Autor: Leandro Amorim

  • Wemby não se abala após perder o jogo 1 das Finais da NBA

    Wemby não se abala após perder o jogo 1 das Finais da NBA

    Cara, eu não esperava essa reação do Wembanyama depois da derrota no primeiro jogo das Finais. O menino estava zen total na coletiva — completamente diferente do emocional que a gente viu durante toda essa pós-temporada dos Spurs.

    “Foi rápido. Acho que deixamos essa escapar”, foi só isso que o Victor disse quando perguntaram sobre quando ele sentiu o jogo escorregando das mãos. Mano, que frieza!

    Uma coletiva totalmente diferente

    Quem acompanha as entrevistas do Wemby sabe que ele sempre dá aquela pausadinha antes de responder — seja pra processar a pergunta, traduzir na cabeça ou só escolher as palavras certas mesmo. É meio que a marca registrada dele.

    Mas quarta-feira foi totalmente diferente. O cara estava sentado ali, respondendo tudo numa boa, como se já soubesse o que iam perguntar. Confiança pura. E olha que os Spurs tinham acabado de perder pra um Knicks experiente que soube administrar o momentum do jogo.

    “Deixamos eles pegarem um rebote ofensivo”, ele comentou sobre um lance específico no último quarto que praticamente selou a vitória de Nova York. “A culpa é nossa. Depois disso, eles são um time experiente, sabem jogar com momentum. Nós tínhamos o momentum até o final do jogo. Por isso disse que deixamos escapar.”

    Confiança contagiante

    E sabe o que mais me impressionou? A calma do Wemby parecia ter passado pro resto do time. Dylan Harper, Stephon Castle, Devin Vassell — todo mundo com a mesma postura. Ninguém de cabeça baixa, ninguém se lamentando. Era como se eles tivessem certeza de que podem virar essa série.

    “É quase como se eu não tivesse nada pra descobrir. É quase como se eu só precisasse jogar normal, nem bem”, disse o Victor. “É só fazer a coisa certa que já é suficiente. Quando jogamos mal, quando EU jogo mal, é quando damos tiro no próprio pé. Por isso não estou preocupado. Vamos estar muito melhor. EU vou estar muito melhor.”

    Sinceramente? Fiquei impressionado com essa maturidade. O moleque tem 22 anos e está nas Finais da NBA pela primeira vez. Era de se esperar uma certa ansiedade, né? Mas não — ele parece que já entendeu perfeitamente o que precisa fazer.

    Os Spurs aprenderam com os obstáculos

    E olha, essa resiliência não apareceu do nada. Durante toda essa pós-temporada, os Spurs foram criticados pela inexperiência, mas foram se ajustando a cada round, superando um obstáculo atrás do outro. O crescimento do Wemby como líder tem sido em tempo real — e que evolução, hein?

    Se eles chegaram até aqui surfando na emoção do francesão, talvez agora sigam essa serenidade dele de volta pra série. E aí, vocês acham que essa postura zen do Wembanyama vai ser suficiente pra virar o jogo contra a experiência dos Knicks?

    Uma coisa eu garanto: vai ser uma série épica.

  • Knicks vencem jogo 1 e ingressos das finais em NY explodem

    Knicks vencem jogo 1 e ingressos das finais em NY explodem

    Mano, vocês viram o que aconteceu com os preços dos ingressos pro Madison Square Garden depois que os Knicks ganharam o primeiro jogo das finais? É de enlouquecer mesmo.

    Os caras pegaram os Spurs de 105 a 95 fora de casa no jogo 1, e agora os ingressos mais baratos pro jogo 3 em Nova York estão custando uns 8.200 dólares. OITO MIL E DUZENTOS. Há três dias atrás, o mesmo ingresso custava 4.200. Praticamente dobrou da noite pro dia.

    A loucura dos preços no Garden

    E não para por aí. O jogo 4, que pode ser o da conquista do título, tá ainda mais caro. Os ingressos que custavam 3.900 dólares na segunda-feira agora estão na faixa dos 8.500. É surreal.

    Jesse Lawrence, o cara que fundou o TicketIQ, disse uma coisa que me fez pensar: “Já vimos ingressos caros pra finais da NBA antes, mas isso aqui é território totalmente inédito”. E olha, ele tem razão. Mesmo comparando com outros esportes, os ingressos do jogo 3 já custam mais que o da final da Copa do Mundo (7.900 dólares).

