas nos playoffs

    Knicks fazem história com 12 vitórias seguidas nos playoffs

    Cara, eu tô sem palavras com o que os Knicks estão fazendo nestes playoffs. Doze vitórias consecutivas! DOZE! E não é só o número que impressiona — é como eles estão destruindo todo mundo pelo caminho.

    Com a vitória por 105-95 contra o San Antonio Spurs no primeiro jogo das Finais de 2026, o New York empatou com os Spurs de 1999 como a segunda maior sequência da história dos playoffs da NBA. Só os Warriors de 2017 ganharam mais jogos seguidos (e olha que aquele time era monstro).

    Os números são absurdos

    Olha só essa: os Knicks têm um saldo positivo de 272 pontos nessas 12 vitórias. Isso não é só o melhor de 12 jogos dos playoffs — é a melhor sequência de 12 jogos DA HISTÓRIA da NBA. Em qualquer competição. Deixa eu repetir: DA HISTÓRIA.

    E o arremesso de 3? 40,3% de aproveitamento em 402 tentativas. Sinceramente, eu não esperava isso dos Knicks. Eles sempre foram mais um time de garrafão, mas agora estão chovendo bolas de fora igual aos Warriors no auge. Apenas quatro times na história conseguiram acertar mais de 40% das bolas de 3 tentando mais de 400 vezes em 12 jogos de playoff.

    No rebote, a dominância é clara: 111 a mais que os adversários. Sabe quais outros times conseguiram isso? Bulls de 96, Lakers de 80, SuperSonics de 79 e Celtics de 76. Todos campeões. Coincidência? Acho que não.

    KAT virando armador?

    Uma coisa que tá me deixando maluco: Karl-Anthony Towns está dando 6,3 assistências por jogo nessa sequência. O cara nunca — NUNCA — teve essa média na carreira. Nem em temporada regular, nem em playoffs. Parece que o Thibs finalmente achou a fórmula para usar o KAT do jeito certo.

    E tem mais: sete vitórias consecutivas fora de casa. Só os Lakers de 2001 (que eram campeões, né) ganharam mais jogos seguidos como visitantes nos playoffs. Os Knicks também se tornaram apenas o segundo time da história a vencer sete jogos consecutivos por dois dígitos de diferença nos playoffs.

    Ataque e defesa no nível histórico

    O rating ofensivo de 124.6 seria o melhor da história se fosse uma temporada inteira. E na defesa? 101.5, o melhor dessa sequência de 12 jogos. Sabe qual foi o último time a defender assim bem em 12 jogos de playoff? Os Raptors de 2019. Que ganharam o título.

    Quatro vitórias por 30 pontos ou mais. Apenas o Thunder do ano passado (que foi campeão) conseguiu isso em uma única pós-temporada.

    Vocês acham que os Knicks aguentam essa pressão nas Finais? Eu tô começando a acreditar que finalmente chegou a vez de Nova York voltar ao topo. Os números não mentem — esse time tá fazendo algo histórico.

  • Doc Rivers mete o pau nos executives da NBA sem citar nomes

    Doc Rivers mete o pau nos executives da NBA sem citar nomes

    Cara, o Doc Rivers tá com o sangue no olho. O veterano técnico foi no podcast do Bill Simmons e aproveitou pra mandar umas indiretas bem diretas pros executivos da NBA — só que sem ter coragem de falar nome, né?

    Tudo começou quando ele tava elogiando como os Knicks montaram o time que acabou de ganhar o Jogo 1 das Finais contra os Spurs. Aí o Doc soltou: “Não quero atacar ninguém, mas vou falar uma coisa. Tem muito cara de front office por aí que sabe buscar as estrelas, mas pouquíssimos sabem como montar um time campeão de verdade.”

    As indiretas que todo mundo entendeu

    Olha, eu não sei vocês, mas pra mim ficou óbvio que ele tava se referindo aos chefões dos times onde trabalhou recentemente. O cara passou pelos Bucks, Sixers e Clippers — e curiosamente não citou NENHUM dos executivos desses times na lista dos “bons” que ele mencionou.

    Ele elogiou Danny Ainge, Brad Stevens, Sam Presti… mas Jon Horst (Bucks), Daryl Morey (ex-Sixers) e Lawrence Frank (Clippers)? Silêncio total. Coincidência? Eu acho que não.

    “Você consegue ir lá e pegar esses nomes famosos. Mas consegue fazer as outras jogadas necessárias?”, provocou o Doc. Sinceramente, depois de ver como ele saiu dos Bucks com campanha de 32-50, dá pra entender a frustração.

