Autor: Leandro Amorim

  • SGA não tá nem aí pras estatísticas – e é por isso que o Thunder tá voando

    SGA não tá nem aí pras estatísticas – e é por isso que o Thunder tá voando

    Cara, eu preciso falar sobre o Shai Gilgeous-Alexander. Enquanto a maioria dos astros da NBA vive correndo atrás de triple-double e brigando por MVP, o cara do Thunder tá mostrando uma maturidade que me impressiona.

    Depois de mais uma surra — 131 a 108 nos Lakers no Jogo 3 — o SGA falou uma coisa que me fez parar pra pensar. O maluco fez “só” 23 pontos e 9 assistências (que seria um jogaço pra 90% da liga), mas admitiu que não foi sua melhor performance. E sabe o que ele disse? Que se o resto dos playoffs e da carreira dele for igual aos últimos 3 jogos, ele tá de boa.

    Thunder perfeito = SGA feliz

    Olha só que mentalidade absurda. O Oklahoma City tá 7-0 nos playoffs — perfeito, né? — e o cara mais importante do time tá disposto a ser coadjuvante se isso significar vitória. Isso me lembra muito o Manu Ginóbili nos Spurs, sabe? Jogador de primeira que aceitava qualquer papel se fosse pra conquistar o título.

    E funciona, meu amigo. Com os Lakers focando toda a defesa no SGA, outros caras aparecem. O rookie Ajay Mitchell foi o cestinha com 24 pontos, o Jalen Williams meteu 18. A bola circulou tanto que os Lakers nem sabiam onde tava o perigo.

    Lakers sem resposta

    Do outro lado, sinceramente, tá feio pra Los Angeles. LeBron com 19 pontos, Rui Hachimura liderando com 21, mas faltou aquela mordida defensiva pra parar esse time jovem e veloz do Thunder. E olha que o Crypto.com Arena ficou um cemitério no final do jogo.

    Vocês acham que essa mentalidade do SGA é o diferencial pra um título? Eu tô começando a acreditar que sim. Time que joga junto, com o astro disposto a sacrificar números individuais, é receita pra coisa grande. E com essa vantagem de 3-0, pode ser que a gente veja uma varrida na segunda-feira.

    Na minha opinião, é exatamente esse tipo de liderança que separa os bons dos grandes. SGA tá provando que entendeu o jogo.

  • Vanderbilt volta 4 dias após lesão nojenta no dedo

    Vanderbilt volta 4 dias após lesão nojenta no dedo

    Cara, só quem viu a lesão do Jarred Vanderbilt no Game 1 contra o Thunder sabe o quão bizarra foi a cena. O cara deslocou o mindinho da mão direita de forma tão grotesca que até os jogadores do Oklahoma City fizeram cara de nojo quando viram.

    E adivinha só? Quatro dias depois, o monstro tá disponível pro Game 3. Isso mesmo, disponível.

    A volta mais insana dos playoffs

    O técnico JJ Redick confirmou que Vanderbilt foi liberado pelos médicos depois que conseguiram “colocar o dedo dele de volta no lugar”. Olha, eu já vi muita coisa no basquete, mas ver um osso furar a pele assim… não é pra qualquer um.

    A lesão aconteceu quando Vanderbilt tentou bloquear uma enterrada alley-oop do Chet Holmgren. O dedo bateu na tabela e simplesmente… saiu do lugar. De forma literal. O cara foi direto pro vestiário segurando a mão, e dava pra ver que a situação era séria.

    Mentalidade de guerreiro

    “A gente só precisava ter certeza de que o tecido e os pontos estavam bons pra que o osso não saísse de novo”, explicou Redick. “Mas ele tem uma mentalidade durona e quer jogar.”

    O mais engraçado foi o comentário do técnico sobre Vanderbilt ser canhoto: “Ainda bem que ele nunca arremessou com a mão direita na vida dele.” Pelo menos isso não vai afetar o jogo do cara, né?

    Sinceramente, eu não esperava que ele voltasse tão rápido. Perdeu o Game 2 (que os Lakers também perderam, por sinal), mas estar disponível pro Game 3 em casa é crucial pra defesa do time.

    Vocês acham que ele vai conseguir jogar normalmente com essa lesão? Porque uma coisa é estar “disponível”, outra é estar 100%. Mas conhecendo a raça desse cara, não duvido nada que ele entre dando tudo na defesa mesmo com o dedo ainda dolorido.