    Sinceramente? Eu entendo a euforia da torcida dos Knicks. Faz décadas que eles não chegavam numa final, e quando chega a oportunidade, o pessoal quer estar lá não importa o preço. Mas 8 mil dólares pelo lugar mais barato da arena é de outro mundo.

    San Antonio x Nova York: mundos diferentes

    Agora dá uma olhada na diferença absurda: enquanto em NY os ingressos mais baratos custam mais de 8 mil dólares, em San Antonio você consegue um lugar por menos de 800 dólares pro jogo 2. É literalmente 10 vezes mais barato no Texas.

    Essa disparidade mostra bem a diferença entre as duas praças. Nova York é Nova York — tem grana rolando e uma torcida que tava sedenta por um título há muito tempo. San Antonio, mesmo sendo uma cidade que respira basquete, não tem essa pressão financeira toda.

    E aí, pessoal, o que vocês acham? Se os Knicks ganharem o jogo 2 e abrirem 2 a 0 na série, imaginem como vão ficar esses preços. Alex Warner, da Winventory, já avisou: “O mercado vai enlouquecer, especialmente pro jogo 4”. Pode ter certeza que se eles tiverem a chance de fechar a série em casa, vai ser ainda mais caótico.

    Eu fico pensando — será que vale mesmo pagar quase 10 mil dólares pra ver um jogo de basquete? Por mais histórico que seja? Cada um com seu bolso, mas pra mim é dinheiro demais.

  • 4 peças que o Thunder precisa manter até 2026 (e uma me preocupa)

    4 peças que o Thunder precisa manter até 2026 (e uma me preocupa)

    Olha, o Thunder tá numa situação interessante. Acabaram de conquistar o título (sim, estamos falando do futuro aqui) e agora o Sam Presti precisa montar um quebra-cabeças financeiro que daria dor de cabeça em qualquer GM da liga. Com os contratos máximos do Chet Holmgren e Jalen Williams entrando em vigor, a coisa vai apertar — e muito.

    A questão não é só sobre talento. É sobre matemática pura: como manter esse núcleo competitivo sem quebrar o banco e cair naquela armadilha do luxury tax que deixa qualquer dono de franquia nervoso?

    Isaiah Hartenstein é prioridade absoluta

    Cara, eu não canso de falar: o I-Hart foi uma das contratações mais certeiras dos últimos anos. Especialmente nas finais do Oeste contra o Wemby e os Spurs — que dupla defensiva absurda ele fez com o Chet!

    O Thunder teve a melhor defesa da liga por dois anos consecutivos, e não é coincidência. Hartenstein tem team option de $28.5 milhões para 2026-27, mas seria burrice esperar ele virar agente livre restrito. Estende logo esse cara por 3 anos e resolve o garrafão de vez.

    Na minha opinião, perder o Hartenstein seria um erro que custaria outro título. Vocês acham que dá pra achar outro pivô dessa qualidade no mercado?

    Cason Wallace: o jovem que virou problema bom

    Mano, esse moleque é diferente. 22 anos, All-Defensive Second Team na terceira temporada, quinto lugar em roubadas de bola da liga (1.9 por jogo). Os números falam por si só.

    Mas aqui tá o dilema: Wallace pode custar até $108 milhões nos próximos anos, segundo o Keith Smith da Spotrac. É muito dinheiro pra um cara que ainda tá aprendendo a carregar o ataque — embora na defesa ele já seja monstro.

    “A eficiência dele caiu conforme o papel cresceu”, disse Smith. E faz sentido. Mas sinceramente? No Thunder ele não precisa carregar time nenhum. Ele só precisa ser esse pitbull defensivo que já é e ir melhorando aos poucos no ataque.

    O dilema do Chet pós-Game 7

    Ninguém vai esquecer daqueles 4 pontos horríveis no jogo 7 das finais do Oeste. Eu mesmo fiquei com raiva na hora. Mas também não dá pra esquecer que 2025-26 foi a temporada de explosão do Chet: primeiro All-Star, primeiro All-NBA, e parte fundamental da melhor defesa que eu já vi o Thunder jogar.

    O cara tem 23 anos e já mostrou que pode ser cornerstone de um time campeão. Óbvio que vai ficar — a questão é quanto vai custar e se o Presti consegue encaixar as peças financeiramente.

    Olha, eu entendo a pressão do Sam Presti. Ter que escolher entre manter todo mundo e não quebrar o orçamento é o tipo de problema que todo GM gostaria de ter, mas que também tira o sono. Uma coisa eu tenho certeza: se conseguir manter esses quatro até 2026, o Thunder vai continuar sendo candidato ao título por muito tempo.

