Autor: Leandro Amorim

  • KAT destruindo o Wemby nas Finais? Chuck não perdoa!

    KAT destruindo o Wemby nas Finais? Chuck não perdoa!

    Gente, o que eu acabei de ver no primeiro tempo do Jogo 2 das Finais de 2026 foi algo que eu nunca imaginei que veria tão cedo. Karl-Anthony Towns simplesmente DOMINANDO Victor Wembanyama no próprio território texano. E o Charles Barkley? O homem não teve dó na análise do intervalo.

    “O Wemby tá em choque”, disparou Chuck durante a transmissão da TNT. “Provavelmente faz tempo que ele não apanha assim em quadra.” Cara, quando o Barkley fala assim, você sabe que a coisa tá feia mesmo.

    KAT resolveu jogar bola DE VERDADE

    Olha, eu sempre acreditei no potencial do Towns, mas o que ele fez no primeiro tempo foi absurdo. 17 pontos, incluindo três bombas de três que deixaram a torcida dos Spurs em silêncio. Enquanto isso, o fenômeno francês ficou com míseros 7 pontos em 2 de 4 arremessos.

    E não é que o Wemby jogou mal — é que os Knicks chegaram com uma intensidade física que claramente tirou ele do ritmo. Towns usou toda sua experiência e peso corporal para incomodar o garoto. Sinceramente? Era isso que eu queria ver desde o começo dos playoffs.

    Finais que ninguém esperava

    Quem diria que estaríamos aqui falando de Knicks vs Spurs nas Finais de 2026? E com Nova York invicta nos playoffs até agora! Meu amigo, esse time de New York tá com uma confiança que eu não via há décadas.

    O mais impressionante é ver como Towns conseguiu se reinventar nessa pós-temporada. Lembro quando galera questionava se ele tinha mentalidade pra jogos grandes, e agora o cara tá literalmente carregando um time nas Finais da NBA.

    E vocês, acham que o Wemby consegue se recuperar no segundo tempo? Porque uma coisa eu garanto: Charles Barkley não vai parar de zoar tão cedo. O homem já tá comparando com as surras que ele mesmo levou no colegial!

    Placar no intervalo: Knicks 56 x 52 Spurs. Jogo completamente aberto, mas com um KAT que parece decidido a mostrar que chegou a sua hora de brilhar nas Finais.

  • Julian Champagnie: de dispensado a vilão nas finais da NBA

    Julian Champagnie: de dispensado a vilão nas finais da NBA

    Cara, às vezes o basquete escreve roteiros que nem Hollywood conseguiria imaginar. Julian Champagnie, de 24 anos, cresceu em Brooklyn torcendo pelos Knicks — e agora pode quebrar o coração da própria torcida vestindo a camisa do San Antonio Spurs nas finais da NBA.

    O moleque que ninguém queria (foi dispensado pelos Sixers logo de cara) virou peça fundamental na campanha histórica dos Spurs. E olha que ironia: o único cara nas finais que nasceu e se criou em Nova York joga justamente CONTRA o time da cidade.

    “Tenho vários amigos que torcem pro Knicks e adoraria estragar os planos deles”, disse Champagnie antes das finais começarem. Que declaração, né? É isso que eu chamo de mentalidade de assassino.

    O arremessador que ninguém viu vindo

    Na minha opinião, esse é exatamente o tipo de história que torna a NBA mágica. Champagnie fez cinco bolas de três só no primeiro tempo do Jogo 1 — cinco! O cara estava literalmente incendiando o Frost Bank Center enquanto destruía as esperanças dos fãs nova-iorquinos.

    Os números não mentem: 11.1 pontos por jogo na temporada regular com 38% nas bolas de três. Nos playoffs? Subiu pra 40.2% de aproveitamento do perímetro. Monstro.

    E o melhor de tudo? O Spurs está pagando só 3 milhões por ano pra ele até 2027. Enquanto isso, outros times gastam isso em jogadores que mal entram em quadra. Pop (Popovich) realmente sabe o que faz, pessoal.

    Brooklyn contra Nova York

    Imagina a pressão psicológica que deve ser jogar contra o time da sua cidade natal numa final da NBA. Champagnie cresceu no bairro de Kensington, jogou na Bishop Laughlin High School e depois na St. John’s — tudo em Nova York. Conhece cada esquina daquela cidade.