  • Mitchell arrasa e Thunder domina Lakers: 131-108 e 3-0 na série

    Mitchell arrasa e Thunder domina Lakers: 131-108 e 3-0 na série

    Cara, o Thunder simplesmente não dá chance. Ontem à noite, os caras atropelaram os Lakers por 131 a 108 e agora tão com uma vantagem de 3-0 na série que é praticamente impossível de reverter. E quem comandou essa demonstração de força? Ajay Mitchell, que meteu 24 pontos e 10 assistências numa atuação que foi de outro mundo.

    Olha, eu tô impressionado com o nível desse time do Oklahoma City. Mitchell assumiu a titularidade por causa da lesão do Jalen Williams e simplesmente mostrou por que esse elenco é tão profundo. O cara fez recordes pessoais nos playoffs em pontos, assistências e roubos de bola. Absurdo.

    Thunder mostra por que é campeão

    O mais impressionante é que mesmo com o Shai Gilgeous-Alexander tendo uma noite meio apagada pelos padrões dele (23 pontos, mas com 7/20 nos arremessos), o Thunder conseguiu dominar completamente. Isso porque SETE jogadores marcaram dois dígitos. Sete! Chet Holmgren contribuiu com 18, Cason Wallace saiu do banco e cravou quatro bolas de três…

    Como o próprio Isaiah Joe falou depois do jogo: “É isso que nos torna perigosos. Podemos colocar muita gente que consegue contribuir, praticamente todo mundo, e cada um se destaca no seu papel”. E tá certo, né? Quando você pode rodar 10, 11, 12 jogadores numa série de playoffs e todos entregam, fica difícil de parar.

    Lakers tentam mas não conseguem

    Não vou mentir, os Lakers fizeram muita coisa certa no primeiro tempo. Forçaram nove turnovers, acertaram 11 de 20 bolas de três, pegaram sete rebotes ofensivos… Rui Hachimura estava numa noite inspirada com 16 pontos. Mesmo assim, foram pro intervalo perdendo por apenas dois pontos (59-57).

    Aí que você vê a diferença de qualidade. O Thunder voltou pro segundo tempo com uma postura completamente diferente. Foram direto no Deandre Ayton nas três primeiras posses, depois miraram no Austin Reaves. Resultado: acertaram 6 de 7 arremessos e abriram 19-6 numa sequência que definiu o jogo.

    O JJ Redick até tentou uma jogada desesperada no terceiro quarto, colocando um time pequeno com Adou Thiero contra os gigantes do Thunder. Funcionou por uns minutos, Lakers fizeram 7-0 e a torcida se empolgou… mas aí o Mitchell apareceu, acertou umas bolas de três e acabou com a festa.

    Recordes e mais recordes

    Sinceramente, eu não esperava que o Thunder fosse tão dominante assim nos playoffs. O time agora tem sete vitórias consecutivas na pós-temporada — recorde da franquia. E cara, eles se tornaram apenas o sexto atual campeão da NBA a começar os playoffs com 7-0 ou melhor. Tão na companhia dos Bulls de 93, Lakers de 89 e 01, Cavaliers de 17…

    Vocês acham que os Lakers conseguem reverter essa situação? Porque sendo bem honest, com essa profundidade do Thunder e o Mitchell jogando desse jeito, tá difícil ver como Los Angeles vai conseguir vencer quatro jogos seguidos. O jogo 4 é segunda-feira, mas pelo que vimos até agora, pode ser que a temporada dos Lakers acabe bem antes do que todo mundo esperava.

  • J.R. Smith quer ser diretor atlético após se formar aos 38 anos

    J.R. Smith quer ser diretor atlético após se formar aos 38 anos

    Cara, o J.R. Smith não para de me surpreender. Depois de toda aquela jornada maluca na faculdade — que virou até documentário da Amazon —, o cara se formou na North Carolina A&T e já tá de olho numa meta que eu sinceramente não esperava: ele quer ser diretor atlético da própria universidade.

    Olha, quando o Smith decidiu voltar pra universidade aos 35 anos, muita gente achou que era só uma fase. Mas o maluco levou a sério mesmo. Se formou agora aos 38 e já tá pensando grande. “Quero continuar melhorando no entendimento e sendo uma pessoa de maior intelecto”, disse ele pra ESPN.

    Da NBA pro escritório da reitoria

    A ideia dele não é tão maluca quanto parece. O Smith tem experiência de sobra no esporte — dois títulos da NBA, mais de 15 anos de liga. “Sinto que tenho muito conhecimento nos jogos e nos esportes, e em como construir equipes realmente boas”, falou.