    Elogiando quem faz direito

    O que mais me chamou atenção foi ele elogiar como os Knicks preencheram o elenco com “coadjuvantes” de qualidade como Josh Hart e Mikal Bridges. E olha, faz sentido mesmo — no Jogo 1, enquanto Brunson e Towns combinaram 48 pontos, OG Anunoby meteu 17 pontos com arremessos decisivos no último quarto.

    Hart pegou 15 rebotes e deu 6 assistências, Bridges foi +11 com 9 pontos. Isso que é basquete coletivo, meus amigos.

    Agora, quando perguntaram sobre os coadjuvantes dos Spurs, o Doc disse que nem sabia quem eram. Meio desrespeitoso com o time jovem de San Antonio, não acham? Mas enfim, cada um com suas opiniões.

    O veterano de 64 anos já disse que tá pensando em parar de técnico depois de passar por cinco times diferentes. E pelo jeito que tá falando dos ex-chefes, acho que alguns executivos não vão sentir saudades não, hein?

  • 5 alas que os Lakers podem ir atrás nesta offseason

    5 alas que os Lakers podem ir atrás nesta offseason

    Galera, o JJ Redick falou uma coisa bem simples mas que faz todo sentido na entrevista de fim de temporada dos Lakers. “O Luke [Kennard] é um ótimo exemplo. É um cara que consegue driblar, passar e arremessar”, disse o técnico. “Acho que por causa das lesões, às vezes não tivemos o suficiente disso. Precisamos melhorar nessa capacidade de driblar, passar e arremessar.”

    E olha, ele não tá errado não. Os Lakers precisam urgentemente de alas que consigam fazer essas três coisas no mais alto nível – só que todo mundo na NBA quer a mesma coisa, né? Por isso que é tão difícil achar essas peças.

    As opções mais realistas

    Vou começar pelo Herb Jones, que já vem sendo especulado com os Lakers há um tempão. O problema é que os Pelicans não querem nem conversa – querem uma caralhada de picks de draft em troca. Mas agora os Lakers têm três picks de primeira rodada pra oferecer… quem sabe o cenário mudou?

    Jones é monstro na defesa e, mesmo tendo uma queda nos pontos essa temporada (8.9 por jogo), ele já mostrou que consegue marcar mais de 10 por partida nas últimas duas temporadas. Com 27 anos, ainda tem margem pra crescer.

    Outro cara dos Pelicans que me chama atenção é o Trey Murphy III. Esse moleque fez uma temporada absurda – 21.5 pontos por jogo e tem 38.2% de aproveitamento de três na carreira. Os Lakers já tinham de olho nele desde o draft de 2021, quando ele disse que queria ser All-Star. Não chegou lá ainda, mas tá no caminho certo.

    Apostas interessantes

    Peyton Watson é agente livre restrito, mas o Denver pode estar em apuros financeiros depois de cair nos playoffs. O cara fez 14.1 pontos por jogo e acertou 41.1% das bolas de três – números que não mentem.

    Agora, prepara o coração: Luguentz Dort. Eu sei, eu sei – tem muito torcedor que odeia esse cara pelo estilo “pegajoso” dele na defesa. Mas sinceramente? É exatamente o tipo de jogador que você odeia enfrentar mas ama ter no seu time. E quando ele tá acertando de três (como na temporada do título do Thunder em 2024-25, com 40%), vira um problema sério pros adversários.

    A opção veterana

    Por último, tem o Khris Middleton. Não é a opção mais empolgante, admito, mas o cara conhece o jogo e ainda pode contribuir. Veterano experiente que já passou por playoffs intensos…

    E aí, qual desses vocês acham que faria mais diferença nos Lakers? Na minha opinião, qualquer um deles seria uma melhora significativa no que o time tem hoje. O problema é sempre o mesmo: convencer essas organizações a fazer negócio e ter os recursos necessários pra fechar os deals.

    O que vocês acham? Algum desses nomes empolgam ou os Lakers precisam mirar mais alto?

  • Brunson só gastaria R$ 40 mil em show do Michael Jackson

    Brunson só gastaria R$ 40 mil em show do Michael Jackson

    Cara, imagina só: você acabou de liderar o Knicks na primeira vitória das Finals em 27 anos e um repórter te pergunta em qual show você gastaria o mesmo valor de um ingresso para o jogo no Madison Square Garden. Jalen Brunson pensou uns 15 segundos e soltou a resposta mais genial possível: “Um show ao vivo do Michael Jackson”.

    Olha, eu entendo completamente o cara. Estamos falando de ingressos que custam mais de R$ 40 mil (US$ 7.520) só para ENTRAR no ginásio. É dinheiro pra comprar um carro popular aqui no Brasil, galera!