    Agora precisa ajudar o Wembanyama e companhia a calarem a boca do Madison Square Garden. Que situação louca, cara!

    Ah, e detalhe curioso: ele tem um irmão gêmeo, Justin, que também joga na NBA pelo Washington Wizards. Os dois foram dispensados no draft, os dois lutaram pra chegar onde estão. Mas só um vai ter a chance de ser campeão este ano.

    Vocês acham que a pressão de jogar contra a torcida da casa pode afetar o Champagnie? Ou será que isso só vai motivar ele ainda mais? Baseado no que vi no Jogo 1, eu apostaria na segunda opção. O moleque tem sangue frio.

    Game 2 é hoje no Texas, e tenho certeza que o Champagnie vai querer mostrar mais uma vez que não foi sorte. Esse cara pode ser a diferença entre o Spurs empatar a série ou voltar pra San Antonio já perdendo por 2-0. E sinceramente? Eu não duvidaria nada dele fazer mais um jogaço.

  • Ingressos do Knicks x Spurs no MSG custam R$ 50 mil — é loucura total

    Ingressos do Knicks x Spurs no MSG custam R$ 50 mil — é loucura total

    Gente, eu sabia que Nova York era cara, mas isso aqui passou de todos os limites. O Jogo 3 das Finais da NBA entre Knicks e Spurs no Madison Square Garden vai ser literalmente o jogo mais caro da história das Finais — e os preços só sobem.

    Prepara o coração: o ingresso mais barato está saindo por US$ 9.006. Isso mesmo, quase dez mil dólares pra sentar lá no último andar. E olha que não é nem courtside, hein. Os assentos na quadra nem estão à venda — você tem que dar um lance no site da NBA. O maior lance até agora? Meio milhão de dólares. MEIO MILHÃO.

    Cara, eu tô acompanhando NBA há mais de 15 anos e nunca vi nada parecido. Pra vocês terem noção do absurdo, as Finais de 2024 em Dallas — que eram consideradas caríssimas — tinham média de US$ 1.965. Aqui no MSG a média atual é de US$ 7.149 e subindo.

    A fome de 53 anos explica tudo

    Olha, eu entendo a loucura dos fãs do Knicks. 53 anos sem título, cara. CINQUENTA E TRÊS ANOS. E faz 27 anos que eles nem chegavam numa Final — tem um monte de gente em Nova York que nunca viu o time jogar pelo anel.

    Os ingressos começaram a semana custando “só” US$ 3.900 (já era caro demais), mas depois que o Knicks ganhou o Jogo 1, explodiu pra mais de US$ 10 mil. Os nova-iorquinos tão sentindo o gostinho do título e querem estar lá de qualquer jeito.

    E o pior — ou melhor, dependendo do ponto de vista — é que virou questão de status. Segundo o Wall Street Journal, se você não tá lá, você é “perdedor”. Uma empresária já gastou US$ 176 mil num ingresso só. Cento e setenta e seis mil. Numa entrada.

    Vai ser mais barato viajar pra San Antonio

    Aqui que fica engraçado: se a série passar do Jogo 4, sai mais barato você pegar um voo pra San Antonio e assistir lá. Os ingressos pro Jogo 5 no Texas começam em US$ 1.711, e a passagem ida e volta sai por menos de US$ 600. Ou seja, você gasta menos de US$ 2.500 pra ver o jogo fora, contra US$ 10 mil pra ver em Nova York.

    Sinceramente, eu entendo a emoção — se fosse um time brasileiro numa final histórica depois de 53 anos, a galera ia pirar também. Mas US$ 10 mil pra sentar no fundo do ginásio? E tem gente pagando!

    O que vocês acham? Vale a pena essa loucura toda ou é melhor assistir de casa mesmo? Porque vou te falar, com esse dinheiro dava pra comprar um carro bom aqui no Brasil.

  • Torcedor dos Spurs que provocou Brunson é banido da courtside

    Torcedor dos Spurs que provocou Brunson é banido da courtside

    Olha só que situação bizarra rolou nas Finais da NBA. Um torcedor dos Spurs que ficou implicando com o Jalen Brunson no Jogo 1 acabou perdendo o direito de sentar na courtside pelo resto da série.

    A NBA investigou o caso e decidiu: o cara não vai ser banido do ginásio, mas esquece de sentar pertinho da quadra de novo. Segundo a liga, o torcedor nem era assinante de season ticket — ou seja, provavelmente pagou uma fortuna só pra conseguir aquele lugar e ainda saiu no prejuízo.