    E olha o timing: o diretor atlético atual, Earl Hilton III, anunciou aposentadoria depois de 15 anos no cargo. Ou seja, a vaga tá aí. Durante a gestão do Hilton, o programa de futebol americano da North Carolina A&T ganhou 4 Celebration Bowls, incluindo três seguidos de 2017 a 2019. Não é pouca coisa.

    Do banco da faculdade pro comando

    Vocês lembram dessa história toda, né? Em 2021, o Smith se matriculou como estudante “não-tradicional” (traduzindo: veterano de 35 anos no meio da galera de 18) e entrou pro time de golfe da universidade. Virou figura conhecida no campus — tanto que o LeBron e o Maverick Carter fizeram um documentário sobre isso, “Redefined: J.R. Smith”.

    “Quero ver a juventude se formar. Quero ver esses jovens prosperarem e se tornarem pessoas incríveis. Acho que há tantas mentes inteligentes lá”, disse o Smith. E olha, não vou mentir — depois de ver a transformação que ele passou, começou estudando de verdade, levando a sério… talvez ele tenha mesmo o perfil pra liderar.

    Claro, pular de ex-jogador recém-formado direto pra diretor atlético é um salto gigantesco. Mas quem diria que o cara que já foi suspenso por jogar uma tigela de sopa no técnico ia virar exemplo de dedicação acadêmica? O Smith já provou que sabe se reinventar. E aí, vocês acham que ele consegue essa?

  • Mike Brown zoou a própria cara: ‘Tô fazendo trabalho porco’

    Mike Brown zoou a própria cara: ‘Tô fazendo trabalho porco’

    Gente, vocês precisam ver essa! O Mike Brown dos Knicks simplesmente roubou a cena ontem depois da vitória por 109-94 sobre os Sixers. O cara interrompeu uma entrevista do Karl-Anthony Towns pra literalmente zoar o próprio trabalho como técnico. Eu tô rindo até agora.

    A situação foi assim: o KAT tava respondendo uma pergunta sobre os ajustes ofensivos do time quando o Brown simplesmente invadiu a entrevista e soltou: “Ele vai falar a verdade, o Mike fez um trabalho porco, mas o Mike tá tentando e o KAT e o resto dos jogadores tão carregando minha bunda grande nas costas.”

    Cara, que humildade (e senso de humor) é essa? 😂

    Knicks a um passo da final do Leste

    Mas olha, por mais que o Brown tenha zoado a própria cara, o trabalho dele tá funcionando. Os Knicks estão 3-0 na série contra os Sixers e a uma vitória da segunda final consecutiva do Leste. São seis vitórias seguidas nos playoffs — um momentum absurdo.

    E isso jogando o Jogo 3 sem o OG Anunoby, que é peça importante na defesa. Mostra como esse elenco tá entrosado e confiante.

    O Jalen Brunson mais uma vez comandou a parada com 33 pontos e 9 assistências. Começou mal (2/8 nos primeiros arremessos), mas se encontrou no jogo e fechou quando precisava. Esse cara virou craque mesmo, não tem jeito.

    Sixers em desespero total

    Do outro lado, que desastre pros Sixers depois do primeiro quarto. O Paul George simplesmente sumiu de campo — errou TODOS os nove arremessos depois do primeiro período. Zero pontos nos três quartos finais. Como assim?

    O Embiid voltou e fez 18 pontos em 35 minutos, mas não foi suficiente. O time que começou com 12 pontos de vantagem no primeiro quarto virou pó nas outras três parciais.

    Agora a matemática é cruel: nenhum time na história da NBA conseguiu se recuperar de um 0-3 em playoff de melhor de sete jogos. Os Sixers precisam de um milagre.

    E aí, vocês acham que os Knicks fecham em casa no próximo jogo ou dão bobeira? Porque sinceramente, depois de ver o Brown zoando a própria cara desse jeito, eu tô achando que esse time tá muito relaxado pra deixar escapar agora.

  • Ausar Thompson mantém confiança após derrota: ‘Nada abala’

    Ausar Thompson mantém confiança após derrota: ‘Nada abala’

    Olha, eu adoro essa mentalidade do Ausar Thompson. Depois de levar uma surra dos Cavaliers por 116-109 no jogo 3, quando todo mundo esperava que o cara fosse ficar cabisbaixo, o moleque solta: “Nada abala nossa confiança”.