  • NBA investigando torcedores que provocaram Brunson no Jogo 1

    NBA investigando torcedores que provocaram Brunson no Jogo 1

    Cara, quem acompanha a NBA sabe que o Jalen Brunson é um cara super tranquilo. O armador dos Knicks raramente perde a compostura em quadra — então quando você vê ele visivelmente irritado, é porque rolou algo sério mesmo.

    E foi exatamente isso que aconteceu na quarta-feira, no finalzinho da vitória dos Knicks sobre os Spurs por 105-95 no Jogo 1. A NBA tá investigando dois torcedores que aparentemente fizeram comentários pesados com o Brunson quando o jogo já tava praticamente decidido.

    O que rolou na Frost Bank Arena?

    A situação aconteceu quando o OG Anunoby tava cobrando lances livres, faltando só 20 segundos pro fim. Dá pra ver nas imagens o Brunson conversando — ou melhor, discutindo — com uns torcedores perto da lateral. Depois do apito final, ele foi falar com o árbitro Scott Foster e apontou pra galera.

    O negócio tava tão tenso que precisaram os próprios companheiros de time, incluindo o Jose Alvarado, puxarem o Brunson de lá. E olha, se você conhece o perfil do cara, isso já diz tudo sobre o que deve ter rolado.

    Quando perguntaram pra ele no dia seguinte, Brunson foi bem direto: “Tô de boa pra falar sobre isso. De boa.” Traduzindo: não quero nem tocar no assunto.

    Quem foram os envolvidos?

    Aqui fica interessante. Teve um vídeo que viralizou nas redes sociais mostrando o Brunson trocando umas palavras com uma mulher que tava na courtside. Mas segundo o Stefan Bondy do The Post, não foi ela não. A liga tá investigando na verdade um homem e mais uma pessoa.

    O Josh Hart, que é parceirão do Brunson, falou que nem viu direito o que aconteceu: “Ele é sempre muito calmo, controlado. Tenho certeza que os torcedores disseram algo pesado pra tirar ele do sério. Queria poder explicar melhor, mas não vi a interação.”

    E aí, vocês acham que a NBA vai tomar alguma atitude mais séria com esses torcedores? Porque uma coisa é certa: pra um cara comportado como o Brunson reagir assim, a coisa deve ter passado do limite mesmo. Sinceramente, acho que torcedor tem que vibrar, mas sempre respeitando os limites, né?

  • Árbitros erraram feio no lance decisivo de Brunson no Jogo 1

    Árbitros erraram feio no lance decisivo de Brunson no Jogo 1

    Olha só que loucura: o Jalen Brunson não só meteu aquela cesta decisiva no finalzinho do Jogo 1 das Finals, como ainda sofreu uma falta que os árbitros simplesmente não marcaram. O relatório dos últimos dois minutos da NBA confirmou o que muita gente já desconfiava — deveria ter tido falta do Devin Vassell naquela jogada.

    Cara, eu assisti aquele lance umas cinco vezes e já tinha ficado com a pulga atrás da orelha. O Brunson tava subindo pro arremesso e o Vassell claramente se moveu em direção a ele depois que a bola já tinha saído da mão. Agora com o L2M Report oficial, fica confirmado: os zebras perderam uma falta importante.

    Brunson foi o cara do jogo mesmo com a arbitragem contra

    Mesmo sem a falta marcada, o armador dos Knicks foi simplesmente monstro no Jogo 1. 30 pontos em 37 minutos, sendo 13 só no último quarto quando a coisa apertou. Tá, o aproveitamento não foi dos melhores (12/31 do campo), mas quando importava ele apareceu.

    E vocês viram como ele jogou tranquilo mesmo sendo a primeira vez nas Finals? Impressionante a maturidade desse cara. Desde que chegou em Nova York em 2022, os Knicks não param de evoluir — playoffs todo ano, duas finais de conferência consecutivas, e agora finalmente chegaram na decisão.

    Spurs vão ajustar para o Jogo 2

    Sinceramente, acho que San Antonio não vai facilitar no segundo jogo. Eles são muito bem treinados pelo Popovich (mesmo aposentado, a cultura dele continua lá) e sabem que não podem sair perdendo por 2-0 jogando em casa.

