Autor: Leandro Amorim

  • Splitter entre os finalistas! Blazers decidem técnico em breve

    Splitter entre os finalistas! Blazers decidem técnico em breve

    Gente, que reviravolta! O Tiago Splitter tá entre os três finalistas pra comandar o Portland Trail Blazers na próxima temporada. E olha que nem todo mundo apostava nisso depois de toda essa confusão que rolou no final da temporada.

    Segundo o pessoal do The Stein Line, sobraram apenas três nomes na disputa: o próprio Splitter (que tá comandando interinamente), Micah Nori (assistente do Minnesota) e Tyler Lashbrook (do Boston). Os outros dois que estavam na lista — Jeff Van Gundy (Clippers) e Mike Williams (Utah) — foram cortados.

    O processo tá devagar por causa do hockey?

    Aqui que fica interessante: a busca por técnico tá meio travada porque o dono do Blazers, Tom Dundon, também é dono do Carolina Hurricanes (NHL) que tá na final da Stanley Cup. Cara, imagina ter que escolher técnico de basquete enquanto seu time de hockey tá disputando o título? Prioridades, né?

    Mas vamos ao que interessa mesmo. O Splitter fez um trabalho monstro essa temporada. Pegou um time que tava meio perdido, comandou eles pra um 42-40 (nada mal!) e levou pros playoffs como 7º colocado do Oeste. Ok, tomaram 4×1 do San Antonio na primeira rodada, mas convenhamos: ninguém esperava que esse Portland chegasse tão longe.

    A treta com a diretoria

    Só que nem tudo são flores. Rola que o Splitter meio que se desentendeu com a diretoria na hora de negociar um novo contrato. Pelo que tô vendo, a proposta veio bem abaixo do que ele esperava. E aí fica aquela: será que o Dundon tá sendo mão de vaca ou realmente não acredita 100% no trabalho do brasileiro?

    O mais louco é que os próprios jogadores do Portland curtiram muito trabalhar com o Splitter. Vestiário unido, cara técnico respeitado… parecia coisa certa pra renovar. Mas aí entra essa história de corte de custos que deixa tudo em aberto.

    E pra complicar ainda mais: o Chicago Bulls também tá de olho no nosso conterrâneo! Imagina só, depois de tanto tempo sem brasileiro comandando time da NBA, o Tiago pode ter até que escolher entre propostas.

    E agora, José?

    Na minha opinião, seria uma loucura o Portland não efetivar o Splitter. O cara provou que consegue trabalhar com grupo jovem, levou o time além das expectativas e tem o respeito dos jogadores. Mas né, política interna de franquia é coisa complicada.

    Vocês acham que ele consegue a vaga? Ou será que vão apostar em uma das outras opções? Sinceramente, torço muito pro nosso compatriota dar certo. Faz tempo que não temos representação brasileira no comando técnico da liga, e o Tiago mostrou que tem potencial pra ficar muito tempo por lá.

    O que é certo é que a decisão deve sair logo. Com apenas três finalistas e a temporada se aproximando, não dá pra ficar empurrando isso com a barriga muito tempo.

  • Bulls querem promover assistente do próprio Billy Donovan?

    Bulls querem promover assistente do próprio Billy Donovan?

    Olha só que situação curiosa em Chicago: enquanto todo mundo esperava que os Bulls fossem buscar um técnico de fora, parece que eles estão pensando seriamente em promover alguém de casa mesmo. Wes Unseld Jr., que era braço direito do Billy Donovan, tá emergindo como um dos finalistas pra assumir o comando do time.

    Segundo informações do Marc Stein e Jake Fischer, do The Stein Line, Unseld Jr. deve estar na lista final de candidatos que deve ser definida até a próxima semana. E cara, faz sentido quando você para pra pensar.