    A confusão com Brunson

    Durante o primeiro jogo das Finais, deu pra ver claramente o Brunson trocando umas palavras nada amistosas com os torcedores dos Spurs que estavam na primeira fila. E olha, não foi só um momento não — rolou várias vezes durante a partida.

    O mais tenso foi no final do jogo. Depois que os Knicks fecharam a vitória por 105 a 95, o Brunson foi direto na direção do grupo de torcedores. Por sorte, o árbitro Scott Foster e o José Alvarado intervieram antes que a coisa escalasse. Imagina se vira uma briga ali? Seria o caos total.

    Quando perguntaram pro Brunson sobre o que aconteceu, ele preferiu não entrar em detalhes. “Estou tranquilo em relação a isso”, foi só o que disse. Profissional demais, porque eu sinceramente não sei se teria esse autocontrole.

    Finais esquentando

    A real é que essa situação mostra como as Finais deixam todo mundo nervoso — torcedores, jogadores, todo mundo. San Antonio tá jogando em casa, a torcida tá empolgada, e às vezes some o limite do que é provocação sadia e o que já vira desrespeitoso.

    Agora os Knicks querem abrir 2 a 0 na série hoje à noite. Se conseguirem, vai ser praticamente impossível pros Spurs se recuperarem. E vocês acham que a torcida de San Antonio vai ficar mais comportada ou vai apertar ainda mais? Eu tenho minhas dúvidas…

    No fim das contas, o torcedor perdeu a chance de assistir às Finais da NBA de camarote por causa de algumas provocações. Valeu a pena? Definitivamente não.

  • Buffalo Wild Wings vira alvo de críticas por convidar invasor das Finals

    Buffalo Wild Wings vira alvo de críticas por convidar invasor das Finals

    Olha só a confusão que deu! O Buffalo Wild Wings resolveu “homenagear” o maluco que invadiu a quadra no Jogo 1 das Finals entre Knicks e Spurs — e cara, a internet não perdoou.

    A situação toda começou quando um fã decidiu que seria uma boa ideia correr até o Victor Wembanyama durante o jogo em San Antonio pra tirar uma selfie. Obviamente foi barrado pela segurança, preso e banido da NBA pra sempre. Até aqui, tudo normal — palhaçada tem consequência.

    A “genial” ideia do Buffalo Wild Wings

    Mas aí que vem o plot twist. No dia seguinte, o Buffalo Wild Wings postou no X: “Internet, nos ajudem a encontrar o fã banido. Ele pode assistir o resto das Finals no B-Dubs por nossa conta”.

    Sinceramente? Que ideia mais furada. A publicação teve 4,8 milhões de visualizações — sucesso de engajamento, mas pelo motivo errado.

    Na minha opinião, premiar comportamento idiota só incentiva mais gente a fazer a mesma coisa. E não fui só eu que pensei assim, viu.

    A revolta foi geral

    Os comentários foram impiedosos. “Nunca mais como no BWW se vocês recompensarem isso”, escreveu um usuário. Outro foi direto: “Isso é completamente insano e só vai encorajar esse comportamento”.

    O mais engraçado (ou constrangedor) foi quando o Blake Griffin entrou na discussão: “Essa não é a parada. A @wingstop nunca faria isso #naoeumanunciopago”. E a Wingstop, concorrente direta, ainda concordou com ele. Que vexame!

    Mas nem todo mundo criticou. Alguns defenderam: “Claro que ele fez algo errado, mas que maneira de aparecer!”. Também tem aquela galera que acha que o pessoal está exagerando — “É impressionante quantas pessoas se ofendem com um garoto correndo numa quadra de basquete”.

    O que aconteceu mesmo?

    Pra quem perdeu: no quarto período do Jogo 1, o cara literalmente parou o jogo pra tentar uma selfie com Wemby. O francês até deu risada da situação, enquanto o Mitchell Robinson ficou com cara de paisagem. Segurança chegou rapidinho e levou o invasor.

    NBA não brincou em serviço — além da prisão, banimento vitalício de todas as arenas da liga. Um segundo envolvido também foi banido.

    E aí, vocês acham que o Buffalo Wild Wings acertou na “estratégia de marketing” ou foi uma baita furada? Eu fico com a galera que pensa que premiar palhaçada só vai dar mais palhaçada. O negócio é assistir o jogo da arquibancada mesmo, como todo mundo civilizado faz.