    O problema é que os Knicks tão numa confiança absurda. Primeira Finals desde 1999 — isso mesmo, 27 anos! — e começaram ganhando fora de casa. O Brunson tá jogando num nível que eu não imaginava que ele conseguiria nas Finals.

    O Jogo 2 é hoje à noite (5 de junho, 21h30). E aí, vocês acham que Nova York consegue abrir 2-0 ou San Antonio empata a série? Uma coisa é certa: depois desse relatório da NBA, os árbitros vão ficar de olho redobrado nos contatos nos arremessos.

  • Gary Payton só colocaria 2 caras acima do Brunson dos Knicks

    Gary Payton só colocaria 2 caras acima do Brunson dos Knicks

    Olha, quando Gary Payton — The Glove, lenda absoluta da NBA — fala, a gente escuta. E o que ele falou sobre Jalen Brunson vai mexer com muita gente por aí.

    No podcast “Game Over” dessa quinta, Payton foi direto ao ponto: só dois jogadores ele colocaria acima do armador dos Knicks neste momento. Steph Curry e Anthony Edwards. É isso. Só esses dois monstros.

    Por que só esses dois?

    “Steph Curry faria muitas cestas e muitos arremessos. Ele vem dos bloqueios. Vai ser decisivo”, explicou Payton. Cara, quem vai discordar disso? O Curry é simplesmente o maior arremessador da história.

    Sobre o Anthony Edwards, Payton curtiu o fato de que ele “pode saltar o ginásio todo e fazer um monte de coisas”. Ant-Man realmente é diferenciado — aquela explosão física é absurda.

    Mas aqui entre nós: colocar apenas dois jogadores acima do Brunson é um baita elogio, não acham? Estamos falando de um cara que há alguns anos era “só” um bom reserva do Dallas Mavericks.

    O show do Brunson nas Finals

    E Payton teve a sorte de estar lá no Frost Bank Center para ver Brunson destruir os Spurs no Jogo 1. O cara se machucou (joelho), voltou. Torceu o tornozelo, continuou jogando. 28 pontos, liderando uma virada histórica.

    Sinceramente, eu não esperava que o Brunson chegasse nesse nível quando ele saiu de Dallas. Mas o garoto provou que tem sangue de killer nas veias. Aqueles step backs no fim do jogo foram de outro planeta.

    A questão é: será que uma eventual conquista do título colocaria Brunson no mesmo patamar de Curry e Edwards na visão de Payton? Olha, se os Knicks ganharem essas Finals depois de décadas, eu acho que qualquer conversa sobre ranking fica em segundo plano. O cara vai virar lenda instantânea em Nova York.

    E vocês, concordam com a lista do Gary Payton? Ou acham que tem outros nomes que deveriam estar acima do Brunson?

  • Josh Hart mita no Arsenal e faz história nas Finais da NBA

    Josh Hart mita no Arsenal e faz história nas Finais da NBA

    Olha, eu já sabia que o Josh Hart era personagem, mas o cara conseguiu superar as expectativas ontem. Não só fez história nas Finais da NBA como ainda arrumou treta com o Arsenal no meio do caminho. Só pode ser ele mesmo.

    Vamos aos fatos: os Knicks venceram o Spurs no Jogo 1 das Finais e o Hart teve uma performance simplesmente absurda. Em apenas 27 minutos de quadra, o cara anotou 3 pontos, 15 rebotes, 6 assistências, 4 roubos de bola e ainda deu uma tocada. Números meio malucos, né?

    Primeiro na história a fazer isso

    E o mais doido de tudo? Hart se tornou o PRIMEIRO jogador da história a conseguir pelo menos 15 rebotes, 6 assistências e 4 roubos em um jogo de playoffs jogando menos de 30 minutos. Cara, isso é de outro mundo.

    O desempenho dele foi fundamental para os Knicks virarem um jogo que tava feio. O Spurs chegou a abrir vantagem dupla no terceiro quarto, mas aí o KAT resolveu acordar (10 dos seus 18 pontos no terceiro período) e o Brunson fechou com chave de ouro no último quarto, anotando 13 dos seus 30 pontos.

    Arsenal levou invertida do nada

    Mas aí que vem o melhor da história. Durante o media day antes do Jogo 2, fizeram uma pergunta sobre futebol pro Hart e o cara simplesmente destruiu o Arsenal. “Arsenal não é humilde. Eles já ganharam uma Champions League alguma vez? Há quanto tempo eles existem? Nunca ganharam isso? Tá. Londres é azul, nunca vermelha. Chelsea que é time.”