    Por que Unseld Jr. faz sentido

    O cara não é qualquer um. Além de ter trabalhado diretamente com o elenco atual dos Bulls como assistente, ele já teve experiência como técnico principal no Washington Wizards. Ou seja, conhece a casa E já passou pelo batismo de fogo de comandar uma franquia da NBA.

    Sinceramente acho que essa familiaridade com o grupo pode ser um diferencial gigante. Quantas vezes a gente não vê técnicos novos chegando e demorando meses pra entender as características dos jogadores? Unseld Jr. já sabe exatamente o que tem nas mãos.

    O que me chama atenção é que John Paxson, aquele veterano dos Bulls, continua envolvido no processo de entrevistas mesmo não comandando mais as operações de basquete. Isso mostra que a franquia tá levando essa decisão bem a sério.

    A concorrência tá forte

    Claro que não vai ser moleza. A lista de candidatos inclui nomes como Chris Quinn (assistente do Miami Heat) e Micah Nori (dos Timberwolves). E tem um detalhe interessante: Sean Sweeney, que estava entre os favoritos, acabou aceitando o cargo no Orlando Magic depois que o Jamahl Mosley foi demitido.

    Essa movimentação toda no mercado de técnicos tá maluca. É um efeito dominó que mexe com todos os times que estão buscando novo comandante.

    Na minha visão, os Bulls estão numa encruzilhada importante. Eles têm que decidir se querem continuar com uma filosofia parecida (promovendo o Unseld Jr.) ou se preferem uma mudança mais radical trazendo alguém de fora.

    E aí, pessoal? Vocês acham que promover um assistente de dentro é a jogada certa, ou os Bulls deveriam arriscar com um nome completamente novo? A resposta deve vir na próxima semana, quando eles finalizarem a lista de finalistas.

  • Shaq engole o orgulho e reconhece: Brunson é monstro nas Finais

    Shaq engole o orgulho e reconhece: Brunson é monstro nas Finais

    Cara, eu nunca pensei que veria o dia em que o Shaq ia admitir que estava errado sobre alguém. Mas é isso que aconteceu ontem à noite depois do Jalen Brunson simplesmente destruir os Spurs no Jogo 1 das Finais da NBA.

    O armador dos Knicks fez 30 pontos na vitória por 105-95 sobre San Antonio, e mais importante: conseguiu calar a boca de um dos seus maiores críticos. O Big Diesel estava cheio de dúvidas sobre como o Brunson ia se comportar no palco das Finais, mas saiu de lá comendo humble pie.

    Shaq reconhece: “Ele tá pronto para os holofotes”

    Durante a transmissão pós-jogo da ESPN, o Shaq foi obrigado a engolir o orgulho. “Eu admito que antes do jogo, estava ansioso para ver como ele ia se sair contra aquela defesa pesada dos Spurs. Mas ele mostrou pra mim, pro Kenny e pro Chuck que está pronto para os grandes holofotes”.

    E olha, não foi pouco não. Brunson pegou fogo no terceiro e quarto períodos, especialmente quando o time mais precisava. Foram 13 pontos só no último quarto — momento decisivo pra virada histórica dos Knicks.

    O armador terminou com 12/31 nos arremessos de quadra (não foi sua melhor noite no percentual), mas quando importava, ele aparecia. Acertou todos os quatro lances livres e simplesmente assumiu o controle quando a coisa ficou feia.

    New York vira de 14 pontos de desvantagem

    Sinceramente? Eu não esperava que os Knicks conseguissem virar um jogo saindo 14 pontos atrás nas Finais. Mas foi exatamente isso que aconteceu, e Brunson foi o maestro dessa orquestra maluca.

    O Shaq ainda destacou o trabalho coletivo: “Josh Hart com 15 rebotes, Shamet acertando bolas de três importantes no primeiro tempo, KAT com 18 pontos… fizeram isso em equipe, e é assim que se ganha campeonatos”.