    Sinceramente? Isso é exatamente o que você quer ouvir de um jogador jovem numa série de playoffs. Os Pistons tinham começado dominando em casa, 2-0 na série, e aí tomaram a primeira pancada fora de casa. É normal ficar abalado, mas não o Ausar.

    A virada que quase veio

    O mais louco é que o Detroit quase conseguiu a virada. Estavam perdendo por 16 pontos no intervalo (64-48), e no terceiro quarto fizeram 33 contra 19 dos Cavs. Quase, né? Mas Donovan Mitchell decidiu que não ia deixar barato e cravou 35 pontos.

    Cade Cunningham fez sua parte com 27 pontos, mas cara… 8 turnovers do garoto? Isso dói. No total foram 15 bolas perdidas do time todo. Contra o Cleveland você não pode dar essas bobeiras.

    Problemas que dá pra resolver

    Agora, analisando friamente (que nem o Ausar), os problemas dos Pistons no jogo 3 são totalmente ajustáveis. Além dos turnovers, erraram demais do perímetro – apenas 9 de 25 tentativas de três pontos. Só Tobias Harris e Duncan Robinson acertaram mais da metade dos arremessos.

    E olha que detalhe importante: Cleveland foi 6 vezes mais na linha de lance livre (28 contra 22). Num jogo que você perde por 7 pontos, esses detalhes fazem toda diferença.

    A confiança do Thompson faz sentido porque, se o Detroit conseguir limpar essas três coisas básicas no jogo 4 – cuidar melhor da bola, acertar os chutes abertos e ser mais agressivo pra ganhar faltas – eles podem muito bem voltar pra casa com vantagem de 3-1.

    E aí, vocês acham que essa confiança do Ausar é realismo ou só papo de vestiário? Eu tô na torcida pra ver se ele tava certo!

  • Cavs vencem jogo 3 com show de Mitchell e Harden clutch

    Cavs vencem jogo 3 com show de Mitchell e Harden clutch

    Que jogaço foi esse domingo em Cleveland! Os Cavaliers venceram os Pistons por 116-109 no jogo 3, e cara, foi daqueles jogos que a gente não esquece. Donovan Mitchell simplesmente resolveu destruir tudo com 35 pontos, enquanto James Harden apareceu na hora que mais precisava.

    Olha só esse dado absurdo: os Cavs agora têm 15 vitórias em 16 jogos quando Mitchell marca 35 ou mais pontos nesta temporada. Quinze de dezesseis! É o cara carregando o time nas costas mesmo.

    Mitchell no garrafão foi um monstro

    O que mais me impressionou foi como o Mitchell atacou a cesta. Ele converteu 6 de 8 arremessos na área restritiva — basicamente uma bandeja atrás da outra. Nos dois primeiros jogos da série, ele tinha tentado apenas UM arremesso ali dentro. Um!

    Mas tem um porém: de três ele continua sofrendo, acertando só 2 de 8. Tá com apenas 32,2% do perímetro nos playoffs. Sinceramente, se ele conseguir encontrar o arremesso de três, esse time dos Cavs vai longe.

    E vocês sabiam que Mitchell pegou 10 rebotes? O cara não fazia um double-double desde 31 de dezembro. Tá jogando em todas as áreas da quadra.

    Detroit quase virou de novo

    Os Pistons começaram mal demais — erraram 13 arremessos de três seguidos do primeiro ao terceiro quarto. Treze! Mas aí que entra a magia dos playoffs: eles fecharam o jogo acertando 7 de 10 da linha dos três pontos. Quase roubaram o jogo.

    Cade Cunningham fez um triple-double de 27 pontos, mas perdeu a bola 8 vezes. É aquela coisa de jovem ainda — faz plays absurdos mas às vezes força demais a jogada.

    O que mais me preocupou foi o rebote ofensivo: Detroit pegou 16 segundas chances contra apenas 6 dos Cavs. Kenny Atkinson, técnico de Cleveland, falou que isso é “insustentável” pra ganhar jogos. E ele tá certo.

    A série tá pegando fogo

    Os Cavs acertaram 84% dos arremessos na área restritiva — um percentil 92 nos playoffs. Quando eles atacam a cesta assim, fica difícil parar. 40% de todos os arremessos foram no garrafão.

    E aí, o que vocês acham? Os Cavaliers conseguem manter esse nível ofensivo ou Detroit vai ajustar a defesa? Uma coisa é certa: com Mitchell jogando assim e Harden aparecendo nos momentos decisivos, essa série promete muito mais emoção.