  • NBA pune torcedor que xingou Brunson nas Finais

    NBA pune torcedor que xingou Brunson nas Finais

    Olha só que situação absurda aconteceu no Jogo 1 das Finais da NBA! Um torcedor dos Spurs resolveu partir pro ataque pessoal contra o Jalen Brunson, dos Knicks, e agora vai pagar o preço. A liga investigou e decidiu: o cara tá banido das cadeiras da quadra pelo resto da série.

    Sinceramente, era o mínimo que podia acontecer. Você imagina? O Brunson acabou de fazer um jogaço — 30 pontos na vitória por 105 a 95 em San Antonio — e ainda tem que aguentar desrespeito de torcedor? O próprio Brunson foi falar com o árbitro Scott Foster no final do jogo sobre o que rolou.

    NBA não brinca com desrespeito

    Segundo o Ian Begley da SNYtv, inicialmente falaram que eram dois torcedores envolvidos, mas no final só um levou punição. O engraçado (ou triste) é que o cara nem season ticket holder dos Spurs era. Ou seja, provavelmente algum playboy que pagou uma fortuna pra sentar na primeira fila só pra fazer palhaçada.

    A liga deixou bem claro: se o sujeito quiser voltar pra assistir outros jogos da série, pode ir — mas vai ter que sentar lá no fundão como todo mundo. E olha que ele pode até tentar, porque ainda tem muito jogo pela frente.

    Brunson mostra que é clutch mesmo machucado

    O mais impressionante de tudo isso é que o Brunson jogou machucado e mesmo assim meteu 30 pontos. Dezenove só no segundo tempo! O cara tava claramente sentindo dores durante o jogo, mas quando a coisa apertou, ele resolveu.

    E vocês sabem o que é mais louco? Ele nem apareceu no injury report pro Jogo 2. Isso significa que o monstro já tá 100% recuperado e pronto pra continuar fazendo estrago em San Antonio hoje à noite.

    A série tá 1-0 pra New York, mas todo mundo sabe que os Spurs com o Wembanyama em casa não vão entregar fácil. Vai ser interessante ver se a torcida de San Antonio vai saber se comportar melhor desta vez, ou se vamos ter mais episódios desses.

    E aí, galera, vocês acham que a NBA foi muito leve na punição? Na minha opinião, banir das cadeiras da quadsa tá bom, mas podia ter rolado uma multinha também, não acham?

  • Zeldin e Trump vão assistir cada minuto das finais da NBA

    Zeldin e Trump vão assistir cada minuto das finais da NBA

    Cara, que história mais curiosa essa que rolou. O Lee Zeldin, que é o cara da EPA (Agência de Proteção Ambiental) na administração Trump, deu uma entrevista revelando que ele e o presidente são fãs roxos do New York Knicks. E olha, pelo jeito eles tão levando isso BEM a sério.

    “Somos fãs fanáticos”, disse Zeldin sobre ele e Trump. E quando ele fala “fanáticos”, não é brincadeira não. O cara confessou que no primeiro jogo das finais ficou em pé na frente da TV como se tivesse na quadra mesmo. Quem nunca, né?

    A química que lembra os anos 90

    Zeldin comparou o time atual com aquela época dourada dos Knicks nos anos 90 – Patrick Ewing, Hubert Davis, a galera toda. “A química era emocionante para Nova York. Era o melhor… a cidade, a energia. Faz tempo que não temos essa sensação”, desabafou.

    E olha, eu meio que entendo o cara. Os Knicks chegaram nas finais depois de décadas de sofrimento. Imagina ser fã dessa franquia e finalmente ver o time brigando pelo título? Deve ser tipo ver o Flamengo ganhar a Libertadores depois de 38 anos.

    O mais engraçado é ele zoando os fãs do San Antonio Spurs: “Boa sorte para qualquer fã dos Spurs que acha que um time que não perde há mais de 40 dias vai perder quatro dos próximos seis jogos mais importantes da vida deles”. Falou pouco mas falou bonito.

    Trump: fã de carteirinha há décadas

    Sobre Trump, Zeldin contou que o presidente é fã “fanático há décadas”. Tem até aquele vídeo clássico dos anos 90 do Charles Oakley caindo em cima do Trump que tava sentado na courtside. Sinceramente, essa imagem do Trump levando uma entrada do Oakley é impagável.