    Na minha visão, essa vitória foi muito além dos números. Os Knicks roubaram a vantagem de jogar em casa dos Spurs — algo que pode ser decisivo numa série de sete jogos. E mais: mostraram que têm estômago pra brigar pelo título mesmo quando as coisas ficam difíceis.

    Hart foi simplesmente um monstro no garrafão com aqueles 15 rebotes, e a profundidade do banco dos Knicks fez toda a diferença. É essa mentalidade coletiva que pode levar eles ao primeiro título desde 1973.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem manter essa pegada no Jogo 2? Porque se conseguirem sair de San Antonio com 2-0, aí a coisa fica séria mesmo para a franquia de Nova York.

  • KAT mostrou que Wembanyama é humano e fez Chet Holmgren parecer fraco

    KAT mostrou que Wembanyama é humano e fez Chet Holmgren parecer fraco

    Cara, eu não esperava isso do Karl-Anthony Towns. Simplesmente não esperava. O cara chegou no Game 1 das Finais da NBA e decidiu que ia mostrar pro mundo inteiro que o Victor Wembanyama não é esse deus do basquete que todo mundo tá pintando.

    Os Knicks bateram os Spurs por 105 a 95 numa virada heroica, e o principal motivo foi o Towns ter dado uma aula de como se marca o Wemby. O francesinho ainda fez 26 pontos e 12 rebotes (que não é pouco, né), mas longe daqueles números absurdos que ele vinha fazendo nas Finais de Conferência.

    O momento que definiu tudo

    Teve um lance no final do quarto período que resumiu a noite toda. Towns colou no Wembanyama de um jeito que o cara errou DUAS cestas seguidas — uma bateu na lateral da tabela, a outra foi direto no aro. Duas! Na mesma posse! Eu ri alto aqui em casa, não vou mentir.

    E não foi só na defesa não. O KAT foi pra cima ofensivamente também, partindo pro garrafão sem medo nenhum daqueles toco-meteoros que o Wemby costuma dar. Mostrou que chegou pra brigar de igual pra igual.

    Chet Holmgren que se esconda

    Agora, imagina a vergonha do Chet Holmgren assistindo isso em casa. O cara que era pra ser o rival natural do Wembanyama foi completamente humilhado nas Finais de Conferência. Sinceramente acho que ainda tá sentindo as dores.

    Holmgren fez apenas 75 pontos em SETE jogos contra os Spurs, arremessando uns 27% de 3. Vinte e sete por cento! Pra um cara que se vende como um grande arremessador. E na defesa então? Deixou o Wemby fazer o que quis nos rebotes, não teve agressividade nenhuma.

    O pessoal já tá chamando o Chet de “soft” por aí, e olha… depois do que o Towns mostrou ontem, fica difícil discordar. O Thunder até tá cogitando trocar o cara, embora seja meio improvável.

    Towns merece mais respeito

    Falando sério, o KAT não recebe o reconhecimento que merece. Desde que chegou na liga em 2015, o cara é um dos melhores pivôs da NBA. Talvez o melhor arremessador de 3 da história entre os grandes (podem conferir os números).

    E outra: sem a troca que trouxe ele pros Knicks, esse time não tava nem perto das Finais. Nova York não chegava numa decisão desde 1999 — isso é quase 25 anos, gente!

    A tradição de grandes pivôs em New York é pesada: Patrick Ewing dominou por quase duas décadas, Willis Reed foi o cara no último título dos Knicks. Agora parece que é a vez do Towns tentar trazer a taça de volta pra Big Apple.

    E aí, vocês acham que ele consegue manter essa pegada nos próximos jogos? Porque se conseguir, essa série pode ser bem mais equilibrada do que todo mundo imaginava.

  • Wes Unseld Jr. pode ser o novo técnico dos Bulls

    Wes Unseld Jr. pode ser o novo técnico dos Bulls

    Olha, os Bulls finalmente tão chegando perto de definir quem vai comandar o time na próxima temporada. Segundo o Marc Stein, até o começo da semana que vem já deve ter uma lista final de candidatos — e o nome que mais chama atenção é o do Wes Unseld Jr.