    A loucura dos preços das Finals

    E o mais absurdo? Esses valores praticamente dobraram depois da vitória épica dos Knicks no Jogo 1. Antes do primeiro jogo, um par de ingressos na primeira fila chegou a ser vendido por quase US$ 280 mil. Duzentos e oitenta mil dólares. Para ver um jogo de basquete. Eu sei que é Finals, mas sinceramente, isso já virou outra realidade.

    Na minha visão, isso mostra o quanto a base de torcedores dos Knicks estava desesperada por esse momento. Vinte e sete anos sem chegar nas Finals — imaginem a ansiedade acumulada! É como se fosse o São Paulo voltando a uma final de Libertadores depois de décadas.

    Brunson destruindo tudo

    E o moleque justifica cada centavo desses ingressos absurdos. No Jogo 1, mesmo com todo o drama — brigas com o árbitro Scott Foster, torcedores “vulgares” e até um susto com lesão —, Brunson terminou com 30 pontos numa virada histórica. Os Knicks estavam perdendo por 14 pontos e viraram para ganhar por 105-95.

    Doze vitórias consecutivas nos playoffs. Cara, isso não é sorte. É time mesmo. E enfrentar o Wembanyama e os Spurs não é moleza não — o francesão é um monstro de 2,24m que bloqueia tudo quanto é coisa.

    Vocês acham que os Knicks conseguem fechar essa série? Porque olhando esse time jogando com essa garra, eu tô começando a acreditar que pode rolar o título mesmo. Sexta tem Jogo 2 em San Antonio — vamos ver se Nova York consegue abrir 2-0 na série.

    Ah, e sobre o Michael Jackson: realmente seria o único evento que justificaria gastar essa grana toda. Pena que é impossível, né? Mas a comparação do Brunson foi perfeita — só algo realmente único e irrepetível valeria esses valores estratosféricos.

  • Pope salvou o emprego com a contratação do ano na Kentucky

    Pope salvou o emprego com a contratação do ano na Kentucky

    Cara, que reviravolta absurda na Kentucky! Lembram do Milan Momcilovic? O cara que DESTRUIU os Wildcats no March Madness deste ano, metendo 20 pontos na goleada do Iowa State? Pois é, agora ele VAI JOGAR EM KENTUCKY.

    E olha, essa contratação pode ter literalmente salvado o emprego do Mark Pope.

    O pesadelo que virou sonho

    Vamos contextualizar essa loucura. Pope estava vivendo um inferno na offseason. Depois de uma segunda temporada decepcionante (perderam 14 jogos, cara!), o time de 20 milhões de dólares terminou em 9º lugar na SEC. Uma vergonha total para os padrões de Kentucky.

    Aí começou o período de transferências e… desastre atrás de desastre. Rob Wright III? Voltou pra BYU no dia seguinte à visita. Donnie Freeman? Todo mundo achava que era certo, mas foi pro St. John’s com o Rick Pitino. A lista de rejeitados era humilhante: Jeremiah Wilkinson, Dink Pate, Dedan Thomas Jr… Todos visitaram ou conversaram com Kentucky e foram jogar em outros lugares.

    O pior de tudo? Tyran Stokes, o recruta número 1 da classe de 2026 e NATIVO do Kentucky, escolheu Kansas no programa “Inside the NBA” na frente de milhões de pessoas. Imaginem a cara do Pope assistindo isso…

    O milagre chamado Momcilovic

    Mas aí aconteceu o impensável. Momcilovic, que estava no Draft da NBA, desistiu e entrou no portal. E Kentucky conseguiu! O cara que é MONSTRO absoluto no arremesso de 3 pontos.

    Vocês têm noção do que esse pivô de 2,03m fez na temporada passada? Liderou TODO O PAÍS em bolas de 3 convertidas (136!) e ainda assim manteve um aproveitamento de 48,7%. É o ÚNICO jogador na história da NCAA desde 1986 a fazer mais de 130 bolas de 3 numa temporada com mais de 48% de aproveitamento.

    Sinceramente, esses números são de outro planeta. O cara tentava 7,5 arremessos de 3 por jogo e ainda assim acertava quase metade. É tipo um Curry universitário.

    Pope respira aliviado

    Na minha opinião, essa contratação muda TUDO para Pope. O cara que dois anos atrás foi recebido por milhares de fãs no Rupp Arena como se fosse o salvador da pátria, estava literalmente com o emprego por um fio.

    E olha que ironia: Momcilovic foi um dos caras que mais machucou Kentucky no torneio, e agora é ele quem pode salvar o programa (e o técnico). O basquete às vezes é surreal mesmo.

    Com todo aquele dinheiro que sobrou dos outros recrutas que rejeitaram Kentucky, eles conseguiram ir all-in no melhor disponível no portal. E aí, vocês acham que Momcilovic consegue fazer Kentucky voltar a brigar por títulos na próxima temporada?