    “Você encontra fotos e vídeos dele durante os anos 90, 2000 e 2010, basicamente até ele começar a concorrer à presidência, sentado na courtside”, explicou Zeldin. Ou seja, o cara é fã mesmo, não é pose de político.

    Trump já confirmou que vai torcer pelos Knicks no Madison Square Garden na próxima semana. Zeldin foi mais reservado sobre se vai junto – “Vamos ver”, disse.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem quebrar essa seca de 1973? Porque olha, se conseguirem, vai ser uma loucura total em Nova York. E imaginem a festa na Casa Branca se rolarem o título…

    Zeldin até fez uma previsão: “Como fã fanático, você tem que acreditar”. Mas foi esperto – não quis garantir nada para não zicar o time. Estratégia de fã experiente mesmo.

  • Ingressos da Final no MSG custam mais que Super Bowl — é loucura!

    Ingressos da Final no MSG custam mais que Super Bowl — é loucura!

    Gente, eu sabia que o hype pelos Knicks estava grande, mas isso aqui passou de todos os limites. Os ingressos pro Jogo 3 da Final da NBA no Madison Square Garden estão custando mais de 9 mil dólares — mais caro que o Super Bowl. Não, vocês não leram errado.

    São quase 10 mil dias sem uma Final da NBA no MSG. Quase 27 anos! Dá pra entender por que a galera de Nova York tá pirando, né? Mas pagar quase 40 mil reais (na cotação atual) só pra entrar no ginásio? Mano…

    Os números que fazem qualquer um chorar

    Olha só esses preços absurdos segundo o site Gametime:

    Jogo 3 no MSG: Entrada mais barata por US$ 9.130, mediana em US$ 17.398 e o ingresso mais caro chegando aos US$ 109.263. Sim, mais de meio milhão de reais num ingresso. Eu não consigo nem processar isso direito.

    Pra comparar: no Super Bowl deste ano, quatro dias antes do jogo, o ingresso mais barato estava US$ 7.413. Os Knicks quebraram até esse recorde. É o poder do basquete em Nova York, pessoal.

    E os outros jogos da série?

    Nos jogos em San Antonio, as coisas ficam “só” um pouco mais civilizadas. Pro Jogo 2, que rola hoje à noite, dá pra entrar por US$ 655. Ainda é uma grana preta, mas pelo menos não precisa vender o carro.

    Se os Knicks vencerem hoje e abrirem 2-0 na série, podem ter certeza que esses preços pro Jogo 3 vão subir ainda mais. E olha que o Trump vai estar lá assistindo — imagina a loucura que vai ser?

    Sinceramente, eu entendo a euforia. Ver os Knicks numa Final depois de tanto tempo deve ser emocionante demais pros nova-iorquinos. Mas quase 10 mil dólares? Eu prefiro assistir em casa mesmo e usar essa grana pra umas 50 viagens pra Orlando ver o Magic jogar.

    E vocês, pagariam esse valor pra ver uma Final da NBA ao vivo? Ou acham que essa galera de NY perdeu completamente o rumo?

  • NBA abandonou tradição do uniforme branco em casa nas finais

    NBA abandonou tradição do uniforme branco em casa nas finais

    Cara, vocês repararam numa coisa estranha nas finais da NBA este ano? O San Antonio Spurs jogou em casa vestindo preto ao invés dos icônicos uniformes Fiesta. E isso me deixou pensando numa tradição que a liga meio que abandonou sem fazer muito barulho.

    Olha só esses números: há dez anos, 97% dos jogos de playoffs tinham o time da casa vestindo branco. Este ano? Apenas 32%. É uma mudança absurda quando você para pra pensar.

    A confusão dos uniformes alternativos

    A NBA virou uma bagunça total quando o assunto é uniforme. Os caras liberaram geral pros times usarem essas camisas alternativas, City Edition, e por aí vai. O resultado? Uma salada de cores que, sinceramente, às vezes fica difícil até identificar quem é quem na TV.

    O mais irônico é que o Spurs teve aquela festa linda da torcida toda dividida nas cores Fiesta – laranja, rosa e turquesa nas arquibancadas –, mas o time em si estava de preto. Que contradição, né?