    Sinceramente? Faz sentido. O cara treinou os Wizards por três temporadas (2021-24) e, mesmo não tendo feito milagre em Washington, mostrou que sabe trabalhar. E convenhamos, os Bulls precisam de alguém que entenda a realidade de reconstruir um time.

    A corrida por técnicos tá quente

    O engraçado é que Chicago estava de olho no Sean Sweeney, mas aí o Orlando Magic chegou primeiro e levou o cara. Típico dos Bulls, né? Sempre um passo atrás… Agora também rolou rumor do Kevin Young, técnico da BYU, estar na mira.

    Mas vou ser honesto: Unseld Jr. me parece a escolha mais lógica. O cara viveu a NBA como jogador (filho do lendário Wes Unseld) e depois como assistente técnico por anos antes de assumir Washington. Tem pedigree, conhece a liga, e principalmente — não vai chegar achando que vai resolver tudo do dia pra noite.

    Será que é a hora certa?

    Uma coisa que me chama atenção é o John Paxson estar envolvido na busca junto com o novo vice-presidente Bryson Graham. Paxson conhece a casa como ninguém, então pelo menos não vai ser uma contratação completamente no escuro.

    A real é que Chicago precisa de estabilidade. Nos últimos anos foi uma confusão só — demitindo técnico, trocando jogador, mudando filosofia… Unseld Jr. pode ser exatamente o que eles precisam: alguém para trabalhar com calma, desenvolver os jovens que sobraram e construir algo sólido.

    E aí, vocês acham que ele é a escolha certa? Ou prefeririam apostar em alguém mais jovem como o Kevin Young? Eu tô curioso pra ver como vai ser essa decisão final dos Bulls.

  • Clippers podem trocar a 5ª escolha por Mikel Brown Jr.

    Clippers podem trocar a 5ª escolha por Mikel Brown Jr.

    Olha, a situação do Draft 2026 tá esquentando e os Clippers estão no centro de tudo. Com a 5ª escolha geral em mãos, o pessoal de Los Angeles parece estar jogando um xadrez bem interessante — e eu tô aqui tentando decifrar os próximos lances.

    Segundo fontes da liga, os Clippers são disparados o time com mais chances de negociar sua pick para uma posição mais baixa. E sabe quem tá mexendo com o mercado? Mikel Brown Jr., armador do Louisville que virou a sensação do momento.

    O meteoro Mikel Brown Jr.

    Cara, a trajetória desse garoto é cinematográfica. Fez 45 pontos em fevereiro (quarenta e cinco!), mas aí uma lesão nas costas cortou a temporada dele. Na época, muita gente achou que tinha sido o fim da linha para o Draft, mas que nada.

    Os workouts privados dele têm sido absurdos. Times que trouxeram o Brown para treinar estão saindo impressionados — e olha que estamos falando de franquias do top 10. Nets, Bulls, Hawks, Mavs… todo mundo de olho.

    O mais louco? Ele tá 100% recuperado da lesão. Às vezes uma parada dessas até ajuda, né? O cara teve tempo para trabalhar nos fundamentos sem a pressão dos jogos.

    Clippers playing chess, not checkers

    Agora vem a parte interessante. Os Clippers têm outras opções na mesa também. Keaton Wagler, do Illinois, aparece como favorito se eles mantiverem a 5ª escolha. O menino tem sido projetado como “o melhor depois dos quatro primeiros” — e convenhamos, essa é uma posição confortável.

    Mas aqui entre nós: por que os Clippers estariam pensando em trocar para baixo? Simples — eles sabem que podem pegar o Brown numa posição menor e ainda ganhar alguma coisa extra no processo. É aquela jogada de quem entende do negócio.

    Brett Siegel, insider que acompanha tudo de perto, bateu o martelo: “Não tem muito papo sobre os Clippers trocarem a quinta escolha, mas eles obviamente estão abertos a ouvir ofertas”.