    Sinceramente, não esperava essa. O cara tá nas Finais da NBA, faz um jogo histórico e ainda arruma tempo pra zoar um time inglês. Esse é o Josh Hart que a gente conhece e ama (risos).

    E aí, vocês acham que o Hart mantém esse nível no Jogo 2? Porque pelo jeito que ele tá inspirado, capaz de quebrar mais uns recordes por aí. O Jogo 2 rola hoje às 22h30 e promete ser quente.

  • Garland quer multar árbitros da NBA – ideia genial ou loucura?

    Garland quer multar árbitros da NBA – ideia genial ou loucura?

    O Darius Garland simplesmente soltou uma bomba no podcast do Lonzo Ball que tá dando o que falar. O armador do Clippers foi direto ao ponto: árbitros da NBA deveriam dar coletiva de imprensa depois dos jogos E ainda por cima levar multa quando errarem feio.

    Cara, eu ri alto quando ouvi isso, mas depois parei pra pensar… será que não faz sentido?

    A proposta maluca (mas não tão maluca assim)

    “Eu acho que os árbitros precisam dar coletiva depois do jogo”, disparou o Garland no “Ball in the Family”. “Porque vocês erram muito. Voltando pro [Lonzo], eles são humanos, mas vocês erram MUITO.”

    E quando perguntaram se os juízes deveriam levar multa também, o garoto não piscou: “Com certeza deveriam levar multa. Não, são tipo 10 de vocês! Vocês têm os pontinhos no ouvido, o bluetooth agora.”

    Olha, na minha visão, o moleque tem um ponto. Jogadores são multados por tudo – reclamação, gesto, até pra respirar errado às vezes. Por que os árbitros ficam numa redoma?

    O que realmente rola nos bastidores

    O que o Garland talvez não saiba é que a NBA já tem alguns mecanismos. Existe o famoso Last 2 Minute Report que sai sempre que o jogo termina com cinco pontos ou menos de diferença. E tem também um repórter designado que pode questionar os árbitros depois de jogos polêmicos.

    Mas sinceramente? Isso é fichinha perto do circo que às vezes vira uma partida por conta de apitadas duvidosas.

    A NBPA (o sindicato dos jogadores) até divulgou a lista dos 26 árbitros “Tier 1” – os considerados elite. Nomes como Tony Brothers, Marc Davis e Zach Zarba estão lá. Mas convenhamos, mesmo os melhores cometem cada vacilo…

    Faz sentido ou é maluquice?

    Eu fico pensando: se técnicos e jogadores têm que explicar suas decisões na coletiva, por que os árbitros não? Imagina o Scott Foster tendo que explicar aquela apitada suspeita no último minuto de um Lakers x Celtics. Seria um show à parte!

    Claro que a ideia tem seus problemas. Árbitros já sofrem pressão suficiente, e coletivas poderiam virar um tribunal público. Mas essa transparência toda não seria benéfica pro jogo?

    E aí, vocês acham que o Garland tá certo ou viajou legal? Árbitros multados seria justo ou só aumentaria o drama? Uma coisa eu garanto: se isso virasse realidade, as coletivas pós-jogo seriam muito mais interessantes.

  • Alvarado manda a real pro ex-companheiro: ‘Cala a boca e escuta’

    Alvarado manda a real pro ex-companheiro: ‘Cala a boca e escuta’

    Cara, o José Alvarado não tem papas na língua mesmo. O armador do Knicks encontrou com seu ex-companheiro Derik Queen e quando o pivô perguntou que conselho ele daria após a temporada de rookie, a resposta foi direta na lata: “Cala a boca e escuta”.

    E olha, vindo do Alvarado, isso não é desrespeito — é carinho. O cara sabe o que é ralar pra chegar onde chegou.

    O caminho difícil do Grad Theft Alvarado

    Pense só: um armador de 1,83m que não foi draftado e hoje está a três vitórias de um título da NBA. O Alvarado teve que provar seu valor todo santo dia desde que pisou na liga. Primeiro no Pelicans, agora no Knicks — nunca teve vida fácil.

    É essa mentalidade que ele quer passar pro Queen. “Você aprende com os momentos”, disse depois. “Seja você mesmo. Você tem um ano importante chegando… então é melhor ter um verão incrível. E eu tô feliz por você.”

    Sinceramente, eu acho essa amizade dos dois sensacional. O Queen até brincou: “Eu era ruim?”. E o Alvarado, sem dó: “Às vezes”. Monstro demais essa sinceridade.