    Sam Merrill voltou da lesão no tendão e jogou só 14 minutos, mas os Cavs tiveram rating ofensivo de 130.4 com ele em quadra. Peça importante voltando na hora certa!

  • Vanderbilt volta pros Lakers com dedo deslocado – vai aguentar?

    Vanderbilt volta pros Lakers com dedo deslocado – vai aguentar?

    Cara, que alívio pros Lakers! Jarred Vanderbilt foi liberado pra jogar no Jogo 3 contra o Thunder depois daquela lesão bizarra no dedo que deixou todo mundo de cabelo em pé. Sinceramente, quando vi aquelas imagens do dedo dele, pensei que ia ficar fora por muito mais tempo.

    O time anunciou no sábado à noite que o cara tá pronto pra voltar. Deslocamento no dedo direito – dor só de imaginar. Mas o JJ Redick deve estar aliviado porque precisa de toda ajuda possível depois de estar 0-2 na série.

    Lakers desesperados por opções

    Olha, os Lakers tomaram uma surra de 125-107 no Jogo 2 sem o Vanderbilt. E não é que ele seja o Jordan, mas o cara traz energia defensiva e rebote que esse time precisa desesperadamente. Ele só jogou seis minutos no total nessa segunda rodada dos playoffs – basicamente nada.

    Na primeira rodada contra os Rockets, mesmo jogando pouco, o monstro pegou 22 rebotes na série inteira. É isso aí que o LeBron e companhia precisam: alguém pra brigar no garrafão e dar aquela força na defesa.

    Quem perde espaço agora?

    Com o Vanderbilt de volta, quem provavelmente vai pro banco é o Adou Thiero. O garoto ganhou seis minutos no Jogo 2 e até se virou bem – três rebotes e só uma bola perdida. Mas convenhamos, experiência em playoffs não se compra.

    Austin Reaves foi o cestinha dos Lakers no último jogo com 31 pontos. O cara tá tentando carregar o time nas costas, mas basquete é esporte coletivo. LeBron fez os dele também com 23 pontos, mas aos 41 anos ele precisa de ajuda pra sustentar essa intensidade de playoffs.

    E aí, vocês acham que o Vanderbilt consegue jogar no mesmo nível com essa lesão no dedo? Porque uma coisa é estar “liberado” e outra é estar 100%. Dedo deslocado não é brincadeira, ainda mais pra um cara que vive de defesa e rebote.

    A real é que os Lakers não têm muito luxo de escolha. Estão com a corda no pescoço contra um Thunder que tá voando. Qualquer reforço é bem-vindo, mesmo que seja um Vanderbilt mancando.

  • Thunder a uma vitória das finais do Oeste após massacre nos Lakers

    Thunder a uma vitória das finais do Oeste após massacre nos Lakers

    Cara, o Thunder simplesmente destruiu os Lakers ontem à noite em Los Angeles. 131 a 108. Uma surra dessas que até dói de ver se você torce pelo time de casa.

    Com essa vitória, o Oklahoma City chegou a 3-0 na série e está a apenas uma vitória das finais da Conferência Oeste. E olha só que estatística absurda: nenhum time na história da NBA conseguiu reverter uma desvantagem de 3-0 nos playoffs. Nenhum. É praticamente uma sentença de morte.

    SGA comandou, mas Mitchell foi a surpresa

    Shai Gilgeous-Alexander fez o que já é rotina: comandou o ataque com 23 pontos e 9 assistências. O cara começou frio, errando tudo (2/11 nos primeiros arremessos), mas é desses jogadores que não se abala. Terminou com números sólidos e mais uma vez mostrou porque está na conversa de MVP.

    Mas a grande surpresa foi Ajay Mitchell. Monstro! 24 pontos e 10 assistências para o primeiro double-double dele nos playoffs. O belga não errou praticamente nada (10/17 do campo) e não perdeu uma bola sequer. Sinceramente, eu não esperava esse nível dele tão cedo na carreira.

    Profundidade que assusta

    Sete jogadores do Thunder terminaram com dois dígitos. Sete! Isso é profundidade de dar inveja em qualquer técnico da liga. Chet Holmgren contribuiu com 18 pontos e 9 rebotes, Cason Wallace acertou três bolas de três só no primeiro quarto…

    O jogo virou completamente no terceiro quarto. Os Lakers até estavam na frente no intervalo (59-57), mas aí veio o tsunami: 21-6 pro Thunder logo no começo da segunda etapa. Foi um show de basquete coletivo que deixou qualquer um babando.