    Christopher Arena, vice-presidente da NBA, me explicou que a liga tem essa regra de “uniformes primários” nas finais de conferência e NBA Finals. Mas aí que tá: se eles querem um visual mais clássico, por que não voltam com o branco em casa que rolou por 70 anos?

    A nostalgia do uniforme branco em casa

    Na minha opinião, tinha algo especial naquela tradição. Casa de branco, visitante de cor escura. Simples, elegante, e você sabia exatamente quem estava jogando onde só de bater o olho.

    Arena admitiu que a liga entende a importância da história. Por isso que agora proíbem aqueles City Edition nas fases finais. Imaginem o Toronto Raptors levantando o troféu de 2019 com um uniforme que nem existe mais? Meio estranho mesmo.

    “Tem algo sobre construir um mundo quando um time recebe um jogo, eles podem contar uma história com qualquer uniforme que estejam usando”, disse Arena. Entendo o ponto, mas sinto falta daquela simplicidade.

    E aí, vocês sentem falta da tradição do uniforme branco em casa? Ou preferem essa variedade toda que temos hoje? Porque, olhando as finais deste ano, eu tô meio dividido entre a nostalgia e aceitar que os tempos mudaram mesmo.

    O mais interessante é que Arena deixou a porta aberta pra talvez voltar com alguma “linha divisória” – tipo só nas finais, ou finais de conferência. Quem sabe não rola uma volta às origens? Seria interessante ver como os fãs reagiriam.

  • Celtics na encruzilhada: hora de mexer no time ou manter os Jays?

    Celtics na encruzilhada: hora de mexer no time ou manter os Jays?

    Olha, eu sei que ainda estamos em 2024, mas já tô aqui imaginando o que vai rolar com os Celtics no próximo offseason. E cara, depois de ver o time perder uma série de 3-1 pros Sixers na primeira rodada… meu Deus, que dor no coração.

    O Chris Mannix, da Sports Illustrated, deu uma entrevista que me fez pensar muito sobre os rumos de Boston. Basicamente, o Brad Stevens tem três caminhos pela frente: fazer pequenos ajustes no elenco, uma mudança mais no meio termo, ou — pasmem — separar o Jayson Tatum do Jaylen Brown.

    E se trouxessem o Giannis? 🤔

    Sinceramente, a ideia de trocar o Jaylen Brown pelo Giannis Antetokounmpo é tentadora demais. Imaginem o Greek Freak ao lado do Tatum? Seria uma dupla monstruosa. Mas ao mesmo tempo, depois de tudo que os Jays construíram juntos, seria meio doído ver essa parceria acabar assim.

    O Mannix foi bem cirúrgico na análise dele: “Não vejo motivo real pra reagir de forma exagerada a uma derrota feia nos playoffs”. E ele tem razão. Os Celtics ganharam 56 jogos numa temporada que todo mundo esperava bem menos. O ataque funcionou melhor que no ano passado.

    Mas porra, perder uma série de 3-1 dói na alma, né não?

    O exemplo dos Knicks que chegaram às Finais

    Uma coisa que o Mannix falou me chamou atenção: ele usou os Knicks como exemplo de porque manter o grupo junto funciona. O Jalen Brunson tá lá há quatro anos, o KAT e o Mikal Bridges já têm química construída. E olha onde eles chegaram — nas Finais!

    “Os Celtics fizeram isso por ainda mais tempo com esse grupo”, disse o jornalista. E é verdade. O Tatum e o Brown já se entendem de olhos fechados em quadra. Quando o JT se machucou, o JB assumiu as rédeas e levou o time pro segundo seed do Leste. Quando o Tatum voltou, foi como se nunca tivesse saído.

    Na minha opinião? Acho que vale a pena dar mais uma chance pros dois juntos. Mas — e sempre tem um mas — eles PRECISAM de ajuda no garrafão e mais profundidade no banco.

    Os Celtics têm uma trade exception de $27.7 milhões e mais $15 milhões da mid-level exception. É dinheiro suficiente pra fazer uns upgrades interessantes. Só que se eles forem pela rota das trocas, o Derrick White pode virar moeda de troca. O cara ganha $30 milhões na próxima temporada e é um dos poucos assets que Boston tem pra conseguir algo significativo de volta.

    E aí, galera? Vocês acham que os Celtics devem apostar mais uma vez nos Jays ou é hora de uma mudança radical? Eu tô dividido, mas meu coração diz pra dar mais uma chance pra essa dupla que já nos deu tanta alegria.