    E agora, José?

    A real é que ninguém sabe direito o que vai rolar. Os Clippers estão jogando poker e guardando as cartas bem próximas ao peito. Tem também toda aquela questão do Kawhi Leonard e do futuro da franquia — decisões que podem influenciar diretamente no Draft.

    Uma coisa é certa: o Draft de 2026 promete ser um dos mais movimentados dos últimos anos. E vocês, o que acham? Os Clippers devem apostar no certo com Wagler ou arriscar na negociação pelo Brown Jr.? Eu sinceramente acho que eles vão pelo segundo caminho — tem cara de jogada do Steve Ballmer, não tem?

    Dia 23-24 de junho não pode chegar logo. Tô ansioso pra ver se minha teoria se confirma ou se os Clippers vão me surpreender de novo.

  • Rich Paul quer mandar jovem craque pro Mavs na draft

    Rich Paul quer mandar jovem craque pro Mavs na draft

    Olha só que interessante: parece que o famoso agente Rich Paul, da Klutch Sports, tá fazendo de tudo pra levar Brayden Burries pro Dallas Mavericks na draft de 2025. E sinceramente? Faz todo sentido.

    O garoto jogou uma temporada absurda no Arizona – liderou a Big 12 em jogos disputados (39), meteu 16.1 pontos por jogo, pegou quase 5 rebotes e ainda acertou 39% das bolas de 3. Números de respeito pra um calouro, não acham?

    O esquema do Rich Paul

    Adam Finkelstein, que manja muito de draft pela CBS Sports, tá dizendo que tem “evidências crescentes” de que Burries e seus representantes querem mesmo é jogar em Dallas. E o mais interessante: o cara não tá fazendo muitos workouts com outros times que drafta antes dos Mavs.

    Lembra do Dereck Lively? Pois é, Rich Paul já fez essa jogada antes. Em 2023, ele conseguiu direcionar o pivô pros Mavericks na pick 12, mesmo com times que draftavam antes querendo o garoto. Agora parece que tá repetindo a dose com Burries.

    Kevin O’Connor, do Yahoo Sports, confirmou que tá ouvindo os mesmos rumores. Na minha opinião, isso mostra como o Paul é esperto – ele sabe que Dallas é um ótimo lugar pra desenvolver jovens talentos, principalmente depois do que fizeram com o Lively.

    Por que Dallas faz sentido?

    Os Mavericks têm as picks 9 e 30 na primeira rodada. Com Luka e Kyrie comandando o ataque, um cara versátil como Burries seria perfeito pra dar profundidade no backcourt. O garoto tem QI alto, defende bem e pode jogar em várias posições – exatamente o que Jason Kidd gosta.

    Nas projeções atuais, Burries tá cotado pra ser escolhido lá pela pick 11 pelo Golden State. Mas se o Rich Paul conseguir fazer sua mágica de novo… bom, vocês viram o que aconteceu com o Lively, né?

    Sinceramente, acho que seria uma jogada genial pros Mavericks. Eles precisam de peças jovens que possam contribuir já de cara, e Burries tem tudo pra ser esse tipo de jogador. E aí, acham que o Rich Paul vai conseguir mais uma vez?

  • O pivô que tá explodindo no Draft e pode ir pro top 15

    O pivô que tá explodindo no Draft e pode ir pro top 15

    Cara, quem acompanha March Madness sabe que essa é a época onde os sonhos acontecem — e onde os valores no Draft disparam da noite pro dia. E Michigan tá sendo o exemplo perfeito disso.

    Os Wolverines entraram no torneio com três caras cotados pra primeira rodada, mas todos meio que “esquecidos” ali pelo meio da primeira rodada. Agora? Os três tão sendo especulados pra lottery. Isso é March Madness, meu amigo.