    Os números finais do Thunder foram absurdos: 56,4% nos arremessos de quadra, 44,7% do perímetro e apenas 9 turnovers. Controlaram o garrafão também, fazendo 54 pontos na área contra 32 dos Lakers.

    LeBron não conseguiu salvar

    Do lado dos Lakers, LeBron fez 19 pontos, Austin Reaves 17, mas não foi suficiente nem de longe. Rui Hachimura até tentou com 21 pontos, mas quando o time adversário está jogando desse jeito, não tem muito o que fazer.

    E aí, vocês acham que os Lakers conseguem pelo menos ganhar uma em casa? Porque pelo jeito que o Thunder está jogando (7-0 nos playoffs!), parece que essa série já acabou. O jogo 4 é segunda-feira, ainda em Los Angeles, e pode ser o último da temporada dos Lakers.

    Na minha opinião, esse Thunder está com cara de time campeão. Jovem, profundo, e jogando um basquete que é uma beleza de se ver. Se continuar assim, vai dar trabalho pra qualquer um que vier pela frente nas finais do Oeste.

  • Max Strus virou o jogo pros Cavs sendo um ‘maníaco competitivo’

    Max Strus virou o jogo pros Cavs sendo um ‘maníaco competitivo’

    Cara, tem jogador que não aparece muito na estatística mas que simplesmente decide o jogo. Max Strus foi exatamente isso no Game 3 dos Cavs contra os Pistons. O cara de 30 anos não deixou Detroit respirar em momento nenhum — toda vez que os Pistons começavam a embalar, lá estava ele pra cortar o barato deles.

    E olha que a caixa de pontuação não conta a história toda: 7 pontos em 3 de 7 arremessos. Parece pouco, né? Mas Kenny Atkinson, técnico dos Cavs, foi direto: “Nós geralmente destacamos uma jogada decisiva; essa foi A jogada decisiva do jogo”.

    O roubo de bola que mudou tudo

    A jogada que todo mundo tá falando foi aquele roubo de bola no Cade Cunningham no finalzinho do jogo. Partida empatada, tensão no máximo, e o Strus simplesmente intercepta o passe de reposição. Absurdo de timing e coragem.

    “Ele é um maníaco competitivo”, disparou Atkinson. “É meio clichê de playoffs da NBA, mas você precisa de caras que são meio loucos, no bom sentido. Precisávamos de um pouco de loucura hoje à noite, e ele entrega isso.”

    Donovan Mitchell foi além e pediu pro público da Rocket Arena aplaudir o Strus. Imagina só — um All-Star pedindo palmas pro companheiro que “só” fez 7 pontos. Isso mostra o quanto esse cara é valorizado dentro do time.

    Os detalhes que fazem a diferença

    Sinceramente, eu amo esses jogadores que fazem o trabalho sujo. Strus teve só um roubo de bola oficial, mas quem assistiu o jogo inteiro sabe que ele forçou muito mais turnover que isso. James Harden sacou na lata: “Ele tem as mãos altas. No segundo quarto, forçou uma falta ofensiva, derrubou a bola na perna do Cade… São coisas que não aparecem na estatística mas que mudam a posse e o momentum do time”.

    E o Evan Mobley completou: “Ele é meio louco, mas no bom sentido. Precisamos disso, e ele cria energia pra gente”. Cara, quando seus companheiros falam assim de você, é porque realmente faz a diferença.

    O mais legal é que Strus nem gosta muito de falar dele mesmo. Disse que o trabalho dele é ajudar a ganhar “de qualquer forma”. A bola não tava chegando muito nele no Game 3? Beleza, vou impactar de outro jeito. Essa mentalidade é de jogador especial mesmo.

    Playoffs são pra malucos (no bom sentido)

    Atkinson fechou com chave de ouro: “São esses competidores insanos que fazem a diferença. O nível de competitividade dele é sempre 10. Poucos caras são conectados assim, mesmo nesse nível”.

    E aí, vocês concordam que os playoffs da NBA precisam desses caras meio “psicopatas” pra energia? Porque eu tô convencido de que sem o Strus causando essa confusão toda, os Cavs não ganham esse jogo. Às vezes você precisa de alguém pra bagunçar o coreto do adversário, e esse cara faz isso com maestria.