    A pressão em cima do Queen

    Agora vamos falar sério — o Queen tá numa situação complicada em Nova Orleans. O Pelicans trocou sua primeira escolha de 2026 (que vai ser top-10 provavelmente) pros Hawks só pra draftá-lo em 13º. Não foi culpa dele, mas agora a cobrança é absurda.

    O garoto foi All-Rookie Second Team, o que já é mérito pra caramba. Mas vocês acham que isso vai ser suficiente pra acalmar a torcida dos Pelicans se o time não evoluir?

    Por isso o conselho do Alvarado faz todo sentido. “Cala a boca e escuta” não é sobre ser submisso — é sobre absorver conhecimento de quem já passou pela pressão. O José sabe que no segundo ano a cobrança só aumenta.

    Enquanto o Alvarado se prepara pro Jogo 2 das Finais contra o Spurs (imaginem só, Finals!), o Queen vai passar o verão trabalhando. E pode ter certeza que ele vai lembrar desse papo toda vez que as coisas ficarem difíceis. Às vezes a verdade dói, mas é ela que faz a gente crescer.

  • Dois assistentes do Celtics podem virar técnicos principais em 2026

    Dois assistentes do Celtics podem virar técnicos principais em 2026

    Olha, quem acompanha a NBA sabe que o Celtics não é só um time de craques — é uma verdadeira escola de técnicos. E agora temos mais dois caras que saíram da “universidade Boston” disputando vagas como técnicos principais: Tony Dobbins e Tyler Lashbrook.

    Dobbins tá na disputa pela vaga do Dallas Mavericks (imagina o cara que trabalhou com defesa no Celtics comandando Luka e Kyrie?), enquanto Lashbrook é um dos três finalistas para comandar o Portland Trail Blazers.

    Tony Dobbins: o cara da defesa que conquistou o Jayson Tatum

    Sinceramente, Tony Dobbins é daqueles caras que você torce para dar certo como técnico principal. O homem tá no Celtics desde 2017, começou na sala de vídeo e foi subindo degrau por degrau. Isso que eu chamo de merecer a oportunidade.

    O mais legal é que ele foi jogador profissional — passou por Itália, Grécia, França e Espanha como especialista defensivo. Ou seja, sabe o que é ralar na quadra. E cara, as palavras do Jayson Tatum sobre ele são de arrepiar: “Ele é uma das melhores pessoas que você pode ter por perto”.

    Tatum ainda falou que Dobbins foi fundamental na sua recuperação da lesão no Aquiles. O Jaylen Brown também elogiou muito a capacidade dele de manter todo mundo zen nos momentos de pressão. “Tony sempre mantém todo mundo equilibrado, lembrando a mim e ao nosso time de apenas respirar”, disse o JB.

    E vocês acham que ele consegue levar essa tranquilidade dele para comandar estrelas como Luka Dončić?

    Tyler Lashbrook: de estagiário a finalista de técnico principal

    Já o Lashbrook tem uma trajetória ainda mais impressionante em termos de crescimento rápido. O cara chegou no Celtics em 2023, foi técnico do Maine Celtics (afiliada na G League) na temporada passada, e agora já tá disputando vaga de técnico principal!

    Antes disso, passou nove anos no Philadelphia 76ers — começou como estagiário na sala de vídeo em 2014 e virou técnico de desenvolvimento de jogadores. É o tipo de cara que entende o jogo de baixo para cima.

    O interessante é que ele trabalha principalmente com o ataque e desenvolvimento de jogadores. Portland precisa exatamente disso — tem jovens talentos que precisam evoluir e um sistema ofensivo que precisa de identidade.

    A tradição de formar técnicos continua

    Não é à toa que o Celtics é considerado uma das melhores organizações da NBA. Olha só a lista de ex-assistentes que viraram técnicos principais: Charles Lee no Charlotte Hornets, Will Hardy no Utah Jazz, e até o Ime Udoka (que foi técnico principal do próprio Celtics).

    Na minha opinião, tanto Dobbins quanto Lashbrook têm perfil para dar certo. Dobbins com aquela experiência de nove anos no Celtics e capacidade de lidar com estrelas, e Lashbrook com visão ofensiva moderna e jeito para desenvolver jovens.

    Vai ser interessante acompanhar essas contratações. Dallas e Portland fariam boas escolhas com qualquer um dos dois — são caras que aprenderam com Joe Mazzulla e toda aquela cultura vencedora de Boston.