    Mas tem um nome que tá chamando atenção de todo mundo: Morez Johnson Jr., o pivô que veio de Illinois e simplesmente resolveu mostrar serviço quando mais importava.

    De “late first” pra lottery em questão de semanas

    Johnson era visto como um cara pra final da primeira rodada há pouco tempo. Hoje? Tá sendo mockado consistentemente na lottery, e tem gente dizendo que ele pode até passar o Yaxel Lendeborg — que era considerado o melhor jogador do time Michigan.

    O que mudou? Simples: o cara é pura raça. Motor sempre ligado nos dois lados da quadra. Rebote, defesa no garrafão, enterradas violentas e aquelas bandejas de segunda chance que fazem a torcida delirar. Exatamente o tipo de jogador que traduz bem pra NBA.

    Na última projeção do ClutchPoints, ele foi mockado em 13º pelo Miami Heat. E faz todo sentido — é a cara do Erik Spoelstra esse tipo de prospect.

    Por que Miami faria sentido perfeito

    “Johnson é o tipo clássico de prospecto que o Spoelstra iria querer simplesmente pela entrega, intensidade e físico nos dois lados da quadra”, escreveu Brett Siegel. “O Heat tem sentido falta de jogo mais gritty, e o Kel’el Ware não é um pivô físico como o Bam Adebayo.”

    Olha, eu concordo 100%. Miami sempre foi time que pega esses caras meio “escondidos” e transforma em peça importante. Johnson tem tudo pra dar certo lá — principalmente porque combina habilidades que já funcionam hoje com potencial pra crescer.

    E vocês, acham que ele realmente consegue furar a barreira da lottery? Sinceramente, do jeito que tá jogando e com essa fome toda, eu não duvidaria nada.

    Michigan pode ter três na lottery

    Agora imagina só: Michigan com três caras na lottery do mesmo Draft. Aday Mara (o gigante de 2,21m) provavelmente vai ser o primeiro a ser chamado, Lendeborg continua sendo o mais “NBA-ready” dos três, mas Johnson virou o mais intrigante.

    É isso que eu amo no basquete universitário — às vezes o cara que menos esperamos é quem mais cresce quando a pressão aperta. Johnson tá provando que motor e entrega ainda valem muito na NBA moderna.

  • KAT destruiu Wemby no jogo 1 das Finais e Perkins não perdoou

    KAT destruiu Wemby no jogo 1 das Finais e Perkins não perdoou

    Olha, eu sabia que essas Finais entre Knicks e Spurs iam ser especiais, mas não esperava ver Victor Wembanyama sendo completamente anulado logo no primeiro jogo. E por quem? Karl-Anthony Towns. Sim, o mesmo KAT que todo mundo questionava se ia conseguir jogar no nível de playoffs.

    O Kendrick Perkins foi certeiro na análise dele no First Take: “Vou falar pros torcedores dos Spurs: vocês têm um problema… um problema sério.” E cara, não dá pra discordar.

    Wemby teve uma das piores noites da carreira

    Vamos aos números porque eles não mentem. O francês de 2,21m — que ficou em terceiro no MVP e ganhou o Defensivo do Ano — fez apenas 26 pontos com 6/21 nos arremessos. Mas o mais absurdo? Quando o KAT estava marcando ele diretamente, Wembanyama acertou apenas 2 de 12 tentativas. Duas de doze, mano!

    E não para por aí. Quatro das seis bolas perdidas do Wemby aconteceram com Towns na marcação. Sinceramente, nunca vi o fenômeno francês tão perdido em quadra.

    “O Defensivo do Ano foi exposto ontem à noite”, disparou Perkins. “Towns fez o melhor jogo defensivo da vida dele, mas no ataque ele mostrou pro mundo que Wemby não consegue marcar ele.”

    Towns mostrou por que é diferenciado

    Do outro lado, KAT foi simplesmente monstruoso. Double-double com 18 pontos e 12 rebotes, mas foi a forma como ele dominou que impressionou. O cara esticou a quadra com arremessos de três, botou a bola no chão pra infiltrar, e quando precisou de físico — foi literalmente no peito do Wemby.

    A versatilidade foi absurda. Quando os Spurs botavam um jogador menor nele, os Knicks procuravam o mismatch na hora. Quando Wembanyama vinha dobrar a marcação, Towns soltava passes sem olhar que deixaram qualquer um de queixo caído.

    O terceiro quarto foi onde ele realmente resolveu: 10 pontos e 4 rebotes numa virada de 14 pontos que definiu o jogo. E ainda por cima ficou gritando e animando o time todo — aquela liderança que a gente sempre soube que ele tinha mas que às vezes não aparecia.

    Mike Brown, técnico dos Knicks, resumiu bem: “Ele é um problema. Bota um cara pequeno nele, ele vai pro rebote ofensivo. Bota um grandão, ele abre e gira por fora dos caras.”

    Vocês acham que os Spurs conseguem ajustar pra o jogo 2? Porque se o KAT continuar nesse nível, essa série pode acabar mais rápido do que todo mundo imagina. E olha que eu sou fã do Wemby, mas ontem ele realmente foi totalmente anulado pelo pivô dos Knicks.

  • Cason Wallace pode ganhar US$ 108 milhões no Thunder — merecido?

    Cason Wallace pode ganhar US$ 108 milhões no Thunder — merecido?

    Olha só que notícia chegou agora do Thunder: especialistas já estão projetando que Cason Wallace pode embolsar US$ 108 milhões na renovação com Oklahoma City. Sim, você leu certo — mais de 100 milhões de dólares.

    E sinceramente? Não dá pra dizer que é surpresa total. O cara foi All-Defensive Second Team nessa temporada, terminou em terceiro na liga em roubos de bola (1.9 por jogo) e virou peça-chave do Thunder. Mas 108 milhões… cara, é muito dinheiro.

    A situação é mais complicada do que parece

    Keith Smith, da Spotrac, apontou o dedo na ferida: “Wallace tem sido absurdo na defesa desde que foi draftado. Seu jogo ofensivo melhorou, mas a eficiência caiu conforme o papel dele cresceu.”

    É exatamente isso que me deixa na dúvida. Wallace fez uma temporada monstro defensivamente — 8.6 pontos, 3.1 rebotes e 2.6 assistências sendo titular em 58 jogos. Mas será que ele aguenta carregar um time ofensivamente? A boa notícia é que no Thunder ele não precisa — tem o Shai Gilgeous-Alexander pra isso.

    A situação fica ainda mais interessante quando você lembra que Lu Dort também está no último ano de contrato. Dort ganhou All-Defensive First Team (melhor que Wallace), mas tá ganhando 18 milhões por ano. Wallace pode ganhar mais que o dobro disso anualmente.

    “Não sou movido pelo dinheiro”

    Depois da eliminação dolorosa pro Spurs no Jogo 7 das Finais de Conferência, Wallace disse uma coisa que me impressionou: “Não sou movido pelo dinheiro. Eu quero competir. Esse é meu foco principal. Se eu for pago neste verão ou não, vou melhorar porque é isso que preciso fazer pra ficar nesta liga.”

    Cara, que mentalidade. Jogador de 22 anos falando isso depois de uma eliminação? Isso sim é maturidade.

    O Thunder ainda tem a opção de time no último ano do contrato atual dele (7.4 milhões em 2026-27). Sam Presti não é bobo — se ele tá pensando em pagar 108 milhões, é porque vê algo especial no garoto.

    E vocês, acham que Wallace vale esse investimento? Na minha visão, defensivamente ele já provou que é elite. A questão é: será que vai conseguir desenvolver o lado ofensivo pra justificar esse salário monstro? Pro Thunder, que tem dinheiro e paciência, talvez seja uma aposta que vale a pena fazer.